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População da Paraíba tem 518 mil analfabetos, aponta estudo do IBGE

Educação de Jovens e Adultos tem ajudado a mudar o cenário do analfabetismo na Paraíba (Foto: Secom-JP/Divulgação)

Mais de 518 mil paraibanos com 15 anos ou mais são analfabetos na Paraíba. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (18) na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua sobre a Educação feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) . De acordo com o estudo, a taxa de analfabetismo registrada na Paraíba é de 16,5%.

O dado mostra que houve um crescimento aproximado de 13 mil novos analfabetos no grupo pesquisado de 2016 para 2017, provocando o aumento percentual de 16,3% para 16,5% do total da taxa de analbetismo. O problema é ainda maior quando é feita a divisão por cor ou raça.

A Pnad da Educação mostra que do total da população pariabana analfabeta com 15 anos ou mais, 388 mil são somente de pretos ou pardos. Em dados percentuais, cerca de 75% do analfabetos da Paraíba são negros. A taxa de analfabetismo entre pretos ou pardos é 18,2% enquanto entre brancos é de 13%, uma menor inclusive que a geral registrada no estado.

Percentual da população analfabeta por cor ou raça na Paraíba
Índice do IBGE revela que maior parte da população analfabeta é negra.
Dados de João Pessoa

A Pnad Educação de 2017 também apontou que João Pessoa tem 37 mil pessoas que não sabiam ler ou escrever. A taxa de analfabetismo da capital paraibana é 5,7%. A discrepância na formação educacional entre na divisão por cor ou raça é uma constante também em João Pessoa. Enquanto a taxa de analfabetismo entre brancos é de 3,5% em João Pessoa, entre pretos ou pardos é 6,8%, superior ao da cidade.

Nacional e regional

A taxa de analfabetismo na Paraíba encontrada em 2017 é o dobro da registrada no Brasil e um pouco maior do que a média do Nordeste, que por sua vez, é a região do pais com a maior taxa de pessoas que não sabem ler ou escrever. Enquanto na Paraíba foi de 16,5%, a média de analfabetismo brasileira encontrada pelo IBGE foi de 7% e a média nordestina foi 14,5%.

G1

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Crianças são intoxicadas por veneno e mãe aponta pai delas como suspeito, na PB

(Foto: Maurício Melo/G1)

Três crianças foram internadas no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, na noite desse domingo (22), vítimas de intoxicação por veneno de lagarta. Elas são da cidade de Livramento, Cariri paraibano, a 243 km de João Pessoa.

Segundo a assessoria de comunicação do hospital, com base no relato da mãe, o pai das crianças seria o responsável pela intoxicação. Ela contou que o homem teria espalhado veneno em um pano e, em seguida, colocado o tecido na cabeça das crianças – duas meninas e um menino, que têm três, seis e sete anos de idade.

A mãe das crianças também informou que o homem tentou agredir funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que atuaram no socorro às vítimas.

Ainda conforme a assessoria do hospital, as crianças estão internadas na ala de observação infantil, com quadro clínico estável.

Em contato com o Portal Correio, o delegado de Livramento, Ariosvaldo Adelino, disse que a Polícia Civil ainda não foi acionada sobre o caso. “Estamos aguardando o comunicado para iniciar o processo de investigação e procura por esse homem que está sendo apontado como suspeito”, informou.

Portal Correio

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Financial Times aponta o Brasil como paciente em estado terminal

financialtimes1Para o jornal britânico Financial Times, a economia do Brasil virou uma “bagunça”, o sistema político brasileiro apodreceu e a eventual saída da presidente Dilma “só resultaria num político medíocre substituído por outro”. As críticas foram feitas em editorial publicado pelo jornal nesse domingo (13) intitulado “A terrível queda do Brasil do êxtase econômico”. “Se o Brasil fosse um paciente, os médicos o diagnosticariam como em estado terminal. Os rins não funcionam mais, e o coração vai parar em breve”, afirma o texto, atribuindo a comparação a um senador petista que pediu para não ser identificado.

