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Nenê volta a marcar, Vasco vence Bragantino e ameniza crise nos bastidores

Nelson Costa/Vasco.com.br
Nelson Costa/Vasco.com.br

Em momento delicado na temporada, o Vasco fez o seu papel e venceu o Bragantino por 2 a 1 neste sábado, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. A partida é simbólica, pois além de ser fundamental na briga pelo acesso significou o fim do jejum de Nenê, que estava há onze jogos sem marcar na Série B. Além de amenizar a crise vivida entre clube e torcida, que chegou a invadir o treinamento durante a semana para cobrar os atletas.

Com o resultado, o Vasco chega aos 62 pontos e reassumiu a vice-liderança da Série B. O Cruzmaltino volta a campo no próximo sábado, quando visitará o Criciúma, em Santa Catarina.

Andrezinho se junta a Martin e aumenta lista de desfalques do Vasco

Além de Martin Silva, com a seleção uruguaia, o técnico Jorginho teve um problema de última hora. Andrezinho sentiu dores no joelho direito e sequer viajou para Bragança. Diguinho assumiu a vaga ao lado de Douglas e Bruno Gallo. O goleiro estará à disposição no próximo jogo, contra o X. Já o apoiador ainda será reavaliado.

Reserva, Leandrão reclama de arbitragem e quase é expulso no intervalo

O Vasco reclamou bastante da anulação de um gol marcado por Thalles. A arbitragem viu impedimento de Madson no lance. O problema é que as imagens da televisão mostraram o contrário. Ao fim do primeiro tempo, os jogadores cercaram o trio. Leandrão se exaltou e quase foi expulso após um bate-boca com o árbitro Emerson de Almeida Ferreira.

Thalles confirma boa fase e tem atuação decisiva em vitória

Titular do Vasco, Thalles vive grande momento individual. Ele marcou dois gols nos últimos dois jogos. Contra o Bragantino foi bastante decisivo. Estufou as redes, sofreu o pênalti e ainda teve gol mal anulado pela arbitragem no primeiro tempo.

BRAGANTINO 1 X 2 VASCO

Local: Nabi Abi Chedid, Bragança Paulista (SP)
Hora: 16h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
b: Marconi Helbert Vieira (MG) e Luiz Antônio Barbosa (MG)
Gols: Thalles, aos 38min, e Rafael Grampola, aos 45min do primeiro tempo;
Cartões amarelos: Everton Dias, Gabriel Nunes e Anderson Ligeiro (BRA) Bruno Gallo e Thalles (VAS)

Bragantino
Renan Rocha; Juliano (Claudinho), Lucas Rocha, Diego Sacoman e Fabiano; Edson Sitta, Everton Dias e Gabriel Nunes (Lincom); Anderson Ligeiro, Vitor Hugo e Rafael Grampola
b: Estevam Soares

Vasco
Jordi, Madson, Luan, Rodrigo e Júlio Cesar; Bruno Gallo (Julio dos Santos), Diguinho, Douglas e Nenê; Ederson (Yago Pikachu) e Thalles
Técnico: Jorginho

uOL

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Corinthians elimina Fluminense, vai às quartas da Copa BR e ameniza crise

O Corinthians conseguiu um belo respiro para sair da crise. Com o placar de 1 a 0, a equipe paulista eliminou o Fluminense nesta quarta-feira (21), em Itaquera, e passou das oitavas de final da Copa do Brasil depois do empate por 1 a 1 na ida. O gol foi feito por Rodriguinho. O adversário da próxima fase será definido em sorteio nesta sexta-feira.

O detalhe é que o time carioca teve três gols anulados. Dois deles no primeiro tempo e um terceiro com Marcos Junior, no segundo tempo. Vale destacar que as imagens da televisão mostraram que o árbitro Rodolpho Toski Marques e seus auxiliares acertaram nas decisões. Os tricolores ainda reclamam de um pênalti não marcado em Cícero.

