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Raio atinge casas e queima aparelhos em Belém, PB

Um raio atingiu pelo menos duas casas, queimou aparelhos eletrônicos, durante as fortes chuvas caídas na tarde deste domingo (01) em Belém, no Agreste paraibano. De acordo com o morador, a descarga elétrica não deixou ninguém ferido.

O morador da Rua Pedro Jacó, explicou que o raio atingiu um prédio que é próximo a sua residência. Ele relatou que no momento da descarga elétrica não havia ninguém em casa.

Dentro da casa, o raio queimou alguns aparelhos eletrônicos, estourou algumas do tomadas, do interior da residência e desligou o registro geral de energia da residência.

Orientação do Corpo de Bombeiros

A orientação do Corpo de Bombeiros é de que ao menor sinal de chuvas, trovoadas ou raios, as pessoas saiam imediatamente de dentro da água e entrem em uma residência ou automóvel. Caso não seja possível, a alternativa é procurar por um local descampado e deitar no chão. Não é recomendável buscar abrigos debaixo de árvores.

O Corpo de Bombeiros ainda informou que caso a pessoa seja atingida pela descarga elétrica, o primeiro procedimento é acionar a emergência pelo número 193.

 

 

Com Portal do Brejo

 

 

Os 10 aparelhos que mais energia gastam mesmo estando desligados

standbyVocê sabia que muitos  eletrônicos, mesmo desligados, podem gastar energia se estiverem conectados à tomada?

Por isso, desconectar o aparelho da corrente elétrica ajuda a economizar dinheiro e proteger o meio ambiente.

Sabemos que o aquecimento global é um problema de grande escala e que deve ser combatido.

No entanto, uso de notebook, carregador de celular e de videogames ligados o dia inteiro na tomada é bastante comum em nossa sociedade, e isso contribui para aumentar o consumo de energia, além de contribuir para as mudanças climáticas do planeta..

Portanto, é um mau costume deixar os aparelhos conectados à tomada.

Sendo assim, a culpa não é apenas dos automóveis e grandes fábricas.

Sem saber, muitos de nós estão desperdiçando energia elétrica, pagando um alto preço por isso.

Saiba quais são os dez aparelhos que mais consomem energia quando estão “apagados”, ou seja, desligados no botão liga/desliga, mas conectados à tomada:

1. Computador

Hoje muita gente prefere o nootebook, mas o computador de mesa ainda é muito usado em escritórios e em alguns casas.

Geralmente, ele fica ligado na tomada o tempo inteiro, durante meses, gastando energia e danificando o aparelho.

Mesmo em ropouso, pode consumir até 21W e, se estiver ligado, aumenta para 80W, o que equivale a quatro lâmpadas fluorescentes ligadas o dia todo.

Ou seja, desligue seu computador quando não estiver usando-o.

2. Videogames

Eles, em funcionamento, podem gastar 23W.

E desligados, porém conectados na tomada, consomem 1W.

Então procure desligar e também desconectar os cabos de eletricidade.

3. Aparelho de som

O aparelho de som consume cerca de 15 watts, mesmo desligado.

Ou seja, se ficar sempre na tomada, ele gastará 20% mais do que se ficasse ligado 1 hora por dia no volume baixo.

Por isso você deve desligá-lo por completo na tomada.

4. Notebook

Usamos no trabalho, em casa, no lazer e ele acaba ficando ligado por muitas horas.

Há quem apenas feche o aparelho, mas isso não resolve.

Um notebook pode consumir mais de 15W quando conectado à tomada, mesmo sem estar em operação.

5. Telefone sem fio

Hoje, com o celular, é cada vez menos usado.

No entanto, ele pode gastar cerca de 3W.

6. Micro-ondas

Este aparelho de cozinha gasta muita energia e, se ficar ligado na tomada, pode consumir mais de 3W.

