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Dupla armada assalta passageiros de ônibus entre Campina Grande e Lagoa Seca, na PB

Dois homens armados fingiram que eram passageiros para assaltar cerca de 30 pessoas que estavam dentro de um ônibus intermunicipal, na tarde desta quarta-feira (2). O crime aconteceu por volta das 15h, o veículo estava entre as cidades de Campina Grande e Lagoa Seca, no Agreste da Paraíba, quando o grupo foi rendido.

Foram roubados dinheiro, celulares e outros objetos pessoais das vítimas. Os suspeitos fugiram do local a pé. A Polícia Militar realizou buscas, mas até as 18h30 desta quarta-feira nenhum assaltante havia sido localizado.

Ao G1, a Polícia Civil informou que já existe uma linha de investigação sobre o assalto e que os suspeitos teriam feito outros roubos na região.

G1

 

Dupla armada assalta pizzaria, rouba duas motos, e foge levando dinheiro e celulares

Clientes de uma pizzaria no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, passaram por maus momentos ao serem vítimas de um assalto no estilo ‘Arrastão”.

De acordo com a polícia, por volta das 21 horas, a dupla chegou ao estabelecimento comercial localizado na rua Juiz João Navarro Filho, sacaram as armas e foram logo anunciado o assalto.

Eles pegaram cerca de R$ 120,00 do estabelecimento comercial e fugiram em duas motos, sendo que uma pertence a um motoboy que trabalha na pizzaria e a outra de um cliente.

Há informações de que eles levaram também celulares e o salário de um cliente.

No momento do assalto, uma mulher se encontrava no local com uma criança de colo, mas os bandidos não se intimidaram.

Paulo Cosme\Ricardo Martins

 

 

Bancários vão cobrar aplicação de lei que determina segurança armada em terminais

seguranca-armadaO Sindicato dos Bancários da Paraíba avalia como positiva a lei sancionada pelo governador Ricardo Coutinho que obriga bancos a colocarem vigilantes armados em todos os terminais do estado. O texto regula a segurança em agências, terminais bancários, caixas eletrônicos e carros-fortes. O prazo para adequação é de 90 dias e quem descumprir estará sujeito a advertência, multa de até R$ 460 mil; suspensão temporária de atividade; ou cassação de licença de funcionamento.

O presidente do sindicato, Marcelo Alves, acredita que a medida é vantajosa tanto a segurança nos bancos, quanto para o setor de emprego e renda. “Imagine só quantos profissionais vão ser contratados por causa dessa nova lei. Será muito bom”, avalia.

Marcelo Alves destaca que há muitos anos os bancos deixaram de investir em segurança como deveriam. “Os banqueiros vêem a contratação de pessoal e instalação de dispositivos como custos, e não como investimento. E isso é uma tendência nacional, não acontece só na Paraíba. Sabemos que o setor bancário não passa por crise financeira e mesmo assim não há investimento. Temos casos de agências e terminais que foram atacados mais de uma vez em curto período de tempo. É uma situação lamentável”, diz.

De acordo com ele, o Sindicato dos Bancários vai cobrar das instituições o cumprimento da nova lei. “Vamos acionar o setor jurídico e acompanhar o caso, pois, se verificarmos alguma irregularidade ou descumprimento da lei, o Ministério Público será acionado. O papel do sindicato é cobrar que a lei vigore da forma correta”, reforça.

Procurada pelo Portal Correio, a Federação Brasileira de Bancos não comentou a lei estadual e se limitou a dizer que as instituições “já seguem os critérios de segurança estabelecidos pela Lei Federal nº 7.102/83 e sua regulamentação”.

Portal Correio

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Bancos deverão ter segurança armada em todos os terminais da Paraíba

segurança-agência-bancáriaO governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), sancionou a lei que regula a segurança de bancos, terminais bancários, caixas eletrônicos e carros-fortes. Há várias situações que já são aplicadas, mas há algumas novidades, como a obrigação das instituições de manterem seguranças armados em terminais de atendimento por todo o horário de funcionamento. Veja aqui, já a partir da primeira página.

