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O que acontece com as balas quando se atira para o alto?

 

armaVocê já deve ter se perguntado o que acontece com as balas quando alguém atira para o alto. É hora de descobrir onde elas vão parar. Confira:

Atirar para cima é uma atitude bastante comum. Às vezes o tiro serve como alerta, apara afugentar ou para celebrar algo. Mas o que acontece com as balas depois que elas são disparadas para o alto?

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Em muitos casos, uma tragédia. Isso se dá porque quando a bala é atirada para o ar ela retorna para o solo e pode atingir uma pessoa. Essas “balas perdidas” representam um risco grande.

bala

Um relatório feito nos Estados Unidos por especialistas mostra que a bala viaja a 220 km por hora e pode facilmente penetrar o crânio ou qualquer outra parte do corpo humano, causando sérios ferimentos e até a morte.

Para entender a gravidade da situação, uma arma calibre .30 pode atingir 330 km por hora conforme vai caindo, por exemplo. O Brasil é o segundo país da América Latina que mais tem casos de mortes por balas perdidas. Mas ele não está sozinho.

Entre os anos de 1958 e 1992 um hospital da cidade de Los Angeles, nos Estados Unidos, registrou 118 pacientes vítimas das balas, 38 acabaram morrendo.

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Em Porto Rico, onde é comum celebrar com tiros para o alto, cerca de duas pessoas morrem e 25 ficam feridas a cada noite de réveillon. No Kuwait 20 pessoas morreram por balas perdidas depois da Guerra do Golfo em 1991.

A prática do tiro para cima pode ser comum porque muitas pessoas possivelmente acreditam que depois de lançadas para cima, as balas se tornam inofensivas, mas a verdade é que não. Elas retornam ao solo e retornam com uma velocidade mortal.

Bônus: Imagine nessa situação

 

fatosdesconhecidos

Número de cheques devolvidos no país é o mais alto desde 2009

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Em 2014, foram devolvidos pela segunda vez por falta de fundos 2,04% dos cheques compensados em todo o país, índice levemente superior ao registrado em 2013 (2%). De acordo com a empresa de consultoria Serasa Experian, foi o maior percentual registrado desde 2009. Naquele ano, a inadimplência com cheques atingiu 2,15% em razão dos reflexos da crise financeira internacional. No ano passado, foram devolvidos ao todo 15.410.236 cheques e compensados 755.819.648.

Segundo os economistas da Serasa, o aumento da inflação e das taxas de juros no ano passado, combinado com a estagnação da atividade econômica, foi o fator que mais impulsionou a inadimplência com cheques no ano passado.

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O estado de São Paulo, na contramão da situação nacional, registrou o menor percentual (1,20%) de cheques devolvidos pela segunda vez por falta de fundos dos últimos 5 anos. Já Roraima liderou o ranking nacional, com 11,14% de devoluções.

Por região, de acordo com o levantamento, o Norte liderou a lista, com 4,66% de cheques devolvidos e o Sudeste foi a que apresentou o menor percentual, apenas 1,45%.

Agência Brasil

Desvio de energia por casas de alto padrão dão prejuízo de mais de R$ 2 mi no Sertão da PB

energisaEquipes do Departamento de Medição e Combate a Perdas (DMCP) da Energisa vão iniciar, nesta quinta-feira (20), uma operação de combate às ligações clandestinas ou irregulares de energia na Zona Urbana da cidade de Sousa, na região do Alto Sertão paraibano. O desvios geram perda de mais de R$ 2 milhões.

Com o desvio de energia, a empresa diz que deixou de recolher R$ 2.232.836,10 aos cofres públicos, dinheiro este, que poderia ser utilizado em melhorias para a comunidade. Esta quantidade de energia desviada daria para suprir 4.000 residências no período de um ano.

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A operação deu ênfase às áreas comerciais e unidades residenciais de alto porte. Segundo dados do Centro de Inteligência de Combate a Perdas (CICOP) da concessionária, considerando os alimentadores L1 e L4 que alimentam a cidade de Sousa, onde será realizada a ação, as perdas chegam a 6.240.11 MWh.

A operação vai contar com 15 equipes da empresa, além do apoio da polícia civil e IPC (Instituto de Polícia Científica), sob o comando do delegado Sílvio Rabelo.

