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Prefeitura articula parceria com PM/PB para difusão da educação ambiental nas escolas

Nesta segunda-feira (26/08), o prefeito de Bananeiras Douglas Lucena (PSB) encaminhou ofício ao comando do Batalhão de Policiamento Ambiental da PM/PB para formalização de parceria entre a corporação e a prefeitura. O objetivo é a realização de palestras pela Polícia Ambiental sobre educação ambiental nas escolas da rede pública municipal de ensino.

Na semana passada (20/08) dois policiais militares do Batalhão de Policiamento Ambiental, Cabo Soares e Cabo Fabrício ministraram palestra e também montaram stand de taxidermia (empalhamento) para os alunos conhecerem algumas espécies da fauna paraibana. Tanto a palestra quanto a exposição seguiram em clima foi euforia. Os alunos ouviram com total atenção as informações e puderam sanar suas dúvidas perguntando diretamente aos policiais que responderam os questionamentos, um a um, com visível satisfação.

Este momento foi a culminância do projeto de pesquisa intitulado “Projeto Natureza” de um grupo de 22 (vinte e dois) alunos da escola Nossa Senhora do Carmo mediado pela tutora da escola que é, também, Secretária de Meio Ambiente de Bananeiras, Kerssia Melo. “Nesse período identificamos mais uma vez a grande preocupação das crianças e adolescentes pelas causas ambientais e a vontade de sensibilizar colegas e a comunidade sobre a importância da preservação ambiental”, disse.

O referido projeto faz parte da metodologia de ensino da escola, que busca a curiosidade do educando como ponto de partida de toda a ação pedagógica bem como o protagonismo, a empatia, a criatividade e o trabalho em equipe como fundamentos da proposta pedagógica. Destaca-se que a escola tem sido referência nacional pelo trabalho educativo desenvolvido.

“O evento foi tão bem-sucedido que, apesar de ter sido previsto para acontecer apenas pela manhã, foi estendido para o período da tarde para que todos os 280 (duzentos e oitenta) alunos pudessem participar naquela ocasião. No mesmo sentido, entendo ser de grande relevância fazermos esta parceria com o Batalhão para abrirmos a oportunidade das demais escolas também serem contempladas. O Secretário de Educação de Bananeiras Genival Azeredo estará junto conosco nesse trabalho”, finaliza a secretária.

Cabo Soares e Cabo Fabrício destacaram o quanto se sentiram felizes ao chegarem a Bananeiras e terem encontrado tamanha receptividade por parte dos alunos e da comunidade escolar. “As crianças estavam querendo saber sobre o nosso trabalho, como se faz para entrar na polícia ambiental”, lembrou Soares.

O policial destaca ainda a importância do efeito multiplicador. “Através das palestras que fazemos as pessoas tiram fotos, divulgam pelas redes sociais e isso termina espalhando o nosso trabalho. Hoje o foco são os jovens para que no futuro sejam multiplicadores da educação ambiental, sejam ambientalistas. Com a educação ambiental isso está mudando. Começou com um projeto tímido, nós não tínhamos ainda muito incentivo, mas isso deu uma visibilidade tão grande para o batalhão que terminou abrindo os olhos dos comandantes e hoje o carro chefe do batalhão é a educação ambiental”, finaliza.

A presidente da Cooperativa de Desenvolvimento Social que é mantenedora da escola, Gitânea Rocha explanou sobre a realização do evento. “Depois da palestra já surgiu a proposta de alunos que querem estudar sobre a atuação do Batalhão Ambiental na Paraíba. O interesse começou depois que assistiram a palestra”.

“Momentos como este nos reavivam e reafirmam que estamos no caminho certo nesta caminhada trabalhando pelo presente e pelo futuro das novas gerações. A cada ação de educação ambiental sentimos que os frutos irão brotar por meio desses jovens que logo irão se destacar como cidadãos conscientes e participativos”, avalia Kerssia.

