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Ação do Projeto Rio Mamanguape – fase II promove discussão sobre a importância da água e entrega kits para artesãos de Matinhas/PB

palestra_MatinhasOs artesãos da comunidade Geraldo de Cima, zona rural de Matinhas, no Brejo paraibano, tiveram a oportunidade de discutir sobre a importância da preservação e conservação dos recursos hídricos. A reunião foi direcionada para o Grupo Artesanal Geraldo de Cima que é acompanhado pelo Projeto Rio Mamanguape – Fase II. O grupo também recebeu do Projeto um kit contendo matérias primas e utensílios domésticos, para darem início à confecção de produtos artesanais à base de plantas medicinais (pomadas, sabonetes, velas e solução cicatrizantes). O intuito é fornecer subsídios para que o Grupo composto por homens e mulheres possam desenvolver a atividade e gerar renda.

O evento foi iniciado com uma discussão, realizada pelos técnicos da área de Educação Ambiental. O principal objetivo principal foi despertar a comunidade para uma reflexão sobre a importância da preservação e do uso racional da água. O tema abordado foi “Água Essência de Vida”, onde foram apresentados dados que chamam à atenção para alguns fatores que estão contribuindo para o desequilíbrio ambiental, como exemplo, o uso incorreto dos recursos hídricos. Ainda dentro da temática foram discutidos: a importância da Água para manutenção da vida; efeitos da ação do homem ao Meio Ambiente e perspectivas futuras quanto à suficiência da água potável para o consumo humano.

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A discussão foi mediada pela Especialista em Gestão e Análise Ambiental Maria da Conceição Jerônimo, que é a Coordenadora do Projeto Rio Mamanguape-Fase II, que há dez anos, é patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.

Para ela, o momento foi de grande importância: “Foi um momento ímpar para os participantes em que foram instruídos a colaborar com o uso racional e sustentável do nosso bem maior que é a água. A partir desta discussão eles poderão melhorar o manejo com os recursos hídricos e serem multiplicadores da ação”.

Já na área Beneficiamento, os artesãos também estão recebendo suporte para iniciar o processo de produção de produtos a base de plantas medicinais. Eles já haviam sido capacitados através de um curso e agora, terão a oportunidade de iniciar suas produções, e consequentemente, gerar renda. “O Projeto está dando todo suporte necessário ao Grupo desde sua capacitação até o fornecimento do kit e acompanhamento técnico que proporcionará ao mesmo início da produção. Nosso objetivo em desenvolver essa atividade é gerar emprego e renda para esses sujeitos sociais da agricultura familiar” destacou Josilda de França Xavier, técnica da área de Beneficiamento.

COOPACNE

PROJETO RIO MAMANGUAPE – FASE II

Assessoria de Imprensa e Comunicação

Salão do Artesanato Paraibano é oportunidade de negócios para mais de 4 mil artesãos

Exposição permanece até 26 de janeiro e expectativa é que as vendas superem R$1,5 milhão

stand sebrae mariscosA diversidade e a originalidade do artesanato paraibano estão expostas até o dia 26 de janeiro, no Jangada Clube em João Pessoa. Em sua XIX edição, o Salão do Artesanato Paraibano mostra, a cada ano, produtos criados por artesãos e artistas criativos, inovadores e empreendedores. A mistura de materiais, novos designs e a valorização da cultura local são os principais elementos do Salão deste ano, que tem como tema “Nossa Arte tem Fibra”.

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Mais que um ambiente de exposição e um atrativo turístico, o Salão é um espaço de negócios para mais de 4 mil artesãos de 130 municípios. A expectativa da organização do evento é que as vendas superem R$1,5 milhão. “No período que antecedeu o Salão, o Sebrae realizou diversas capacitações e consultorias com os artesãos, para que eles chegassem mais preparados no que diz respeito à inovação, design e vendas”, destacou o gerente da agência do Sebrae em João Pessoa, Edilson Azevedo.

A artesã Beth Paz, 35 anos, de João Pessoa é um dos exemplos de quem se preparou para fazer bons negócios no evento. “A cada ano procuro uma proposta nova para apresentar no Salão de Artesanato. No ano passado fiz um curso de qualificação em couro, oferecido pelo Sebrae em Campina Grande, incorporei o tear e criei produtos novos”, disse Beth. O resultado são colares, braceletes e telas inovadoras e originais, que chamam a atenção do público que visita o Salão.

