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Agressão física entre irmãos deixa um ferido em Solânea-PB

Plantão de PolíciaO fato aconteceu na tarde deste domingo (18), por volta das 15h no poeirão em Solânea, brejo paraibano.

Foi após uma discussão verbal que o acusado Francisco Silva dos Santos desferiu com uma faca de mesa 02 (dois) golpes na coxa direita da vitima João Batista dos Santos, 28 anos, que é seu irmão, ambos residentes no sitio Açudinho; a vitima foi socorrida por populares ao hospital distrital do município.

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Compareceu ao local a VTR 5384 comandada pelo CB QPC Miranda, que realizou diligências no sentido de localizar o acusado, porém sem êxito.

 

Por Redação/TV WEB CIDADE

Atriz pornô aparece desfigurada e diz que lutador usou até faca em agressão

barbaridadeA atriz pornô Christy Mack, que teria apanhado de seu namorado, o lutador de MMA Jonathan Koppenhaver, conhecido pelo apelido de War Machine, divulgou nesta segunda-feira imagens de como está no momento. Segundo ela, ao menos 20 ossos em seu rosto estão quebrados, além de mais em outras regiões do corpo; ela também afirmou que o lutador usou até faca para agredi-la.

Nas imagens, seu rosto aparece desfigurado, cheio de hematomas e com a boca inchada e com sangue. Há um grande hematoma também em sua coxa esquerda. As imagens foram feitas em uma cama, aparentemente em um hospital.

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Junto com as imagens, ela divulgou uma nota. Nela, diz que War Machine chegou em sua casa, em Las Vegas, de surpresa, após ter terminado o relacionamento em maio.

Segundo ela, o lutador a encontrou junto com uma outra pessoa, totalmente vestidos e, sem falar nada, começou a bater em seu amigo para, depois, agredi-la.

Depois, diz que não sabe quantas vezes foi agredida e conta sobre suas fraturas, incluindo alguns dentes quebrados e fratura na costela.
Também conta sobre como ele a esfaqueou em algumas partes do corpo, como as mãos, e que teve seu cabelo cortado. Também afirma que War Machine a ameaçou de estupro, antes que conseguisse fugir por um gramado atrás de sua casa, nua, até que conseguisse que um vizinho a levasse para um hospital.

Por fim, como o lutador está foragido, ela conta que há um recompensa de 10 mil dólares, segundo a polícia, para quem o encontrar.

Via Twitter, o lutador se pronunciou também nesta segunda, pedindo desculpas e reforçando tese de que foi traído pela atriz.

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“Eu não sou um cara ruim. Eu fui fazer uma surpresa para minha namorada, ajuda-la no show dela, dar a ela um anel de noivado e termino lutando pela minha vida. Eu só queria que aquele homem não estivesse lá. Christy e eu estaríamos noivos e felizes. Eu não sei por que sou tão amaldiçoado. Um dia a verdade vai aparecer. Os policiais nunca vão acreditar em mim. Eu ainda estou decidindo o que fazer”, escreveu.

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180 Graus

Shopping divulga imagens de segurança e contesta ‘agressão’ a empresário em JP

agressaoO Shopping Manaíra divulgou na manhã desta segunda-feira (14) uma nota de esclarecimento sobre acusações que sofreu no último sábado (12) de um cliente que relata ter sofrido agressões de um segurança do estabelecimento.  O cliente afirmou em depoimento que foi agredido quando tentava entrar no estabelecimento para pegar os filhos que tinha acabado de sair do cinema e o aguardava.

De acordo com a assessoria do Shopping, o estabelecimento prestou queixa na delegacia de polícia e vai aguardar a posição da polícia.

 

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Veja a nota de esclarecimento divulgada na página do shopping no Facebook:

paraiba.com.br

Agressão contra mulher aumenta 95%; PB ocupa segundo lugar no ranking nacional

violencia sexualCovardia. Machismo. É como a coordenadora do Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra, Liliane de Oliveira definiu a atitude de um homem que agride uma companheira. No ranking da violência contra mulher, João Pessoa é classificada como a segunda cidade mais violenta do país, conforme o Instituto Sangari .

