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Aliado de Bolsonaro na PB confirma aumento de FPE e FPM e projeta crescimento de 2% na economia

“O movimento do Brasil hoje é de crescimento”. A declaração é do deputado estadual Moacir Rodrigues, do PSL, um dos aliados do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na Paraíba.

Em entrevista ao portal PB Agora, nesse final de semana, Moacir disse que hoje a Paraíba teve um crescimento de mais de 8% tanto no Fundo de Participação dos Estados quanto no Fundo de Participação dos Municípios.

Ainda conforme o parlamentar, a economia também apresentou crescimento, sendo 1% neste ano de 2019, com projeção assegurada de 2% para 2020.

“A proposta de Bolsonaro é o crescimento da economia. Nós temos um crescimento hoje já de mais de 8% do FPE e do FPM. A economia brasileira vai crescer em torno de 1% esse ano e já tem 2% assegurado para o próximo ano. Bolsonaro vai ser ordem, progresso e crescimento para o Brasil. O Brasil vai crescer, e eu vou com Bolsonaro no crescimento do Brasil”, arrematou.

 

PB Agora

 

 

Aliado de Temer, Eunício vence eleição e mantém PMDB no comando do Senado

Um dos caciques do PMDB e político próximo ao presidente Michel Temer, o senador Eunício Oliveira (CE) foi eleito para a presidência do Senado nesta quarta-feira (1º). Em sessão que começou por volta das 17h30, com mais de uma hora e meia de atraso em relação ao previsto, o cearense teve o apoio de 61 senadores na disputa com José Medeiros (PSD-MT), que conseguiu 10 votos. 10 senadores votaram em branco.

Todos os 81 senadores registraram presença no plenário. Um a um, eles foram convocados a votar secretamente na urna eletrônica colocada à esquerda da mesa diretora, seguindo como ordem os estados que representam.

Com a vitória de Eunício, os peemedebistas ficam por mais dois anos no cargo que já ocupam constantemente desde a redemocratização, em 1985, com duas exceções: Antônio Carlos Magalhães (PFL, 1997 a 2001) e Tião Viana (PT, outubro a dezembro de 2007).

Também foi escolhida a nova Mesa Diretora do Senado, com Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e João Alberto Souza (PMDB-MA) como vice-presidentes e José Pimentel (PT-CE), Gladson Cameli (PP-AC), Antonio Carlos Valadares (PSB-PB) e Zezé Perrela (PMDB-MG) como secretários.

A sessão

Apesar de ser do mesmo partido do antecessor, o senador Renan Calheiros (AL), Eunício manteve, durante sua campanha, o discurso de uma gestão diferente, buscando uma conciliação entre os Três Poderes. Renan, quando chefiava o Legislativo, negou-se a cumprir uma decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que o afastava da presidência do Senado em função de ter se tornado réu.

O mote da conciliação foi, inclusive, usado por Eunício em seu discurso no plenário minutos antes da votação. “Os desafios postos exigem liderança, maturidade, firmeza, diálogo e desprendimento. É hora de unir, não é hora de dividir. Hora de resgatar a confiança nesse Parlamento e no Estado e de reaproximar o governo do Congresso e da sociedade brasileira”, afirmou o senador, que se sentou na cadeira presidencial exatamente às 19h47.

A atenção dos colegas, porém, não estava no discurso de Eunício. Nem nas propostas apresentadas anteriormente por José Medeiros. Com a eleição praticamente selada nos bastidores, a maioria dos senadores quase não prestou atenção no que os candidatos disseram, preferindo mexer no celular e ter conversas paralelas.

Nathan Lopes/UOL

Senadores não prestaram muita atenção nos discursos de Eunício Oliveira e José Medeiros

Mais tarde, já eleito, Eunício repetiu o tom. “Digo a todos vocês, colegas que me deram a honra de presidir o Senado, que honrarei esse mandato com toda minha alma e experiência que a vida me deu”, afirmou.

“Nós, senhoras e senhores senadores, vivemos pelo entendimento, vivemos pelo consenso aqui no Congresso Nacional, no coração da democracia. Aqui, cada voto tem o mesmo peso. Aqui, a independência, a autonomia, a dignidade e os grandes interesses da nação superam todos os nossos interesses e todos os nossos outros valores. Cabe a esta Casa a missão de, nesse momento, colaborar no esforço de unir o pais num projeto comum de desenvolvimento”.

