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Arena Bodega do Cheff terá Henry Freitas, Wagner Viana e Gui Matos em agosto

Um novo espaço para eventos surge a partir do mês de agosto em Bananeiras. A Arena Bodega do Cheff promete realizar grandes eventos num espaço amplo e aconchegante.

Já famoso pela sua culinária diferenciada e eventos, a Bodega do Cheff cervejaria e restaurante agora ampliará sua estrutura para a realização de grandes eventos.

O primeiro grande evento acontecerá justamente no período em que a cidade de Bananeiras estará vivenciando o roteiro Cultural Caminhos do Frio. No dia 10 de agosto a partir das 16h à Arena irá receber os artistas Henry Freitas, Wagner Viana e Dida Pachequinho e Gui Matos.

A Bodega do Cheff é localizada na Chã do Lindolfo, na cidade alta de Bananeiras. Para reserva de mesas é só entrar em contato pelos telefones (83) 9 9134.9929 ou 9 9889.8569.

Redação FN

 

 

Com gol impedido do Inter, Corinthians sofre empate na Arena

O Corinthians tentou, mas não conseguiu a virada em cima do Internacional na tarde desse domingo. Depois de sofrer um gol impedido de Leandro Damião, o time alvinegro empatou com Douglas e fechou o placar do confronto válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro em 1 a 1, na Arena de Itaquera. O resultado levou o Corinthians aos 34 pontos, na provisória sétima posição. O Inter, por outro lado, chegou aos 50 pontos, uma menos que o São Paulo, ainda líder. O Palmeiras, que completa a rodada ainda nesse fim de semana, agora tem a chance de assumir o posto da equipe colorada na tabela de classificação.

Sem centroavante, mas ciente da pressão de se impor diante de seu torcedor, o Corinthians colocou seus homens de frente para pressionar a saída de bola do Internacional. A maior novidade foi a liberdade dada a Douglas, que diferente dos últimos jogos, passou a encostar nos atacantes e participar mais das ações ofensivas.

Damião celebra gol do Internacional
Damião celebra gol do Internacional

Foto: Marco Galvão / Fotoarena / Estadão Conteúdo

O plano de Jair Ventura funcionou nos primeiros 15 minutos. Primeiro Douglas e depois Fagner tiveram chances claras de abrir o placar em jogadas concluídas de dentro da área do time colorado.

Jadson mais uma vez se mostrou cérebro da equipe alvinegra, com passes precisos e verticais. O problema é que a agilidade corintiana foi perdendo velocidade com o passar do tempo. Aos poucos, o Inter equilibrou o confronto, principalmente por meio das bolas paradas. No mais, o maior susto ao gol de Cássio se deu justamente em um erro do goleiro, que acertou as costas de Leandro Damião ao tentar lançamento e causou calafrios nos corintianos.

Mas o grande lance do primeiro tempo foi protagonizado pelo bandeira goiano Cristhian Passos Sorence. Foi ele o responsável por levar o árbitro Eduardo Tomaz de Aquino Valadão a validar um gol impedido de Leandro Damião, após cobrança de falta de Edenílson.

Jadson é marcado por Patrick
Jadson é marcado por Patrick

Foto: Marco Galvão / Fotoarena / Estadão Conteúdo

Protestos à parte, o Corinthians repetiu a estratégia e voltou para a etapa final amassando o Internacional. Dessa vez, porém, o alvinegro foi premiado. Jadson cobrou escanteio, Romero desviou e Douglas pegou rebote do travessão para marcar seu primeiro gol com a camisa corintiana.

O cenário parecia propício a um grande fim de jogo, mas as duas equipes caíram de rendimento. O Inter, apesar da busca pela liderança da competição, sequer assustou nos poucos contra-ataques efetivos. O Corinthians tentou colocando Pedrinho, Araos e até Emerson Sheik nas vagas de Vital, Douglas e Romero, mas também não encontrou forças para a virada.

Assim, como a própria torcida lembrou após o apito final, “é quarta-feira”. No meio de semana, o Corinthians decide uma vaga na grande final da Copa do Brasil, contra o Flamengo, de novo em sua Arena. Pelo Brasileirão, o América-MG, sábado que vem, em Minas, é o próximo desafio. Já o Internacional volta a campo no domingo, diante do Vitória, no Beira-Rio.

