Arquivo da tag: Anastácio

Anastácio critica posições de Dom Aldo: “tem religioso que não gosta de gente”

frei-anastacioO deputado estadual Frei Anastácio foi questionado pela imprensa, nesta quinta-feira (3), sobre o suposto processo investigatório deflagrado pelo Vaticano contra o arcebispo emérito da Paraíba, Dom Aldo Pagotto. Na oportunidade, o parlamentar, que é membro da Igreja Católica, evitou comentar sobre o processo, mas deixou clara a sua posição crítica em relação ao arcebispo.

“É o seguinte, a minha praia é o movimento social, são os trabalhadores, e quando tem gente na rua, eu fico satisfeito. Não estou preocupado se Dom Aldo vai ou se não vai, estou é preocupado se o povo vai, porque o povo indo é o importante”, disse Frei Anastácio.

O deputado ainda afirmou que a Igreja Católica tem evoluído sob a orientação do Papa Francisco e, sem citar nomes, mas dentro dos questionamentos sobre Dom Aldo Pagotto, criticou a conduta de alguns membros do catolicismo.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

“Na igreja, eu vejo que as posições do Papa Francisco têm sido muito coerentes com o evangelho. Ele diz que os padres, os bispos, e os religiosos têm que sentir o cheiro das ovelhas. Agora, temos padres, temos bispos, temos religiosos, e temos cristãos que tem medo do povo”, concluiu.

Investigação
Por decisão do Vaticano, Dom Aldo Pagotto, só poderia realizar missas e casamentos, mas não ordenar diáconos e padres. A informação foi revelada por um grupo de sacerdotes à imprensa paraibana. O alvo seria a conduta ‘anti-democrática’ do arcebispo na Igreja.

Em Nota, Dom Aldo negou a acusação afirmando que a informação ‘caluniosa’ foi afirmada no anonimato, desprovida de provas documentais. “Deve ser negado, porquanto não há como responder à série de boatos acusatórios”, diz.

WSCOM Online

Anastácio denuncia que prefeituras estão alugando as máquinas do PAC

frei-anastacioO deputado estadual Frei Anastácio (PT) denunciou, hoje (13), no plenário da Assembleia Legislativa, que prefeituras do interior do Estado estão desviando a finalidade do uso das máquinas do PAC2, e até alugando para serviços particulares. “Algumas prefeituras recebem as máquinas do PAC, mas elas não servem para sua real finalidade que é para a zona rural e os trabalhadores da reforma agrária. Só para a Paraíba, foram entregues 1.059 máquinas/equipamentos, totalizando 276 milhões de reais para 201 municípios”, frisou o parlamentar.

Na Portaria de número 30, de 23 de abril de 2014, emitida pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), que a doação dessas máquinas é para abertura, recuperação, readequação e conservação de estradas vicinais na zona rural de municípios com predominância de agricultores familiares,  conservação das estradas vicinais, importantes para o escoamento da produção e para a segurança do tráfego nos pequenos municípios, limpeza de açudes, construção de barragens subterrâneas, cacimbas, fossas, cisternas para mitigação dos efeitos da seca nas regiões do semiárido.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

“Em vez de servir os trabalhadores para ações importantes, até de produção de alimentos, estão usando as máquinas para carregar lixo urbano domiciliar. Os prefeitos usam o argumento de que não possuem recursos para manter as máquinas”, ressaltou Frei Anastácio.

O parlamentar também citou exemplos de que o problema se agrava por causa de má gestão. “O açude de Cepilhos, distrito de Areia, servia para abastecer 22 municípios polarizados por Esperança, mas hoje se encontra assoreado. Ele poderia ser recuperado para dar suporte aos moradores daquela região que estão em colapso total de água, mas ninguém move uma palha para resolver”, declarou.

