Arquivo da tag: aliança

Presidente do PT confirma descrença de Ciro Gomes sobre aliança com PDT: ‘Temos candidato’

O presidente estadual do PT, Jackson Macedo, confirmou a incredulidade do presidenciável Ciro Gomes (PDT) sobre uma composição entre os partidos no primeiro turno das eleições do próximo ano. De acordo com ele, PT e PDT só devem se aliar no segundo turno.

“Lula é candidato, nós não podemos apoiar outra candidatura. Ciro é um companheiro valoroso, batalhador, luta contra esse governo golpista. A sua candidatura é um serviço ao país, no debate programático e que vai discutir com a sociedade”, disse.

O petista garantiu, porém, que no segundo turno, tanto o PDT, quanto o PCdoB estarão unidos no projeto contra o atual governo. Ele demonstrou confiança de que Lula será candidato e chegará ao segundo turno.

Jackson adiantou ainda que a tendência do partido é construir um palanque em torno da pré-candidatura de João Azevedo ao governo do estado, mas manteve restrições a uma composição com o PMDB.

Ele falou ainda que o nome do deputado federal Luiz Couto é o mais cotado para compor uma chapa majoritária nas eleições do próximo ano.

paraiba.com.br

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Luiz Couto defende manutenção da aliança com o PSB em 2018

Luiz-CoutoO deputado federal Luiz Couto (PT) disse, nesta sexta-feira (7), que defende a manutenção da aliança do PT com o PSB no estado da Paraíba para as eleições de 2018. Para o parlamentar, o governador Ricardo Coutinho tem feito um bom trabalho no estado, além de manter-se fiel ao projeto político do PT e da ex-presidente Dilma Rousseff.

Fidelidade – “Nesse aspecto, o companheiro Ricardo Coutinho é referência”, destacou Luiz Couto, referindo-se ao reconhecimento do governador paraibano ao trabalho do PT para a execução e conclusão das obras da Transposição das águas do Rio São Francisco; bem como o apoio de Coutinho durante a visita dos ex-presidentes petistas Dilma e Luiz Inácio Lula da Silva ao eixo leste da transposição, na cidade de Monteiro, no Cariri paraibano.

No entanto, Luiz Couto fez questão de ressaltar que a manutenção da aliança do PT com o PSB não depende de sua vontade.  “Quem vai definir é o Diretório Estadual do Partido e o Encontro Estadual”, justificou o deputado federal, reforçando que, individualmente, vai defender o apoio a Ricardo Coutinho no processo eleitoral de 2018. Para ele é importante “para o bem da Paraíba e para o bem do povo paraibano” manter a vinculação do PT com o PSB.

ClickPB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Cartaxo não vê possibilidade de aliança com Ricardo Coutinho nas eleições de 2018

LucianoO prefeito Luciano Cartaxo (PSD) afirmou que não pretende deixar a aliança com os partidos que o apoiaram na eleição de 2016 e não vê possibilidade de subir no mesmo palanque que o governador Ricardo Coutinho (PSB). Para ele não será possível uma convivência política nas eleições do próximo ano entre o PSD e o PSB, como ocorreu na disputal eleitoral de 2014.

Cartaxo ressaltou ainda a quebra de aliança foi feita pelo PSB e que o apoio ao governador ocorreu ainda no primeiro turno das últimas eleições, quando todos davam como certa a vitória do  senador Cássio Cunha Lima (PSDB). “Nós apoiamos o PSB no momento de maior dificuldade da vida pública de Ricardo Coutinho, poucos acreditaram que era possível reverter uma vitória dada como certa de Cássio, e neste momento nós apostamos no projeto de dar sequencia”.

Luciano destacou que o objetivo do grupo é manter a aliança de 2016. “A minha leitura é de preservação da aliança que foi construída na eleição passada, eu acho que é muito ruim para o estado e para as cidades a gente ficar a cada dois anos tendo, vamos dizer assim, mudando uma aliança que foi construída anteriormente, então não vou fazer aliança com Ricardo”, acrescentou.