Além dos prejuízos financeiros, o furto de energia representa risco de morte, tanto para os que interferem no sistema elétrico à revelia da distribuidora, quanto para os usuários (consumidores) das unidades nas quais se identifica o furto. Além da cobrança dos valores desviados, os responsáveis pela irregularidade respondem a processo por crime contra o patrimônio e podem pegar até 8 anos de prisão.

 

portalcorreio

Custo alto ainda impede a microgeração de energia na Paraíba

energiaO alto investimento, ausência de fornecedores locais, falta de linhas específicas de financiamento e longo prazo para retorno do investimento fazem com que a microgeração de energia na Paraíba ainda seja uma alternativa distante, apesar de a economia poder chegar a 35% da conta de luz. Os sistemas completos custam entre R$ 20 mil e R$ 30 mil e, mesmo havendo descontos na tarifa mensal de energia, o retorno só pode ser percebido em pelo menos 10 anos.

A microgeração e minigeração de energia elétrica foi regulamentada na Resolução Normativa 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – as modalidades incluem não apenas solar, mas também hidráulicas, eólicas ou biomassa. As microgeradoras produzem até 100 KW/h de energia, enquanto as minigeradoras são as que produzem entre 100 KW/h e 1 MW/h de energia. O sistema completo é composto das placas fotovoltaicas, um inversor – que altera a corrente de energia – um medidor apropriado e outros itens opcionais, como bateria.

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“Os que custam mais caro são as placas e o inversor”, reconhece o representante da loja online Minha Casa Solar, Wesley Silva. A empresa vende kits para residências e, em alguns casos, fornece também o projeto de engenharia para os consumidores. O custo ainda é proibitivo para consumidores comuns, já que a maioria dos equipamentos são importados e há pouca concorrência entre as fabricantes brasileiras. “Mesmo com a fabricante brasileira, o custo não é baixo. Acredito que só vai diminuir com o aumento da competição e quando o governo incentivar o setor”, afirma.

É importante destacar que serão necessários diversos gastos para a implantação de uma microgeração na residência ou condomínio, começando pelo planejamento. Antes de tudo, é preciso contratar os serviços de um engenheiro elétrico, que vai criar e executar o projeto. “Também há o suporte para instalação das placas, fiação, todo o material básico para qualquer tipo de instalação elétrica”, explica.

Além do alto investimento, os sistemas precisam atender às Normas de Distribuição Unificadas, sendo uma para baixa tensão (residências) e outra para alta tensão (indústrias). O medidor bidirecional é custeado pelo consumidor, mas a instalação é gratuita.

O diretor do Sindicato da Indústria da Construção Civil de João Pessoa (Sinduscon-JP) e diretor da Unidade Engenharia, Fábio Sinval, coordenou a construção de um condomínio no Altiplano que conta com um sistema próprio de geração a partir da captação solar. O custo foi de aproximadamente R$ 30 mil. “Hoje o custo realmente é muito alto. O retorno do investimento deve demorar cerca de 10 anos”, conta. Foram instaladas 10 placas fotovoltaicas no condomínio que geram aproximadamente 300 KW/h.

“O sistema é misto. Entregamos o excedente para a Energisa, há uma medição de compensação e o valor é abatido na conta de luz. É como se a rede da Energisa fosse uma ‘bateria’ para o condomínio”, frisa Sinval. A energia gerada no residencial não pode ser vendida, mas o valor do que é gerado é reduzido na conta.

Aquecimento

Como o sistema para geração de energia a partir da radiação solar ainda tem um custo alto e uma perspectiva longa de retorno financeiro, uma alternativa viável é a instalação de placas para aquecimento da água destinada aos chuveiros e piscina da casa – ou Energia Solar Térmica. O Hotel Verdegreen tem o sistema instalado desde sua inauguração, em 2008. O assistente de sustentabilidade da empresa, Rafael Santos, garante que o sistema de aquecimento dá conta de 80% da demanda do hotel, e o restante é suprido com gás natural.

