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Professor suspeito de assediar e estuprar alunas na PB alega que foi assediado, diz delegado

O professor de 36 anos preso suspeito de assediar e estuprar alunas de uma escola particular em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi ouvido pela Polícia Civil nesta quarta-feira (23). Em depoimento, ele alegou que era vítima constante de assédio das alunas.

O delegado seccional de Cajazeiras, Glauber Fontes, informou que o suspeito não negou que mantinha relações sexuais com as garotas, mas justificou que pensou que elas eram mais velhas. Ele argumentou também que tudo aconteceu com o consentimento das alunas.

“Ele não nega os fatos. Falou que era constantemente assediado por alunas de um modo geral, mas não explicou de qual forma. Disse também que tudo aconteceu com o consentimento delas”, pontuou o delegado.

Glauber acrescentou que o professor vai responder pelo crime de estupro de vulnerável porque uma das alunas que manteve relações sexuais com ele tinha menos de 14 anos quando o crime aconteceu. O suspeito foi encaminhado para o Presídio Regional de Cajazeiras.

Professor é preso suspeito de assediar e estuprar alunas em Cajazeiras

Um professor de 36 anos que dava aulas em uma escola particular de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi preso na manhã desta terça-feira (22), suspeito de assediar e estuprar quatro alunas. De acordo com o delegado Glauber Fontes, o homem se aproveitava do cargo que ocupava para cometer os crimes.

Ainda segundo informações do delegado, quatro estudantes com idades entre 13 e 15 anos teriam sido vítimas do suspeito. Elas eram levadas para o apartamento dele, onde consumiam bebidas alcoólicas, eram assedias e algumas delas mantinham relações sexuais com ele. As denúncias foram feitas por familiares das garotas.

Os crimes teriam acontecido a partir de 2018. O professor foi autuado por estupro de vulnerável, corrupção de menores e por oferecer bebidas alcoólicas para as garotas.

 

 

G1

 

 

Professor é preso suspeito de assediar e estuprar alunas em Cajazeiras, no Sertão da PB

Um professor de 36 anos que dava aulas em uma escola particular de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi preso na manhã desta terça-feira (22), suspeito de assediar e estuprar quatro alunas. De acordo com o delegado Glauber Fontes, o homem se aproveitava do cargo que ocupava para cometer os crimes.

Ainda segundo informações do delegado, quatro estudantes com idades entre 13 e 15 anos teriam sido vítimas do suspeito. Elas eram levadas para o apartamento dele, onde consumiam bebidas alcoólicas, eram assedias e algumas delas mantinham relações sexuais com ele. As denúncias foram feitas por familiares das garotas.

Os crimes teriam acontecido a partir de 2018. O professor foi autuado por estupro de vulnerável, corrupção de menores e por oferecer bebidas alcoólicas para as garotas.

A prisão dele aconteceu através de um mandado de prisão temporária expedido pela 2º Vara Criminal da Comarca de Cajazeiras. A polícia alerta para que se outras adolescentes tiverem sido vítimas dele, procurem a delegacia de Polícia Civil da cidade.

O professor seguia detido na Delegacia de Cajazeiras, mas segundo o delegado, deve ser encaminhado para o Batalhão de Polícia Militar do município, já que possui formação em curso superior.

Foto: Polícia Civil/Divulgação

G1

 

Alunas são apreendidas suspeitas de agredir funcionária de escola na PB

escolaDuas estudantes adolescentes foram apreendidas suspeitas de agredirem uma funcionária da escola onde estudam, no Monte Castelo, em Campina Grande. De acordo com a Polícia Civil, elas foram apreendidas após uma ação contra crimes em instituições de ensino.

Ainda conforme a Polícia Civil, as adolescentes agrediram a funcionária com chutes, tapas e puxões de cabelo. A funcionária não precisou ser atendida no hospital porque teve ferimentos leves. As adolescentes foram autuadas em flagrante e, em seguida, liberadas.

Após o caso, as aulas foram suspensas. “Os alunos foram todos liberados. Essa foi a primeira vez [que aconteceu algo assim]. Desde que trabalhei aqui, nunca tinha acontecido nada desse tipo, não”, declarou o vigilante da escola, Joaquim Pereira. Ainda segundo ele, não havia rixa entre as alunas e a funcionária, foi apenas um desentendimento.