7. Televisão

Apesar de dizerem que essas TVs mais modernas economizam energia, devemos considerar painéis de luz, sensores e outros recursos que fazem com que a televisão desligada possa consumir 3W.

8. Carregador de celular

Muita gente deixa o carregador do celular conectado na tomada por horas, até dias.

Não faça isso.

O consumo médio de um carregador é de 0,26 watt quando não está em uso e de 1 a 5 watts mesmo quando um aparelho com a energia totalmente carregada está ligado nele.

Agora imagine vários carregadores na sua casa ligados por horas na tomada sem aparelho ou com celular já carregado?

Isso pode representar até, acredite!, 10% ou mais na sua conta mensal!

9. Decodificador de TV a cabo

Há quem desligue a televisão, mas não o aparelho da TV a cabo.

Procure desconectar tudo antes de sair de casa ou de dormir.

10. Cafeteira

Mesmo com o botão liga/desliga estando desligado, ela pode consumir 1W se ficar com o cabo de energia conectado na tomada.

Evite o desperdício.

Lembrar-se desses pequenos detalhes podem fazer toda a diferença no seu orçamento e na saúde do planeta.

curapelanatureza

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Chevrolet Classic respira por aparelhos nas lojas

chevrolet-classicO Chevrolet Classic não faz mais parte dos planos da montadora no Brasil. O sedã emplacou apenas 1.728 unidades em julho e 10.023 no acumulado do ano, segundo dados da Fenabrave. Com apenas uma configuração, motor 1.0 etanol de 78 cv de potência e 9,7 kgfm de torque e preço sugerido de R$ 32.670, o Classic foi o 28º carro mais vendido no ano e o 5º da GM. O fim da produção já se deu há algum tempo, contudo, somente agora os estoques estão terminando.

Em contato com concessionárias Chevrolet de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Manaus, Salvador e Porto Alegre, a Autoesporte pode apurar que poucas unidades do Classic zero quilômetros ainda podem ser encontradas – apenas Manaus e Salvador reportaram terem disponibilidade do modelo. Em Brasília, já se vão cinco meses  sem que as revendas recebam novas unidades do carro. No Rio de Janeiro e em Porto Alegre se diz ainda haver interesse no sedã mesmo sem veículos disponíveis para venda.

Em 2003, o até então Corsa Classic, mudou de nome para apenas Classic, enquanto o Corsa seguiu com uma linha totalmente renovada. O sedã de entrada foi um dos carros mais vendidos pela GM no Brasil, mas já vinha perdendo espaço nos últimos anos com o crescimento do Onix e do Prisma.

revistaautoesporte

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Bando invade casa, faz família refém e rouba dinheiro e aparelhos eletrônicos, na PB

sireneUma família foi feita refém na noite dessa terça-feira (12) na cidade de Lagoa Seca (Agreste do estado, a 129 km de João Pessoa). Segundo a Polícia Militar, com base no relato das vítimas, cinco homens armados invadiram a casa da família por volta das 20h. Eles estavam encapuzados e usavam pistolas e armas de cano longo.

Ainda de acordo com a PM, o bando roubou aparelhos eletrônicos e uma quantia em dinheiro. Antes de fugir, os bandidos trancaram os moradores em um cômodo da casa. As vítimas só conseguiram sair do local cerca de 30 minutos depois.

A polícia realizou buscas nas imediações da casa, mas nenhum suspeito havia sido preso até a manhã desta quarta-feira (13).

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portalcorreio

Facebook lança Lite, versão super leve do app para aparelhos mais antigos

facebookFacebook está testando uma versão simplificada da rede social, o Facebook Lite. Desenvolvida para smartphones de entrada com Android ou com desempenho mais acessível, a versão móvel mais ‘leve’ promete atender os aparelhos de mercados emergentes, e aplica um funcionamento menos exigente do que o app tradicional.