De janeiro até o mês de abril 200 mulheres procuraram ajuda no Centro de Referência da Mulher. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve um acréscimo de aproximadamente 95% no número de casos de violência contra mulher.

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Apenas nesta semana, quatro mulheres foram vítimas de violência em João Pessoa. Em destaque, a advogada Érica Vanessa Lira que foi atingida com um tiro no rosto, continua internada no Hospital de Trauma, em estado grave. Outro caso é o da estudante, Katherine Galdino, 18 anos que foi supostamente jogada de um veículo em movimento na BR 230, e seu estado de saúde é considerado gravíssimo.

Segundo Liliane, esses dados confirmam a “epidemia” de violência contra a mulher na Capital. “Proporcionalmente João Pessoa é muito violenta, essa é uma realidade que convive diariamente com as mulheres”, disse.

Mais de três mil mulheres já foram atendidas em seis anos de existência da unidade de atendimento, afirmou a coordenadora. “Os dados ainda são inferiores, em relação ao número de mulheres que sofrem violência, e têm medo de denunciar”, enfatizou.

O Centro de Referência da Mulher Ednalva Bezerra é um espaço onde as mulheres são acolhidas, orientadas e encaminhadas para a Rede de Atendimento, através de uma ação intersetorial com as diversas políticas. Conta com uma equipe multiprofissional, composta por psicólogas, assistentes sociais, advogadas e arte educadoras. Informações pelo telefone 0800 283 3883, das 7h às 19h.

 

 

clickpb

Novos atropelos de Barbosa representam agressão à democracia

Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)
Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)

As decisões do Supremo Tribunal Federal no processo da Ação Penal 470, emblematizadas pelas atitudes do presidente da Corte, Joaquim Barbosa, e a aparente partidarização de uma instituição que, de acordo com a Constituição Federal, deveria zelar pelos direitos individuais, trazem riscos não apenas à credibilidade do próprio STF como ao equilíbrio republicano, entre os três poderes do país. “É muito perigoso quando as instituições se envolvem no jogo político. Já vimos isso em outros momentos da história e não acabou bem”, diz Francisco Fonseca, professor de Ciência Política da Fundação Getúlio Vargas.

Para Fonseca, Joaquim Barbosa age autocraticamente. “Isto é ruim, do ponto de vista da imagem do Judiciário – que já é problemática no Brasil. Os presos pelo chamado ‘mensalão’ poderiam desfrutar de determinadas aberturas que a lei permite e não o fazem quase que por um capricho do presidente do Supremo”, afirma.

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Ontem (11), Barbosa derrubou decisão do ministro Ricardo Lewandowski, de 29 de janeiro, que determinava à Justiça do Distrito Federal a análise de pedido de trabalho externo feito pelo ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, que cumpre pena em regime fechado em Brasília. Foi a terceira decisão tomada por Lewandowski no período das férias de Barbosa revogada pelo presidente da corte esta semana.

“O perecimento do direito se agrava a cada segundo. Não há justificativa para rever a decisão do ministro Lewandowski”, declarou o advogado de Dirceu, José Luís Oliveira Lima, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo.

“É algo bastante sério, vejo com muita preocupação a posição do Supremo como um órgão partidarizado e faccioso, completamente envolvido no jogo político”, acrescenta Fonseca.

“Temos assistido no Brasil nas últimas décadas a um ativismo judicial muito grande. O problema do ativismo judicial é exatamente a falta de controle sobre os atores”, diz Vitor Marchetti, cientista político e professor da Universidade Federal do ABC (UFABC)

Na visão de Marchetti, os instrumentos dos quais o STF sempre se utilizou ao longo de sua história sempre foram os do autocontrole. “Não há dúvida de a gente está falando de uma instituição que tem dificuldade de aceitar controle.”

Para Marchetti, a questão se insere num contexto histórico amplo, e o crescimento do Judiciário ao longo do século 20 como ator político, um fenômeno não apenas brasileiro, se desenvolveu no Brasil e chegou ao presente com determinadas características. “Temos, do ponto de vista institucional, um Judiciário que avançou nas questões políticas no mundo inteiro, não é um fenômeno nosso. Agora, a depender do perfil dos atores judiciais em questão, você tem atuações desse Judiciário que podem ser mais incisivas, extrapolam esse ativismo visto em outras partes do mundo.”

