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Depressão no altar: quando padres e sacerdotes precisam de ajuda

No último dia 16 de novembro, o padre Rosalino Santos, de 34 anos, publicou no Facebook uma foto de quando era garoto.

Padre celebra missa de Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios, em Brasília; como outros trabalhos, vida sacerdotal pode provocar estresse e depressão
Padre celebra missa de Corpus Christi na Esplanada dos Ministérios, em Brasília; como outros trabalhos, vida sacerdotal pode provocar estresse e depressão

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / BBCBrasil.com

O pároco da igreja de São Bartolomeu, em Corumbá (MS), parecia triste. Escreveu frases soltas na legenda, como “Dei o meu melhor” e “Me ilumine, Senhor”.

O que parecia ser um desabafo se tornou um bilhete de despedida. Dois dias depois, o corpo do sacerdote foi encontrado, enforcado, dentro de casa.

O suicídio do padre Rosalino não foi um caso isolado. Oito dias antes, o padre Ligivaldo dos Santos, da paróquia Senhor da Paz, em Salvador (BA), já tinha colocado ponto final em sua história. Aos 37 anos, atirou-se de um viaduto.

Doze dias depois, outro caso. Pela terceira vez em menos de 15 dias, um sacerdote encerrava a própria vida. Renildo Andrade Maia, de 31 anos, era pároco da igreja de Jesus Operário, em Contagem (MG).

“A vida religiosa não dá superpoderes aos padres. Pelo contrário. Eles são tão falíveis quanto qualquer um de nós”, diz o psicólogo Ênio Pinto, autor do livro Os Padres em Psicoterapia (editora Ideias e Letras).

“Em muitos casos, a fé pode não ser forte o suficiente para superar momentos difíceis”, afirma Pinto, que atua há 17 anos no Instituto Terapêutico Acolher, em São Paulo (SP), voltado ao atendimento psicoterápico de padres, freiras e leigos em serviço à Igreja.

Desde a fundação, em 2000, o instituto estima ter atendido cerca de 3,7 mil pacientes, com média de permanência de seis meses a um ano.

Estresse ocupacional

O eventual comportamento suicida de sacerdotes intriga clérigos e terapeutas. Para especialistas consultados pela reportagem, há vários possíveis fatores: excesso de trabalho, falta de lazer, perda da motivação.

“O grau de exigência da Igreja é muito grande. Espera-se que o padre seja, no mínimo, modelo de virtude e santidade”, afirma o psicólogo William Pereira, autor do livro Sofrimento Psíquico dos Presbíteros(editora Vozes).

'Espera-se que o padre seja, no mínimo, modelo de virtude e santidade', diz psicólogo autor de livro sobre sofrimento de sacerdotes
‘Espera-se que o padre seja, no mínimo, modelo de virtude e santidade’, diz psicólogo autor de livro sobre sofrimento de sacerdotes

Foto: Agência Brasil / BBCBrasil.com

“Qualquer deslize, por menor que seja, vira alvo de crítica e julgamento. Por medo, culpa ou vergonha, muitos preferem se matar a pedir ajuda”, diz.

Pesquisa de 2008 da Isma Brasil, organização de pesquisa e tratamento do estresse, apontou que a vida sacerdotal é uma das profissões mais estressantes.

Naquele ano, 448 entre 1,6 mil padres e freiras entrevistados (28%) se sentiam “emocionalmente exaustos”. O percentual de clérigos nessa situação era superior ao de policiais (26%), executivos (20%) e motoristas de ônibus (15%).

A psicóloga Ana Maria Rossi, que coordenou o estudo, afirma que padres diocesanos, que trabalham em paróquias, estão mais propensos a sofrer de estresse do que monges e frades que vivem reclusos.

“Um dos fatores mais estressantes da vida religiosa é a falta de privacidade. Não interessa se estão tristes, cansados ou doentes, padres têm que estar à disposição dos fieis 24 horas por dia, sete dias por semana.”

Problemas terrenos

Em 8 de janeiro de 2008, o padre José Chitumba ingressou na fazenda Santa Rosa, em Garanhuns (PE), uma das unidades do projeto Fazenda da Esperança, de recuperação de dependentes químicos em mais de 15 países.

“Quando caí em depressão virei alcoólatra, pensei em suicídio, perdi o ânimo para rezar. Passei oito meses sem celebrar missa. Achei que aquela noite não teria fim”, recorda Chitumba, de 62 anos, hoje pároco da Igreja de Santo Antônio, em Chiador (MG).

A vida sacerdotal é mais atribulada do que se costuma imaginar. Inclui celebração de batizados e casamentos, visita a doentes, sessões de confissão, aulas em universidades, presença em pastorais.