De acordo com o editorial, o Brasil enfrenta o “começo de um estresse econômico extremo”, marcado pelo encolhimento da economia em 3% este ano e 2% em 2016. A publicação destaca que as finanças públicas “estão em desordem”, que o endividamento público voltou a crescer e que o país teve sua nota de crédito rebaixada pela agência Standard & Poor’s na semana passada.

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Segundo o jornal, o rebaixamento não foi provocado exatamente pela crise na economia brasileira, mas pelo agravamento da crise política. “Dilma Rousseff, a presidente, não é amada por seu próprio partido, e sofre forte rejeição: ela é o presidente mais impopular da história do Brasil. Por isso, é quase impossível para ela responder adequadamente aos problemas econômicos. Especialmente com o Congresso mais preocupado em salvar a própria pele de uma investigação de corrupção que desviou US$ 2 bilhões da estatal de petróleo, a Petrobras.”

A eventual saída de Dilma, no entanto, não resolveria a crise, avalia o Financial Times, ao apontar a mediocridade como característica que une a presidente e sua linha sucessória, composta pelo vice-presidente Michel Temer e pelos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

De acordo com o jornal britânico, a solução passa por uma ampla renovação política no país, o que dificilmente ocorrerá antes de 2018, ano das próximas eleições gerais. Para o Financial Times, a situação do país ainda pode piorar. “Se outra agência de rating seguir a decisão da S&P, muitos investidores estrangeiros terão de vender suas aplicações no Brasil, tornando as coisas piores”.

Apesar das críticas, o jornal se posiciona contra um eventual afastamento de Dilma da Presidência. “A impopularidade de Rousseff é razão insuficiente para tirá-la do cargo: se fosse suficiente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que estabeleceu as bases da estabilidade econômica desperdiçada agora pelo Brasil, não teria durado em seu segundo mandato”, ressalta.

O editorial também defende a permanência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, elogiado por tentar cortar o inchaço no setor público brasileiro. O problema, observa o jornal, é que Levy “tem sido minado por outros que acreditam erroneamente que o Brasil pode voltar a gastar para escapar de seus problemas”. Para a publicação britânica, a saída de Levy, cogitada nas últimas semanas nos bastidores, terá efeito nocivo para o Brasil. “Os investidores adotarão uma visão sombria da capacidade do governo de endireitar as contas públicas.”

Congresso em Foco

CGU aponta desvios e uso indevido de recursos no Ministério da Pesca

dinheiroA Controladoria-Geral da União (CGU) divulgou nesta quarta-feira (9) relatório de auditoria realizada em 2014 que aponta uma série de irregularidades no Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). A auditoria foi realizada durante a gestão do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) à frente da pasta. O atual ministro é Helder Barbalho, do PMDB.

Entre os problemas encontrados pela CGU estão a divulgação de dados falsos sobre a produção pesqueira e aquícola nacional, pagamentos indevidos a servidores e direcionamento na contratação de empresa responsável pela locação de veículos ao ministério.

De acordo com o documento, a pasta encaminhou dados falsos para entidades internacionais, como a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e a Comissão Internacional para Conservação do Atum Atlântico (ICCAT). Os números, segundo o relatório, foram divulgados mesmo com manifestação contrária da área técnica do ministério sobre a confiabilidade dos dados.

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Além disso, a CGU encontrou casos de pagamentos indevidos a servidores sem que houvesse a comprovação de prestação dos serviços. Também foram encontrados casos de conflito de interesses na seleção de funcionários terceirizados de empresas contratadas.

A Controladoria-Geral também constatou o “direcionamento na contratação de empresa responsável pela locação de veículos ao ministério; inclusão de cláusulas antieconômicas em licitação; pagamentos sem comprovação da prestação de serviços; falhas na condução de processos licitatórios e no aditamento de contratos; desclassificação de empresa licitante sem amparo normativo e falhas na fiscalização dos contratos.”

O Ministério da Pesca publicou nota em seu site oficial na qual afirma que “em menos de nove meses à frente do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), a administração de Helder Barbalho conseguiu sanar os problemas apontados pela auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU)”.

De acordo com o próprio relatório da CGU, o ministério criou uma comissão de sindicância investigativa e abertura de processos para apuração de responsabilidade, além de ter elaborado estudos técnicos para apurar a real necessidade de serviços de locação de veículos.

