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Cresce o número de brasileiros com depressão e ansiedade durante pandemia

O número de brasileiros com quadros de depressão e ansiedade cresceu desde o início da pandemia da Covid-19. A mais recente pesquisa do Ministério da Saúde sobre o quadro psiquiátrico dos brasileiros neste período revela que 32,6% dos entrevistados se sentiram para baixo ou deprimidos de março para cá.

Outro estudo, do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), aponta que o número de brasileiros com depressão praticamente duplicou nos primeiros dois meses de isolamento social. O percentual de pessoas com a doença passou de 4,2% para 8%. Já os casos de ansiedade saltaram de 8,7% para 14,9%. A pesquisa feita com 1.460 pessoas em 23 estados indica um aumento preocupante nos casos de pessoas com transtornos mentais.

Para especialistas, o isolamento social colabora para o aumento no número de casos de transtornos mentais. É o que explica o psiquiatra Luan Diego Marques. “Já era uma tendência desde 2019 o brasileiro ter quadros de alterações de humor e ansiedade. O isolamento, as mudanças abruptas e a quarentena só impulsionaram um maior desgaste e uma eliminação dos recursos de saúde mental, que é a liberdade, o lazer e a interação social.”

Ele também atribui à crise econômica papel importante nos indicadores. “A vulnerabilidade financeira prejudica o quadro emocional e essa também é uma das possibilidades da piora do nível de ansiedade aqui no Brasil”, complementa.

Percepção médica

A percepção da maior ocorrência de quadros depressivos também ocorre entre os médicos. Um estudo da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) entrevistou profissionais da área. Quase 90% dos psiquiatras afirmaram que os quadros psiquiátricos de seus pacientes se agravaram com a pandemia da Covid-19.

Apesar do momento crítico e do confinamento, Marques afirma que é possível minimizar as chances de depressão. “A depressão pode sim ser evitada”, assegura. Segundo ele, uma das melhores ferramentas para a saúde mental é cultivar relacionamentos.

“Ter uma rede de apoio é uma das ferramentas para reduzir a chance dessa pessoa desenvolver depressão. Existem algumas pesquisas que mostram pessoas que possuem confidentes, que podem desabafar, têm menor risco de desenvolver depressão.”

Ampliação do atendimento

Há cidades que tentaram minimizar o impacto da suspensão de consultas com psicólogos e psiquiatras neste período. Em Teresina, por exemplo, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) se organizou para garantir o atendimento em saúde mental à população durante a pandemia do novo coronavírus. O órgão disponibilizou um telefone para quem precisar falar com um psicólogo gratuitamente.

Além disso, a Rede de Atenção Psicossocial do município continua funcionando, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h. Ao todo, há sete Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) para pessoas com transtornos mentais graves. Teresina conta ainda com um ambulatório, o Provida, que atende pessoas que tentaram suicídio.

Ações 

Preocupado com os efeitos das medidas de distanciamento social, sobretudo entre os jovens e adolescentes, o Governo Federal lançou recentemente uma ação de prevenção ao suicídio e automutilação com foco nesses grupos. A medida é uma forma de o país se antecipar à chamada “quarta onda da pandemia”, que se caracteriza pelo agravamento das doenças mentais entre a população.

O objetivo do Ministério da Saúde é qualificar profissionais da saúde, educadores da rede pública e privada de ensino, líderes de associações religiosas, profissionais que atuam em conselhos tutelares, entidades beneficentes e movimentos sociais para que saibam abordar adolescentes entre 11 e 18 anos.

RAPS

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é formada por diversos pontos de atenção à saúde mental, que atendem a pessoas com quadros psíquicos em diferentes níveis de complexidade. Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) espalhados por municípios de todo o país constituem um dos principais pontos de atendimento para pacientes com sofrimento ou transtorno mental. Existem ainda os serviços de urgência e emergência, como o SAMU 192, a sala de estabilização, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e prontos-socorros que integram a rede.

