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Homem agride e ameaça companheira e filho e é preso por violência doméstica em Alagoa Grande

Um homem foi preso em flagrante por policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nesse sábado (26), no Conjunto Febema, na cidade de Alagoa Grande, suspeito de violência doméstica. Os policiais da Rádio Patrulha foram informados de que um homem teria agredido e ameaçado a companheira e, ao chegarem ao local, confirmaram que ele teria espancado a companheira e ameaçado a ela e ao seu filho com um facão. O suspeito foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

Em Belém, os policiais da 3ª Companhia, acionados pelo Copom, realizaram a prisão de um homem que apresentava sinais de embriaguez e estava praticava desordem em via pública. Após a denúncia, a guarnição chegou ao local e constatou a veracidade do fato, sendo o suspeito preso e conduzido à delegacia para a atuação por embriaguez e desordem.

Foto: Wagner Varela

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Reitor confirma investigação de suposta ameaça de ataque a estudantes da UEPB

O reitor da Universidade Estadual da Paraíba, professor Rangel Júnior confirmou ao Blog do jornalista Márcio Rangel, nesse final de semana, a existência de uma investigação da Polícia Civil sobre uma suposta ameaça de ataque a estudantes do curso de Letras (Espanhol) do Campus I da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, que teria ocorrido na manhã da última sexta-feira (18).

Ao blog, Rangel disse que foi orientado a aguardar as investigações para tomar uma providência maior. Ele também confirmou a suspensão das aulas somente para as turmas de Espanhol, a pedido da Coordenação, mas que por hora, as aulas no campus estão mantidas.

“Eu fui orientado a aguardar um pouco os desdobramentos das investigações da Polícia, por enquanto é uma questão que está sendo repercutida numa rede social e precisamos ter cuidado para que isso não e transforme num estímulo a um possível agressor”, adiantou Rangel.

Ainda segundo o professor e psicólogo, há uma preocupação para que não se crie um ambiente de pânico na comunidade acadêmica. “Pode ser alguém imbuído de um tipo de pensamento, para tentar criar uma situação de revolta, estamos tendo o cuidado para não criar um ambiente de pânico nas pessoas. Eu estou confiante que polícia deva ter uma orientação nesse sentido e chegar a pessoa”, disse.

ENTENDA

Uma suposta ameaça de atentado a estudantes do curso de Letras (Espanhol) do Campus I da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está sendo investigada pela inteligência da Polícia Civil após um aluno interromper a aula na manhã da última sexta-feira (18) para ler uma carta relatando a compra de uma arma para assassinar sete pessoas da sala.

Em seguida, o estudante enviou para grupos de WhatsApp do curso, links com reportagens que mostram ataques recentes a escolas criando um clima de pânico do Departamento de Letras. Como prevenção, as aulas do curso de espanhol foram suspensas pela Coordenação do curso.

O estudante foi identificado e seria da turma 2013.2. Ele usou o próprio número para fazer ameaças nos grupos do aplicativo de mensagem e está sendo procurado pela polícia.

 

pbagora

 

 

Ameaça de ataque em escola assusta pais de alunos em JP

Uma conta anônima no Instagram fazendo ameaças à escola Papa Paulo VI, em Cruz das Armas, assustou pais de alunos em João Pessoa. O caso veio à tona na manhã desta quinta-feira (17), após a mãe de um aluno fazer a denúncia na TV Arapuan.

A mãe, que não quis se identificar, enviou várias capturas de tela que mostravam uma conta chamada “Massacre Papa Paulo 2k19” fazendo ameaças à escola. As imagens foram encaminhadas à produção do Sistema Arapuan.

Na apresentação do perfil diz que na escola “quem erra é o certo e o certo é o errado”. A descrição continua dizendo que há “drogas, bebida e reprovação. só vê os que acham fracos então tudo isso vai ter volta”

O perfil foi apagado, mas as capturas de tela mostram ainda outras ameaças e até a foto de um revólver.

Denúncia

A mãe disse que se preocupa pelo fato de acreditar tratar-se de um aluno que pode entrar armado na escola.”Daqui que a polícia entre já tem morrido muita gente”, disse. A mulher acrescentou ainda que uma rede wi-fi de dentro da escola teve o nome modificado para ‘massacre dia 17’.

A diretor da escola, Tereza Vidal, contou que já procurou a Polícia Militar e a Secretaria de Educação, além da Comissão das Escolas Cidadãs Integrais. Ela foi orientada a fazer um Boletim de Ocorrência e, em seguida, pediu ajuda à polícia para se fazer presente e dar mais segurança.