Ascom – PMB

 

Defensoria Pública articula força-tarefa para combater violência doméstica e feminicídio

Uma força-tarefa capitaneada pela Defensoria Pública do Estado da Paraíba (DPE-PB) reuniu na tarde de ontem (quinta-feira 4), representantes do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Secretaria de Estado da Mulher e da Diversidade Humana (Semdh) e das 14 Delegacias da Mulher da Paraíba. O objetivo é reforçar o combate à violência doméstica e ao feminicídio, tendo em vista a urgência da questão, em função do aumento dos crimes. O encontro também contou com a participação da coordenadora de Defesa da Mulher da DPE-PB, Fátima Diniz.

Para o defensor público-geral do estado, Ricardo Barros, o saldo da reunião foi bastante positivo em virtude da união das Instituições, que procuram soluções para o mesmo problema. “Temos que unir forças, nós da Defensoria, com o Ministério Público, a Secretaria da Mulher e as delegacias espalhadas pelo estado, através dessa articulação podemos acionar os serviços sociais e psicossociais para fazer esse enfrentamento”, disse.

A subdefensora pública-geral, Madalena Abrantes saiu otimista da reunião. “A Defensoria se enquadrou na missão para a qual ela foi criada”, afirmou. Ela disse que a Instituição conta com a competência da coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher, Fátima Diniz, a quem destacou a atuação. “Isso dá uma sensação de dever cumprido, que a Defensoria está no caminho certo”, disse Madalena.

ARTICULAÇÃO – Para a promotora de Justiça de Defesa da Mulher da Comarca de João Pessoa e integrante do Núcleo Estadual de Gênero do MP, Rosane Araújo, “o enfrentamento à violência doméstica só tem resultado exitoso quando é construído de forma coletiva e articulada, como estamos fazendo”, ressaltou.

“A própria Lei Maria da Penha contempla isso”, observou, acrescentando que é na perspectiva de fortalecer a unidade dos órgãos, numa rede atuante, que a Paraíba se mobiliza para combater a violência contra as mulheres, que tem tirado a vida de muitas. Rosane elogiou a iniciativa da DPE-PB, que no seu entendimento exerce um papel tão importante quanto o do Ministério Público na defesa da população feminina.

IMPORTANTE APOIO – A secretária de estado da Mulher e da Diversidade Humana, Gilberta Soares, reconheceu a iniciativa da Defensoria e destacou o apoio dado pelo DPG, Ricardo Barros, e pela subdefensora geral, Madalena Abrantes, “no sentido de que possamos estreitar a relação da DPE com a Rede Estadual de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência”.

Segundo Gilberta, o Núcleo de Mulheres da DPE, representado pela defensora Fátima Diniz, tem dado sua contribuição na construção do protocolo das diretrizes do feminicídio. “Estamos construindo um protocolo conjunto com as diversas instituições da Justiça e da segurança, que estão definindo as formas de investigar, processar e julgar os crimes de feminicídio”, afirmou.

A coordenadora das 14 delegacias da Mulher na Paraíba, Maysa Félix, lembrou que já existe uma parceria com a DPE-PB no combate à essa forma de violência. “Hoje confirmamos e reforçamos, ainda mais, essa parceria, porque a Defensoria tem um Núcleo que funciona na Delegacia de Apoio à Mulher de João Pessoa”. Para Maysa, é necessário aprofundar a articulação e levar essa experiência exitosa para outros municípios.

Assessoria

 

 

Ministro paraibano do STJ articula para ocupar a vaga de Joaquim Barbosa no STF

herman-benjaminO ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, natural do município de Catolé do Rocha, está se movimentando para ser o escolhido da presidente Dilma Rousseff (PT) para a vaga de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da coluna Radar Online, da revista ‘Veja’.

Ele ocupa o cargo de ministro do STJ desde setembro de 2006. Além disso, ele já atuou como membro substituto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e membro do Conselho da Justiça Federal.

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Ele também desempenhou as funções de membro do Ministério Público do Estado de São Paulo, promotor de Justiça e procurador de Justiça.

