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Aprenda a fazer Quiche de Alho Poró

A quiche é uma tradicional torta aberta, de massa leve e feita com recheio a base de creme de leite e ovos. Nessa receita você vai aprender a fazer o de sabor alho poró, mas existe uma variedade deles.

INGREDIENTES
  • 1 ovo
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de sal
  • 7 colheres (sopa) de manteiga sem sal
  • 4 colheres (sopa) de água gelada
  • 350 ml de leite
  • 4 gemas
  • 1 caixinha de creme de leite sem soro
  • 3 alhos porós
  • 100 g de queijo parmesão ralado
  • 1/2 cebola cortada em pedacinhos
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • Temperos a gosto

Modo de Preparo

  • Primeiro vamos começar a fazer a massa. Em um recipiente coloque 1 ovo, 3 xícaras de farinha de trigo, 1 colher de sal, 5 colheres de manteiga e 4 colheres de água gelada, e misture bem até formar uma massa homogênea.
  • Cubra o fundo e as laterais de uma forma de fundo removível com a massa. Fure bem a massa com um garfo.
  • Leve a massa para o forno, pré-aquecido, a 200º por cerca de 15 minutos.
  • Enquanto isso vamos fazer o recheio. Em uma panela derreta a manteiga e refogue a cebola. Acrescente as colheres de farinha de trigo e misture bem.
  • Feito isso acrescente o leite e misture bem. Depois coloque o resto dos ingredientes (gemas, creme de leite, alho poró bem picadinho, queijo parmesão e os temperos desejados) e espere engrossar. Desligue o fogo.
  • Despeje o recheio sobre a massa da forma e volte com tudo para o forno por cerca de 20 minutos ou até dourar.
  • Sirva em seguida.

Você sabia?

– Muitas pessoas acham que o quiche é uma receita de origem francesa, mas na verdade ela surgiu na Alemanha, mais especificamente no reino medieval de Lothringen. Não á toa a plavra quiche vem do alemão “kuchen”, utilizado para denominar torta. Mas foi a versão fancesa, denominada Lorraine que recebeu o queijo como ingredinte e se popularizou pelo mundo.

– Hoje em dia existem diferentes sabores de quiche como o de queijo, o de frango, carne seca e o próprio quiche de alho poró que ensinamos a fazer.

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Aprenda a fazer um delicioso pudim de leite em pó

pudimEssa receita com certeza entrará na lista de favoritas daquelas pessoas que adoram leite em pó, não importa com o que. Uma das maiores vantagens do prato é o fato de não levar leite condensado e consequentemente ser um pouco mais light. É uma forma de comer muito bem e não precisar se preocupar tanto!

INGREDIENTES
  • 1 copo (americano) de leite em pó
  • 14 colheres (sopa) açúcar
  • 500 ml de leite integral
  • 3 ovos
  • 1 xícara de água em temperatura ambiente

Modo de Preparo

  • Primeiro faça a calda do pudim.
  • Em uma panela coloque 6 colheres de açúcar e a água. Cozinhe em fogo baixo até que atinge o ponto de caramelo.
  • Depois de pronto, despeje o caramelo na forma de pudim e reserve.
  • Agora é hora do pudim de leite em pó em si. Em um liquidificador coloque primeiro os ingredientes líquidos (500 ml de leite e 3 ovos), bata tudo até que fique uma mistura homogênea.
  • Depois acrescente os outros ingredientes (8 colheres de açúcar e leite em pó). Bata novamente por 5 minutos.
  • Despeje a mistura na forma de pudim. Tenha bastante cuidado para que ela não se misture com o caramelo do fundo.
  • Leve ao forno em banho maria por cerca de 50 minutos ou até fure com um garfo e ele saia limpo.
  • Deixe esfriar um pouco e retire da forma, sirva em seguida.

Você sabia?

– Pouco se sabe sobre a origem do pudim, a informação que se tem é que na Europa Medieval ele era servido na forma salgada. Os principais ingrediente dessa receita antiga eram farinha, ovos, gordura e alguns tipos de carne como linguiça. Tudo isso formava uma massa sólida que podia receber diferentes nomes como pudim de sangue ou pudim preto.

– Com o passar dos anos a receita ganhou sua versão doce. Do pudim de leite codensado surgiram outros tipos que são muito admirados no Brasil. Entre eles estão o pudim de leite em pó , o de brigadeirão e o de biscoito.

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Receita de rocambole de doce de leite: aprenda a preparar essa tentação

rocamboleRocambole de doce de leite é fácil de preparar e tem uma massa bem fofinha, já que é um tipo de pão de ló. Para o lanche da tarde é uma boa opção, principalmente para as crianças. Se você não é tão fã de doce de leite, pode optar pelos recheios de goiabada e chocolate também.