A intenção do gestor da capital é continuar a coligação formada para a disputa municipal do ano passado. “Nós já temos uma aliança que veio da eleição de 2016, foram 12 partidos que deram sustentação a nossa campanha. Nós tivemos a maturidade e o diálogo necessário de superar as divergência.  Então eu acredito que essa aliança precisa ser preservada, eu vou fazer o esforço nesse sentido. Nós queremos chegar em 2018, independente de composição de chapa, com maturidade suficiente para apresentar um projeto importante à Paraíba”.

Sobre sua participação na disputa, Cartaxo não revela sua participação, mas enfatiza que pretende continuar junto com os partidos que o apoiaram. “Eu acredito que a renovação política no Estado é fundamental, as coisas precisam avançar cada vez mais. Na hora oportuna os partidos vão ter oportunidade de dialogar”.

blogdogordinho

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Relatos do resgate: jornalista entregou aliança e Neto chegou lúcido

acidente-chapecoenseA homenagem às vítimas do acidente aéreo com a delegação da Chapecoense, na última quarta-feira (30), em Medellín, contou com a participação de pessoas que trabalharam ou presenciaram na busca por sobreviventes. Duas pessoas que acompanharam o atendimento aos feridos conversaram com o UOL Esporte e relataram os detalhes da fatídica madrugada da última terça.

Os relatos são de Antonio Valencia, da empresa de logística que aguardava a Chapecoense no aeroporto, e de Luiz Afonso, socorrista da Cruz Vermelha que chegou ao local da queda cerca de meia hora depois do acidente. Eles descreveram a noite de segunda para terça-feira da seguinte maneira:

Antonio Valencia
“O último contato foi para falar que chegariam às 15h de segunda. Ligaram avisando que não puderam sair de São Paulo Guarulhos, e viriam da Bolívia. Estávamos programados para que chegassem entre 8h30 e 9h da noite (23h30 e meia-noite no horário brasileiro). Quando atrasou, contatamos a torre e falamos que o voo estava programado para 20h45 (23h45).
Vimos que havia algo estranho e uma pessoa da torre disse ‘Antonio, não quero te assustar, mas o voo vem com falhas pelo que reportou o piloto. Possivelmente não vai aterrissar aqui’. Em 10 ou 15 minutos nos chamaram e disseram ‘Antonio, o avião caiu.’ Não acreditamos, não acreditamos.
Começamos a escrever para o gerente [de futebol] pelo WhatsApp. Até aquele momento nenhuma resposta [ele estava no voo] e um policial nos falou que precisávamos ir à zona de Cerro (cidade onde caiu o avião), que havia um carro. Não sabíamos o que fazer. O primeiro que fizemos foi tentar esconder da imprensa. Tiramos os ônibus [do aeroporto].
Chegamos, nos identificamos e falamos que éramos o único contato dos jogadores na Colômbia. Nos dividimos entre os hospital que chegariam os feridos. Tive contato com Rafael [Henzel], o jornalista. O último que falei foi Neto. Chegou num estado lamentável, mas chegou lúcido e dizia que queria morrer. Estava com mil fraturas, com hipotermia.
Entre os feridos, o que falavam eram Rafael e Neto, os outros estavam inconscientes. O único que nossa equipe falou foi Rafael, que entregou a aliança e pediu que entregasse a esposa (Antonio chora). Já entregamos para a delegação que veio do Brasil. No nosso grupo há um brasileiro encarregado de falar com as famílias. À noite fizemos a última visita com os médicos que chegaram do Brasil, do clube e da federação. Nossa ideia é entregar os corpos e terminar o melhor possível”.
Luiz Afonso, socorrista Cruz Vermelha
“Chegamos meia hora, 40 minutos depois de reportado o acidente. Encontramos uma situação muito crítica. Montamos um plano de trabalho para encontrar pessoas com vida. Resgatá-las e levar para o socorro. O avião estava muito destroçado, mas podia trabalhar. O primeiro sobrevivente era Alan Ruschel.
Encontramos o primeiro sobrevivente cerca de uma hora depois. Não é fácil porque o avião estava muito destroçado. Do local onde podíamos chegar com um veículo até onde estava o avião precisava caminhar 40 minutos.
A maioria dos corpos estava reconhecível. Não falamos do estado por respeito. Quando veio a hora para parar as buscas temos que obedecer. Chovia muito, com a neblina não se via 2 metros. Tivemos que parar porque primeiro vem a segurança, e ia acontecer outro desastre com o pessoal que estavam trabalhando.
Mas, antes, agimos com tranquilidade para tirar [os feridos] com cuidado e transportar até a ambulância. Fazia uma avaliação inicial, se precisava imobilizar para levar o paciente com calma e pressa. Cada pessoa era carregada por quatro ou seis socorristas.
Quando terminou a operação, tem que fazer um trabalho de desativação. A pessoa carrega muito a emoção. Consultamos com psicólogos. E estar aqui [na homenagem], fazemos com todo coração. Sentimos muito (chora)”.
Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Zenóbio crê em aliança do PSDB com PMDB e vê pressão para Cássio disputar o governo em 2018