Parece que Mark Zuckerberg, fundador da rede social, está mesmo disposto a investir em novos aplicativos e transformar o Facebook em um app mais amplo. Primeiro foi o Groups, lançado no final do ano passado para organizar os grupos pessoais, agora é a vez do Facebook Lite, que ainda está em testes. A ideia é expandir o uso do software para usuários de aparelhos mais antigos ou com desempenho mais fraco, mas pelo jeito o Brasil vai ficar de fora dessa lista, pelo menos por enquanto.

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O recurso começou a ser testado em países da África e Ásia como Bangladesh, Nepal, Nigéria, África do Sul, Sudão, Sri-Lanka e Vietnã, nesta última semana. Tudo aconteceu de maneira bem discreta, sem anúncios oficiais. A nova versão apresenta um design mais simples, mas parece incluir as principais funções disponibilizadas pelo aplicativo “completo” do Facebook, como a opção de curtir, comentar, compartilhar, além de trazer um menu oculto com outras funções.

A construção do app é básica e bem simples, eliminando os extras, e utilizando uma APK com cerca de 252 KB, em vez dos pesados 27 MB que o app tradicional pode alcançar. Além disso ele é baseado em Snaptu, mas inclui notificações no estilo “push” e integração com a câmera, para a postagem de fotos.

Esses fatores fazem bastante diferença, principalmente nos smartphones de entrada, mais antigos ou que utilizem uma velocidade de Internet mais lenta, por exemplo. Dessa forma, o app fica acessível para mais usuários, sem depender da potência do dispositivo. Sobre a chegada do Facebook Lite no Brasil, a novidade não deve integrar tão cedo os smarts nacionais.

 

Techtudo

Casos de morte cerebral nos EUA levantam debate sobre desligar aparelhos

morte-cerebralOs dois casos são opostos, sob um aspecto: os pais de Jahi McMath, de Oakland, Califórnia, lutam para manter sua filha ligada a um respirador mecânico, enquanto os pais e o marido de Marlise Muñoz, de Fort Worth, Texas, querem desesperadamente desligar o aparelho. Sob outro aspecto, os casos são idênticos: as duas famílias ficaram chocadas ao descobrir que tinha sido declarada a morte cerebral de sua filha –e que autoridades hospitalares desafiaram a vontade da família com relação ao tratamento.

Suas histórias dolorosas geram perguntas sobre como é determinada a morte cerebral e quem tem o direito de decidir o tratamento que será dado a esses pacientes.

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“Estes casos são muito diferentes dos que conhecemos no passado”, como o de Karen Ann Quinlan, Nancy Cruzan ou Terri Schiavo, disse o médico Joseph J. Fins, diretor da divisão de ética médica do hospital NewYork-Presbyterian/Weill Cornell. Ele explicou: “Aquelas pacientes conseguiam respirar sem aparelhos. Estavam em estado vegetativo, não de morte cerebral. Essa distinção faz toda a diferença.”

Uma pessoa que recebeu diagnóstico de morte cerebral é incapaz de respirar por conta própria e está legalmente morta, em todos os 50 Estados americanos. Em dois Estados, Nova York e Nova Jersey, os hospitais são obrigados a levar em conta as posições religiosas ou morais das famílias quando decidem como proceder em tais casos. Em todos os outros Estados, incluindo a Califórnia e o Texas, os hospitais não precisam consultar a família em relação a como encerrar o atendimento ao paciente.

Os médicos do Hospital Infantil de Oakland pronunciaram a morte cerebral de Jahi McMath, de 13 anos, em 9 de dezembro. Jahi sofreu complicações após passar por uma cirurgia para corrigir apneia do sono e perdeu muito sangue. Marlise Muñoz, 33 anos, recebeu o diagnóstico de morte cerebral no Hospital John Peter Smith, depois de perder a consciência devido a um coágulo sanguíneo quando estava grávida de 14 semanas. Citando uma lei estadual, o hospital se recusa a desligar os aparelhos que a mantêm respirando, porque isso prejudicaria o feto, que agora está na vigésima semana.

