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Irmãos são assassinados a tiros dentro de uma caminhonete na Paraíba

Dois irmãos foram assassinados a tiros, na manhã desta sexta-feira (12), dentro de uma caminhonete em um posto de combustível, localizado às margens da BR-361, em Piancó, saída para Patos, no Sertão da Paraíba.

Segundo informações, os irmãos vinham numa caminhonete carregada de leite, na estrada do sítio Santa Cruz com destino a Piancó, quando foram surpreendidos por homens fortemente armados que efetuaram vários disparos contra os mesmos.

Uma das vítimas morreu ainda no local. O outro homem conseguiu fugir até um posto de combustível, onde pediu ajuda e foi socorrido por populares e levado ao hospital mas, não resistiu e faleceu também.

Após cometerem o crime, os assassinos fugiram e entraram em um matagal, segundo informações de testemunhas.

As vítimas são filhos do senhor popularmente conhecido como “Painho Cordeiro” que foi vítima de outro atentando há cerca de 15 dias atrás.

A polícia militar foi acionada continua em diligência atrás dos criminosos.

PB hj

 

 

Em Guarabira, dois homens são brutalmente assassinados e tem cabeça esmagada por tiro

Dois homens foram brutalmente assassinados na noite desta terça-feira (04) em um loteamento na saída de Guarabira para Pirpirituba, agreste Paraibano.

De acordo com as primeiras informações, um por nome de Alex vulgo zorro e outro que estava com ele foram encontrados com a cabeça esmagada por tiros possivelmente de 12 e ainda tinham várias perfurações a bala pelo corpo.

Levantamento inicial é que pelo menos uma das vítimas estava até recentemente cumprindo pena no presídio em Campina Grande. A polícia está no local e levanta informações sobre autoria dos crimes e motivação.

 

blogdofelipesilva

 

 

Negros têm mais chances de serem assassinados do que brancos

negrosMesmo desconsiderando todos os fatores econômicos e sociais, os homens negros têm 23,5% mais chances de serem assassinados do que os brancos no Rio de Janeiro. A estimativa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que apresentou sexta-feira (18) estudo inédito feito a partir de uma análise metodológica inovadora, com base nos dados do Censo 2010 e do Sistema de Informações sobre Mortalidade, do Datasus.

O levantamento utilizou os dados de residentes e de pessoas que morreram na cidade do Rio de Janeiro em 2010. Foram levadas em conta também as informações de escolaridade, local de residência, idade e estado civil, na amostra de homens entre 14 e 70 anos. No artigo Democracia Racial e Homicídio de Jovens Negros na Cidade Partida, os pesquisadores Daniel Cerqueira e Danilo Coelho concluíram que, mesmo entre pessoas de mesmo padrão social e econômico, os negros têm mais chances de serem vítimas de homicídios do que os brancos.

De acordo com Cerqueira, o objetivo da análise foi investigar as razões dessa diferença de letalidade baseada na cor da pele, já que de cada sete pessoas assassinadas no Brasil, cinco são afrodescendentes. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, enquanto os homicídios de não negros caiu 13,7% de 2004 a 2014, no mesmo período o assassinato de negros cresceu 19,8%.

“Existem duas hipóteses concorrentes. A da democracia racial, que fala que o negro morre mais porque é mais pobre, não porque é negro. E que ele é pobre porque foi largado desde a abolição da escravatura numa condição pior do que a do branco, aí você tem uma rigidez intergeracional – como ele era mais pobre lá no passado, continua mais pobre hoje, então ele morre mais”, afirmou o pesquisador.

Cerqueira disse ainda que a pesquisa nega essa hipótese, da chamada “democracia racial”, e busca explicações no racismo. “A gente considera a hipótese do racismo, que afeta a letalidade de negros por três caminhos, dois indiretos e um direto. Os indiretos têm a ver com práticas educacionais e discriminação no mercado de trabalho. Então, quando você olha a distribuição de renda do Brasil, os 10% mais pobres têm 73,1% de negros e quando olha os 10% mais ricos, há 73,6% de brancos ou amarelos. Parte dessa pobreza já é o mecanismo via racismo da questão educacional e do mercado de trabalho. Além disso, investigamos o efeito direto do racismo sobre a letalidade de negros”, acrescentou.

