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Álcool é 144 vezes mais letal que a maconha, segundo pesquisa

maconhaSe o álcool fosse descoberto hoje, possivelmente tabloides do mundo inteiro estampariam manchetes com a “nova droga mortal”, juntamente com depoimentos de testemunhas aterrorizadas por terem visto “viciados” cambaleando pelas ruas, caindo, chorando e na sarjeta. Mas uma recente pesquisa acaba de mostrar que a maconha, que tem utilização proibida em tantos países, é 144 menos letal que o álcool.

O estudo foi publicado na “Scientific Reports”, subsidiária da revista “Nature”, e procurou quantificar o risco de morte associado ao uso de várias substâncias tóxicas. Os cientistas descobriram que a maconha é, de longe, a droga mais segura.

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No lugar de focar a contagem de morte como outras pesquisas, os autores do relatório compararam doses letais de cada substância com a quantidade que uma pessoa comum usa.

Ao elencar as drogas mais mortais, a maconha apareceu no final da lista, enquanto álcool, heroína, cocaína e tabaco lideram. A maconha, inclusive, era a única que representava um risco de mortalidade baixo entre os usuários, apesar de não ser inexistente.

Fumar a erva, obviamente, não é “seguro, e ponto final”, mas estudos têm mostrado que ela é, de fato, “mais segura do que o álcool”.

A pesquisa aparece logo após a polícia do Colorado, primeiro estado americano a legalizar a droga, dizer que em um ano tudo está bem e o trabalho policial passou praticamente inalterado.

O Globo

Lei estadual obriga postos a informar se é mais vantajoso abastecer com gasolina ou álcool

glauberto-bezerraO promotor de Justiça e de Direito do Consumidor de João Pessoa, Glauberto Bezerra, comentou que em reunião com o Sindipetro e representantes dos PROCONs municipais ficou determinado que seja afixado em postos informações sobre o que é mais vantajoso, abastecer com Gasolina ou álcool.

Bezerra lembrou que a maioria da frota nos dias atuais é flex e destacou que a decisão é do consumidor sobre se vai abastecer com gasolina ou álcool. “Só vai agir em seu benefício se tiver as informações corretas e a legislação determina isso. É lei estadual”, diz.

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A lei põe à disposição do consumidor e obriga revendedores de combustível a dar a informação da diferença percentual e em conjunto com os PROCONs municipais e MP Procon fizeram uma recomendação  primeiro aos donos de postos cumpram o que determina o código do consumidor: Não praticar preço abusivo e proporcionar o direito à informação.

De acordo com o promotor, quem for encontrado praticando preço abusivo, distribuidoras ou revendedores, os culpados serão punidos administrativamente com multa, civil por dano moral coletivo e penalmente.

Marília Domingues / Marcos Weric

 

A cada três horas, um motorista é flagrado sob efeito de álcool em JP

lei secaA Operação Lei Seca, realizada sob a coordenação do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), aplicou, nos primeiros 20 dias de 2015, 2.879 testes de alcoolemia (bafômetro). Segundo o balanço, 175 condutores foram autuados por uso de álcool ao volante, uma média de 3 a cada hora.

Além das blitz do Detran, o Batalhão de Trânsito realiza ainda quatro bloqueios policiais diariamente na Região Metropolitana. O comandante do BPTran disse ao Portal MaisPB, na tarde desta sexta (23), que são realizados quatro bloqueios policiais diariamente com abordagem de cerca de 500 motos e 300 carros, resultando em uma apreensão média de 40 motocicletas.

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Já o Detram, revelou que nos primeiros 20 dias deste ano, durante a ‘Operação Lei Seca’ foram aplicados 291 autos de infração de trânsito por diversas irregularidades, a exemplo de falta de emplacamento, documentação do veículo vencida ou ausente no momento da fiscalização.

Os dados também mostram que, nas primeiras semanas de 2015, foram apreendidas 143 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH) e removidos 103 veículos.

Écliton Monteiro – MaisPB

‘Lei Seca’ flagra 38 motoristas dirigindo sob efeito de álcool

lei secaA Operação Lei Seca autuou neste fim de semana 38 motoristas só nas blitzen realizadas na Grande João Pessoa. Esses condutores foram flagrados no teste de alcoolemia ou não quiseram se submeter ao exame do bafômetro. Ainda de acordo com os dados divulgados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB), um deles apresentou sinais claros de embriaguez.