“Apenas à noite e no início da manhã, quando o sol ainda não incide nas placas, é necessário utilizar outra forma de aquecimento da água”, diz. As placas são diferentes das fotovoltaicas. Ao invés de células, as unidades têm uma fina tubulação no interior que esquentam a água no seu interior a até 55ºC. Dessa maneira, o fluido é transmitido para um reservatório, onde permanece sendo aquecido à mesma temperatura. O custo é substancialmente inferior – entre R$ 4 mil e R$ 5 mil – e dá conta do maior glutão de energia das residências: os chuveiros elétricos.

 

Caso de pedofilia abala alto escalão do Vaticano

arcebispoFrancis Aquino Aneury, 17, esquerda, engraxa sapatos no calçadão da orla de Santo Domingo, na República Dominicana. O arcebispo Jozef Wesolowski, embaixador do Vaticano no país, era conhecido dos engraxates que trabalham no calçadão.

Os meninos contam que ele chegava de calças pretas de moletom e um boné enfiado na careca no fim da tarde para buscar um deles e levá-los para a praia rochosa ou para um monumento deserto, onde fazia as vezes de um verdadeiro herói católico.

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Mas os meninos afirmam que ele oferecia dinheiro para que eles desempenhassem atividades sexuais.

 

MSN Notícias

Pedra despenca do alto de serra, rola por 200 m e assusta cidade que fica ao redor, no Sertão da PB

Os moradores da cidade de Brejo do Cruz, no Sertão da Paraíba, a 420 quilômetros de João Pessoa, tomaram um susto com o estrondo feito por um pedaço de pedra que despencou do alto da serra na noite dessa segunda-feira (5).

De acordo com o técnico em gestão ambiental Alvares Kamark, a pedra despencou de uma altura de cerca de 200 metros e fez muito barulho ao rolar até uma mata. “Pelas arranhaduras deixadas na pedra principal da serra, não deve ter sido somente uma pedra que despencou. Pelo rastro deixado, dá para entender que outras pequenas pedras acompanharam, formando um desmoronamento considerável”, contou.

A cidade de Brejo do Cruz fica bem abaixo da serra e como contam os moradores do município, vários desmoronamentos já aconteceram, mas nenhum que chegasse perto das residências e com a mesma intensidade do que foi registrado nessa segunda-feira.

Alvares Karmak relembrou que há dois anos um desmoronamento parecido ocorreu, mas na parte de trás da serra, onde é menos habitado. Ele acredita que esses fenômenos acontecem por causas naturais como a erosão provocada pela água da chuva e dos ventos. Porém, não deixou de destacar que o perigo acontece quando as pessoas começam a construir desordenadamente em locais que podem representar perigo.

“Como cada vez mais está se construindo em áreas próximas a mata que circula a serra, o perigo de um desses desmoronamentos atingir residências vem aumentando”, analisou. Na opinião dele, as pedras não chegaram até as residências justamente por conta dessa vegetação que ainda existe bem no pé da serra que as impediu de rolar mais adiante.

Em destaque, o trajeto percorrido pela pedraFoto: Em destaque, o trajeto percorrido pela pedra
Créditos: Arenilton, conhecido como ‘Meu Primo’

Ele acredita que a questão cultural das pessoas acharem que desastres nunca acontecem com elas faz com que deixem de tomar medidas de proteção, como por exemplo não desmatar e nunca construir ou habitar envolta da serra.

O secretário de Infraestrutura do município de Brejo do Cruz, Emanuel Dias, no entanto, tranquilizou a população dizendo que não existe perigo de desmoronamentos maiores que venham a atingir as habitações nas imediações da montanha.

O gestor disse que a área onde as pedras caíram fica cerca de mil metros de distância das residências da cidade. “Foi só uma pequena lasca que saltou da rocha maior e os fragmentos não chegaram a atingir as casas”. Ele informou que a Prefeitura Municipal não tem permitido que ocorram desmatamentos nem a construção de edificações no entorno da serra, “justamente para impedir os desmoronamentos naturais que acontecem possam causar qualquer risco às pessoas”, enfatizou.

 

 

Por Luciana Rodrigues

Juro bancário de pessoa física é o mais alto em 17 meses em setembro

JurosOs juros bancários médios dos empréstimos para pessoas físicas subiram pelo quarto mês seguido em setembro e atingiram o maior patamar em 17 meses, segundo informações divulgadas pelo Banco Central nesta terça-feira (29).