Para os pesquisadores, o racismo se mostra principalmente em três vertentes: políticas e práticas educacionais discriminatórias; discriminação no mercado de trabalho; e racismo institucional das polícias e da mídia na diferenciação da forma como são noticiadas mortes violentas de negros e de brancos. De acordo com Cerqueira, como é verdade que os negros são mais pobres, se a análise se resumir a separar as vítimas negras das não negras, “obviamente eles vão ser mais vitimados”.

“Então, nós fizemos um modelo econométrico incluindo o grau de escolaridade, o estado civil, a idade e o local de residência. Considerando essas outras variáveis, essa historinha do social está controlada. Então, a gente tem uma base de dados inédita e fizemos para cada pessoa do Rio de Janeiro, com as características socioeconômicas e a cor da pele, e fizemos um modelo para expurgar todas essas outras características e ficar apenas com o efeito direto da cor da pele na letalidade. E, com isso, verificamos que o negro tem 23,5% mais chances de ser morto”.

Na probabilidade de cada pessoa no Rio de Janeiro sofrer homicídio, calculada pelos pesquisadores, entre os 10% que têm mais chance de sofrer homicídio, 79% eram negros. A pesquisa concluiu também que entre a população branca, há uma proteção maior da infância e juventude, mas o mesmo não ocorre com a população negra. Enquanto um adolescente branco tem 74,6% menos chance de ser assassinado do que um adulto branco, a chance de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 23,2% maior do que a de um adulto negro.

Agência Brasil

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68% dos policiais do país dizem ter colegas assassinados fora de serviço

enterro-policialDois em cada três policiais do país dizem que já tiveram colegas próximos vítimas de homicídio fora de serviço. É o que mostra uma pesquisa feita pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e cujos resultados serão divulgados nesta quinta-feira (30), no Rio.

O percentual de policiais que tiveram colegas mortos fora do expediente (68,4%) é maior, inclusive, que o de profissionais que dizem ter perdido um colega assassinado em serviço (60,6%).

Ainda de acordo com o estudo, 74,7% dos agentes de segurança no Brasil dizem já ter sofrido ameaças durante o combate ou a investigação de crimes; mais da metade (51,4%) relata ter sofrido ameaças também fora do serviço.

A pesquisa, intitulada “Vitimização e risco entre profissionais do sistema de segurança pública”, foi feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas e com a Secretaria Nacional de Segurança Pública e ouviu 10.323 policiais militares, civis, federais, rodoviários federais, agentes penitenciários e integrantes do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal em todos os estados do país. O estudo foi realizado entre os dias 18 de junho e 8 de julho.

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Para a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, a pesquisa mostra o quanto os policiais estão expostos durante suas trajetórias profissionais. “Os policiais são reconhecidos no Brasil pelas violações de direitos. Mas eles também são vítimas de violações dos seus próprios direitos, que passam despercebidas.”

Discriminação
O estudo mostra que 64,2% dos agentes dizem ser discriminados em razão da função que exercem. A reclamação de que são alvos de preconceito da população recai também sobre o círculo de convívio dos filhos: 22,5% dizem que eles já sofreram discriminação na escola ou na comunidade.

“É um cenário triste. Mas trata-se de um dado esperado. A percepção de discriminação que o policial tem está intimamente ligada à desconfiança da população. Só 30% afirmam confiar na polícia. Isso porque, desde 1988, com o advento da Constituição, que tecnicamente rompe com o momento autoritário do país, muito pouco se mudou no modelo de segurança pública. As pessoas se afastam dos policiais porque eles são tidos como violentos. As instâncias responsáveis pela área direta ou indiretamente precisam pensar em mecanismos de modernização”, afirma Samira.

O número de agentes que relatam situações degradantes no trabalho é grande: 62,8% dizem já ter sofrido assédio moral ou algum tipo de humilhação. Um terço (32,3%) afirma ter sido vítima de violência física durante algum treinamento.

Rotina
A pesquisa revela ainda que os agentes costumam adotar hábitos específicos no dia a dia para evitar serem alvos de retaliação ou violência: 36%, por exemplo, escondem o fato de serem policiais ou agentes prisionais de conhecidos.

Quase metade (45,5%) jamais deixa à mostra a farda ou o distintivo no trajeto casa-trabalho. E 61,4% evitam usar transporte público. “Esse dado chama bastante a atenção. São pessoas que têm que garantir o direito de ir e vir e não têm o deles assegurado. São pessoas que têm que esconder sua profissão”, afirma Samira.

s agentes também relatam insegurança durante a prática profissional e elencam alguns motivos para isso. A impunidade, com 64,6%, é o principal. Mais da metade (52,7%), no entanto, também coloca a falta de equipamento pessoal de proteção como fator preponderante.