INGREDIENTES
  • 6 ovos (claras e gemas separadas)
  • 1 pitada de sal
  • 5 colheres (sopa) de açúcar
  • 5 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1 colher (chá) de fermento em pó
  • 300 g de doce de leite
  • Açúcar cristal para polvilhar

Modo de Preparo

  • Preaqueça o forno em temperatura alta (220ºC) e unte e enfarinhe uma assadeira retangular grande.
  • Bata as claras em neve com o sal até formar picos firmes. Coloque as gemas uma a uma enquanto bate.
  • Adicione o açúcar e a farinha em seguida, sem parar de bater. Junte o fermento e bata só até misturar (não bata demais).
  • Despeje a massa na assadeira e leve ao forno alto por cerca de 10 minutos, ou até dourar.
  • Retire do forno e desenforme a massa ainda quente sobre um pano de prato úmido polvilhado com açúcar cristal.
  • Passe o doce de leite em toda a extensão da massa. Enrole com cuidado para não quebrar, com a ajuda do pano de prato.
  • Depois de enrolado, corte as pontas do rocambole, transfira para uma travesa e polvilhe mais açúcar cristal para servir.

Saiba mais

O rocambole de doce de leite é de origem francesa e está associada com o grande Napoleão Bonaparte. E isso se deu porque ele emitiu uma proclamação, dizendo que o povo de Paris seria obrigado a fechar as chaminés de suas casas durante os períodos de inverno. A ideia na época era de que a entrada de ar frio para dentro das casas estava disseminando doenças e a proclamação foi orientada para a prevenção.

Foi nessa época que ‘Buche de Noel’ ou ‘yule log bolo’ foi inventado em Paris. Como o uso de lareiras foi proibida, eles precisavam de algum símbolo tradicional para ser desfrutado com a família e amigos durante a época festiva que acontece no inverno. Dessa forma, o rocambole de doce de leite seria uma forma de os familiares se reunirem para contar histórias e outras atividades de férias.

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Aprenda a driblar 10 situações irritantes que só acontecem no WhatsApp

Getty Images
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Se você usa o aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp com frequência, com certeza já se viu irritado em alguns momentos. Pode ter sido por causa daquela mensagem do chefe em pleno domingo à noite, com aquele amigo descontrolado que não parava de criar grupos ou até mesmo com seu par, que resolveu ter uma D.R. com você por mensagem.

“O WhatsApp pode ser extremamente útil e eficaz quando bem usado, ou extremamente invasivo”, diz a consultora de marketing pessoal e comportamento profissional Maria Aparecida Araújo, autora de “Etiqueta Empresarial – Ser Bem Educado é…” (Ed. Qualitymark).

Contornar essas situações irritantes sem perder a educação não é difícil. Veja, a seguir, dicas de especialistas.

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1

Quando o chefe vem falar sobre trabalho a qualquer hora

Desde que todos passaram a ter celulares, ser contatado pelo chefe a qualquer hora do dia se tornou algo comum. Com o WhatsApp, a falta de limites se tornou ainda pior. Para a consultora de etiqueta empresarial Maria Aparecida Araújo, o melhor a se fazer é combinar com o chefe como será o contato fora do ambiente de trabalho. “Se ele não te der abertura para conversar e as mensagens não forem sobre algo urgente, tente não responder imediatamente, assim você mostra que está ocupado”, diz ela. Mas, se você visualizou a mensagem, não responder pega muito mal, segundo a publicitária e palestrante Carolina Lima, autora do livro “Como Acabar com sua #empresa em Apenas 140 Caracteres” (Ed. Novatec). Nesse caso, é melhor dizer que não tem a informação no momento e que irá resolver tudo assim que chegar ao escritório.

2

Quando contatos profissionais decidem falar pelo WhatsApp

Você está em horário de almoço, aproveitando seu descanso até voltar ao trabalho, e surge no seu celular uma mensagem daquele cliente te fazendo pedidos ou explicando demandas. “Isso é uma invasão do horário de folga. Todos têm o direito de fazer uma refeição em paz. Você se sente compelido a responder”, diz a consultora de marketing pessoal e etiqueta empresarial e social Maria Aparecida Araújo. Segundo ela, o melhor a se fazer para que esta situação não se repita é dizer que você se organiza melhor com as informações importantes no e-mail.

3

Quando alguém que mal te conhece pede para adicionar o contato

Você acabou de ser apresentado a alguém com quem mal sabe se terá afinidade e já ouve a pergunta: “Me passa seu número para eu te adicionar no ?Whats??” Mesmo se a vontade for responder com um “não”, as boas maneiras te obrigam a dar aquele sorriso amarelo e dizer “claro”. Minutos depois, já surge a mensagem daquela pessoa querendo bater papo ou te convidar para algum evento. Segundo a consultora de etiqueta empresarial e social Maria Aparecida Araújo, há como não passar o número sem ficar com fama de mal-educado. “Você pode dizer que não costuma usar o aplicativo com tanta frequência e que prefere falar pelo Facebook, por exemplo”, diz. Agora, se você já foi adicionado e se sentir incomodado, a solução é ignorar as mensagens, recomenda a psicóloga Miriam Barros.

