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Adolescente é apreendida suspeita de participar da morte de três ex-namorados, em Belém, PB

Uma adolescente, de 17 anos, foi apreendida suspeita de participar dos homicídios de três ex-namorados, em Belém, no Agreste da Paraíba. Já os crimes aconteceram nas cidades de Caiçara e Logradouro, também no Agreste do estado, em 2018, quando as vítimas mantinham relacionamentos amorosos com ela.

Segundo a Polícia Civil, ela não teria matado os homens, mas facilitado a morte deles por causa de disputas pelo comando do tráfico de drogas nos dois municípios.

A garota foi apreendida por ato infracional semelhante ao crime de homicídio e encaminhada para uma casa de ressocialização, localizada em João Pessoa. Ela deve permanecer no local, inicialmente, por 15 dias.

G1

 

‘Parecia que eu era ladrão’: clientes se unem e compram mercadoria de ambulante que seria apreendida

Policiais militares, guardas civis e fiscais da prefeitura cercam um homem de avental branco que carregava uma caixa de isopor cheia de sucos e salgados em Montes Claros (MG). Os agentes anunciaram que o ambulante estava vendendo produtos sem autorização em uma praça no centro da cidade e que tudo seria apreendido.

Foto: BBCBrasil.com

Inconformadas com a situação, dezenas de pessoas se uniram para inibir a ação dos fiscais e policiais. O grupo passou a segui-los, insistindo para que não punissem o ambulante, aos gritos de “deixem ele trabalhar”.

A cena foi registrada na tarde da última quarta-feira e viralizou nas redes sociais.

Ao ver que os fiscais estavam prestes a carregar toda a mercadoria, um homem de camiseta vermelha os ignora e estende a mão com uma nota de R$ 2. Ele diz que vai comprar uma garrafa de suco, sem se importar com a presença dos policiais.

A ação desencadeia uma reação em cadeia nas pessoas ao redor, que também passaram a tirar notas do bolso e entregar para o ambulante. Chorando, Leonardo Ferreira Soares, de 44 anos, juntava as notas amassadas em suas mãos e, em poucos minutos, todo o material que seria apreendido foi distribuído entre as pessoas.

“Juntou umas 30 pessoas em volta de mim. Algumas só queriam me ajudar. Teve gente que me deu nota de R$ 10 e nem pegou nada. Eu fiquei chorando de emoção e também passei a distribuir os sucos e salgados para quem não tinha me dado nada”, disse Soares em entrevista à BBC Brasil .

Um dos vídeos publicados no Facebook sobre o caso já foi compartilhado mais de 125 mil vezes e visto mais de 3 milhões. Uma das imagens que circulam na internet foi feita pela atendente Andreia Aparecida Santos quando voltava do trabalho.

“Sempre vejo ele ali com suas vendas. Foi muito triste e revoltante ver uma coisa dessas. Eu só não comprei nada porque estava sem dinheiro, senão teria ajudado também”, disse à BBC Brasil .

Durante a ação, os guardas municipais tentaram levar não só a caixa de isopor e bandejas cheias de salgados fritos, mas também o carrinho de ferro que o vendedor usa para transportar os produtos. Com uma das pernas quebrada em dois lugares (tíbia e tornozelo), o ambulante diz caminhar uma hora de sua casa até a praça todos os dias.

“O que fizeram comigo foi desumano. Parecia que eu era um ladrão. Eu fiquei só chorando. Eu não ia brigar com eles, não sou de briga. O que mais me incomoda é que para tirar o lixo da praça, não aparece ninguém, mas para tirar um trabalhador veio uma multidão”, disse Soares.

Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Montes Claros informou por telefone que a operação foi legítima, com a intenção de coibir a venda “desenfreada de produtos irregulares”. “A ação foi feita em conjunto com a Polícia Militar, Receita Federal e Estadual. Não teve nada de irregular”, disse um assessor.

A reportagem perguntou por e-mail à prefeitura qual a frequência e quantidade de produtos apreendidos na região, mas não recebeu nenhuma resposta.

Soares conta que vende os produtos há quatro anos no mesmo ponto e que esta foi a primeira vez que tentaram levar as mercadorias.

