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Bandidos explodem posto bancário e ameaçam moradores no Sertão da PB

viaturaUm posto de atendimento bancário foi explodido por criminosos na madrugada desta quarta-feira (22), em Junco do Seridó, no Sertão paraibano. Segundo informações da Polícia Militar, depois da explosão, os criminosos saíram atirando pra cima e gritando ameaças para os vizinhos do posto bancário.

De acordo com a PM, a ação ocorreu por volta das 2h e os homens arrombaram a porta de entrada do local e explodiram o único caixa eletrônico do estabelecimento. Parte de teto do prédio desabou na explosão.

Até o início da manhã desta quarta, a Polícia Militar não havia informado se os assaltantes conseguiram levar dinheiro na ação.  Policiais estão no local, onde aguardam a chegada de uma equipe da Polícia Civil para realizar a perícia no local do crime. Até às 7h10 ninguém havia sido preso.

G1 PB

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Homens ameaçam gerente e assaltam agência dos Correios de Pirpirituba

CORREIOS-DE-PIRPIRITUBAUma agência dos Correios foi assaltada, na tarde desta sexta-feira (18), na cidade de Pirpirituba, no Brejo paraibano.

O assalto aconteceu por volta das 16h12, quando a agência foi atacada por dois homens armados de revólver e pistola. Um deles rendeu o segurança tomando a sua arma.

O gerente demorou  para acionar   a polícia porque chegou a ser ameaçado pelos acusados.

Até o fechamento dessa matéria não havia ainda prisão de nenhum suspeito. A quantia roubada também não foi informada.

Roberto Targino – MaisPB

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Assaltantes ameaçam jovem e roubam moto na cidade de Arara

sireneDois assaltantes abordaram um jovem morador dá cidade de Arara e roubaram sua moto na noite dessa quinta-feira (02).

Por volta das 23h a Polícia Militar foi acionada pela vítima, que relatou que se encontrava na rua, quando foi surpreendido por dois indivíduos não identificados, sendo um armado de revólver, os quais chegaram a pé e anunciaram o roubo, levando uma moto Honda CG Fan 125 KS, cor vermelha, ano 2000, placa MOJ3267-PB, em seguida se evadiram do local com sentido a cidade de Remígio.

Compareceu no local a guarnição na viatura 6205 que constatou a veracidade da denúncia e efetuou diligências na tentativa de localizar e prender os acusados, porém não obteve êxito.

 

Focando a Notícia

 

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Servidores ameaçam ocupar novamente gabinete de Romero em protesto contra atraso salarial

protestoOs servidores municipais de Campina Grande estão ameaçando uma nova ocupação da sede da prefeitura, caso o prefeito Romero Rodrigues (PSDB) não os receba ou não apresente uma proposta até as 11h desta terça-feira (13). Os manifestantes realizaram protesto ontem e ocuparam o gabinete do prefeito, na prefeitura, para pressionar o governo municipal.

O movimento dos servidores é em prol do Fundeb, dos vales-transportes e contra o atraso salarial que acomete a categoria da saúde.

Apesar do protesto, o prefeito Romero Rodrigues não estava presente nessa segunda-feira. O chefe de Gabinete Fábio Tabosa recebeu uma comissão especial para apresentar suas demandas, entre eles o vice-presidente do Sintab Giovanni Freire, o vereador e diretor do Sintab Napoleão Maracajá, os diretores Franklyn Barbosa e Leandro Morais, além dos servidores Giovana Tinto, Rejane Oliveira e Joaquim Dias.

De acordo com o Sindicato, estava programada para esta terça-feira decisão da Justiça a respeito do que estabelece a lei sobre o Fundeb, ou seja, repassar 60% para os professores e 40% para a educação.

Inconformados com a situação de mais um mês com atrasos salariais, a categoria da saúde compareceu em peso. “Somos a única categoria que recebe com atrasos”, reclamou Dias.

clickpb

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Aliados de WR não aceitam nome do PT e ameaçam oposição em Alagoa Grande

Beto-do-SindicatoA desistência do prefeito Bôda (PR) de disputar à reeleição na cidade de Alagoa Grande, no brejo paraibano, tem causado muito descontentamento no PR local e quatro vereadores da legenda, sendo um deles presidente da Câmara,  ameaçam ir para a oposição na cidade por não aceitarem o nome do vice-prefeito, Beto do Sindicato (PT), como o candidato do grupo para o pleito.

De acordo com informações de fontes do Portal MaisPB  na cidade, Bôda alegou que tinha um acordo com Beto de apoiá-lo no pleito desse ano, mas a sua decisão não é aceita pelos aliados.