Os policiais fizeram a apreensão após receberem denúncias sobre o caso. A ação foi realizada pela Delegacia de Infância e Juventude. A polícia informou aos pais das meninas para que apresentem as adolescentes ao Ministério Público e à Vara de Infância e Juventude.

G1 PB

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‘Ranking’ expõe intimidade sexual de alunas da USP e causa revolta

 (Foto: Élice Botelho/Arquivo pessoal)
(Foto: Élice Botelho/Arquivo pessoal)

Um cartaz com uma espécie de ‘ranking’ da vida sexual de alunas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), campus da USP em Piracicaba (SP), revoltou um grupo de estudantes da instituição. O material foi colocado no Centro de Vivência, o pátio onde os universitários se reúnem, mas retirado depois de causar polêmica e manifestações contrárias que se espalham pelos muros da unidade. A universidade informou que vai apurar o caso.

Considerado preconceituoso e ofensivo por alunos e professores, o cartaz era dividido em colunas que atribuíam, com palavra de baixo calão e termos como “teta preta”, as supostas características das estudantes listadas pelos apelidos com que foram batizadas no campus, além do número de pessoas que teria mantido relações. Os “codinomes” são uma tradição na Esalq e muitos universitários os carregam após o curso.

O professor Antonio Ribeiro de Almeida Junior, da Esalq, pesquisa diferentes tipos de abusos nas universidades há 14 anos e chegou a relatar casos de violência à CPI dos Trotes no início do ano. Ele disse que o ranking comprova a existência de uma cultura da discriminação no campus. “O cartaz tem caráter de assédio e conteúdo difamatório intencional”, disse.

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De acordo com o professor, materiais como esse já foram produzidos antes, mas nunca tinham sido expostos como aconteceu nesse caso. “Foi a primeira vez que colocaram em local público. Isso dá margem para que as pessoas, reconhecidas por seus codinomes, sejam discriminadas”, criticou. Segundo ele, o cartaz também cita homossexuais.

Cartaz feito em repúdio a ação discriminatória na Esalq Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)Cartaz feito em repúdio à lista discriminatória na Esalq Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)
Cartaz feito em repúdio a ação discriminatória na Esalq Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)Cartaz de repúdio também foi exposto no Centro de Vivência da Esaql (Foto: Claudia Assencio/G1)

Revolta
A aluna da Esalq e integrante do Diretório Central dos Estudantes, Élice Natalia Botelho, de 22 anos, ficou revoltada com o conteúdo do cartaz e se posicionou sobre o abuso em uma rede social na internet.

Cartaz feito em repúdio a ação discriminatória na Esalq Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)Cartazes de repúdio se espalham pela Esalq,
em Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)

Em trecho de texto de repúdio, ela afirma: “Percebi que os níveis de machismo, lgbtfobia e racismo da Esalq não param de piorar. (…) Pensei que a CPI de Violação de Direitos Humanos das Universidades Estaduais Paulistas tivesse alertado as pessoas, mas a prova [cartaz com o ranking] mostra que, na verdade, tem gente que está no caminho oposto”.

A jovem contou que algumas meninas se juntaram e fizeram cartazes de repúdio ao material exposto no final de maio com os termos preconceituosos, mas os primeiros protestos também foram retirados do Centro de Vivência. “Foram arrancados por alguém que se incomodou e, após isso ter ocorrido, elas voltaram a fazer mais cartazes”, afirmou.

‘Lógica de poder’
O episódio, para o professor Almeida, é uma evidência de que há grupos que sustentam uma cultura opressora no campus. “Eles têm o objetivo de discriminar e atuam com uma lógica de poder”, afirmou Almeida. O professor disse que mesmo após as investigações, casos como esse ainda são comuns.

Esalq
A instituição afirmou que soube do caso após ser questionada pela reportagem. “A direção do campus tomou ciência, por meio de informação do Portal G1, da existência de material que foi exposto no mural do Centro de Vivência e encaminhará o material para apreciação de uma comissão sindicante, cumprindo trâmite regular”, informou a Esalq em nota da assessoria de imprensa.