O resultado acalma os corintianos, que vivem uma semana conturbada desde sábado, após a derrota por 2 a 0 para o Palmeiras que resultou na demissão de Cristóvão Borges. Horas antes da bola rolar, inclusive, torcedores foram à sede social alvinegra para novo protesto.

Primeiro tempo frio

Como se não bastasse o frio na Arena em Itaquera, o primeiro tempo apresentou um nível técnico fraco, com as equipes criando bem pouco. O Fluminense balançou as redes duas vezes do Corinthians, com jogadas aéreas, mas em ambas as ocasiões o auxiliar marcou impedimento.  Pelos donos da casa, o único “uh” vindo da torcida também veio de cruzamento, com Balbuena cabeceando bola à esquerda do goleiro.

Fluminense tem terceiro gol anulado

Levir Culpi resolveu mudar o seu ataque em busca de um gol que daria a classificação às quartas de final. O técnico tirou Wellington e colocou Richarlison e deu certo. A equipe carioca passou a dominar o jogo, especialmente atuando pelas duas pontas. Em uma delas, chegou a balançar as redes com Marcos Júnior, mas a arbitragem flagrou novamente um impedimento.

Primeira chance corintiana aos 21 minutos

Depois de ser muito pressionado no início do segundo tempo e de não criar boa chance no primeiro tempo, o Corinthians resolveu dominar o Fluminense durante 10 minutos. Dos 20 aos 30 minutos, a equipe alvinegra teve quatro boas chances. Em duas delas, Júlio César conseguiu parar Romero e Marlone. Em outra, Arana driblou três adversários, mas errou na hora de finalizar. O único que conseguiu balançar as redes foi Rodriguinho, que recebeu passe de Giovanni Augusto e abriu o placar.

Fluminense fica com um a menos

Aos 40 minutos do segundo tempo, a situação do Fluminense ficou ainda mais difícil. Depois de cometer falta em Fagner, Marquinho começou a reclamar com o árbitro Rodolpho Toski Marques e levou cartão amarelo. Mesmo assim, o meia seguiu gesticulando e viu o segundo cartão, sendo expulso de campo.

Carille quase não senta

Rubens Cavallari/Folhapress

Fábio Carille fez duas grandes mudanças em relação ao trabalho de Cristóvão. Apesar de manter o esquema usado algumas vezes pelo ex-técnico, ele optou por colocar Cristian e Lucca na reserva. Durante o jogo, o técnico quase não saía da beira do campo e não parava de orientar seus jogadores. Em todo momento, também conversava com seus companheiros por novas opções.

Ousadia e alegria

O primeiro tempo teve pouco para atrair a atenção do torcedor. O lance mais plástico da partida, curiosamente, partiu dos pés de Júlio César. O goleiro recebeu passe e não deu o tradicional chutão para se livrar da bola. Ele preferiu dar bonito drible e deixar Romero na saudade.

Público baixo e restaurante fechado

A Arena Corinthians recebeu o segundo pior público de sua história: 20.614 pagantes. Conhecida por ser a torcida mais fiel, os corintianos começaram a sentir a má fase de sua equipe. A expectativa por conta da venda de ingressos era tão baixa que até mesmo os restaurantes do setor oeste da arena ficaram fechados.

Reencontro

Corinthians e Fluminense voltam a se encontrar neste domingo, às 16h, novamente em Itaquera. Desta vez, no entanto, o jogo vale pelo Campeonato Brasileiro. As duas equipes precisam da vitória para uma aproximação do G-4.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS X FLUMINENSE

Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 21 de setembro de 2016, quarta-feira
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (PR)
Assistentes:  Bruno Boschillia e Ivan Carlos Bohn (ambos do PR)
Público total: 20.999 (20.614 pagantes)
Renda bruta: R$ 1.103.889.50

Cartões amarelos: Cícero, para o Fluminense
Cartão vermelho: Marquinho, para o Fluminense
Gols:

CORINTHIANS: Cássio; Fágner, Yago, Balbuena e Arana; Camacho (Cristian); Rodriguinho, Marlone, Marquinhos Gabriel e Giovanni Augusto (Willians); Romero
Técnico: Fábio Carille

