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Motorista de alternativo e passageiros são baleados em Santa Rita

As tentativas de homicídio aconteceram por trás do Presídio Padrão, de acordo com informações policiais (Foto: Reprodução)

Um motorista de transporte alternativo e três passageiros que estavam no veículo ficaram feridos a tiros na manhã desta terça-feira (06) após um atentado na cidade de Santa Rita, na região metropolitana de João Pessoa.

As vítimas foram socorridas após o crime e ainda não há informações sobre o que teria motivado os disparos. Não há informações sobre óbitos.

As tentativas de homicídio aconteceram por trás do Presídio Padrão, de acordo com informações policiais. Os suspeitos do crime ainda não foram identificados.

MaisPB

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Alternativo que seguia de Solânea para João Pessoa colide com outro veículo na PB 057

acidente Um acidente envolvendo dois veículos foi registrado na manhã desta quarta-feira (05) na rodovia PB 057, entre os municípios de Araçagi e Guarabira, Agreste paraibano. Um dos carros, de transporte alternativo, seguia de Solânea à João Pessoa com cinco pessoas, e faria uma parada em Mamanguape. O segundo carro, estava parado ao acostamento, e ao tentar realizar uma manobra para entrar numa estrada de barro, sem acionar a sinalização, acabou sofrendo o impacto.

O motorista Silvando, do transporte alternativo, um Astra, de cor cinza, ano 2010 e placa MQE 1349, contou que, devido a rapidez do impacto, não teve como desviar do choque. Disse ainda, que em seu veículo, seguia com 4 (quatro) passageiros e todos sofreram apenas escoriações.

“Eu vinha, o rapaz parou seu carro no encostamento e sem ligar as setas do seu veículo, entrou (manobra brusca) de uma vez na rodovia”, argumentou o motorista.

O segundo veículo, um Fiat Uno, cor azul e placa MOS 3780, conduzido por Reginaldo, de 27 anos, sofreu pequenas escoriações e levado para o Hospital Regional de Guarabira.

 

RT

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Motorista de transporte alternativo é assassinado com facada no pescoço, na Paraíba

sireneO motorista de transporte alternativo foi assassinado na madrugada deste sábado (13), na cidade de Gurinhém, no Agreste do estado, a 75 km de João Pessoa. Jonas Batista da Silva, 23 anos, foi morto com uma facada no pescoço e foi encontrado dentro do próprio veículo.

Segundo o aspirante da Polícia Militar, Weverson Rocha, familiares disseram que o jovem teria saído para beber com amigos e que não tinha inimizades.

A polícia acredita que a vítima tenha sido esfaqueada fora do carro, por conta de uma mancha de sangue encontrada fora do veículo.

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O crime teria ocorrido por volta das 2h, mas a Polícia Militar só foi acionada por volta das 4h. Apesar da multidão de curiosos, ninguém falou sobre o assunto e até a manhã deste sábado (13), nenhum suspeito do crime ou os motivos haviam sido identificados.

 

portalcorreio

Acidente com transporte alternativo deixa mortos e feridos na Paraíba

acidenteTrês pessoas morreram e quatro ficaram feridas após um acidente na BR-104, envolvendo um transporte alternativo e um veículo de passeio, nesta sexta-feira (24) entre Barra de Santa Rosa e Cuité, no Curimataú paraibano. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão frontal aconteceu após um dos veículos invadir a contramão.

Os sobreviventes foram socorridos para o Hospital de Trauma de Campina Grande, de acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O boletim médico do hospital ainda não tinha sido divulgado até as 8h30.

Conforme a PRF, a colisão envolveu um Volkswagen Santana, que era utilizado como veículo de transporte alternativo e seguia de Campina Grande com destino a Cuité; e um Chevrolet Chevette, que vinha no sentido contrário.

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A perícia preliminar indicou que o Santana invadiu a faixa oposta, causando o acidente. Os motoristas de ambos os veículos e uma passageira do transporte alternativo morreram na hora. Os corpos foram encaminhados para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal (Numol) de Guarabira.

Com Blog Nova Palmeira e Portal Correio

Transporte alternativo capota e deixa três feridos na Ponte da Batalha em Cruz do Espírito Santo

acidenteNa tarde desta segunda-feira (23), um veículo capotou e deixou três pessoas feridas. O motivo foi devido a perca de controle do carro pelo condutor. O automóvel saiu da rodovia PB-004, próximo a Ponta da Batalha, que liga as cidades de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo.