Os bancos devem ser responsáveis pela segurança de todos os seus caixas eletrônicos; ter sistema de segurança padronizado para todas as agências e terminais; contratar vigilância de empresa que seja especializada, com equipe própria, capacitada por curso específico autorizado pelo Ministério da Justiça e com parecer favorável para funcionamento, emitido pelo mesmo ministério.

A publicação está assinada pelo governador na edição deste sábado (18) do Diário Oficial do Estado e os bancos serão comunicados pela Secretaria de Segurança para que se adequem às novidades em até 90 dias.

Entre as medidas previstas para punir bancos que não cumprirem a lei, estão advertência; aplicação de multa de até R$ 10 mil UFIRs (cerca de R$ 460 mil); suspensão temporária de atividade; cassação de licença de funcionamento.

Em julho de 2016, quando um terminal foi atacado no Bessa, em João Pessoa, e os bandidos – nunca presos – fizeram reféns no meio da rua, o governador Ricardo Coutinho defendeu a ação da Polícia Militar – que acompanhou a ocorrência, mas não interviu para que não houvesse mortes – e disse que os crimes ocorriam por culpa dos bancos.

Até este sábado (18), o Sindicato dos Bancários da Paraíba registrou em 2016 105 crimes contra bancos, sendo 64 explosões, três assaltos, 31 arrombamentos, quatro tentativas de crimes e três saidinhas.

portalcorreio

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Dupla armada leva quase R$ 20 mil de correspondente bancário em Barra de Santa Rosa

sireneUm correspondente bancário de Barra de Santa Rosa, no Agreste paraibano, foi assaltado na quinta-feira (22) e teve R$ 19.331,29. Segundo o Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), dois homens armados renderam funcionários e cometeram o crime.

Ainda conforme o Ciop, o assalto aconteceu no meio da tarde. Os suspeitos, para dificultar a identificação deles, entraram no estabelecimento usando capacete e casacos pretos realizaram o assalto.

Os homens fugiram em uma motocicleta de cor preta levando o dinheiro. A Polícia Militar foi até o local e orientou o dono do correspondente bancário a fazer um boletim de ocorrência. Mesmo após buscas, nenhum suspeito foi preso.

G1 PB

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Dupla armada assalta Correios de Bananeiras-PB

correiosNa manhã desta terça-feira (17), a agência dos correios de Bananeiras foi alvo da violência que assola nossa região. Dois assaltantes armados entraram na agência, anunciaram o assalto e com tons ameaçadores tocaram terror na agência, rendendo o vigilante, roubando sua arma, bem como todo o dinheiro presente nos caixas, em seguida evadiram-se do local tomando destino ignorado, a ação foi rápida.

Segundo informações da guarnição da Polícia Militar à redação do Bananeiras online, informações desencontradas dificultaram as primeiras diligências. A princípio, informações davam conta de dois meliantes numa moto, tipo POP, preta, ao colher detalhes do fato a polícia concluiu que os mesmos saíram andando da agência, todos os esforços estão sendo empenhados na tentativa de capturar os marginais.

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Ainda abalado, um funcionário da agência falou à redação do Bananeiras Online e relatou os momentos de apreensão que todos passaram nas mãos dos assaltantes. “Graças a Deus que todos estamos bem, agora é esperar a vinda da Polícia Federal para acompanhar o caso e a auditoria dos correios para sabermos qual o valor que foi roubado”, informou Severino, funcionário da agência.

Até o fechamento da matéria a Polícia Militar não tinha logrado êxito na captura dos elementos, porém continua em diligências por toda região.

Bananeiras Online 

Dupla armada assalta banco em prédio de plano de saúde e rouba R$ 7 mil, na Capital

Agência bancária assaltada na Torre
Agência bancária assaltada na Torre

Dois homens que chegaram em uma motocicleta assaltaram a agência do banco Itaú que fica dentro do prédio de um plano de saúde localizado no bairro da Torre, em João Pessoa. O crime ocorreu na tarde desta terça-feira (11).