Em relação ao açude Araçagi, o deputado disse que recebeu denúncias de que aquele reservatório está completamente poluído com esgoto, além de receber dejetos do matadouro local. Para Frei Anastácio, as ações são para ser feitas com urgência e é preciso o comprometimento da União, do governo do estado e dos gestores municipais, e que não adianta ir para Brasília, exigir medidas do Ministério da Integração, sem antes a frente apresentar um claro projeto para curto prazo.

“O que os municípios, governo do estado e governo federal estão fazendo para solucionar esses problemas que afetam o povo da Paraíba? Os recursos estão sedo mal geridos e se não mudar a forma de administrar esses recursos, precisaremos ser mais enérgicos para reestabelecer o que é de direito do povo paraibano”, enfatizou.

 

portalmidia

Frei Anastácio comemora decisão favorável à sua candidatura a deputado estadual

frei anastacioO deputado estadual Frei Anastácio (PT) teve seu pedido de candidatura deferido em segunda instância. Segundo a decisão do Tribunal Regional Eleitoral, a documentação que faltava que ele entregasse para que a candidatura fosse aceita foi incorporada ao processo.Para o deputado, a decisão, apesar de ser um alívio, não foi inesperada.

“Não tinha dúvidas de que não seria necessário recorrer a Brasília, pois se resolveria aqui, uma vez que não havia nada que pudesse impedir nossa candidatura e nossa reeleição”, afirmou o deputado.

Ele destacou, ainda, que não tinha motivos para duvidar da justiça e que nunca fugiu dela. “Sempre me fiz presente quando convocado. Cumpri meu papel como cidadão”, declarou.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O deputado diz ter sido prejudicado pelo processo. “Foi desgastante. Saí perdendo com isso, mas estou recuperando. De ontem para hoje, por meio das mídias sociais, estamos recebendo apoios importantes”, afirmou.

João Thiago com Fernando Braz

Frei Anastácio comemora nome de Lucélio para o senado e diz que decisão repercute em todo estado

frei anastacio“A iniciativa de colocar Lucélio Cartaxo como pré-candidato ao senado, na chapa do PMDB, está repercutindo muito bem em todo o estado.” A afirmação é do deputado estadual Frei Anastácio, líder do PT na Assembleia Legislativa, que se encontra cumprindo agenda junto a lideranças do PT, movimentos sociais, sindicatos, ONG’s, trabalhadores rurais e agricultores familiares no Cariri,Vale do Piancó,Médio e Alto Sertão.

O parlamentar disse que já está divulgando o sucesso dessa aliança com o PMDB que, agora com o nome de Lúcélio Cartaxo, se fortalece ainda mais. “O nome de Lúcélio, além de deixar o PT com chances reais de eleger seu primeiro senador, na Paraíba, pode trazer a unidade do partido”, argumentou Frei Anastácio.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O parlamentar relatou que um exemplo disso, é a posição favorável tirada pelos tradicionais aliados do deputado federal Luiz Couto, em Serra Branca. “Lá, a Executiva Municipal do partido e os vereadores da legenda tiraram como encaminhamento apoiar a pré-candidatura de Lucélio Cartaxo. o ex-presidente do Diretório Municipal de Serra Branca, que foi candidato a prefeito em 2012 pelo partido, Ednaildo Saraiva,grande aliado do deputado Luiz Couto, já manifestou que Lucélio Cartaxo é um bom nome para ocupar o senado e que pode trazer a unidade partidária”,disse Frei Anastácio.

Fortalecimento do palanque de Dilma na Paraíba

O parlamentar também disse que está muito feliz porque essa posição de aliança com o PMDB, e o nome de Lucélio para o senado, vem sendo defendida por ele desde o mês de março.  “Esse posição foi protocolada, junto à direção do PT estadual, em março, e defendida em nível nacional através de documento assinado por Frei Anastácio, Giucélia Figueiredo, Ronaldo Cruz, Hermano Maia, Josenilton Feitosa, Antônio Barbosa, Jonathan Pontes, David Soares, Aristides Villar e José Ivonaldo”, disse o deputado.

