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As estratégias para controlar a ansiedade perto do Enem, segundo psicóloga

Suami Dias/ GOVBA

Faltando pouco mais de uma semana para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos precisam controlar a ansiedade, para não deixar o nervosismo atrapalhar seu desempenho. A professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) Regina Pedroza diz que a concentração é muito importante para o bom desempenho na prova, mas o candidato deve tentar manter seu cotidiano nos últimos dias antes do Enem.

“Ele tem que continuar estudando, tem que estar concentrado e focado. Mas essa concentração não pode ser algo que vai consumir todas as energias do candidato. Ele tem que continuar com o seu cotidiano, tem que estudar, mas tem que dormir bem, se alimentar bem e se divertir também. Ficar focado não significa que ele deve abrir mão de tudo que faz normalmente”, diz.

Os pais também têm papel importante no controle dessa ansiedade. Segundo a psicóloga, apesar de ser um momento importante, não deve haver pressão por um bom desempenho no Enem. “Os pais têm que entender que a pressão não ajuda, o que ajuda é eles estarem com seus filhos, e isso significa estar acompanhando, estar atento, conversar e, em determinados momentos, permitir que os jovens possam extravasar seu nervosismo, mas sem achar que uma bronca, uma exigência vai ajudar, pelo contrário”, orienta Regina.

A orientadora educacional do Colégio Dínamis, do Rio de Janeiro, Jane Rapoport, diz que agora não é mais o momento de aprofundamento dos estudos, e sim de revisão. “Um estudo aprofundado, neste momento, pode trazer mais ansiedade”. Ela também recomenda que o candidato faça atividades de lazer, para se distrair, mas sempre mantendo o que já está acostumado a fazer. “Não vai jogar futebol se você não tem esse hábito, até porque tem o risco de acidente”.

No dia da prova

Cada candidato deve desenvolver suas próprias estratégias para controlar a ansiedade no dia da prova. “O aluno tem que ter consciência do que é melhor para ele, não existe uma regra para todos. Tem pessoas que se concentram até mascando chicletes, por exemplo, mas para outros isso vai desconcentrar”, afirma Regina, que também é integrante do Conselho Federal de Psicologia.

Outra dica para evitar a ansiedade no dia da prova é conhecer com antecedência o local, ir até lá dias antes, com o mesmo transporte que vai usar na data do exame para calcular o tempo que vai precisar de deslocamento. “O atraso é uma questão muito séria, não há tolerância”, alerta a orientadora Jane.

Estratégias

Para fazer uma prova tranquila, é importante que o estudante tenha uma estratégia para resolver as questões. A dica do professor de matemática Bruno Vianna, do Colégio Mopi, do Rio de Janeiro, é deixar para o final as perguntas que não sabe responde e dar prioridade aos assuntos que domina.

“Quando esbarrar em uma questão que não domina e não sabe como resolver, ele deve automaticamente pular. Com isso, sobra mais tempo para voltar a essas questões e fazer com mais calma, evitando o nervosismo, porque o que é dele ele já garantiu, e o que vier depois é lucro”, diz.

O professor de física da plataforma de ensino Me Salva! Felipe Ben também aconselha os candidatos a não resolverem as questões na ordem em que elas aparecem na prova, fazendo primeiro as questões da matéria em que têm mais facilidade. “Chegou em uma questão que está muito difícil? Circule e volte para ela depois . Não vale a pena perder tempo e sanidade com uma questão impossível quando há uma questão fácil pela frente que precisa ser feita com a cabeça calma”, afirma.

Ele também sugere que os candidatos pratiquem o “desapego” com as questões que já foram resolvidas. “Questão marcada é questão que caiu no passado, parta para a próxima. Não recomendo marcar uma alternativa e ficar relendo a questão várias vezes, desmarcando e marcando de novo”, recomenda o professor.

No primeiro dia de Enem, 5 de novembro, os candidatos vão fazer as provas de redação, linguagens, códigos e ciências humanas. A orientação de Jane Rapoport é fazer primeiro a prova de redação, separando cerca de uma hora para fazer o levantamento de ideias, um rascunho, e passar a limpo. Depois, ao fazer as questões objetivas, é preciso controlar o tempo para não ficar ansioso no final da prova. “Não adianta a gente ter o conhecimento e não gerenciar o tempo”.

No primeiro domingo, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer o exame. No segundo domingo, 12 de novembro, as provas serão de matemática e ciências da natureza, com prazo de quatro horas e meia.