De acordo com informações de testemunhas, os homens entraram na agência, renderam o vigilante e tomaram a arma que estava com ele.

Depois da abordagem, os bandidos roubaram R$ 1,2 mil de uma cliente e mais R$ 6 mil da agência bancária.

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A dupla fugiu e ainda não foi localizada pela polícia.

portal correio

Repressão começou antes da luta armada, reforça Comissão da Verdade

repressãoPara o balanço de um ano de seu trabalho, a Comissão Nacional da Verdade (CNV) reservou a revelação de provas contundentes sobre a brutalidade da ditadura militar brasileira. O material foi apresentado terça-feira (21), em Brasília, junto com um resumo repleto de dados sobre as atividades – sobretudo pesquisas documentais – realizadas pela CNV até o momento.

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As revelações mais impactantes vieram da historiadora e pesquisadora vinculada à CNV, Heloísa Starling. O estudo liderado por ela, que segue em desenvolvimento, revelou documentos que comprovariam que: a tortura era praticada pelo regime militar desde seu início, antes de existir as organizações armadas de oposição; que os ministros militares participavam da linha de comando do enorme e capilarizado aparato de repressão montado; e que a Marinha ocultou da presidência da República, já no período democrático, as informações que tinha sobre mortos pela repressão.

Tortura antes da luta armada
Starling apresentou um mapa dos centros de detenção e tortura já existentes em 1964 e 1965. “Isso é suficiente para mostrar como a tortura se torna em padrão de repressão antes do início da luta armada no país”, afirmou.

Até o momento, são 36 centros destes já identificados pela CNV, localizados em sete estados do país: Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Os demais estados ainda precisam ser pesquisados.

A maior parte destes centros funcionavam em quartéis, porém eles também existiam dentro do Comando Militar da refinaria da Petrobrás de Mataripe (BA); da Secretaria de Segurança e da Cidade Universitária de Recife (PE); e, em São Paulo, da base aérea de Cumbica, Guarulhos, e do navio prisão Raul Soares, em Santos.

No Rio de Janeiro, estado com maior números de centros de tortura já identificados nesse período – são 16 no total – , um funcionava dentro da Universidade Federal Rural, em Seropédica, outro no navio prisão Princesa Leopoldina e outro no Centro de Informações da Marinha (Cenimar), que à época se localizava dentro do Ministério da Marinha.

Starling também afirmou que, apesar das leis de exceção que recrudesceram a repressão terem sido ditadas em 1968, já em 1967 o general Geisel foi chamado a se explicar no Supremo Tribunal Militar por contas das denúncias de tortura. “O Jornal do Brasil traz uma série de reportagens importantes sobre essa explicação”, informou.

A consciência do terror
A historiadora também apresentou o documento ultra-secreto de 1970 que criava o Centro de Operações de Defesa Interna (Codi) do I Exército, cuja jurisdição compreendia os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

Dentro desse documento, havia o organograma ao qual o Codi – o órgão encarregado do planejamento, controle e coordenação das ações de repressão política – estava submetido e nele estavam incluídos os ministros militares em sua linha de comando. O documento é assinado pelo então Chefe do Estado-Maior do I Exército Carlos Alberto Cabral Ribeiro. “Isso evidencia a responsabilidade do Estado brasileiro”, disse Starling.

Segundo a historiadora, trata-se de uma inovação para a bibliografia sobre a estrutura de repressão da ditadura, que até então só havia comprovado que o comando chegava até o segundo nível. “Nós temos muitos depoimentos que dizem que chegava [a linha de comando] até os ministros militares, mas não tínhamos ainda nenhum documento rubricado pelo Chefe do Estado-Maior que mostrasse [isso]”, explicou.

Outra novidade a bibliografia, segundo a pesquisadora, é que o comandante do Codi sempre é o comandante do Exército.

Ocultação pela Marinha
A partir da análise de um extenso prontuário de pessoas mortas produzido em dezembro de 1972 pelo Cenimar, a CNV descobriu que a Marinha ocultou informações dos poderes legislativo e executivo, em 1993.