4

Quando começam a te colocar em dezenas de grupos

Todos nós conhecemos algum louco por grupos de WhatsApp. Às vezes, eles até ajudam a unir pessoas com afinidades. Mas, em excesso, se tornam um problema. Para a psicóloga Miriam Barros, não é falta de educação sair dos grupos que te incomodam, desde que você dê uma explicação, como dizer que não tem tempo para acompanhar as mensagens e que prefere falar em conversas particulares. “A pessoa tem direito de sair. Pode até ser que alguém torça o nariz e diga que você é antipático, mas, se está sendo excessivo e chato, não é sua obrigação ficar”, diz. Segundo ela, se o amigo louco por grupos for alguém próximo, vale dar um toque para que ele entenda que está sendo inconveniente.

5

Quando não param de te enviar vídeos e fotos

Para a consultora de etiqueta empresarial e social Maria Aparecida Araújo, o ideal seria que as pessoas perguntassem se o outro gostaria de receber um vídeo ou foto. “Vídeo é um problema, demora para abrir. E ninguém tem tempo de ver todos?, afirma. Há também quem resolva enviar fotos de tudo que faz durante o dia. Nestas situações, não há muito que fazer. Apenas ignorar o que não achou interessante e esperar que o outro se toque.

6

Quando alguém resolve criar um grupo da família

Se você ainda não tem um grupo de WhatsApp com familiares, não se preocupe, pois terá em breve. A ideia é excelente para se aproximar daquelas pessoas que lamentava encontrar somente nas festas de fim de ano, mas a diferença de idade e de interesses entre os membros pode ser um problema. “Podem acontecer brigas se cada um interpretar o que foi dito de um jeito. O melhor é pensar bem antes de escrever alguma coisa e evitar fazer brincadeiras que possam magoar”, diz a psicóloga Miriam Barros, psicoterapeuta de casal e família. Se o grupo começar a te incomodar, jamais saia sem falar nada. O melhor, segundo Carolina Lima, que trabalha com planejamento e comunicação digital, é tirar as notificações ou, se optar por sair, avisar antes que você não está conseguindo acompanhar as conversas e que isso está te atrapalhando no trabalho, por exemplo.

7

Quando começam a enviar correntes e frases motivadoras

As correntes e montagens com fotos de bichinhos fofos e frases inspiradoras já haviam migrado dos emails para o Facebook e, agora, estão pipocando nos grupos de WhatsApp. Se você se incomoda com este tipo de comportamento, a melhor coisa a fazer é ignorar as mensagens. “Se fingir que não viu, a pessoa se toca do quanto isso é chato”, diz a psicóloga Miriam Barros. E, claro, silencie as notificações.

8

Quando você recebe áudios infinitos

Nem sempre você está em um local adequado ou com tempo suficiente para ouvir áudios de WhatsApp. Se eles tiverem mais de um minuto, então, nem pensar. Ao mesmo tempo, ignorá-los pode parecer falta de educação. Por isso, seja sincero. “Diga que não consegue ouvir no momento e peça para que a pessoa escreva, caso seja algo urgente”, diz a psicóloga Miriam Barros.

9

Quando começa uma conversa paralela entre duas pessoas do grupo

Você ficou três horas completamente concentrado em um projeto no trabalho e, quando foi checar seu grupo de amigos no WhatsApp, já havia mais de duzentas mensagens não lidas. Quando começa a ler, percebe que o papo nada tinha a ver com você: eram apenas dois amigos tendo uma conversa paralela. Se já percebeu que esta é uma dinâmica comum neste grupo, a melhor atitude é silenciar as notificações. Para a publicitária e palestrante Carolina Lima, vale também falar, de forma bem humorada, para seus amigos abrirem uma janela privada para conversarem.

10

Quando você se vê em uma D.R.

Além de discutir o relacionamento com seu parceiro, você percebe que está fazendo isso pelo pior meio possível: mensagens de celular. “Escuto muitos casos de pessoas que tiveram D.Rs. por WhatsApp. Isso acontece porque, muitas vezes, elas se articulam melhor escrevendo ou não têm coragem de falar pessoalmente”, afirma a psicóloga Miriam Barros, terapeuta de casal e família. Por mais que a intenção seja boa, a D.R. tem tudo para dar errado. Se, pessoalmente, já é comum que aconteçam alguns mal-entendidos, já pensou por WhatsApp? ?O olho no olho é sempre melhor. Mas, se não houver mais saída e a pessoa precisar continuar a conversa, pare de escrever e, pelo menos, ligue para o outro?, afirma Miriam.
Uol

Aprenda a fazer um repelente caseiro que mantém o mosquito da dengue longe

CaseiroUma receita caseira que ganhou o nome de “repelente dos pescadores” está fazendo sucesso desde que caiu na rede.

