Arquivo da tag: Alckmin

Bolsonaro, 28%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 5%

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (24) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 28%
  • Fernando Haddad (PT): 22%
  • Ciro Gomes (PDT): 11%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
  • Marina Silva (Rede): 5%
  • João Amoêdo (Novo): 3%
  • Alvaro Dias (Podemos): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 2%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 0%
  • Vera Lúcia (PSTU): 0%
  • João Goulart Filho (PPL): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos: 12%
  • Não sabe/não respondeu: 6%
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (18):

Jair Bolsonaro se manteve com 28%;

Haddad foi de 19% para 22%;

Ciro se manteve com 11%;

Alckmin foi de 7% para 8%;

Marina passou de 6% para 5%;

Os indecisos foram de 7% para 6% e os brancos ou nulos, de 14% para 12%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

  • Os resultados foram:
  • Bolsonaro: 46%
  • Haddad: 30%
  • Marina: 25%
  • Alckmin: 20%
  • Ciro: 18%
  • Meirelles: 11%
  • Cabo Daciolo: 11%
  • Eymael: 11%
  • Boulos: 11%
  • Vera: 10%
  • Alvaro Dias: 9%
  • Amoêdo: 9%
  • João Goulart Filho: 9%
  • Poderia votar em todos: 2%
  • Não sabe/não respondeu: 7%
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Evolução da rejeição da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Evolução da rejeição da intenção de voto para presidente. — Foto: Arte/G1

Simulações de segundo turno

  • Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Haddad e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Ciro e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Alckmin e Bolsonaro. — Foto: Arte/G1

  • Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%)
Pesquisa Ibope - 24 de setembro - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Pesquisa Ibope – 24 de setembro – Simulação de segundo turno entre Bolsonaro e Marina. — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 2.506 eleitores em 178 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 22 e 23 de setembro
  • Registro no TSE: BR-06630/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e “O Estado de S.Paulo”

G1

Em primeiro vídeo da campanha, Alckmin “ataca” Bolsonaro

O primeiro vídeo para a propaganda eleitoral do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, divulgado nesta quinta-feira, visou os eleitores do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ao afirmar que os problemas do país não serão resolvidos “na bala”.

O vídeo mostra uma sequência de problemas do país, como desemprego, falta de saneamento, analfabetismo, filas na saúde e fome, cada um deles simbolizado por um objeto que é detonado por um tiro de arma de fogo.

O primeiro vídeo para a propaganda eleitoral do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, divulgado nesta quinta-feira, visou os eleitores do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ao afirmar que os problemas do país não serão resolvidos "na bala"
O primeiro vídeo para a propaganda eleitoral do candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, divulgado nesta quinta-feira, visou os eleitores do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, ao afirmar que os problemas do país não serão resolvidos “na bala”

Foto: Reuters

Na peça, um copo com a palavra “desemprego” é destroçado por um projétil. Uma bolsa de sangue com os dizeres “filas na saúde” tem o mesmo destino, assim como livros que formam a palavra “analfabetismo”, um jarro de água onde se lê “falta de saneamento” e uma melão com a palavra “fome” têm o mesmo destino.

Aparece na tela então uma criança e, em vez de a bala atingir a cabeça da menina, aparecem os dizeres “Não é na bala que se resolve”, encerrando o vídeo de um minuto.

Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem defendido uma flexibilização nas regras para obtenção de porte de arma e em entrevista nesta semana defendeu que policiais que matam mais criminosos devem ser condecorados.

Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem defendido uma flexibilização nas regras para obtenção de porte de arma
Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenção de voto no cenário sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem defendido uma flexibilização nas regras para obtenção de porte de arma

Foto: Wilton Júnior / Estadão Conteúdo

Alckmin terá o maior tempo do horário da propaganda de rádio e TV, que se inicia no sábado para os candidatos a presidente.

O tucano, que tem encontrado dificuldades para crescer na preferência do eleitorado, terá também o maior número de inserções durante a programação normal das emissoras, que começam a ser veiculadas já na sexta-feira.