 

Agência Brasil

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Ansiedade e estresse podem intensificar sintomas de gastrite

gastriteDispepsia significa dificuldade de digestão e se refere a sintomas de gastrite, como sensação de dor ou queimação no estômago, além de náuseas, sensação plenitude gástrica ou distensão abdominal. Dispepsia funcional é um termo utilizado para descrever o paciente que apresenta sintomas dispépticos, mas sem alterações nos exames realizados na investigação, ou seja, sem gastrites, parasitoses, doenças hepatobiliares ou outras.

A dispepsia funcional está relacionada a alterações na motilidade gastrointestinal, hipersensibilidade visceral, exposição ao suco gástrico, intolerâncias alimentares, alterações psicossociais e infecções.

É importante comentar a relação entre o cérebro e o trato digestivo. Sabemos que a simples visão e o cheiro de comida são capazes de aumentar motilidade e secreção gástricas. Desta maneira, podemos compreender a relação entre ansiedade, estresse emocional e dispepsia. Nessas condições psicossociais, por efeito direto ou intermediado por hormônios, podemos perceber mudanças na secreção de suco gástrico, na regulação de fatores protetores da mucosa do estômago e na percepção dos estímulos sensoriais gástricos.

A motilidade gástrica pode ser alterada nessas situações e a complacência gástrica reduzida. Além disso, a secreção de suco gástrico pode estar aumentada em situações de estresse.

Pessoas submetidas a estresse emocional podem ter um aumento na sensibilidade gástrica, de forma que um estímulo considerado normal passe a ser percebido como dor. Por fim, devemos lembrar que os efeitos do estresse sobre os intestinos são relevantes, podendo causar diarreia, constipação, flatulência, síndrome do intestino irritável e até mesmo reativação de doenças inflamatórias intestinais.

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Estudo encontra ligação entre dor crônica e transtornos de ansiedade

ansiedadeUma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, descobriu uma conexão entre dor crônica e ansiedade, além de um possível tratamento que possa ser usado neste caso.

As conclusões do estudo mostram que o aumento do Polipeptídeo ativador da adenilato-ciclase pituitária (PACAP) – um neurotransmissor que o corpo libera em resposta ao estresse – é também aumentado em resposta à dor neuropática, contribuindo para os sintomas das dores crônicas.

O PACAP está presente em diversas funções biológicas, como neurotransmissor, neuromodulador, neuroprotetor e fator neurotrófico. Além disso, estudos sugerem que o PACAP desempenha um importante papel na modulação do comportamento social, aprendizagem e memória.

Neste estudo, os pesquisadores analisaram como a substância PACAP percorria uma das vias do sistema nervoso para o cérebro, passando da medula espinhal para as amígdalas. Assim, eles foram capazes de observar onde o estresse e as vias de dor crônica se cruzavam.

“A dor crônica e os distúrbios relacionados a ansiedade andam juntos com grande frequência,” diz o autor sênior Victor Maio, Ph.D., professor de ciências neurológicas na Universidade de Vermont.

Em um estudo realizado em 2011, os mesmos pesquisadores descobriram que a PACAP era evidente em mulheres que apresentavam sintomas de estresse pós-traumático. Os pesquisadores notaram que quando uma substância projetada para bloquear a PACAP era aplicada, a dor reduzia significativamente.

O próximo passo para os pesquisadores será desenvolver compostos de moléculas pequenas que possam combater completamente as ações da substância PACAP. “Ao aplicar este mediador, temos a oportunidade de bloquear a dor crônica e os transtornos de ansiedade. Esta seria uma abordagem completamente diferente, fugindo dos medicamentos tracionais, como sedativos, hipnóticos e relaxantes musculares.”, comenta Victor.

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Fazer algo de bom para os outros pode aliviar a ansiedade social

TIMIDEZAjudar outras pessoas é uma boa forma de lidar com a  fobia social, um problema que limita a vida de muita gente. A conclusão é de um estudo feito nas universidades de British Columbia e de Simon Fraser, no Canadá.

A fobia social, também chamada de transtorno de ansiedade social, é algo que vai além de uma simples timidez. Essas pessoas se sentem tão ansiosas ou ameaçadas ao se aproximar dos outros que acabam evitando relacionamentos. Têm poucos amigos e, muitas vezes, não conseguem experimentar uma intimidade emocional, nem mesmo quando conseguem ter relacionamentos íntimos.

Segundo o trabalho, publicado no periódico Motivation and Emotion, realizar atos de bondade em auxílio dos outros é algo que melhora o nível de felicidade e aumenta a frequência de interações positivas, o que ajuda a aliviar a ansiedade social.