Também fazem parte os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs), que são moradias destinadas a cuidar de pacientes com transtornos mentais e que não possuem suporte social ou laços familiares. Além disso, a rede tem Unidades de Acolhimento (UA), ambulatórios multiprofissionais de saúde mental e comunidades terapêuticas. A ideia é que todos esses serviços funcionem de forma integrada.

PB Agora

 

 

Como manter o equilíbrio emocional e controlar a ansiedade em tempos de pandemia

*Por Conceiyção Montserrat

Como controlar nossas emoções e pensamentos negativos diante de tantas situações e circunstâncias que alteram toda nossa rotina de vida e nos limitam a quase tudo?

Poucas pessoas costumam trabalhar o equilíbrio emocional rotineiramente e conseguem manter o equilíbrio com tantas mudanças e rupturas em toda sua rotina, mas a grande maioria tem sofrido muito com todas as limitações e costumes que essa pandemia nos força a cumprir.

Não poder abraçar seus amigos, sua família, não poder ter uma vida social onde podemos confraternizar com a família, apreciar lugares, vivenciar experiências gastronômicas , enfim, somos muito calorosos, afetuosos e vivenciar estas demonstrações de carinho faz parte de nossas vidas como um alimento diário e de repente somos tolhidos de tudo e de todos.

Como manter o equilíbrio emocional diante de tudo isto?

É um grande exercício mental e emocional, é como lutar com você mesmo nos menores detalhes e nos pequenos desejos. A ansiedade é indubitavelmente o que mais devemos trabalhar no dia a dia. Não permitindo que ela tome boa parte de seus pensamentos e emoções prejudicando tomadas de decisão e planejamento.

Devemos aproveitar esta situação para explorar nossas capacidades, nos descobrindo em tarefas e condutas que não havíamos experimentado anteriormente. Me dei conta que muitos de nós passávamos muito tempo focados em nosso trabalho, nos preocupando com questões futuras e não vivenciávamos momentos que eram importantes e que estavam acontecendo a todo tempo e nosso olhar sempre aguardando algo que planejávamos, deixando passar situações maravilhosas ao nosso lado ou a nossa frente, ansiando sempre algo ou alguma coisa que não sabíamos o que era.

Como diz o trecho de uma música Epitáfio – Titãs “Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor…” podemos utilizar este momento para realizar o verbo no tempo passado nesta letra e diante desta crise sanitária fazer disto um verbo no tempo presente, organizando mais este “tempo” para dizer aos nossos amigos, familiares, clientes o quanto são importantes para nós.

Ver quanto é prazeroso ter estas pessoas em nossas vidas e o quanto somos felizes em tê-los ao nosso lado. Substituir a forma física neste período pela escrita, narrando em detalhes pensamentos e emoções que muitas vezes não podemos expressar. Aproveitar este momento tão difícil e doloroso para expressar nossos sentimentos de outras formas, sendo escritas, faladas e principalmente através de gestos, pois, podemos doar trabalho e ações a quem de fato necessita em campanhas e instituições que necessitam de nossa ajuda em trabalhos coletivos e sociais.

Desta forma conseguiremos organizar nossa mente e a relação com o entorno, pois, estamos olhando para nossas necessidades com olhar diferente, sem tanta ansiedade, podendo participar de projetos coletivos, torcendo para que tudo acabe da melhor forma possível e que possamos sair desta situação GRANDESFORTES e TRANSFORMADOS para evoluirmos a cada dia mais.

*Conceiyção Montserrat – Atenta as transformações do mercado brasileiro, Conceiyção Montserrat reuniu ao longo da sua carreira em mais de 25 anos (atuando no mercado nacional e internacional à frente de gestão e fomentação de negócios), grandes experiências, pois teve a oportunidade de desenvolver trabalhos nas áreas de gestão de projetos, comunicação, criação e design gráfico, produção audiovisual, marcas e patentes, eventos corporativos, acompanhando as questões jurídicas e gerenciamento de crise nos projetos, vivenciando a oportunidade de trabalhar com profissionais altamente capacitados e atuando junto a empresas com parceiros de larga experiência nas áreas de assessoria de imprensa, planejamento estratégico e conteúdos educacionais .