Os dois casos são dolorosos em parte devido a uma característica biológica esdrúxula do corpo: os corações das pacientes continuam a bater. Com respiradores mecânicos, o coração pode continuar a bater por dias, até uma semana. Mas, com cuidados mais agressivos, é capaz de durar por meses ou até mais após a morte cerebral, dizem especialistas, dependendo da saúde do paciente e de quanto tratamento é dado.

Foram os respiradores mecânicos que salvaram o feto no caso de Marlise Muñoz, e provavelmente no último momento possível, disse o médico R. Phillips Heine, diretor de medicina materna e fetal da escola de medicina da Universidade Duke. A redução do fluxo de sangue para o feto quando a mãe desmaiou –acredita-se que ela passou mais ou menos uma hora desmaiada antes de receber atendimento médico– “pode levar a efeitos adversos com o tempo, mas não temos como prever isso”, ele disse.

Para a família de Jahi, o prolongamento do funcionamento do coração gerou uma percepção de vida; no caso dos parentes de Muñoz, representa a negação do direito dela de morrer.

“Descrevo este estado da seguinte maneira: uma parte do organismo ainda está vivo, evidentemente, mas o organismo como um todo –o ser humano– não existe mais”, disse James L. Bernat, professor de neurociência na escola de medicina do Dartmouth College.

Para diagnosticar a morte cerebral é preciso determinar a função da área mais primitiva do cérebro, o tronco cerebral. Este, o tampão de tecido neural na base do ponto em que a medula espinhal ingressa no crânio, é o “gerente de fábrica” do corpo, aquele que mantém os sistemas como o do tônus muscular, equilíbrio metabólico e respiração.

Testar sua função requer conhecimento especializado, porque as pessoas com lesões cerebrais graves muitas vezes não apresentam reações e aparentam estar cerebralmente mortas, sendo que não estão. Um coma, por exemplo, é um estado não responsivo que com frequência representa um período de recuperação do tronco cerebral e outras áreas. As pessoas geralmente emergem do coma dentro de duas a três semanas depois de sofrida a lesão que resultou no coma. Quando isso não acontece, elas podem mergulhar em um estado vegetativo em que o tronco cerebral funciona, mas as áreas cerebrais superiores ficam inativas. É um estado conhecido como o de consciência mínima, em que o paciente ocasionalmente responde a estímulos, mas não o faz de modo previsível. Acredita-se que as pessoas que emergem de um estado vegetativo passem por um estágio de consciência mínima antes de voltarem à consciência.

Segundo especialistas, quatro elementos precisam estar presentes para que seja determinada a morte cerebral. Primeiro, o médico precisa excluir outras explicações possíveis do estado não responsivo, como anestesia, coma diabético ou hipotermia. Também é preciso determinar a ocorrência de uma lesão, como um golpe na cabeça ou hemorragia.

Em seguida, os médicos testam a função dos chamados nervos cranianos, incluindo o nervo que vai até o olho e ativa o ato de piscar; outro, na garganta, que provoca asfixia; e um terceiro no ouvido interno que permite que os olhos foquem um objeto enquanto a cabeça se move. Cada um desses requer a participação do tronco cerebral. Se o ato de encostar um cotonete na córnea do paciente não o leva a piscar, ou se tocar o fundo da garganta não gera um movimento reflexivo de quase vômito, o tronco cerebral está fora de ação ou perto disso.

O último passo é o chamado teste de apneia. Para isso, os médicos permitem que o nível de dióxido de carbono no sangue do paciente suba lentamente; quando a concentração atinge um certo grau, qualquer pessoa que tiver tronco cerebral parcialmente funcional vai respirar chiando. Esse é um verdadeiro teste infalível para determinar a morte cerebral. Pode levar 20 minutos para ser realizado, período durante o qual os médicos não devem deixar a sala por um instante sequer, disse o Dr. Panayiotis N. Varelas, diretor da UTI de neurociências do Hospital Henry Ford, em Detroit. “Se o paciente tenta respirar, você aborta o teste imediatamente e declara que não há morte cerebral.”

