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Presidente do STF, Joaquim Barbosa, mantém condenação ao jornalista Paulo Henrique Amorim

Paulo Henrique AmorimO blogueiro e apresentador Paulo Henrique Amorim terá de pagar ao diretor de jornalismo da TV Globo, Ali Kamel, R$ 60 mil por danos morais, informou nesta quarta-feira o site Consultor Jurídico. Amorim foi processado por ter chamado Kamel de racista, em 2009. As ofensas foram publicadas no blog “Conversa Afiada”, que pertence a Amorim.

O caso foi julgado pelo presidente do STF, Joaquim Barbosa, que manteve a condenação que deferiu que Amorim terá que pagar 60 mil reais de indenização a Ali Kamel, por dizer que ele é racista no livro “Nós não somos racistas”.

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Na condenação do TJ-RJ, o juiz Rossidelio Lopes da Fonte disse que além de levar os leitores de seu blog e do livro a entenderem que Kamel é racista, Paulo Henrique “fez de seu passatempo quase diário perseguir o autor com publicações demasiadamente ofensivas e desrespeitosas, que certamente estão longe de serem críticas de cunho jornalístico ou exercício legítimo do direito de livre manifestação de pensamento assegurado pela Constituição Federal”.

De acordo com o Consultor Jurídico, a indenização original era de R$ 30 mil. No valor, porém, somaram-se juros e atualização monetária. Kamel tem outra ação contra Amorim, já confirmada em segunda instância. Nesta, recebeu indenização de R$ 50 mil pela publicação de mais de cem posts em que Amorim o associa ao racismo.

por Davi Lambertine

Vigarista toma sino de Amorim

artigoramalho

A nova Bananeiras que vem sendo construída a partir dos últimos dez anos, começou a surgir da iniciativa de um empreendedor corajoso que acreditou no futuro de seus investimentos, conseguiu parceiros que se associaram ao projeto e arrancou o poder publico da sua inatividade secular. Bastou uma legislação protecionista e acolhedora, a par de  uma divulgação direcionada à história, beleza e vantagens climáticas do lugar, para a  antiga capital do café se tornar um dos destinos turísticos mais procurados  da Paraíba,

Com a construção de uma segunda residência em condomínios fechados, vieram conviver com os brejeiros  dezenas de nordestinos, e até europeus. Estes escolheram as nossas serras, pela semelhança do clima, como moradia de lazer ou para gozo merecido de suas aposentadorias.

Entre as figuras pioneiras desse êxodo pelo avesso, que abandonaram o litoral ensolarado e as praias de águas quentes vindo  aportar  no alto da Serra da Cupaóba, destaco Aloisio Nicácio, servidor aposentado do Banco do Brasil com passagem pelo Tribunal de Justiça na gestão do estimado amigo Rafael Carneiro Arnaud e que construiu seu chalé na Rua Santo Antonio, conglomerado inicial da nova fase do burgo de Solón de Lucena.

A sua casa, com vista privilegiada para a cidade que se espalha ordeira e majestosa no vale cortado pelo Riacho Bananeiras foi das primeiras a surgir, ao lado do empreendedor-mor Alírio Trindade Leite, um  patoense que escolheu Bananeiras como seu berço e por ela foi adotado. Essa adoção rendeu muitos frutos e os alicerces que fincou agregaram às estatísticas do nosso desenvolvimento mais de quinhentos leitos de hospedagem, cinco condomínios fechados, restaurantes de boa qualidade e cerca de dez loteamentos que ampliaram a zona urbana, conforme o Plano Diretor da Cidade.

Andei pela cidade e já ia me esquecendo do sino. O padre comprou um terreno e Alirio construiu a Capela em homenagem a Santo Antonio, mas faltava o sino. É aí que entra o seu vizinho Aloisio Nicácio. Seu concunhado de nome  Belarmino de Amorim possuía um sino e antes que botassem preço na peça necessária à capela, Aloisio resolveu fazer um pegadinha com o cunhado, lhe enviado a carta abaixo:

A Prelazia de Bananeiras está construindo, na comunidade Sítio Serra Verde, uma capela, com donativos dos moradores daquela comunidade e significativa ajuda dos amigos de João Pessoa, possuidores de chalés naquele logradouro.

