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Arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo Pagotto morre aos 71 anos no Ceará

O arcebispo emérito da Paraíba Dom Aldo di Cillo Pagotto morreu na tarde desta terça-feira (14), em Fortaleza, Ceará. Dom Aldo estava internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular da cidade após o agravamento de uma crise de insuficiência respiratória. A informação foi confirmada pelas Arquidioceses da Paraíba e do Ceará.

De acordo com a Arquidiocese da Paraíba, o religioso apresentava sintomas semelhantes ao da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, mas não há confirmação da infecção. O G1 tentou contato com a Secretaria de Estado de Saúde do Ceará para saber se o caso foi notificado, mas não conseguiu contato.

Dom Aldo morreu aos 71 anos, em Fortaleza, onde viveu desde que renunciou o cargo de arcebispo.

Dom Aldo Pagotto celebra missa na Igreja São Francisco, em João Pessoa, um mês antes de renunciar ao cargo de arcebispo — Foto: Daniel Peixoto/G1/Arquivo

Dom Aldo Pagotto celebra missa na Igreja São Francisco, em João Pessoa, um mês antes de renunciar ao cargo de arcebispo — Foto: Daniel Peixoto/G1/Arquivo

Dom Aldo Pagotto

Dom Aldo era natural de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo. Ele esteve à frente da Igreja Católica na região de João Pessoa por 12 anos, e deixou o cargo em 2016 alegando motivos de saúde.

Durante a vida como bispo, sofreu denúncias de exploração sexual de menores de idade na arquidiocese. Após a renúncia, se tornou arcebispo emérito da Paraíba e passou a morar em Fortaleza, no Ceará, em uma casa da congregação da qual participava.

G1

 

Arcebispo da Paraíba agradece a todos que atenderam pedido de isolamento: “estamos trabalhando para a proteção da vida”

O Arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, divulgou um vídeo nesta quinta-feira (26) em que agradece a toda a população que tem respeitado as orientações de isolamento e quarentena contra o coronavírus.

Assista abaixo:

De acordo com a Arquidiocese, as missas devem ocorrer sem a presença física dos fiéis, transmitidas online.

Confira a nota oficial da CNBB:

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu, na tarde desta quinta-feira, 26 de março, a todos os arcebispos e bispos católicos do país, a orientação sobre qual postura tomar quanto aos decretos do Poder Executivo Federal, incluindo o Decreto 10.292 (art. 3º, inciso 39), assinado ontem, que afirma que, dentro dos serviços públicos e atividades essenciais, encontram-se as “atividades religiosas de qualquer natureza”.

Segundo o informe, as atividades religiosas foram, por decreto, inseridas no grupo das atividades essenciais, porém sob a condição – assim diz o próprio Decreto – de se obedecer ao que o Ministério da Saúde determina.

A CNBB, considerando as orientações emanadas pelas autoridades competentes do Ministérios da Saúde, que indicam o distanciamento social, orienta os bispos que as igrejas podem permanecer abertas, porém, do modo como tem sido feito até agora, apenas para orações individuais, transmissões online, etc. Segundo o documento, “não há como entender que os instrumentos legais possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração”.

Conheça abaixo a íntegra da parte do comunicado interno sobre os decretos do Executivo Federal, assinado pelo o bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Joel Portella Amado, enviado ao episcopado brasileiro na tarde desta quinta -feira:

DECRETOS DO PODER EXECUTIVO FEDERAL
Temos diante de nós um composto legislativo: Lei nº 13.979, de 6 de fevereiro de 2020; Decreto nº 10.282, de 20 de março de 2020 e o Decreto nº 10.292, de 25 de março de 2020.

Todos, de algum modo, tratam de medidas para o “enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019″ (Lei 13.979, art. 3º).  Essa mesma lei diz que as medidas adotadas “deverão resguardar o exercício e o funcionamento de serviços públicos e atividades essenciais” (§8º), cabendo ao Presidente da República indicar, mediante decreto, quais são os serviços públicos e as atividades essenciais (§9º).

Essenciais são aqueles serviços e atividades que, se não atendidos, colocam em perigo a sobrevivência, a saúde ou a segurança da população (art. 3º, § 1º). Este não é o caso das igrejas.

No entanto, o Decreto 10.292 (art. 3º, inciso 39), assinado ontem, afirma que, dentro dos serviços públicos e atividades essenciais, encontram-se as “atividades religiosas de qualquer natureza, obedecidas as determinações do Ministério da Saúde”. Desse modo, as atividades religiosas foram, por decreto, inseridas no grupo das atividades essenciais, porém sob a condição – assim diz o próprio Decreto – de se obedecer ao que o Ministério da Saúde determinar.