“Isso é um alerta para as corporações, para os comandos, porque mostra como os profissionais se sentem em relação às condições de trabalho. A gente o tempo todo cobra eficiência, redução de indicadores de criminalidade. E é um dever cobrar. Mas pouquíssima gente olha as necessidades dos policiais. Em muitos casos, não há coletes ou eles não são adaptados, por exemplo, para a mulher que vai atuar”, afirma a diretora-executiva do fórum.

De acordo com a pesquisa, 39,9% dos policiais têm receio de serem assassinados em serviço. Essa percepção varia entre as regiões do país. No Sul, esse índice sobe para 55,3%; no Sudeste, ele fica em 34,5%.

Distúrbios psicológicos
Para Samira, outro dado que merece destaque é o de policiais diagnosticados com algum distúrbio psicológico: 16,4%. “É um número muito alto. E como as corporações enfrentam isso? Basta ver as estruturas de atendimento. Quando muito, se existem, estão só nas capitais ou regiões metropolitanas. Isso sem contar o preconceito dentro das corporações quando um profissional procura um psicólogo. E esse percentual diz respeito apenas aos diagnosticados. Ou seja, o contingente deve ser muito maior.”

De acordo com a pesquisa, 86,5% dos ouvidos são homens, 56,4% têm de 25 a 40 anos e 44,1% trabalham em capitais. Além disso, 43,7% se declaram brancos, 9%, negros, e 44,7%, pardos.

G1

Dia Mundial da Juventude: 6,2 mil jovens foram assassinados na Paraíba em dez anos

armaO dia 30 de março, segunda-feira, é dedicado especialmente a juventude mundial. A faixa etária considerada jovem é entre os 15 e os 29 anos de idade e, na Paraíba, a realidade dessas pessoas é preocupante. De acordo com o Mapa da Violência de 2014, o índice de jovens assassinados no Estado cresceu 174,5% nos últimos dez anos. Enquanto em 2002 foram registrados 303 homicídios na população jovem, em 2012 esse número passou para 906.

Os dados revelam que os números mais que duplicaram e que 2,5 “meninos ou meninas” são vítimas de mortes violentas na Paraíba, por dia. O gráfico do Mapa da Violência mostra que os índices paraibanos vêm numa crescente que só sofreu uma pequena redução entre os anos de 2011 e 2012, quando os homicídios registrados entre jovens foram, respectivamente, 916 e 906.

Somados os resultados anuais o número de jovens assassinados no Estado chega a 6.265, em dez anos. Uma média de 626,5 por ano ou 20,85 por mês.

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Também o Nordeste quase duplicou os homicídios na década, com destaque negativo para Maranhão, Bahia e Rio Grande do Norte, onde as taxas mais que triplicam. Também outros estados, como Alagoas, Ceará e Paraíba, sem chegar ao extremo dos anteriores, ostentam índices de crescimento bem elevados, mais que duplicando os números de 2002. A única unidade a evidenciar quedas na região foi Pernambuco, com uma regressão de 25,2% na década.

Jovens também morrem mais no trânsito

Contudo, homicídio não é a única forma violenta que tem matado os jovens paraibanos. O trânsito também tem feito muitas vítimas na faixa etária dos 15 aos 29 anos. O índice de jovens mortos no trânsito da Paraíba cresceu 53,1% nos últimos dez anos passando de 239, em 2002, para 366 em 2012. Em dez anos o trânsito tirou a vida de 3.036 jovens, ou seja, 303,6 por ano. De 2011 para 2012 o crescimento foi de 26,6%.

 

Por: Nice Almeida

blogdogordinho

Amigos são assassinados a tiros em Cabedelo

HomicidioDois homens foram assassinados tiros a na noite deste sábado (24), no Jardim Gama, em Cabedelo. Uma das vitimas foi identificada por Cristiano da Silva Santos, 28 anos, conhecido por “Kita”.

Segundo informações, o “Kita” morava em Jacaré e possivelmente seria o alvo dos seus algozes. Já a segunda vitima conhecido como Pica Pau, pode ter sido assassinado por estar acompanhado de “Kita”.

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O detalhe que causou estranheza entre os policiais, é que Cristiano estava usando um colete à prova de balas. A policia vai investigar a motivação dos crimes, para tentar localizar os acusados.