“Parece-me que Barbosa está neste rol de indivíduos. Não é só o retrato de um Judiciário que se expandiu, é o retrato também de um ator político que legitima sua atuação ou um ativismo mais forte porque ele tem uma agenda que não é a da instituição, ele tem uma agenda própria.  Qual é essa agenda própria, não sei”, diz Marchetti.

A questão do controle externo, na opinião do professor da UFABC, acabou não se resolvendo com o Conselho Nacional de Justiça, criado em 2004, como alguns previram. “Como o Judiciário se expandiu, o debate sobre o controle cresceu. No nosso caso, esse debate veio com o CNJ, mas esse controle externo sofreu um bombardeamento interno, com resultado extremamente corporativista, ou seja, o conjunto de atores externos que estavam previstos foram excluídos do CNJ e hoje o controle externo é feito por pares”, analisa. “É um controle externo que é feito só por membros internos, enfraquecido.”

Na visão de Francisco Fonseca, o Supremo entrou numa fase de grande politização e de alguma maneira até partidarização. Ele vê esse processo não apenas se cristalizar na figura de Joaquim Barbosa. “As figuras de antes, Nelson Jobim, mas nesse momento especificamente Gilmar Mendes e Joaquim Barbosa, representam uma posição facciosa, no sentido de uma disputa no jogo político partidário. De um lado e de outro são figuras que são espécies de representantes das classes médias”, acredita.

“Classes médias que, por sua vez, encontram guarida política no PSDB. Me parece a grande mídia conservadora representada por esses dois magistrados. Mídia conservadora que é também porta-voz dessa classe média, de setores do capital, presentes no PSDB”, continua o professor da FGV. “O ministro Gilmar Mendes é ministro do PSDB, sem dúvida.”

Marchetti lembra que Joaquim Barbosa está na presidência, mas, embora tenha sido o relator da Ação Penal 470, não dá para dizer que o caso do mensalão é só o Joaquim Barbosa. “É um colegiado.” Para o cientista político, nesse caso, pode-se questionar as entrevistas e atitudes, a maneira como leva o debate ao colegiado. “Mas as decisões não vieram só da cabeça dele. Ele foi o relator, mas elas tiveram a adesão da maioria.”

Essa maioria, na opinião de Fonseca, pode ter sido seduzida pelos holofotes da mídia. “O colegiado como um todo aparentemente está seduzido por essa exposição midiática. As sessões são transmitas ao vivo, o que em vários países não acontece”, aponta. “De alguma maneira o Supremo vem se colocando majoritariamente como uma espécie de salvador da pátria brasileira.”

Marchetti, porém, diz ser importante chamar a atenção para um outro risco trazido no contexto da AP 470 – o risco, paradoxal, de responsabilizar apenas a Joaquim Barbosa em todo o processo. “O perigo é deslegitimar a jurisprudência, as interpretações que foram dadas nesse caso. Perigo porque se a gente jogar a responsabilidade em cima do Barbosa apenas como uma atuação irresponsável de um ministro, pode ser que, no futuro, em todos os outros casos que vierem depois, como o mensalão tucano, se decida que, eliminando o agente (Barbosa), o que foi decidido por ele só valha para um caso”, avalia. “Aí sim marcaria a questão do julgamento de exceção.”

 

 

RBA

Juiz detido em blitz nega agressão a PM e diz que filho estava sendo desrespeitado

assessoria
assessoria

O magistrado Sérgio Rocha de Carvalho está sendo apontado pela Companhia de Policiamento de Trânsito de Campina Grande (CPTran-PB), como responsável por causar desordem e agredir policiais militares que realizavam fiscalização de rotina por volta das 23h, desta sexta-feira (02), na Rua Severino Cruz – próximo ao Açude Velho/CG. Em nota, a Associação de Magistrados da Paraíba (AMPB) negou as acusações e revelou sua versão para o caso.

De acordo com o comandante do CPTran-CG, capitão Edmílson Castro, a fiscalização estava ocorrendo quando os policiais perceberam que um dos condutores próximo a blitz estava tentando evitar a passagem pelo local.