De acordo aspirante Joaci, do Corpo de Bombeiros, testemunhas informaram que o motorista do alternativo tentou ultrapassar outro veículo e acabou perdendo o controle durante a manobra. Segundo o corpo de bombeiros, o automóvel fazia transporte alternativo.

Três pessoas ficaram feridas, sendo que uma delas com fratura exposta.

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Da Redação 
Com Paraíba é Notícia

Alternativo capota várias vezes próximo a Ponte da Batalha e mata homem esmagado na cidade de Sapé/PB

acidenteUm grave acidente aconteceu no final da manhã desta quarta-feira (17) próximo a Ponte da Batalha. O veículo Uno, um carro alternativo conduzido por um homem identificado apenas pelo nome de Neto seguia em direção a cidade de Sapé, com quatro passageiros quando capotou varias vezes.

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Na capotagem Joseilton Bernardo da Silva acabou sendo esmagado. Joseilton era morador do município de Sapé e estava indo para a cidade no momento em que o carro capotou. No interior do automóvel estavam também o tio e a mãe do jovem que sofreram escoriações leves.

Da Redação
Com Drama da Cidade

Brasil recebe o terceiro campeonato mundial (alternativo) de futebol de rua

entrevista_futebolderua_reproducaoCom o apito inicial de Brasil-Croácia será aberto no próximo dia 12 de junho em São Paulo um dos grandes eventos esportivos mundiais. Desde junho de 2013, o Brasil inteiro tem sido cenário de mobilizações sociais que em torno do Mundial expressam facetas de descontentamento popular. “Os protestos não são contra o futebol, mas contra certas políticas de Estado e problemas que derivam da realização do Mundial”, enfatiza Sergio Haddad, educador popular brasileiro e desde sua juventude militante-dirigente de diversas organizações sociais. Haddad foi, em 2001, um dos co-fundadores do Fórum Social Mundial e é hoje, juntamente com a ONG “Ação Educativa” (Ação Educativa) que dirige, um dos promotores mais ativos do 3º Campeonato Mundial de Futebol de Rua, que será realizado em São Paulo entre os dias 1º e 12 de julho próximos. “Reunirá delegações de 30 dos 64 países que praticam essa modalidade esportiva”, destaca Haddad iniciando esta entrevista exclusiva. Sergio Haddad juntamente com Célia Alldridge animam na primeira quincena de maio, na Suíça, a Campanha “Gols contra a injustiça”, promovida pela E-Changer, organização helvética de cooperação solidária presente no Brasil.

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O que significa o futebol na realidade brasileira, latino-americana, de hoje?

Sergio Haddad (SH): O futebol é uma paixão. É parte da cultura de nossos povos. Uma recreação, em particular para as crianças e jovens de todas as classes sociais. Desde pequenos começam a pegar na bola, seja de trapo ou de coro, em pequenos campos de futebol da periferia das cidades ou em clubes para a classe média. O futebol, como tudo em nossa sociedade, vive um processo muito forte de mercantilização. Que inclui os partidos, os campeonatos e os jogadores. Ao mesmo tempo em que os interesses econômicos dominam este esporte, se dá também um processo forte de elitismo e desigualdade na profissão de jogador. Com poucos que ganham fortunas e muitos que apenas conseguem sobreviver. É, sem dúvida, um reflexo direto do que vive a sociedade mundial em geral, e nossos países na América Latina em particular. Somos campeões da concentração de renda, produto das políticas neoliberais dos últimos anos. Poucos jogadores são apresentados como “heróis” do mercado, da juventude e de grande parte da população. E projetam a falsa ilusão de ascensão social por meio do futebol, quando sabemos com certeza que são muito escassos os que participam dessa promoção social se temos milhões que praticam esse esporte no mundo inteiro.

Uma coisa útil para neutralizar a violência social

Apesar desses condicionantes econômicos, sociais e até culturais… é possível imaginar outra concepção do futebol?

SH: A pergunta chave é se o futebol, como qualquer outra prática social, esportiva ou cultural pode servir a outros valores em uma sociedade marcada pelo mercado e o consumo… Este é, sem dúvida, o grande desafio daqueles que pensam que é possível construir outro mundo, baseado em valores de justiça social, solidaridade, democracia verdadeira. O Futebol de Rua nasceu nos anos noventa no bairro Chaco Chico , na cidade argentina de Moreno, Grande Buenos Aires. Veio com a proposta de recuperar o protagonismo e o diálogo entre jovens em um bairro – e uma realidade social – no qual a violência atravessava todas as relações: familiares, escolares, comunitárias. Pensado como uma prática sociopedagógica, o Futebol de Rua tem regras que variam de acordo com cada prédio e lugar nos quais é praticado, mas tem também alguns princípios básicos.

