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Momento Agevisa define o aleitamento materno como um gesto de amor e de promoção da saúde

Na edição desta quinta-feira (08) do Momento Agevisa, a Agência Estadual de Vigilância Sanitária ressaltou a importância do leite materno para a saúde e o desenvolvimento das pessoas; afirmou que o aleitamento materno, além de ser um gesto de amor e de ligação entre mães e filhos, é também um importante ato de promoção da saúde para ambas as partes; lembrou que o estímulo à produção do leite materno é a sucção feita pelo bebê, e enfatizou: “Quanto mais amamentar, mais leite, saciedade e saúde a mãe estará proporcionando ao bebê e a ela mesma”.

Veiculado dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM-1110 e FM-105.5), o Momento Agevisa desta semana fez parte da Campanha de Incentivo à Amamentação promovida pelo Governo, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES/PB). A iniciativa envolve profissionais de saúde e das demais áreas da administração estadual, que foram estimulados e orientados a se valer de várias estratégias (com destaque para a informação) para conscientizar as pessoas sobre a importância de oferecer o leite materno ao bebê durante os primeiros anos de vida.

As ações de estímulo à amamentação ocorrem atualmente em mais de 170 países do mundo, onde o mês de agosto se inicia com a Semana Mundial de Aleitamento Materno. No Brasil, as ações vão do dia 1º ao dia 31, em face da Lei 13.435/2017, que criou o “Agosto Dourado” e o instituiu como o “Mês do Aleitamento Materno” em todo o território nacional.

Envolvimento da sociedade – Segundo a diretora do Banco de Leite Anita Cabral (da SES/PB), Thaíse Ribeiro, para que haja o fortalecimento da amamentação, é importante que toda a sociedade esteja envolvida, começando pela família e se estendendo por toda a comunidade. Conforme Thaíse, a amamentação, além de ser uma responsabilidade de todos, significa saúde para as crianças, a quem não se pode nem se deve negar o direito de acesso à primeira e melhor alimentação.

Como órgão da estrutura de Saúde do Governo da Paraíba, a Agevisa está integrada à campanha. Nesse sentido, conforme a diretora-geral Jória Guerreiro, a Agência se irmana à defesa do envolvimento de todos os familiares próximos, e não apenas da mãe, para que se garanta às crianças o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses de vida e (de forma complementar) até os dois anos de idade, nos termos defendido pela Aliança Mundial para a Ação em Aleitamento Materno (WABA) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

A abordagem inclusiva definida pela rede internacional de defesa do aleitamento materno foi pensada, neste ano, para contemplar pais, parceiros, familiares, dirigentes e colegas nos locais de trabalho, e a comunidade como um todo, com destaque para os profissionais de saúde. A ideia foi criar um ambiente propício e permitir que as mães amamentem de forma satisfatória em todos os ambientes, tanto em suas casas quanto no trabalho, por exemplo.

A base desse pensamento está na constatação de que a amamentação melhora significativamente quando há a participação de todos, segundo afirmativa da presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), doutora Elsa Giugliani. Segundo ela, os profissionais de saúde têm papel relevante, pois são eles que acompanham os pais e os filhos durante todo o processo.

“O pediatra, em especial, pode capacitar e empoderar os pais por meio do diálogo sobre vários aspectos do aleitamento materno, oferecendo informações atualizadas e embasadas em evidências; orientando com competência o manejo das eventuais dificuldades ao longo do processo da amamentação, e, sobretudo, escutando, elogiando (quando pertinente) e respeitando as escolhas, sem julgamentos”, enfatiza Elsa Giugliani.

Segurança alimentar e nutricional – No âmbito da Paraíba, a participação massiva no estímulo ao aleitamento materno foi defendida pelo secretário de Estado da Saúde, Geraldo Antônio de Medeiros, em Ofício Circular encaminhado aos órgãos da Administração Direta e Indireta. No documento, Geraldo Medeiros afirmou: “A amamentação está relacionada à garantia da segurança alimentar e nutricional no que se refere ao Direito Humano à Alimentação Adequada, sendo necessário para a fruição dos direitos humanos o acesso ao leite materno como primeiro e melhor alimento”.

As palavras do secretário paraibano referendam o argumento de que a amamentação é um dos melhores investimentos para salvar vidas, melhorar a saúde das pessoas e favorecer o desenvolvimento social e econômico de indivíduos e nações, como defendem os organismos internacionais e nacionais ligados à questão.

Segundo informações da Sociedade Brasileira de Pediatria, disponibilizadas em www.sbp.com.br/, a amamentação evita a desnutrição e a obesidade de bebês; protege os bebês de doenças; aumenta o vínculo entre mães e filhos, e ajuda as mães a se recuperarem mais rápido no pós-parto. Também conforme a SBP, o ato de amamentar funciona como um anticoncepcional natural (prevenindo a gravidez nos primeiros seis meses, com taxa de falha de apenas 2%); ajuda a diminuir o risco de alguns cânceres nas mães (o de mama, por exemplo), e pode reduzir nas mães o risco de doenças cardiovasculares.