FLUMINENSE: Julio Cesar; Wellington Silva, Gum, Henrique e William Matheus; Pierre (Marquinho), Douglas, Cícero e Gustavo Scarpa; Wellington (Richarlison) e Marcos Junior (Magno Alves)
Técnico: Levir Culpi

Uol

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Dilma ameniza tom e PMDB dá trégua em busca por cargos, mas Vital deve ficar sem Integração

dilma-e-temerA cúpula do PMDB decidiu que não fará cobranças públicas para ampliar seu espaço no primeiro escalão do governo até que a presidente Dilma Rousseff conclua as negociações com outros partidos aliados para determinar o tamanho da reforma ministerial que iniciará no final de janeiro.

 

A decisão foi tomada numa reunião na noite de quarta-feira, segundo um ministro peemedebista ouvido pela Reuters, depois de muita pressão dos principais caciques do partido, que estão desde o começo do governo incomodados com o número de ministérios sob seu comando, apesar de serem o maior aliado do governo petista no Congresso.

 

A trégua por mais cargos só foi possível porque pouco antes da reunião da cúpula do partido Dilma agiu para amenizar o tom do seu primeiro encontro com o vice-presidente, Michel Temer, na última segunda-feira, em que havia indicado que havia pouquíssimas chances do PMDB receber mais cargos na reforma ministerial.

 

Segundo um peemedebista que participou da reunião do partido, Dilma deixou claro nesse novo encontro com Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que não está descartada completamente a possibilidade de ampliar o espaço do PMDB na Esplanada, indicando inclusive que tentará fazer ajustes para atender a demanda do aliado.

 

A reclamação do PMDB por mais cargos no primeiro escalão é antiga e nesse momento engrossa outras críticas do partido ao PT e ao governo, como as negociações em torno das alianças eleitorais nos Estados, que também foram debatidas no encontro de quarta.

 

O ministro peemedebista disse, sob condição de anonimato, que Temer e Dilma avaliaram que a primeira conversa sobre reforma ministerial não foi satisfatória para ambos os lados e eles zeraram o jogo na reunião de quarta, abrindo mais espaço par o diálogo.

 

“A presidente deixou claro que manterá o atual espaço do PMDB e poderá inclusive ampliá-lo, dependendo do que será negociado com os aliados e da possibilidade de mexer em ministérios que não estavam sendo alvo da reforma”, explicou o ministro.

 

O outro peemedebista que participou do encontro da cúpula brincou dizendo que os líderes do partido chegaram para a reunião com Temer pintados para a guerra e saíram do encontro com as armas recolhidas, pelo menos momentaneamente.

 

“O que ficou acertado é que o partido não vai conturbar ainda mais o cenário da reforma até o final do mês, quando ela deve dar início às mudanças e terá concluído as conversas com os demais aliados”, disse a fonte do partido pedindo para não ter seu nome revelado.

 

Hoje o PMDB comanda cinco pastas –Agricultura, Minas e Energia, Turismo, Aviação Civil e Previdência– e pretendia assumir o Ministério da Integração Nacional, que estava sob o controle do PSB antes da legenda deixar o governo para ter um projeto próprio na disputa pela Presidência na eleição deste ano.

 

O PMDB já havia inclusive indicado o senador Vital do Rêgo (PB) para o posto, mas essa pasta dificilmente ficará sob controle da legenda. Agora, o partido já cogita brigar para assumir a pasta dos Portos, que também era do PSB.

 

Dilma tem que atender demandas do PP, que hoje comanda o Ministério das Cidades e quer assumir pelo menos mais uma pasta, do PSD, que comanda a pasta de Micro e Pequenas Empresas e já se comprometeu a apoiar a reeleição de Dilma, além do recém criado Partido Republicano da Ordem Social (Pros) e do PTB, que reivindica um ministério, entre outras reivindicações.

 

A reforma ministerial está sendo usada pela presidente para ampliar o seu arco de alianças para disputar a reeleição em outubro deste ano e, com isso, ter mais tempo para campanha na TV.

Reuters