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O chefe da Divisão de Policiamento do Detran-PB, César Urach, ressaltou que boa parte das infrações foram cometidas por condutores oriundos de fora do Estado.

“A quantidade de autos lavrados no sábado foi maior do que no domingo. Isso porque o sábado teve mais eventos festivos e fizemos mais abordagens. O que percebemos é que está havendo maior conscientização por parte dos paraibanos. Muitas das pessoas flagradas são de fora da Paraíba e subestimaram a fiscalização intensa que está sendo realizada em nosso Estado”, afirmou.

Ao todo, da sexta-feira (16) até domingo (18), os agentes do Detran realizaram 483 testes de alcoolemia em 423 abordagens. Das 38 pessoas autuados, 31 delas se recusaram a fazer o exame do bafômetro, sendo que uma delas apresentava sinais claros de embriaguez.

Ainda de acordo com informações do Detran, 32 motoristas tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida por conduzirem sob o efeito de álcool, ou por estarem com o documento atrasado. César Urach explicou ainda que a habilitação dos condutores flagrados alcoolizados é solicitada, porém, alguns dizem não possuí-la.

Segundo a Divisão de Policiamento do Detran-PB, 12 veículos, incluindo carros e motos, também foram removidos nesse final de semana. Todos estavam com pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) atrasado.

MaisPB

Anvisa suspende lotes de álcool gel, polivitamínico e equipamento de saúde; veja

Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Fábio Pozzebom/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta quarta-feira (3), a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e o uso dos produtos para saúde vídeo-laringoestroboscópio e smartnaso, fabricado por Image Equipamentos Eletrônicos Ltda. De acordo com a agência, uma inspeção sanitária feita no mês passado na empresa comprovou a falta de licença sanitária e a fabricação de produtos sem registro.

A empresa informou que deu início ao processo de regularização em maio deste ano por meio do órgão de vigilância sanitária local. A previsão é que em duas ou três semanas a regularização seja concluída.

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Também foram suspensos três lotes do medicamento Comple B (polivitamínico complexo B), fabricado por Natulab Laboratório S.A. Laudos emitidos pela Fundação Ezequiel Dias indicam que os lotes 45050, 45057 e 45058 obtiveram resultados insatisfatórios nas análises iniciais para os ensaios de aspecto e rotulagem. O primeiro lote citado tem validade até 5/2015; o segundo e terceiro, até 6/2015. Por meio de nota, a empresa informou que os lotes já foram identificados e, desde o início de novembro, começaram a ser recolhidos, mesmo antes da notificação da Anvisa. A Biolab assegurou que, no prazo máximo de 120 dias, todos os lotes serão retirados do mercado.

“Vale ressaltar que todos os estudos de estabilidade desenvolvidos pela empresa não identificaram esse tipo de problema descrito na notificação. Mesmo assim, o Grupo Natulab reforçou o material usado na embalagem do produto e está finalizando novos estudos de estabilidade para garantir que seus medicamentos continuarão dentro das especificações e em conformidade com as normas da Anvisa.”

A Anvisa ainda interditou cautelarmente, pelo prazo de 90 dias, o Lote 1014 do Álcool Gel marca Sol, produzido por Super Sol Indústria e Comércio Ltda. O lote, segundo o órgão, apresentou resultados insatisfatórios nos ensaios de rotulagem primária e teor de álcool etílico.

Todas as determinações foram publicadas no Diário Oficial da União.

 

Por Agência Brasil

Ambev é multada por cerveja ‘sem álcool’ conter substância

cervejaA Ambev foi multada em R$ 1 milhão por informar, no rótulo e em propagandas, que a cerveja Kronenbier é sem álcool. A bebida contém a presença de 0,3 gramas de álcool para cada 100 gramas.

A decisão é da 5ª Câmara de Direito Civil do Tribunal de Justiça de Santa Catarina. A ação foi movida pela Associação Brasileira de Defesa da Saúde do Consumidor.

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No processo, a companhia de bebidas justificou a prática dizendo que um decreto de 1997 classifica como bebida sem álcool a que tiver em sua composição menos de 0,5 grama de álcool a cada 100 gramas, sem a obrigatoriedade de expressar essa informação no rótulo do produto.