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Após interceptação das autoridades, foi constatado que o condutor apresentava sinais de embriaguez, se recusou a fazer o teste do bafômetro e não apresentou documentação do veículo ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH). “Como ele não apresentou a documentação solicitada e se recusou ao teste, estávamos notificando”, ressaltou capitão Castro.

Foi então que seu pai, o juiz Sérgio Rocha de Carvalho, teria chegado a pé, também com sinais de ingestão de bebida alcoólica e questionado quem estava notificando seu filho. “Quando o policial se identificou, ele tentou dar socos e ao tentar ser contido pelos outros policiais, acabou agredindo-os fisicamente, fato comprovado com exame de corpo delito”, informou o comandante.

Tanto o magistrado quanto seu filho e os policiais envolvidos no episódio foram encaminhados à Central de Polícia em Campina Grande, onde um outro juiz (identificado apenas como Horácio), já aguardava a ocorrência e solicitou a liberação de pai e filho. “Mesmo batendo nos policiais, o magistrado foi liberado por conta da prerrogativa de que nenhum juiz pode ser autuado pela prática de crimes afiançáveis”, concluiu o capitão.

Em nota,  a Associação dos Magistrados da Paraíba comentou o fato, informando que os policiais haviam distorcido o episódio. Segue abaixo nota completa.

“A notícia apresenta uma distorção dos fatos por parte dos policiais, trazendo ao público uma versão que não aconteceu. Na verdade, houve um incidente na abordagem do filho do já citado juiz, com relação à aplicação da lei seca, em blitz realizada na noite deste dia 3 de agosto, na cidade de Campina Grande. O jovem abordado foi tratado de forma desrespeitosa e afrontosa, inclusive com ameaça de uso de arma por parte dos policiais.
 
Em virtude do tratamento recebido, o jovem comunicou o fato a seu genitor, o magistrado, que, ao tomar conhecimento do incidente, foi até o local onde a blitz se realizava. Lá chegando, ao se dirigir ao policial responsável acerca do ocorrido, o juiz também foi desrespeitado, sendo tratado de forma afrontosa, tendo em vista que os policiais não usaram de uma abordagem correta com o magistrado, como deveriam utilizar com todo cidadão. O magistrado Sérgio Rocha foi desacatado e, por conta disto, entrou em contato com o magistrado Horácio Melo, presidente da AMPB, solicitando apoio institucional para o momento.
 
Horácio Melo foi ao local da blitz e de lá se encaminhou à Central de Polícia, conversando com a autoridade policial civil e militar, demonstrou ao delegado de plantão e ao policial militar a forma afrontosa como estavam sendo tratados o magistrado e seu filho, já que a abordagem dos policiais foi desrespeitosa, fato inaceitável para qualquer cidadão. Logo após, os dois magistrados se retiraram da delegacia.
 
O presidente da AMPB esclarece ainda que esta versão de que tenha havido lesões não procede. Em nenhum instante os policiais, em conversa com o juiz Horácio Melo, citaram ou apresentaram qualquer tipo de lesão que por ventura tenham sofrido.
 
A AMPB lamenta que tal notícia tenha sido distorcida, até porque a mesma informou que um pretenso laudo foi apresentado pelos policiais, ocorrendo depois do entendimento mantido na delegacia entre as partes, sem requisição da autoridade policial competente”.
Por Pollyana Sorrentino

Vereadores partem para agressão física durante sessão na Câmara de Pirpirituba

pirpiritubaNa noite dessa quinta-feira (21) alguns vereadores do município de Pirpirituba se agrediram durante sessão na Câmara Municipal. A confusão começou com uma discussão acalorada entre três vereadores da Casa e depois tomou maiores proporções com a participação de populares que acompanhavam a sessão.

Os vereadores Ronaldinho Silva e Vanderlan Silva começaram a discutir com o presidente da Casa, Luis Flávio. Irritado, Vanderlan tirou o microfone da tribuna e o presidente não gostou nem um pouco.

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O Vereador Vanderlan declarou que retirou o microfone da tribuna por não obter do Presidente a permissão para que um popular se defendesse de acusações, segundo o parlamentar, ocorridas na sessão anterior.
Confira o vídeo:

Nordeste 1

Policial federal é preso em escola por suspeita de homofobia e agressão a funcionários

Policial federal e a esposa foram levados à delegacia (foto: Emerson Machado)

O policial federal Antônio Peris Aguiar foi preso na tarde da sexta-feira (21) após agredir verbalmente diretor e um professor de um escola do Bairro do Geisel, em João Pessoa, que são homossexuais.

