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Criança morre com queimaduras após cair em caldeirão com água quente, na Paraíba

Uma criança de dois anos morreu nesta quarta-feira (11) depois de sofrer queimadas provocadas por água quente. O acidente aconteceu na cidade de Ingá, no Agreste da Paraíba, mas a criança morreu no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

As queimaduras aconteceram no dia 28 de agosto. De acordo com relatos de parentes à polícia, a criança estava em casa, enquanto o padrasto preparava uma caldeirão com água fervendo.

Ele teria colocado o caldeirão no chão e, quando se abaixou para pegar algo no chão, bateu a cintura na criança e ela caiu dentro do caldeirão. Ela foi encaminhada para a UPA da cidade de Ingá e, em seguida, levada para o Hospital de Trauma de Campina Grande, que tem uma ala especializada em queimaduras.

A morte da criança foi registrada na Central de Polícia Civil de Campina Grande e deve ser investigada pela Polícia Civil de Ingá.

G1

 

Açude de Boqueirão está com menos de 21% de sua capacidade e AESA reduz vazão da saída de água

Sem contar com as águas da tranposição do Rio São Francisco há quase seis meses, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, está com pouco mais de 20% de sua capacidade. Apesar da redução do volume de água, o engenheiro da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa-PB), Isnaldo Cândido, garantiu que a água é suficiente para abastecer Campina Grande e mais 18 municípios do Compartimento da Borborema, até dezembro. Ele afastou o risco de um novo racionamento, No entanto, ele alertou para o uso racional da água.

Como medida para evitar futuros problemas hídricos, a AESA reduziu em 85% a vazão da saída de água das comportas do Epitácio Pessoa, para a barragem de Acauã, no município de Itatuba, no Agreste. A medida começou nesta quinta-feira (29).

Segundo o gerente regional da Aesa, João Adelino, desde o mês julho as comportas do Açude de Boqueirão estavam abertas com a liberação de 2 mil litros de água por segundo no Rio Paraíba, que leva água para Acauã. A partir desta quinta-feira, a vazão vai ser reduzida para 300 litros por segundo. Ou seja, será diminuída em 85%.

O gerente explicou que a redução foi autorizada pela Agência Nacional das Águas (ANA) pois o açude de Acauã já recebeu os 8 milhões metros cúbicos de água que precisava para garantir a segurança do abastecimento de 11 cidades da região.

Ainda sobre a vazão, o gerente regional disse que os 300 litros de água por segundo são para garantir a segurança hídrica do Rio Paraíba. Nesse caso, a vazão reduzida vai servir para garantir água corrente no leito do rio, até a barragem de Acauã.

Em 8 de julho deste ano, o açude de Boqueirão, estava com 115,2 milhões de m³ de água, que correspondia a 24,7% da capacidade total. Segundo os dados da Aesa, nesta quarta-feira, o volume está em 100,1 milhões de m³, que equivale a 21,4% da capacidade total.

SL
PB Agora

 

 

 

Presidente da Câmara celebra sanção da Lei que isenta taxa de religação de água em Solânea

A sanção da lei que proíbe a cobrança de taxa de religação de água em caso de suspensão do fornecimento por falta de pagamento voltou a ser destaque na Câmara Municipal de Solânea durante a sessão de terça-feira (13). O presidente da Casa, Flávio Evaristo, usou a tribuna para agradecer ao prefeito Kayser Rocha por ter sancionado a lei e aos colegas vereadores por terem aprovado a proposta.

Flávio Evaristo lembrou a importância do projeto, principalmente para as famílias mais carentes da cidade. “Muitas vezes, pela necessidade financeira, muitas famílias terminam atrasando o pagamento de conta de água e tendo os serviços suspensos. Quando conseguem dinheiro pra pagar a conta ainda tem a taxa de religação, isso dificulta ainda mais, mas graças ao apoio dos companheiros, do prefeito e do próprio diretor da Cagepa, esse será um empecilho a menos para as famílias solanenses”, comentou Flávio.

Vale lembrar que a isenção da taxa é apenas para casos de religação por corte do fornecimento.

Lei-n-010-2019

Pauta da sessão

Esse, contudo, não foi o único assunto abordado na Câmara de Solânea. A pauta da sessão como sempre foi recheada de requerimentos apresentados pelos vereadores que visam o benefício da população. Foram aprovados os requerimentos do vereador Márcio Prudêncio de nº 053 e 054/2019 que solicitam pavimentação na rua Projetada I em Santa Fé e das ruas Roberto Medeiros Santos e Alfredo Fabrício de Oliveira no conjunto Epifânio Plácido da Silva.