Douglas comemora gol do Corinthians
Douglas comemora gol do Corinthians

Foto: Marcelo Machado de Melo / Fotoarena / Estadão Conteúdo

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 1 X 1 INTERNACIONAL

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)

Data: 23 de setembro de 2018, sábado

Horário: 16h00 (Brasília)

Árbitro: Eduardo Tomaz de Aquino Valadão (GO)

Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)

Cartões amarelos: Rodrigo Dourado, Patrick (INT)

Público: 26.916 pagantes (27.199 total).

Renda: R$ 1.149.396,60

GOLS:

Internacional: Douglas, aos 4 minutos do 2T

Internacional: Leandro Damião, aos 44 minutos do 1T

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Gabriel e Douglas (Araos); Romero (Emerson Sheik), Jadson, Mateus Vital (Pedrinho) e Clayson

Técnico: Jair Ventura

INTER: Marcelo Lomba; Zeca (Fabiano), Klaus, Emerson Santos e Iago; Rodrigo Dourado, Edenílson, Patrick e Nico López (Rossi), Pottker (D’Alessandro) e Leandro Damião

Técnico: Odair Hellmann

 

Gazeta Esportiva

Santos vence Atlético-PR na Arena e quebra tabu

Dois gols no contra-ataque e fim em um tabu de dez anos. Dessa forma, avassalador, como um furacão, o Santos venceu o Atlético-PR por 2 a 0, neste domingo, na Arena da Baixada, pela 6ª rodada do Brasileirão. Como todo furacão, este também teve nome e fez jus ao apelido do rival.

Kayke batizou o acontecido e principalmente as redes de Santos, goleiro substituto de Weverton, que está na Seleção Brasileira. Apesar do autor dos gols levar a fama, merece os louros Elano, que em sua última partida no comando do Peixe foi essencial para a primeira vitória do Peixe fora de casa no campeonato.

Kayke comemora um dos dois gols que marcou na vitória do Santos sobre o Atlético-PR, em Curitiba
Kayke comemora um dos dois gols que marcou na vitória do Santos sobre o Atlético-PR, em Curitiba

Foto: Ernani Ogata/Código19/Gazeta Press

O interino, que estava sob observação de Levir Culpi, que assume o time nesta segunda-feira, armou o Alvinegro com Copete e Bruno Henrique pelos lados do ataque. A mudança em relação à vitória sobre o Botafogo teve um motivo, o contra-ataque. Assim saíram os dois gols do Santos.

O time de Eduardo Baptista, que quando técnico do Palmeiras soube neutralizar muito bem o Peixe, desta vez sofreu com a ofensiva santista. O Peixe deixou o Atlético atacar, se postou no campo de defesa como um legítimo visitante e esperou.

 Atlético-PR x Santos

Mesmo sem parecer uma atitude digna da equipe do DNA ofensivo, era questão de tempo para dar certo. Mais precisamente de 26 minutos, quando Bruno Henrique roubou a bola pela direita, lançou Thiago Maia, que só tocou para Kayke completar.

O segundo parecia uma continuação do furacão, que só mudou de lado e aconteceu pela esquerda, mas com o mesmo fim: de Bruno Henrique para Kayke e para as redes.

Os donos da casa chegaram a esboçar uma reação no segundo tempo, mas só na bola parada levaram perigo a Vanderlei. Lucho Gonzales e Grafite marcaram após cobrança de falta, ambos em impedimento marcados corretamente. O susto fez Elano colocar mais um zagueiro, Cleber, no lugar de Vitor Bueno, para conter o jogo aéreo.

O resultado final, além dos três pontos na conta do Santos e a subida para a 10ª posição com a mesma pontuação do São Paulo, foi a quebra de um tabu que já durava dez anos. A última vitória santista na Arena da Baixada havia sido em 2007. Na próxima rodada, o Santos recebe o Palmeiras, na Vila Belmiro, na quarta-feira.

Na lanterna do Brasileirão e há três jogos sem vencer, o Atlético-PR vai buscar a reabilitação contra o Atlético-MG, fora de casa.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 0 X 2 SANTOS

Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Data-Hora: 11/6/2017 – 19h
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Michael Correia (RJ)
Público/renda: 18.112 pagantes/R$ 386.600,00
Cartões amarelos: Paulo André (APR)
Cartões vermelhos: Daniel Guedes (SAN), aos 40’/2ºT (2º Amarelo)
Gols: Kayke (26’/1ºT) (0-1), Kayke (35’/1ºT) (0-2)

ATLÉTICO-PR: Santos; Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Lucho González e Matheus Rossetto (Éderson, no intervalo); Douglas Coutinho (Grafite, no intervalo), Nikão e Pablo (Felipe Gedoz, aos 24’/2ºT). Técnico: Eduardo Baptista.

SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Thiago Maia (Alison, aos 17’/2º), Renato e Vitor Bueno (Cléber, aos 36’/2ºT); Bruno Henrique, Copete e Kayke (Leandro Donizete, aos 42’/2ºT). Técnico: Elano.

Lance

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Flamengo sai na frente, mas cede empate ao Atlético-PR na Arena da Baixada

Tudo igual. Atlético-PR e Flamengo empataram em 1 a 1, na tarde deste domingo, na Arena da Baixada, em Curitiba, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro. O time carioca saiu na frente com gol de Mancuello, no primeiro tempo, mas cedeu a igualdade na segunda etapa, quando Thiago Heleno fez de cabeça.

Atlético PR x Flamengo
Atlético PR x Flamengo

Foto: Guilherme Artigas/ Agência Lancepress! / LANCE!

O Flamengo chegou aos cinco pontos em três jogos, enquanto o Furacão somou apenas o primeiro dele na competição. Na próxima rodada, o time carioca enfrenta o Botafogo, enquanto o Atlético-PR visita o Coritiba.

PRIMEIRO TEMPO

O Atlético-PR dominou o primeiro tempo, porém o Flamengo foi mais eficiente e fez o gol na única boa chance que teve, mesmo não jogando bem. Aos 24 minutos, Pará recebeu livre na direita, levantou a cabeça e fez um cruzamento perfeito para Mancuello. O argentino apenas desviou de cabeça, mas com categoria, e a bola passou direto pela rede. Houve quem ficasse em dúvida sobre o lance, já que a rede estava furada, mas a arbitragem assinalou o gol rapidamente.

O Atlético-PR respondeu no minuto seguinte e quase chegou ao empate, em cabeçada de Nikão, que acertou o travessão. Os donos da casa seguiram pressionando e tiveram ótima oportunidade desperdiçada por Grafite. Após erro de Márcio Araújo, o atacante saiu cara a cara com Muralha, mas o goleiro defendeu bem. O camisa 23 teve ainda outras duas boas chances e numa delas, em grande jogada, acertou a trave. Faltava sorte e capricho.

SEGUNDO TEMPO

Após ser muito pressionado na primeira etapa, o Flamengo voltou administrando melhor a posse de bola. O time carioca quase ampliou em cabeçada de Guerrero, mas Weverton fez um milagre e salvou em cima da linha. Na sequência, o Furacão empatou, justamente no momento em que a equipe de Zé Ricardo era superior. Após cobrança de escanteio, Thiago Heleno subiu mais alto do que Rafael Vaz e cabeceou bem, para o chão. Muralha tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol. Era, no mínimo, um lance defensável.

Os times diminuíram o ritmo após o empate. O jogo ficou um tanto moroso, com chances esporádicas. A melhor oportunidade do Atlético-PR foi com Douglas Coutinho, que ficou cara a cara com Muralha após novo erro de Rafael Vaz. No entanto, o atacante do Furacão vacilou e chutou em cima do goleiro.

O Flamengo teve uma boa chance com Guerrero, aos 44 minutos, quase na marca do pênalti, mas chutou errado. Lucas Paquetá fez boa jogada e deixou o peruano na boa na jogada. Nos acréscimos, houve ainda o tradicional “lá e cá”, inclusive com algumas investidas de Vinicius Júnior, mas o jogo terminou mesmo empatado em 1 a 1.

FICHA TÉCNICA:

Atlético-PR 1 x 1 Flamengo

Data/hora: 28/5/2017
Local: Arena da Baixada, Curitiba (PR)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Auxiliares: Kleber Lucio Gil (SC) e Neuza Ines Back (SC)
Cartões amarelos: Pablo (ATL)
Público e renda: 19.923 pagantes / R$ 470.175,00
Gols: Mancuello, 24’/1°T (0-1); Thiago Heleno, 10’/2°T (1-1)

ATLÉTICO-PR : Weverton, Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Matheus Rosseto e Lucho González (Guilherme, 16’/2°T); Nikão (Douglas Coutinho, intervalo), Pablo e Grafite (Éderson, 26’/2°T). Técnico : Eduardo Baptista.

FLAMENGO : Muralha, Pará, Réver, Vaz e Renê; Márcio Araújo, Arão e Cuéllar (Rodinei, 42’/2°T); Mancuello (Lucas Paquetá, 30’/2°T), Matheus Savio (Vinicius Júnior, 24’/2°T) e Guerrero. Técnico : Zé Ricardo.