Em que consiste concretamente o Futebol de Rua?

SH: Uma partida é organizada em três tempos e obrigatoriamente integra meninos e meninos. No primeiro período, são definidas as regras do jogo, baseadas em certos valores, como respeito, solidariedade, cooperação, tolerância. E, segundo as mesmas regras, são definidos os pontos. No segundo momento, a partida é realizada segundo tais regras. E, no terceiro, as duas equipes avaliam se os acordos iniciais foram cumpridos e, a partir de então, se decide quem é o vencedor. Não há um árbitro, mas um mediador, que tem um papel fundamental de dirimir conflitos, ao mesmo tempo em que é educador, promove os valores acordados pelas duas equipes.

600 mil jogadores de futebol de rua

É possível que os jovens entendam e se aproprien realmente dessa outra forma de perceber o futebol, quando os referentes midiáticos reproduzem a visão tradicional e comercializada desse esporte?

SH: Sem dúvida, é difícil ir contra o sistema, mas não é impossível. Desde o seu nascimento até agora cerca de 600 mil jovens no mundo inteiro praticam o futebol de rua, promovendo cidadania, participação, diálogo e respeito às diferenças.

Nessa dupla perspectiva de esporte mercantilizado e, por outro lado, instrumento criador de consciência, que significado tem para vocês no Brasil o Campeonato Mundial de julho próximo?

SH: Tem várias implicações. O Mundial é um risco pois pode induzir a violações de direitos humanos essenciais e a atitudes xenofóbicas e discriminatórias. Também é uma oportunidade na medida em que possa mostrar que é possível, a partir do futebol, pensar o mundo de outra maneira, valorizando o ser humano, respeitando as diferenças e promovendo a paz. E implica também no desafio de promover essa outra faceta, essa outra perspectiva, sobre a base da participação social e da criação de cidadania.

Como se pode entender o futebol como paixão popular e ao mesmo tempo as grandes mobilizações sociais que, desde junho do ano passado, têm atravessado o Brasil em torno dos fatos ligados ao Mundial?

SH: As mobilizações não são contra o futebol. São contra os gastos efetuados pelos governantes para organizar o Mundial frente aos precários serviços públicos oferecidos em educação, saúde, transporte etc. Esses protestos também se dirigem contra a violação dos direitos essenciais, como por exemplo a expulsão de famílias de suas casas para liberar os terrenos onde foram construídos os estádios. Ou contra o aumento da prostituição que vem junto com o turismo ligado ao futebol. Não posso negar que também parte dos protestos são dirigidos contra a Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa), não apenas pelas condiciones que impõe junto com seus grandes patrocinadores para realizar o Campeonato, e que são aceitas pelo governo, mas também e sobretudo pelo que representa em termos de mercantilização do esporte e a corrupção que vem de mãos dadas.

“Alternativa simbólica ao Mundial”

Nesse contexto, o Mundial de Rua, que será realizado em julho, em São Paulo, é concebido como uma alternativa ao Mundial oficial?

SH: Uma alternativa simbólica aos valores atuais dominantes, para os quais o mercado é mais importante que o ser humano. É uma pequena semente que se junta com outras iniciativas que promovem outros valores. Não penso que possa ser um contraponto ao Mundial e tampouco tem essa intenção. O que queremos é ir construindo um movimento que possa ser uma alternativa no longo prazo. Que juntamente com outros movimentos e ações ajude a pensar em construir outro futuro para a humanidade, baseado em valores diferentes e no respeito aos valores essenciais da pessoa.

O que esperam a partir do Brasil da sociedade civil suíça, europeia, internacional, nessa conjuntura do Mundial?

SH: A Europa vive uma crise econômica que integra ademais outras facetas: ambiental, social, de valores. Os movimentos sociais tradicionais parecem estar debilitados e os governos perdem legitimidade ao aplicar receitas tradicionais e antissociais para fazer frente a tal crise. Aumenta o desemprego, se debilita o Estado social, cresce a desigualdade social e explora a xenofobia e a discriminação. Esse Mundial, com uma imprensa focada no Brasil, pode ser também uma oportunidade para que a sociedad civil europeia faça sua adesão, informe, sensibilize e busque caminhos diferentes. A partir do Brasil, origem do Fórum Social Mundial e de fortes movimentos sociais rurais e urbanos, em plena América Latina, continente de esperança, trataremos de mostrar algo diferente a partir de nossas experiências e de nossa paixão pelo futebol. Fica aberto o desafio à sociedade civil do norte de tentar também mostrar facetas alternativas….