Assessoria

 

 

Agevisa alerta para possibilidade de o câncer de mama também afetar o homem

O câncer de mama também pode afetar os homens. E, nestes casos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), os resultados podem ser ainda piores do que nas ocorrências relacionadas ao câncer de mama feminino, pois a grande maioria da população masculina sequer imagina ou aceita a possibilidade de que isto possa ocorrer.

Como parte das atividades relacionadas à Campanha Outubro Rosa, a Agência Estadual de Vigilância Sanitária incluiu o tema em uma das edições do mês de outubro do Momento Agevisa, informativo radiofônico que vai ao ar todas as quintas-feiras dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara AM (1110) e FM (105.5). A edição foi dedicada aos esclarecimentos sobre o câncer de mama masculino e ressaltou o entendimento de que o conhecimento sobre o problema é fundamental para que se possa, não somente evitar a doença por meio da prevenção, mas, sobretudo, para que as pessoas (notadamente os homens) passem a ter a oportunidade de tratar precocemente a doença caso ela venha a se manifestar, segundo observou a diretora-geral Maria Eunice Kehrle dos Guimarães.

O câncer de mama masculino, conforme o Instituto Nacional do Câncer (Inca), ocorre na ordem de 1% em relação à mesma doença no universo feminino. Ou seja: para cada cem mulheres diagnosticadas com a doença, há uma ocorrência envolvendo um homem. Apesar da enorme diferença percentual, o instituto chama a atenção para o fato de que o câncer de mama masculino mata proporcionalmente mais do que o feminino.

Para dar uma ideia clara da gravidade do problema, o Inca informa que aproximadamente 180 homens morrem todos os anos vitimados pelo câncer de mama, número este equivalente a 36% do total de pessoas do sexo masculino diagnosticadas com a doença. Entre as mulheres, o percentual de mortes é de 25% do total de pacientes diagnosticadas com a doença.

Ainda segundo o Inca, entre as principais causas do câncer de mama em pessoas do sexo masculino estão as alterações genéticas e hormonais, além de alimentação rica em gordura e excesso de álcool. Os sintomas da doença (conforme os especialistas) se apresentam em forma de protuberância ou inchaço, em alguns casos com incômodo e dor; pele ondulada ou enrugada; vermelhidão ou descamação da pele da mama ou do mamilo, e/ou inchaço nos linfonodos (ínguas ou gânglios) axilares.

Diante desses sintomas, a diretora-técnica de Ciência e Tecnologia Médica e Correlatos da Agevisa/PB, Helena Teixeira de Lima Barbosa, disse ser importante que os homens procurem imediatamente um centro médico especializado para realizar os exames e, conforme o caso, iniciar o tratamento. Nos casos de diagnósticos positivos, Helena Lima observa que o câncer de mama em pacientes do sexo masculino geralmente já se encontra em estágio avançado, e isto se deve principalmente ao desconhecimento e à consequente falta de prevenção por parte dos homens.

“Em face da seriedade e gravidade do câncer de mama masculino, os homens devem ficar atentos e procurar se manter cada vez mais informados sobre o problema. Nos casos daqueles que tenham histórico da doença em suas famílias, estes, ao invés de esperar o aparecimento dos sintomas para buscar ajuda médica, devem se consultar com especialistas, pois o histórico familiar aumenta a probabilidade da ocorrência do câncer de mama masculino, da mesma forma que ocorre em relação ao problema no universo feminino. E quanto mais cedo a doença for diagnosticada, maiores serão as chances de cura”, enfatizou a diretora-geral da Agevisa/PB, Maria Eunice Kehrle dos Guimarães.

Assessoria 

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Agevisa-PB alerta para risco de febre amarela chegar à Paraíba

Mosquito sucking blood from people.O risco de casos de febre amarela na Paraíba não é zero. A declaração foi dada pelo coordenador de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Agência Estadual de Vigilância Senitária (Agevisa-PB), José Airamir Padilha de Castro, que participou de uma reunião entre membros da Agevisa e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) durante discussões sobre reforço das barreiras sanitárias contra a introdução do vírus da febre amarela no Estado.

“O risco aqui é pequeno, mas não é zero. Não há condições epidemiológicas em termos de contato com selva amazônica, mas nós temos que monitorar o fluxo de pessoas que estejam vindo das regiões de maior risco para identificar aquelas que possam apresentar alguma sintomatologia e, com isso, antecipar o tratamento do caso que possa estar ameaçando a vida desta pessoa”, afirmou José Airamir.

Além do aeroporto Castro Pinto, divisas terrestres e marítimas também estão sendo monitoradas na Paraíba para evitar uma possível entrada do vírus da febre amarela no estado, com contribuição na fiscalização das Secretarias de Estado da Receita e do Turismo, do Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB), do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), da Divisão de Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde da Capital e do Terminal Rodoviário de João Pessoa.

“Essa ação exige a participação ativa dos sindicatos de trabalhadores e também dos sindicatos patronais da área de transporte, que devem estar vigilantes a qualquer adoecimento dos seus clientes, dos seus passageiros, dos seus trabalhadores, para, em caso de suspeita de doenças como a febre amarela, procurar imediatamente os serviços de saúde”, contou José Airamir.