Dados de 2010 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) ajudam a entender essa demanda: havia no Brasil naquele ano 22 mil padres para 123 milhões de católicos, uma média de um padre para cada 5,6 mil fiéis.

No Brasil há, em média, um padre para cada 5,5 mil fieis católicos; 'Sobra trabalho e falta tempo', diz diretor de casa de repouso para religiosos
No Brasil há, em média, um padre para cada 5,5 mil fieis católicos; ‘Sobra trabalho e falta tempo’, diz diretor de casa de repouso para religiosos

Foto: Agência Brasil / BBCBrasil.com

“Sobra trabalho e falta tempo. Se não tomar cuidado, o sacerdote negligencia sua espiritualidade e trabalha no piloto automático”, adverte o padre Adalto Chitolina, um dos diretores do centro Âncora, casa de repouso em Pinhais (PR) que atende padres e freiras com diagnóstico de estresse, ansiedade ou depressão.

“Ao longo de 2016, nossa taxa de ocupação foi de 100%. Em alguns meses, tivemos lista de espera”, afirma.

O padre Edson Barbosa, da paróquia Nossa Senhora das Graças, em Andradina (SP), foi um dos religiosos atendidos no centro paranaense.

Há dois anos, dormia pouco, comia mal, andava irritado. Mas o alarme soou quando começou a beber além da conta. Em julho de 2015, pediu dispensa de suas atividades paroquiais e passou três meses no centro Âncora, entre consultas médicas, palestras de nutrição e exercícios físicos.

“Não sei o que teria acontecido comigo se não tivesse dado essa parada. Demorei a perceber que não era super-herói”, afirma. Sóbrio há um ano e nove meses, o padre, de 36 anos, trocou o álcool por caminhadas e trajetos diários de bicicleta.

Preocupação na cúpula

Reitor do seminário São José de Niterói, o padre Douglas Fontes diz estar atento à saúde mental dos colegas. Em pregações, costuma alertar os futuros sacerdotes para a necessidade de cuidarem mais de si mesmos.

“Jamais amaremos ao próximo se antes não amarmos a nós mesmos. E amar a si mesmo significa levar uma vida mais saudável. Tristes, cansados ou doentes não cumpriremos a missão que Deus nos confiou.”

Padre Edson Barbosa, de Andradina (SP), buscou ajuda especializada para superar vício em alcool
Padre Edson Barbosa, de Andradina (SP), buscou ajuda especializada para superar vício em alcool

Foto: Arquivo pessoal / BBCBrasil.com

Dom Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre (RS) e presidente da comissão da CNBB que se ocupa da vida dos padres, diz que sacerdotes devem pedir ajuda ao bispo de sua diocese em caso de tensão psicológica ou esgotamento físicos.

“Os padres não estão sozinhos. Fazemos parte de uma família. E nesta família cabe ao bispo desempenhar o papel de pai e, como tal, zelar pelas necessidades dos filhos”, afirma.

Outros locais do mundo também registram casos de padres com problemas psicológicos.

Uma pesquisa da Universidade de Salamanca, na Espanha, ouviu 881 sacerdotes de três países (México, Costa Rica e Porto Rico) e identificou incidência alta de transtornos relacionados à atividade.

“Três em cada cinco experimentavam graus médios ou avançados deburnout , a síndrome do esgotamento profissional”, registrou a autora da pesquisa, Helena de Mézerville, no livro O Desgaste na Vida Sacerdotal(editora Paulus).

Na Itália, o burnout é conhecido por alguns sacerdotes como a “síndrome do bom samaritano desiludido”.

Naturalmente, sacerdotes católicos não são os únicos sob risco.

“A natureza do trabalho é a mesma. Logo, estamos sujeitos aos mesmos riscos”, avalia o rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista (CIP). O sheik Ahmad Mazloum, do Centro Islâmico de Foz do Iguaçu (PR), faz coro.

“É preciso satisfazer, de maneira lícita e correta, as necessidades básicas do espírito, mente e corpo. Caso contrário, estaremos sempre em perigoso desequilíbrio”, alerta.

BBC Brasil

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Beber não ajuda a esquecer problemas e reforça lembrança ruim, diz estudo

homem-bebendoQuem acredita no ditado “beber para esquecer” pode ficar decepcionado com os resultados de um estudo publicado este mês na revista “Translational Psychiatry”. Segundo pesquisadores da Universidade Johns Hopkins (EUA), o consumo de álcool não só não ameniza ou acaba com as memórias ruins, como as reforça no cérebro.

O estudo tirou essas conclusões com uma experiência feita com ratos de laboratório. Os animais foram divididos em dois grupos: um bebeu água durante duas horas, e ao outro foi dada uma mistura de água misturada a com álcool. Depois, todos eles foram submetidos a um som e uma descarga elétrica. No dia seguinte, os roedores escutaram o mesmo som, mas dessa vez sem o choque. A conclusão foi que os ratos do segundo grupo ficam mais paralisados por medo da descarga que os do primeiro grupo. Uma análise molecular dos tecidos cerebrais também revelou que o álcool colaborou para perpetuar a sensação de medo.

