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Agricultores expõem, na reunião do CBH-LN, conflito pelo uso da água em Bananeiras

Agricultores familiares de Bananeiras estiveram participando na manhã dessa quinta-feira (28), no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Serra da Raiz, da 1ª reunião ordinária do Comitê das Bacias Hídrográficas do Litoral Norte do Estado da Paraíba (CBH-LN). Eles foram tratar do conflito pelo uso da água na microbacia do Rio Lagoa do Matias.

Secretários municipais do Meio Ambiente, representantes da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA), da Secretaria de Recursos Hídricos, de associações e sindicatos rurais, do IFPB e UEPB, da Afink (Associação de Informação e Incentivo para o Nordeste Karente), dos mandatos da deputada estadual Cida Ramos e do deputado federal Frei Anastácio, e pequenos agricultores de outras cidades se fizeram presentes.

Os camponeses bananeirenses apontaram a expansão da piscicultura desordenada, às margens da barragem Lagoa do Matias; períodos extensos de seca; não desassoreamento da represa; surgimento de grandes condomínios sobre as nascentes; e o represamento e privatização dessas cabeceiras d’água como as principais causas que provocaram a escassez do líquido precioso que servia satisfatoriamente às pessoas.

Bananeiras tem território extenso e a maioria da população vivendo na zona rural. A assistência da Cagepa é limitada. Os carros-pipas da Prefeitura e do Exército são insuficientes e existem áreas que não contam sequer com esse apoio.

Diante da situação, duas famílias de pequenos agricultores, que dispõem de poços em suas propriedades, passaram a utilizar caminhões-pipas, devidamente autorizados pela AESA, e vêm atendendo às necessidades de comunidades como Tabuleiro, Jaracatiá, Jandaia, Chã do Lindolfo, Caraubinha, entre outras.

Entretanto, a realização de um procedimento administrativo do Ministério Público local, tem trazido inquietação principalmente a esses agricultores familiares, que veem, nessa iniciativa, o risco de aumentar o sofrimento com a carência de água, caso alguns poços venham a ser fechados e os carros-pipas impedidos de continuarem o abastecimento. A senhora Ione, por exemplo, está pleiteando a autorização do transporte pipa de volta, suspensa desde novembro/2018, e o fim da licença para o outro caminhão-pipa tem data para se encerrar: 29 de agosto deste ano.

Cientes da necessidade do abastecimento d’água para o consumo humano, foi entregue um abaixo-assinado na AESA e no CBH-LN, subscrito por mais de 200 moradores de diversas comunidades, solicitando a autorização para que carros-pipas que sempre forneceram o líquido precioso continuem a fazê-lo, visto que o atendimento por parte dos caminhões-pipas do Exército é insuficiente.

O referido procedimento é para “acompanhar as providências que estão sendo adotadas pela AESA quanto as retiradas d’água, por meio de carros pipas, das nascentes situadas na localidade denominada Chã de Lindolfo e também quanto ao represamento dessa água nos cinco lagos existentes no Condomínio Águas da Serra Haras e Golf, situado na Fazenda Bebedouro, e, ainda, a vazão da água retirada nos referidos lagos que deságua na Lagoa de Matias, situado no Distrito de Roma, todos localizados na zona rural de Bananeiras”.

Na reunião do CBH-LN, os trabalhadores propuseram como encaminhamento reforçar a solicitação da prefeitura para que o comitê acompanhe o procedimento administrativo sobre o conflito na microbacia do Rio Lagoa do Matias, bem como encontre solução junto a AESA, e que esta realize estudo hídrico na citada microbacia, visando uma justa gestão da água nesse território.

Além do monitoramento do processo no Ministério Público, foi solicitado, igualmente ao comitê, o acompanhamento dos barramentos no condomínio Águas da Serra e vazão de retirada nos lagos, além da deságua na Lagoa de Matias. O CBH-LN se comprometeu a marcar uma visita a Bananeiras para averiguar toda a situação.