Um caridoso morador da comunidade prontificou-se a doar o sino para a capela e mandou fabricá-lo em Minas Gerais; entretanto, até esta data, o fabricante não entregou a encomenda, tendo nos informado, por último, que o sino estaria pronto no final de outubro de 2005, sendo que a inauguração da capela está programada para o dia 26 de setembro próximo.

Sabedor de que V. Sª. dispõe de um sino com as dimensões exatas para a obra em construção, venho, encarecidamente, apelar para a sua notória benevolência, no sentido de ceder à nossa paróquia, por empréstimo, o aludido sino, que lhe será devolvido tão logo nos seja entregue o exemplar que se encontra em fabricação.

Certo de que contarei com a sua valiosa colaboração, apresento-lhe, antecipadamente, os meus agradecimentos, na qualidade de Vigário da Paróquia de Santo Antonio.Saudações,Vig. Aristato Masino de Amorim.

A cidade nunca teve esse vigário. Mas foi lendo o nome do dito cujo sem intervalo, que decifrei a pegadinha. A assinatura revela que um VIGARISTA TOMA SINO DE AMORIM. Santo Antonio agradeceu, sem duvida.

 

Ramalho Leite

 

O texto é de inteira responsabilidade do assinante

Edilson Amorim é eleito reitor da UFCG

O professor Edilson Amorim foi eleito reitor da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e irá dirigir os rumos da instituição nos próximos quatro anos. O resultado da votação foi divulgado na madrugada desta sexta-feira, dia 7. Dos 7.421 votantes, considerando os percentuais ponderados – conforme a resolução que regeu o processo -, 66,9% optaram por Edilson Amorim, enquanto 33,1% escolheram o professor Amauri Fragoso.

O reitor eleito afirmou que o resultado confirma a expectativa nutrida em todo o processo eleitoral “em função do trabalho realizado e da campanha empreendida” por entender que, juntamente com professor Vicemário Simões, eleito vice-reitor, contribuíram para o melhor debate.

“Penso que esta eleição, com apenas duas chapas postulantes, teve um componente plebiscitário, ou seja a aprovação de um projeto em implantação. Evidente que, como se trata de uma transição, há uma expectativa muito grande em relação a mudanças”.

Amorim afirmou ainda que a universidade vai ser cada vez melhor e será uma universidade de todos. “De todos os professores, servidores e estudantes. Incorporando um pouco o aprendizado obtido durante essa caminhada, que foi também um aprendizado com a chapa adversária”.

O futuro da UFCG será muito promissor e academicamente superior, garantiu, afirmando que serão supridas as demanda resultante da expansão e que fortes investimentos serão feitos para reforçar a qualidade do ensino, da pós-graduação, da extensão e da administração.

“Queremos ser excelência, não só no aspecto acadêmico. Ambicionamos atingir a excelência na área administrativa, como suporte ao sucesso acadêmico”, concluiu.

Diálogo e ações

Nos primeiros meses de gestão, segundo Amorim, será posto em prática um plano de mudança administrativa e de infraestrutura – sobretudo no campus de Campina Grande -, e serão estabelecidos diálogos com a graduação, pós-graduação, pesquisa e extensão para dinamizar as ações em desenvolvimento.

Reunir-se com as unidades acadêmicas e com os centros de ensino para – a partir da divulgação do programa de trabalho construído durante a campanha eleitoral -, absorver outras contribuições que possam ser traduzidas em resposta à comunidade, é uma das primeiras ações.

“Precisamos converter esse resultado eleitoral em discussão e reflexão que, num prazo de seis meses, marquem uma diferença qualitativa”, ponderou.

Terceira universidade do Nordeste em ensino

“Aos que criticaram o processo de expansão da UFCG, afirmando ter sido em detrimento da qualidade de ensino, o Índice Geral de Cursos (IGC 2011) trouxe a resposta nessa quinta-feira, dia da nossa eleição”, lembrou Amorim, comentando o terceiro lugar no Nordeste em qualidade de ensino obtido pela UFCG.