Nos humanos, o equivalente seria a pessoas que sofrem com estresse pós-traumático e usam o álcool como uma espécie de “tratamento”, diz Norman Haughey, um dos pesquisadores. Pesquisas estimam que 60% a 80% dos norte-americanos com este transtorno usam a bebida como refúgio para os traumas.

Haughey declara que a pesquisa é só um primeiro passo e que a realidade de uma pessoa com estresse pós-traumático é muito mais complexa que a de um rato de laboratório, até porque muitas das vezes há uma interação entre álcool medicamentos antidepressivos e calmantes e isso poderia influenciar nestes primeiros resultados.

Uol

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Dormir com cão na cama ajuda na autoestima, mas tem seus perigos

cachorroHá quem simplesmente ame. Do mesmo modo, existe ainda quem torça o nariz. Mas a verdade é que dormir com o cão na cama é mais comum do que muita gente imagina. Para se ter uma ideia, uma pesquisa divulgada em março de 2016 pela empresa DogHero revelou que três em cada quatro cachorros têm o costume de dormir com seus tutores.  Do total de pessoas que permitem que os animais tenham esse hábito, 43% deixam que ele se repita com frequência. Na ocasião, o levantamento foi feito pela internet com 5 mil pessoas.

Mas por que será que tanta gente tem deixado que o companheiro de aventuras esteja tão pertinho também na hora de dormir? Claro que ficar aninhado com o bichinho que a gente tanto ama é muito gostosinho, mas será que os benefícios param por aí? Fomos conferir.

Fontes: Ana Maria Martins Serra, PHD em psicologia e terapeuta cognitiva comportamental pelo Institute of Psychiatry da Universidade de Londres, diretora clínica e pedagógica do ITC e membro da Sociedade Brasileira de Psicologia e Arnaldo Lichtenstein, médico clínico geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP

Os cães reduzem nossas carências
Pessoas que vivem sozinhas, ou mesmo que vivam com familaires e ainda assim sintam carência afetiva, podem ter na companhia dos animais na cama um modo de espantar a solidão, se sentirem bem acompanhadas e recebendo afeto.

Dormir com o cachorro alivia a depressão
Quando a pessoa se sente deprimida, independentemente da razão,  dormir com o cão pode fazer com que ela se sinta mais compensada e, desse modo, os sintomas de depressão se aliviam um pouco.

A presença do animal reduz a ansiedade
A ansiedade é um estado emocional resultante da ideia de vulnerabilidade frente ao real. No caso de pessoas que superestimam ameaças, por exemplo, de um ladrão entrar durante a noite ou de se sentir mal, a presença de um cachorro na cama durante ajuda a reduzir a sensação de ansiedade.

Ter o cão na cama pode simplesmente fazer a pessoa mais feliz
É preciso ressaltar que nem todas as vezes que se decide ter um cãozinho na cama é por um motivo patológico. O simples fato de que as pessoas amam animais e partilhar tudo com eles as deixam mais felizes já é um fator importante na decisão de dividir os lençóis.
Cuidados a serem tomados
Certifique-se de que não tem alergias
O pelo do cachorro, normalmente, desencadeia reações alérgicas respiratórias como rinite e asma. Por esse motivo, dormir com o cachorro não é recomendado pelos médicos para pessoas que tenham alergias. A boa notícia é que existe uma pesquisa https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3737566/ conduzida por Ganesa Wegienka, do Henry Ford Hospital, que revela que a exposição de crianças a animais de estimação no primeiro ano de vida reduz pela metade as chances de desenvolvimento de alergias respiratórias.

Cuidado com as lambidas
A boca de um cachorro pode estar cheia de bactérias, assim como a dos humanos. A questão é que cada um dos indivíduos já está habituado com as próprias colônias, mas não com a do outro. Isso significa que não é impossível que a pessoa possa vir a ter uma diarreia caso tome uma lambida do cão enquanto dorme ou uma infecção se a saliva do animal entrar em contato com um corte, por exemplo.

As patas precisam estar limpas
Claro que se o animal só vive dentro de casa, o risco de doenças é menor. No entanto, se ele sai para passeios na rua, é importante lavar bem as patas e secá-las adequadamente antes de deixar que o cachorro pule sobre a cama.

Observe se o animal está feliz com a nova cama
Alguns cães têm hábitos noturnos e “precisam” manter o estado de alerta durante a noite. Portanto, dividir a cama com esses animais seria como privá-los de uma condição natural e do espaço de que precisam.