 

 

BlogdoGordinho

Vereador articula PAA e busca liberação de milho para agricultores de Bananeiras

vereador-conabO vereador Kilson Dantas esteve na CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento) articulando a implantação de um novo PAA DOAÇÃO SIMULTANEA, que atenderá diversos agricultores ligados a COOPAFAB (Cooperativa dos Agricultores Familiares de Bananeiras), que poderão comercializar seus produtos agrícolas e melhorar a renda familiar.

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O PAA (Programa de Aquisição de Alimentos) é um instrumento de politica pública instituído pelo artigo 19 da Lei nº 10.696, de 2 de julho de 2003, e regulamentado pelo Decreto nº 4.772, de 02 de julho de 2003, o qual foi alterado pelo Decreto nº 5.873, de 15 de agosto de 2006.

 

Para o vereador, o PAA garantirá acesso aos alimentos em quantidade, qualidade e regularidade necessárias às populações em situação de insegurança alimentar e nutricional e promoverá a inclusão social no campo com o fortalecimento da agricultura familiar.

O Programa de Aquisição de Alimentos na modalidade a ser implantada, doará os alimentos provenientes dos agricultores locais para diversas instituições e será acompanhado pelo Conselho Municipal de Assistência Social.

Outro tema também tratado na reunião foi a liberação do milho subsidiado para os agricultores do município, que estão esperando há mais de quatro meses. Segundo Kilson, “o produto é comercializado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do Programa de Vendas em Balcão, que atende a criadores de pequeno porte de aves, suínos, bovinos, caprinos e ovinos. Esse grão é de suma importância para a ração animal que nos últimos meses tem sido afetado com a estiagem”, destacou.

A liberação do milho deve ser restabelecida nos próximos meses segundo técnicos da CONAB.

Bananeiras Online com Assessoria

Base aliada de Dilma articula nova CPI da Petrobras para próximo Congresso

Como as regras do Congresso determinam o fim das comissões parlamentares de inquérito antes do início da nova legislatura, é consenso na oposição que as investigações terão que se estender para o ano que vem.

A atual comissão, formada por deputados e senadores, deverá se encerrar em dezembro, quando o Congresso entra em recesso. A Legislatura se encerra em janeiro. Com isso, o novo Congresso, que tomará posse em fevereiro, terá que discutir se instala outra comissão de inquérito.

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O governo trabalha para encerrar as investigações este ano, mas enfrenta resistências de seu principal aliado no Congresso, o PMDB, que defende a continuidade dos trabalhos.

Líder da bancada peemedebista e um dos favoritos para presidir a Câmara dos Deputados a partir de 2015, Eduardo Cunha (RJ) afirmou considerar inevitável uma nova CPI da Petrobras. Segundo seu raciocínio, o conteúdo da delação premiada do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa não virá a público a tempo de a atual CPI poder se debruçar sobre ele.

“Eu não sou proponente da CPI, o que eu digo é que você tem uma CPI que morreu. E depois da CPI terminada vão aparecer os fatos decorrentes dessa delação. O Congresso não vai assistir essa situação e ficar correndo atrás da delação. Acho que no Congresso que vai se instalar [em fevereiro], vai acabar acontecendo [a CPI].”

Líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE) disse que vai começar a coletar as assinaturas para a nova CPI entre os reeleitos nos próximos dias para tentar acelerar o processo de criação da comissão –que só pode sair do papel no ano que vem.

“Uma nova CPI é inevitável porque será preciso ter acesso aos processos de delação do Paulo Roberto e do [Alberto] Youssef homologados. Essa investigação não pode ser interrompida pela metade”, afirmou.

Editoria de arte/Folhapress

Folha Online

 

Deputado articula CPI para investigar Globo por sonegação

Gustavo Lima/Agência Câmara
Gustavo Lima/Agência Câmara

O deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) confirmou à RBA que começou a articular a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara para investigar a Rede Globo por crimes contra a ordem tributária. “É inadmissível que tenhamos, no Brasil, hoje, uma empresa que pensa estar acima das leis, como ocorria durante a ditadura militar, com a qual a Rede Globo tanto colaborou”, disse Protógenes na quinta (4) ao site Correio do Brasil. “É preciso apurar, em detalhes, a denúncia de fraude contra o sistema financeiro e de sonegação de impostos na ordem de R$ 1 bilhão.”