Considerando, pois, que as orientações emanadas pelas autoridades competentes do Ministério da Saúde indicam o distanciamento social, as igrejas, se os bispos assim o considerarem, podem permanecer abertas, porém, do modo como tem sido feito: orações individuais, transmissões online etc. Não há como entender que os instrumentos legais acima referidos possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração.

Enfim, caros irmãos, reitero a unidade e a solidariedade de toda a Presidência da CNBB. Sabemos o quanto tem sido árduo equilibrar, por um lado, o atendimento religioso aos enfermos, aos profissionais da saúde e a todas as pessoas em geral e, por outro, seguir as normas sanitárias, cuja base é o distanciamento social. Sabemos também que, junto às preocupações especificamente pastorais, rondam-nos questões ligadas ao sustento de nossas igrejas, tanto no que concerne aos bens temporais quanto à caridade que praticamos. Os pobres esperam de nós tanto a presença espiritual quanto material. Essa presença começa pelo testemunho de quem, preocupado, por certo, com os aspectos materiais, escolhe, porém, a vida e a caridade em primeiro lugar.

Angustia-nos, por isso, a colocação do dilema vida versus economia. Num tempo quaresmal, em que a Campanha da Fraternidade nos interpela a viver a vida como dom e compromisso, recordo o que o Santo Padre nos disse em sua mensagem para a abertura da CF 2020:

“…a Quaresma é um tempo propício para que, atentos à Palavra de Deus que nos chama à conversão, fortaleçamos em nós a compaixão, nos deixemos interpelar pela dor de quem sofre e não encontra quem o ajude. É um tempo em que a compaixão se concretiza na solidariedade, no cuidado. …”

Em nome da Presidência de nossa querida CNBB, manifesto a mais plena unidade e reafirmo a disponibilidade em ajudar no que for possível e necessário.

Que o Deus da Vida nos ajude a contribuir para “formar uma nova mentalidade política e econômica que ajude a superar a dicotomia absoluta entre a economia e o bem comum social” (EG 205).

Dom Joel Portella Amado
Bispo auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

 

clickpb

 

 

Papa Francisco nomeia novo arcebispo da Paraíba

Dom Manoel Delson
Dom Manoel Delson

O Papa Francisco já nomeou o novo arcebispo da Paraíba. A decisão foi publicada no boletim desta quarta-feira (8), no Vaticano. O cargo estava vago desde o mês de julho do ano passado, quando o agora arcebispo emérito Dom Aldo Pagotto renunciou alegando motivos pessoais.
O novo dirigente da Igreja Católica na Paraíba será Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, que respondia pela diocese da cidade de Campina Grande.

Em nota, o administrador da arquidiocese paraibana, Dom Genival Saraiva de França, disse que sabia da escolha do papa desde o dia 20 de fevereiro, quando recebeu o comunicado oficial do Núncio Apostólico Dom Giovanni d’Aniello.

“Tenho a satisfação de lhe comunicar oficialmente que o Santo Padre Francisco nomeou Arcebispo dessa vacante Arquidiocese da Paraíba o Excelentíssimo Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap., transferindo-o da sede episcopal de Campina Grande, Estado da Paraíba”, dizia o comunicado.

A posse de Dom Delson está marcada para o dia 20 de maio. Até lá, o atual administrador continua respondendo pela arquidiocese paraibana.

Boletim divulgado pelo Vaticano traz nomeação de Dom Manoel Delson Pedreira da CruzFoto: Boletim divulgado pelo Vaticano traz nomeação de Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz
Créditos: Divulgação

Por Alexandre Freire

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Vaticano recebe lista tríplice e Paraíba pode conhecer novo arcebispo em até 8 meses

bispoO Vaticano já recebeu uma lista tríplice com a indicação dos prováveis substitutos do Arcebispo Dom Aldo Pagotto, que renunciou ao cargo em julho do ano passado. O novo nome deve ser indicado pelo Papa Francisco em até 8 meses, segundo previsão do administrador apostólico Dom Genival Saraiva de França, que não pode revelar quem foram as pessoas indicadas.

Dom Genival ocupará o cargo de administrador apostólico até o próximo Arcebispo ser nomeado. Ele  não pode assumir o lugar de Pagotto, pois já tem mais de 75 anos, idade máxima para ocupar o cargo.

“O próprio Papa me nomeou como administrador apostólico para responder pela Diocese, da mesma forma será com o novo arcebispo. Acredito que em cerca de oito meses teremos um novo clérigo e que Deus ilumine a escolha do Papa”, declarou Dom Genival em entrevista à rádio Correio Sat/98FM.

Pedofilia na igreja

Apesar de polêmico, Dom Genival não se furtou a falar sobre os casos de denúncias de pedofilia na igreja. Ele se mostra totalmente contra essas práticas, mas diz que a preocupação não deve se prender somente à igreja, mas à sociedade como um todo, pois são muitos os casos de pedofilia principalmente dentro das próprias famílias. Nessa segunda-feira o Papa Francisco disse que a igreja deve ter tolerância zero com a pedofilia.