Uol

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Além de mantê-lo vivo, respirar ajuda a reconhecer medo e melhora memória

memoriaPela primeira vez, cientistas descobriram que respirar tem outra função além de trazer oxigênio para o corpo. Um estudo publicado no Journal of Neuroscienceafirma que o ritmo da respiração cria atividade elétrica no cérebro humano e potencializa a memória e os julgamentos emocionais.

Quando o assunto é recordar, a respiração se mostra importante durante a inalação. Segundo a pesquisa, somos mais propensos a nos lembrar de um objeto, por exemplo, se nós tivermos olhado para ele enquanto inspirávamos, e não quando expirávamos. Mas este efeito desaparece se a respiração for feita pela boca.

Os cientistas usaram 60 voluntários para testar a memória – ligada ao hipocampo do cérebro. Os participantes olhavam rapidamente para a imagem de um objeto na tela de um computador, e, mais tarde, os pesquisadores pediam para eles relatassem tudo que lembravam sobre a foto.

Após o teste, foi possível concluir que os que viram a imagem enquanto inspiravam tinha mais recordações do que aqueles que observaram a fotografia enquanto expiravam.

Os pesquisadores também avaliaram as relações entre atividade cerebral e respiração em sete pacientes com epilepsia que tinham cirurgias no cérebro programadas. Uma semana antes das operações, um médico implantou eletrodos no cérebro dos pacientes para identificar a origem das convulsões.

O método permitiu que os cientistas recebessem centenas de informações vindas diretamente dos cérebros. Assim, foram registrados sinais elétricos que mostraram a atividade cerebral mudando de acordo com a respiração.

As mudanças foram captadas em áreas do cérebro onde as emoções, a memória e os cheiros são processados, sugerindo também que as funções desempenhadas por essas áreas cerebrais (hipocampo e amígdala, responsáveis respectivamente pela memória e pelo processamento do medo) sejam diretamente afetadas pela respiração.

Respiração ajuda a detectar o medo?

iStock

No mesmo estudo, feito na Northwestern Medicine, os 60 voluntários foram testados para ver se a respiração os ajudava a identificar o medo, já que a parte do cérebro chamada amígdala está fortemente ligada ao processamento das emoções relacionadas ao medo.

Os indivíduos viam fotos de rostos com expressões de medo ou surpresa e tinham que indicar o mais rápido possível qual emoção cada face tinha.

Quando os voluntários olhavam as fotos durante a inalação, eles reconheciam caras assustadas mais rápido do que quando expiravam. Isso não acontecia com os rostos que expressavam surpresa. E ambos efeitos diminuíam quando a mesma tarefa era executada enquanto respiravam pela boca.

“Há uma diferença dramática na atividade cerebral na amígdala e hipocampo durante a inalação em comparação com a expiração”, disse uma das autoras do estudo, Christina Zelano. “Quando você respira, descobrimos que você está estimulando os neurônios dessas áreas e ativando o reconhecimento do medo e a memória”.

Agora quando você precisar lembrar algo ou estiver em uma situação de perigo, inspire fundo para respiração te ajudar.

Uol

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Alho ajuda aliviar dor de dente; saiba como utilizar

alhoVocê sabia que o alho serve para muito mais coisas, do que apenas temperar comida? As suas propriedades anti-inflamatórias e antibacterianas podem ser úteis ao tratar várias dores e mal-estares, inclusive a dor de dente.

A substância que tem essas propriedades é encontrada no suco pegajoso do alho. Para amenizar a dor de dente, você deve esfregar metade de um dente de alho no dente por sete a dez minutos pode ajudar a aliviar o desconforto. Quando a dor começar, mastigue o dente de alho para liberar o suco. Em cerca de 15 a 30 minutos a alicina presente no líquido vai fazer efeito e a dor irá desaparecer.

Mas lembre-se de que essa é apenas uma medida de emergência, não uma cura. Se sua dor de dente persistir, você deve ir ao dentista o mais rápido possível. As dores de dente aparecem por vários motivos, e um remédio caseiro nem sempre basta.

Fonte: Não Acredito

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Pai é preso suspeito de estuprar filha de 11 anos com ajuda de outros dois filhos

acusadoJosé Pepino da Silva, 60 anos, foi preso, no final da manhã desta segunda-feira (14), pela Polícia Militar, na cidade de Piancó, Sertão paraibano, acusado abusar sexualmente de uma filha de apenas 11 anos de idade. O estupro teria a participação de dois irmãos da vítima: José Jeferson, 21 anos, e outro menor de 16 anos.

José Jeferson também foi preso e o menor detido. Os três acusados e a menina foram encaminhados para o IML de Patos para exame sexológico. Ao retornarem de Patos, os envolvidos serão ouvidos pela delegada Silvia Alencar.

Os suspeitos negam que tenha molestado a menor. José Pepino e José Jeferson sofrem de problemas mentais e são atendidos pelo CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) de Piancó.