Os parlamentares do PR aguardam ainda essa semana uma reunião com o presidente estadual do PR, deputado federal Wellington Roberto, e o prefeito Bôda, que está em viagem fora da Paraíba, no sentido de se chegar a uma solução para o impasse.

Eles não aceitam o candidato escolhido em convenção na última sexta-feira (5) e querem a ajuda de Wellington para convencer Bôda a disputar a reeleição e a Beto do Sindicato que o seu nome não é o melhor para o pleito eleitoral.

Eles também alegam que a pouca aceitação de Beto do Sindicato é atribuída ao fato dele pertencer ao Partido dos Trabalhadores, que sofre  desgastes   por causa das denúncias de corrupção em nível nacional.

“Se não chegarmos a um entendimento nós vamos apoiar o candidato  Dr. Sobrinho”, disse um dos parlamentares descontentes.

Empresário da construção civil, Dr. Sobrinho (PSD) disputa a eleição pela oposição tendo como vice o também empresário do ramo de cachaça, Evaldo Vieira (PTB).

Roberto Targino – MaisPB

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Dívidas com bancos ameaçam produtores rurais paraibanos que podem perder terras

dividasPor conta da seca que castiga o Nordeste brasileiro, não apenas essa que começou em 2012, muitos produtores perderam seus rebanhos e a produção agrícola, não conseguiram pagar suas contas e contraíram dívidas assustadoras aos bancos. Agricultores pedem socorro ao poder público para que auxiliem no perdão das dívidas. Em dezembro deste ano, as terras deverão ir a leilão. Hoje, a Paraíba tem 197 dos 223 municípios reconhecidos pelo Ministério da Integração Nacional como em situação de emergência. E a situação poderá se agravar no próximo ano, pois pesquisadores preveem o ano mais seco desse ciclo de estiagem.

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O município de Mulungu, no Agreste paraibano, sofre com a estiagem desde a década de 80, mas apenas registrado os pedidos por meio de portarias e decretos em 1992. Desde esse ano, os produtores rurais começaram a sofrer com a seca. Entre 1994 e 1955, muitos deles não conseguiram pagar suas dívidas, que cresceram por conta dos juros e correções monetárias. O produtor José Casciano da Cunha, 75, que é secretário da Associação Mortuária dos Agricultores de Crédito Rural do Estado da Paraíba, contou em vinte anos, os problemas só aumentaram. Entre 1994 e 1995, ele pediu um empréstimo de pouco mais de R$ 21,4 mil e hoje a dívida está em R$ 57 mil.

A situação sofrida pelos produtores já foi narrada, por meio de carta enviada e entregue pessoalmente por José Casciano da Cunha, ao ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff, em especial na última visita dela a Paraíba, no início do mês passado. No documento, ele pede a Dilma socorro para as dívidas rurais, que reconheça a região onde reside como semiárida, já que estudos já comprovam que com elementos que a área passa por seca (com isso os valores cobrados serão menores) e que acelere o projeto de lei 5.860/2013 aprovado no Congresso Nacional e na Câmara está com Tereza Cristina, do Mato Grosso do Sul, na Comissão de Tributação e Finança para ser julgado.

Ontem, ele conversou com o empresário e ex-senador Roberto Cavalcanti, para agradecer por ter proposto uma audiência, ainda como senador em 2010, para que se discutisse a questão das dívidas dos pequenos produtores e que contou com a presença do superintendente do Banco do Nordeste da época, que havia possibilidade de reavaliar os erros com os valores cobrados. Além disso, pediu para que, como um grande meio de comunicação, o Sistema Correio da Paraíba, pudesse divulgar esses problemas vividos pelos produtores rurais.

Aline Martins /Correio da Paraiba

Servidores ameaçam se aposentar após anúncio do fim do abono de permanência

servidor-publicoUma das medidas propostas pelo governo para salvar as contas públicas de 2016, o fim do abono de permanência pode levar à aposentadoria de mais de um terço dos servidores de órgãos como o INSS e o IBGE, ameaçando a prestação de serviços.

O abono é uma espécie de reembolso da União ao servidor federal em idade de aposentadoria por seu gasto com a contribuição previdenciária, de 11% do salário total. Na prática, é como se o servidor recebesse um aumento para permanecer na ativa.

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Cento e um mil servidores atendem às condições de aposentadoria, mas optam por ficar no trabalho. Somente no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), 12.100 dos 33.424 funcionários permanecem na ativa porque recebem abono, segundo a federação dos servidores. “Estamos falando de um terço do INSS. As agências já funcionam com deficit de funcionários em vários Estados no atual quadro, imagina sem esse contingente”, disse Moacir Lopes, secretário da Fenaps, a federação dos sindicatos da área.