Sempre desenvolve projetos que valorizam os produtos e serviços acompanhando todos os processos até sua conclusão e resultado planejado.Em sua trajetória profissional, em grandes projetos, sempre aplica um olhar muito atento aos acontecimentos e novidades em geral.

 

Assessoria

 

 

Psicóloga esclarece sobre transtornos de ansiedade e o hábito de lavar as mãos

Quantas vezes você tem lavado as mãos todos os dias devido à Covid-19? Dezenas, certamente, e em uma quantidade bem maior do que era costume. Por causa disso, algumas pessoas começam a se questionar: será que essa frequência é normal, ou estou adquirindo um Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)? A psicóloga Mônica Costa, da Ecos (Espaço, Cidadania e Oportunidades Sociais), explica o que é esse distúrbio e esclarece se há o risco de adquiri-lo ao higienizar as mãos mais vezes.

“O Transtorno Obsessivo Compulsivo é um transtorno de ansiedade caracterizado por pensamentos e medos irracionais (obsessões) que levam a comportamentos compulsivos. O fato de a pandemia estar nos obrigando a lavar as mãos o tempo inteiro e de forma preventiva, faz com que algumas pessoas pensem que isso vai provocar um Transtorno Obsessivo Compulsivo. Na realidade, o portador do transtorno está nesse momento com um nível de ansiedade ainda maior, porque ele está o tempo inteiro repetindo o que ele já fazia antes. E isso só aumenta a ansiedade”, explica.

“Agora, se você não é portador do distúrbio, você não vai se tornar um obsessivo compulsivo por causa do hábito de lavar as mãos mais vezes, a menos que você já tenha na base emocional essa propensão”, complementa a especialista. Para quem não tem o diagnóstico de TOC e está receoso de adquirir um transtorno de ansiedade, Mônica Costa afirma que há como prevenir.

“A melhor forma de prevenir algum transtorno é você, conscientemente, refletir sobre o que aquele comportamento está querendo lhe dizer. Se você sente o desejo de lavar as mãos, entendendo que aquilo vai livrá-lo de uma ansiedade, você lava as mãos, lava as mãos, lava as mãos, e cada vez vai ficando mais ansioso. Aí já é o início de um transtorno”, diz. A especialista complementa que, quando a pessoa sabe de forma consciente que lavar as mãos é uma medida preventiva em relação à Covid-19, isso não provoca nenhum mal e, portanto, não vai gerar um distúrbio de ansiedade.

A psicóloga da Ecos também reforça que, nesse momento — com divulgação a toda hora de estatísticas sobre a pandemia, além da obrigatoriedade do isolamento social para que não ocorra uma maior disseminação do coronavírus —, é necessário que os indivíduos deem maior atenção às suas emoções. “É importante nós cuidarmos mesmo das nossas emoções, dos nossos sentimentos e dos nossos pensamentos, nesse momento, colocando pensamentos mais significativos, otimistas e positivos no cotidiano. Pense nisso”, finaliza a psicóloga Mônica Costa, que é gerente de Recursos Humanos da Ecos.

PREVENÇÃO – Além de lavar com frequência as mãos com água e sabão até a altura dos punhos (ou higienizá-las com álcool em gel), o Ministério da Saúde recomenda outras medidas para as pessoas se protegerem contra o coronavírus. Confira algumas:  ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos; evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando; higienize com frequência o celular e os brinquedos das crianças; não compartilhe objetos de uso pessoal; mantenha os ambientes limpos e bem ventilados; evite circulação desnecessária nas ruas; utilize máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência; se puder, fique em casa.