“Todo dia acordo cedo para fritar tudo e distribuir em padarias e pequenos comércios. Por volta das 13h, eu saio de casa com o carrinho lotado. Ando uma hora e meia com pelo menos 60 kg para economizar a passagem de ônibus e eles querem tomar tudo. Por que tratam um trabalhador assim?”, disse o vendedor ambulante.

Sem gás de cozinha e dívida de R$ 20 mil

Desempregado há quatro anos, Leonardo Soares diz que o trabalho como ambulante foi a única alternativa que encontrou para conseguir sustentar ele e a esposa e pagar o aluguel de R$ 350 da casa onde vivem.

Ele disse que sua intenção era conseguir pelo menos R$ 100 para comprar o gás de cozinha para sua casa, que tinha acabado.

“Eu trabalhava como vendedor na zona sul de São Paulo e me mudei para cá depois que me desentendi com meu irmão. Até tentei montar uma lanchonete em Montes Claros, mas não deu certo e ainda fiquei com uma dívida de quase R$ 20 mil, que não consegui pagar até hoje”, conta ele.

Soares conta que vende sucos de acerola, laranja, umbu e siriguela, além de pastéis e bolinhos de mandioca recheados de carne, frango e bacalhau. Na casa dele, porém, não é sempre que tem carne.

“Eu já comi arroz puro porque não tinha mais nada. Numa situação dessas e ainda queriam apreender até meu carrinho, meu instrumento de trabalho. Minha vontade era apenas trabalhar para poder ter água e luz na minha casa. Se eu tivesse um emprego registrado, seria muito melhor do que ter de passar por isso”, afirmou.

Soares conta que até mesmo o ex-prefeito comprava seus sucos, comprava e ainda distribuia. Mas afirma que as ameaças dos fiscais municipais são constantes.

“Eles sempre dizem que vão pegar minhas mercadorias. Esse é um dos motivos que me fazem pensar se eu volto a trabalhar. Hoje, eu sentei na cama e fiquei chorando porque não sei o que fazer. Tenho medo de voltar lá e passar esse constrangimento de novo”, diz Soares.

“Eu não trabalho como ambulante por opção. Eu trabalho porque não tenho o que fazer. Com certeza, trocaria por qualquer outro emprego”.

BBC BRASIL

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Adolescente é apreendida tentando entrar na cadeia de Belém com droga dentro de biscoitos recheados

Policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) foram informados pelo diretor da cadeira de Belém que uma adolescente de 17 anos de idade teria tentado entrar no local com biscoitos recheados contendo uma substância semelhante à maconha.

O fato aconteceu na tarde deste domingo (11), durante o horário de visita e a revista pessoal que é feita na entrada da cadeia. A adolescente informou aos policiais que a droga seria entregue ao seu esposo, que se encontra preso no local.

A guarnição comandada pelo Sgt Dinarte apreendeu e conduziu a adolescente, com a presença do Conselho Tutelar, para a Delegacia de Polícia Civil, onde ela responderá por ato infracional equiparado à posse de droga.

Ascom 4º BPM

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Moto com restrições de roubo e furto e placa de Bananeiras é apreendida em Juripiranga-PB

moto1A polícia Militar da Paraíba apreendeu mais uma arma de fogo e recupera mais um veículo roubado entre Juripiranga-Itabaiana.

Por volta das 17h30min da sexta-feira (31), durante a Operação Saturação, a Guarnição do Oficial CPU do 8 BPM fizeram uma abordagem a dois indivíduos em uma motocicleta, na PB 408 ( Itabaiana-Juripiranga), foi constatado que a referida motocicleta de placa MOR 8034, Bananeiras-PB possuía queixa de Roubo/Furto.

motoAinda em diligências seguiram a fim de identificar os possíveis fornecedores deste veículo. Na residência de um deles foi encontrado uma espingarda de fabricação artesanal.

Os envolvidos foram conduzidos a DP de Itabaiana para os procedimentos cabíveis.