José Pepino e José Jeferson foram presos e o menor detido após denúncia do pescador José Elionildo Pereira da Silva, 45 anos, que teria flagrado o trio abusando da menor no “açude do governo”, que fica nas proximidades da zona urbana de Piancó, e acionou a PM.

O conselho tutelar foi acionado e acompanha o caso. Apesar dos suspeitos negarem o abuso sexual, o pescador sustenta que viu o trio molestando a menina enquanto pescava.

A mãe da menina, a senhora Maria do Socorro, que é separada de José Pepino, foi ouvida pela PM e Conselho Tutelar e disse que já desconfiava que a filha poderia estar sendo violentada. Segundo ela, o pai pegava a filha para passear. A menor teria relatado os abusos em depoimento.

MaisPB com informações de Joaquim Franklin – Vale News PB

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Professora é esfaqueada pelo marido e pede ajuda no facebook

baraunaUma professora identificada como Vitória foi esfaqueada pelo marido, neste na tarde deste sábado (05), na cidade de Baraúna, Serido paraibano. Ferida, a mulher postou um vídeo no facebook pedindo ajuda.

Uma equipe do SAMU da cidade de Picuí foi acionado e socorreu a professora ferida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, onde está internada. Seu estado de saúde é regular.

O marido, identificado como Normando, tentou fugir, mas foi preso.

A polícia não tem pistas sobre os motivos que levaram o homem a tentar matar a esposa.

MaisPB

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Inter vira sobre o Flamengo, deixa degola e ajuda o Palmeiras

vitinhoO Internacional deixou a zona de rebaixamento. Neste domingo (16), o Colorado saiu atrás, mas apoiado por mais de 30 mil Colorados, com gols de Sasha e Vitinho, o time vermelho bateu o vice-líder Flamengo por 2 a 1. De quebra, ajudou o Palmeiras na briga pelo título brasileiro.

Foi tenso, dramático, heroico como as últimas partidas do Colorado no Beira-Rio. Aos 11 minutos de jogo, Réver abriu o placar para os cariocas. O Inter, então, foi forte. Jogou como há muito não se via. Empatou com Sasha, virou com Vitinho. Sofreu muita pressão até o minuto derradeiro, mas venceu.
Com isso chegou aos 36 pontos, pulou para a 14ª colocação e deixou de vez a zona de rebaixamento. Não entra mais nesta rodada. Já o Fla parou com 60 e ainda foi prejudicado pela vitória do Palmeiras contra o Figueirense. Agora os paulistas abriram 4 de vantagem sobre o vice-líder.

Quem foi bem: Vitinho vira o jogo para o Inter

Ele pode não ter sido o melhor tecnicamente em campo, mas foi decisivo. Na hora em que o Inter perdia, Vitinho apareceu. Disparou chutes, driblou e foi premiado. Em um rebote, encheu a rede e deu três pontos ao Colorado.

Quem foi mal: Alex erra muito deslocado para o flanco

Não é costume de Alex atuar aberto pelo lado. Foi o que aconteceu neste domingo. O meia jogou pela esquerda, travando duelos com o lateral Pará. Perdeu a maioria, errou passes e não fez boa partida.

Guerrero volta apagado e sofre com marcação

Paolo Guerrero voltou a ser titular do Flamengo neste domingo. Sofreu, contudo, com uma forte marcação exercida pela dupla de zaga do Internacional. Apagado, teve poucas chances e quando apareceu no jogo, acabou perdendo.

Gol do Flamengo, tensão e virada

O gol do Flamengo, aos 11 minutos, foi um balde de água fria nos mais de 30 mil vermelhos do Beira-Rio. Mas em vez de entristecer, os colorados apoiaram ainda mais. O jogo tornou-se uma epopeia. Jogadores caídos, substituições, tensão, erros. Até que Sasha, em jogada de escanteio, empatou. Foi quando o Internacional cresceu ainda mais. Virou minutos depois, com Vitinho.

Inter isola Vitinho e comete erros

O Internacional teve os mesmos erros e acertos das últimas partidas em Porto Alegre. Se postou de forma recuada, ficou mais tempo sem a bola do que com ela. Tentou sair em contra-ataque rápido utilizando Vitinho como homem mais avançado. Alex e Seijas tramaram boas jogadas e Gustavo Ferrareis, novamente, foi mais importante para auxiliar o lateral direito – desta vez Ceará – do que para construir algo no campo de ataque. Vitinho, isolado, tentou resolver tudo sozinho.