A advogada Itaciara Lucena Cirne informou que foi protocolado requerimento de renovação do cadastro para abastecimento humano, pela necessidade da comunidade, até o término do estudo técnico. “Desse modo, foi solicitado do Sistema do Sistema Integrado de Planejamento e Gerenciamento de Recursos Hídricos, com atuação nas bacias hidrográficas do rio Mamanguape, o devido encaminhamento para estudo da região apontada no procedimento do MP da Comarca de Bananeiras, a fim de orientar a melhor utilização das águas superficiais e subterrâneas e o uso social sustentável”.

 

Redação FN

 

 

Bananeiras: Vereador solicita distribuição de sementes para agricultores Familiares

Em Sessão Ordinária da Casa Odon Bezerra, realizada na última terça-feira (19), o vereador Kilson Dantas (PSB) teve o requerimento 36/2019 aprovado por unanimidade, onde solicitou a Secretaria Estadual do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca (SEDAP), distribuição de sementes de milho e feijão para os agricultores familiares do município.

O milho e o feijão são as principais culturas de sequeiro plantadas em nosso município que já choveu aproximadamente 300 mm até o presente mês estando a terra apropriada para realização do plantio, disse o vereador.

Apelamos ao secretário Efraim Morais para disponibilizar as sementes em tempo hábil para que nossos agricultores possam utilizá-las dentro do período apropriado na safra 2019, completou o vereador.

Nos últimos anos a SEDAP tem distribuído sementes no município através da Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer).

Ascom-CMB

 

Agricultores de Serraria/PB produzem vinho artesanal de jabuticaba

A produção de vinho de jabuticaba de forma artesanal está criando um novo hábito entre agricultores de Serraria no Brejo paraibano, e tornando-se uma nova fonte de renda, com o aproveitamento desta fruteira muito comum na região. Com a participação de 12 agricultores, nesta safra serão produzidas 80 garrafas de vinho, além de outros produtos como geleia, doces, bolos e tortas que comercializam na Feira dos Agricultores Familiares, que acontece todas as quintas-feiras na cidade.

Mesmo sendo uma cultura centenária e que se adapta muito bem no município, somente no ano de 2017 foi que dois técnicos agrícolas locais, filhos de agricultores, vendo a importância da fruta que poderia ser uma boa fonte de renda e para evitar o desperdício, decidiram estimular seu aproveitamento com a transformação do produto, incluindo o vinho.

A técnica agrícola Juliana Ferreira de Lima e João Gomes de Oliveira Neto, que é agricultor, já vinham produzindo vinho com uma receita própria e passaram a ser orientados por pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba, campus de Bananeiras, sendo introduzidas tecnologias para melhorar a qualidade do produto e, com isso, conquistar mercados.

O passo seguinte foi a realização de pesquisa para se chegar a uma melhor definição do seu teor alcoólico e açúcar. No ano de 2018, o primeiro teste de produção aconteceu no Laboratório de Bebidas do Campus III, em Bananeiras, sob a orientação dos professores Juliana Escorião da Nóbrega e Alexandre Eduardo de Araújo.

Quando chegou ao formato e composição ideais, o grupo partiu para produzir vinho que passou a ser comercializado na Feira de Agricultores Familiares de Serraria.

No primeiro momento, participaram do projeto de produção do vinho os agricultores Luciana Ribeiro de Lima, José Gomes de Oliveira Neto e Luiz Carlos Morais. Neste ano 2019, os agricultores participaram da colheita que acontece no começo do mês de março, fazendo a doação dos frutos para que fossem beneficiados.

“O vinho passou a ser mais um produto que veio fortalecer a feira dos agricultores, até porque os frutos são provenientes das propriedades dos agricultores participantes da feira”, explicou.

A primeira produção, feita com o auxílio da universidade, foi de 60 garrafas, sendo que algumas foram distribuídas entre os agricultores para que tomassem conhecimento da importância do produto. No momento seguinte, mais conscientes da importância da nova atividade, participaram de treinamento para que eles mesmos passassem a fabricar os seus produtos.

O lançamento aconteceu no mês de julho de 2018, durante o aniversário de três anos da feira e também por ocasião da Rota Cultural Caminhos do Frio, da qual a cidade faz parte, quando houve degustação pelos visitantes, constatando-se uma boa aceitação. Também aconteceu essa degustação no Ateliê de Artes Edson Santos, igualmente sendo bem aceito.