O relator da apelação, o desembargador substituto Odson Cardoso Filho, entendeu que o decreto não se sobrepõe aos preceitos do Código de Defesa do Consumidor. O magistrado também citou riscos à saúde de consumidores que, impedidos de consumir bebidas alcoólicas, acreditaram na informação da empresa e consumiram o produto sem ter conhecimento das possíveis consequências.

Em nota, a Ambev afirmou que não comenta casos em andamento.

Terra 

Consumo de drogas, álcool e cigarro cai entre jovens, diz estudo

cigarroUma nova geração de jovens tem virado as costas para a bebida, as drogas e o cigarro, aponta um novo estudo divulgado nesta sexta-feira (25) pelo site do jornal britânico Daily Mail.

A pesquisa apoiada pelo governo britânico mostra que a proporção de estudantes que experimentaram maconha ou outras drogas ilegais caiu quase que pela metade na última década, e continua caindo ano após ano.

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Juntamente com o inédito declínio no consumo de drogas, os resultados mostraram que o nível de alcoolismo entre os estudantes representa somente um terço da taxa da última década, e o cigarro também atingiu a maior baixa nos últimos 30 anos.

A queda nos números pode representar reviravolta histórica. Alguns analistas acreditam que a gravidez na adolescência também tem se tornado menos comuns por que mais garotas querem terminar os estudos e investir na carreira.

Outros especulam que graças ao crescimento das mídias sociais, milhões de adolescentes gastam mais tempo em casa, nos seus quartos, do que nas ruas.

As conclusões do estudo foram baseadas em questionários preenchidos durante as aulas de mais de 5 mil alunos entre 11 e 15 anos.

A pesquisa foi elaborada para minimizar o impacto de respostas enganosas ou baseadas em ostentação. Por exemplo, uma pergunta sobre uma droga que nem existe, chamada Semeron, foi inserida para comprovar se as questões estavam sendo respondidas com honestidade.

Os resultados, publicados pelo Government1’s Health and Social Care Information Centre, mostrou que a proporção que experimentou drogas caiu de 30% em 2003 para 16% no último ano.

Os usuários regulares de drogas caíram de 12% para 6% ao longo da década. O uso de maconha, que era de 13,3% em 2003, foi de apenas 7% no ano passado.

Uma década atrás, os alunos fumavam uma vez por semana. No entanto, em 2013, 3% relataram fumar um cigarro semanal, o menor número registrado em 30 anos.

Um padrão similar foi comprovado entre os hábitos relacionados ao álcool. Um quarto dos alunos haviam bebido na semana anterior que responderam ao questionário, em 2003, contra apenas 9% no ano passado.

Os números sugerem que, atualmente, os jovens estão abandonando a cultura de ‘sexo, drogas e rock and roll’ que marcou a geração baby boom.

Embora tenha registrado queda entre o consumo de álcool, cigarro e drogas, o estudo alerta que as drogas ainda representam um risco para jovens

JB

Abuso de álcool pode favorecer infecções de garganta e boca

200285275-001Em quantidades moderadas, o álcool tem poucas repercussões, mas em excesso e por vários dias na semana pode causar muitos prejuízos. Quando combinado com o cigarro, é o principal fator de risco para câncer de boca e de garganta (faringe). Na garganta, o álcool causa uma irritação local e ressecamento, favorecendo infecções.

Dessa forma, períodos em que o consumo excessivo e prolongado de álcool é comum, como carnaval, festas de fim ano ou mesmo a Copa do Mundo, os cuidados com as infecções de garganta e boca devem ser redobrados.

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As infecções, virais e bacterianas, ocorrem por transmissão de uma pessoa a outra por secreção nasal, como nos espirros, e secreção durante a tosse. Depois do contágio, a doença começa a se manifestar após algumas horas a dias. A infecção será mais grave se a pessoa tiver uma queda na imunidade, o que pode acontecer com má alimentação e excesso de bebidas.