 

Reuters 

Pesquisa Datafolha: Lula, 39%; Bolsonaro, 19%; Marina, 8%; Alckmin, 6%; Ciro, 5%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) apontou os percentuais de intenção de voto para presidente da República em dois cenários com candidatos diferentes do PT – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro cenário e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad no segundo.

Cenário com Lula

No cenário que inclui como candidato do PT o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pesquisa apresentou o seguinte resultado:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 19%
  • Marina Silva (Rede): 8%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • João Amoêdo (Novo): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Vera (PSTU): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos/nenhum: 11%
  • Não sabe: 3%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”. É o primeiro levantamento do Datafolha realizado depois dos registros das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Cenário com Haddad

Lula está preso em Curitiba, condenado em segunda instância no caso do triplex no Guarujá. Pela Lei da Ficha Limpa, ele está inelegível.

Por essa razão, a Procuradoria Geral da República impugnou (questionou) a candidatura.

O caso está sendo analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso e será decidido pelo TSE depois de ouvir a defesa de Lula, a favor do registro da candidatura.

Em razão desse quadro jurídico, o Datafolha pesquisou outro cenário, com o atual candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad.

Nesse cenário, o resultado seria:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 22%
  • Marina Silva (Rede): 16%
  • Ciro Gomes (PDT): 10%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Alvaro Dias (Podemos): 4%
  • Fernando Haddad (PT): 4%
  • João Amoêdo (Novo): 2%
  • Henrique Meirelles (MDB): 2%
  • Vera (PSTU): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 1%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos/nenhum: 22%
  • Não sabe: 6%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 8.433 eleitores em 313 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: de 20 e 21 de agosto
  • Registro no TSE: protocolo nº BR 04023/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro;
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%; traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado

G1

Pesquisa Ibope: Lula, 37%; Bolsonaro, 18%; Marina, 6%; Ciro, 5%; Alckmin, 5%

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) apurou os percentuais de intenção de voto para presidente da República em dois cenários com candidatos diferentes do PT – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro cenário e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad no segundo.

Cenário com Lula

No cenário que inclui como candidato do PT o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pesquisa apresentou o seguinte resultado:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 37%
  • Jair Bolsonaro (PSL): 18%
  • Marina Silva (Rede): 6%
  • Ciro Gomes (PDT): 5%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 5%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Eymael (DC): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 0
  • Vera (PSTU): 0
  • João Goulart Filho (PPL): 0
  • Branco/nulos: 16%
  • Não sabe/não respondeu: 6%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Cenário com Haddad

Lula está preso em Curitiba, condenado em segunda instância no caso do triplex no Guarujá. Pela Lei da Ficha Limpa, ele está inelegível.

Por essa razão, a Procuradoria Geral da República impugnou (questionou) a candidatura.

O caso está sendo analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso e será decidido pelo TSE depois de ouvir a defesa de Lula, a favor do registro da candidatura.

Em razão desse quadro jurídico, o Ibope pesquisou outro cenário, com o atual candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad.

Nesse cenário, o resultado seria:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 20%
  • Marina Silva (Rede): 12%
  • Ciro Gomes (PDT): 9%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
  • Fernando Haddad (PT): 4%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Eymael (DC): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Henrique Meirelles (MDB): 1%
  • João Amoêdo (Novo): 1%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Vera (PSTU): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 1%
  • Branco/nulos: 29%
  • Não sabe/não respondeu: 9%

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: dois pontos percentuais para mais ou para menos
  • Quem foi ouvido: 2002 eleitores em 142 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: de 17 a 19 de agosto
  • Registro no TSE: protocolo nº BR‐01665/2018
  • nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro;
  • 0% significa que o candidato não atingiu 1%; traço significa que o candidato não foi citado por nenhum entrevistado.