Assessoria Do 8ºBPM

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Estagiária da Caixa é apreendida com 62 cartões do Bolsa Família

bolsafamiliaUma estagiária da Caixa Econômica Federal (CEF) foi apreendida por suspeita de desviar dinheiro do Bolsa Família e de funcionários do banco, em Bezerros, no Agreste de Pernambuco. Segundo investigações da Polícia Federal, a jovem transferia o dinheiro dos cartões para a conta de um primo.

Com a adolescente, foram encontrados comprovantes de saques, 62 cartões do Bolsa Família e 12 cartões de contas de clientes. A estagiária e o primo de 18 anos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal de Caruaru, que investiga o caso.
De acordo com o delegado Humberto Pimentel, a fraude foi descoberta após funcionários desconfiarem de saques nas contas da estagiária e do primo dela.

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“Os funcionários os viram tirando dinheiro. Um dos valores transferido foi de R$ 25 mil. A quantia total do esquema ainda não foi confirmada pela Caixa, que deve realizar um levamentamento do dinheiro roubado”, explicou.

A adolescente foi ouvida e liberada. Ela deverá prestar novo depoimento ainda esta semana. O primo continua preso e ficará à disposição da Justiça.

180 Graus

Carga irregular de medicamentos é apreendida em Campina Grande

carga-apreendidaUm carregamento irregular de medicamentos foi apreendido em Campina Grande nesta terça-feira (9). Os medicamentos estavam em dois caminhões e de acordo com o fisco estadual a carga foi apreendida por sonegação. Os dois caminhões levavam medicamentos de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa, para Campina Grande, de onde seriam distribuídos para outras cidades do interior do estado e para o estado do Pernambuco.

A fiscalização apreendeu o carregamento quando os dois caminhões estavam em um galpão irregular, no bairro do Catolé, já descarregando os produtos. De acordo com o Fisco Estadual, a sonegação de impostos constatada na mercadoria que estava nos dois caminhões e também no galpão, pode chegar a R$ 500 mil.

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“A irregularidade da carga é porque estava em depósito não adequado para o Fisco, no caso estava sem inscrição estadual e toda mercadoria que foi apreendida no local está sendo averiguada pelos auditores, para a cobrança devida dos impostos”, disse Rilmar Fernandes, supervisor da 3ª Região do Fisco.

Sonegação de impostos é crime e pode gerar de seis meses a dois anos de prisão. A multa estabelecida varia entre duas a cinco vezes o valor do tributo.

G1

Polícia recolhe 52 kg de crack e maconha; droga apreendida em 2014 já supera os 384 kg de 2013

Droga apreendida
Droga apreendida

Oito pessoas que agiam em quadrilhas foram detidas entre a sexta-feira (2) e o domingo (4), na Grande João Pessoa. Sete delas são adultas e um é adolescente. Segundo a polícia, o grupo portava 52 kg de drogas.

Ainda conforme a Polícia Civil, uma pessoa detida comandava a distribuição das drogas e as quadrilhas a partir do Complexo Penitenciário Romeu Gonçalves de Abrantes, conhecido como PB1, na Capital.

Através de uma entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (5), a Delegacia de Repressão ao Entorpecente, em João Pessoa, apresentou o grupo e a droga apreendida. Ao todo, foram 25 kg de maconha e 27 kg de crack.

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Foi divulgado ainda que só nos primeiros quatro meses de 2014 já foram apreendidos 385 kg de drogas na Grande João Pessoa, número maior que os 384 kg recolhidos em todo o ano de 2013.

Assista à matéria exibida na TV Correio HD.

 

 

portal correio

Estado pagará até R$ 1.500 em bônus por arma apreendida por policiais civis e militares

Os policiais civis e militares da Paraíba poderão receber de R$ 300 a R$ 1.500 de bônus por cada arma de fogo apreendida por eles. A regulamentação da Lei estadual 9.708 foi publicada em decreto no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (12). A bonificação varia conforme o potencial lesivo da arma de fogo e as circunstâncias da apreensão. O valor do benefício será acrescido na folha de pagamento do policial responsável pela apreensão.