De acordo com informações da subtenente Lívia, comandante da Patrulha Escolar do 5º Batalhão, o policial estava com sintomas de embriaguez e armado. Ele estava ameaçando o gestor da escola porque a esposa dele, Maria José Barbosa, não tinha conseguido aprovação.

“A aluna não tinha conseguido êxito nas provas e não conseguiu passar de ano, por isso ele veio até a escola tomar satisfação e começou a dizer palavras de baixo calão e agredir verbalmente o diretor, um professor e os demais funcionários”, informou a policial.[bb]

Os dois foram encaminhados para a 4ª Delegacia Distrital, no Geisel, para prestar depoimento. “A resposta foi rápida. Fomos chamados e constatamos os crimes e encaminhamos os dois para que o delegado tome as providências”.

portalcorreio

Repórter da TV Correio sofre agressão e é ameaçado de morte no interior da Paraíba

O repórter da TV Correio, Márcio Rangel foi ameaçado de morte e teve seu carro quebrado por um grupo de pessoas que faziam uma passeata em comemoração à vitória do candidato eleito à prefeitura de Lagoa Seca, José Tadeu Sales (PSC).

O grupo, com cerca de 300 pessoas parou em frente a residência onde o jornalista mora com os pais e uma irmã e gritaram ameaças contra ele e sua família.

Após as ameaças e os atos de desordem contra a residência da família, o líder do grupo, Marcos Acioly tentou quebrar o veículo do jornalista, mas foi detido em flagrante por homens da Polícia Militar. “Ficamos com muito medo que eles invadissem a casa. Eles quebraram meu carro e destruíram a frente da minha residência. Isso porque trabalhei como assessor do candidato Fábio Ramalho (PSD), derrotado nas eleições do último domingo”, declarou o jornalista.

Marcos Acioly foi levado algemado para a Central de Polícia em Campina Grande, para onde o jornalista também foi para prestar queixa.

Da Redação 
Com Portal Correio

Pesquisa aponta que 70% dos gays de SP já sofreram agressão

Um levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra que 70% dos homessexuais entrevistadosjá sofreram algum tipo de agressão na capital paulista. Desse total, 62% foram agressões verbais. Outros 15% sofreram agressão física e 6%, sexual.

No estudo feito pelo Centro de Referência e Treinamento em DST/Aids, em parceria com a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, os participantes relataram também terem recebido ameaças de agressão física, chantagem ou extorsão, além de constrangimento no ambiente de trabalho.

“Não existem leis que criminalizem a homossexualidade. No entanto, existem leis estaduais e municipais que proíbem o preconceito e a discriminação por orientação sexual. É inaceitável que ainda assim os homossexuais continuem relatando tanta violência”, afirma Paulo Roberto Teixeira, da coordenação do programa Estadual DST/Aids.

A pesquisa, denominada “Sampacentro”, foi realizada no centro da cidade de São Paulo entre novembro de 2011 e janeiro de 2012, e abordou homens em 92 lugares, entre casas noturnas, saunas, cinemas e na rua.

Para participar do estudo era preciso residir no Estado de São Paulo, ser maior de 18 anos e ter tido relação sexual com outro homem. A maior parte dos entrevistados é jovem, com 30,1% na faixa entre 18 e 24 anos e 38% entre 25 e 34 anos.

Ainda conforme os dados obtidos, 68% dos participantes relataram algum tipo de discriminação. Um dos exemplos citados foi os maus-tratos por parte de professores e alunos dentro das escolas, relatados por 32% dos entrevistados. O ambiente familiar estava entre 29% das reclamações de discriminação dos homossexuais que participaram da pesquisa, assim como o ambiente religioso (23%) e entre amigos e vizinhos (29%).

Entre os 1.217 participantes, 776 deles concordaram em realizar um teste para constatar se tinham HIV, dos quais 16% tiveram o resultado positivo para o vírus da Aids.

Folha de S. Paulo