Ainda do expediente:

Projeto de Lei nº 013/2019, vereador Jucian Jad, que denomina de “Praça Valmir Silva” a praça pública situada no início do Binário, nas proximidades do portal da universidade Federal.

Projeto de Lei nº 014/2019, do vereador Flávio Evaristo, que denomina de rua Maria Alves Simão a atual travessa Arlindo Dantas.

Requerimento nº 055/2019, do vereador Jucian Jad, que solicita ao prefeito a drenagem e pavimentação da Travessa Manoel Gomes de Araújo.

Requerimento nº 056/2019, do vereador Jucian Jad, que solicita ao prefeito a drenagem e pavimentação da rua Santa Luzia no Baixiu.

Requerimento nº 056/2019, do vereador Luís Carlos Dantas, subscrito pelo vereador Jucian Jad, que solicita ao prefeito a drenagem e pavimentação da rua Imaculada Conceição, no Baixiu.

Requerimento nº 057/2019, do vereador Josenildo Costa, que solicita da Mesa Diretora, realização de Sessão Especial, a ser realizada dia 26 de agosto do corrente ano, com a finalidade de apresentação e posse da diretoria da associação dos Marchantes e Afins do município de Solânea.

Veja mais requerimentos:

Fotos da sessão:

Ascom-CMS

 

 

Presidente da Câmara protocola Lei que proíbe cobrança da taxa de religação de água 

O presidente da Câmara Municipal de Solânea, Flávio Evaristo, protocolou na última quarta-feira (31), junto ao diretor  da (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) de Solânea, Valdeci Andrade, a Lei Municipal de N° 10/2019 de 30 de maio do corrente ano, que dispõe sobre a proibição de cobrança de taxa de religação de água em caso da suspensão do fornecimento por falta de pagamento.

Flávio havia apresentado a proposta em março deste ano e ela foi aprovada na Câmara. O parlamentar acredita que a aplicação dessa Lei vai garantir ao consumidor um gasto menor facilitando o fornecimento regular após já ter passado pelo constrangimento da perda do fornecimento de água muitas vezes pelas dificuldades financeiras.

“O consumidor já passa pelo constrangimento de ficar sem o fornecimento de tais serviços, e ainda pagar a mais por isso só dificulta mais a vida do cidadão, que na maioria das vezes atrasa suas contas por dificuldades financeiras”, comentou o vereador Flávio.

 

Redação FN

 

 

Cerca de 100 famílias ribeirinhas estão desalojadas após água de barragem invadir cidades na BA

Cerca de 100 famílias ribeirinhas da cidade de Coronel João Sá ficaram desalojadas depois que o município foi invadido por águas de uma barragem que fica no distrito de Quati, na cidade de Pedro Alexandre, na manhã desta quinta-feira (11). Não há registro de feridos ou desaparecidos.

Em Pedro Alexandre, também não há registro de desaparecidos, feridos, desalojados ou desabrigados. Moradores dos dois municípios falaram sobre a situação da região depois da inundação.

A barragem do Quati foi construída pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) e entregue em novembro de 2000 à Associação de Moradores da Comunidade do distrito. Ela represa água do Rio do Peixe para o período de estiagem, mas transbordou após as fortes chuvas que caem na região.

Imagem aérea de Coronel João de Sá após barragem de água transbordar em Pedro Alexandre — Foto: Studio Júnior Nascimento

Imagem aérea de Coronel João de Sá após barragem de água transbordar em Pedro Alexandre — Foto: Studio Júnior Nascimento

A cidade de Coronel João Sá foi a mais atingida pela inundação, porque fica em uma altitude mais baixa que Pedro Alexandre. Antes da enxurrada chegar em Coronel João Sá, o prefeito Carlinhos Sobral se pronunciou nas redes sociais e pediu que os moradores saíssem das casas.

“Eu peço encarecidamente que todas as pessoas que moram nas áreas de risco que saiam das suas casas. Peguem seus documentos pessoais, peguem também seus objetos de valor, o que puder levar de eletrodoméstico, o que puder salvar de móveis, porque a gente não sabe ainda as consequências porque nunca passamos por ela”, disse ele.