O timing exato desses testes, e o número de vezes que são realizados –alguns médicos fazem todos uma vez; outros repetem todos duas vezes, com várias horas de intervalo– variam de hospital para hospital, segundo pesquisas. Mas, dizem os especialistas, os casos de diagnóstico equivocado são muito raros; as pessoas que recebem diagnóstico de morte cerebral não voltam a viver.

Pelas leis de Nova York e Nova Jersey, as pessoas podem prolongar o fornecimento de oxigênio para manter o coração de um paciente batendo, por motivos religiosos ou morais. Mas em outros Estados esse “suporte à vida” é tido como supérfluo quando não há vida a ser apoiada. Nesse contexto, os casos de McMath e Muñoz são diferentes, segundo Fins, que está escrevendo um livro intitulado “Rights Come to Mind: Brain Injury, Ethics and the Struggle for Consciousness” (algo como “Os direitos em questão: lesões cerebrais, ética e a luta pela consciência”).

Os pais de Jahi McMath “nutrem a esperança de que a filha deles se recupere e estão pedindo para reverter uma decisão que não está sob controle humano”, ele comentou. “No caso de Marlise Muñoz, a família quer reverter uma decisão que está sob controle humano e que diz respeito a se a mãe ia querer ser mãe sob essas circunstâncias”.

Folha de São Paulo

Aparelhos sonoros estão proibidos nos coletivos da Paraíba

Gervázio MaiaO uso de aparelhos sonoros nos transportes públicos está proibido na Paraíba. Isso é o que estabelece a Lei de autoria do deputado Gervásio Maia (PMDB) que foi publicada no Diário Oficial do Estado da Paraíba nesta quarta-feira (15). A propositura de número 9.977/2013 foi promulgada pela Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) e já vale logo após ter sido publicada.

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A finalidade é evitar que os usuários dos transportes coletivos não utilizem aparelhos musicais no modo “auto-falante” para ouvir músicas ou similares. A exceção é a utilização do fone de ouvido ou aparelhos auditivos de uso pessoal.

Segundo o deputado Gervásio Maia, a intenção é oferecer tranquilidade aos usuários. “A idéia para criar o projeto surgiu das reclamações de pessoas que usufruem dos transportes públicos e que muitas vezes são obrigados a compartilhar o som alto dos aparelhos durante o trajeto”, destacou o parlamentar.

Caso não seja cumprida, o infrator poderá ser multado no valor de R$ 1 mil. Porém, a lei prevê advertência quando da primeira infração. “Todo mundo pode denunciar. A obrigação do cumprimento deve acontecer não só pelo passageiro, mas também através da empresa”, disse Gervásio.

O responsável por fiscalizar a aplicação da lei será o Procon estadual e municipais, os órgãos de proteção ao consumidor e secretarias do Meio Ambiente. A polícia também poderá ser acionada em caso de desobediência.

 

 

Ascom Deputado

Entenda como funcionam os aparelhos ortodônticos

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Para endireitar os dentes não tem muito jeito, aparelho fixo neles. Apesar de a tecnologia trazer opções mais discretas e quase invisíveis, os modelos tradicionais ainda são mais acessíveis e procurados pela maioria das pessoas. Mas como será que os braquetes e fios funcionam? O cirurgião-dentista George Bueno, especialista em ortodontia pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro explica o funcionamento dos aparelhos ortodônticos e a reação do organismo para que tudo fique no seu devido lugar.

 

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O tratamento ortodôntico pode ser realizado em praticamente qualquer idade e para isso são usados aparelhos fixos ou removíveis, dependendo da indicação para cada caso. Os fixos são mais eficientes e indicados para corrigir problemas dentários mais complexos, pois funcionam 24 horas por dia, além de depender menos da colaboração do paciente. Já os móveis são usados para tratamentos em pacientes em fase de crescimento ou para tratamentos simples em jovens e adultos. “Possui a vantagem de poder ser removido para atividades sociais, para alimentação e para higiene bucal”, diz Bueno.