“Tínhamos a consciência de que estávamos expandindo a universidade sem prejuízo da qualidade. A prova disso é que somos a terceira universidade do Nordeste, a frente de outras instituições historicamente enraizadas”, comentou, afirmando que a interiorização da UFCG se deu com qualidade e inclusão social.

A UFCG obteve conceito 4 (IGC contínuo 3,48), de um máximo de 5 (conseguido por apenas 27 das 2.136 universidades, faculdades e centros universitários avaliados).

Modernização, internacionalização e cultura

O reitor Thompson Mariz disse esperar do reitor eleito políticas administrativas que promovam a modernização, internacionalização, implantação da educação a distância e investimentos na cultura para uma interação maior com a sociedade.

“Ampliar o intercâmbio internacional, modificar o projeto pedagógico dos cursos – que ainda insistem em permanecer com projetos antiquados -, incentivar grupos emergentes na pós-graduação, ampliar a assistência estudantil, consolidar a infraestrutura e interiorizar mais ainda a universidade são caminhos que aponto”, disse.

Mariz reforçou que é necessário promover maior interação com a sociedade, através da cultura, criando uma filarmônica, museu, teatro, televisão e rádio universitária. “Instalamos a universidade, a organizamos internamente, preparando-a para esse caminho. Agora, cabe ao futuro reitor conduzi-la por caminhos que a faça crescer e brilhar ainda mais”.

Relatório

Na próxima terça-feira, dia, 11, a comissão eleitoral apresentará ao Colegiado Pleno do Conselho Universitário o relatório do processo de escolha do novo reitor.

Ascom

Paulo Henrique Amorim: Dilma peitou os bancos

 

O Mantega espinafrou o spread dos bancos.

O BB cortou os juros.

A Caixa cortou os juros.

O Banco Central baixou a Selic, a caminho dos 8%.

A Febraban do Murilo Portugal foi enfrentar o Mantega e saiu pela porta dos fundos.

O HSBC e o Santander cortaram os juros.

O Bradesco cortou os juros.

O Itaú – que só reclama da inadimplência (por que não trata de analisar risco melhor ?) – correu atrás e cortou os juros.

Agora, o BB e a Caixa aplicam um segundo round de corte de juros.

Se os bancos privados não forem atrás, de novo, vão continuar a perder mercado para o BB e a Caixa, como perdem desde 2008, quando demoraram a “sair da poça”.

Foi o Nunca Dantes quem destituiu o Meirelles – aquele que presidia o BankBoston – e fez o BB, a Caixa e o BNDES reduzirem os juros na marra para evitar a recessão.

Lula transformou aquele tsunami da Urubóloga na marolinha.

Agora, a JK de Saias peita os bancos e corta o lucro deles com spread ou sem spread.

Ou reduz os juros ou dança, não é isso, Portugal ?

E se não reduzir corre o risco de ficar com a fama de prejudicar o cliente.

Agora, amigo navegante, imagine se o Farol de Alexandria consegue levar às últimas consequências a fúria privatizante, aquela bandeira que ele tomou do Collor.

Imagine, amigo navegante, se o Padim Pade Cerra ganha as eleições de 2002 e 2010.

Eles tinham vendido o Banco do Brasil e a Caixa.

Atesta esse documento que o Ministério da Fazenda preparou para o FMI.

Mais barato do que venderam a Vale – a pedido do Cerra, como demonstra o Fernando Henrique.

Vendiam as joias da coroa.

O Francisco Grou tinha transformado o BNDES numa sub-seção do Morgan Stanley.

E o Cerra entregava o pré-sal à Chevron, como prometeu no WikiLeaks.

Eles queriam “virar a página” do varguismo.

E fugiram de navio, com o Lacerda a bordo, com medo do povo.

Como diria o CPC da UNE, esse tucanos de São Paulo teriam feito do Brasil “um imenso Portugal”.

Ou, como diz o Delfim, os tucanos de São Paulo venderam as joias da família e aumentaram a dívida.

Sao uns jenios !

Esse Nunca Dantes …

Paulo Henrique Amorim