“Não podemos entrar em pânico diante de ameaças de internet, pode ser alguém de fora, ou da escola, mas não estamos aqui para julgar, mas sim mostrar os fatos como são. O pânico foi causado pelas famílias e comunidade, mas dentro da escola está tudo tranquilo. A PM está nos ajudando e contribuindo para ter aula normal”, disse.

A diretora destacou que na tarde desta quinta-feira (17) às 14h tem reunião com representantes da Segurança Pública, Educação e Conselho Tutelar para tranquilizar os pais.

O início

As ameaças começaram na sexta-feira (11) e na segunda-feira (14) a diretora procurou a polícia. De acordo com professores pode se tratar de um aluno revoltado, já que ele faz menção ao que está certo ou errado, mas estão todos assustados porque temem que aconteça o que já aconteceu em outros estados e fora do país.

Apesar do temor, os professores esperam que tudo não passe de uma brincadeira, mesmo assim, a polícia continua realizando rondas na escola para tentar coibir qualquer ação má intencionada.

A escola Papa Paulo é tradicional no bairro e atende cerca de 500 alunos da comunidade.

Mais um caso

Esta não é a primeira vez que uma ocorrência do tipo acontece. Na semana passada o Ministério Público abriu um Procedimento Administrativo para promover a coleta de informações a respeito de uma possível ocorrência de atentado em uma Escola no bairro Tambiá, em João Pessoa.

Na ocasião, o procedimento visava coletar informações, depoimentos, certidões e demais diligências necessárias para averiguar um texto deixado no banheiro masculino da Escola Estadual Professor Luiz Gonzaga de A. Burity, no dia 06 de maio.

A responsável por este caso é a promotora de Justiça de João Pessoa Gardênia Cirne de Almeida.

paraiba.com.br

 

 

Desmonte de comissão ameaça buscas a mortos e desaparecidos na ditadura

A troca de 4 dos 7 membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) por assessores do PSL e militares ameaça a continuidade dos trabalhos do órgão, segundo especialistas ouvidos pela Folha.

A comissão ainda tem várias frentes sem conclusão na tentativa de localizar e identificar mortos e desaparecidos durante a ditadura militar (1964-1985), e será assumida por pessoas inexperientes no tema e desconhecidas no meio.

Além disso, há dúvidas sobre o orçamento do órgão, hoje em grande parte bancado por emendas de parlamentares de oposição ao governo Jair Bolsonaro.

As substituições na comissão foram determinadas por Bolsonaro e pela ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) três dias depois que a então presidente do colegiado, a procuradora da República Eugênia Gonzaga, informou que iria cobrar de Bolsonaro explicações sobre o desaparecimento, em 1974, do militante de esquerda Fernando Santa Cruz.

Ele é pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, a quem Bolsonaro atacou na última segunda-feira (29), afirmando que explicaria a Felipe o que aconteceu com o pai dele na ditadura.

O novo presidente da comissão é Marco Vinicius Pereira de Carvalho, um antigo assessor de Damares, sem atividade conhecida no tema de mortos e desaparecidos políticos.

“As mudanças na comissão representam uma ameaça, pois partem de uma premissa em sentido contrário à sua função e têm por objetivo desacreditar o trabalho que vinha sendo realizado, perpetuando um cenário de desinformação e omissão do Estado brasileiro no tema”, disse o procurador da República Julio José Araújo Junior, coordenador do Grupo de Trabalho Povos Indígenas e Ditadura do Ministério Público Federal.

“A comissão corre risco, sim. Se o presidente é contra, certo?”, disse Gonzaga à Folha de S.Paulo. Ela confirmou que ainda há muito a ser feito pela CEMDP.

Uma das prioridades imediatas é concluir as investigações sobre a vala clandestina no cemitério de Perus, em São Paulo, da qual foram retirados esqueletos que compreendem 1.040 caixas, já abertas e examinadas.

Também é necessário investigar locais onde houve execuções, como a Casa da Morte, em Petrópolis (RJ); cemitérios públicos no Rio e em Pernambuco nos quais estariam enterrados restos mortais de desaparecidos; continuar apuração sobre possíveis ossadas enterradas no Parque Nacional do Iguaçu (PR); buscas no interior da Bahia; e reavaliar, com novas técnicas, ossadas atribuídas a guerrilheiros do Araguaia (PA).

Gonzaga disse que as emendas parlamentares hoje destinadas à comissão somam cerca de R$ 1,5 milhão anuais. Outros cerca de R$ 270 mil anuais são repassados pela União.

“Há dois anos a comissão vem funcionando basicamente com emendas parlamentares”, disse a ex-presidente do colegiado.