O líder do PT enfatizou que todos esses petistas pertencem às forças internas Movimento PT, Democracia Socialista e Articulação de Esquerda. “Nós tomamos essa posição ressaltando que a aliança com o PMDB e o nome de Lucélio ao senado fortalecem o futuro palanque para reeleição da pré-candidata Dilma Rousseff, a Presidência da República”, disse o deputado.

Assessoria

Anastácio critica pressa de governador em aprovar LOA

frei anastacioO deputado estadual Frei Anastácio (PT) criticou, hoje (8), a pressa do governo do estado que buscou a justiça para tentar obrigar a Assembleia Legislativa a votar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (Loa). “O poder legislativo não tem culpa nenhuma, em relação aos problemas da Loa. O governo é que enviou a peça com problemas”, disse o petista.

Frei Anastácio lembrou que o primeiro problema foi a questão da diminuição do orçamento para a Defensoria Pública, em R$ 16,5 milhões. “O Supremo Tribunal Federal (STF) mandou o governo corrigir. O governador ainda relutou, mas quando viu que iria se dar mal resolveu voltar atrás. Mas, reenviou a Loa à Assembleia com subtração de recursos de uma área prioritária, que é a saúde, e os deputados não acataram”, relatou o deputado.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook
O parlamentar argumentou que o governo já teve duas tentativas frustradas. “A primeira foi quando ele tentou bater de Frente com o STF e queria aprovação da Loa, prejudicando os defensores, e teve o recurso negado. A segunda foi essa tentativa na justiça estadual, onde ele tentou fazer com que a Assembleia votasse a Loa em 48 horas. Depois dessas duas derrotas, ele vai ter que esperar até segunda-feira, para a Assembleia votar”, disse o parlamentar.

O petista disse que pelo menos dessas vezes, “o governador que tanto desrespeita leis no estado levou dois “foras” da justiça. Isso é para ele saber que o dono do mundo é outro. Vamos agora, para a avaliação dos deputados, que também não se renderam aos “caprichos” do Palácio da Redenção”, afirmou.

Menos recurso na saúde

O deputado destacou que a nova peça orçamentária, reenviada à Assembleia, retira recursos que eram destinados à manutenção dos hospitais de Mamanguape (R$ 6,5 milhões) e do hospital de emergência e trauma de Campina Grande (R$ 2 milhões), além de R$ 8 milhões do Fundo Estadual da Saúde, que eram destinados à construção e ampliação de unidades de saúde no estado.

Assessoria de Frei Anastácio 

Sindicalista sousense vai pedir a cassação de Frei Anastácio, e compara AL/PB como uma Galinha

Gervásio Bernardo, Presidente do Sindicato dos Motoristas Efetivos do Município vai ingressar junto a Comissão de Ética da AL/PB com pedido para apurar quebra de decoro parlamentar do Deputado Estadual, Frei Anastácio (PT).

Conforme o Sindicalista é necessário que se apure a conduta vedada do Parlamentar, haja vista a 4ª Vara da Justiça Federal em Campina Grande condenou o ex-superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária na Paraíba (Incra-PB), Antônio Ribeiro, mais conhecido como Frei Anastácio em uma ação de improbidade administrativa. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF), em razão de descaso do réu em responder a questionamentos do órgão sobre denúncias de invasões não apuradas pelo Incra. Frei Anastácio, que atualmente é deputado estadual pelo PT, recorreu e o caso será levado ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

– Houve uma condenação. Frei Anastácio representa a sociedade paraibana na Assembleia. Houve o processo, o direito da ampla defesa, houve uma sentença no final. Ele é réu condenado. Acho que está no momento da Assembleia Legislativa dizer o que é que ele representa. AL/PB está parecendo uma Galinha cobrindo os pintos, mas pintos sujos de lama, sustentou.

Gervásio também na representou na Comissão de Ética da AL o Deputado Estadual, Anísio Maia (PT), também por quebra de decorro parlamentar, haja vista, em tese, Anísio está envolvido com esquema fraudulento da pesca na Paraíba.