Assessoria

 

 

As estratégias para controlar a ansiedade perto do Enem, segundo psicóloga

Suami Dias/ GOVBA

Faltando pouco mais de uma semana para a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os candidatos precisam controlar a ansiedade, para não deixar o nervosismo atrapalhar seu desempenho. A professora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB) Regina Pedroza diz que a concentração é muito importante para o bom desempenho na prova, mas o candidato deve tentar manter seu cotidiano nos últimos dias antes do Enem.

“Ele tem que continuar estudando, tem que estar concentrado e focado. Mas essa concentração não pode ser algo que vai consumir todas as energias do candidato. Ele tem que continuar com o seu cotidiano, tem que estudar, mas tem que dormir bem, se alimentar bem e se divertir também. Ficar focado não significa que ele deve abrir mão de tudo que faz normalmente”, diz.

Os pais também têm papel importante no controle dessa ansiedade. Segundo a psicóloga, apesar de ser um momento importante, não deve haver pressão por um bom desempenho no Enem. “Os pais têm que entender que a pressão não ajuda, o que ajuda é eles estarem com seus filhos, e isso significa estar acompanhando, estar atento, conversar e, em determinados momentos, permitir que os jovens possam extravasar seu nervosismo, mas sem achar que uma bronca, uma exigência vai ajudar, pelo contrário”, orienta Regina.

A orientadora educacional do Colégio Dínamis, do Rio de Janeiro, Jane Rapoport, diz que agora não é mais o momento de aprofundamento dos estudos, e sim de revisão. “Um estudo aprofundado, neste momento, pode trazer mais ansiedade”. Ela também recomenda que o candidato faça atividades de lazer, para se distrair, mas sempre mantendo o que já está acostumado a fazer. “Não vai jogar futebol se você não tem esse hábito, até porque tem o risco de acidente”.

No dia da prova

Cada candidato deve desenvolver suas próprias estratégias para controlar a ansiedade no dia da prova. “O aluno tem que ter consciência do que é melhor para ele, não existe uma regra para todos. Tem pessoas que se concentram até mascando chicletes, por exemplo, mas para outros isso vai desconcentrar”, afirma Regina, que também é integrante do Conselho Federal de Psicologia.

Outra dica para evitar a ansiedade no dia da prova é conhecer com antecedência o local, ir até lá dias antes, com o mesmo transporte que vai usar na data do exame para calcular o tempo que vai precisar de deslocamento. “O atraso é uma questão muito séria, não há tolerância”, alerta a orientadora Jane.

Estratégias

Para fazer uma prova tranquila, é importante que o estudante tenha uma estratégia para resolver as questões. A dica do professor de matemática Bruno Vianna, do Colégio Mopi, do Rio de Janeiro, é deixar para o final as perguntas que não sabe responde e dar prioridade aos assuntos que domina.

“Quando esbarrar em uma questão que não domina e não sabe como resolver, ele deve automaticamente pular. Com isso, sobra mais tempo para voltar a essas questões e fazer com mais calma, evitando o nervosismo, porque o que é dele ele já garantiu, e o que vier depois é lucro”, diz.

O professor de física da plataforma de ensino Me Salva! Felipe Ben também aconselha os candidatos a não resolverem as questões na ordem em que elas aparecem na prova, fazendo primeiro as questões da matéria em que têm mais facilidade. “Chegou em uma questão que está muito difícil? Circule e volte para ela depois . Não vale a pena perder tempo e sanidade com uma questão impossível quando há uma questão fácil pela frente que precisa ser feita com a cabeça calma”, afirma.

Ele também sugere que os candidatos pratiquem o “desapego” com as questões que já foram resolvidas. “Questão marcada é questão que caiu no passado, parta para a próxima. Não recomendo marcar uma alternativa e ficar relendo a questão várias vezes, desmarcando e marcando de novo”, recomenda o professor.