No mês passado, a taxa média com recursos livres (que excluem habitação, BNDES e crédito rural) avançou 0,7 ponto percentual, para 37,2% ao ano, contra em 36,5% ao ano no mês agosto. É o maior patamar desde abril de 2012, quando estava em 39,4% ao ano.

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O aumento dos juros bancários de pessoas físicas acontece após o próprio Banco Central ter iniciado, em abril deste ano, um ciclo de alta dos juros básicos da economia, para tentar conter o crescimento da inflação. Desde então, os juros básicos subiram cinco vezes, passando de 7,25% para 9,5% ao ano – uma elevação de 2,25 pontos percentuais.
Repasse da alta dos juros básicos (Selic)
Com o aumento dos juros básicos do país, também houve alta na taxa de captação das instituições financeiras, ou seja, quanto os bancos pagam pelos recursos. No fim do ano passado, a taxa de captação, para operações com pessoas físicas, estava em 8,3% ao ano, passando para 11,4% ao ano em setembro. Um crescimento de 3,1 pontos percentuais.

No mesmo período, os juros bancários das instituições financeiras para pessoas físicas cresceu 3,3 pontos percentuais, visto que estavam em 33,9% ao ano em dezembro de 2012. Deste modo, os dados do BC mostram que as instituições financeiras estão repassando a alta do custo de captação que tiveram por conta da elevação dos juros básicos da economia pelo Banco Central.

Taxa média de empresas e geral – No caso das operações dos bancos com as empresas, ainda com base nos chamados “recursos livres”, a taxa média somou 20,7% ao ano em setembro – com alta de 0,1 ponto percentual frente ao patamar de agosto (20,6% ao ano). É o maior valor desde abril do ano passado (22,2% ao ano). No ano, essa taxa avançou 2,7 pontos percentuais.

Também subiu em setembro deste ano a taxa média geral de todas as operações com recursos livres, que somou 28,4% ao ano no mês passado, contra 28% ao ano em agosto. Neste caso, os juros atingiram o maior valor desde maio do ano passado (28,5% ao ano). No acumulado de 2013, a taxa média de juros bancários avançou 3,1 pontos percentuais.

Nova metodologia – O Banco Central mudou, no início deste ano, o formato de registro dos dados relativos aos juros bancários e, ao mesmo tempo, também desativou a série histórica que vigorava anteriormente. Pela nova metodologia, as operações com recursos livres (que não têm relação com o crédito direcionado, que é rural, BNDES e habitação) passaram a englobar algumas modalidades de empréstimos, como arrendamento mercantil (leasing), descontos de cheques (operações que se assemelham com “factoring”), além de cheque especial pessoa jurídica e antecipação de faturas de cartão.

G1

Varizes não têm relação com uso do salto alto

salto-altoA medicina comprovou: usar salto alto não causa varizes. O resultado veio a partir de um estudo realizado por cientistas brasileiros no Hospital das Clínicas da Unicamp, em mulheres que foram submetidas a usarem sapatos com alturas entre 7 cm e 10 cm.

Os profissionais mediram a pressão interna das veias depois das pacientes terem caminhado. E descobriam que o uso do salto melhora em até 30% o bombeamento do sangue. A contração dos músculos das pernas, necessária quando há o uso desse tipo de calçado, faz o sangue voltar ao coração com mais força e impedir o refluxo por ação das válvulas das veias.

As varizes consistem em veias dilatadas e deformadas, de coloração púrpuro-azulada, que surgem ao longo das pernas. Além de incomodarem esteticamente, elas podem causar dor e inchaço. A ocorrência é mais comum em pessoas que precisam ficar em pé por longos períodos, e em situações como a gravidez, obesidade e sobrecarga hormonal, especialmente nas fases da menopausa.

 

maisequilibrio.terra

Casserengue se une a Arara e Solânea e agora faz parte do grupo com alto risco da Dengue

 

Saúde divulga novo boletim da dengue e intensifica ações de combate ao mosquito

DengueDe janeiro até 20 de abril deste ano, foram notificados 2.840 casos de dengue, de acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Destes, 2.652 são de dengue clássica, 23 de dengue com complicações, 6 casos de febre hemorrágica da dengue, 2 de síndrome do choque da dengue e 157 casos já descartados.