“Da semente do cravo-da-índia se extrai o ácido eugênico, a partir do qual se consegue obter um aroma ativo que protege contra a picada do mosquito”, explica o fitoterapeuta Marcos Stern.

O médico Alex Botsaris, que lançou recentemente o livro “Medicina Ecológica – Descubra como cuidar da sua saúde sem sacrificar o planeta”, diz que o cravo, assim como o capim citronela, é rico em óleos essenciais, responsáveis pelo odor característico da planta.

“Esse aroma atrapalha o mosquito a sentir o cheiro da pele humana, interferindo na orientação do inseto”, afirma o médico.

O que a fitoterapia explica a advogada Tânia Bustamante, de 42 anos, sente na pele. Morando no Itanhangá, ela protege toda a família com o “repelente dos pescadores” há pelo menos dois anos. As garrafinhas com a fórmula estão espalhadas pela casa.

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“Recebi essa receita pela internet e, depois, quando fui a um restaurante numa ilha, os donos ofereciam o repelente para os clientes. Usei e achei uma maravilha. Meu filho de 8 anos aplica sempre depois do banho”, diz Tânia, acrescentando que, dependendo do óleo que se mistura, o cheiro do repelente fica bem suave.

Mas se o tipo de óleo corporal pouco interfere “pode ser infantil, de amêndoas, citronela, lavanda ou qualquer outro” o modo de preparo faz, sim, a diferença. Deixar o álcool e o cravo-da-índia macerando por cerca de 15 dias torna o repelente ainda mais potente. Só depois, se mistura o óleo.

“Mas se houver urgência, faça uma pequena quantidade, deixando em contato por pelo menos 24 horas. Depois use a que ficou por 15 dias em maceração. É importante também agitar o frasco de duas a três vezes ao dia”, explica Marcos Stern.

A fórmula só não deve ser usada por crianças muito pequenas — menores de 3 anos — e pessoas que já sabem que têm alergia a essências.

A dentista Thaíse Britto se mudou para Boa Vista, Roraima, há pouco tempo e levou com ela a fórmula do “repelente dos pescadores”:

“Usei um óleo com cheiro de lavanda. Mas como leva muito álcool, o cheiro não fica insuportável e ameniza logo. A mosquitada não chega perto mesmo!”.

Aprenda a fazer

Ingredientes:
1/2 litro de álcool
1 pacote de cravo da índia (10 gramas)
1 vidro de óleo infantil (100 ml)

Modo de preparo:
Deixe o cravo curtindo no álcool durante uns quatro dias, agitando pela manhã e à tarde. Depois, misture o óleo corporal (pode ser de amêndoas, camomila, erva-doce, aloe vera). Passe apenas uma gota nos braços e nas pernas.

Veja o passo a passo no vídeo abaixo.

 

 

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Aprenda a acelerar animações no Android e deixar o celular mais rápido

O Android possui várias animações de transição de tela que contribuem para melhorar a experiência de uso do sistema. Entretanto, dependendo do hardware do aparelho, essas animações podem apresentar travamentos e diminuir o tempo de resposta do gadget, deixando o sistema lento. Porém existe uma forma de habilitar as configurações de desenvolvedor e acelerar as animações do Android; veja como fazer.

Passo 1. Abra as configurações do Android e toque em “Sobre o telefone”, no fim da lista;

Acesse as configurações do Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Acesse as configurações do Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 2. Deslize a tela até o fim e toque sete vezes sobre o item “Número da versão”. Feito isso, uma mensagem informará que as configurações de desenvolvedor foram desbloqueadas. Toque em “Sobre o telefone” para voltar à tela principal de configurações;

Desbloqueando opções de desenvolvedor (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Desbloqueando opções de desenvolvedor do Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 3. Agora, toque sobre o item “Programador” e localize a seção “Desenho”. Feito isso, toque em “Animação em escala”;

Acesse as configurações de desenvolvedor (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Acesse as configurações de desenvolvedor (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Passo 4. Depois, escolha a opção “0,5x”. Faça o mesmo para “Escala de transição” e “Escala de duração da animação”.

Acelerando animações do Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora) Acelerando animações do Android (Foto: Reprodução/Helito Bijora)

Pronto! Agora as animações do Android serão aceleradas e, com isso, o sistema ficará mais fluído e rápido.