No primeiro dia de Enem, 5 de novembro, os candidatos vão fazer as provas de redação, linguagens, códigos e ciências humanas. A orientação de Jane Rapoport é fazer primeiro a prova de redação, separando cerca de uma hora para fazer o levantamento de ideias, um rascunho, e passar a limpo. Depois, ao fazer as questões objetivas, é preciso controlar o tempo para não ficar ansioso no final da prova. “Não adianta a gente ter o conhecimento e não gerenciar o tempo”.

No primeiro domingo, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer o exame. No segundo domingo, 12 de novembro, as provas serão de matemática e ciências da natureza, com prazo de quatro horas e meia.

 

Agência Brasil

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Ansiedade e estresse podem intensificar sintomas de gastrite

gastriteDispepsia significa dificuldade de digestão e se refere a sintomas de gastrite, como sensação de dor ou queimação no estômago, além de náuseas, sensação plenitude gástrica ou distensão abdominal. Dispepsia funcional é um termo utilizado para descrever o paciente que apresenta sintomas dispépticos, mas sem alterações nos exames realizados na investigação, ou seja, sem gastrites, parasitoses, doenças hepatobiliares ou outras.

A dispepsia funcional está relacionada a alterações na motilidade gastrointestinal, hipersensibilidade visceral, exposição ao suco gástrico, intolerâncias alimentares, alterações psicossociais e infecções.

É importante comentar a relação entre o cérebro e o trato digestivo. Sabemos que a simples visão e o cheiro de comida são capazes de aumentar motilidade e secreção gástricas. Desta maneira, podemos compreender a relação entre ansiedade, estresse emocional e dispepsia. Nessas condições psicossociais, por efeito direto ou intermediado por hormônios, podemos perceber mudanças na secreção de suco gástrico, na regulação de fatores protetores da mucosa do estômago e na percepção dos estímulos sensoriais gástricos.

A motilidade gástrica pode ser alterada nessas situações e a complacência gástrica reduzida. Além disso, a secreção de suco gástrico pode estar aumentada em situações de estresse.

Pessoas submetidas a estresse emocional podem ter um aumento na sensibilidade gástrica, de forma que um estímulo considerado normal passe a ser percebido como dor. Por fim, devemos lembrar que os efeitos do estresse sobre os intestinos são relevantes, podendo causar diarreia, constipação, flatulência, síndrome do intestino irritável e até mesmo reativação de doenças inflamatórias intestinais.

minhavida

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Estudo encontra ligação entre dor crônica e transtornos de ansiedade

ansiedadeUma pesquisa feita por cientistas da Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, descobriu uma conexão entre dor crônica e ansiedade, além de um possível tratamento que possa ser usado neste caso.

As conclusões do estudo mostram que o aumento do Polipeptídeo ativador da adenilato-ciclase pituitária (PACAP) – um neurotransmissor que o corpo libera em resposta ao estresse – é também aumentado em resposta à dor neuropática, contribuindo para os sintomas das dores crônicas.

O PACAP está presente em diversas funções biológicas, como neurotransmissor, neuromodulador, neuroprotetor e fator neurotrófico. Além disso, estudos sugerem que o PACAP desempenha um importante papel na modulação do comportamento social, aprendizagem e memória.

Neste estudo, os pesquisadores analisaram como a substância PACAP percorria uma das vias do sistema nervoso para o cérebro, passando da medula espinhal para as amígdalas. Assim, eles foram capazes de observar onde o estresse e as vias de dor crônica se cruzavam.

“A dor crônica e os distúrbios relacionados a ansiedade andam juntos com grande frequência,” diz o autor sênior Victor Maio, Ph.D., professor de ciências neurológicas na Universidade de Vermont.

Em um estudo realizado em 2011, os mesmos pesquisadores descobriram que a PACAP era evidente em mulheres que apresentavam sintomas de estresse pós-traumático. Os pesquisadores notaram que quando uma substância projetada para bloquear a PACAP era aplicada, a dor reduzia significativamente.