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De acordo com documento da Receita Federal vazado pelo blog O Cafezinho, editado pelo jornalista Miguel do Rosário, a empresa da família Marinho mantinha em 2006 uma dívida de R$ 615 milhões com o Fisco, entre impostos não pagos, juros e multas. O débito seria fruto de uma ilegalidade cometida pela Globo na aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002, realizada no Japão e na Coreia do Sul. A Receita acusa a emissora de ter se utilizado de um paraíso fiscal – as Ilhas Virgens Britânicas – para eludir o pagamento dos tributos devidos ao Estado brasileiro.

Na quarta-feira (3), cerca de mil pessoas se concentraram em frente à sede da Globo, no Rio de Janeiro, para protestar contra a concentração midiática do país, cujo maior símbolo é a emissora dos Marinho. A notícia de que a empresa teria fraudado o Fisco – surgida depois que a manifestação já estava marcada – colocou mais lenha na fogueira. O grupo “lacrou” simbolicamente o prédio, enquanto coordenadores do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé protocolaram no Ministério Público Federal um pedido para que as denúncias de sonegação fiscal sejam investigadas.

Conforme a RBA publicou na última segunda-feira (1º), a Procuradoria da República no Rio de Janeiro está apurando o caso. Além disso, foi um procurador da capital fluminense quem teria requisitado à Receita que investigasse a dívida da Rede Globo com o Fisco, em 2005. Segundo documento veiculado pelo O Cafezinho, a apuração fora concluída em 2006, após os recursos apresentados pela emissora terem sido negados. A empresa devia R$ 615 milhões aos cofres públicos.

A Globo atesta que todos os débitos com a Receita foram quitados, mas se recusa a dizer quando efetuou o pagamento e quanto desembolsou. Caso a dívida ainda esteja em aberto, estima-se que o passivo da emissora chegue a R$ 1 bilhão.

Cerca de 30 policiais se posicionaram na porta da emissora, mas o protesto, que durou duas horas, foi pacífico.

 

por Tadeu Breda, da RBA

PMDB se articula para presidir Câmara e Senado em 2013

Com a maior bancada do Senado e a segunda maior na Câmara, o PMDB se prepara para controlar as duas Casas do Congresso em 2013. Se hoje detém o comando do Senado, com José Sarney (AP), o partido confia no cumprimento de um acordo com o PT para presidir também a Câmara nos dois últimos anos do mandato da presidente Dilma Rousseff. A eleição deve ocorrer no início de fevereiro, na volta do recesso legislativo.

No Senado, o nome mais cotado para a presidência é o do atual líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), que renunciou ao cargo em novembro de 2007, acuado por denúncias de que teria a pensão de uma filha paga por uma grande construtora. Nas negociações para voltar ao comando da Casa, ele tenta obter apoio das bancadas aliadas ao governo, que costuram há meses acordos em troca dos votos.

Na Câmara, o PMDB espera contar com apoio integral do PT, por ter abdicado, em favor do aliado, da disputa pela presidência no início de 2011. O nome apresentado pela direção do partido é o do líder Henrique Eduardo Alves (RN), veterano na Casa, com dez mandatos consecutivos no currículo.

Com apoio de governistas, o peemedebista Renan Calheiros (à dir.) costura a candidatura; Randolfe Rodrigues (à esq.) pretende se lançar como alternativa (Foto: José Cruz/Agência Senado)Com apoio de governistas, o peemedebista Renan Calheiros (à dir.) costura a candidatura; Randolfe Rodrigues (à esq.) pretende se lançar como alternativa (Foto: José Cruz/Agência Senado)

Senado
O senador Gim Argelo (PTB-DF), um dos coordenadores da campanha de Renan Calheiros, calcula que o peemedebista já tenha apoio de cerca de 60 dos 81 senadores. “Somos muitos ajudando na campanha do Renan. Para presidir o Legislativo brasileiro, é o nome ideal, mas quem quiser pode colocar o nome na disputa”, afirma o petebista.