Lance

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Corinthians amplia “seca” da Ponte e leva 1º título na Arena

O Corinthians é a primeira força do Estado de São Paulo. Neste domingo, o antes contestado time dirigido por Fábio Carille contrariou de vez as análises de quem o via abaixo dos rivais Palmeiras, Santos e São Paulo em 2017. Empatou por 1 a 1 com a Ponte Preta, adversária que havia derrotado por 3 a 0 na semana passada, e sagrou-se campeão paulista em sua centésima partida em Itaquera. Os gols foram do atacante paraguaio Ángel Romero e do zagueiro Marllon.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

A supremacia do Corinthians no torneio estadual também é histórica. Com mais uma conquista, o clube do Parque São Jorge passou a contabilizar 28, bem à frente de Palmeiras (22), Santos (22) e São Paulo (21). De quebra, arrecadou os R$ 5 milhões do prêmio oferecido pela Federação Paulista de Futebol (FPF) – a Ponte receberá R$ 1,650 milhão pelo vice-campeonato -, importantes em época de crise financeira.

O Corinthians só terá pouco tempo para comemorar. O campeão paulista será colocado à prova em outras duas competições ainda nesta semana. Irá a Santiago para enfrentar a Universidad de Chile na quarta-feira, pela Copa Sul-Americana – ganhou o jogo de ida por 2 a 0. E, no sábado, atuará contra a Chapecoense outra vez em Itaquera, onde ganhou o seu primeiro título, pela rodada inaugural do Campeonato Brasileiro.

Do outro lado, a Ponte Preta, que perderá alguns dos seus destaques ao término do Estadual, viu novamente adiado o seu sonho de enfim angariar o troféu de um torneio expressivo para a sua esvaziada galeria. A derrota para o Corinthians de 2017 se soma às quedas para o mesmo oponente nas finais estaduais de 1977 e 1979, além de outros quatro vices: 1929, 1970, 1981, 2008. No próximo domingo, o time de Campinas buscará a reabilitação emocional contra o Sport, no Moisés Lucarelli, pelo Brasileiro.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

O jogo – Um enorme bandeirão que valorizava a “fé alvinegra”, campanha publicitária da fornecedora de material esportivo do Corinthians, foi aberto no setor leste do estádio quando os dois finalistas do Campeonato Paulista entraram em campo.

Já houve ocasiões, no entanto, em que a fé se mostrou mais necessária aos corintianos. Com a vitória por 3 a 0 obtida no jogo de ida, em Campinas, o time dirigido por Fábio Carille tinha tranquilidade para colocar em prática o seu futebol seguro na defesa e não muito vistoso no ataque.

Foto: Miguel Schincariol / Gazeta Press

Do outro lado, a Ponte Preta não podia perder tempo. O técnico Gilson Kleina cobrou movimentação dos seus três homens de frente – William Pottker, Clayson e Lucca -, na esperança de minimizar a desvantagem de sua equipe na decisão.

A princípio, a estratégia deu volume de jogo à Ponte, mas não chances de gol. A torcida visitante só se levantou mesmo para reclamar de pênalti de Paulo Roberto sobre Clayson após cobrança de falta, aos quatro minutos. O árbitro Leandro Brizzio Marinho já havia assinalado impedimento na jogada.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

O Corinthians não se assustou com o ímpeto da Ponte. Enquanto o motivado Lucca repetia algumas conclusões precipitadas dos tempos em que defendia o clube do Parque São Jorge de um lado, Jadson buscava organizar o meio-campo corintiano do outro. Ele contava com a liberdade concedida a Maycon, já que Rodriguinho cumpria suspensão, na missão.

Aos 29 minutos, Jadson teve a ajuda não do seu parceiro de armação, mas da própria defesa da Ponte, para aproximar o Corinthians do gol. Aranha e Kadu saíram jogando mal, e o meia aproveitou para alçar a bola na área. Romero escorou de cabeça para Maycon, que chutou na trave. Na sobra, Jô carimbou a marcação.

Foto: Alê Frata/Código19 / Gazeta Press

O lance entusiasmou a torcida do Corinthians, que viu o time da casa passar a fazer triangulações com mais facilidade, e enervou um pouco mais a Ponte Preta. Aos 40, surgiu outra grande chance para abrir o placar. Jô avançou bem pela intermediária, abriu a bola para Fagner e correu para a área para receber o cruzamento. Finalizou torto.