 

techtudo

Aprenda a reconhecer os primeiros sintomas do câncer de mama

Cancer-de-mamaSe falamos de câncer, em qualquer de seus tipos, a primeira reação das pessoas geralmente é o medo. Claro que não se trata de uma doença “menor” em gravidade, mas atualmente as pessoas têm maiores probabilidades de tratarem e lidarem com o problema quando recebem o tratamento adequado.

É de vital importância o autoexame dos seios, que deve ser realizado periodicamente, desse modo será possível detectar qualquer anomalia na região e procurar por uma avaliação médica que avaliará se há gravidade ou não. Nem sempre essa avaliação indicará a presença de um câncer, mas a melhor opção é saber do que se trata o quanto antes.

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Os homens também podem se prejudicados por essa patologia, mas como os casos ocorrem com maior frequência em mulheres devido à carga hormonal, é raríssimo ouvir sobre câncer de mama em homens, mas na realidade eles também estão vulneráveis a isso.

A seguir, mencionaremos os primeiros sintomas do câncer de mama. Mas, lembre-se, a intenção desse artigo não é gerar medo e estresse mas sim informar sobre sintomas e demais características para que o conhecimento seja o melhor aliado a quem, infelizmente, precise em algum momento lidar com a doença.

Dessa maneira, com conhecimento, as probabilidades de recuperação serão cada vez maiores, pois isso fará a diferença entre uma detecção tardia ou não.

Primeiros sintomas

Dentre os primeiro sintomas podemos mencionar os nódulos, que podem aparecer nos seios ou nas axilas. Para detectá-los devemos realizar o exame do toque nos seios, e considerar que esse autoexame deve ser realizado logo depois de terminar o período menstrual, pois antes e durante esse período os seios se inflamam e isso dificulta uma boa exploração.

O afundamento na região da pele dos seios ou do bico deve chamar sua atenção. Se a pele na região do bico do seio se tornar escamosa também será um sinal de alerta. Outro sinal é a saída de alguma secreção na região, mas é importante não se desesperar, pois alguns desses sintomas não dão a certeza da presença de um câncer.

Tendo em vista esses sintomas, caso algum se manifeste, o procedimento é bem simples. Devemos ser responsáveis por nossa saúde e procurar um médico para obter um diagnóstico exato, evitando a detecção tardia desse tipo de doença.

Para isso, é recomendável realizar revisões médicas periódicas, anuais ou semestrais, sempre a critério profissional.

Cancer-de-mama

A maioria das pessoas tem ou péssimo costume de procurar o médico apenas quando passam por um susto ou um mal-estar importante. Mas as visitas periódicas podem fazer a diferença entre a vida e a morte de um paciente. Muitas vezes uma doença é detectada nesse tipo de visita e não precisamente por algum sintoma alarmante.

Também é importante conhecer os fatores de risco que podem aumentar as possibilidades de que uma pessoa desenvolva um câncer.

Fatores de risco

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Dentre os fatores de risco podemos mencionar os seguintes:

  • O sexo. Pessoas do sexo feminino têm probabilidades maiores de desenvolverem um câncer de mama, como mencionamos anteriormente, a carga hormonal no organismo feminino aumenta as probabilidades.
  • A idade. A idade avançada também é um fator que aumenta a probabilidade de desenvolvermos a doença. O câncer de mama geralmente se desenvolve em mulheres a partir dos 45 anos, porém há casos de ocorrência em mulheres mais jovens.
  • Fatores genéticos, alterações ou defeitos genéticos hereditários também predispõem ao desenvolvimento da doença.
  • Outros fatores como a obesidade, o sedentarismo, a má alimentação, aumentam o risco de desenvolvermos câncer de mama.
  • O uso de pílulas anticoncepcionais e o consumo de bebidas alcoólicas aumentam o risco de acordo com a frequência e quantidade de uso.

Cabe destacar que, tanto os sintomas como os fatores de risco do câncer de mama podem ser muito relativos. É possível que uma pessoa seja diagnosticada com o problema sem ter apresentado nenhum sintoma prévio, também existe a possibilidade de que uma pessoa com fatores de risco muito acentuados não apresentem alterações.

Da mesma forma, é importante conhecer os primeiros sintomas e os fatores de risco para que perante qualquer anomalia, recorramos a um profissional que realize a avaliação correta. O diagnóstico precoce pode salvar a sua vida!

 

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Aprenda 20 estratégias para superar uma traição e manter o relacionamento

Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa

Ninguém está imune aos efeitos nocivos da traição. Mas nenhuma pessoa é obrigada a transformá-la em um trauma afetivo. Muitos casais conseguem, talvez não esquecê-la, mas superá-la e elevar o relacionamento a outro patamar, com maiores chances de felicidade.