O episódio que levou à renúncia de Calheiros em 2011 promete ser um dos alvos das candidaturas de oposição que já começam a ser construídas na Casa. Mas Argelo argumenta que o caso se restringiu à esfera pessoal. “O caso do Renan foi pessoal. Não teve nenhuma relação com o Senado e é isso que vamos mostrar, caso seja preciso”, afirmou.

Adotando tom de cautela, Calheiros prefere ainda não falar como candidato, mas admite que as negociações que estão sendo feitas pelos que defendem sua candidatura.

“As pessoas falam que eu sou candidato, mas qualquer passo é precipitado. Como líder, eu tenho de ajudar na unidade do partido, mas não falar como candidato. E não tenho participado da campanha, deflagrado a campanha. Eu não posso inverter os papéis”, disse. Sobre o passado, Renan evita falar. “Prefiro não comentar esse assunto”, afirmou, ao ser indagado sobre a renúncia.

Enquanto a base governista estrutura a composição do Senado para os próximos dois anos, um grupo de senadores articula de forma paralela uma candidatura alternativa. Largaram na frente os senadores Pedro Taques (PDT-MT) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que se notabilizaram pelo discurso anticorrupção.

Mesmo prevendo dificuldades para obter maioria, Randolfe defende uma alternativa. “Não há chance de não termos uma candidatura paralela. Nem que eu coloque meu nome sozinho […] Calculo que possamos ter entre 10 e 12 votos”, diz o senador.

Os acordos para a sucessão no Senado envolvem também o comando de comissões temáticas (colegiados onde os projetos de lei são formulados, alterados e negociados), além de postos na Mesa Diretora, que toma as principais decisões com o presidente.

O PMDB pretende se manter na presidência da Comissão de Constituição e Justiça, a mais importante. O nome indicado deve ser o do senador Vital do Rêgo (PB), que este ano presidiu a CPI do Cachoeira, que investigou as relações do contraventor com políticos e empresários, mas terminou os trabalhos sem sugerir o indiciamento de nenhum dos suspeitos.

A primeira vice-presidência do Senado, caso prevaleça o acordo em torno do nome de Calheiros, pode ficar com o senador Jorge Viana (PT-AC), que em 2012 foi um dos relatores do projeto do novo Código Florestal. O posto também é almejado por José Pimentel (PT-CE), líder do governo no Congresso.

O PT quer ainda se manter na presidência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), com a indicação de Lindbergh Farias (PT-RJ). A primeira-secretaria, responsável pela administração, tende a ficar com o PSDB, passando de Cícero Lucena (PB) para Flexa Ribeiro (PA).

Câmara
Na Câmara, embora a direção do PMDB pretenda emplacar na presidência o deputado Henrique Eduardo Alves, líder da bancada do partido, atual vice-presidente da Casa, Rose de Freitas (PMDB-ES), lançou a candidatura em novembro, mesmo sem o aval da cúpula peemedebista. Na ocasião, ela pregou mudança. “Não pode continuar como está” disse.

A vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas, que lançou candidatura avulsa pelo PMDB, contra o líder Henrique Alves (Foto: Luis Macedo/Agência Câmara)A vice-presidente da Câmara, Rose de Freitas, que lançou candidatura avulsa pelo PMDB, contra o líder Henrique Alves (Foto: Luis Macedo/Agência Câmara)

“É um direito da deputada Rose de colocar seu nome na disputa. Acho legítimo, mas fico honrado com todos os apoios que tenho recebido para a minha candidatura”, afirmou Henrique Alves.

Mesmo diante da estrutura em torno do nome de Alves, Rose de Freitas afirma que não vai desistir de concorrer. Sem citar parttidos, ela afirma que cerca de 80 deputados já manifestaram apoio à sua candidatura.

“Eu pensei muito. Não é uma coisa fácil para mim. O acordo entre PT e PMDB é de partido, não de nome. Eu estou nesta briga pela Casa. Estamos muito desgastados e não vou abrir mão de concorrer”, diz a deputada.