Em seu discurso de posse, além de agradecer aos votos dos senadores, Eunício Oliveira fez agradecimentos especiais ao ex-presidente Renan Calheiros e se emocionou ao falar da família, que acompanhou a cerimônia no plenário. “Aproveito para fazer um agradecimento especial a minha mulher. Por coincidência do destino, estamos fazendo hoje 37 anos de casados. Agradeço a minha mulher e aos meus filhos, tão dedicados a esse pai”, discursou. “Homem de fé que sou, agradeço a Deus o destino que ele me reservou. Um garoto nascido no interior do Ceará, sentado aqui nessa cadeira, eu tenho que agradecer a Deus”.

EUNÍCIO SE EMOCIONA AO FALAR DA FAMÍLIA

Mais tarde, em entrevista coletiva, Eunício reiterou que a ” relação com os poderes será de independência, harmonia e diálogo, desde que o diálogo não subordine um poder ao outro” e disse que que a pauta do Senado será “construída com as minorias”.

Além da votação para a presidência do Senado e da escolha da Mesa Diretora, a sessão desta tarde serviu para oficializar as novas lideranças dos partidos no Congresso. Os novos líderes são: Renan Calheiros (PMDB), Paulo Bauer (PSDB), Armando Monteiro (PTB), Omar Aziz (PSD), Vicentinho Alves (PR), Ronaldo Caiado (DEM) e Benedito de Lira (PP).

Renan Calheiros (PMDB-AL), que encerrou nesta quarta-feira sua segunda passagem pela presidência do Senado – e que a partir de agora assume a liderança do PMDB na Casa – aproveitou a sessão para destacar mudanças administrativas e aprovação de leis durante sua gestão. Ele ainda defendeu a decisão da ministra Cármen Lúcia, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), de homologar as delações da Odebrecht na Operação Lava Jato.

RENAN DEFENDE LAVA JATO E FIM DO SIGILO DAS INVESTIGAÇÕES

Em uma de suas últimas falas como presidente do Senado, Renan fez uma ode aos gastos cortados na Casa nos últimos dois anos. “Nós somos 100% transparentes”, disse Renan. “Ao longo de quatro anos, fizemos na Casa muitas mudanças. Eliminamos redundâncias, desperdicios, e conferimos organicidade administrativa. A economia foi de mais de R$ 884 milhões”.

Citado na Lava Jato

Eunício chega ao comando do Senado tendo seu nome citado na Operação Lava Jato.

Em acordo de delação premiada, o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho disse que a construtora pagou R$ 7 milhões a parlamentares para garantir a aprovação de uma medida provisória de interesse da companhia no Congresso. Um deles seria o peemedebista.

Nas planilhas de pagamento de propina, Eunício é identificado como “Índio”. O novo presidente do Senado disse, na época da divulgação das delações, que “jamais recebeu recursos para a aprovação de projetos ou apresentação de emendas legislativas”.

Relação com o poder

Eleito senador em 2010, Eunício já foi deputado federal por três mandatos e ministro das Comunicações do governo do petista Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2004 e 2005. Agora, ele é o terceiro na linha sucessória. Na ausência de Temer e do presidente da Câmara –que será eleito na quinta-feira (2)–, Eunício é quem assume a Presidência da República.

Com o atual governo, a relação do novo presidente do Senado é estreita. Ele foi o relator da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Teto, que congela o limite dos gastos públicos por 20 anos. O texto foi aprovado com o apoio de 53 senadores e apenas 16 contrários.

O tema, que gerou intensos debates na sociedade, foi considerado prioritário no início da gestão Temer. Em sua defesa, Eunício ressaltava, à época, que a PEC não limitava gastos na saúde e na educação, principal argumento dos críticos da proposta.

Agora no comando do Senado, Eunício deve colaborar com Temer, que pretende tocar reformas polêmicas, como a da Previdência, que tem previsão de passar pelo crivo dos senadores até o final do primeiro semestre.