A análise contou com 115 estudantes de graduação com altos níveis de fobia social. Eles foram divididos aleatoriamente em três grupos. Um deles realizou atos como cozinhar para um amigo, cortar a grama de um vizinho ou fazer doações para uma instituição de caridade. O segundo foi apenas exposto a interações sociais. E o terceiro não participou de nenhuma intervenção, apenas registrou o que acontecia a cada dia.

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Os pesquisadores perceberam que o primeiro grupo teve um desejo menor, de modo geral, de evitar situações sociais, especialmente na fase inicial da intervenção. Jennifer Trew e Lynn Alden, principais autoras do estudo, acreditam que fazer algo de bom para os outros pode ajudar quem sofre de fobia social a levar uma vida mais gratificante e participativa.

 

Uol

Discriminação aumenta em quatro vezes chance de depressão ou ansiedade

discriminacaoA discriminação tem consequências físicas e psíquicas muito mais duradouras para suas vítimas do que constrangimentos pontuais. Um estudo realizado com estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostrou que aqueles que sofreram discriminação possuem 4,4 vezes mais chance de apresentar sofrimentos psíquicos como ansiedade, depressão ou dificuldade de concentração para atividades cotidianas.

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No estudo realizado pela estudante de odontologia e bolsista do Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) Vitória Cordeiro de Souza, 1.023 dos 19.963 estudantes matriculados na UFSC responderam a um questionário que perguntava tanto sobre experiência de discriminação quanto transtorno psíquico.

“Se fala da discriminação no Brasil como particularmente velada ou ocultada, mas não foi isso o que apareceu no estudo. A discriminação ocorre de um modo explícito. Todas as questões que a gente abordou não eram sutis, elas não geravam dúvidas. Este conceito que temos de uma nação tolerante me parece mais uma fábula”, disse professor de Saúde Pública da universidade e coordenador das pesquisa João Luiz Dornelles Bastos.

Entre os que relataram ter sofrido algum evento discriminatório, a prevalência de sofrimento psíquico atingiu cerca de 50%. O estudo da UFSC não limitou a discriminação a uma situação específica. O questionário apontava 18 motivos para ter sido discriminado e também deixava espaço para que o respondente escrevesse o motivo. Entre os alunos que responderam o questionário, a maioria era branca.

“O diferencial desta pesquisa é que ela é mais abrangente. A pessoa não sofre discriminação um dia porque é negra, outro porque é pobre e no outro porque é mulher. Essas coisas acontecem simultaneamente”, explica Bastos.

Entre os principais motivos de discriminação apontados pelos estudantes da universidade estavam roupa, posição social, local de moradia, cor e raça, idade e comportamentos específicos. Os resultados da pesquisa foram apresentados no Congresso Mundial de Epidemiologia, no Alasca (EUA).

Racismo
A discriminação é apontada como um fator de risco para doenças, especialmente as mentais. Estudos mostram que há também agravos em hipertensão, colesterol. “O que vemos é que a discriminação é um determinante na saúde das pessoas. É um causal”, diz Bastos.

No caso da discriminação racial, o que se percebe é que ela concentra uma pressão muito grande e em todos os momentos da vida do indivíduo. O psicanalista Marco Antônio Chagas Guimarães, que não participou do estudo da UFSC, destaca que o racismo promove um acúmulo de pressão que não pode ser escoado como ocorre com a população branca. “Esses eventos são diários e 24 horas por dia, seja quando entra no elevador, na escola, no ónibus”, disse.

Guimarães afirma que o atendimento de pacientes negros tem mostrado que as repercussões psíquicas de racismo são humilhação, baixa estima, timidez excessiva, irritabilidade, ansiedade intensa, estados fóbicos, hipertensão, depressão, obesidade, agressividade, uso de álcool ou outras drogas.

Guimarães afirma que episódios como o ocorrido com o goleiro Aranha, do Santos, que denunciou para o juiz da partida torcedores do Grêmio que o chamavam de macaco, são de extrema importância para o combate ao racismo. “É claro que tem uma raiva, mas ele soube utilizar esta raiva de uma maneira madura. Outra coisa é que ele teve voz. Quantas crianças sofrem racismo desde sempre e não conseguem ter voz para se defender disto”, afirma

Racismo institucionalizado no sistema de saúde

De fato, o racismo faz mal a saúde. Seja por conta das consequências físicas e emocionais ou por conta do racismo perpetrados nos usuários do sistema de saúde. “O racismo é estruturante das relações sociais brasileiras e isto aparece nos atendimentos de saúde e de qualquer instituição”, explica.

Bastos destaca três estudos importantes realizados nos últimos 15 anos no País que comprovam que pacientes negros tendem a sofrer discriminação no próprio posto de saúde.