“Pecado e crime. Pecado pois atinge a dignidade do ser humano. Crime pois a legislação assim diz. Pedofilia é um atentado à honra e dignidade”, argumentou Dom Genival.

O administrador apostólico ainda destacou que as dioceses têm obrigação de denunciar qualquer caso de pedofilia e disse que o Papa trouxe esse problema devido a gravidade do assunto. “É um crime que acontece constantemente, mas uma instituição como a igreja católica não pode aceitar”, falou.

Denúncias contra Dom Aldo

Dom Genival também falou sobre as denúncias feitas contra o antigo arcebispo da Paraíba Dom Aldo. Ele revelou que as denúncias foram encaminhadas para instâncias maiores e refuta a veracidade de qualquer informação divulgada com relação a essas investigações, já que as mesmas correm em segredo de justiça.

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Vaticano recebe lista tríplice e Paraíba deve conhecer novo Arcebispo em até 8 meses

dom-genival-saraivaO Vaticano já recebeu uma lista tríplice com a indicação dos prováveis substitutos do Arcebispo Dom Aldo Pagotto, que renunciou ao cargo em julho do ano passado. O novo nome deve ser indicado pelo Papa Francisco em até 8 meses, segundo previsão do administrador apostólico Dom Genival Saraiva de França, que não pode revelar quem foram as pessoas indicadas.

Dom Genival ocupará o cargo de administrador apostólico até o próximo Arcebispo ser nomeado. Ele  não pode assumir o lugar de Pagotto, pois já tem mais de 75 anos, idade máxima para ocupar o cargo.

“O próprio Papa me nomeou como administrador apostólico para responder pela Diocese, da mesma forma será com o novo arcebispo. Acredito que em cerca de oito meses teremos um novo clérigo e que Deus ilumine a escolha do Papa”, declarou Dom Genival em entrevista à rádio Correio Sat/98FM.

Pedofilia na igreja

Apesar de polêmico, Dom Genival não se furtou a falar sobre os casos de denúncias de pedofilia na igreja. Ele se mostra totalmente contra essas práticas, mas diz que a preocupação não deve se prender somente à igreja, mas à sociedade como um todo, pois são muitos os casos de pedofilia principalmente dentro das próprias famílias. Nessa segunda-feira o Papa Francisco disse que a igreja deve ter tolerância zero com a pedofilia.

“Pecado e crime. Pecado pois atinge a dignidade do ser humano. Crime pois a legislação assim diz. Pedofilia é um atentado à honra e dignidade”, argumentou Dom Genival.

O administrador apostólico ainda destacou que as dioceses têm obrigação de denunciar qualquer caso de pedofilia e disse que o Papa trouxe esse problema devido a gravidade do assunto. “É um crime que acontece constantemente, mas uma instituição como a igreja católica não pode aceitar”, falou.

Denúncias contra Dom Aldo

Dom Genival também falou sobre as denúncias feitas contra o antigo arcebispo da Paraíba Dom Aldo. Ele revelou que as denúncias foram encaminhadas para instâncias maiores e refuta a veracidade de qualquer informação divulgada com relação a essas investigações, já que as mesmas correm em segredo de justiça.

Gabriel Botto do Correio da Paraíba

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Arcebispo emérito da PB diz que políticos têm que se aproximar mais dos pobres

Dom-José-Maria-PiresO arcebispo emérito da Paraíba, Dom José Maria Pires, disse em encontro com o deputado estadual Frei Anastácio, em Belo Horizonte (MG), que a classe política brasileira tem que elaborar mais projetos voltados para as classes mais pobres do país, a exemplo de negros, índios, quilombolas, sem teto e trabalhadores rurais sem terra.

Além de apresentar projetos, segundo ele, é preciso mais união entre os políticos para que os benefícios cheguem ao povo. O arcebispo emérito destacou que o mandato de Frei Anastácio é um dos poucos do país que abraçaram bandeiras de lutas voltadas para as classes mais necessitadas.

“Ele está distante, mas acompanha todo cenário político da Paraíba e do Brasil. Fiquei muito feliz ao ouvir essa avaliação positiva dele em relação ao nosso mandato”, disse Frei Anastácio.

Dom José falou ainda do desgaste do Partido dos Trabalhadores (PT) no cenário nacional. Ele acredita que a legenda tem como recuperar a credibilidade, e uma das portas para isso seria uma maior aproximação aos movimentos sociais.