A auditoria foi encaminhada para o Tribunal de Contas da união (TCU) e à Corregedoria-Geral da União, área da CGU responsável pela responsabilização de servidores e aplicação das devidas penalidades.

G1

 

63% apoiam abertura de processo de impeachment contra presidente Dilma, aponta Datafolha

dilma-rousseffPesquisa feita pelo Instituto Datafolha aponta que 63% dos brasileiros apoiam a abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.  De acordo com reportagem publicada neste sábado (11) pelo site do jornal “Folha de S.Paulo”, os entrevistados disseram apoiar o processo de impeachment considerando tudo o que se sabe até agora a respeito da Operação Lava Jato.

A pesquisa Datafolha foi feita entre os dias 9 e 10 de abril com 2.834 entrevistas em 171 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

De acordo com a pesquisa, 37% dos que defendem a abertura do processo sabem que, caso o processo leve à cassação do mandato de Dilma, o cargo de presidente ficaria com o vice. Desse grupo, metade acertou o nome do atual vice-presidente quando foi solicitado que o mencionasse, segundo informou a reportagem.

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De acordo com o levantamento, para 57% da população, Dilma sabia da corrupção na estatal e deixou acontecer. Outros 26% opinaram que ela sabia do esquema, mas nada poderia fazer nada para impedir que ocorresse.

A pesquisa também aponta que o apoio aos protestos contra a presidente é de 75%. O valor é o mesmo em relação à taxa de eleitores que associam Dilma ao escândalo de corrupção na Petrobras.

A corrupção foi apontada no ranking de maiores preocupações dos brasileiros por 22% dos entrevistados. Já a saúde foi apontada por 23%.

Segundo o Datafolha, ao simular uma nova eleição presidencial caso Dilma fosse cassada, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) alcançaria 33% das intenções de voto contra 29% do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

G1

Alucinógeno pode ser alternativa contra dependência de crack, aponta estudo

alucinogenoUma mulher afirma ter revivido todas as overdoses que teve na vida, um homem diz ter visualizado a própria morte, outras pessoas relatam reviver traumas de infância esquecidos. Esses são depoimentos de pacientes com problema de dependência química, que experimentaram ibogaína. A maioria descreve a experiência como assustadora, mas também transformadora. Entre os 75 pacientes com dependência de diferentes drogas, como cocaína, crack e álcool, 55% dos homens e 100% das mulheres ficaram libres do vício por um ano ou mais.

Conduzido pela Unifesp (Universidade Federal de S. Paulo), o estudo inédito fez uso da ibogaína, substância alucinógena, extraída de uma planta africana. A pesquisa chegou a ser noticiada pela Royal Pharmaceutical Society, do Reino Unido e publicada pelo britânico The Journal of Psychopharmacology. Entre 2005 e 2013, os pesquisadores administraram o cloridrato de ibogaína, importado do Canadá, e ministrado em cápsulas. No total, 62% permaneceram abstinentes. “É um resultado extraordinário neste campo”, diz Eduardo Schenberg, doutor em Neurociências (USP), que participou do estudo, juntamente com o psiquiatra Dartiu Xavier. Segundo ele, a maioria dos tratamentos convencionais não chega a 30% de sucesso. “Alguns ficam abaixo dos 10%”, diz.

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Dados mostraram que 72% dos pacientes eram “poliusuários”, ou seja, faziam uso de álcool, cigarros, maconha, cocaína e crack. “Este é um dos pontos mais inovadores, pois revela eficiência e segurança do uso clínico, médico e hospitalar da ibogaína no tratamento de usuários abusivos destas substâncias”, comenta Schemberg.

Parte dos pacientes tomaram ibogaína há mais de dois anos, outros há poucos meses. De acordo com o neurocientista, 25% dos pacientes tomaram ibogaína apenas uma vez, 44% tomaram duas vezes, 19% tomaram 3 vezes e uma parcela muito pequena tomou mais de três vezes.

Os intervalos entre as sessões foram, sempre, de ao menos um mês, sendo frequentemente mais longos que isso. “Dez pacientes procuraram, depois da ibogaína, outros tratamentos psicológicos”, afirma Schemberg.