 

Por que dói?
Em ambos os casos, os aparelhos utilizam a força mecânica para promover a movimentação dentária. “Utilizamos fios metálicos para que esta pressão seja feita”, explica. Todos os tecidos relacionados com os dentes do paciente participam e estão relacionados biologicamente com a movimentação provocada pelo aparelho.

 

É inclusive essa movimentação que causa a dor incômoda que a maioria dos pacientes sente alguns dias após apertar o aparelho. “O processo biológico durante a movimentação dentária produz certos mediadores inflamatórios responsáveis por esta sensação dolorosa”, afirma o especialista.

 

Benefícios
E apesar dos incômodos de um tratamento ortodôntico, os benefícios sempre são maiores. Isso porque dentes mal posicionados podem facilitar o aparecimento de cáries, doenças gengivais, perda de osso ao redor dos dentes, alterações da fala e problemas funcionais. “Dentes protruídos (dentes para frente) são mais sujeitos a traumas e fraturas, além de os dentes desalinhados poderem prejudicar a autoestima do indivíduo”, destaca Bueno.

 

Quando acaba?
Assim como a pele se modifica através dos anos, normalmente aparecendo algumas rugas com o avançar da idade, podem também, consequentemente, ocorrer alterações nas posições dentárias. Por isso, após a correção dos dentes mal posicionados, é necessária a contenção da posição dos dentes por um determinado tempo. Isto é feito também para que os tecidos ósseo e gengival se adaptem às mudanças na posição dos dentes.

 

A contenção pode ser feita com aparelhos removíveis ou fixos (os fixos são colados na face dos dentes que fica em contato com a língua). “Nos casos onde são indicados aparelhos removíveis para contenção do tratamento ortodôntico é fundamental a colaboração do paciente para a estabilidade do resultado alcançado”, diz.

 

Tudo pode influenciar
A posição da língua, dormir de boca aberta ou com o braço embaixo do travesseiro também pode influenciar na posição dos dentes. Por isso, uma consulta, geralmente aos 5 ou 6 anos de idade, permite ao ortodontista diagnosticar e planejar qual a melhor época para a intervenção nos pacientes que precisarem de tratamento, bem como para encaminhar o pacientes para outros profissionais fundamentais no tratamento de desordens associadas com o aparecimento de maloclusões como o fonoaudiólogo, o otorrinolaringologista, entre outros. “A maioria das maloclusões (problemas de má posição dentária) é mais facilmente tratada durante a fase de crescimento da criança”, afirma George Bueno.

 

Beta
Terra

PRF apreende 2,5 mil aparelhos de celular na BR-101

PRF-PB
PRF-PB

A Polícia Rodoviária Federal apreendeu na tarde dessa sexta-feira (5), 2.500 aparelhos de telefonia celular da marca BLU, sem o devido desembaraço fiscal, e que vinham sendo transportados em dois automóveis na BR-101.

A apreensão foi por volta das 16h no km 121, da rodovia BR-101 Sul, no município de Caaporã, mediante fiscalização do Núcleo de Operações Especiais – NOE/PRF, que encontrou a mercadoria avaliada em R$ 225 mil, no interior de um VW Gol, com 500 unidades e os outros 2 mil aparelhos numa Kia Sportage. Os celulares tinham saído de Jaboatão dos Guararapes/PE com destino a João Pessoa onde provavelmente seriam comercializados.

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PRF-PB
PRF-PB

Todo o material apreendido e os dois ocupantes dos veículos foram conduzidos para o Posto da Receita Estadual (FISCO) localizado na divisa dos estados da Paraíba e Pernambuco.