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Segundo Frei Anastácio, Dom José também destacou que a Igreja tem um papel fundamental na conscientização do povo para as transformações sociais do país. “Saí muito revigorado da visita que fiz a Dom José. Além desses temas, conversamos sobre muitos outros assuntos. Quero informar aos paraibanos que Dom José, aos 97 anos, está bem de saúde e constantemente cumpre agenda de palestras, em retiros, em diversas partes do Brasil”, informou Frei Anastácio.

Com assessoria 

Arcebispo recua, retira suspensão e Luiz Couto volta a celebrar

Luiz Couto PlenarioO Arcebispo da Paraaíba, Dom Aldo Di Cillo Pagotto, recuou de sua decisão que suspendia, de ordem, o padre Luiz Couto. Desde agosto, o religioso que tem mandato como deputado federal, estava proibido de celebrar missas na Paraíba por uma decisão monocrática do Arcebispo. Naquela época, Dom Aldo alegara que Couto tinha ido contra a Igreja ao pregar o diálogo de setores cristãos com representantes do movimento LGBT.
A retomada da ordem de Luiz Couto, o que lhe permite celebrar missas, foi divulgada no início da tarde pela assessoria do parlamentar, sem fornecer maiores detalhes. Sabe-se apenas que Dom Aldo foi amistoso em sua conversa com Couto e que autorizou a divulgação de sua mudança de pensamento.

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 Dom Aldo vive uma crise na Igreja Católica e está suspenso pelo Vaticano para ordenação de novos padres. Na imprensa paraibana, há semanas, circulam denúncias contra ele e alguns de seus aliados mais próximos. Segundo o Jornal da Paraíba, uma moção de apoio a Dom Aldo foi recusada por vários padres do Conselho Presbiterial.
parlamentopb

Arcebispo da Paraíba tem atividades suspensas pelo Vaticano

Dom-Aldo-PagottoO Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto, está proibido de ordenar padres e diáconos e de receber novos seminaristas até que Vaticano finalize investigações que estão em curso. O processo que Dom Aldo responde no Vaticano corre em sigilo.

A decisão foi tomada pelo Vaticano depois da visita de um representante de Roma à capital. Dom Aldo teria perseguido padres e permitido que seminaristas expulsos de outras dioceses fossem acolhidos aqui na Paraíba. Os padres disseram ainda que o bispo se negaria, também, a discutir casos de pedofilia.

A Nunciatura Apostólica, que representa o Vaticano no Brasil, explicou que não presta informações sobre processos envolvendo bispos. A CNBB também não quis falar sobre o assunto.

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A assessoria de Dom Aldo negou que ele esteja suspenso e disse que Arcebispo só falará sobre o assunto depois de ler a reportagem

Recentemente, o blogueiro Dércio Alcântara publicou uma suposta carta com acusações gravíssimas contra o religioso, que recorreu à Justiça e conseguiu que o material fosse retirado da internet.

Com ParlamentoPB

Padre escandaliza-se com grito de “Fora Dilma” do arcebispo da Paraíba: “Estou estupefato”

padredjacyO padre Djacy Brasileiro, “feroz” defensor da presidente Dilma e do Partido dos Trabalhadores nas redes sociais, escandalizou-se com participação do arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Paggoto, no ato público realizado ontem contra a corrupção e pelo impeachment da presidente Dilma.
Com uma bandeira do Brasil e um apito, o arcebispo participou ativamente no dia de ontem, do ato em João Pessoa, que reuniu milhares de pessoenses.

“Meu Deus! Minha Nossa Senhora! Sinceramente, sem palavras, sem palavras, sem palavras. Estou estupefato” lamuriou-se o padre Djacy Brasileiro.

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polemicaparaiba

Vaticano expulsa do sacerdócio arcebispo polonês acusado de abuso sexual

As autoridades da Igreja Católica Romana determinaram que um arcebispo polonês acusado de abuso sexual na República Dominicana seja expulso do sacerdócio, informou o Vaticano nesta sexta-feira.

AP

Foto de 15/3/2013 mostra o arcebispo Josef Wesolowski, núncio papal para a República Dominicana, durante missa em Santo Domingo

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A Congregação do Vaticano para a Doutrina da Fé ordenou que Josef Wesolowski, ex-núncio do Vaticano – ou embaixador – para a nação caribenha, seja despojado do sacerdócio, uma medida extremamente incomum imposta a alguém de tão elevada hierarquia. Ele terá dois meses para recorrer da decisão.

O Vaticano disse que seus movimentos não tinham sido restringidos enquanto o caso estava sendo considerado, mas que depois da decisão de expulsá-lo do sacerdócio “todas as medidas adequadas à gravidade do caso serão adotadas”.

Como uma cidade-Estado independente, o Vaticano tem autoridade judicial sobre o seu território e pode deter ou limitar os movimentos das pessoas sujeitas à sua jurisdição.

Ig