Entre os parlamentares que apoiam a comissão estão Luiza Erundina (PSOL-SP), Paulo Pimenta (PT-RS), Maria do Rosário (PT-RS), Glauber Braga (PSOL-RJ), Alessandro Molon (PSB-RJ), Orlando Silva (PC do B-SP), entre outros.

A fonte de financiamento também fica na berlinda, pois os parlamentares de oposição poderão ter receio de continuar bancando uma iniciativa de um governo cujo presidente é abertamente contrário à busca por mortos e desaparecidos.

“Colocar essas pessoas que defendem a ditadura para comandar a CEMDP seria como colocar nazistas na direção do Museu do Holocausto. É uma loucura completa do ponto de vista histórico”, disse Pimenta, um dos membros substituídos na comissão.
“Nós [parlamentares] ainda não nos reunimos para discutir as emendas, mas temos que ver que tipo de trabalho essa comissão vai fazer.”

São mais de 200 desaparecidos na ditadura somente na listagem oficial, mas outras frentes de investigação e pesquisa histórica podem vir a ser consideradas pela comissão, como os trabalhadores rurais e os indígenas.

A Comissão Nacional da Verdade (CNV) calculou em 8.500 o número de índios mortos no regime militar.

O ex-preso político e membro do Comitê pela Verdade, Memória e Justiça do Distrito Federal, o ex-deputado do PT Gilney Viana, calcula em cerca de 1.600 o número de mortos e desaparecidos no campo no país, enquanto a CNV apontou 42 casos.

“As pessoas podem chiar, ‘Ah, mas até quando investigar isso?’. A história é assim mesmo. Dias atrás vimos um guarda de um campo de concentração ser condenado na Alemanha. São crimes contra a humanidade e temos que continuar apurando, é assim no mundo todo”, disse Viana.

Waldomiro Batista, o Mirinho, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de Goiás, também bate na tecla das vítimas na zona rural. Ele diz que as declarações de Bolsonaro ofendem os familiares.

“Ser partidário da ‘ala dura’ dos militares não quer dizer que Bolsonaro e Damares tenham o direito de enxovalhar os que tombaram nos cárceres, no asfalto e nas matas de todo o Brasil, dando suas vidas na esperança de que a ditadura civil e militar se findasse”, disse o ativista.

“O governo deve, em primeiro lugar, dar sequência ao esforço que vem sendo feito em sucessivos governos para garantir o respeito à verdade e ao esclarecimento sobre o paradeiro de mortos e desaparecidos, bem como o reconhecimento da responsabilidade do Estado nesses episódios”, disse o procurador Julio Araújo.

A Folha de S.Paulo fez reiterados pedidos de entrevista ao novo presidente da comissão desde quinta-feira (1º), mas não obteve retorno até a noite desta sexta (2).

 

 

FOLHAPRESS

 

 

Casa cai e outras oito estão sob ameaça de desabamento, no Agreste

Uma casa caiu, na noite desta sexta-feira (26), e outras oito estão sob ameaça de desabamento no bairro da Baixada, na cidade de Massaranduba, no Agreste da Paraíba. A prefeitura municipal decretou estado de calamidade. Chuvas caem há dez dias na região.

Oito famílias estão com as casas condenadas e precisaram desocupá-las. A Secretaria de Assistência Social da cidade irá fazer reuniões com estas famílias para compreender a situação deles e encaminhá-los para alojamentos ou se eles serão beneficiados com alugueis sociais.

De acordo com o engenheiro da prefeitura, as causas do desabamento foram as chuvas, o desmatamento na região e um esgoto a céu aberto que passa na lateral destas casas.

G1

 

Presidente do BNDES pede demissão após ameaça de Bolsonaro

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, pediu demissão do cargo. “Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele ceda”.

“Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas. Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria”.

Em nota, Levy agradeceu especialmente aos inúmeros funcionários do BNDES, “que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade”.

Na tarde de sábado, o  presidente Jair Bolsonaro criticou e ameaçou demitir Levy. Bolsonaro disse estar “por aqui” com o chefe do banco, que estaria “com a cabeça a prêmio”.

Desde o início do governo, a relação entre os dois foi marcada por divergências. O episódio mais recente foi a escolha de Marcos Barbosa Pinto para a diretoria da área de Mercado de Capitais, do BNDES, responsável pelos investimentos do BNDESPar, braço de participações acionárias do banco de fomento, que administra carteira superior a R$ 100 bilhões. O presidente exigiu que Levy demitisse o diretor.