Para que uma escapada não detone a sua vida amorosa, siga as dicas a seguir:

 

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1. Não jogue a culpa no outro 2. Questione a responsabilidade
Perdoou a traição? Ótimo, agora siga em frente e, caso outros problemas surjam no relacionamento, evite misturar as estações e ficar jogando na cara do outro o que aconteceu em qualquer oportunidade. Punir verbalmente não faz o tempo voltar atrás nem exime a relação de sofrer um novo abalo -e não ajuda em nada. Há casos em que a responsabilidade pelo que aconteceu é do casal, que não percebia até então o quanto estava distante, embora somente um dos dois traia. Se esse for seu caso, faça uma avaliação sincera sobre a maneira como vinha agindo e procure melhorar nos pontos que julgar deficientes.
3. Descarte a amnésia 4. Não se vitimize
Para a psicóloga Maria Claudia Lordello, não há nada mais prejudicial ao futuro de um casal que decide continuar o relacionamento após a traição do que fazer de conta que nada aconteceu. “Um episódio de traição causa uma crise, que oferece a possibilidade de repensar os erros e conversar sobre questões mal resolvidas”, diz. Ignorar o fato transforma a infidelidade em um fantasma que pode ressurgir a qualquer momento. De acordo com a psicóloga Angélica Amigo, é comum perdoarmos uma traição, mas isso nem sempre significa que conseguiremos lidar com a frustração. “O rancor vira um processo de vitimização em que o papel de sofredor, incompreendido e infeliz se torna cômodo, impedindo qualquer um de seguir em frente”, explica. Para saber se você tem tendência a se vitimizar, faça o teste.
5. Filtre as opiniões dos amigos 6. Fuja do efeito chiclete 
Desabafar as dores faz bem, é claro. Porém, tudo aquilo que foi dito assim que a infidelidade foi descoberta pode ser usada contra você agora. Alguns amigos sentem as mágoas das pessoas queridas como se fossem delas. Para a psicóloga Eliete Matielo, diretora da agência de relacionamentos Eclipse Love, depois que o pior já passou e o relacionamento voltou a caminhar às mil maravilhas, é importante não dar ouvidos às opiniões negativas sobre o que houve. “Lembre-se de que os amigos, além de não terem uma visão isenta sobre o assunto, não sabem o que se passa entre o casal”. Na tentativa de prevenir um novo “acidente”, homens e mulheres passam a vigiar o outro com extrema desconfiança, tomando atitudes que vão desde xeretar redes sociais e emails até bisbilhotar pertences pessoais e seguir o parceiro. Nenhuma dessas medidas, porém, é capaz de impedir uma reincidência. “Quem quer trair arruma tempo, lugar, oportunidade”, diz a psicóloga Maria Claudia Lordello. Ela recomenda que o casal transforme qualquer indício de insegurança em algo positivo, procurando ideias para manter o relacionamento sempre empolgante.
7. Fuja de filmes românticos 8. Preserve-se
Para a psicóloga Eliete Matielo, buscar respostas na ficção para questões da própria vida não é uma boa ideia, principalmente porque algumas produções vendem uma visão totalmente equivocada e pouco prática do que é o amor. “Trata-se de uma fuga”, diz. Fuja de dramas e romances por um bom tempo. Vocês superaram a crise e agora estão vivendo um verdadeiro conto de fadas? Parabéns, mas não precisam compartilhar alegrias e intimidades com o mundo todo para que isso fique bem claro. Guardem as expectativas somente para vocês, isso irá evitar que os conhecidos façam comentários desnecessários.
9. Evite a paranoia 10. Não se baseie em experiências alheias
Segundo a psicóloga Angélica Amigo, o grande problema na vida de um casal não é o acontecimento de um episódio isolado de traição, mas a repetição constante de parceiros que agem assim. Ficar o tempo todo preocupado com uma provável nova pisada na bola só vai desviar a atenção das coisas boas do relacionamento.  Muita gente adora despejar suas frustrações em cima dos outros. Para o bem do seu romance, é bom não levar em consideração histórias alheias –principalmente as que envolvem puladas de cerca reincidentes. Tome decisões com base em seus sentimentos, e não na trajetória de terceiros.
11. Cuide da própria vida 12. Dê um troco light
Em vez de se preocupar em demarcar território a fim de impedir outra pulada de cerca –colocando foto ao lado do amor no perfil do Facebook, por exemplo–, os especialistas em comportamento recomendam investir no trabalho, nos estudos, no círculo de amigos, nos hobbies, na cultura. “Quem tem uma vida própria e cuida bem dela acaba se tornando mais interessante aos olhos do parceiro, pois traz novas experiências à relação”, diz a psicóloga Eliete Matilelo. Em “Avenida Brasil”, quando Noêmia (Camila Morgado) descobriu que seu marido Cadinho (Alexandre Borges) tinha uma amante, foi poderosa para a balada e dançou de forma insinuante para um garotão -e disse ainda que, a partir daí, se sentiria livre para extravasar seus desejos. “Querer se vingar não adianta. O que funciona é se reconhecer como objeto de desejo e fazer o outro perceber isso”, afirma a psicóloga Maria Claudia Lordello.
13. Aposte em mudanças 14. Transforme a novidade em “rotina”
Investir nas mudanças no período pós-traição é mais do que certeiro. Vale desde trocar os móveis de lugar na casa até renovar o visual e fazer uma viagem romântica para um destino paradisíaco. “Essas novidades permitem que o casal se redescubra”, diz a psicóloga Maria Claudia Lordello, mas ela alerta, “um passeio diferente não é capaz de operar milagres, são as atitudes que precisam mudar, senão fica difícil resgatar as coisas bacanas do início do relacionamento.” Para a psicóloga Maria Claudia Lordello, as mudanças de comportamento do casal não devem se restringir somente às tentativas de colocar a relação em ordem, mas devem se tornar constantes. É claro que nem todo mundo tem condições de bancar um jantar cinco estrelas por fim de semana e fazer viagens todo mês, mas é possível investir em gestos de carinho e pequenas surpresas, porém significativas.
15. Não use o sexo como arma 16. Tenha autenticidade
É importante não transformar a sexualidade em moeda de troca. É óbvio que uma traição envolve sexo, mas nem sempre esse é o motivo principal. Questões como falta de atenção e diálogo ou a rotina, por exemplo, levam homens e mulheres a tentar, equivocadamente, resolver os problemas nos braços de outras pessoas. Por isso, se um casal resolveu continuar mesmo depois da infidelidade, investir todas as fichas na cama –usando acessórios eróticos ou rompendo tabus, por exemplo– pode ser uma experiência frustrada se os problemas forem outros. A dica vale para os dois: quem traiu e quem foi traído. Na ânsia de fazer a relação dar certo, muitas pessoas mudam de comportamento de forma drástica a fim de mostrar que agora estão de fato comprometidas com o romance ou que a crise as transformou. Assim, quem é extrovertido se fecha, quem curte roupas sexy passa a se vestir de modo recatado, quem adora balada se tranca em casa. Tais atitudes não garantem a felicidade e ainda podem provocar o efeito contrário, causando insegurança e desconfiança.
17. Diga adeus ao excesso de fofura 18. Dispense os joguinhos
Adotar uma postura permissiva demais com medo de parecer castrador (no caso de quem foi traído) pode funcionar, mas por pouquíssimo tempo. Em vez de apostar na condescendência, mais vale conversar sobre o que querem e o que de fato esperam da relação. Insinuações, frases de duplo sentido, ironias, ciúmes… Uma relação, para dar certo, precisa ser sustentada por maturidade e confiança, e não por joguinhos inúteis que só geram mais dor e sofrimento. E ainda há o risco de virar um relacionamento do tipo ioiô.
19. Invista na autoestima 20. Acredite no amor
Para que a traição não destrua uma relação, é preciso que a pessoa que sofreu o golpe seja capaz de reestruturar sua autoconfiança, além de confiar em si mesma e em seus valores. “Sem conseguir gostar de si e se perdoar, será impossível viver um romance feliz”, diz a psicóloga Angélica Amigo.