A Defesa Civil de Pedro Alexandre informou ao G1 que houve o rompimento da barragem. O rompimento também foi confirmado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

No entanto, na noite desta quinta, o Governo do Estado informou que não houve rompimento da barragem, mas sim um transbordamento. O G1 questionou se técnicos do estado estiveram no local para constatar que não houve rompimento. No entanto, o governo respondeu que a posição oficial é que não houve colapso no equipamento, mas não detalhou o que de fato aconteceu, e nem como se chegou a essa conclusão.

José Pedro de Carvalho Neto – morador de Pedro Alexandre

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

“A barragem fica a 6 km da cidade e rompeu uma parte da lateral dela. É uma barragem na comunidade da zona rural. É uma água salobra, que serve para irrigação e para os animais. Em Pedro Alexandre, um rio que passa pela cidade alagou um pouco, mas não tem a ver com a barragem. A altura da água chegou a 70 cm. Não temos notícia de morte. O povoado de Boa Sorte foi o mais atingido pelas águas. Ele [povoado] fica às margens da BR-235. Acho que não chega a 100 o número de casas atingidas, mas a água chegou até a metade da parede”.

Deuza Maria Barreto – moradora de Coronel João Sá

Município de Coronel João Sá tomado pela água após chuva e rompimento de barragem de cidade vizinha — Foto: Studio Júnior Nascimento

Município de Coronel João Sá tomado pela água após chuva e rompimento de barragem de cidade vizinha — Foto: Studio Júnior Nascimento

“A situação aqui é muito preocupante. A água não para de subir e está subindo muito rápido. Tomou conta de todas as ruas que ficam perto do rio, está tudo inundado. Graças a Deus, a gente não teve nenhuma morte, mas muitas famílias estão desabrigadas. As famílias que moram perto do rio e as famílias que moram na rua da igreja tiveram que ser retiradas. Essas pessoas foram levadas para uma escola da cidade, mas até essa escola tá sendo inundada também”.

“Aqui não temos mais cemitério, o cemitério foi todo alagado. Aqui está todo mundo em estado de alerta, porque a situação é muito crítica. A minha casa é um pouco mais afastada dessa área do rio e eu estou com medo, nem consigo imaginar quem mora mais perto. Nós começamos a receber as informações de que a barragem tinha rompido ainda cedo, pelo WhatsApp. Por isso, muitas famílias tiveram resistência em sair de casa. A Defesa Civil, a Guarda [Civil] e a polícia precisaram ir para o local para conseguir tirar as pessoas de casa”.

Caso

A barragem transbordou no povoado de Quati, que fica na cidade de Pedro Alexandre, localizada a cerca de 435 km de Salvador, na manhã desta quinta-feira. Conforme a Defesa Civil da cidade, as fortes chuvas que caem na região do Rio do Peixe contribuíram para o possível rompimento da estrutura. Não há registro de feridos.

A preocupação da gestão de Coronel João Sá, cidade que fica a 45 km de Pedro Alexandre, é com as famílias que moram às margens do Rio do Peixe, que corta a região. A água que vazou da barragem segue o curso do rio e, por volta das 15h30, já havia chegado a João de Sá.

O percurso do rio entre as duas cidades é de cerca de 80 km. Não há informações da velocidade da água, mas há confirmação de risco de invasão de casas e de prejuízos materiais por todo o município.

Desde o início da manhã, a administração de Coronel João Sá, que fica em um nível abaixo da barragem e é cortado pelo Rio do Peixe, pede para cerca de 120 famílias que moram às margens do rio deixem o local. No total, 300 pessoas vivem na área considerada com risco de ser atingida pela água.

Coronel João Sá já tinha áreas alagadas, mas por conta da chuva. A preocupação adicional é justamente com a enxurrada provocada pelo vazamento da barragem do Quati. A água começou a invadir a cidade por volta das 15h30.

Até esse horário, a prefeitura da cidade ainda não tinha conseguido fazer a retirada das pessoas das casas. Os moradores, segundo o secretário de comunicação, se recusam a deixar os imóveis. Escolas foram disponibilizadas pelo município para abrigá-los.

Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Pedro Alexandre tem cerca de 16.695 moradores. Já Coronel João Sá tem uma população que chega a 17.066.

Situação de emergência e calamidade pública

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

A prefeitura da cidade de Pedro Alexandre, que fica a cerca de 435 km de Salvador, decretou situação de emergência e calamidade pública nesta quinta-feira, após o município ser invadido pela água da barragem do povoado de Quati.