Flamengo cria pouco, mas bola parada decide

Diego foi o principal destaque da partida. O meia ditou as ações do Flamengo, tentou de toda forma criar alternativas de ataque para o rubro-negro. No entanto acabou preso entre os volantes do Internacional. Os pontas, Everton, depois Fernandinho, e Gabriel, pouco apareceram no jogo e Paolo Guerrero sofreu muitas faltas. No segundo tempo, a qualidade de Diego em cobrança de falta abriu o placar. Aos 11 minutos, o meia achou Réver, que colocou nas redes.

Celso Roth ouve gritos de ‘Burro’

Eram 18 minutos do segundo tempo, o Inter perdia por 1 a 0, Celso Roth resolveu tirar Seijas e colocar Valdivia. A reação da torcida foi forte. Aos gritos de ‘burro’ e vaias, os colorados protestaram muito. Três minutos depois, o Colorado empatou o jogo.

Colorados escolhem um lado na briga

Antes do jogo, a torcida do Internacional escolheu seu lado na briga entre dois jogadores ocorrida no treinamento de sexta-feira. Os aficionados gritaram: “William, William, William” e depois: “Ei, Anderson, vai…”. Tanto o meio-campista quanto o lateral foram afastados até segunda-feira e serão punidos pela direção vermelha. Além de usarem a voz, os Colorados também organizaram um abaixo-assinado pedindo a demissão dele através da internet.
Reprodução

Agenda

Na próxima rodada, o clássico Gre-Nal do próximo domingo marca a agenda do Colorado. Antes, porém, há o jogo de volta das quartas de final da Copa do Brasil contra o Santos, na quarta-feira. Já o Fla tem o clássico das multidões contra o Corinthians, no domingo.
FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 2 X 1 FLAMENGO
Data: 16/10/2016 (Domingo)
Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio
Auxiliares: Fabrício Vilarinho da Silva e Bruno Raphael Pires
Renda: R$ 640.755,00
Público: 35.510
Cartões amarelos: Paulão (INT), Alex (INT);
Gols: Réver, do Flamengo, aos 11 minutos do segundo tempo; Eduardo Sasha, do Inter, aos 20 minutos do segundo tempo; Vitinho, do Inter, aos 35 minutos do segundo tempo;
INTERNACIONAL
Danilo Fernandes; Ceará, Paulão, Ernando e Geferson; Anselmo (Fabinho), Rodrigo Dourado, Gustavo Ferrareis (Eduardo Sasha), Alex e Seijas (Valdívia); Vitinho.
Técnico: Celso Roth
FLAMENGO
Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz e Jorge; Márcio Araújo (Sheik), Willian Arão e Diego; Gabriel (Alan Patrick), Guerrero e Everton (Fernandinho).
Técnico: Zé Ricardo
Uol

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ONU reclama ajuda internacional urgente para o Haiti

REUTERS/CARLOS GARCIA RAWLINS
REUTERS/CARLOS GARCIA RAWLINS

A comunidade internacional precisa de se mobilizar em força para ajudar o Haiti devastado pelo furacão Matthew, apelou segunda-feira o secretário-geral das Organização das Nações Unidas (ONU), Ban-Ki-moon.

Pelo menos 1,4 milhões de pessoas precisam urgentemente de assistência, mais de 300 escolas foram destruídas e as culturas e as reservas alimentares do país ficaram inutilizadas. E “algumas cidades e vilas praticamente desapareceram do mapa”, descreveu aquele responsável aos repórteres das agências internacionais, para acrescentar que “a tensão tem vindo a aumentar” entre os haitianos que aguardam por ajuda.

As Nações Unidas dizem precisar de reunir pelo menos 119 milhões de dólares (106 milhões de euros) nos próximos três meses para assegurar a assistência às cerca de 750 mil pessoas que se concentram nas zonas mais devastadas pelo furação. O dinheiro servirá para garantir comida, água potável e abrigo aos mais vulneráveis entre os 1,4 milhões de haitianos afectados.

O furacão Matthew, o mais destrutivo em quase uma década naquela zona, avançou sobre o Haiti a uma velocidade superior a 233 quilómetros por hora, com chuva e ventos muito fortes a destruir tudo à sua passagem. As estimativas apontam para a morte de cerca de mil pessoas, segundo a Reuters, naquele que já era o país mais pobre daquela zona do globo.

Após a tempestade, a cólera avançou sobre a zona e já matou algumas dezenas de pessoas. A cólera causa diarreia severa e mata em apenas algumas horas, se não for tratada. Espalha-se por via da água contaminada e tem um período de incubação muito curto. A epidemia foi acidentalmente introduzida naquele território por membros das forças de manutenção de paz das Nações Unidas, após o terramoto de 2010, que deixou um rasto de cerca de 200 mil mortos. O surto afectou desde então milhares de pessoas e matou cerca de nove mil, segundo a Reuters.