Na noite de sábado, Barbosa Pinto entregou uma carta de renúncia ao cargo. Ele foi chefe de gabinete de Demian Fiocca, na presidência do BNDES, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao “G1”, Guedes destacou ainda que é natural Bolsonaro se sentir “agredido”.

O próprio Levy também participou de governos petistas. Foi secretário do Tesouro no governo Lula e ministro da Fazenda na gestão de Dilma Rousseff.

 

O Globo

 

 

Três são presos acusados de ameaça e porte ilegal de arma em Araçagi e Belém

Três homens foram presos em flagrante por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) neste domingo (3), nas cidades de Belém e Araçagi, acusados de porte ilegal de arma e ameaça, respectivamente. A primeira prisão foi feita por policiais da 3ª Companhia, na PB-073, entre Belém e Dona Inês, no trevo que dá acesso à cidade de Caiçara, quando eles realizavam rondas.

O homem de 27 anos, que reside em Bananeiras, conduzia uma moto e portava uma espingarda de fogo. Ele foi preso pela guarnição formada pelo Sgt Dinarte, Cb André, Sd Michel e Sd Fernandes, e, juntamente com a arma, foi levado à Delegacia de Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante. A moto foi recolhida ao pátio da CPTran por estar com o licenciamento atrasado.

Em Araçagi, na Fazenda Santa Rios, um homem, com sinais visíveis de embriaguez e sem motivo aparente, fez ameaças a outro na residência dele. Os dois foram conduzidos à delegacia para a realização dos procedimentos legais.

Assessoria 4º BPM

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Solânea: Adolescente de 15 anos ameaça o próprio pai de morte e é apreendido

viaturaUm adolescente de apenas 15 anos de idade foi apreendido nessa quinta-feira (02), em Solânea, após ameaçar o próprio pai, de 36 anos, com uma faca. Os dois foram conduzidos à delegacia local para prestarem depoimento.

Por volta das 17h40, a Polícia Militar foi acionada pela vítima, que relatou que o seu filho encontrava-se no local bastante agressivo e armado com uma faca peixeira querendo lhe matar.

Compareceu ao local a guarnição na viatura 6886, que constatou a veracidade da denúncia, porém a arma não foi localizada e como a vítima expressou o desejo de denunciar o filho, os dois foram conduzidas até a delegacia para serem adotados os procedimentos legais que o caso requer.

 

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Prefeito proíbe servidores de utilizar celular durante expediente e ameaça punir quem desobedecer

celularOs servidores da Prefeitura de Soledade estão proibidos de utilizar celulares durante o horário expediente. Um decreto assinado pelo prefeito Geraldo Moura Ramos destaca que o horário de expediente é exclusivo para o desempenho das funções públicas e prestação de serviços à comunidade.

Com base nisso, o gestor proibiu o uso de  de aparelho celular, tablet, smartphone e congêneres por servidores públicos municipais, para acesso a redes sociais e sites de relacionamento.

O prefeito afirma que o decreto foi emitido após ter sido verificado que a utilização desmedida de aparelhos eletrônicos durante o horário de expediente atrapalhava “e muito” o andamento dos serviços públicos.

O servidor que for flagrado descumprindo o decreto poderá sofrer penalidades. A Secretaria de Administração, Fazenda e Planejamento irá adotar medidas que visem à conscientização dos servidores sobre a interferência do telefone celular e também vai garantir que os servidores tenham conhecimento da proibição e das penalidades que poderão receber em caso de desobediência.

MaisPB

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Vereador eleito sofre ameaça de morte e é coagido a renunciar mandato, na PB

osorioO vereador eleito da cidade de Soledade, Osório Guedes Policarpo Neto (PROS), conhecido por Professor Netinho, sofreu ameaças de morte e foi mantido em cárcere privado na madrugada desta quarta-feira (28). De acordo com postagem do vereador publicada esta manhã (28) no Facebook, os criminosos teriam exigido que ele renunciasse ao mandato.

“Fui ameaçado de morte caso não renunciasse ao mandato que o povo me concedeu para vereador! Passei momentos de tortura e cárcere na madrugada de hoje e estou chocado; Peço a Deus muita sabedoria de agora em diante e que as medidas cabíveis sejam tomadas. Minha vida está em jogo”, disse Netinho, enquanto fazia check in na sede da Polícia Federal de Campina Grande.

Professor Netinho foi o segundo vereador mais votado do município, com 424 votos. Ele integra a coligação formada por PP, PROS e PSB. Estão na sua suplência os vereadores Márcio do Caminhão (PSB) e Danda (PP).

Confira a postagem do vereador:

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