A FOLHADOSERTAO, ainda não conseguiu conversar com o Deputado Estadual, Frei Anastácio para ouvir sua versão sobre o assunto. Fica o espaço aberto.

Entenda o caso

Em 2007, durante investigações do Ministério Público Federal para apurar denúncia de que o Incra não teria tomado qualquer providência sobre beneficiário de lote em assentamento, que teria participado de invasões em fazendas localizadas no município de Esperança (PB), o MPF requisitou informações do caso ao então superintendente regional, Frei Anastácio. Pela Lei nº 8.629/93 (sobre reforma agrária), será excluído do programa de reforma agrária do governo federal quem for beneficiado ou pretendente de lote em assentamento e for identificado como participante em conflito fundiário.

Em junho de 2007, o Ministério Público enviou ofício ao Incra questionando o andamento do procedimento administrativo. Após reiterar o ofício pela quarta vez, oportunidade na qual foi entregue em mãos, finalmente houve uma resposta do réu, informando que estava apurando os fatos e pedindo prazo de 60 dias para envio de relatório final. Vencido o prazo de 60 dias, o MPF enviou novo ofício solicitando o resultado final do procedimento administrativo. Como o ofício não foi respondido, foi reiterado em 14 de maio de 2009, em 25 de setembro de 2009 e em 4 de março de 2010 sem que se obtivesse qualquer resposta, apesar dos vários contatos feitos por telefone, inclusive através da secretária do superintendente.

Em 18 de março de 2010, Anastácio deixou o cargo de superintendente do Incra, assumindo Marcos Faro Eloy Dunda. O ofício buscando as informações foi, então, dirigido ao novo superintendente, que prestou as informações solicitadas. Em 24 de maio de 2010, o novo superintendente nomeou comissão para apuração dos fatos.

Folhadosertao

Justiça condena frei Anastácio em ação de improbidade


O Ministério Público Federal (MPF) em Campina Grande (PB) obteve sentença favorável em mais uma ação de improbidade administrativa. A ação de nº 0002834-83.2010.4.05.8201 foi proposta contra o réu Antônio Ribeiro, mais conhecido como Frei Anastácio, em 2010, em razão de descaso reiterado do réu em responder a questionamentos do MPF referentes a investigações sobre denúncias de invasões não apuradas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). Na época o réu era superintendente regional do Incra na Paraíba.

Conforme a sentença, o réu está condenado a perder função pública eventualmente ocupada, ter suspensos os direitos políticos pelo prazo de quatro anos, pagar multa de 30 vezes o valor da remuneração que recebia quando era superintendente (com juros de mora e correção monetária), estando ainda proibido de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos fiscais pelo prazo de três anos.

Para o juiz da 4ª Vara Federal, o réu não conseguiu justificar a inércia na apuração de denúncias de invasões feitas ao Incra, não havendo “um só despacho, decisão ou manifestação sua nos autos que sinalizasse tenha ele realmente empreendido os esforços necessários a dar sequência ao procedimento administrativo em questão”.

Na ação, o MPF apresentou a série de ofícios requisitórios enviados ao réu, solicitando informações sobre o andamento das investigações das denúncias. Na sentença, o juiz ressaltou: “pode-se facilmente ver que, ao longo da administração do réu, foram quase dez ofícios para que apenas uma resposta fosse dada e, mesmo assim, com um pedido de dilação de prazo que apenas serviu para protelar ainda mais o andamento do procedimento administrativo” e concluiu “restou, portanto, configurada a prática de improbidade administrativa descrita no artigo 11, II, da Lei nº 8.429/92” (Lei de Improbidade). O réu recorreu e o caso será levado ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região.