Relembre todos os presidentes do Senado desde a redemocratização:

  • José Fragelli, PMDB, 1985-1987
  • Humberto Lucena, PMDB, 1987-1989
  • Nelson Carneiro, PMDB, 1989-1991
  • Mauro Benevides, PMDB, 1991-1993
  • Humberto Lucena, PMDB, 1993-1995
  • José Sarney, PMDB, 1995-1997
  • Antônio Carlos Magalhães, PFL, 1997-2001
  • Jader Barbalho, PMDB, fevereiro a setembro de 2001
  • Edison Lobão, PMDB, setembro de 2001
  • Ramez Tebet, PMDB, setembro de 2001 a 2003
  • José Sarney, PMDB, 2003 a 2005
  • Renan Calheiros, PMDB, 2005 a 2007
  • Tião Viana, PT, outubro a dezembro de 2007
  • Garibaldi Alves Filhos, PMDB, dezembro de 2007 a 2009
  • José Sarney, PMDB, 2009 a 2013
  • Renan Calheiros, PMDB, 2013 a 2017
Uol

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Aliado de RC em Guarabira detona atitude dos deputados Raniery e Camila por assinatura na CPI do Empreender

deputadosAliado do governador Ricardo Coutinho (PSB), o empresário guarabirense Gilson Cândido que também é Diretor da UPA da capital do brejo, se mostrou revoltado com a posição dos deputados de Guarabira, Raniery Paulino e Camila Toscano, em assinar um pedido de CPI na Assembleia Legislativa da Paraíba para investigar a liberação de empréstimos do Empreender PB.

Gilson usou sua conta na rede social facebook para alfinetar os conterrâneos.

“Lamentável a postura dos deputados Camila e Raniery em se posicionarem contrários ao maior programa de incentivo a pequenos empreendedores na Paraíba”, disse.

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Em seguida o empresário bateu forte ao afirmar que as famílias dos deputados – Paulinos e Toscanos – governaram Guarabira por cerca de 40 anos e nunca criaram programas de incentivo ao emprego. “Os mesmos representam na AL grupos que governam Guarabira a mais de quarenta anos e nunca foram capazes de criar nada para incentivar a geração de emprego e renda na cidade”, alfinetou o empresário ao Expressopb.

Cândido enalteceu o programa Empreender do Governo do Estado. “O Empreender que no último sábado liberou mais de um milhão de reais para pequenos empreendedores de Guarabira e região beneficiando diretamente cerca de duzentas famílias”.

Ao final da postagem o empresário colocou as duas principais famílias políticas de Guarabira no mesmo patamar: “Os Paulino e Toscano provando serem um só por suas atitudes”, finalizou.

PB Agora

Aliado de Ricardo diz que cenário não favorecerá Cássio no Brejo e disputa será entre Ricardo e Veneziano

melchioPrincipal “pétala do jardim dos girassóis” no Brejo paraibano, o prefeito de Remígio, Melchior Batista, (PSB), garantiu que o provável rompimento da aliança PSDB/PSB, anunciado ontem pelo senador Cássio Cunha Lima, só vai favorecer o governador Ricardo Coutinho que disputará `a sua reeleição. Segundo ele, Cássio está isolado na região do Brejo e dificilmente mudará o cenário.

Em entrevista ao Correio da Manhã veiculado na 98 FM de Campina Grande, Melchior Batista revelou que o cenário atual é amplamente desfavorável ao senador Cássio Cunha Lima. Citando o exemplo de algumas cidades controladas pelo PSB e pelo PMDB, ele acredita que a disputa este ano será polarizada entre o governador Ricardo Coutinho e o ex-prefeito de Campina Grande Veneziano Vital do Rêgo (PMDB).

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Segundo Melchior Batista, o senador Cássio não terá espaço nas principais cidades do Brejo, que já estão com os seus espaços políticos demarcados pelo governador socialista e por Veneziano. Segundo “Chior”, como é mais conhecido, seria mais cômodo o governador Ricardo Coutinho ter no palanque a presença do PSDB, porém com o rompimento, ele acredita, que o senador tucano não deu um bom passo, pois muitos prefeitos, principalmente da região do brejo ou estão com o PSB ou com o PMDB.

– Talvez quem é de Campina Grande tenha uma falsa sensação de achar que Cássio é imbatível, mas observando a minha região não vejo um prefeito que vote com o senador. Vai ser natural ocorrer algumas mudanças e migrações, mas na atual conjuntura todos os prefeitos do Brejo votam com o PSB ou com o PMDB – opinou “Chior”.

O prefeito remigense disse ainda que não via razão do rompimento, já que o PSDB detinha a maioria dos cargos de primeiro e segundo escalão no governo, causando, inclusive, muitas reclamações dos socialistas pela atenção dada aos tucanos.

– Por trás deste rompimento estão questões políticas e ao favoritismo propalado na mídia do senador Cássio para uma possível disputa estadual. Imagino que o senador estava muito pressionado, ele tinha que sair candidato de novo, pois ninguém sabe o que pode acontecer daqui a quatro anos. A política é feita de momentos – afirmou.