zenobio-toscanoApesar da polarização política entre PMDB e PSDB  há quase duas décadas em Guarabira, o prefeito Zenóbio Toscano (PSDB) disse achar possível que a união  entre as legendas e o PSD  em João Pessoa deva ser levada para o cenário estadual na disputa eleitoral de 2018.

Em entrevista ao jornalista Heron  Cid, na MaisTV, canal de vídeo do Portal MaisPB, Zenóbio Toscano lembrou da aproximação das legendas  em nível nacional e, segundo ele,  a mesma “conciliação”  que existiu em João Pessoa  poderá  ser estendida à Paraíba toda.

Para Zenóbio Toscano, haverá pressão da oposição pela candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB)  mas,  sendo mantida a coalizão dos partidos,  será necessário uma discussão para escolha do melhor nome dos  indicados para o pleito.

Confira entrevista 

MaisPB

Aécio admite aliança do PSDB no governo Temer

aecioPrincipal porta-voz da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz acreditar que um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB) só será bem-sucedido se não forem repetidas práticas que ele critica como “equivocadas” da gestão Dilma Rousseff, como o “loteamento” de cargos em órgãos públicos e empresas estatais.

“Se o Temer cometer o equívoco, e espero que não cometa, de repetir esse modus operandi de distribuir ministérios para formar o governo, ele vai fracassar”, afirmou Aécio em conversa com um pequeno grupo de jornalistas nesta quarta-feira, em Lisboa.

“Nós estamos dispostos a nos envolver, pela emergência da crise, e eu estive com o vice-presidente há menos de duas semanas e disse isso a ele. Mas a nossa conversa não é em torno de cargo, é em torno de um projeto”, afirmou o senador, que também é presidente do PSDB.

Segundo o tucano, seu partido se afastará de um eventual governo de transição caso perceba um movimento na direção da distribuição de cargos.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

“O PSDB não vai virar as costas para um governo Temer se ele acontecer. Vamos apoiá-lo na sociedade, nos setores onde temos interlocução, vamos apoiá-lo no Congresso Nacional. Mas a dimensão do nosso apoio vai depender muito da postura do Temer, do que ele disser a que veio. Porque, se ele começar a fazer um novo loteamento de cargos, nós não vamos chegar nem perto”, afirmou.

Aécio viajou à capital portuguesa para participar, nesta quinta-feira, do último dia do 4º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, evento que nos últimos dias reuniu personagens da oposição a Dilma — a participação de Temer, que fazia parte da programação, acabou cancelada.

Na avaliação do senador, as críticas ao encontro de oposicionistas em Portugal são indicativos de “fragilidade” do governo petista.

“O governo está tão sensível e fragilizado que quiseram transformar esse seminário numa grande conspiração. Como se isso tivesse qualquer sentido, como se fôssemos conspirar num auditório em Lisboa”, ironizou.

‘Mercantilização do poder’

A respeito do loteamento de cargos em troca de apoio político, Aécio afirmou que “essa mercantilização sempre houve no passado, vamos ser justos, mas atingiu níveis vergonhosos no atual governo. São ministérios, cargos públicos, direção de estatais, coisas que mexem com a vida das pessoas, distribuídas como se fossem bananas na feira livre”.