O documento foi publicado no Diário Oficial do município. No decreto, o prefeito Pedro Gomes Filho informou que a situação de emergência foi decretada “considerando o volume de água que tomou a cidade, causando inundações, enxurradas, alagamentos que ocasionaram danos materiais em residências, vias públicas, pontes e equipamentos públicos diversos”.

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Prefeitura de Pedro Alexandre decreta situação de emergência e calamidade pública após rompimento de barragem — Foto: Arquivo pessoal/Gino Giubbini

Cidades são invadidas pela água após barragem transbordar na Bahia — Foto: Arte/ G1

Cidades são invadidas pela água após barragem transbordar na Bahia — Foto: Arte/ G1

 

 

G1

 

 

Barreiros supostamente clandestinos podem estar roubando água no Brejo

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra que barreiros provavelmente clandestinos estariam represando a água que deveria recarregar a barragem de Canafístula II. O reservatório está praticamente seco e é responsável pelo abastecimento das cidades de Bananeiras, Solânea, Cacimba de Dentro, Damião, Araruna, Tacima, Riachão e Dona Inês.

Segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), Canafístula II fica no município de Borborema, no Agreste paraibano, a 135 quilômetros de João Pessoa, tem capacidade para armazenar 4.102.626 milhões de metros cúbicos (m³), mas tem apenas 247.976 mil m³.

Questionado sobre a situação, o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), Porfírio Loureiro, informou que está ciente da situação, já que o órgão recebeu uma denúncia sobre o caso. Uma equipe deverá ser enviada ao local para fiscalizar a situação.

“Iríamos visitar o local na quarta, mas por conta da chuva, não pudemos ir. Iremos na quarta-feira (10), junto com promotores do Ministério Público, para tentar localizar esses barreiros e tomar as medidas cabíveis”, disse Porfírio.

Ainda conforme o presidente da Aesa, caso os barreiros sejam ilegais, os proprietários serão obrigados a destruí-los, liberando assim água para a barragem de Canafístula II.

 

Portal Correio 

 

 

Cagepa altera racionamento de água dos municípios de Araruna, Cacimba de Dentro, Bananeiras e Solânea

A região do Brejo, é a região mais fria da Paraíba, mas isso não significa que tenha fartura de água.

A região vem sofrendo há vários anos com a estiagem prolongada que tem atingido o Nordeste brasileiro e tem provocado falta d’água e um severo racionamento nos municípios da região.

A barragem Canafístula II que abastece os municípios de Cacimba de Dentro, Araruna, Bananeiras e Solânea tem atualmente apenas 6% de sua capacidade de armazenamento e está operando no chamado volume morto.

Tentando evitar o colapso total no abastecimento desses municípios a Cagepa tem feito um racionamento nos dias de abastecimento das cidades, nesta quinta-feira (4), o órgão anunciou como será o racionamento durante o mês de julho.

O município de Bananeiras será abastecido durante 16 dias com pausas entre eles, Solânea terá água nas torneiras durante 13 dias intercalados já os municípios de Araruna e Cacimba de Dentro terão água por apenas 8 dias durante todo o mês de Julho.

Bananeiras

Dias: 1, 2, 3 e 4

8, 9, 10 e 11

22, 23, 24 e 25

29, 30 e 31

Solânea

Dias5, 6 e 7

12, 13 e 14

19, 20 e 21

26, 27 e 28

Cacimba de Dentro

Dias: 1, 2, 3 e 4

22, 23, 24 e 25

Araruna

Dias: 8, 9, 10 e 11

28, 29, 30 e 31

Segundo a Cagepa se houver ocorrência de chuvas no mês de julho o racionamento pode ser alterado.

Ainda segundo a Cagepa, há o interesse de voltar a fazer o abastecimento pela barragem de Jandaia que está com o sistema parado a mais de um ano, é possível que ainda no mês de julho a barragem de Jandaia volte a operar para atender municípios como Araruna, Cacimba de Dentro, Dona Inês e Tacima, retirando assim a sobrecarga de Canafístula II

 

Do ExpressoPB / Por Tiago Costa 

 

 

Cagepa divulga calendário de racionamento de água para cidades do Brejo

A Gerência Regional da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) divulgou, nesta segunda-feira (27), o calendário de racionamento para as cidades abastecidas pela Barragem de Canafístula II no mês de junho.

De acordo com a gerência, o rodízio de datas para que os municípios tenham água nas torneiras é necessário por conta do baixo volume do reservatório, que atualmente está com apenas 6,4% de sua capacidade total.