A ONU não assumiu oficialmente a responsabilidade, mas Ban-Ki-moon lamentou o sucedido e lembrou que o mundo inteiro tem a “responsabilidade moral” de ajudar aquela população. Aquele responsável prometeu uma nova abordagem para combater a epidemia no Haiti ainda durante este mês de Outubro, a qual passa por garantir água potável e as necessárias medidas sanitárias e de saúde.

Formado ao largo da Venezuela, o furação Matthew atravessou o mar das Caraíbas e afectou a Colômbia, a Jamaica, Cuba, a República Dominicana (quatro mortos), as Bahamas e, por fim, os Estados Unidos (pelo menos vinte mortos). Começou a retroceder no domingo.

Uol

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Em carta, 20 estados relatam ‘colapso’ e pressionam por ajuda financeira

brasilGovernadores do Norte, Nordeste e Centro-Oeste reforçaram, em carta enviada ao governo federal, pedido de ajuda financeira nos mesmos moldes da concedida pela União ao Rio de Janeiro. Na ocasião, o estado decretou estado de calamidade pública devido à crise financeira e recebeu socorro financeiro de R$ 2,9 bilhões do governo federal.

Apesar de reforçarem o pedido, os governadores garantiram que não decretarão calamidade pública antes de se encontraram com o presidente Michel Temer – que retorna hoje de Nova York, onde participou da Assembleia das Nações Unidas. A informação consta em carta assinada pelo Fórum dos Governadores do Nordeste, Norte e Centro Oeste.

No texto, os 20 governadores reforçam o cenário de crise financeira e afirmam que “já chegaram a uma situação de colapso”. Segundo os governadores, esse cenário tem prejudicado “serviços essenciais sabidamente na segurança, saúde, dentre outros, atrasando o repasse para outros poderes, atrasando salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas.

 “Permanecendo no rumo dos últimos meses, quem ainda não teve problema sabe que é uma questão de tempo”, dizem na carta.

Na semana passada, governadores de 17 estados, principalmente das regiões Norte e Nordeste, se reuniram com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, para solicitar novamente uma ajuda emergencial por conta das perdas de recursos devido à queda dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE).

Após o encontro, informaram que, sem esse apoio extra vão decretar nas próximas semanas estado de calamidade pública.O pedido inicial era de R$ 14 bilhões, mas na semana passada o valor baixou para R$ 7 bilhões, e a título de antecipação do ingresso de repatriação de recursos do exterior – a que os estados têm direito, mas que ingressarão somente no fim de outubro.

Também na semana passada, após a ameaça dos estados, a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi,informou que não há possibilidade de o governo conceder ajuda emergencial aos estados do Norte e Nordeste. “Não tem espaço”, disse ela na ocasião, lembrando que o governo tem de cumprir a meta de um déficit fiscal de até R$ 170,5 bilhões neste ano.

Na carta divulgada nesta semana, os governadores afirmaram que tomaram a decisão “de ninguém publicar o decreto e de insistir em sermos recebidos pelo Presidente Michel Temer, e seguir buscando um entendimento”.

“Sabemos, que a verdadeira saída é a retomada do crescimento, gerando emprego e renda. E temos consciência da gravidade do impacto da Decretação de Calamidade por vários Estados brasileiros ao mesmo tempo, inclusive podendo afetar a meta principal que é estabilizar a queda na economia e na criação de um ambiente melhor para os investidores”, acrescentaram.

Os governadores informaram ainda, no documento, que já entraram em contato com um membro da equipe do presidente Michel Temer, que lhes foi informado que ele tinha dificuldades de agenda esta semana “mas que buscaria organizar um novo momento para nos receber”.

Eles disseram ainda que parlamentares das bancadas do Norte, Nordeste e Centro-Oeste já apresentaram emendas para assegurar o Auxílio Emergencial aos Estados, no valor de R$ 7 bilhões, ao Projeto de Lei Complementar 257/2015 que trata do alongamento das dívidas dos Estados, e também da PEC 241, que trata do teto dos gastos públicos. “Muitos têm comparecido às nossas agendas e manifestando apoio ao Pleito”, informaram.

Carta
Leia a íntegra da carta enviada por governadores ao governo:

Carta dos Governadores do Nordeste, Norte e Centro Oeste do Brasil

Vivemos uma das mais graves crises brasileiras na economia, na política e chegando no social, principalmente com seca, com grande perda de grãos e outros produtos e falta de água para abastecimento humano e animal, paralisação de obras públicas e programas federais e o desemprego crescendo.

A queda da economia afeta, especialmente, os Estados que dependem mais das receitas partilhadas com a União, principalmente o Fundo de Participação dos Estados – FPE. E por isto as nossas regiões são as mais atingidas.