G1

 

Alckmin deve ter 44% do tempo de TV; Bolsonaro e Marina, menos de 5%

Líderes na corrida eleitoral nos cenários sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e a ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) terão, juntos, menos de 5% do espaço da propaganda de TV e rádio, que começa no próximo dia 31.

Sem perspectiva de alianças relevantes e também com palanques fracos nos estados, os dois candidatos serão obrigados a tentar suprir na internet a fragilidade estrutural de suas campanhas.

Em cada bloco do horário eleitoral, Bolsonaro terá direito a apenas 7 segundos, menos de 1% do total.

Marina, que fechou aliança com o PV, aparecerá por 24 segundos —pouco mais de 3% do programa.

O maior tempo de TV, disparado, será o do tucano Geraldo Alckmin, com cerca de 44% de todo o espaço da propaganda —5 minutos e 32 segundos por bloco.

O candidato do PT —Lula, que está preso em Curitiba desde abril, deve ser barrado pela Justiça Eleitoral— e Henrique Meirelles (MDB) vêm logo em seguida, com cerca de 17% e 15% respectivamente.

O tempo oficial de propaganda será definido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na segunda quinzena deste mês, após o registro de todas as candidaturas.

A projeção feita pela Folha pode sofrer algumas alterações já que as últimas siglas farão convenções no domingo (5).

Além disso, algumas podem recuar até o dia 15, data limite de registro de chapas.

A propaganda dos candidatos a presidente na TV e rádio dura 35 dias e ocorre de duas formas.

Às terças-feiras, quintas-feiras e sábados, os candidatos a presidente terão direito a dois blocos fixos de 12 minutos e 30 segundos cada um, à tarde e à noite.

O que as campanhas consideram como sendo o “filé”, entretanto, está no segundo formato: o das “inserções” ou “spots” exibidos ao longo da programação.

Trata-se de curtas peças, de 15 ou 30 segundos de duração, que são veiculadas diariamente, de 31 de agosto a 4 de outubro, nos intervalos comerciais das emissoras, entre 5h e meia-noite.

Por alcançarem os eleitores que não assistem aos programas mais longos, em horário fixo, esses spots são considerados mais importantes por políticos, marqueteiros e analistas.

Alckmin terá direito a cerca de 12 inserções de 30 segundos a cada dia, por emissora. O candidato do PT e Henrique Meirelles terão quatro cada um.

Já Marina Silva terá apenas um spot por dia. A situação de JairBolsonaro é pior ainda: terá uma inserção a cada três dias.

A propaganda eleitoral na TV tem sido, historicamente, um dos principais mecanismos de campanha presidencial, essencial para vitórias e derrotas, em boa parte dos casos.

Ciro Gomes (PDT), que tenta pela terceira vez chegar ao Palácio do Planalto, naufragou, em grande parte, em 2002 em decorrência da campanha negativa de que foi alvo.

Na época, o PSDB de José Serra veiculou, entre outras peças, uma cena em que ele chamava de “burro” um ouvinte de uma emissora de rádio durante uma entrevista.

Nas últimas eleições foi a vez de Marina Silva (Rede) ser abatida. Após a morte de Eduardo Campos (PSB) em acidente aéreo, ela assumiu a cabeça de chapa e chegou a empatar na liderança das pesquisas com Dilma Rousseff (PT).

Uma campanha negativa contra ela comandada pelo marqueteiro de Dilma, João Santana, tirou-a do segundo turno.

Uma das peças do PT, por exemplo, lembrava que Marina defendia a autonomia do Banco Central, mostrando pratos de comida sumindo da mesa de uma família enquanto banqueiros sorriam.

O país teve sete eleições presidenciais desde o fim da ditadura militar.

Em quatro delas, venceu aquele que teve o maior tempo de propaganda na TV (FHC em 1994 e 1998, Dilma em 2010 e 2014).

Em duas, o vitorioso foi o que teve o segundo maior tempo (Lula em 2002 e 2006).