Na Receita Federal, 4.900 servidores estão em idade para se aposentar. Do total, 1.870 são auditores fiscais ­um auditor em final de carreira recebe em média R$ 2.475 de abono.

Correio da Paraiba

Após anúncio de cortes, servidores ameaçam convocar greve geral

greveO anúncio do corte de gastos não foi bem digerido pelos servidores federais, que podem ter reajustes de salário adiados para agosto de 2016. Para dar uma resposta rápida ao governo, o Fórum dos Servidores Públicos, que reúne 23 entidades sindicais e centrais como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), ligada ao PT, se reunirá hoje, em Brasília, e poderá convocar greve geral. O Fórum representa 90% dos servidores federais, incluindo auditores da Receita, servidores do INSS, do Banco Central e da Controladoria Geral da União (CGU). Movimentos sociais, tradicionais bases de apoio do PT, também preparam manifestações para a semana que vem.

— A avaliação do fórum é que o governo está esvaziando o quadro de servidores, levando à precarização dos serviços públicos e penalizando aqueles que mais precisam. É uma coisa que não dá para aceitar. O déficit é originário deste governo que está aí, por que temos que pagar a conta? Por isso, é possível que se aponte para uma grande greve geral dos servidores — disse Rudinei Marques, um dos integrantes da organização.

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Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS), Sandro Alex Cezar disse ver com “muito maus olhos” o congelamento do reajuste salarial para os servidores e chamou as medidas de “velho receituário”:

— O governo fez a opção errada de política econômica e não estamos dispostos a pagar a conta. Essas medidas eram um velho receituário que a gente pensava que estivesse esquecido. Não foi com apoio a essas medidas que a presidenta Dilma foi eleita. Para adotar essas medidas, melhor que tivesse sido eleito o candidato da oposição. A medida não ajuda o governo federal e ainda agrava a relação com os trabalhadores — afirmou o servidor, cuja categoria está em greve desde julho.

Após mais de três meses de negociação com sindicatos e de ter fechado proposta formal de aumento para a categoria, com reajuste de 5,5% a partir de janeiro, o governo recuou e adiou a correção salarial para agosto de 2016. Anunciada ontem no pacote de ajuste fiscal, a medida reduzirá R$ 7 bilhões em gastos. No ano inteiro, o impacto, segundo o Ministério do Planejamento, seria de R$ 13 bilhões. O acordo previa ainda mais 5% a partir de janeiro de 2017.

O governo anunciou ainda a suspensão dos concursos públicos para economizar mais R$ 1,5 bilhão. Também foi anunciado o fim do pagamento do chamado abono de permanência do serviço público — que corresponde a 11% do salário, pago aos servidores que completam as condições para se aposentar. Segundo o Planejamento, há 101 mil servidores com direito ao abono e 123 mil que teriam direito a essa condição nos próximos anos.

O congelamento do reajuste também irritou servidores do Judiciário. Para Cledo Vieira, coordenador geral da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal (Fenajufe) e Ministério Público da União, a categoria — cujo reajuste foi aprovado pelo Congresso e vetado pela presidente Dilma Rousseff— enfrenta um desafio “mais político que econômico”:

— É um massacre a que os servidores estão sendo impostos, e a categoria vai para cima. Nosso instrumento é a greve.

CRÍTICA A CORTE NO MINHA CASA

As medidas também agravaram o distanciamento entre o governo e os movimentos sociais. O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) prepara atos contra os cortes no Minha Casa Minha Vida. O Movimento dos Sem Terra (MST) também está descontente. Na avaliação desses movimentos, o governo repassou a conta aos mais pobres. O governo cortará R$ 4,8 bilhões previstos para o programa. Em contrapartida, pretende passar a conta para o FGTS. Assim, poderá financiar famílias com renda acima de R$ 6 mil.

— O que nos deixa indignados é o corte no Minha Casa Minha Vida. É inaceitável e lamentável. Significa disposição do governo de, mais uma vez, jogar a conta da crise fiscal nos mais pobres. Tentar aliviar a crise fiscal aprofundando a crise social — afirmou Guilherme Boulos, da coordenação nacional do MTST.

Boulos disse que o movimento planeja mobilizações nas principais capitais. Semana passada, o MTST já fizera ameaças. Em nota, disse que“não aceitamos pagar a conta da crise. Se o ajuste fiscal continuar, o país vai parar”. O MST também se opôs aos últimas anúncios do governo.