Durante o governo Itamar Franco, o então ministro da Justiça, Maurício Correa, solicitou aos comandantes militares informações requisitadas pelo Congresso Nacional sobre a ditadura. A resposta dada pela Marinha, entretanto, oculta as mortes – que já haviam sido registradas por eles em 1972 – de 11 pessoas, entre elas o deputado federal Rubens Paiva.

Segundo Heloísa Starling, a Marinha havia produzido 12.072 páginas de prontuários referentes a estas 11 pessoas. “A Marinha brasileira ocultou deliberadamente informações e documentação do estado brasileiro já no período democrático. Ela ocultou essas informações da Presidência da República, do Ministério da Justiça e da Câmara dos Deputados”, sentenciou.

O ministro da Marinha de Itamar franco era Ivan Serpa.

Um ano de CNV
O relatório de atividades apresentados pela CNV resgata que a comissão instalada em 16 de maio de 2012 tem como missão descobrir e resgatar os fatos relacionados às graves violações dos direitos humanos entre 1946 e 1988, com especial atenção aos fatos decorrentes do regime instalado pelo golpe de 1964.

Para isso, uma das linhas de atuação da CNV é a pesquisa atualmente desenvolvida por 13 grupos de trabalho que contam 60 pessoas, entre assessores, consultores e pesquisadores ad-hoc. Outras 60 deverão ser incorporadas.

Outra linha de atuação são as coletas de depoimentos de testemunhas, vítimas e agentes institucionais. Para isto Já foram realizadas 15 audiências públicas em oito estados (Goiás, Rio de Janeiro, Pará, Pernambuco, Minas Gerais, Paraná, Rio Grand do Sul e São Paulo) e no Distrito Federal . Já foram coletados 268 depoimentos e foram levantados 337 novos nomes para depoimentos, dos quais 240 já se sabe que estão vivos e já foram localizados.

A CNV também já assinou 18 Acordos de Cooperação Técnica com Comissões da Verdade Estaduais.

Segundo o integrante da CNV, Paulo Sérgio Pinheiro, a comissão irá focar o trabalho de investigação é na reconstituição da estrutura dos órgãos de repressão do regime implantado em 1964 e no levantamento das mortes. “A comissão não tem vítimas VIP”, disse, rebatendo críticas e garantindo que a CNV se esforçará para abranger o maior número possível de pessoas afetadas pela ditadura.

Dados apresentados no relatório
– Já foram identificadas a existência, à época do regime militar, de 250 estruturas de informação instaladas em ministérios, autarquias, fundações, universidades e empresas públicas. Eram essas estruturas, chamadas de Divisões de Segurança e Informações e Assessorias de Segurança e Informações, que davam capilaridade ao Sistema Nacional de Informações (SISNI), cujo núcleo era o Serviço Nacional de Informações (SNI).

– Só na Divisão de Informações da Petrobras Foram localizados mais de 400 rolos de microfilme. Havia órgãos do tipo nos ministérios da Educação, Saúde, Comunicação, Minas e Energia, Agricultura, Justiça, Relações Exteriores, entre outros.

– O acervo de documentos disponíveis a CNV somam atualmente 19 milhões de página, que devem estar totalmente digitalizadas em julho.

– Há 202 documentos produzidos pela Aeronáutica no Arquivo Nacionalse que se referem à Guerrilha do Araguaia. Já o acervo do SNI teve 695 dossiês selecionados sobre o tema, ultrapassando as 21 mil páginas.

– Os primeiros levantamentos sugerem que cerca de 50 mil pessoas foram presas só em 1964 em operações que visavam localizar pessoas cujos nomes estavam em listas previamente preparadas. Só nos navios presídio “Raul Soares” e “Almirante Alexandrino” estiveram presas cerca de 600 pessoas.

– Cerca de 3,3 mil latino-americanos chegaram ai Brasil entre 1977 e 1982 em busca de asilo político. Porém, apenas 1380 teriam conseguido o status de refugiados e todos eles teriam sido transferidos pelo Acnur a locais “seguros” a pedido do governo brasileiro, a grande maioria na Europa. 90% deles seriam argentinos e uruguaios.