“Eu diria que o governo da presidente Dilma vai cair, mas corre o risco de perder não apenas no voto, mas também a dignidade. Muitos governos já foram derrubados pelo mundo, mas caíram de pé. E penso que ela deveria estar mais atenta a isso nesse momento”, disse o tucano.

Ele negou que vá negociar cargos em troca de apoio ao atual vice caso a saída da presidente se concretize.
“O Michel [Temer] pode vir a nomear alguém do partido, mas isso não será uma demanda nossa, não vamos indicar ninguém nem exigir cargos, pelo contrário. Vamos sugerir que ele faça um governo acima dos partidos políticos.”

‘Mal menor’

Segundo colocado no último pleito, de 2014, Aécio também considera a “melhor solução” a realização de novas eleições presidenciais, mas “optou por apoiar o impeachment” diante do agravamento da crise.

“Dentro do partido muitos relutaram até pouco tempo atrás em apoiar o impeachment, porque consideravam, e eu me incluo entre eles, que o melhor caminho para o Brasil interromper esse ciclo de governo do PT seria a realização de novas eleições”, disse. “Para que houvesse um governo eleito com uma agenda clara, aprovada pela sociedade, de reformas estruturais e que pudesse ser implementada. Isso seria o ideal para o País e eu não nego isso”.

“O problema é que hoje há uma questão emergencial no País. O Brasil não suporta mais três ou seis meses do atual governo. O desemprego disparou, a inflação está corroendo o salário do trabalhador que recebe menos. O empresário não investe R$ 1 em um cenário desses e, por isso, optamos por apoiar o impeachment.”

Na opinião de Aécio, o impeachment não vai resolver a crise brasileira do dia para a noite – e é preciso entender que haverá um longo período até o País se recuperar.

“Não haverá uma solução fácil. Não esperem dias fáceis, mesmo com a aprovação do impeachment. Esperem dias muito, muito difíceis para o Brasil. Porque a ausência da legitimidade do voto joga contra quem precisa de medidas amargas”, avaliou.

“Por isso eu sempre achei que a saída da presidente Dilma pelo Tribunal Superior Eleitoral (onde as contas da campanha petista de 2014 estão sendo julgadas) seria a mais adequada. Todas as saídas serão traumáticas, o TSE talvez fosse a menos traumática, e certamente a permanência da Dilma será a mais de todas”, opinou o senador.

Fator Cunha

O tucano também comentou as denúncias contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – réu na Lava Jato -, e a sua permanência no cargo. Segundo ele, “esse é um problema que o PMDB e o Michel Temer” terão de resolver.

“Esse é um bom ponto. As pessoas querem o afastamento da presidente e nós concordamos com isso, porque ela não tem mais condições de governar. Mas no dia seguinte será difícil quando as pessoas começarem a perceber que algumas lideranças políticas que foram sócias durante 14 anos disso aí (a gestão petista) estarão governando o Brasil”, afirmou.

“Não vamos nos esquecer de que o PMDB foi nosso adversário nos últimos 14 anos e se fartou no banquete do governo do PT”, disse o tucano.

BBC Brasil

PMDB estuda aliança com socialistas no 1º turno; Olenka quer permanência de JM na presidência

olenkaO PMDB, como se sabe, se prepara para reconduzir o senador José Maranhão à presidente estadual do partido na convenção prevista para o final do mês. Apesar do clima de disputa, a deputada Olenka Maranhão, entrevista a TV Arapuan nesta quarta-feira (7), avalia que haverá um consenso em torno da permanência de JM à frente do comando da legenda na Paraíba. Na opinião dela, não existem motivos para mudanças e que a sigla terá candidatura a prefeito onde for “possível”, resguardando a aliança com o PSB do governador Ricardo Coutinho.

“Em primeiro lugar, Maranhão tem legitimidade e referência para permanecer à frente do PMDB, além de ser o nome capaz de unir as correntes do partido. Eu vejo que não haverá disputa, até porque há praticamente uma decisão consensual em torno da definição neste sentido. Ou seja, em time que está ganhando não se mexe”, observou.