Combinação perigosa

O abuso da voz leva a um esforço das cordas vocais, que ficam inflamadas e inchadas, o que deixa a voz rouca. O consumo de álcool piora essa inflamação, além de favorecer infecções e situações como o refluxo gastroesofágico. O refluxo é o retorno do conteúdo do estômago, o suco gástrico, ao esôfago, podendo chegar até a laringe (nível das cordas vocais). O álcool favorece muito o refluxo por relaxar a musculatura do esfíncter do esôfago, que deveria permanecer fechado a maior parte do tempo. Em geral, são pessoas predispostas ao refluxo que, quando ingerem álcool, tem uma piora acentuada dos sintomas. Estes sintomas podem ser dores de garganta, rouquidão e pigarro.

Dessa forma, moderação é a regra. As comemorações podem incluir bebida alcoólica, mas sempre lembrando que o excesso pode causar prejuízos importantes.

 

minhavida

Consumo de álcool no Brasil supera média mundial, segundo OMS

bebidaPesquisa divulgada nessa segunda-feira (12) pela Organização Mundial da Saúde (OMS) mostra que o Brasil está acima da média mundial em consumo de bebidas alcoólicas. Segundo o levantamento, foram consumidos, em média, 8,7 litros de álcool por ano, entre 2008 e 2010, no país. A média mundial calculada pela OMS é de 6,2 litros. Os dados consideram o público maior de 15 anos.

A cerveja representa 60% do consumo de álcool no Brasil, segundo o estudo, que diagnosticou que os homens bebem três vezes mais do que as mulheres. Ao longo de um período de três anos, eles ingeriram, em média, 13,6 litros de álcool por ano, enquanto elas consumiram 4,2 litros.

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Em 2010, enquanto os casos de abuso de álcool chegaram a 11,1% das mulheres que bebem, entre os homens, este número quase chegou aos 30%. Segundo a pesquisa, no Brasil se perde em média 5 anos de vida devido ao consumo de bebidas alcoólicas.

O estudo da OMS também aponta que, em 2012, cerca de 3,3 milhões de pessoas morreram em todo o mundo, em consequência do consumo exacerbado de álcool. A Europa é a região com maior consumo per capita de bebidas alcoólicas do mundo, com consumo de quase 11 litros por ano, em média.

O relatório conclui que o nível de consumo tem se mantido estável nos últimos cinco anos na Europa, na África e nas Américas, mas tem aumentado no Sudeste Asiático e no Pacífico Ocidental.

 

 

Agência Brasil

Após legalizar maconha, Uruguai pretende regular álcool e mídia em 2014

Wikipedia
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Depois de atrair a atenção da opinião pública mundial em 2013 com a legalização da maconha, o governo do Uruguai pretende dar continuidade à sua agenda de reformas sobre temas polêmicos. As duas principais prioridades da coalizão de José Mujica neste ano são a regulação da mídia e da venda de bebidas alcoólicas.

Entre as propostas da Frente Ampla estão o aumento do controle sobre a publicidade e os pontos de venda de álcool. Os legisladores governistas querem proibir, por exemplo, a realização dos “happy hour”, situações em que as bebidas são comercializadas com preços mais baixos.

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“O Uruguai precisa de regulação porque o álcool é a droga lícita que mais causa acidentes. Seus vendedores querem nos convencer de que é uma bebida refrescante e está associada a mulheres lindas”, argumentou o senador Ernesto Agazzi.

“Alguns interesses serão afetados, mas é um problema crescente. Há enormes quantidades de jovens que bebem ocasional ou frequentemente. Com essa medida, completaríamos a tríade de regulações, pois já fizemos isso com a maconha e o tabaco”, afirmou o senador Luis Gallo.

Assim como ocorreu no ano passado com a questão da maconha, a regulação da mídia e das bebidas alcoólicas contam com forte repúdio da oposição. No entanto, o governo Mujica dispõe de número suficiente de parlamentares para impulsionar tais medidas.

Outros projetos governistas que devem ser discutidos em 2014 são a limitação da compra de terras por empresas estrangeiras e a lei de responsabilidade penal do empregador.

Ainda em 2014, no mês de outubro, o Uruguai viverá as eleições que definirão o sucessor de Mujica. O favorito no pleito é justamente o antecessor do atual presidente, Tabaré Vázquez, também da Frente Ampla.

De acordo com alguns parlamentares e especialistas, o fato de ser um ano eleitoral pode dificultar a aprovação de todos esses projetos, mas a coalizão governista espera conseguir agilizar ao menos a regulação da mídia e das bebidas.

 

Do Opera Mundi