Depoimento

Um dos pacientes que participou da pesquisa da Unifesp é Felipe Cruz, 31. Usuário de crack desde os 17 anos, ele continuou consumindo a droga até a idade de 25. Durante esse tempo foi internado em clínicas e comunidades terapêuticas 19 vezes. “Não conseguia vencer a fissura do crack”, diz. “Às vezes, eu ficava duas ou três semanas sem usar, mas logo recaía novamente”.

Há seis anos, Felipe usou ibogaína pela primeira vez. “A experiência foi bem intensa”, diz. “Tive visões da minha infância que eu havia esquecido, momentos marcantes da minha vida e até coisas que nunca aconteceram. A visão que mais me impactou foi da minha mãe chorando ao lado do meu caixão”.

Segundo ele, depois de algumas horas da dose, o efeito foi ficando mais fraco. “É quando começa uma fase importante de perguntas e respostas em que vários questionamentos vêm à tona. É quando a pessoa se pergunta: o que estou fazendo da minha vida?”. Hoje, ele coordena um trabalho com dependentes químicos, adolescentes e crianças em uma comunidade terapêutica, no interior de São Paulo.

Clínicas para dependentes

Embora o interesse em investigar os efeitos da ibogaína existisse desde o início da década de 90, o psiquiatra Dartiu Xavier, principal autor do estudo, conta que tomou a decisão ao observar o crescimento no Brasil o uso da substância em tratamentos para dependência em clínicas brasileiras. “Soube de muitas pessoas que estavam utilizando sem critérios científicos, não sabemos dos riscos desse uso”, afirma.

Dezenas de clínicas oferecem o tratamento que, geralmente, dura entre três e sete dias, e pode custar de R$ 3,5 mil a R$ 8 mil. Uma das clínicas ouvidas pela reportagem do UOL, localizada no interior de São Paulo, afirma usar o medicamento importado da África.

Lá, quem aplica a substância é uma dependente química, que se diz curada com a ibogaína. “Após dez internações conheci a ibogaína”, diz Camila Patah. “Fiquei impressionada por não sentir mais vontade de usar e quis trabalhar com isso”. Ela conta que não usa drogas há dois anos e meio. E há seis meses aplica a ibogaína.

Ela garante que é feita um triagem antes do paciente passar pelo tratamento. “Não podem prescrever para pessoas que têm quadro de esquizofrenia e é preciso fazer um eletrocardiograma”, afirma. Segundo ela, 16 pessoas já passaram pelo tratamento com ela.

O que é

Apesar do uso na recuperação de dependentes químicos, a iboga, arbusto conhecido por botânicos como Tabernanthe iboga, cujo principal alcaloide é a ibogaína, é usada secularmente em rituais xamânicos, principalmente no Gabão e em Camarões, na África Central. A planta pertence à categoria dos alucinógenos clássicos, entre eles, o peiote, a ayahuasca e o LSD.

Proibida

No Brasil, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a ibogaína não é proibida nem consta na lista de substâncias controladas, e pode ser importada para uso pessoal. Entretanto, a agência informou por meio de sua assessoria que, como até o momento não há medicamento registrado no país, o uso terapêutico comercial é considerado clandestino e ilegal.

Os pesquisadores são otimistas com o potencial terapêutico da planta africana, mas advertem que os estudos ainda não são conclusivos sobre a extensão dos seus efeitos, e que o uso da ibogaína deve ser feito com supervisão clínica rigorosa. Há registros de mortes no tratamento não-controlado de dependentes com ibogaína na Holanda, França e Suíça. Nos casos estudados no Brasil não foi observado nenhum caso de efeito colateral grave, nem de mortes. Para Eduardo Schenberg, doutor em Neurociências (USP), isso corrobora a importância do tratamento não ser ilegal.

Segundo o pesquisador, a proibição gera más práticas e riscos aos pacientes. “É fundamental que haja apoio médico profissional em ambiente hospitalar, com substância de boa procedência, dosagem conhecida e bem determinada e triagem adequada dos pacientes”, afirma.

Como em qualquer outra prática médica, há contra indicações no uso da ibogaína. A principal é para pacientes com problemas cardíacos. “O eletrocardiograma é um exame que deve ser incluído na triagem de qualquer paciente antes do uso da ibogaína”, afirma o médico.