Já recebi propostas de lojas de Recife e de João Pessoa que querem vender minhas peças. Vejo que estou no caminho certo e quero cada vez mais aprimorar minhas técnicas e me formalizar como empresária”, ressaltou a artesã, que trabalha com o couro de bode e fios. Seu próximo passo é se inscrever como Microempreendedora Individual (MEI), ter o CNPJ e formalizar a atividade que exerce há seis anos.

Artesãs do crochê também buscaram a qualificação para apresentar novos produtos durante o Salão de Artesanato. Durante o mês de novembro do ano passado, cerca de 30 mulheres participaram da consultoria com a designer Adriana Yasbek, oferecida pelo Sebrae. “Ela nos propôs inovar, trabalhar com cores, aprender as melhores combinações. Eu amo o meu trabalho, vivo dele e achei fantástico aprender coisas novas, que têm atraído meus clientes”, destacou Socorro Moraes, nascida no Acre e há 30 anos na Paraíba. “Vejo o resultado da consultoria nas minhas peças e nas das minhas colegas. É muito gratificante”, completou.

Novos negócios orgulham a comunidade

Produtos feitos com a escama do peixe, mariscos, fios ou fibra da bananeira também têm novo design. Mais que isso: mulheres que não tinham renda, agora se sustentam com o próprio trabalho. Durante o ano de 2013, o Sebrae promoveu oficinas de design em três comunidades: para as marisqueiras da praia de Acaú (Pitimbu), para artesãs que trabalham com a escama de peixe, na Associação Farol de Cabedelo e para mulheres do Jardim Alfa, também em Cabedelo, que usam o tear. O artesanato feito com a fibra da bananeira, na comunidade Chã de Jardim, na cidade de Areia, também recebeu consultoria do Sebrae.

Em todas essas comunidades, o designer Sérgio Matos foi o responsável pela consultoria. “Eu sempre fiz artesanato, mas com o curso aprendi coisas novas e muito bonitas. Fiquei muito orgulhosa do nosso trabalho”, destacou a artesã Anilza Barbosa, uma das marisqueiras de Acaú. Cerca de 15 mulheres da sua comunidade aprenderam a produzir novas peças com Sérgio Matos. São vasos, luminárias, fruteiras que ganharam formas diferenciadas, cores e estão sendo vendidas durante o Salão.

Nossos produtos estão sendo bem aceitos. Ficamos muito animadas, pois estamos trazendo novidades para nossos clientes”, disse Lia Caju, que produz flores e acessórios de escama de peixe. Maria das Graças, que aprendeu novas técnicas de tear, em Cabedelo, está otimista quanto às vendas e ao seu futuro. “Em 2008, comecei a fazer cursos e aprendi uma profissão. Agora já ensino para minha comunidade e estou ajudando outras mulheres a terem uma renda. Além do tear, estou aprendendo cerâmica e a produzir telas”, completou a artesã.

Salão do Artesanato Paraibano

XIX Salão do Artesanato Paraibano está montado no Jangada Clube, na praia do Cabo Branco, em João Pessoa, em um espaço de 3.500 m². Funciona diariamente, das 15h às 22h, até o dia 26 de janeiro. A visitação é gratuita. Os artesãos apresentam peças em fibra, madeira, algodão colorido, cerâmica, couro, tecelagem, brinquedo, pedra, metal, osso, cordel, xilogravura e habilidades manuais. O Salão é realizado em parceria pelo Governo do Estado, através do Programa do Artesanato Paraibano, e o Sebrae Paraíba.


SEBRAE PARAÍBA

Vereadora Jacqueline solicita instalação da “Casa das Artesãs e Artesãos Cabedelenses”

jacquelineObjetivando incentivar e valorizar o artesanato produzido pelos filhos de Cabedelo, a vereadora Jacqueline (PRP) solicitou ao Prefeito José Maria de Lucena filho (Luceninha) a criação da “Casa das Artesãs e Artesãos Cabedelenses”. O pedido foi formalizado através de requerimento, apresentado pela parlamentar na sessão da terça-feira (19), Dia Internacional do Artesão.

“Propusemos a instalação da Casa das Artesãs e Artesãos Cabedelenses para ser um espaço no qual os profissionais da nossa cidade possam produzir suas peças artesanais e expô-las à venda, tanto para os turistas como para os moradores locais”, explicou Jacqueline.