A produção deste ano está em processo de fermentação e, novamente, o vinho será comercializado no aniversário da feira e do Projeto Caminhos do Frio. Agora, os agricultores estão ainda mais envolvidos: participaram da produção, com o acompanhamento dos pesquisadores da universidade. Também tem a participação da estudante Cleilma Medeiros, com acompanhamento de realização da feira e reunir subsídios para montar a sua monografia de conclusão de curso com outros universitários.

Mutirão – Juliana lembrou que existe uma efetiva parceria entre os agricultores para a produção do vinho, sempre feito em mutirão, demonstrando que estão interessados em avançar mais com essa atividade, animados pelo mercado e pela a assistência técnica da Empaer, cujos extensionistas estão sempre disponíveis.

Segundo ela, o que é arrecadado com a comercialização do vinho ajudaria no melhoramento dos equipamentos e manutenção da feira, criando-se assim, uma independência financeira para mantê-la. Uma nova proposta agora é juntar recursos para adquirir um freezer.

São 12 famílias que estão envolvidas neste projeto, todos residentes nos sítios Sabueiro, Matinha, Salamandra e Cajazeiras, em outras regiões do município, na produção de jabuticaba.

Outros produtos – Os agricultores, também orientados pelos técnicos, estão produzindo geleia de jabuticaba que teve boa aceitação. Mas já existem outros produtos como bolos, tortas, doces e licores. Mesmo sendo um produto sazonal, traz uma renda extra para o agricultor.

A dificuldade dos agricultores é com relação à produção de frutas, já que a jabuticaba produz apenas uma vez ao ano, a menos que seja cultivada usando irrigação.

A Emater, que passou a se chamar Empaer, sempre esteve presente por meio de seus técnicos contribuindo com a organização e dando suporte de assessoramento junto aos produtores rurais. “Desde o primeiro momento, a Empaer esteve junto aos agricultores, inclusive emprestando uma sala para sede de nossa associação”, comentou Juliana Ferreira.

 

Secom-PB

 

 

Escola com 30 voluntários atende 233 filhos de agricultores em Bananeiras

Uma escola construída em terreno comprado com doações e mantida com apoio de pessoas como o teólogo Frei Betto e o trabalho de 30 professores e diretores voluntários atende 233 alunos, a maioria filhos de agricultores da zona rural de Bananeiras, no Agreste da Paraíba. O projeto, que começou em 2005 na casa de um agricultor, foi reconhecido neste mês de abril, como uma ‘Escola Transformadora’, a primeira do estado a ser incorporada pelo programa, que pretende “fortalecer a visão que todo estudante, educador, gestor e comunidade escolar são agentes de transformação”.

A primeira ‘Escola Transformadora’ da Paraíba é a Escola Nossa Senhora do Carmo, um projeto das irmãs carmelitas que atuam na região e que nasceu como uma ação de Educação de Jovens e Adultos. Com uma proposta de educação popular, a escola trabalha as dimensões física, espiritual e psicológica dos alunos, valores como dignidade, respeito, fraternidade e solidariedade e tem como foco quem não tem oportunidade de estudar.

Escola adotou  formato de trabalho com salas multisseries e pedagogia de projetos (Foto: Escola Nossa Senhora do Carmo/acervo)

Escola adotou formato de trabalho com salas multisseries e pedagogia de projetos (Foto: Escola Nossa Senhora do Carmo/acervo)

Segundo a diretora da escola, Leila Coelho, “nada aqui é imposto, tudo parte do interesse dos estudantes e os tutores auxiliam no caminho a ser percorrido pelo grupo”. A proposta revolucionou o currículo e adotou um formato diferente de trabalho, com a pedagogia de projetos em salas que reúnem alunos de séries variadas.

Ainda segundo Leila, a ação se propõe a ouvir intensamente os alunos, respeitando suas trajetórias e repertórios e considerando suas necessidades. “Assim, as crianças sentem-se seguras e as relações estabelecidas são harmoniosas, de respeito e acolhimento”, diz.