O próximo passo para os pesquisadores será desenvolver compostos de moléculas pequenas que possam combater completamente as ações da substância PACAP. “Ao aplicar este mediador, temos a oportunidade de bloquear a dor crônica e os transtornos de ansiedade. Esta seria uma abordagem completamente diferente, fugindo dos medicamentos tracionais, como sedativos, hipnóticos e relaxantes musculares.”, comenta Victor.

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Fazer algo de bom para os outros pode aliviar a ansiedade social

TIMIDEZAjudar outras pessoas é uma boa forma de lidar com a  fobia social, um problema que limita a vida de muita gente. A conclusão é de um estudo feito nas universidades de British Columbia e de Simon Fraser, no Canadá.

A fobia social, também chamada de transtorno de ansiedade social, é algo que vai além de uma simples timidez. Essas pessoas se sentem tão ansiosas ou ameaçadas ao se aproximar dos outros que acabam evitando relacionamentos. Têm poucos amigos e, muitas vezes, não conseguem experimentar uma intimidade emocional, nem mesmo quando conseguem ter relacionamentos íntimos.

Segundo o trabalho, publicado no periódico Motivation and Emotion, realizar atos de bondade em auxílio dos outros é algo que melhora o nível de felicidade e aumenta a frequência de interações positivas, o que ajuda a aliviar a ansiedade social.

A análise contou com 115 estudantes de graduação com altos níveis de fobia social. Eles foram divididos aleatoriamente em três grupos. Um deles realizou atos como cozinhar para um amigo, cortar a grama de um vizinho ou fazer doações para uma instituição de caridade. O segundo foi apenas exposto a interações sociais. E o terceiro não participou de nenhuma intervenção, apenas registrou o que acontecia a cada dia.

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Os pesquisadores perceberam que o primeiro grupo teve um desejo menor, de modo geral, de evitar situações sociais, especialmente na fase inicial da intervenção. Jennifer Trew e Lynn Alden, principais autoras do estudo, acreditam que fazer algo de bom para os outros pode ajudar quem sofre de fobia social a levar uma vida mais gratificante e participativa.

 

Uol

Discriminação aumenta em quatro vezes chance de depressão ou ansiedade

discriminacaoA discriminação tem consequências físicas e psíquicas muito mais duradouras para suas vítimas do que constrangimentos pontuais. Um estudo realizado com estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) mostrou que aqueles que sofreram discriminação possuem 4,4 vezes mais chance de apresentar sofrimentos psíquicos como ansiedade, depressão ou dificuldade de concentração para atividades cotidianas.

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No estudo realizado pela estudante de odontologia e bolsista do Pibic (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica) Vitória Cordeiro de Souza, 1.023 dos 19.963 estudantes matriculados na UFSC responderam a um questionário que perguntava tanto sobre experiência de discriminação quanto transtorno psíquico.

“Se fala da discriminação no Brasil como particularmente velada ou ocultada, mas não foi isso o que apareceu no estudo. A discriminação ocorre de um modo explícito. Todas as questões que a gente abordou não eram sutis, elas não geravam dúvidas. Este conceito que temos de uma nação tolerante me parece mais uma fábula”, disse professor de Saúde Pública da universidade e coordenador das pesquisa João Luiz Dornelles Bastos.

Entre os que relataram ter sofrido algum evento discriminatório, a prevalência de sofrimento psíquico atingiu cerca de 50%. O estudo da UFSC não limitou a discriminação a uma situação específica. O questionário apontava 18 motivos para ter sido discriminado e também deixava espaço para que o respondente escrevesse o motivo. Entre os alunos que responderam o questionário, a maioria era branca.

“O diferencial desta pesquisa é que ela é mais abrangente. A pessoa não sofre discriminação um dia porque é negra, outro porque é pobre e no outro porque é mulher. Essas coisas acontecem simultaneamente”, explica Bastos.