O cabuloso 

Dois jovens são assassinados a tiros no Agreste da Paraíba; ninguém foi preso

Portal Correio
Portal Correio

Dois jovens foram assassinados no fim da manhã desta quinta-feira (8) em Ingá, a 95 km de João Pessoa. Até as 13h, Polícia Militar tinha poucas informações sobre o caso e ninguém havia sido preso.

De acordo com a Companhia da PM em Ingá, a polícia foi acionada depois que algumas pessoas ouviram tiros e, no local, encontraram mortos os dois jovens de 20 e 27 anos.

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Apesar da denúncia, a PM informou que não havia testemunhas e que os vizinhos do local onde foi achado o corpo disseram que não tinham informações sobre as causas do duplo homicídio.

O caso será repassado para a Polícia Civil para que seja esclarecido.

 

portalcorreio

Dois jovens foram assassinados no início da noite em Dona Inês

vitimaDois homens foram assassinados a tiros agora a noite, por volta das 18:30h, na cidade de Dona Inês. De acordo com as primeiras informações, as vítimas foram surpreendidas quando estava na Rua do Barreiro, por trás do prédio do hospital.

Ainda segundo informações de moradores da localidade, eles eram da cidade de Mari, e moravam a pouco mais de um ano em Dona Inês.

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portalmidia

Guarda Municipal e vigilante são assassinados em frente de igreja católica, em João Pessoa

Aguinaldo Mota PB
Aguinaldo Mota PB

O guarda municipal Vandeilson dos Santos Oliveira, 28, e o vigilante Valdeilton dos Santos Oliveira, 26 anos, foram assassinados a tiros em frente de uma igreja católica no bairro do Rangel, em João Pessoa, na noite dessa segunda-feira (7). Os jovens eram irmãos.

Segundo informações de Luiz Cotrim, delegado de Homicídios da Capital, as vítimas estavam em uma motocicleta em frente da igreja católica São Francisco, localizada na Avenida Sousa Rangel, quando foram abordadas por um homem, que estava em uma moto.

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O acusado efetuou vários disparos de pistola nos jovens. Vandeilson dos Santos morreu na hora. Valdeilton dos Santos ainda chegou a ser socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, mas veio a óbito.

Uma terceira pessoa teria ficado ferida e levada para o Hospital Ortotrauma de Mangabeira, mas sem gravidade. Os irmãos mortos tiveram um irmão assassinado há cerca de cinco meses, no bairro de Cruz das Armas, na Capital.

A Polícia Civil informou que os jovens não possuíam ficha criminal. Testemunhas informaram que o alvo dos tiros era Valdeilton dos Santos por ter sido jurado em virtude de brigas. Os corpos foram encaminhados para a Gerência de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) da Capital.

Tentativa de homicídio

Um homem foi baleado ao reagir a um assalto em frente do Clube Cabo Branco, no bairro Miramar, em João Pessoa. O fato ocorreu na noite desta segunda (7).

Segundo informações policiais, a vítima estava saindo do clube quando foi abordada pelo assaltante. Ao reagir a situação, o homem foi baleado e socorrido para um hospital particular da Capital. O assaltante não foi identificado.

 

 

portalcorreio

Tio e sobrinho de três anos são assassinados em Cajazeiras

O crime teria sido motivado por uma dívida de R$ 2 000 da compra de um veículo. Autor do crime fugiu.

Um fato lamentável aconteceu no início da noite dessa terça feira (23) no conjunto Mutirão zona norte de Cajazeiras.

Duas pessoas dentre elas um garoto de apenas três anos foram assassinadas a tiros supostamente por acerto de contas.

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Segundo informações dois homens em uma moto um deles menor de idade e um sobrinho de um ex-vereador, chegaram no local onde se encontrava Leandro Cordeiro de Melo 23 anos, e já foram efetuando vários disparos contra a vítima. Leandro ainda chegou a correr para dentro da residência do seu irmão, mas tombou morto.

Os tiros atingiram também um garotinho que era sobrinho da vítima, Osmar Renan Sousa de Melo de três anos, que ainda foi socorrido pelo SAMU, mas chegando sem vida no Hospital Regional de Cajazeiras.

Segundo informações, o fato teria se dado em função de uma dívida da vítima com os acusados de cerca de R$ 2.000,00 na compra de um carro, o que ocasionou os assassinatos.

Desesperado o pai do garoto Lorival Cordeiro de Melo, aos prantos lamentava o fato de não terem sequer poupado a criança que inocente brincava na frente da residência.

Redação com CZN