Agora com pouco mais de 45 minutos para fazer ao menos três gols e não sofrer nem um, a Ponte Preta foi ao vestiário de Itaquera desanimada. Saiu de lá com Ravanelli na vaga de Jadson – para desespero dos cronistas esportivos de Campinas, que queriam a entrada de Renato Cajá.

Foto: Djalma Vassão / Gazeta Press

Ravanelli se esforçou para provar que o técnico Gilson Kleina estava certo com alguns chutes de longa distância, porém sem direção. Aos 17 minutos, após Yuri substituir Lucca, foram para os ares também as esperanças da Ponte. Jadson fez belo passe da direita para Romero, que apareceu sem marcação no meio da área. O paraguaio bateu em cima de Aranha, pegou o rebote e concluiu de novo para anotar o seu 18º gol em Itaquera, um recorde.

“É campeão! É campeão! É campeão!”, começou a gritar a torcida da casa. Na iminência do vice-campeonato, Kleina gastou a sua última ficha com a entrada de Lins no lugar de Clayson, jogador que poderá disputar o Campeonato Brasileiro pelo Corinthians. Carille, por sua vez, havia trocado Camacho por Clayton.

Foto: Miguel Schincariol / Gazeta Press

Com as mudanças – principalmente a do placar -, o Corinthians se acomodou e permitiu que a Ponte Preta, sem nada a perder, levasse perigo ao gol defendido por Cássio. Como aos 35 minutos, quando Ravanelli ajustou a pontaria em outra tentativa de fora da área. Acertou a trave.

A torcida do Corinthians não deu importância à melhora da Ponte. Enquanto o seu time se preocupava em tirar proveito de contra-ataques, o público acendia sinalizadores em quase todos os setores do estádio para festejar. No telão, a mensagem para que os artefatos fossem apagados acabou alterada pela imagem do ídolo Wladimir, campeão paulista de 1977, ovacionado em Itaquera.

A Ponte Preta ainda amenizou – muito pouco – tamanha alegria nas arquibancadas. Aos 40 minutos, logo após Jadson ceder espaço ao novato Pedrinho, Ravanelli cobrou falta da direita, e Marllon teve liberdade para finalizar de primeira e igualar o marcador. Ele correu para recolocar a bola em jogo, mas com a consciência de que anotar outros três gols era bem improvável.

Sendo assim, os corintianos continuaram a comemorar. Foi assim até o apito final de Leandro Brizzio Marinho, que selou a primeira conquista de um título em Itaquera do Corinthians, a primeira força do Estado de São Paulo.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 1 X 1 PONTE PRETA

Local: Estádio de Itaquera, em São Paulo (SP)

Data: 7 de maio de 2017, domingo

Horário: 16 horas (de Brasília)

Árbitro: Leandro Brizzio Marinho (SP)

Assistentes: Tatiane Sacilotti (SP) e Miguel Cataneo (SP)

Público: 46.017 pagantes (total de 46.462)

Renda: R$ 2.792.212,60

Cartões amarelos: Pablo e Romero (Corinthians); Nino Paraíba, Élton e Clayson (Ponte Preta)

Gols: CORINTHIANS: Romero, aos 17 minutos do segundo tempo; PONTE PRETA: Marllon, aos 40 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Paulo Roberto, Jadson (Pedrinho), Camacho (Clayton), Maycon e Romero (Léo Jabá); Jô

Técnico: Fábio Carille

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Kadu e Artur; Fernando Bob, Élton e Jadson (Ravanelli); William Pottker, Clayson (Lins) e Lucca (Yuri)

Técnico: Gilson Kleina

Gazeta Esportiva

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Lanús joga melhor e vence Chape na Arena Condá

lanusJogando a primeira partida internacional em casa após o acidente aéreo, a Chapecoense não correspondeu às expectativas e perdeu por 3 a 1 para o Lanús nesta quinta-feira. A equipe catarinense até começou ganhando, mas não aguentou a pressão do adversário, que jogou melhor na maior parte da partida e conquistou os 3 pontos.

Com o resultado, o grupo 7 da Libertadores ficou todo embolado. Zulia, Nacional-URG, Lanús e Chapecoense estão todos empatados com 3 pontos. O time brasileiro, entretanto, é o ultimo pelo critério de desempate.

O JOGO

A Chapecoense vinha para seu primeiro jogo internacional na temporada na Arena Condá. O time mostrava solidez defensiva nos primeiro minutos de jogo e começou bem. Sabendo disso, o Lanús tentava infiltrações pelos lados e rodava com calma a bola. Aos 13 minutos, Moisés Ribeiro sentiu, teve que ser substituído por Osman e saiu de campo chorando muito.