 

 

por Davi Lambertine do Uol

Uma experiência ruim, ainda que superada, não deve servir de parâmetro para decisões. O sofrimento pode ser inevitável, mas não permanente. Quem mantém um relacionamento calcado em desconfiança, sem esperanças de que ele dê certo, só pode mesmo condená-lo ao fracasso.

 

 

 

 

Aprenda a fazer bolo de Laranja com cachaça

Foto: Galeria Experi?nciaIngredientes

Para o bolo:

150 g manteiga
2 xícara (chá) de açúcar
3 laranjas
1 xícara (chá) de leite
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colh (sopa) de fermento em pó
1 ovo
1/2 xícara (chá) de cachaça

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Para a calda de laranja com cachaça:

7 laranjas
1 e 1/2 xícaras (chá) de açúcar
1/2 xícara (chá) de cachaça

Modo de preparo

O bolo:

1. Extrair o suco de 1 laranja e levar ao fogo com a cachaça e metade (1 xícara) de açúcar, até dissolver o açúcar e obter uma calda leve. Reservar.
2. Derreter 50 g (1/3 do total) da manteiga e bater no liquidificador com o leite e 2 laranjas descascadas, sem sementes, cortadas em pedaços pequenos.
3. Bater, na batedeira, o restante do açúcar (1 xícara) e da manteiga (100 g)  até a mistura ficar bem cremosa. Acrescentar, na sequência indicada e um ingrediente de cada vez para que fique totalmente incorporado, o ovo, a farinha e o fermento.
4. Fora da batedeira, acrescentar à massa, aos poucos, a mistura de laranja, incorporando com uma colher até obter uma massa densa.
5. Passar para um forma untada e enfarinhada e assar por 15 a 20 minutos em forno pré-aquecido a 180º C.