Melchior Batista que é irmão do secretário do secretário de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Marenilson Batista, reafirmou de forma enfática que desconhece algum prefeito na sua região que votará em Cássio. “Não conheço nenhum prefeito da minha região que vote em Cássio. Em Lagoa Seca, o prefeito Tadeu não vota com Cássio, em Lagoa de Roça é o PMDB de Veneziano, em Esperança o prefeito vota em Veneziano, em Areia, Arara e Picuí vota com Ricardo. Ou seja, Cássio está isolado na nossa região”, disse o prefeito socialista, que prevê um embate entre Ricardo e Veneziano nesse território.

Severino Lopes 

PBAgora

Ovo é aliado da dieta e possui benefícios à saúde

ovoO ovo é um dos alimentos mais nutritivos da natureza e uma excelente fonte de proteína de alta qualidade. Depois de um longo período sendo apontado como vilão da dieta, foi comprovado que o ovo faz bem à saúde, pois possui muitos benefícios, ajuda a prevenir doenças, retarda o envelhecimento e pode melhorar o colesterol.

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Ovo na dieta

Além disso, um ovo possui apenas 70 calorias e pode ser um aliado da dieta, pois as proteínas que aumentam saciedade e reduzem o apetite. É fonte também de vitaminas do complexo B e possui vitaminas e minerais que enriquecem qualquer tipo de refeição. O consumo recomendado é de um ovo por dia, a menos que haja outro tipo de orientação do nutricionista, o que pode variar para cada pessoa e cada caso.

Como diminuir o colesterol

O mais importante é que alimentação seja equilibrada. Na dieta para reduzir o colesterol, por exemplo, é mais importante cortar as gorduras saturadas (queijos, manteiga, gordura das carnes, embutidos, cremes de leite etc) e aumentar a quantidade de frutas, verduras e fibras na dieta. As gorduras trans, encontradas em recheio de biscoitos, bolos, massas, algumas margarinas e alimentos que tem gorduras hidrogenadas, também devem ser evitadas, pois, aliadas às gorduras saturadas, aumentam os níveis do mau colesterol sanguíneo (LDL).

A dica é substituir alimentos que contêm gorduras saturadas por aqueles que possuem gorduras insaturadas, como azeite de oliva, abacate, nozes e sementes, óleos vegetais.

O ovo também pode ser utilizado como ingrediente de pratos saudáveis e nutritivas, como uma receita de ovo pochê que leva cogumelos ao molho de vinho tinto.

 

 

itodas

Vené desabafa contra aliança do PT e PP e acusa aliado de tramar pelas costas

O prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rego (PMDB) desabafou e sem citar nomes considerou como um golpe pelas costas a definição do PT de Campina em apoiar o nome do PP para as eleições deste ano, ao invés de lançar candidatura própria ou até mesmo compor chapa com o PMDB.

“O PT me justificou que não podia fechar composição com o PMDB no primeiro turno, mas que iria lançar candidatura própria. Foi na quinta-feira, foi dito isso por pessoas que vocês podem imaginar quem, que há sete anos e quatro meses se relacionava, não como filiado, mas como amigos íntimos, como quase da minha família. De quinta para sexta veio a ‘mudança’ e no domingo aconteceu a consolidação daquilo que estava acontecendo pelas minhas costas tramado internamente”.

Veneziano disse ainda que o seu ex-aliado, tido como seu amigo pessoal, deu seu testemunho há menos de dez dias de sua fidelidade e que acreditou naquele que tinha estima e que ajudou em momentos difíceis dando espaço privilegiado na sua administração. Assim, considerou o ato como lastimável a atitude dos ex-companheiros.

“Agora pessoalmente posso lhe dizer que é extremamente lastimável e lamentável que observemos pessoas que intimamente estiveram comigo, há menos de 10 dias, testemunhando, dizendo o quanto eram gratos aos meus gestos, porque resgatei o PT em 2004. As mesmas pessoas que ontem fizeram um golpe. Eu os ouvi na minha sala, onde recebo apenas amigos, e eu os tinha assim. Eles testemunharam emocionados que lembravam que eu os ajudei, os acolhi. Eles diziam ‘Nós ocupamos espaços importantes na administração de Campina Grande, como poderíamos ir de encontro a esse projeto? Jamais iríamos de encontro ao projeto que ajudamos a construir’, vociferou Vené lembrando do último encontro que teve com o ‘aliado’ de governo.

Vanessa de Melo