Quem também já anunciou que participará da disputa é o deputado Júlio Delgado (PSB-MG). Sob receio de perder votos, ele prefere não falar sobre parlamentares que estão apoiando sua candidatura.

“Minha candidatura está confirmada e garantida […] Eu prefiro evitar falar os nomes das pessoas que me apoiam para evitar que outros busquem o apoio deles. Mas posso dizer que estamos trabalhando para levar esta eleição para o segundo turno”, afirmou o deputado.

Na Câmara, os nomes dos demais membros da Mesa ainda estão em negociação.

G1

Romero se articula junto ao PSDB para aprovação da PEC dos jornalistas na Câmara

 

 

O deputado federal e engenheiro Romero Rodrigues (PSDB/PB) manifestou o seu apoio à PEC 033/2009, que acrescenta o art. 220-A a Constituição Federal, para dispor sobre a exigência do diploma de curso superior de comunicação social, habilitação jornalismo, para o exercício da profissão de jornalista.

 

A PEC foi apreciada e aprovada pelos senadores e agora segue para a Câmara Federal. O deputado se articula junto ao PSDB para a aprovação da PEC dos jornalistas na Câmara onde será recebida após a aprovação pelo Senado nesta terça-feira, dia 7 de agosto de 2012. Aprovada em segundo turno por 60 votos a quatro, a matéria segue agora para exame da Câmara dos Deputados.

 

A PEC do Diploma corrigirá o equívoco a respeito da iniciativa.

 

O Sindicato dos Jornalistas da Paraíba (Sindjor-PB) é uma das entidades sindicais que entrou em campo para incentivar e mobilizar os profissionais a engrossarem o coro em favor da PEC do Diploma.

 

A entidade sindical paraibana também tem encaminhado emails para os profissionais da comunicação pedindo o apoio e a adesão à mobilização, disponibilizando concomitantemente as listas de contatos de todos os senadores e deputados da federação. A estratégia aproveita o fato dos políticos do Estado serem bastantes presentes e atuantes neste tipo de ferramenta de comunicação.




Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia

PMDB já articula sua fusão com ‘3 ou 4’ partidos

De passagem por Belo Horizonte, o senador Valdir Raupp (RO), presidente em exercício do PMDB federal, anunciou: “Já existem conversas bastante adiantadas com alguns partidos para, logo após as eleições, sentarmos para discutir uma fusão de partidos com o PMDB.”

Raupp esquivou-se de revelar as siglas que cogitariam embarcar no ônibus do PMDB. Limitou-se a dizer que são três ou quatro. Perguntou-se ao senador se os potenciais agregados são governistas. E ele, algo enigmático: “Não necessariamente.”

Há hoje no país 30 partidos políticos com registro no TSE. Raupp sugere que a saturação seria a mola da fusão: “Não dá mais para aguentar essa quantidade de partidos. A cada eleição é aliança para cá, é aliança para lá é uma dificuldade muito grande para se formar uma aliança. [O PMDB] tem aliança hoje com 19 partidos.”

Difícil saber o que é pior, se o excesso de partidos ou a escassez de oposição. Democracia sem contraditório pode ser qualquer coisa, menos democracia. A lipoaspiração promovida pelo PSD no DEM e adjacências já havia insinuado um movimento deletério. Confirmando-se os prognósticos de Raupp, a hipertrofia governista será levada às raias do paroxismo.

Pode-se dizer quase tudo do PMDB. Só não se pode afirmar que a legenda tenha feito um minuto de oposição desde 1985, quando o Brasil se redemocratizou. Gigante paradoxal, o PMDB não tem nem esboça o desejo de ter um presidenciável para chamar de seu. Cultiva sua vocação para o subalterno papel de linha auxiliar.

A ser verdade que legendas oposicionistas flertam com o PMDB, a coisa estaria mais para adesão do que para fusão. Convém deixar de sobreaviso o Ibama. Antes de salvar o mico-leão dourado, é preciso resgatar a oposição. Sob pena de extinção da espécie.

josiasdesouza.blogosfera