A calda:

1. Extrair o suco de 6 laranjas, descascar a outra, tirar as sementes e cortar em pedaços pequenos.
2. Levar o suco e o açúcar ao fogo médio e deixar engrossar.
3. Acrescentar os pedaços de laranja e continuar cozinhando até que os pedaços de laranja estejam macios encharcados de calda.
4. Retirar do fogo e acrescentar a cachaça com a calda ainda quente.

Montagem e finalização:

1. Desenformar o bolo ainda morno e, sobre ele, acrescentar a calda, ainda quente também.
2. Servir morno ou frio, com sorvete de chocolate amargo.

 

Fonte: Basílico

Aprenda a cuidar da pele oleosa e a controlar o brilho no rosto

A oleosidade da pele é uma das grandes queixas das mulheres – 56% das brasileiras têm pele oleosa, segundo pesquisa feita pela Johnson & Johnson. O clima quente e úmido que prevalece na maior parte do país é um dos responsáveis por mais da metade da população feminina reclamar de oleosidade e o consequente brilho no rosto. Mas alguns cuidados e artimanhas podem manter a pele sequinha durante o ano todo.

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56% das brasileiras têm pele oleosa e se preocupam com a aparência brilhante do rosto. O problema tem solução, veja as dicas de especialistas

 

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Todos os tipos de pele precisam de limpeza, mas para quem tem a pele oleosa, é fundamental. Mas nada de esfregar a pele com sabão até que ela resseque. “Se a higienização remover toda a oleosidade natural que serve como proteção da pele, o organismo irá produzir mais e mais óleo” explica a farmacêutica Mika Yamaguchi. Ou seja: a pele pode ficar ainda mais oleosa se tentarmos ressecar demais. A solução é, então, escolher um sabonete ou espuma de limpeza que seja adequado para pele oleosas, e limpar logo ao acordar, antes de dormir e antes da maquiagem.

Outro problema comum para quem tem pele oleosa é a maquiagem, que não dura intacta por muito tempo. Escolher os produtos certos, no entanto, podem prolongar a vida útil do look. Antes de comprar uma base, por exemplo, é bom examinar o rótulo. Fórmulas sem óleo (ou, em inglês, oil free), são as mais indicadas. E preparar a pele também ajuda. “Primers e BB creams são muito recomendados sozinhos, ou antes da base, pois podem ajudar a manter o aspecto sequinho por mais tempo”, explica a maquiadora Renata Rubiniak. Para retoques durante o dia, existem lencinhos de papel próprios para absorver a oleosidade, assim como pós e cosméticos de controle do brilho.

Embora possa parecer trabalhoso e caro cuidar da pele oleosa, há produtos para todos os bolsos e estilos de vida. Sabonetes e tônicos faciais com enxofre ou ácido salicílico na fórmula, por exemplo, são facilmente encontrados em farmácias e trazem benefícios nítidos na contenção do óleo. Procure os produtos feitos especificamente para pele oleosa – segundo a dermatologista Márcia Linhares, o uso de produtos incorretos para o tipo de pele é um dos maiores erros das brasileiras e pode agravar a situação.

A sabedoria popular costuma dizer que o sol e cosméticos com álcool ajudam a secar a pele, mas é mito. O álcool e o sol ressecam a pele, sim, mas causam o mesmo “efeito rebote” da limpeza exagerada, ou seja, a pele acaba por produz ainda mais óleo.

Além de usar produtos adequados para a pele oleosa, outras medidas ajudam a diminuir o brilho da pele. A alimentação, por exemplo, pode influenciar muito na produção de óleo da pele. Frituras, chocolate e todo tipo de alimento rico em gordura podem aumentar a oleosidade. Por outro lado, uma alimentação balanceada e saudável diminui o aspecto brilhante da cútis.

Apoiar as mãos ou passar os dedos no rosto com frequência é outro hábito que tende a aumentar a concentração de sebo e traz muita sujeira à face, o que pode estimular o surgimento de espinhas. Os cabelos também influenciam na quantidade de óleo: mexer muito com as mãos nos fios e usar o cabelo no rosto – como em cortes com franja – são duas coisas a ser evitadas por quem tem a pele oleosa. O contato com os fios deixa a pele ainda mais gordurosa.

Vale ressaltar que a pele oleosa não é necessariamente uma pele hidratada. Por isso, quem tem este tipo de pele deve usar hidratante no dia a dia. Porém, em vez de creme, prefira usar gel ou sérum hidratante. Um dermatologista pode ajudar a encontrar o hidratante ideal e também ajudar em casos mais extremos de oleosidade. Medicamentos via oral podem trazer muitos benefícios em médio e longo prazo. Neste caso, sempre se trate com acompanhamento médico.

 

iG