Schemberg diz que o Brasil pode assumir um papel de liderança no campo das pesquisas de psicodélicos. “O Brasil encontra-se em situação favorável para se tornar líder nesta linha pioneira que pode ajudar muito num problema de grande dimensão”. Ele destaca que atualmente não há tratamento farmacológico para dependência de drogas, em especial para os estimulantes como cocaína e crack. “A ibogaína é uma via que deve ser explorada”, diz. O especialista, que reside em Londres, planeja realizar um ensaio clínico com a substância nos próximos anos.

Uol

 

MP irá monitorar nível de agrotóxico em vegetais vendidos em supermercados e aponta uso de produtos ilegais

glauberto-bezerraO Ministério Público do Estado (MPPB), através da Promotoria do Consumidor, reuniu nesta quinta-feira (16) representantes de quatro órgãos para discutir o combate à utilização irregular de agrotóxicos. Na reunião ficou definida que será feito monitoramento do nível de  agrotóxico utilizados nos vegetais comercializados nos supermercado e mercado de João Pessoa. O MP também aproveitou para denunciar o uso ilegal de agrotóxicos não permitidos.

Segundo o promotor Glauberto Bezerra, os próprio produtores paraibanos já começam a enfrentar dificuldades de comercializar seus produtos em outros estados por causa do uso excessivo de agrotóxicos. Bezerra contou que um produtor de Mamanguape que vendia seus produtos em Recife já não consegue mais entrar naquele mercado.

Nesta quinta foi feita a primeira reunião para traçar estratégicas e os órgãos presentes resolveram chamara outros órgãos como Sudema, Secretaria da Saúde e INCRA.

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A fiscalização – A idéia é que a fiscalização seja mais intensificada e vire um rotina de longo prazo. A ação começou na Empasa e deve se estender para supermercados e mercados públicos a partir de novembro. Futuramente ainda deve avançar para feiras de produtos orgânicos.

As hortaliças passarão por teste de laboratório aferindo o valor do agrotóxico e em caso de verificação de nível irregular serão tomadas as medidas como multas e até a proibição do produto. Os responsáveis pela entrada de agrotóxicos com uso proibido no estado também serão responsabilizados criminalmente.

Na primeira fase da ação proposta pelo MP foram fiscalizados tomates e pimentões, na segunda fase será a vez dos mamões e repolho.

Participaram da reunião no Ministério Público, a Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (Sedap), Luiz Carlos Barros e João Alberto Silva, a diretora-geral da Agência de Vigilância Sanitária do Estado (Agevisa), Glaciane Mendes Roland, a técnica da Agevisa, Djanira Machado, o representante da Receita Estadual, Marcelo Pio Chaves, o presidente da Empasa, João Tavares.

 

Paulo Dantas/João Thiago

Homens têm mais medo de impotência do que de traição ou desemprego, aponta pesquisa

homemO homem brasileiro tem mais medo da impotência sexual (28%) do que ser traído pela mulher (25%), perder o emprego (25%) ou ser assaltado (18%). Isso é o que revela uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (15), Dia Nacional do Homem, pela SBU (Sociedade Brasileira de Urologia). O levantamento ouviu 3.500 homens acima dos 40 anos em sete cidades do País.

No Rio de Janeiro e em Porto Alegre, os resultados foram os mesmos, ou seja, o maior receio deles (56%) é ficar impotente. Já para 18% dos cariocas e gaúchos perder o emprego é o principal temor. Em Brasília, o público masculino respondeu que ter medo da impotência é tão ruim quanto ser traído (28% para cada um). Para os mineiros, ficar desempregado (48%) está à frente do receio da impotência (23%). Em Salvador e Goiânia, a disfunção erétil ficou atrás de ser traído pela mulher. Por fim, os paulistanos revelaram que seu maior medo é ser assaltado (28%), seguido por traição e impotência, que ficaram com o mesmo percentual, 23%.

 

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Para o urologista Carlos Corradi, presidente da SBU, “ainda hoje existe muito preconceito em relação à saúde masculina”.

— Muitas vezes o machismo impede que o homem cuide da sua própria saúde. O homem precisa ter consciência de que exames como o de toque não vão fazer com que ele perca a virilidade.