Em 2015 e também em 2016 os Estados adotaram medidas sérias, reduziram despesas e conseguiram economizar. Mas a queda da receita, especialmente o FPE e recursos dos Estados não liberado pela União, como os recursos previstos na Lei Kandir de 2014 provisionado para pagamento este ano (compensação do ICMS das Exportações, não cobrados pelos Estados para incentivar mais exportação), novos incentivos da União reduzindo IPI e IRPJ e subida automática de preços de energia, comunicação, combustível etc engoliram todo este esforço.

Dos 27 Estados e Distrito Federal, 21 já chegaram a uma situação de colapso e prejudicando serviços essenciais sabidamente na segurança, saúde, dentre outros, atrasando o repasse para os outros poderes, atrasando salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas. E permanecendo no rumo dos últimos meses, quem ainda não teve problema sabe que é questão de tempo.

Com base em estudos do CONFAZ – Conselho dos Secretários da Fazenda e também do Tribunal de Contas da União, demonstramos ao governo federal, em documento e agenda com o Presidente da República, Michel Temer, e sua equipe, que R$ 14 bilhões é a soma destes impactos em nossas receitas e pedimos ajuda ao Chefe do Executivo sob a forma de Auxílio Emergencial, além da liberação de recursos da Lei Kandir. E dissemos que, por entendimento entre os governadores, após agendas com equipe do Governo Federal, e compreendendo a difícil situação da União, reduzimos o pleito para o valor de R$ 7 bilhões.

Lembramos ainda que do esforço do povo brasileiro para o alongamento das dívidas com a União, de um total de R$ 55 bilhões, estes 20 Estados do Nordeste, Norte e Centro Oeste, representam apenas 9% de todo o montante da dívida com a União, alguns inclusive sem dívida com a União, e os outros 7 Estados ficando com 91%. Defendemos a unidade nacional, e reconhecemos que os Estados mais desenvolvidos precisam desta solução, mas defendemos também o equilíbrio e justiça federativa, e pedimos a compensação, reforçando a situação emergencial para suprir serviços essenciais à população, no valor de R$ 7 bilhões.

Destacamos neste processo o importante apoio das bancadas do Nordeste, Norte e Centro Oeste, principalmente na Câmara e no Senado, onde já apresentaram emendas para assegurar o Auxílio Emergencial aos Estados, no valor de R$ 7 bilhões, ao Projeto de Lei Complementar 257/2015 que trata do alongamento das dívidas dos Estados e da PEC 241, que trata do teto dos gastos públicos, e muitos têm comparecido às nossas agendas e manifestando apoio ao Pleito.

O presidente Michel Temer disse que reconhecia a gravidade vivida pelos Estados, e que tinha sensibilidade, explicou a ajuda dada ao Estado do Rio de Janeiro, que Decretou Calamidade, na fase em que sediou as Olimpíadas Mundiais, e que ele havia liberado cerca de R$ 2,9 bilhões. Reafirmamos nosso apoio à ajuda dada ao Rio de Janeiro e relatamos que muitos Estados já haviam tomado esta decisão de Decretar também Calamidade mas, sabendo da gravidade para o país, apostamos na sensibilidade do Presidente.

Ele disse ainda que em 15 dias após aquele dia 16/08/16, apresentaria uma solução. Nesta última semana pedimos a agenda para uma resposta e fomos recebidos a pedido do Presidente da República pelo Ministro Henrique Meireles da Fazenda, e sua equipe. E a resposta foi que não poderia atender ao pleito dos 20 Estados destas 3 regiões. E também que não poderia liberar este valor a título de antecipação das receitas previstas com base na Lei da Repatriação, outra alternativa apresentada, por não saber o valor exato a ser recolhido. E nem mesmo como empréstimo no modelo do Programa Emergencial Financeiro – PEF, desburocratizado.

Diante disto, comunicamos ao Ministro Meireles e equipe, que muitos Estados já estavam preparando o texto e providências legais para, no caminho do Rio de Janeiro, Decretarem Calamidade, e tomamos a decisão de ninguém publicar o Decreto e de insistir em sermos recebidos pelo Presidente Michel Temer, e seguir buscando um entendimento.

Sabemos, que a verdadeira saída é a retomada do crescimento, gerando emprego e renda. E temos consciência da gravidade do impacto da Decretação de Calamidade por vários Estados brasileiros ao mesmo tempo, inclusive podendo afetar a meta principal que é estabilizar a queda na economia e na criação de um ambiente melhor para os investidores.

No início da noite da última terça-feira, em contato com a coordenação do Fórum dos Governadores, membro   da equipe do Presidente Michel Temer informou que ele tinha dificuldades de agenda esta semana mas que buscaria organizar um novo momento para nos receber.

Somos 20 governadores do Brasil, com 60 Senadores e Senadoras, metade da composição da Câmara dos Deputados, representando cerca da metade da população do Brasil que, diante desta situação, tomamos também a decisão de fazer este comunicado ao Povo Brasileiro.

G1

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