Cartaz foi exposto no Centro de Vivência da Esalq em Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)Cartaz foi exposto no Centro de Vivência da Esalq em Piracicaba (Foto: Claudia Assencio/G1)
G1

Afastada professora da UFPB que aparece em vídeo gritando alunas

professoraA professora de língua portuguesa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que aparece em um vídeo gritando com alunas na sala de aula foi afastada da instituição por um período de 30 dias, a partir desta segunda-feira (11). A decisão foi publicada em uma portaria pela diretora do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes (CCHLA), Mônica Nóbrega.

Na semana passada, foi veiculado na internet um vídeo dela gritando com alunas em discussões dentro da sala de aula. Nas imagens, a professora do curso de Jornalismo aparece falando que é doutora, e que a aluna não tem competência. A briga teria acontecido porque a aluna estava lendo um livro de outro assunto que não estava sendo tratado na aula, deixando a professora com raiva.

A estudante paranaense que aparece nas filmagens, Bruna Ortolan, se mudou para João Pessoa no fim do ano de 2012 para estudar. “Estou tentando esquecer o que aconteceu. Continuei vindo nas outras aulas dela, tentei fazer o que ela pediu, parei de ler livros durante a aula dela e ela me tratou normalmente, como se não tivesse acontecido nada. Mas realmente foi difícil”.

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Outro vídeo também de alunos de Jornalismo mostram a mesma professora discutindo com outra aluna. As imagens mostram a professora dizendo que as alunas não têm autoridade para fazer reclamações, já que não prestam atenção na aula e que chegam atrasadas. A aluna aparece discordando, dizendo que chegou no horário certo.

Juliana Baltar, que aparece na segunda filmagem, comenta que “os alunos ficam na apreensão, porque nas aulas seguintes ela trata como se nada tivesse acontecido, assim como aconteceu com a Bruna. Ela tem essa diferença de personalidade de um momento para o outro”.

 

 

G1 PB

Professor é preso por estuprar e aliciar alunas carentes na Paraíba

Um professor foi preso na cidade de Princesa Isabel, no Sertão do Estado, acusado de aliciamento, pedofilia e estupro. Roberto Rodrigues Barbosa, 41, que também é técnico judiciário, abusava de alunas carentes, oferecendo presentes, dinheiro e bebidas, segundo denúncias dos familiares das vítimas. Ele foi preso nessa quarta (15/08) em uma ação policial do Grupo Tático Especial (GTE) da 5ª Delegacia Regional de Patos.

Até agora, a Polícia já confirmou um total de quatro vítimas, sendo duas 15 anos, uma de 17 e uma criança. O delegado que realizou a prisão, Hugo Lucena, acredita que o número de vítimas seja maior.

Segundo o delegado que acompanha o caso, Hugo Lucena, as investigações sobre os crimes que estariam sendo cometidos pelo professor tiveram início há mais de 40 dias, após a denúncia da mãe de uma das vítimas de 15 anos, que acusou ele de estupro. Segundo a denúncia da mãe, o professor alcoolizou sua filha e levou a garota para uma pousada, onde teria mantido relações sexuais.

A mulher também denunciou que ao saber do abuso, procurou o professor e foi ameaçada por ele. “Ele estaria se aproveitando das condições de carência de algumas alunas para aliciá-las, oferecendo presentes, dinheiro, comida, festas, em troca de favores sexuais.

Por conta disso, ele foi autuado por aliciamento, pedofilia, porque algumas das vítimas são crianças e estupro também. Ele ficará detido por um período de 20 dias e se o inquérito não for concluído a tempo, pediremos a prorrogação da prisão temporária”, explicou o delegado.

A prisão do professor, mais conhecido na cidade por “Beto do Fórum”, aconteceu por volta das 6h de ontem. Na casa dele, os agentes da Polícia Civil e do GTE apreenderam aparelhos celulares, pendrives, maquinas fotográficas e computadores para que serão usados no inquérito.

O acusado foi levado para a Delegacia de Patos, e será encaminhado para o Presídio Romero Nóbrega.

Portal Correio