A pesquisa da SBU também revelou que 51% dos homens não costumam ir ao urologista ou ao cardiologista com regularidade. Entre os problemas de saúde que podem afetar os homens, o câncer é o que mais preocupa, com 20%, seguido por problemas de ereção (16%). O infarto (14%) e o derrame cerebral (10%) também foram citados pelo público masculino.

Diante desse cenário, Corradi alerta que “a chave para o tratamento e cura de muitas doenças é a detecção precoce”.

— Nesse ponto, a participação da mulher é muito importante: 90% dos pacientes vão ao consultório levados pela companheira. Dessa forma, elas têm papel preponderante na prevenção de doenças como o câncer de próstata.

Outro dado da pesquisa mostra que a famosa “barriguinha de chope” não é levada a sério, ou seja, muitos homens não relacionam o tamanho da circunferência abdominal com a saúde. Nesse quesito, 59% não sabem qual a medida ideal da circunferência abdominal para evitar problemas de saúde e 55% dizem desconhecer o tamanho de sua própria cintura.

Segundo o urologista Archimedes Nardozza Júnior, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), “o número ideal deve estar entre 90 e 95 cm e somente 8% dos homens responderam essa alternativa”.

Os resultados também apontam que 83% dos brasileiros não conhecem os sintomas da andropausa, por exemplo, que é a baixa acentuada da testosterona. A queda do hormônio masculino ocorre ao longo dos anos e pode causar a tão temida impotência sexual. Para driblar o problema, muitos especialistas recomendam a reposição hormonal com testosterona, no entanto, 48% dos homens não sabem ou nunca ouviram falar sobre a terapia.

 

Do R7

14 mil políticos são fichas sujas, aponta levantamento do CNJ

Ficha sujaLevantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontou que 14 mil políticos e agentes públicos estão com fichas sujas e não podem disputar as eleições deste ano, em outubro.

Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o advogado Silvio Salata, especialista em Direito Eleitoral da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) afirmou que a lei é um “avanço na legislação brasileira.”

“É evidente que ela (a lei) terá novos efeitos que resultarão, evidentemente, em um aperfeiçoamento da sua aplicação dentro do processo eleitoral, dentro das eleições. Porque realmente é uma lei importante, já que afasta, expurga, aquele que não soube manipular o erário público, causou dano à administração pública”, garantiu na entrevista.

Segundo o levantamento da CNJ, São Paulo é o estado que tem mais políticos enquadrados na lei complementar 135, aproximadamente 3 mil. Para Salata, o número não significa que o estado é o mais corrupto, apenas reflete a grandeza da unidade da federação que tem, sozinha, 35 milhões dos 141 milhões de eleitores do país.

É a segunda vez que a Lei da Ficha Limpa, aprovada em 2010, vai interferir no processo eleitoral nacional. A primeira foi nas eleições municipais de 2012.

 

RBA

Pesquisa aponta que 84% dos eleitores paraibanos não sabem em quem votar para deputado estadual

Pesquisa faltaPesquisa divulgada no Jornal Correio da Paraíba e encomendada ao Instituto Souza Lopes aponta que 84% dos eleitores paraibanos ainda não sabem em quem votar para deputado estadual. Para deputado federal, esse porcentual aumenta para 85,5%.

De acordo com o diretor do Instituto, Buno Souza Lopes o cenário para a disputa para os cargos proporcionais está em aberto e qualquer candidato tem chance de vitória.

Ele observou que o acirramento por uma cadeira na Câmara Federal e na Assembleia Legislativa será maior, caso a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de reduzir as bancadas seja mantida no Supremo Tribunal Federal (STF).

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A pesquisa foi realizada entre os dias 20 e 23 de maio e ouviu 1500 eleitores. O erro amostral é de 2,6 para mais ou para menos e o intervalo de confiança da pesquisa é de 95%.

Ao perguntar em quem o eleitor votaria para deputado estadual 11,6% apontaram algum nome, 4,4% disseram que votariam em branco ou nulo.

Quando indagados sobre a preferência para deputado federal apenas 9,7% apresentaram algum nome. 4,8% disseram que votariam em branco ou anulariam o voto.