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Nesse sentido, a vereadora sugeriu que a instalação seja realizada nas proximidades de um ponto turístico com grande fluxo de visitantes, a exemplo da Praia do Jacaré ou da Fortaleza de Santa Catarina, a fim de que turistas e cabedelenses possam ter fácil acesso.

De acordo com a autora do requerimento, uma vez que a Casa reunirá um grande número de artesãos e artesãs, viabilizará um cadastramento desses profissionais junto à Prefeitura Municipal, possibilitando a realização, por parte do Poder Público, de cursos de capacitação que facilitem o desenvolvimento profissional, como cursos de administração de pequenas empresas, empreendedorismo, gerenciamento, além de cursos técnicos.

“Esse espaço também será um incentivo para a realização de eventos que impulsionem as vendas dos produtos confeccionados, a exemplo de uma ´Feira Anual de Artesanato Cabedelense´, que pode ser promovida em época com grande fluxo turístico, como o mês de janeiro”, solicita a vereadora.

 

 

Assessa de Imprensa para o Focando a Notícia

Artesãos paraibanos estão entre os 100 melhores do país

 

Quatro unidades paraibanas foram escolhidas para compor a lista TOP 100 de Artesanato. Premiação do Sebrae será realizada em setembro

A Paraíba tem quatro das 100 melhores unidades produtivas de artesanato do Brasil. A Associação dos Artesãos de Monteiro (Monteiro), Natural Fashion (Campina Grande), Desfiar – Labirinto (Riachão do Bacamarte) e  a Cooperativa das Bordadeiras de Alagoa Nova (Alagoa Nova) fazem parte da lista dos artesãos, cooperativas e associações que receberão, em setembro, o Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato.

Em todo o país, foram mais de 1,8 mil inscritos. Deste total, 100 unidades foram escolhidas para compor o TOP 100. Nesta edição da premiação, a Paraíba contou com 90 inscrições, oito foram para etapa final da premiação e quatro foram campeãs. “De fato, esse resultado era esperado. O TOP 100 se diferencia de outros prêmios por avaliar a gestão do negócio, o empreendedorismo dos artesãos. As quatro unidades vencedoras apresentam um bom nível de gestão do artesanato”, disse a gestora estadual de artesanato do Sebrae Paraíba, Verônica Ribeiro.

Ela destacou que a cada edição os critérios de seleção ficam mais rigorosos e os interessados em participar da premiação precisam ficar atentos principalmente ao modelo do negócio. “Todo o país reconhece o potencial do artesanato paraibano, mas o TOP 100 está mais focado no processo de gestão, no artesanato realmente como fonte de renda principal”, ressaltou.

O TOP 100 de Artesanato leva em conta outros elementos da cadeia de produção e comercialização do artesanato, além da qualidade estética e do valor cultural. Entre os critérios considerados estão requisitos como inovação dos produtos, adequação econômica e ambiental, qualidade e responsabilidade social.

As 100 unidades vencedoras da premiação terão seus trabalhos expostos na 23ª Feira Nacional de Artesanato, em Belo Horizonte, em novembro. Como reconhecimento pela vitória, os escolhidos utilizarão o selo TOP 100 em seus produtos.

Experiência paraibana

Nas duas últimas edições, a Paraíba ganhou destaque incluindo artesãos na lista das 100 atividades artesanais do país com capacidade produtiva aliada à identidade cultural. Uma das unidades já premiadas é a Associação de Artesãs de São João do Tigre, que confecciona peças de Renda Renascença, na região do Cariri. Tradicionalmente feitas em tecido branco, com grande riqueza de detalhes entre e a linha e o lacê, a renda renascença agora passou a ser feita também nas cores pretas, marrom café, laranja e azul marinho.

Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia

Artesãos paraibanos serão capacitados para Copa do Mundo



Projeto ExpoArt, que será lançando nesta quinta-feira (19) em João Pessoa, vai estruturar cadeia produtiva do artesanato paraibano para mega eventos

Artesãos de 35 cidades paraibanas serão capacitados na produção de peças com alto valor agregado para os mega eventos, como a Copa do Mundo 2014, que serão realizados no país nos próximos anos. A iniciativa faz parte das ações do Projeto ExpoArt do Sebrae Nacional e do Sebrae Paraíba que será lançado, em João Pessoa, na próxima quinta-feira (19) e vai reunir artesãos da Zona da Mata paraibana.