A Barragem de Canafístula II abastece Solânea, Bananeiras, Araruna e Cacimba de Dentro e está operando com o volume morto.

Escala de racionamento

Solânea será abastecida nos seguintes dias: 1, 2, 3, 7, 8, 9, 15, 16, 17, 18, 19, 21, 22, 28, 29 e 30.

Bananeiras será abastecida nos seguintes dias: 10, 11, 12, 13, 21, 22, 23, 24 e 25.

Cacimba de Dentro receberá água nos seguintes dias: 21, 22, 23, 24 e 25.

Araruna será abastecida nos seguintes dias: 10, 11, 12, 13 e 14.

 

 

Redação FN

 

 

Falta água, falta luz e sobram mágoas

OS BONS GESTORES JÁ SABEM QUE AS FESTAS PÚBLICAS NÃO DEVEM TENTAR ESCONDER OS SOFRIMENTOS DAS PESSOAS QUE VIVEM COM POUCA ÁGUA  E  MUITA  ESCURIDÃO  PÚBLICA.

As populações de algumas cidades brasileiras ainda padecem de antigas mazelas, que teimam em permanecer, depois de mais de 50 anos de malefícios impostos aos mais pobres.

Não existe, caríssimos leitores e ouvintes, quem fique satisfeito caso more numa cidade onde a Água é um bem tão precioso que, costumeiramente, só vem uma vez por semana e vai embora no dia seguinte.

Muita gente imagina que ela, a Água, vem de muito longe, porque ela chega cansada e tão fraquinha que não consegue subir até a caixa que está, a uma semana, implorando por sua esperada visita.

Nessa cidade com tão pouca Água, existe outro personagem, chamado Lâmpada, que tem medo de claridade e por isso é acusado de escurecer as avenidas, ruas, travessas e becos.

Nos palcos desses dois personagens, Água e Lâmpada, existe um terceiro que muito sofre nas muitas histórias suburbanas e urbanas que falam de faltas e de medos que invadem e atormentam principalmente os fracos.

O personagem sofredor chama-se Povo que mal consegue armazenar 1.000 litros de água por semana ou 4.000 litros por mês, mesmo que todo mês receba uma conta que lhe cobra 10.000 litros, e não diz que o consumidor tem um crédito de 6.000 litros que serão compensados nas contas vindouras, quando houver água com uma quantidade que garanta consumos dignos, superiores ao mínimo dos 10.000 litros já cobrados na conta.

Como se isso não bastasse, o personagem Povo também paga uma taxa de iluminação que cobra o mau iluminamento onde uma simples e cansada Lâmpada muito se esforça para iluminar várias casas, sempre que ela possa converter energia elétrica em energia luminosa.

Mesmo que as ruas fiquem às escuras durante noites, semanas, e até meses, a conta, do iluminamento não fornecido, também vem para o consumidor pagar, sem apelação para os seus preceitos legais previstos em direitos constitucionalmente fundamentados.

OS BONS GESTORES JÁ SABEM QUE AS FESTAS PÚBLICAS NÃO DEVEM TENTAR ESCONDER OS SOFRIMENTOS DAS PESSOAS QUE VIVEM COM POUCA ÁGUA  E  MUITA ESCURIDÃO PÚBLICA.

 

 

 

Manutenção vai deixar 3 cidades do Brejo sem água na próxima quinta-feira

Vai faltar água o dia todo na próxima quinta-feira, dia 2 de maio, nas cidades de Guarabira, Araçagi e Pilõezinhos. De acordo com a Cagepa, será feita manutenção na adutora, limpeza da ETA e interligação de sistema de abastecimento.

Em razão dos serviços que serão executados, as três cidades vão ficar sem água  das 7h da manhã até às 18h.

COMUNICADO

A Cagepa comunica que o abastecimento de água será interrompido, na próxima quinta-feira, dia 2 de maio, nas cidades de Guarabira, Araçagi e Pilõezinhos, a partir das 7h da manhã.

A interrupção do fornecimento se fará necessária para que técnicos da Cagepa realizem serviços de manutenção corretiva na adutora, limpeza da Estação de Tratamento de Água e interligação de sistema de abastecimento em conjunto habitacional em Araçagi, objetivando aprimorar a qualidade dos serviços prestados pela Companhia.

A previsão é que o abastecimento seja retomado, gradativamente, a partir das 18h da quinta-feira (2).

Mais informações podem ser obtidas gratuitamente através do telefone 115.

 

portal25horas