Sobre as candidaturas nas eleições do próximo ano, Olenka sustentou que PMDB e PSB devem caminhar juntos, no mesmo palanque. “Nos municípios em que for ‘possível’ a aliança nós estaremos unidos, pois somos aliados e minha posição é claro e confortável”. Porém, não deixou claro se a sigla terá candidatura própria nas eleições de João Pessoa e Campina Grande. “Onde for ‘possível’ estaremos unidos”, reiterou.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Olenka adiantou, ainda, pertencer a base governista na Assembleia Legislativa e disse que “minha posição é clara e confortável, até porque sigo a orientação do meu partido e integro a base de um governo bem avaliado, não apenas em João Pessoa, mas em toda a Paraíba”, frisou ao lembrar o resultado da recente pesquisa veiculada pelo Sistema Arapuan na sondagem feita pelo Instituto Opinião.

“Por isso”, prossegue ela, “é muito cômodo para eu estar nesta condição e entende que a nossa aliança com o PSB será importante nas eleições do próximo ano”. Sem querer fazer mistério, Olenka acrescentou: “Eu defendo a aliança com o PSB e existe uma tendência muito forte que venha ocorrer”.

– Inclusive em João Pessoa? Perguntou o repórter.

Olenka assim respondeu: “Dentro do ‘possível’, mas entendo uma tendência também aqui em João Pessoa”, concluiu.

Marcone Ferreira

Cássio garante que PSDB vai ter candidato e sobre aliança com Cartaxo, ele diz: ‘o futuro é quem dirá’

cassioEm entrevista na manhã deste sábado (19), o senador Cássio Cunha Lima garantiu que o PSDB vai ter candidato próprio nas eleições do próximo ano, em João Pessoa. Não citou nomes, mas nos bastidores os tucanos alimentam a esperança do “aceite” do ex-governador, ex-senador e ex-prefeito da capital Cícero Lucena representar o partido na disputa de 2016.

Cássio afasta, pelo menos momentaneamente, as especulações em torno da aliança do seu partido com a virtual candidatura à reeleição do prefeito Luciano Cartaxo – atualmente filiado ao PSD, recém separado do PT. “Foi um movimento importante no tabuleiro, mas o futuro é quem dirá”, afirmou o senador quando instado a falar sobre o fato político da semana.

“Luciano (Cartaxo) esteve manifestadamente punido pelos erros dos outros. Temia pagar por isso e tomou uma decisão, que pode ter surpreendido a poucos”, avaliou o senador Cássio Cunha Lima, líder do PSDB no Senado da República.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Por outro lado, ele deixou o caminho pronto para uma aliança, talvez imaginando remover o ex-senador Cícero a desistir da atividade política; quando declarou que “estaremos juntos, PMDB e PSD na campanha do próximo ano”. Cássio prevê esse cenário porque tem o deputado Rômulo Gouveia, presidente pessedista no Estado, como uma aliado das antigas.

“Em Campina Grande, a aliança está assegurada com o PSD. Rômulo já antecipou apoio à reeleição do prefeito Romero Rodrigues, nosso candidato”, sustentou.

Expôs a boa relação com o prefeito Luciano Cartaxo e o deputado Manoel Júnior, pré-candidato do PMDB. E deixou uma dúvida nas palavras pronunciadas durante a entrevista, destacando a aproximação dos tucanos com os peemedebistas, além de MJR o senador José Maranhão. “Nós temos uma relação civilizada, mas não deve ser lida como uma aliança automática”, concluiu.

Marcone Ferreira

Socialistas revelam pré-candidaturas, mas petista mantém confiança na renovação da aliança

lucelio-e-ricardoPresidente do PT de João Pessoa, Lucélio Cartaxo disse nesta quinta-feira (27), durante entrevista concedida no programa Rede Verdade, do Sistema Arapuan, que o seu partido está preparado para qualquer cenário. Porém, segue a linha do irmão e prefeito Luciano Cartaxo, cujo assunto eleitoral prefere que a discussão só aconteça no próximo ano.

“Não temos o que temer, pois a população é quem vai decidir se o melhor é ter uma gestão transparente, que inaugura obras a cada dois dias em troca de promessas dos possíveis adversários”, afirmou.