Entre os principais motivos de discriminação apontados pelos estudantes da universidade estavam roupa, posição social, local de moradia, cor e raça, idade e comportamentos específicos. Os resultados da pesquisa foram apresentados no Congresso Mundial de Epidemiologia, no Alasca (EUA).

Racismo
A discriminação é apontada como um fator de risco para doenças, especialmente as mentais. Estudos mostram que há também agravos em hipertensão, colesterol. “O que vemos é que a discriminação é um determinante na saúde das pessoas. É um causal”, diz Bastos.

No caso da discriminação racial, o que se percebe é que ela concentra uma pressão muito grande e em todos os momentos da vida do indivíduo. O psicanalista Marco Antônio Chagas Guimarães, que não participou do estudo da UFSC, destaca que o racismo promove um acúmulo de pressão que não pode ser escoado como ocorre com a população branca. “Esses eventos são diários e 24 horas por dia, seja quando entra no elevador, na escola, no ónibus”, disse.

Guimarães afirma que o atendimento de pacientes negros tem mostrado que as repercussões psíquicas de racismo são humilhação, baixa estima, timidez excessiva, irritabilidade, ansiedade intensa, estados fóbicos, hipertensão, depressão, obesidade, agressividade, uso de álcool ou outras drogas.

Guimarães afirma que episódios como o ocorrido com o goleiro Aranha, do Santos, que denunciou para o juiz da partida torcedores do Grêmio que o chamavam de macaco, são de extrema importância para o combate ao racismo. “É claro que tem uma raiva, mas ele soube utilizar esta raiva de uma maneira madura. Outra coisa é que ele teve voz. Quantas crianças sofrem racismo desde sempre e não conseguem ter voz para se defender disto”, afirma

Racismo institucionalizado no sistema de saúde

De fato, o racismo faz mal a saúde. Seja por conta das consequências físicas e emocionais ou por conta do racismo perpetrados nos usuários do sistema de saúde. “O racismo é estruturante das relações sociais brasileiras e isto aparece nos atendimentos de saúde e de qualquer instituição”, explica.

Bastos destaca três estudos importantes realizados nos últimos 15 anos no País que comprovam que pacientes negros tendem a sofrer discriminação no próprio posto de saúde.

O primeiro, realizado no Rio de Janeiro pela pesquisadora da Fiocruz Maria do Carmo Leal, em 2011, mostrou que gestantes negras recebiam 50% menos anestesia que gestantes brancas. Outra pesquisa, realizada em Pelotas (RS), mostrou que mulheres negras eram menos submetidas a exames de Papanicolau que brancas. “O exame é importante para a detecção de câncer do colo uterino e deve ser feito com frequência”, disse.

Um terceiro estudo, realizado em 2005 por Etenildo Dantas Cabral, da Universidade de Pernambuco (UFPE), com dentistas do Recife, concluiu que os profissionais tenderam a recomendar a extração dentária com maior frequência em pacientes negros.

O estudo consistia em mostrar para dentistas os dados de um paciente hipotético com muitas caries e perguntar se eles recomendavam a extração do dente ou o tratamento. Três meses depois, o mesmo caso era mostrado para os dentistas, mas a foto do paciente era alterada para a de um homem negro. O resultado mostrou que 9,4% dos dentistas preferiram extrair o dente do paciente negro. No entanto, nenhum dentista decidiu extrair o dente do branco.

“Não existe uma questão biológica para esta diferença. O que os estudos mostram é que ninguém quer ter contato com esta mulher negra, ou que a decisão de extrair ou tratar um dente tem relação com a cor do paciente”, diz Bastos.

180 Graus

Cafeína pode causar ansiedade e até ataques de pânico

panicoA cafeína é uma substância ingerida pela maioria dos adultos diariamente, já que compõe não só o café, como também chás.