– O serviço secreto do Uruguai conseguiu, com ajuda do Brasil e da Argentina, levar de volta para as prisões de Montevidéu 110 refugiados políticos entre 1976 e 1979.

– Um levantamento inicial identificou 97 padres católicos e 3 pastores deportados pelo regime.

– Há 223 casos já identificados de violação dos direitos humanos contra camponeses com participação direta ou indireta de agentes da ditadura. Centenas de outras violações contra camponeses cometidos por fazendeiros, grileiros e jagunços, sem necessária participação de agentes da ditadura, estão em análise.

– O Relatório Figueiredo, produzido por uma Comissão de Inquérito Administrativo do Ministério do Interior, instalada em julho de 1967, é uma das principais referências sobre violação de direitos e até assassinato de índios durante a ditadura. O documento tem 7 mil páginas, foi dado por desaparecido por décadas e foi descoberto por parceiros da CNV, não revelados.

– A CNV está desenvolvendo um sistema próprio de softwares de mineração de textos, destinados a vasculhar as milhões de páginas. Também faz parte do projeto da comissão a construção de um Sistema de Informação, que reunirá, no futuro, o conjunto de informações produzidas, recebidas e pesquisadas pela CNV, tornando-se fonte pública de pesquisa.

Confira aqui o relatório completo da CNV

Fotos: EBC

Família é interceptada na porta de casa por dupla armada com pistola de brinquedo

Um casal foi interceptado por dois homens quando chegava em sua residência no bairro de Bodocongó, na cidade de Campina Grande, Agreste paraibano. Um dos bandidos estava com uma pistola de brinquedo. O crime ocorreu por volta das 21h, desta terça-feira (4). Os acusados foram presos após provocar um acidente com o carro das vítimas.

De acordo com o Comando de Operações da Polícia Militar (Copom), a estudante Lídia Nascimento Citrônio, 28 anos, e Robson Luiz Queiroz, 30 anos de idade, estavam com o filho de 3 anos quando dois homens identificados como Odon Francisco da Silva, 42 anos, e  Josenildo Francisco dos Santos 29 anos, interceptaram o veículo da família.

Segundo a Polícia Militar, um deles ficou fora da casa fazendo a mulher e a criança reféns com uma arma de brinquedo apontada pra eles, enquanto o outro assaltante utilizando uma faca peixeira entrou na residência com Robson Luiz.

Numa ação rápida, os criminosos roubaram uma TV 32’, home theater, ventilador, bolsa, documentos pessoais e cartões de créditos. O carro da família foi levado pela dupla.

Os assaltantes deixaram as vítimas amarradas no banheiro da casa e fugiram. Os vizinhos perceberam o crime e acionaram a PM. Segundo a Polícia Militar, durante a fuga, os bandidos saíram em alta velocidade e provocaram um acidente na Avenida Canal e foram presos em flagrante com os objetos. Os dois foram encaminhados para a Central de Polícia em Campina Grande.

Hyldo Pereira, com Skarllety Fernandes da TV Correio CG

Dupla armada invade bar e mata jovem enquanto jogava sinuca em Bananeiras-PB

Mais um homicídio foi registrado na noite dessa quinta-feira, 15, no conjunto Homero Araújo, em Bananeiras-PB.

Por volta das 19h40, o mecânico Fabiano Domício Soares da Silva, solteiro, 30 anos, foi assassinado dentro do Bar Santo Antônio, conhecido como Bar de Antônio do forró, na Rua Marcelino Silva, por dois elementos ainda não identificados, quando jogava sinuca com amigos.

Segundo testemunhas, dois homens em uma moto, encapuzados e armados chegaram logo atirando na vítima, que morreu no local, depois fugiram tomando destino ignorado.

A Polícia Militar foi acionada, esteve no local fazendo os procedimentos cabíveis juntamente com a Polícia Civil.


Bananeiras Online