— Há um descontentamento completo. Cada medida que o governo toma, vai perdendo apoio de uma base de sustentação que tinha. Isso é mais preocupante. Não vamos aceitar passivamente que as medidas afetem os mais pobres. Vai haver luta se isso acontecer — afirmou Joaquim Pinheiro, da coordenação nacional do MST.

MEMÓRIA: SERVIDORES CONTRA FH

Mexer com servidor público sempre foi um jeito rápido de criar polêmica. No governo Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, houve várias. Em 1996, o governo federal ameaçou congelar os salários dos servidores, caso a estabilidade de emprego fosse mantida na então reforma administrativa que se estudava. Em 1998, um plano de ajuste fiscal previa, entre outras medidas, restrições à reposição de servidores que se aposentassem; suspensão de concursos públicos; e aumento da contribuição para a Previdência dos servidores ativos, além de cobrança de contribuição previdenciária também para inativos, até então isentos de contribuição.

Não demorou para aparecerem as críticas, e não apenas da então oposição petista: na primeira entrevista como governador eleito de Minas Gerais, o ex-presidente Itamar Franco (PMDB), por exemplo, afirmou que faria oposição à política econômica de Fernando Henrique, seu antigo ministro. Líderes governistas na Câmara também avisaram que o Congresso era contrário à cobrança de contribuição de servidores inativos.

Mas a reação maior viria em 2000, quando uma marcha reuniu mais de dez mil servidores federais em greve na Esplanada dos Ministérios, em maio daquele ano. O ato, que chegou a receber o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), incluiu uma caravana com dez ônibus que saiu da Cinelândia, no Rio de Janeiro, para protestar em Brasília. No Rio, um grupo de servidores abraçou o Cristo Redentor. Entre as classes que aderiram à paralisação estavam o funcionalismo do INSS e da Saúde.

No fim de 2001 — após seis anos sem conceder aumento aos servidores, e depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar o reajuste salarial, em abril daquele ano, ao julgar ação direta de inconstitucionalidade (Adin) proposta pelo PT e pelo PDT —, FH daria um reajuste linear de 3,5%. Ainda naquele ano, porém, o governo precisaria enfrentar uma greve das universidades federais. Iniciada em agosto, durou mais de 80 dias.

O Globo

Contra a terceirização: Bancos ameaçam paralisar atividades nesta quarta-feira em todo o Estado

marcos-henriquesAs agências bancárias em todo o Estado devem   fechar nesta quarta-feira (15).  O ato é  contra o Projeto de Lei PL 4330 que trata da terceirização. De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários,   na Paraíba, Marcos Henriques, a decisão sobre a paralisação  será tomada durante uma assembleia geral da categoria marcada para as 19 horas desta terça-feira na sede do sindicado.

Marcos Henriques disse que a expectativa é de que a categoria decida pela paralisação. Como parte da programação contra a aprovação do projeto, o sindicalista afirmou que a partir da 9 horas da manhã desta quarta-feira haverá um grande protesto no Parque Sólon de Lucena e a expectativa é de que o ato conte não só com a participação dos trabalhadores do setor bancário com também de outras categorias.

De acordo ele esse Projeto de Lei 4330 é inconstitucional e representa um golpe contra a classe trabalhadora que poderá ficar sem nenhum benefício social como o FGTS, 13° salário, dentre outra conquistas, sem contar ainda que a aprovação desse projeto pode acabar de vez com a realização do concurso público e acaba também com vínculo empregatício entre a empresa e o trabalhador.

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Mais informações: O Projeto de Lei PL 4330 permite que empresas contratem trabalhadores terceirizados para exercer qualquer função na companhia. Atualmente esse tipo de contratação é permitida apenas para as chamadas atividades-meio, e não as atividades-fim da empresa. Ou seja, uma universidade particular, por exemplo, pode terceirizar serviços de limpeza e segurança, mas não contratar professores terceirizados. Pelo texto votado na Câmara, essa limitação não existirá mais.

Paulo Cosme

Médicos da UPA de Guarabira ameaçam paralisar as atividades a partir da próxima segunda (23)

upaNa manhã dessa sexta-feira (20), um carro de som foi visto circulando pela cidade de Guarabira e em frente a unidade da UPA, avisando a sociedade que a partir da próxima segunda-feira (23), os atendimentos serão apenas de urgência – alertando para uma possível ‘greve’.

Segundo informações, a reivindicação é por falta de pagamento aos médicos, que estariam sem receber os salários referentes a 2015.

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Ainda de acordo com o comunicado, os mesmos aconselham a população a procurar outro hospital na próxima semana.

 

por Geano Sousa