Pode parecer uma opção fácil e barata para manter a energia em alta, mas uma pesquisa mostrou que, consumida com moderação, a cafeína, que é uma substância psicoativa, provoca bem-estar, no entanto, em demasia, pode até ser fatal. Entre os sintomas desagradáveis que podem ser causados pela substântica, estão taquicardia, sudorese, ansiedade e até ataques de pânico, segundo o estudo. As informações são do Daily Mail.

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A cafeína atinge o cérebro em apenas 20 minutos e pode bloquear a absorção de adenosina, um neurotransmissor que diz ao cérebro que estamos sonolentos, o que nos livra do cansaço. A substância também estimula o sistema nervoso central, de modo que aumenta o seu estado de alerta e diminui o tempo de reação.

Com isso, a pressão arterial aumenta ligeiramente e o coração sofre todos os sintomas comumente associados à ansiedade. Segundo John Greden, da Universidade de Michigan, uma enfermeira de 27 anos se queixava de tonturas, tremores, falta de ar, dor de cabeça e batimento cardíaco irregular. Ela foi diagnosticada pela primeira vez com uma reação de ansiedade, mas, mais tarde, descobriu-se que a causa era o café. Ela estava consumindo uma média de 10 a 12 xícaras por dia.

Outras pessoas tiveram sintomas semelhantes por conta da ingestão de 14 xícaras de café por dia, e uma vez que o consumo de cafeína foi reduzido, os problemas melhoraram. O tratamento ideal para a ansiedade em um paciente que consome a cafeína é eliminá-la, antes de prescrever medicação contra a condição. A cafeína também foi associada a ataques de pânico, em que as pessoas sentem que estão perdendo o controle e que algo terrível está acontecendo. Os ataques são transitórios, mas podem ser totalmente debilitante e são muito comuns.

Matéria publicada pelo Portal Terra

Estudo sugere que meditar meia hora por dia alivia ansiedade e depressão

meditacaoMeditar por meia hora todos os dias ajuda a aliviar os sintomas da ansiedade e da depressão, revela uma análise feita com base em resultados de cerca de 50 testes clínicos.

“Um grande número de pessoas recorre à meditação mas este exercício não é considerado parte de alguma terapia médica”, disse o doutor Madhav Goyal, professor adjunto de medicina interna na universidade Johns Hopkins e principal autor deste estudo publicado essa segunda-feira (6) na edição on-line do “Journal of the American Medical Association (JAMA)”.

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“Mas na nossa pesquisa, a meditação parece aliviar os sintomas da ansiedade e de depressão, tanto quanto os antidepressivos em outros estudos”, afirmou Goyal, ao esclarecer que estes pacientes não sofrem de formas severas de ansiedade ou depressão.

Os cientistas avaliaram o nível de mudança dos sintomas entre as pessoas que sofrem de uma variedade de problemas de saúde, como a insônia ou a fibromialgia, um transtorno que causa dores musculares crônicas. Apenas uma minoria destes pacientes sofria de uma doença mental, afirmaram os autores.

Eles constataram que a meditação conhecida como “de plena consciência”, uma técnica budista que consiste em concentrar a atenção no momento presente, mostrou-se particularmente promissora.

Bem-estar
Geralmente, eles observaram sinais de melhora nos sintomas da ansiedade, da depressão e da dor, depois de um programa de meditação de meia hora por dia. Mas os cientistas observaram poucos indícios de melhora do nível de estresse ou da qualidade de vida.

Nos testes clínicos analisados, nos quais os pacientes foram acompanhados por seis meses, os cientistas observaram que os benefícios da medicação persistiram.

Esta análise incluiu 47 testes clínicos com um total de 3.515 participantes que praticavam diferentes técnicas de meditação e que sofriam de diversos problemas mentais e físicos, entre eles depressão, ansiedade, estresse, insônia e inclusive diabetes ou câncer.

Bem Estar


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