Com a modificação, Luiz Antônio precisou ficar mais recuado e a equipe alviverde perdeu muito em apoio, já que o volante chega bem para chutar no ataque. A equipe argentina começou a agredir bastante a grande aérea adversária e cresceu ainda mais no jogo. Em três momentos seguidos, o Lanús chegou com bastante perigo, e Grolli e o goleiro Artur Moraes foram fundamentais para evitar o primeiro gol do jogo.

A Chape começou a acetar algumas jogadas pela esquerda com Reinaldo, mas não era efetiva. Nathan vacilava muito na zaga e os Granates acabaram melhor na primeira etapa.

O segundo tempo começou diferente do primeiro. O Verdão do Oeste sabia da importância de ganhar em casa na Libertadores e partiu pra cima. Os laterais apoiavam muito e o gol finalmente saiu. Aos 4 minutos, João Pedro arrisca de fora da área, pega mal na bola, que sobra para Rossi na frente do goleiro marcar o primeiro gol do jogo.

A comemoração, porém, durou pouco. Aos 7 minutos, o sistema defensivo deu uma pane geral, o Lanús conseguiu um cruzamento certeiro e Aguirre cabeceou para o fundo das redes. O Verdão do Oeste então partiu para o ataque e chega com perigo novamente com os cruzamentos de Reinaldo. Mas a reação não durou muito tempo.

O time argentino subiu a marcação e pressionava a saída de bola do time catarinense. Só Grolli e Artur iam bem na defesa. Aproveitando os buracos defensivos, o Lanús dominou o restante do confronto. Com bom passe e superioridade no meio de campo, os Granates logo viraram a partida. Aos 20 minutos da etapa final, Acosto sofre pênalti cometido por João Pedro.

A defesa era terra arrasada. Em mais uma pane geral, Velázquez entrou sozinho na cozinha da Chape e tocou na saída do goleiro. Com 3 a 1, o Lanús apenas administrou o resultado e levou os 3 pontos pra casa.

Band

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Dramático! Palmeiras marca no último minuto e vence o Jorge Wilstermann na arena

(Foto: Marcello Fim/Framephoto/Estadão Conteúdo)
(Foto: Marcello Fim/Framephoto/Estadão Conteúdo)

A torcida encheu o Allianz Parque esperando a primeira vitória na Copa Libertadores, e ela veio no sufoco. Com um gol do zagueiro Mina aos 50 minutos do segundo tempo, o Palmeiras bateu o Jorge Wilstermann, da Bolívia, e assumiu a lidernaça do grupo 5 da competição.

O Palmeiras teve total domínio da posse de bola no primeiro tempo, mas sofreu para entrar na zaga boliviana. O Jorge Wilstermann se fechou com uma linha de 5 defensores e conseguiu controlar as jogadas ofensivas do Verdão. Na melhor oportunidade, Borja subiu sozinho e cabeceou para o chão, mas a bola encobriu o gol de Olivares.

Já na zaga o único susto que o Palmeiras levou foi na bola parada. Após cobrança de escanteio, Morales cabeceou, a bola pegou em Mina e Prass precisou fazer ótima defesa para evitar o gol contra do zagueiro colombiano.

A pressão palmeirense continuou na etapa final. Mina chegou a marcar após cobrança de falta, mas o auxiliar assinalou impedimento. Guerra teve outra boa chance. O venezuelano recebeu em posição legal, mas se atrapalhou na frente do goleiro e não conseguiu finalizar.

Keno e Róger Guedes entraram no jogo para dar mais velocidade ao sistema ofensivo. A dupla funcionou em lance aos 30 minutos. Keno deu bom passe e Guedes apareceu na cara do goleiro. O atacante dominou errado e a bola foi para a linha de fundo.

A torcida foi ficando impaciente com o placar em branco, mas o árbitro deu 6 minutos de acréscimo e a pressão aumentou. Quando o empate parecia sacramentado, Keno abriu para Róger Guedes, que cruzou rasteiro para o zagueiro Mina, em posição duvisosa, empurrar para o gol.

Com o resultado, o Palmeiras assumiu a liderança provisória da chave, com 4 pontos. O Jorge Wilstermann é o vice-líder, com 3. Nesta quinta-feira, Peñarol-URU e Atlético Tucumán-ARG duelam no Uruguai no fechamento da segunda rodada.