Escola foi a única pública com medalhas na Olimpíada Paraibana de Informática (Foto: Escola Nossa Senhora do Carmo/acervo)

Escola foi a única pública com medalhas na Olimpíada Paraibana de Informática (Foto: Escola Nossa Senhora do Carmo/acervo)

Pedagogia além do conteúdo

Antes de ser considerada ‘Escola Transformadora’, a experiência da Nossa Senhora do Carmo recebeu em 2016 um certificado do Ministério da Educação por ser considerada uma “instituição de referência para a inovação e criatividade na educação básica”. No mesmo ano, dois alunos receberam medalhas de prata e honra ao mérito na Olimpíada Paraibana de Informática, os únicos de escola pública entre 36 medalhas distribuídas.

“Alinhadas aos valores do Programa, a escola chega para fortalecer a atuação de uma comunidade dedicada a questionar modelos de educação pautados exclusivamente na aprendizagem de conteúdos cognitivos dissociados da vida e do sentido social da educação”, destaca a assessora pedagógica do Instituto Alana, Raquel Franzim. Ela completa dizendo que “além disso, abrem-se diálogos com a sociedade sobre novos caminhos para o ensino-aprendizagem e o impacto disso nas relações humanas nos territórios”.

G1

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Seguro Safra é liberado para agricultores de 76 cidades da Paraíba

garantia_safraO deputado federal Rômulo Gouveia (PSD) se reuniu, nesta quinta (6), com o Secretário Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, José Ricardo Roseno, seu chefe de gabinete, Nelson Andrade, e o Subsecretário, Everton Augusto, para tratar do Garantia Safra dos municípios paraibanos que tiveram seus pagamentos bloqueados, devido a um erro cometido pelo Governo do Estado da Paraíba,  que fez o aporte financeiro fora do prazo estabelecido, o que prejudicou mais de 34.000 agricultores familiares da Paraíba que não receberam o benefício. O parlamentar relatou, na tribuna da Câmara Federal que o problema esta sendo resolvido e o seguro será pago aos agricultores a partir deste mês.

“Finalmente tivemos uma excelente notícia, em nossa audiência, com a liberação do pagamento por parte da Consultoria Jurídica da Secretaria, aos municípios que aderiram ao Garantia Safra 2015/2016.O próprio Secretário, José Ricardo Roseno , nos assegurou que no dia de hoje iriam começar o processo de elaboração da folha de abril com a checagem dos municípios, dos agricultores, através do NIS e do CPF e estando tudo correto, possa ser publicada e o pagamento possa ocorrer até a segunda quinzena de maio”, disse o deputado.

Os agricultores beneficiados agora são dos seguintes municípios paraibanos:  Gurinhém, Massaranduba, Ingá, Itatuba, Barra de Santa Rosa, Umbuzeiro, Cuité, Logradouro, Cuitegi, Pilar, Dona Inês, Nova Palmeira, Areial, Alagoinha, Cubati, Riachão do Bacamarte, Lagoa Seca, Mogeiro, Pocinhos, Guarabira, Serraria, Cacimba de Dentro, Salgado de São Félix, Matinhas, Aroeiras, Natuba, Sossego, São Domingos do Cariri, Queimadas, Riachão, Santa Cecília, Casserengue, Puxinanã, Caiçara, Itabaiana, Montadas, São Vicente do Seridó, Caturité, Picuí, Tenório, Nova Floresta, Remígio, Riacho de Santo Antônio, Pilões, Gado Bravo, Belém, São José dos Ramos, Araçagi, Tacima, Campina Grande, Pedra Lavrada, Arara, São Sebastião de Lagoa de Roça, Barra de Santana, Damião, Baraúna, Olivedos, Esperança, Bananeiras, Fagundes, Alagoa Nova, Cabaceiras, Solânea, Alcantil, Araruna, Barra de São Miguel, Juarez Távora, Boqueirão, Sertãozinho, Algodão de Jandaíra, Soledade, Alagoa Grande, Frei Martinho, Juazeirinho, Boa Vista e Areia.

O seguro de R$800,00 é pago em cinco parcelas de R$170,00, de acordo com o calendário de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal. A medida é uma forma de tentar garantir que o alimento que deixaram de colher devido  a estiagem. Até março deste ano, 684.683 agricultores de 780 municípios da SUDENE foram beneficiados pelo Garantia Safra 2015/2016.