O primeiro, realizado no Rio de Janeiro pela pesquisadora da Fiocruz Maria do Carmo Leal, em 2011, mostrou que gestantes negras recebiam 50% menos anestesia que gestantes brancas. Outra pesquisa, realizada em Pelotas (RS), mostrou que mulheres negras eram menos submetidas a exames de Papanicolau que brancas. “O exame é importante para a detecção de câncer do colo uterino e deve ser feito com frequência”, disse.

Um terceiro estudo, realizado em 2005 por Etenildo Dantas Cabral, da Universidade de Pernambuco (UFPE), com dentistas do Recife, concluiu que os profissionais tenderam a recomendar a extração dentária com maior frequência em pacientes negros.

O estudo consistia em mostrar para dentistas os dados de um paciente hipotético com muitas caries e perguntar se eles recomendavam a extração do dente ou o tratamento. Três meses depois, o mesmo caso era mostrado para os dentistas, mas a foto do paciente era alterada para a de um homem negro. O resultado mostrou que 9,4% dos dentistas preferiram extrair o dente do paciente negro. No entanto, nenhum dentista decidiu extrair o dente do branco.

“Não existe uma questão biológica para esta diferença. O que os estudos mostram é que ninguém quer ter contato com esta mulher negra, ou que a decisão de extrair ou tratar um dente tem relação com a cor do paciente”, diz Bastos.

180 Graus

Cafeína pode causar ansiedade e até ataques de pânico

panicoA cafeína é uma substância ingerida pela maioria dos adultos diariamente, já que compõe não só o café, como também chás.

Pode parecer uma opção fácil e barata para manter a energia em alta, mas uma pesquisa mostrou que, consumida com moderação, a cafeína, que é uma substância psicoativa, provoca bem-estar, no entanto, em demasia, pode até ser fatal. Entre os sintomas desagradáveis que podem ser causados pela substântica, estão taquicardia, sudorese, ansiedade e até ataques de pânico, segundo o estudo. As informações são do Daily Mail.

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A cafeína atinge o cérebro em apenas 20 minutos e pode bloquear a absorção de adenosina, um neurotransmissor que diz ao cérebro que estamos sonolentos, o que nos livra do cansaço. A substância também estimula o sistema nervoso central, de modo que aumenta o seu estado de alerta e diminui o tempo de reação.

Com isso, a pressão arterial aumenta ligeiramente e o coração sofre todos os sintomas comumente associados à ansiedade. Segundo John Greden, da Universidade de Michigan, uma enfermeira de 27 anos se queixava de tonturas, tremores, falta de ar, dor de cabeça e batimento cardíaco irregular. Ela foi diagnosticada pela primeira vez com uma reação de ansiedade, mas, mais tarde, descobriu-se que a causa era o café. Ela estava consumindo uma média de 10 a 12 xícaras por dia.

Outras pessoas tiveram sintomas semelhantes por conta da ingestão de 14 xícaras de café por dia, e uma vez que o consumo de cafeína foi reduzido, os problemas melhoraram. O tratamento ideal para a ansiedade em um paciente que consome a cafeína é eliminá-la, antes de prescrever medicação contra a condição. A cafeína também foi associada a ataques de pânico, em que as pessoas sentem que estão perdendo o controle e que algo terrível está acontecendo. Os ataques são transitórios, mas podem ser totalmente debilitante e são muito comuns.

Matéria publicada pelo Portal Terra

Estudo sugere que meditar meia hora por dia alivia ansiedade e depressão

meditacaoMeditar por meia hora todos os dias ajuda a aliviar os sintomas da ansiedade e da depressão, revela uma análise feita com base em resultados de cerca de 50 testes clínicos.

“Um grande número de pessoas recorre à meditação mas este exercício não é considerado parte de alguma terapia médica”, disse o doutor Madhav Goyal, professor adjunto de medicina interna na universidade Johns Hopkins e principal autor deste estudo publicado essa segunda-feira (6) na edição on-line do “Journal of the American Medical Association (JAMA)”.

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“Mas na nossa pesquisa, a meditação parece aliviar os sintomas da ansiedade e de depressão, tanto quanto os antidepressivos em outros estudos”, afirmou Goyal, ao esclarecer que estes pacientes não sofrem de formas severas de ansiedade ou depressão.

Os cientistas avaliaram o nível de mudança dos sintomas entre as pessoas que sofrem de uma variedade de problemas de saúde, como a insônia ou a fibromialgia, um transtorno que causa dores musculares crônicas. Apenas uma minoria destes pacientes sofria de uma doença mental, afirmaram os autores.