Entenda o caso – Em 2007, durante investigações do Ministério Público Federal para apurar denúncia de que o Incra não teria tomado qualquer providência sobre beneficiário de lote em assentamento, que teria participado de invasões em fazendas localizadas no município de Esperança (PB), o MPF requisitou informações do caso ao então superintendente regional, Frei Anastácio. Pela Lei nº 8.629/93 (sobre reforma agrária), será excluído do programa de reforma agrária do governo federal quem for beneficiado ou pretendente de lote em assentamento e for identificado como participante em conflito fundiário.

Em junho de 2007, o Ministério Público enviou ofício ao Incra questionando o andamento do procedimento administrativo. Após reiterar o ofício pela quarta vez, oportunidade na qual foi entregue em mãos, finalmente houve uma resposta do réu, informando que estava apurando os fatos e pedindo prazo de 60 dias para envio de relatório final. Vencido o prazo de 60 dias, o MPF enviou novo ofício solicitando o resultado final do procedimento administrativo. Como o ofício não foi respondido, foi reiterado em 14 de maio de 2009, em 25 de setembro de 2009 e em 4 de março de 2010 sem que se obtivesse qualquer resposta, apesar dos vários contatos feitos por telefone, inclusive através da secretária do superintendente.

Em 18 de março de 2010, o réu deixou o cargo de superintendente do Incra, assumindo Marcos Faro Eloy Dunda. O ofício buscando as informações foi, então, dirigido ao novo superintendente, que prestou as informações solicitadas. Em 24 de maio de 2010, o novo superintendente nomeou comissão para apuração dos fatos.

Da assessoria do MPF

Anastácio rejeita crítica da CUT: “Pífia é a nota deles”

O deputado estadual Frei Anastácio (PT) classificou como vazia e sem conteúdo convincente, a nota divulgada pela direção da Central Única dos Trabalhadores (CUT), para justificar o apoio da entidade ao Governo do Estado sobre o pedido de empréstimo de R$ 150 milhões de reais para a Cagepa. “Até o próprio governo não soube explicar direito o conjunto de detalhes do empréstimo, como eu iria votar a favor”, disse o deputado.
O parlamentar disse que a argumentação dos diretores da CUT seria tão pífia que o conteúdo da nota acaba sendo direcionado ao mandato dele e não ao conjunto de problemas que envolvem o pedido de empréstimo. “Ora, se eu desejasse o quanto pior melhor para o atual governo, como diz jargão ultrapassado da nota, não teria votado a favor do empréstimo de R$ 1 bilhão solicitado pelo governador Ricardo Coutinho, porque não costumo ficar em cima do muro e sei quando os interesses vão beneficiar a coletividade” disse Frei Anastácio.
O deputado classificou de sem propósito a argumentação da nota da CUT de que ele estaria precisando de palanque para aparecer. “Primeiro não sou candidato, no momento, e em 39 anos de luta e no terceiro mandato como deputado, os eleitores de mais de 200 municípios, que votaram em mim, são os julgadores e avaliadores das atividades parlamentares que exerço”, disse o deputado.
O parlamentar acrescentou ainda que quando falou na Assembléia Legislativa que alguns setores dos movimentos sociais e sindicais são como bananeira que não dar mais cacho, não citou nome de ninguém. “Mas, se a carapuça caiu sobre os atuais diretores da CUT é porque eles sabem que setores dessa entidade têm deixado muito a desejar, nos últimos mandatos. E não vou explicitar em público, porque eles sabem do que estou falando”, destacou o deputado.
O petista aproveitou o momento para dizer que a CPI da Cagepa será um dos pontos de partida para abrir a “caixa preta” dessa empresa. Ele já conseguiu um número de assinaturas superior ao necessário para solicitar a CPI e deve protocolar o requerimento nos próximos dias.
Frei Anastácio disse acreditar que a CPI irá fazer um Raio X na história dos últimos 17 anos da Cagepa. “Vamos saber quem é quem no quadro de funcionários. Revelar como essa empresa tem uma folha de pagamento tão alta, com verdadeiros marajás e porque tantos outros empréstimos não conseguiram sanar as dificuldades financeiras. Para onde foi esse dinheiro”, indaga o deputado.
O parlamentar afirma que não é a intervenção da CUT, nem simplesmente a dele como parlamentar que ira resolver o problema da Cagepa. “Se trata de uma empresa pública que deve milhões de reais e que tem outros milhões a receber. E tudo isso é dinheiro do povo que precisa ser visto e administrado com transparência, responsabilidade e honestidade. É um assunto que envolve toda sociedade paraibana”, concluiu Frei Anastácio.
parlamentopb