Assessoria

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Vereador solicita Cadastro Ambiental Rural para Agricultores Familiares de Bananeiras

kilsonEm sessão ordinária da casa Odon Bezerra, o vereador Kilson Dantas (PSB), teve requerimento aprovado por unanimidade no qual solicitou a gestão municipal através do departamento local do meio ambiente, apoio para os pequenos agricultores familiares no sentido de disponibilizar equipe para realizar o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Criado pela Lei 12.651/12, o Cadastro Ambiental Rural é um registro eletrônico obrigatório para todas as propriedades rurais, no qual o proprietário ou posseiro informa a situação ambiental do seu imóvel, como a existência de área remanescente de vegetação nativa, de área de uso restrito ou protegida. O objetivo é criar uma base de dados para orientar as políticas ambientais.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) foi prorrogado até 31 de dezembro de 2017 e as instituições financeiras só concederão crédito agrícola, em qualquer de suas modalidades, para proprietários de imóveis rurais que estejam inscritos no CAR. Sabemos que a maioria de nossos agricultores não tem condições financeiras para custear o registro eletrônico e nesse sentido solicitamos os bons préstimos de nossa gestão municipal para disponibilizar equipe que realize o trabalho, disse o vereador.

cmbananeiras

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Na PB, 34 mil agricultores receberão o Garantia Safra

garantiaBTrinta e quatro mil agricultores paraibanos de 69 municípios paraibanos, mesmo com a adesão tardia do Estado, vão receber o Garantia-Safra 2015/2016. A informação foi repassada pelo deputado federal e coordenador da bancada paraibana no Congresso, Benjamin Maranhão (SD), que vinha cobrando do Executivo estadual o repasse e também solicitou junto a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário que os trabalhadores não ficassem prejudicados pelo fato do Governo da Paraíba ter perdido o prazo para o pagamento. Para a adesão na safra 2016/2017, mais de 41 mil agricultores já podem se cadastrar ao programa.

“Mesmo com um atraso no repasse por parte do Governo do Estado e um pagamento intempestivo, conseguimos junto à Secretaria Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário que fosse feita a liberação desse pagamento. Então, tivemos essa confirmação do secretário José Ricardo Roseno de que o pagamento acontecerá normalmente com a adesão das famílias dentro do programa para 2017/2018”, destacou o deputado.

O benefício, da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) é concedido a produtores cadastrados no programa e que tenham perdido ao menos 50% da produção agrícola devido à seca.

O seguro de R$ 800,00 é pago em cinco parcelas de R$ 170,00, de acordo com o calendário de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal. A medida é uma forma de tentar garantir que o alimento que deixaram de colher também não falte na mesa. Até março deste ano, 684.683 agricultores de 780 municípios da Sudene foram beneficiados pelo Garantia Safra 2015/2016. Os pagamentos do seguro, referentes a essa safra, começaram a ser feitos desde agosto de 2015 e continuarão até junho deste ano. Ao mesmo tempo em que o cadastro para a safra de 2016/2017 já começou.

Uma vez cadastrados no programa, os agricultores familiares pagam anualmente um aporte de R$17,00, enquanto que os municípios, R$52,00 por cada agricultor, e os estados, R$102,00 também per capita. Os produtores só recebem o seguro se todas as partes repassarem o recurso à União.

MaisPB

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Grupo espanca agricultores por não achar dinheiro em assalto em Esperança

sireneHomens armados assaltaram e espancaram agricultores no sítio Lagoa Verde, zona rural de Esperança, no Agreste paraibano. O crime foi registrado pela Centro de Operações Policiais (Ciop), por volta das 20h de quarta-feira (22).

Segundo a Polícia Militar, os suspeitos chegaram atirando na porta de uma residência e renderam os moradores. Como não acharam dinheiro no local, bateram nas vítimas e amarram o dono da casa e a mulher. Os criminosos roubaram ainda três aparelhos celulares.

Em seguida, levaram os moradores amarrados a outra residência. Lá praticaram a mesma ação e como o morador da casa também não tinha dinheiro, espancaram o homem e fugiram logo depois. A polícia foi acionada, mas até as 9h20 desta quarta-feira (23), nenhum suspeito havia sido encontrado.