 Adital

Motorista alternativo rebate acusações de sequestro em Guarabira: “É mentira!”

Basilio-225x300Na manhã desta quinta-feira (08), o motorista alternativo, Everaldo Basílio Alves, 46 anos, procurou o repórter Zé Roberto, para desfazer o mal entendido.

De acordo  com ele, a versão dada pela senhora Maria das Graças Pereira de Sousa, sobre um suposto sequestro é mentirosa. ” É mentira! Ela não pulou do carro! Eu parei o veículo”. Falou Everaldo.

 

 

 

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Ainda de acordo com o motorista alternativo, ele entrou em uma determinada rua do bairro para pegar as ferramentas na residencia do filho. “Fui buscar as ferramentas na casa do meu filho para fazer reparos na sede dos transportes alternativos em João Pessoa. Trabalho há mais de 10 anos em Guarabira e todos me conhecem, não vou permitir que essa senhora estrague a reputação dos alternativos do Brejo, somos responsáveis!” Disse ele.

 

 

Bananeiras Online com Portal Mídia

Mulher pula de alternativo em movimento ao desconfiar que motorista iria violentá-la

Vítima foi amparada por moradores
Vítima foi amparada por moradores

Uma dona de casa de 42 anos se sentiu ameaçada por dois homens em um transporte alternativo e saltou do carro em movimento, quando viajava de Guarabira a Araçagi, a cerca de 100 km de João Pessoa, no Brejo paraibano.

 

De acordo com a polícia local, a senhora tomou um susto após perceber que o motorista do alternativo teria mudado o trajeto e estaria fazendo gestos e códigos com outro homem que também seguia no mesmo carro.

Ao se sentir ameaçada pelas atitudes suspeitas, a dona de casa saltou do automóvel em movimento. Ela sofreu escoriações leves, mas precisou ser socorrida por alguns moradores de Guarabira.

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A polícia informou que ainda não há informações sobre os dois homens que estavam no transporte alternativo.

 

PORTAL CORREIO

Esposa de alternativo acusado de estupro diz que há armação contra marido; ‘Ele é devagar até comigo’

cristiano-silvaKarlene Silva, esposa do cantor e compositor Cristiano Silva, acusado de estuprar duas meninas de 12 e 15 anos, revelou o álibi do marido nesta quarta-feira (04) no programa Rádio Verdade do Sistema Arapuan. Segundo Karlene, os vizinhos viram quando ele chegou em casa de moto, não de carro, na mesma hora em que as meninas alegam ter havido o estupro. Para Karlene, há um armação na tentativa de incriminar o marido.

 

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A esposa, visivelmente emocionada e nervosa, garantiu que “põe a mão no fogo pelo marido”. “A vida de Cristiano é em casa, é comigo, para feira, para casa, para o estúdio. Eu ponho a mão no fogo. Eu juro. Boto a mão no fogo”, desabafou.

 

Karlene acredita que tudo não passa de uma armação de um outro homem, conhecido como Josilvo, que a tem assediado. Foi Josilvo quem levou as duas meninas para prestarem queixa do presumível estupro. “Eu nunca dirigi a palavra a essa pessoa. Eu tinha ido ao estabelecimento da mãe dele quando ele me cantou. Eu estava com a minha filha e outra pessoa. Sai de lá imediatamente”, conta.

 

A mulher explica que teria sido a mando deste homem que as duas menores foram até sua casa pedir um CD ao marido, mesmo que tenham dito que não sabiam quem era ou onde morava o acusado de estupro.

 

 

Karlene também explica que no seu carro o vidro do passageiro não sobe e o parabrisa está quebrado, além disso seu marido não tem arma, nem é grosseiro para conseguir segurar e obrigar duas meninas a manterem relação sexual à força. “Ele pesa 120 quilos, tem pressão alta e problema de ereção. Até comigo é devagar”, defende.

 

Cristiano já foi acusado por um outro estupro há dois anos e chegou a ser levado para o Róger, mas foi inocentado da acusação.

 

A advogada do acusado, Laura Almeida, afirmou que não sairá hoje de Santa Rita sem uma determinação clara do juiz. Almeida quer pedir o relaxamento da prisão, entre os argumentos estão o álibi de Cristiano, garantido pelos vizinhos, além do fato das meninas não terem reconhecido o alternativo num primeiro momento, mesmo já o conhecendo.

Paulo Dantas