Band

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Campinense pega Náutico na Arena de PE para tentar encaminhar classificação

Uma vitória encaminha a classificação. Um empate também serve. Com o objetivo de pontuar, o Campinense encara o Náutico logo mais, às 20h30, na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, pela quarta rodada do Grupo A da Copa do Nordeste.

Dividindo a liderança da chave com o Santa Cruz com sete pontos (o Tricolor leva vantagem no saldo de gols), a Raposa pode dificultar ainda mais a situação do terceiro colocado Timbu, que só venceu uma partida até aqui.

Foto: Divulgação / Agência Brasil

Para a partida, a primeira do Campinense na Arena, o técnico Sérgio China ganhou um dia a mais de trabalho.

Ou de descanso e recuperação para os atletas. Numa maratona de jogos a cada 72 horas, o time rubro-negro optou por desembarcar no Recife dois dias antes da partida.

Ontem à tarde o Campinense finalizou a preparação com um treino tático no Centro de Treinamento do Sport, em Paulista, e a boa notícia, segundo o fisioterapeuta Léo Félix é que o lateral esquerdo Ronaell e o meia Felipe Ramon conseguiram trabalhar.

Ambos viajaram reclamando de desconfortos musculares. Testes de vestiário ainda serão realizados, mas a escalação dos dois deve ser confirmada.

Náutico

De técnico novo e motivado após quebrar o jejum de derrotas (venceu o Belo Jardim, segunda, no Arruda, por 2 a 0), o Náutico tem uma verdadeira decisão pela frente contra o Campinense.

Milton Cruz, ex-São Paulo, assumiu a equipe na terça-feira e admitiu que vai ter muito trabalho para tocar o barco alvirrubro.

O novo treinador vai mexer, forçadamente, em apenas uma peça. O lateral esquerdo Giovanni torceu o tornozelo na vitória contra o Belo Jardim e será substituído pelo prata da casa Manoel.

Arbitragem

Jailson Macedo Freitas, da Bahia, é o dono do apito para Náutico x Campinense. Ele terá Elicarlos de Oliveira (BA) e Jucimar Dias (BA) como assistentes. Déborah Cecília Correia é a árbitra reserva.

Prováveis escalações

Náutico: Tiago Cardoso, David, Tiago Alves, Adalberto e Manoel; Éwerton Páscoa, João Ananias e Marco Antônio; Jefferson Nem, Ercik e Alisson. Técnico: Milton Cruz.

Campinense: Glédson, Negreti, Joécio, Rafael Jensen e Ronaell; Magno, Fernando Pires, Jussimar (Fabinho) e Felipe Ramon; Maranhão e Augusto (Léo Ceará). Técnico: Sérgio China.

paraibaonline

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Com gol de novato, Corinthians faz as pazes com a vitória em Arena “vazia”

corintiansDerrotado pelo Santo André no último sábado, o Corinthians voltou a vencer pelo Campeonato Paulista nesta quarta-feira. Diante do Novorizontino e com apenas 11 mil torcedores presentes, o pior público da história da Arena, a notícia boa foi o melhor futebol e o triunfo por 1 a 0.

Apesar de criar mais oportunidades que no último jogo, o Corinthians ganhou graças ao novato Pablo, zagueiro recentemente adquirido. Ele fez de cabeça, no primeiro tempo, em escanteio batido por Fagner. Ainda houve mais chances para Rodriguinho e Marlone, mas o time de Fábio Carille ficou mesmo na vitória simples.

Com os três pontos, o Corinthians passa à segunda posição do Grupo A, agora com 6 pontos. O Novorizontino, com 3 pontos, é terceiro do Grupo C.

O melhor: Pablo

Além de anotar o gol da vitória, o zagueiro ex-Bordeaux teve atuação bastante segura ao lado de Balbuena.

O pior: Marlone

Pela segunda partida seguida, não atuou bem. Perdeu boa oportunidade e foi substituído aos 18min do segundo tempo. Vem com desgaste muscular.

Mudança de esquema

O Corinthians enfrentou o Novorizontino com um esquema tático diferente em relação aos últimos jogos. O time atuou no 4-2-3-1 em vez do 4-1-4-1. Na formação atual, Fellipe Bastos recuou para jogar ao lado de Gabriel. À frente, na linha de três, Rodriguinho ficou por dentro, com Marlone à esquerda e Romero à direita. Na referência, Jô.