Quanto ao número de óbitos, quatro foram confirmados (um em João Pessoa; um em Arara; um em Salgado de São Félix e outro em Alhandra). Cinco óbitos estão em investigação nos municípios de João Pessoa, Santa Rita, Conde, Alagoa Grande e outro em Mari. Um óbito já foi descartado em João Pessoa.

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Ainda segundo dados da SES, os municípios com alta taxa de incidência da dengue e que apresentam risco de infestação, com o Índice de Infestação Predial (IIP) maior que 3,9% são Conde, Jacaraú, Mataraca, Araçagi, Araruna, Belém, Casserengue, Mulungu, Solânea, Areia, Serra Branca, Maturéia, São Mamede, Nova Olinda e Sousa.

Os municípios que apresentam IIP entre 1% e 3,9%, ou seja, que apresentam médio risco e estão e em alerta são Cabedelo, Itapororoca, Alagoinha, Bananeiras, Cacimba de Dentro, Caiçara, Campo de Santana, Cuitegi, Dona Inês, Duas Estradas, Guarabira, Lagoa de Dentro, Pirpirituba, Riachão, Serra da Raiz, Sertãozinho, Campina Grande, Taperoá, Sumé, Piancó, São João do Rio do Peixe, Marizópolis, Pombal, Santa Cruz e São José da Lagoa Tapada.

Além desses, os municípios de Borborema, Logradouro, Pilões, Pilõezinhos, Serraria, Montadas e Sossego apresentam o IIP menor que 1%, ou seja, um estado satisfatório.

SES intensifica ações – De acordo com a gerente operacional de Vigilância Epidemiológica da SES, Bernadete Moreira, a Secretaria está desenvolvendo diversas ações no sentido de combater a dengue. “A qualificação no Manejo Clínico da Dengue com Classificação de Risco está sendo realizada nas quatro Macrorregiões do estado, para médicos e enfermeiros da rede assistencial. Durante os meses de fevereiro e março, tivemos mais de 500 profissionais qualificados e que estão repassando essas informações nos municípios e nos demais espaços assistenciais”, conta.

Ainda segundo Bernadete, nesta quarta-feira (24), será realizada mais uma qualificação para 100 profissionais da Rede de Atenção Básica e Hospitalar, UPAs e SAMU. Além dessas ações, a SES continua incentivando a mobilização social, com ações como a realização de atividades educativas nas escolas, universidades, ONGs, secretarias municipais, igrejas, emissoras de rádio e TV, entre outros.

Em toda Paraíba, 150 municípios tiveram os profissionais treinados para realizar o monitoramento do Levantamento Rápido de Índices do Aedes aegypti (LIRAa) e Sistema do Programa Nacional de Controle da Dengue das Gerências Regionais de Saúde. Um novo treinamento foi realizado com a 5ª e 10ª GRS. Além disso, os municípios de Itapororoca, Barra de Santa Rosa, Damião, Cuité, Arara, Aroeiras, Pocinhos, Sousa e Santa Cruz já estão realizando ciclos de fumacê.

Segundo a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, é importante alertar os municípios sobre a notificação dos casos suspeitos de dengue. “Deve-se comunicar em até 24 horas a notificação de casos suspeitos das formas graves de dengue ou óbitos à Secretaria Estadual de Saúde e incluir no Sinan em até sete dias. Além disso, é importante repassar, da forma mais ágil possível, os casos por local de residência ou de infecção para subsidiar o direcionamento das atividades de controle de vetor do município nas áreas de maior ocorrência de casos. Óbitos suspeitos da doença devem ser investigados imediatamente pela equipe composta por vigilância e assistência, usando o protocolo de investigação padronizado pelo Ministério da Saúde, para a confirmação ou descarte e identificação e correção dos fatores determinantes”, disse.

Quanto à assistência, ela ressaltou que todas as pessoas com suspeita de dengue devem ser acolhidas e atendidas, independentemente de pertencer ou não à área de abrangência. Para que este atendimento seja feito de forma adequada, todos os médicos e enfermeiros da unidade devem estar capacitados para o manejo e classificação de risco e a unidade deve seguir os fluxogramas de acolhimento da pessoa com suspeita de dengue.