A fiscalização do Núcleo de Operações Especiais (NOE) da PRF é feita de forma itinerante e na maioria das vezes, em fronteiras com estados que ligam a Paraíba. Os resultados sempre são positivos. No início do mês de fevereiro deste ano de 2013, o NOE conseguiu apreender mais de 50 Kg de drogas, “crac”, cocaína e maconha, apenas em uma abordagem na Divisa PB/RN também na BR-101. A ação está sendo considerada como a maior apreensão de “crac” no Nordeste deste ano.

 

 

Ascom/PRF

Governo quer facilitar compra de televisores digitais e subsidiar aparelhos para baixa renda

MinistroO Ministério das Comunicações já começou a estudar formas para antecipar a conclusão da digitalização do sistema de televisão brasileiro, que irá permitir o uso da faixa de frequência, atualmente usada por emissoras analógicas, para a oferta da internet móvel de quarta geração (4G). Além de incentivos para as emissoras digitalizarem o sinal, poderá haver maior oferta de crédito para que a população compre aparelhos de televisão que já venham com o sistema digital embutido.

“Estamos fazendo estudos, temos que levar para o Guido [Mantega, ministro da Fazenda], para a presidenta [Dilma Rousseff], mas achamos que tem que ser. Queremos digitalizar de vez a televisão, acabar com a época do chuvisco e do Bombril na antena”, disse o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, à Agência Brasil.

Paulo Bernardo garante que o governo não vai permitir que o sinal analógico seja desligado se ainda houver um grande número de famílias sem televisores digitais, e avalia que é possível melhorar as condições para a compra desses aparelhos. “Uma TV digital custa hoje em torno de R$ 300, e acho que é possível fazer políticas para baixar um pouco isso. Além disso, a classe C não compra à vista, e mede muito a prestação. Com a diminuição dos juros, temos que batalhar para ter uma prestação baixinha”.

No caso de famílias de baixa renda, principalmente quem está no cadastro do Bolsa Família, poderá haver subsídios para a compra do aparelho ou do conversor digital. Segundo o ministro, os recursos viriam da arrecadação do leilão da faixa de frequência de 700 mega-hertz (MHz), que será usada para a tecnologia 4G.

Uma portaria publicada na quinta (7) no Diário Oficial da União autoriza a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a iniciar os procedimentos para a destinação da faixa de 700 MHz para a telefonia de quarta geração (4G). A licitação para destinar a faixa de frequência deverá acontecer em fevereiro ou março do ano que vem, segundo previsão do ministro. Antes disso, a Anatel vai fazer uma consulta pública para ouvir a sociedade sobre a questão.

Pelo menos duas exigências serão impostas às empresas que vencerem o leilão para oferecer 4G na faixa de 700 MHz. A primeira é a cobertura de serviço de telefonia móvel (voz) nas principais rodovias do país, o que hoje não é obrigação das operadoras. “O celular na estrada é importante, às vezes tem um acidente, quebra um veículo”, aponta o ministro.

Outra exigência para as empresas será a construção de rede de fibra ótica em cerca de 800 municípios onde há maiores concentrações demográficas, para oferecer internet com velocidade de pelo menos 10 megabits por segundo (Mbps). Isso vai atender pelo menos 100 milhões de pessoas, nas cidades onde não há ainda essa rede disponível. “Nossa ideia é transformar a velocidade de 10 Mbps em uma coisa absolutamente corriqueira”.

No ano passado, o governo já licitou a faixa de 2,5 giga-hertz (GHz), também para a oferta de 4G. O ministro explicou que a vantagem da faixa de 700 MHz sobre a de 2,5 GHz é o maior alcance, o que poderá facilitar o acesso à banda larga móvel no interior e na área rural. “Vamos ter que fazer um mix das duas. A 2,5 [GHz] cumpre seu objetivo nas capitais, mas no interior, se entrar com a 700 barateia muito”.

 

 

 

Agência Brasil