Conforme definido no decreto publicado nesta terça no DOE, o bônus pecuniário será pago por arma de fogo apreendida, dividindo-se o valor em partes iguais entre os componentes da equipe, patrulha ou guarnição que efetuar a apreensão da arma. Caso a apreensão aconteça por policial que trabalhe isolado, o bônus lhe será pago individualmente. Já se o policial estiver afastado do exercício regular de suas funções, ele fica impedido de concorrer ao benefício.

As armas de fogo só deverão permanecer em poder do responsável pela apreensão o tempo indispensável para a lavratura do Boletim ou Relatório de Ocorrência Policial e ao deslocamento até a competente Unidade de Polícia Judiciária para entregar o objeto apreendido.

Classificação das armas – A Lei estadual leva em consideração o que define a Regulamentação para Fiscalização de Produtos Controlados, do decreto federal de número 3.665 – que indica que armas, munições, acessórios e equipamentos são classificados como sendo de uso restrito e de uso permitido.

Conforme o decreto estadual, a bonificação mais baixa, no valor de R$ 300, é voltada para armas de fogo classificadas no inciso I do Artigo 17, da Regulamentação Federal. Nele, estão armas de fogo curtas, de repetição ou semiautomáticas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia de até 300 libras-pé ou 407 Joules, como por exemplo, os calibres 22 LR, 25 Auto, 32 Auto, 32 S&W e 38 SPL. A lei estadual, no entanto, não inclui neste bônus as pistolas de calibre 380 – que já são classificadas na bonificação de R$ 500.

Além das pistolas, estão tabeladas no bônus de R$ 500 todas as armas de uso permitido inseridas nos incisos II e III do artigo 17 do Decreto Federal. Entre elas, constam as armas de fogo longas raiadas, de repetição ou semiautomáticas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia de até mil libras-pé ou 1.355 Joules, como por exemplo, os calibres 22 LR, 32-20, 38-40 e 44-40. Ainda se inserem as armas de fogo de alma lisa, de repetição ou semiautomáticas, calibre 12 ou inferior, com comprimento de cano igual ou maior do que 24 polegadas ou 610 milímetros, bem como as de menor calibre, com qualquer comprimento de cano.

Uso restrito – Já as armas de uso restrito são as que rendem as maiores bonificações. Tabeladas em bônus de R$ 700 estão: armas, munições, acessórios e equipamentos que possuam características que só as tornem aptas para emprego militar ou policial; armas de fogo de alma lisa de calibre 12 ou maior com comprimento de cano menor que 24 polegadas ou 610 milímetros; armas de fogo de alma lisa de calibre superior ao 12 e suas munições; e armas de fogo dissimuladas, conceituadas como tais os dispositivos com aparência de objetos inofensivos, mas que escondem uma arma, tais como bengalas-pistola, canetas-revólver e semelhantes.

Os policiais receberão bônus de R$ 1.500 quando apreenderem armas de uso restrito constantes no inciso IV e V do Artigo 16 da Regulamentação Federal, a exemplo de fuzis semi e automáticos, como AR-15, M16, AK47 e similares, além de metralhadoras e artefatos explosivos de uso das Forças Armadas. Nas hipóteses de armas apreendidas durante blitz realizada em motocicletas, táxis ou ônibus, o bônus será acrescido de 30%, não podendo exceder a bonificação atribuída a cada apreensão o valor total de R$ 1.500.

A Lei – O governador Ricardo Coutinho assinou a sanção da lei estadual que institui a bonificação de policiais civis e militares por armas de fogo apreendidas na manhã do último dia 25 de maio, durante solenidade de lançamento do movimento Paraíba Unida pela Paz, realizada no bairro de Mandacaru, em João Pessoa. Do começo do ano até aquela data, a Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds) havia registrado a apreensão de 1.117 armas.

Na ocasião, Ricardo destacou que é fundamental que o Estado e a sociedade atuem retirando armas de circulação. “Assinei a lei para premiar policiais. Não que eles precisem disso para fazer seu dever. Mas é que queremos pactuações, para estabelecer metas e, através delas, melhorarmos cada vez mais nossos serviços. É importante que a gente reconheça as melhorias que são feitas pelos trabalhadores e dê a eles um retorno”, disse.

Secom PB