De acordo com a gestora estadual de artesanato do Sebrae Paraíba, Verônica Ribeiro, o objetivo do ExpoArt é estruturar a cadeia produtiva do artesanato paraibano de forma competitiva e sustentável para os eventos de grande porte, contribuindo para que os profissionais aproveitem as oportunidades que serão geradas durante estas ocasiões. “Nós já temos uma boa visibilidade no mercado com as peças do artesanato paraibano, por isso o foco do projeto será na gestão do negócio, agregando valor e diferencial nas peças produzidas”, ressaltou.

Na Paraíba, o projeto espera capacitar 150 empreendimentos: empreendedores individuais ou artesãos vinculados a associações, cooperativas e micro e pequenas empresas (MPE) de três polos: Zona da Mata, Borborema e Cariri. “Os recursos do projeto podem chegar a R$ 2 milhões. O Sebrae Nacional entra com o aporte de 50% dos recursos e o Sebrae Paraíba com os outros 50%. O ExpoArt é focado em um grupo específico de artesãos, que tem o artesanato realmente como um negócio profissional. A proposta não é fazer suvenires e sim agregar valor ao trabalho que já tem sido feito por estes profissionais”, explicou Verônica.

Verônica Ribeiro explicou que apenas os artesãos formalizados poderão participar do projeto. “Durante todo o processo, será feito o planejamento de cada negócio, estruturando a gestão, reposicionando a marca, elaborando site e catálogos, além de outros processos”, disse a gestora estadual de artesanato do Sebrae Paraíba.

Durante o lançamento do ExpoArt em João Pessoa, será realizado o Seminário de ExpoArt 2014. O evento vai contar, pela manhã, com a palestra do consultor e professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tibério Tabosa, que vai abordar as “Oportunidades de Negócios para Copa do Mundo de 2014”. À tarde, será realizada a oficina “Conhecendo as Unidades Produtivas”, em que os participantes terão oportunidade de traçar um plano de ação para sua unidade produtiva.

No dia 26, o Projeto ExpoArt será lançado em Monteiro, com os artesãos do Cariri. Já no dia 27, será a vez dos profissionais da Borborema, com o evento realizado em Campina Grande.

Lançamento do Expoart Paraíba e Seminário de Expoart 2014

Dia: 19 de abril

Local: auditório Master do Sebrae Paraíba, em João Pessoa

Hora: 8h30

Informações: 2108.1129

Assessoria do Sebrae para o Focando a Notícia

Artesãos paraibanos expõem peças em feira internacional

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Peças de 360 artesãos paraibanos serão expostas entre os próximos dias 13 e 22 de abril durante a 6ª Feira Internacional de Negócios do Artesanato (Finnar), em Brasília. Os produtos paraibanos dividirão espaço com os trabalhos de 25 países em um dos maiores eventos do país na área. O evento espera a visita de cerca de 100 mil pessoas e vai reunir mais de 450 expositores. A participação da produção estadual na Finnar tem o apoio do Sebrae Paraíba.

De acordo com a gestora estadual de artesanato do Sebrae Paraíba, Verônica Ribeiro, o evento será uma ótima oportunidade para os artesãos www.goolocais apresentarem os seus produtos, que se destacam pela diversidade de tipologias, além da criatividade e qualidade. “Os artesãos paraibanos estão, ao longo dos anos, obtendo um número significativo de vendas após a exposição de seus produtos, já que as peças apresentam diferencial competitivo”, afirmou Verônica. Esta é a primeira vez que os artesãos paraibanos participam da Finnar.

Entre os produtos paraibanos que serão expostos no evento, estão a renda renascença, labirinto, bordado, patchwork, cerâmica, brinquedo e papel machê. Com o tema “O Mundo em Patchwork”, a Finnar conta com uma programação extensa, com oficinas gratuitas de artesanato, shows populares, gastronomia, teatro e rodada de negócio.

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O objetivo da Finnar é reunir em um mesmo local o melhor do artesanato nacional e internacional, promovendo o artesanato enquanto instrumento de preservação da identidade cultural e geração de renda. Em 2011, a feira movimentou mais de R$ 147 mil em vendas e R$ 2 milhões em negócios a longo prazo.

Agência Sebrae-PB