“No que diz respeito à atenção básica, é importante acompanhar os pacientes atendidos na própria unidade ou os pacientes do grupo I que foram atendidos nos serviços hospitalares e contra-referenciados para as Unidades Básicas através de visitas domiciliares diárias pelos componentes da equipe de Saúde da Família até o sétimo dia após o início dos sintomas”, observou.

 

Focando a Notícia com Secom-PB

Palmeiras leva sufoco, vacila pelo alto e perde do Libertad

O Palmeiras não conseguiu manter a boa sequência de resultados positivos na temporada e sofreu nesta quinta-feira sua primeira derrota na Copa Libertadores da América. Fora de casa, a equipe de Gilson Kleina não ofereceu resistência ao paraguaio Libertad, sofreu dois gols de cabeça e acabou derrotado por 2 a 0, em jogo válido pela segunda rodada do Grupo 2 do torneio sul-americano.

 

Pressionado desde o início do jogo, o Palmeiras viu o Libertad abrir o placar com 11min: Núñez recebeu lançamento nas costas de Marcelo Oliveira e colocou na área. Velázquez foi mais veloz que a zaga brasileira e, livre, cabeceou para o fundo do gol de Fernando Prass.

 

O time de Kleina não esboçava reação, tinha problemas em articular jogadas defensivas e sofria com a pressão dos paraguaios, confortáveis no modesto Estádio Nicolás Leoz. O Libertad ainda chegou a marcar o segundo gol aos 31min, com Velázquez desviando de letra – o lance, porém, foi invalidado, com a arbitragem alegando posição irregular do ataque.

 

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O Palmeiras, então, passou a oferecer um mínimo de perigo ao Libertad e criou duas boas jogadas: aos 32min, com um chute colocado de Vinícius que o goleiro Rodrigo Muñoz precisou se esticar para defender, e aos 45min, quando Wesley recebeu de Souza e carimbou a trave.

 

Defesa palmeirense foi ineficaz nas bolas aéreas e sofreu dois gols de cabeça Foto: Reuters
Defesa palmeirense foi ineficaz nas bolas aéreas e sofreu dois gols de cabeça
Foto: Reuters

No segundo tempo, contudo, a equipe paraguaia voltou melhor e ampliou a vantagem novamente pelo alto: quando o zagueiro Henrique refazia um curativo no nariz fora de campo (ele havia recebido um golpe no rosto minutos antes, em lance ignorado pelo árbitro venezuelano Juan Soto), Benítez apareceu livre na área para escorar para o gol um cruzamento de Samudio na segunda trave.

 

O resultado deixou o Libertad isolado na ponta do Grupo 3, com seis pontos ganhos em dois jogos. O Palmeiras, por sua vez, terminou a segunda rodada no terceiro posto – com os mesmos três pontos do Sporting Cristal, vice-líder, mas com dois gols a menos de saldo que o time peruano, que também nesta quinta venceu o Tigre, da Argentina por 2 a 0.

 

O Grupo 2 terá sua terceira rodada na próxima semana, e o Palmeiras novamente atuará fora de casa: irá à Argentina pegar o Tigre, na região metropolitana de Buenos Aires. Já o Libertad seguirá em Assunção para recepcionar o Sporting Cristal no Nicolás Leoz. As duas partidas estão marcadas para as 19h45 (de Brasília).

 

Ficha técnica
LIBERTAD 2 x 0 PALMEIRAS

 

Gols
LIBERTAD:
Velázquez, aos 11min do 1º tempo; Benítez, aos 9min do 2º tempo

 

LIBERTAD: Muñoz; Moreira, Benítez, Benegas e Mencia; Mendieta (Vargas), Aquino, Guiñazú (González) e Samudio; Núñez (Guevgeozian) e Velázquez
Treinador: Rubén Israel

 

PALMEIRAS: Fernando Prass; Weldinho, Maurício Ramos (Valdivia), Henrique e Marcelo Oliveira; Vilson, Márcio Araújo, Souza (Maikon Leite), Wesley e Patrick Vieira (Kléber); Vinícius
Treinador: Gilson Kleina

 

Cartões amarelos
PALMEIRAS:
Weldinho, Maurício Ramos, Henrique, Valdivia e Vinícius

 

 

 

Árbitro
Juan Soto (VEN)

 

Local
Estádio Nicolás Leoz, em Assunção (Paraguai)

 

Terra