O ponto fora da curva ocorreu na primeira disputa, em 1989 —Ulysses Guimarães (MDB) teve o maior tempo, mas ficou em sétimo lugar.

Folha de São Paulo 
Ranier Bragon/Bruno Boghossian

Luciano Huck empata com Doria e Alckmin, diz Ibope

O apresentador Luciano Huck tem 5% das intenções de voto para 2018 em um cenário com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa, de acordo com pesquisa Ibope divulgada pelo jornal O Globo.

Huck aparecer empatado com o prefeito de São Paulo, João Doria, e com o governador do estado, Geraldo Alckmin, ambos do PSDB.

No cenário sem Lula, os tucanos e o apresentador sobem para 7% das intenções de voto.

Em artigo publicado na Folha de São Paulo em 18 de outubro, Huck dá sinais de uma candidatura, embora não seja explícito quanto à intenção.

A pesquisa foi feita entre os dias 18 e 22 de outubro, com 2.002 pessoas de todos os estados. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em qualquer cenário apresentado ao eleitor, Lula fica com o mínimo de 35% e o máximo de 36% das intenções de voto.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) aparece com 15% quando enfrenta o petista e cresce para 18% se o ex-presidente for substituído pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que alcança 1%.

Neste caso, Bolsonaro empata com a ex-ministra Marina Silva (Rede). Com Lula, Marina aparece em terceiro lugar, entre 8% e 11%, dependendo dos adversários.

Assim como Alckmin e Doria, Ciro Gomes (PDT) aparece com percentuais entre 5% e 7%. Ciro ganha com a substituição de Lula por Haddad, quando fica com 11%.

 

HuffPost Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Alckmin, Globo e Renan isolam golpismo de Aécio

politicosO senador Aécio Neves (PSDB-MG), que no fim de semana concedeu uma entrevista prevendo que será chamado em breve a salvar o País (leia aqui), foi abandonado à beira da estrada.

Nos últimos dias, três movimentos simultâneos praticamente liquidaram a possibilidade do golpe contra a democracia, que vinha sendo tramado e liderado por aliados de Aécio.

O primeiro ato se deu no encontro entre João Roberto Marinho, um dos sócios da Globo, e senadores petistas, quando ele afirmou que o sucessor de Dilma será aquele que conseguir se eleger em 2018 (leia aqui). Mais do que respeitar o calendário eleitoral e abandonar o golpe, a Globo também rifou Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, que seria peça-chave na orquestração golpista (leia aqui).

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

O segundo ato partiu daquele que, no PSDB, reúne hoje as melhores condições para se colocar como candidato natural do partido: o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ontem, ao participar de uma homenagem ao ex-governador pernambucano Eduardo Campos, ele afirmou que ‘a questão do impeachment não está colocada’ (leia aqui).

Não é exatamente o que pensam tenentes aecistas, como o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), mas o fato é que a opinião de Alckmin tem muito mais peso.

Por último, o terceiro ato ocorreu na noite de ontem, quando, em sintonia com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), lançou a chamada “Agenda Brasil”, um pacote de reformas de longo prazo, que sinalizam a retomada da governabilidade e da responsabilidade fiscal.

Os três movimentos, simultâneos, podem ser resumidos numa frase: Dilma fica, terá condições de governar e Geraldo Alckmin será o candidato do PSDB em 2018.

 

 

brasil247

Convenção do PSDB de São Paulo se transforma em ato pela candidatura de Alckmin a presidente em 2018

geraldo-alckminO anúncio da eleição do deputado estadual Pedro Tobias para presidente do Diretório Estadual do PSDB de São Paulo neste domingo foi transformado em ato pelo lançamento da candidatura do governador Geraldo Alckmin a presidente da República em 2018. Tobias, que é ligado a Alckmin, disse que o Brasil está doente, atacado pela corrupção, e que precisa de “um médico para salvá-lo”. Alckmin é médico anestesista.