Jogo aéreo agora funciona

No último sábado, o Corinthians cruzou quase 50 bolas para a área durante a derrota por 2 a 0 para o Santo André em Itaquera. Nesta quarta o time alvinegro voltou a apostar no fundamento. Foi dessa forma que a equipe conseguiu abrir o placar. Fagner cobrou escanteio pelo lado direito e o zagueiro Pablo marcou de cabeça seu primeiro gol com a camisa do clube.

De volta e já vai para o jogo

Léo Jabá se reapresentou da seleção sub-20 na terça-feira após campanha decepcionante no Sul-Americano e já foi acionado por Fábio Carille. Diferentemente de Leo Santos, Guilherme Arana e Maycon, que nem relacionados foram, Jabá ficou no banco e entrou aos 18 minutos do segundo tempo na vaga do desgastado Marlone, que atuou bem enquanto teve forças. Giovanni Augusto e Marquinhos Gabriel, vale lembrar, foram preservados.

Apenas 11 mil torcedores

O Corinthians registrou o pior público da arena de Itaquera. O estádio recebeu apenas 11.708 torcedores compareceram ao estádio no jogo número 90 do time alvinegro no local. O número é inferior ao público de Corinthians e Atlético-MG no Campeonato Brasileiro do ano passado. Na ocasião, 17.135 pessoas assistiram ao empate sem gols no local. O segundo pior resultado tinha sido registrado na derrota para o Santo André por 2 a 0, no último sábado (18.046).

Diego Salgado/UOL Esporte

Repeteco

Corinthians e Novorizontino voltaram a se enfrentar na arena de Itaquera. No ano passado, o time alvinegro venceu a equipe do Novo Horizonte por 3 a 0, gols de Fagner, duas vezes, e Alan Mineiro. Na ocasião, 30.475 torcedores assistiram à vitória. Antes desse duelo, o último encontro tinha ocorrido em 1996, em duas oportunidades, com triunfos corintianos: 2 a 1 em Catanduva e 4 x 0 no Parque São Jorge.

Camisa amarela

O Novorizontino jogou contra o Corinthians com um uniforme personalizado. A camisa usada pelo time do interior trazia a cor amarela, sem as listras pretas horizontais habituais. Segundo o clube, o fato deu-se pelo jogo ser considerado especial para o clube. A data do confronto, inclusive, estava estampando ao lado do escudo do clube.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 1 X 0 NOVORIZONTINO
Data: 15 de fevereiro de 2017, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Competição: Campeonato Paulista (3ª rodada)
Público pagante: 11.708
Renda: R$ 473.376,10
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Eduardo Vequi Marciano e Risser Jarussi Corrêa
Cartões amarelos: Fagner e Leo Jabá (Corinthians);  Everaldo e Domingues (Novorizontino)
Gol: Pablo, aos 28min do primeiro tempo
CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Balbuena, Pablo e Moisés; Gabriel e Fellipe Bastos (Camacho); Romero, Rodriguinho e Marlone (Léo Jabá); Jô (Kazim). Técnico Fábio Carille
NOVORIZONTINO: Tom; Cléo Silva, Domingues, Guilherme Teixeira e João Lucas; Éder (Henrique Santos), Doriva, Roberto e Fernando Gabriel (Caíque); Everaldo (Roberto) e Alexandro. Técnico: Júnior Rocha
Uol

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STJD reavalia punição e mantém final na Arena Grêmio

carolO superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) vai manter o jogo final da Copa do Brasil, em 30 de novembro, na Arena do Grêmio. O anúncio da medida vai ser feito ainda nesta quinta (17) ou no máximo até esta sexta-feira pelo presidente do tribunal, Ronaldo Piacente Botelho. Segundo o Terra apurou, ele já comunicou a seus pares que acatará o pedido de efeito suspensivo protocolado pelo Grêmio.

A segunda partida da decisão do título da Copa do Brasil entre o clube gaúcho e o Atlético-MG teria de ser realizada fora de Porto Alegre se fosse mantida a decisão da 3ª Comissão Disciplinar do STJD, que, na tarde de quarta (16), suspendeu o Grêmio com a perda de um mando de campo na Copa do Brasil.

A punição foi provocada pela presença de Carol Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho, no banco de reservas da equipe nos minutos finais de jogo com o Cruzeiro, pela semifinal da competição. A primeira instância do tribunal esportivo considerou o fato como invasão de campo e seguiu a letra fria da legislação para aplicar a pena.

Ronaldo Piacente chegou a receber telefonemas da direção da CBF para que o STJD voltasse logo atrás. O primeiro jogo da decisão está marcado para o dia 23, em Belo Horizonte.

Especial para Terra

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