O segundo morador que foi espancando pelos criminosos teve lesões mais graves e precisou ser levado ao hospital municipal de Esperança.

G1 PB

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Vereador defende manutenção de benefícios previdenciários para agricultores de Bananeiras

ramomDurante a Sessão Ordinária da Câmara de Bananeiras, nesta terça, 07/02, o vereador Ramom Moreira defendeu a manutenção dos benefícios previdenciários aos agricultores e agricultoras por parte do INSS. Na ocasião o parlamentar lembrou da campanha “nenhum direito a menos”, promovida pela FETAG/PB e pelo Sindicatos do Trabalhadores Rurais de Bananeiras. Ramom solicitou do presidente da Casa “Odon Bezerra”, vereador Douglas Andrade, a realização de sessão especial, para que a população e os agricultores participem  de debate sobre as alterações contidas no texto da reforma da previdência, que será analisado pelo Congresso Nacional.

Na sessão o vereador Ramom destacou que é necessário verificar “as condições diferenciadas do trabalho rural, especialmente na região Nordeste, que é extremamente penoso e extenuante, com jornada de trabalho superiores a 14 horas diárias, ficando os produtores sujeitos às condições climáticas adversas, com reflexos diretos sobre as rendas familiares anual”. O parlamentar ainda disse “que não se pode fechar os olhos com relação  a situação das mulheres trabalhadoras rurais, sujeitas à dupla e às vezes tripla jornada de trabalho, contribuindo para a produção agrícola da unidade familiar, assumindo as tarefas domésticas e os cuidados com as crianças, os doentes e as pessoas da terceira idade”, frisou.

Ramom Moreira ainda solicitou da Mesa Diretora da Câmara a análise de uma proposta de Resolução, que exponha de forma clara e objetiva o posicionamento dos vereadores em defesa da previdência social rural e a favor da manutenção das atuais regras de acesso dos trabalhadores rurais aos benefícios previdenciários e assistenciais.

As sessões da Câmara de Bananeiras acontecem às terças feiras, a partir das 17 horas e são transmitidas em tempo real pela internet.

Assessoria para o Focando a Notícia

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Bananeiras recebe o prefeito eleito e agricultores do município de Mari

visitaO prefeito eleito Antônio Gomes, juntamente com a vice eleita Karina Melo e os agricultores do município de Mari, estiveram visitando o município de Bananeiras, nesse domingo (27), para conhecer as experiências administrativas da atividade de piscicultura.

Os agricultores marienses, visitaram diversas comunidades rurais dos piscicultores do município de Bananeiras, viram de perto como é feito os trabalhos, principalmente as vantagens e as dificuldades da produção do peixe.

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Da esquerda para a direita (prefeito eleito de Mari, Antonio Gomes, Vice-prefeita eleita de Mari Karina Melo e o prefeito de Bananeira, Douglas Lucena).

O prefeito eleito de Mari, falou que estava muito entusiasmado com o projeto. “É muito importante a iniciativa desta conversa para buscarmos ouvir as experiências dos piscicultores e dos gestores, o que deu certo em Bananeiras, vamos levar com certeza para nosso município”, destacou Antonio Gomes.

A vice prefeita eleita Karina Melo, ficou muito feliz por ver um projeto de grande magnitude que em breve será instalo em seu município, a mesma falou ao Canal Paraíba, que fará de tudo juntamente com o Antonio Gomes, para que a piscicultura seja implantada em Mari.

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Douglas Lucena, prefeito de Bananeiras, acompanhou a comitiva de Mari, pelas areias de criação e ao complexo de piscicultura e beneficiamento do pescado, com capacidade para abater cerca de 24 toneladas de peixe por dia, onde terá uma fábrica de ração e de farinha de peixe.

“São cerca de R$ 14.000.000,00 (quatorze milhões) investidos nesse projeto, já está sendo liberado R$ 2.000.000,00 (dois milhões) para concluirmos. o município irá ganhar 250 empregos diretos, e colocará Bananeiras definitivamente em destaque no cenário da piscicultura no país”, disse Douglas Lucena.

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