– O governador, como médico, gosta de gente. Esse é o nosso governador, que cuida de São Paulo. O país precisa de um médico, porque está doente, corrompido – disse Tobias, ao ser escolhido presidente do Diretório Estadual do PSDB. Para ele, o país quer “Geraldo presidente”. Tobias vai comandar o partido em São Paulo nos próximos dois anos.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

                                                  FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Presente ao evento, Alckmin fez discurso em defesa de seus programas de governo e atacou o PT, criticando os escândalos de corrupção e o desempenho da economia, dando sinais claros de que pretende disputar a vaga de candidato a presidente com o senador Aécio Neves (PSDB-MG). No ano passado, Aécio disputou a presidência contra Dilma Rousseff e perdeu por pequena margem de votos.

– A política se exerce essencialmente com ética. O PT pode ser tudo, menos um partido político, porque um partido político se faz com ética – disse Alckmin.

O governador afirmou também estar triste com o atual quadro econômico.

– Não é possível pagar com o futuro do Brasil as contas dos malfeitos da última década – disse Alckmin.

Perguntado se sua candidatura a presidente em 2018 era uma possibilidade, Alckmin desconversou.

– Agora é hora de trabalhar. Fazer o melhor governo da história, enfrentar esse momento difícil que o país está atravessando – disse Alckmin.

Também presente à convenção, realizada na Assembleia Legislativa de São Paulo, o senador José Serra disse que “não há a mais remota hipótese” dele disputar a prefeitura de São Paulo no ano que vem. Quando foi perguntado se cogitava, então, disputar a presidência da República em 2018, o senador foi reticente.

-O que nós percorremos até agora, não chegou a um oitavo do nosso mandato – disse Serra, ao se referir ao mandato de senador, cargo para o qual se elegeu no ano passado.

A escolha de Pedro Tobias para presidente estadual do PSDB teve o empenho pessoal de Alckmin. Ele não queria que a disputa para o diretório estadual repetisse o desentendimento acontecido na escolha do presidente do Diretório Municipal, Mário Covas Neto, o Zuzinha. Por isso, o único adversário de Pedro Tobias, Evandro Losacco, desistiu da disputa e aceitou ficar com uma das vice-presidências do diretório estadual. Bruno Covas, neto do ex-governador Mário Covas, ficou com o cargo de secretário-geral e Marcos Monteiro, secretário de Planejamento de Alckmin, foi aclamado como tesoureiro.

O Globo

DCM: Alckmin deve explicações sobre o implicante

alkimim“Fernando Gouveia, ou Gravataí Merengue, deve achar que somos todos imbecis. Com argumentos falaciosos e patéticos, ele tenta justificar o injustificável: o mensalão que seu site, o Implicante, recebe do governo Alckmin, por intermédio da agência Propeg. Revelada essa mamata monstruosa, ele conseguiu dizer que o caso se enquadra numa tentativa de tentar coibir as vozes antipetistas na internet. Quer dizer: se fingiu de vítima. Ora, Merengue: a questão aí é impedir canalhices como as que vocês publicam (ou publicavam) rotineiramente. Num mundo menos imperfeito, Merengue estaria já na cadeia, tais e tantas calúnias espalhou contra o PT, Lula e Dilma. Mas o mundo é como ele é, e então temos que suportar as explicações ridículas de Merengue”.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Quem faz tal análise é o jornalista Paulo Nogueira, do DCM. Ele diz que o Implicante é “um golpe baixo, sujo, desleal”, que “desinforma, manipula, calunia, mente o tempo todo”. Neste contexto, o jornalista cobra uma posição do governador Geraldo Alckmin sobre o patrocínio. “Alckmin sabia desse conteúdo? Eis uma pergunta que deve ser respondida em algum momento”, afirma.

 

brasil247


INSTAGRAM @focandoanoticia


Focando a Notícia - CNPJ: 11.289.729/0001-46
Proibida reprodução total ou parcial deste site sem aviso prévio
jornalismo@focandoanoticia.com.br
(83) 99301.2627