Anastácio ataca movimento social: “É bananeira que não dá cacho”

O deputado estadual, Frei Anastácio (PT) fez uma ataque frontal aos movimentos sociais e sindicais, durante discurso na Assembléia Legislativa da Paraíba, nesta quarta-feira (01). O que mais chama atenção na surpreendente declaração, é que a tragetória polítca do parlamentar tem sua origem no movimento da Reforma Agrária.

Sem receio de qualquer crítica, o deputado disparou: “Movimento social e sindical hoje é bananeira que não dá mais cacho”, ou seja, não tem mais futuro.

Com conhecimento de causa, pois construiu toda sua vida pública na militância do movimento pela Reforma Agrária, Anastácio afirmou que hoje grande parte dos movimentos sociais e sindicais não passam de “massa de manobra” das classes políticas.

“Eu falo isso sem medo”, sacramentou Anastácio, relatando que tem percorrido o Estado e comprovado a fragilização dos movimentos sociais e sindicais.

MaisPB

Frei Anastácio consegue assinaturas para instalar CPI da Cagepa

O deputado estadual Frei Anastásio (PT), anunciou hoje que conseguiu 16 assinaturas a favor da instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para investigar a situação financeira e contábil da Cagepa, nos últimos 17 anos. Seriam necessárias apenas 12.

O parlamentar argumenta que a CPI irá revelar tudo sobre a situação dessa empresa. “Vamos saber sobre empréstimos, salários, gratificações, investimentos, compras de equipamentos, contratações de comissionados, entre outros assuntos”,prometeu o deputado.

Frei Anastácio disse que depois das últimas revelações feitas pelo deputado Gervásio Maia, sobre empréstimos feitos pela Cagepa, com comissões gordas a banco pernambucano, não há outra saída senão uma CPI. “Vamos entrar na caixa preta da Cagepa para revelar a população do estado, o que realmente está acontecendo”, disse Frei Anastácio.

O parlamentar disse que as discussões em torno do empréstimo de R$ 150 milhões de reais, que a empresa está querendo, levantaram muitos questionamentos que precisam de respostas. “Um deles é a dívida das prefeituras e empresas privadas que chega a R$ 300 milhões, segundo a própria empresa. Por que nunca cobraram essas dívidas e foram deixando se acumular? Será que não foram cobradas porque se tratava de aliados dos governos de então”, indaga o deputado.

Frei Anastácio disse que não é preciso só pedir um empréstimo. É necessário se aprofundar nos problemas que envolvem essa empresa que é pública. “Queremos saber quem é quem nessa história. Quem afundou essa empresa. A Casa de Epitácio Pessoa não deve se furtar a esse debate. Ele é necessário”, frisou.
O parlamentar lembra que os governos agem da mesma forma, ao longo dos anos: tomam empréstimo para sanar o déficit financeiro da empresa. Porém, os problemas são apenas transferidos para frente. “Quem me diz que daqui a três anos esse mesmo problema não irá voltar à tona”, adverte o deputado.

Ação e Planejamento – “O que a Cagepa precisa é de um programa de gestão que faça uma reestruturação na forma de trabalho. Um planejamento com ações que tirem a empresa da situação financeira que se encontra. Não se pode aceitar que a cada momento de crise a CAGEPA se reporte a empréstimos como salvação. Não é dessa forma que o problema da empresa vai ser resolvido. A situação é muito mais profunda”, garante.

Assessoria