Quando instado a falar sobre a aliança com os socialistas, que hoje jogaram no asfalto os nomes de Estela Bezerra, Hervázio Bezerra e João Azevedo (um dos três) como prováveis pré-candidatos do PSB; Lucélio adiantou que “estamos na expectativa da renovação da aliança vitoriosa de 2014. Eu estou confiante”, ressaltou.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Relembrado o compromisso da campanha passada, quando foi o segundo mais votado na eleição para o Senado, o presidente petista argumentou que “foi bom para nós do PT. Vencemos com o governador Ricardo Coutinho e a população avalizou todo esse processo”, frisou se referindo a aliança entre petistas e socialistas.

Adiantou que “ano que vem a gente trata de eleições; agora o lema é trabalho, trabalho, trabalho…”.

Marcone Ferreira

Nas redes sociais, primeira dama da Paraíba ignora aliança de RC e detona pronunciamento da presidente Dilma

pamlea e dilmaA primeira dama do Estado da Paraíba, jornalista Pâmela Bório, voltou a causar polêmica, nesse final de semana, ao utilizar as redes sociais para, mais uma vez, criticar a presidente Dilma Rousseff (PT), de quem seu esposo, o governador Ricardo Coutinho (PSB), é aliado.

Enquanto o socialista tenta estreitar o relacionamento com o governo federal, inclusive sendo o interlocutor dos governadores do Nordeste junto à petista, Pâmela ignora o esforço do marido e não poupa comentários contrários ao comando nacional. Dessa vez, a primeira dama tachou de “mentira” as declarações feitas por Dilma durante pronunciamento, no Dia Internacional da Mulher, em cadeia nacional.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

CONFIRA AS POSTAGENS 

“Essas foram algumas “verdades” do pronunciamento ocorrido há pouco. Mas diante do arquivamento de investigações contra políticos, da chantagem por manobra fiscal para condicionar a liberação de emendas parlamentares à aprovação de nova meta do superávit, acham que realmente estamos vivendo uma fase de fortalecimento moral e ético? Percebo também uma crise que tem nos consumido todos os dias com a inflação dos alimentos, a alta do dólar, a elevação dos impostos, o aumento das contas de energia, dos combustíveis… A desigualdade social é intensa e visível em cada esquina e direitos dos trabalhadores começam a serem dilacerados a partir da reformulação do seguro-desemprego. E programas cruciais como o “Minha casa, minha vida” e o FIES sofreram alterações prejudiciais aos mais necessitados. Bom, durmam com essa Brasil. Boa noite. #prontofalei”, postou.

Durante a campanha eleitoral, também através das redes sociais, a primeira-dama e jornalista Pâmela Bório passou a divulgar mensagens críticas à presidente Dilma Rousseff e contrárias a sua reeleição.

Disse Pâmela Bório no Instagram:  “Votei em Marina (Silva, presidenciável do PSB) e continuo com afinidade de pensamento dela”. No segundo turno, Marina declarou apoio a Aécio Neves. Respondendo a uma seguidora, afirmou: “Eu não sou vaca para precisar de aboio… Sou conduzida apenas pela consciência, conhecimento e percepção pessoal. O voto é meu, não é de marido, de mãe, de irmão, de amigo…”. A polêmica começou quando Pâmela Bório criticou a declaração de apoio a Dilma feita pelo músico Chico Buarque. Também no Instagram, ela publicou uma imagem intitulada “Por que Chico Buarque bajula tanto DIlma?”. As repostas incluem o fato de Ana Hollanda, irmã do compositor, ter sido ministra de Dilma e de o governo ter concedido incentivos da Lei Rouanet para sua sobrinha Bebel Gilberto, seu genro Carlinhos Brown e sua namorada Thaís Gulin. Diante do questionamento e de críticas de seus seguidores, Pâmela disse: “Eu só informei sobre os vários motivos que Chico têm para declarar voto em Dilma, qual o problema disso? Esquecem que sou jornalista?”. Em outro, deixa claro que não votará na presidente. “Por isso eu fui às ruas no ano passado, junto com milhares de brasileiros pela mudança. Já são 12 anos de PT!”, escreveu.

PB Agora