Eles constataram que a meditação conhecida como “de plena consciência”, uma técnica budista que consiste em concentrar a atenção no momento presente, mostrou-se particularmente promissora.

Bem-estar
Geralmente, eles observaram sinais de melhora nos sintomas da ansiedade, da depressão e da dor, depois de um programa de meditação de meia hora por dia. Mas os cientistas observaram poucos indícios de melhora do nível de estresse ou da qualidade de vida.

Nos testes clínicos analisados, nos quais os pacientes foram acompanhados por seis meses, os cientistas observaram que os benefícios da medicação persistiram.

Esta análise incluiu 47 testes clínicos com um total de 3.515 participantes que praticavam diferentes técnicas de meditação e que sofriam de diversos problemas mentais e físicos, entre eles depressão, ansiedade, estresse, insônia e inclusive diabetes ou câncer.

Bem Estar

Deputado Carlos Batinga diz que Cariri aguarda, com ansiedade, Encontro Regional do PTB

 

PTBO Deputado estadual Carlos Batinga (PSC) disse, na manhã desta sexta-feira (18), que os municípios do Cariri, a partir de Monteiro, vêm aguardando, com grande expectativa, a realização da IV edição do Encontro Regional do PTB, projeto político do partido, fulcrado em sólido arcabouço da realidade sócio-econômica estadual, com a denominação de “Plano Paraíba de Desenvolvimento – em sintonia com as lutas sociais”.

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Mesmo pertencente a outra legenda partidária, como se vê, Carlos Batinga argumenta que o progresso sócio e econômico da Paraíba é o que tem que ser focado, por toda a classe política e empresarial estadual, independentemente de conveniências dos grupos e pessoas que lidam com essas atividades. Para ele, o mais importante é que se olhe, sempre com bons olhos, os problemas e questões que estejam diretamente vinculados à qualidade de vida da população, considerando-se as peculiaridades de cada uma das regiões que constituem.

Para ele, a iniciativa do presidente estadual do PTB, ex-senador Wilson Santiago, de promover um amplo Debate acerca dessas peculiaridades, através dos Encontros Regionais, chegou num momento em que a população clama por novas alternativas de desenvolvimento para a economia do estado, com sugestões, claras e objetivas, que resultem na geração de mais emprego e renda em prol do bem-estar das pessoas, com a perspectiva de absorção de mão-de-obra de grande contingente de trabalhadores, porventura, ociosa e qualificada.

O Deputado Carlos Batinga salienta que muito tem lutado, nos últimos tempos, para que o governo federal implante o ensino técnico-profissionalizante, de nível superior e médio, na região do Cariri – e diz acreditar que o evento político do PTB vai servir, grandemente, para alavancar esse debate. Ele revela estar lutando, nesse sentido, pela consolidação do campus do IFPB, em Monteiro, adiantando que o mesmo vem defendendo para as cidades de Taperoá e Serra Branca, na mesma região.

Essa IV edição do Encontro Regional do PTB, na cidade de Monteiro, segundo o presidente da Executiva municipal do partido, empresário e líder político Juraci Conrado, deverá ocorrer na segunda quinzena de novembro próximo, em local e data a ainda serem confirmados.

 

 Assessoria de Wilson Santiago

Sexo casual pode causar depressão e ansiedade, diz estudo

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Um estudo da Universidade do Estado da Califórnia concluiu que os jovens adultos que praticam sexo casual apresentam maior tendência a sofrer depressão. Segundo o site Daily Mail, os especialistas descobriram que os níveis de ansiedade, ansiedade social e depressão são mais altos entre os estudantes que disseram ter feito sexo com alguém que conheciam por menos de uma semana.

 

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Intitulada “Negócio de risco: há uma associação entre o sexo casual e a saúde mental entre os jovens adultos?”, a pesquisa envolveu 3.900 estudante heterossexuais de 30 faculdades norte-americanas. Deste total, 11% disseram ter tido relações sexuais com alguém pouco conhecido no último anterior ao questionário.

 

​Estudos anteriores haviam concluido que as mulheres tinham maior tendência a apresentar sintomas de ansiedade e depressão após sexo casual, no entanto, esta nova pesquisa não mostra diferenças entre os gêneros. “Ainda é prematuro concluir que os encontros casuais para sexo não trazem riscos psicológicos para jovens adultos. Mas os resultados sugerem que entre os estudantes universitários heterossexuais, sexo casual foi negativamente associado a bem-estar e positivamente associado a desconforto psicológico”, disse a responsável pelo estudo, Dra. Melina Bersamin.

 

 

Terra


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