Casos da febre amarela aumentam

Segundo dados do Ministério da Saúde, até as 13h da segunda-feira (6), no Brasil, foram contabilizados 1.006 casos suspeitos de febre amarela com ocorrências registradas em 109 municípios distribuídos entre os estados de Minas Gerais (71), Espírito Santo (20), Bahia (6), São Paulo (9) e Tocantins (3). Dos 1.006 casos notificados, 180 foram confirmados, 751 estão sendo investigados e 75 foram descartados.

Sobre mortes, o ministério confirma 157 óbitos notificados por conta da doença. Desse total, 89 casos se encontram em fase de investigação, 65 foram confirmados como decorrentes da febre amarela e três foram descartados.

As 157 mortes foram registradas em 46 municípios distribuídos entre os estados de Minas Gerais (34), Espírito Santo (07), São Paulo (3), Bahia (1) e Tocantins (1).

portalcorreio

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Agevisa alerta sobre riscos de usar latinhas de bebidas não higienizadas

latas_cervejaA Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa/PB) alerta a população sobre os perigos causados pelo hábito de consumir bebidas em latas sem o cuidado de lavar os recipientes antes de utilizá-los. De acordo com a diretora-geral da Agevisa/PB, Glaciane Mendes, sendo a boca uma das partes mais sensíveis do corpo humano, o ato de tomar bebidas diretamente nas latinhas ou em garrafas sem que as mesmas tenham sido devidamente higienizadas pode provocar sérios problemas de saúde nas pessoas, com destaque para a leptospirose.

Glaciane ressaltou que a leptospirose é uma doença infecciosa febril, aguda, potencialmente grave, causada pela bactéria Leptospira interrogans, que é eliminada pela urina de ratos e outros animais, contaminando os esgotos, o solo, os alimentos e até mesmo as latas e outros recipientes de bebidas e alimentos comercializados em forma de conserva.

Ela informou que há várias maneiras de ser contaminado pela doença, principalmente através da pele e mucosas (boca, olhos, partes genitais) em contato com águas de esgotos, de enchentes, córregos ou lagoas poluídas, e também por meio do contato com latinhas de refrigerantes ou cerveja, geralmente armazenadas em depósitos sem controle de pragas e roedores, onde há presença de ratos, que são os principais transmissores da doença.

Para evitar esse tipo de contaminação, ela reforça que é importante lavar as latinhas com água e sabão e, se possível, limpá-las em seguida com álcool, e observou que, além das latinhas, os cuidados devem incluir também as caixinhas e outras embalagens de alimentos como leite condensado, creme de leite, doces etc. “Mesmo em casa, é preciso ter o cuidado de guardar alimentos em lugar limpo, livre de roedores, para evitar que o animal deposite neles sua urina e, por consequência, contamine seres humanos”, lembrou a diretora da Agevisa/PB.

Os primeiros sintomas da leptospirose são parecidos com os sintomas da dengue, febre amarela e malária, podendo a pessoa ser acometida de febre alta de início súbito, sensação de mal-estar, dor de cabeça constante e acentuada, dor muscular intensa, cansaço e calafrios. Dores abdominais, náuseas, vômitos e diarreia também são frequentes, podendo levar à desidratação.

“É comum também que os olhos fiquem muito avermelhados, podendo alguns doentes apresentar tosse e faringite. Após dois ou três dias de aparente melhora, os sintomas podem ressurgir, ainda que com menos intensidade. Nesta fase, é comum o aparecimento de manchas vermelhas no corpo”, explicou Glaciane Mendes. E acrescentou: “Na maioria dos casos, as vítimas melhoram no período de quatro a sete dias; mas para muitas pessoas a doença pode ser muito grave. Daí a importância dos cuidados especiais com a higienização dos recipientes, que, antes de ser uma atitude preventiva, deve ser um hábito”.

Glaciane Mendes lembrou ainda que não é só a bactéria Leptospira que ameaça a saúde das pessoas, pois há muitas outras bactérias presentes na poeira e na sujeira que se acumulam nos depósitos dos estabelecimentos comerciais, dos restaurantes e até mesmo das residências.

MaisPB

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Agevisa orienta população a evitar suco industrializado na Paraíba até resultado de laudo

Imagem Ilustrativa
Imagem Ilustrativa

A Gerência de Vigilância Sanitária (Gevisa), que fica em Campina Grande, faz uma alerta para a população evitar comprar suco industrializado na Paraíba. De acordo com o órgão, o nome da marca do suco de cajá, que pode ter causado uma crise convulsiva em uma criança de sete anos, não será divulgado até que o resultado do laudo técnico saia.

Segundo com a assessoria de comunicação da Agevisa, ainda não está comprovado que realmente foi o suco que fez a criança passar mal, por isso seria uma “irresponsabilidade” informar o nome do produto antes de confirmar o fato.

A Agevisa mandou os supermercados suspenderem a venda do produto até que o resultado do laudo saia. A gerente da Gevisa, Betânia Araújo, informou que a ação de apreender os produtos é cautelar.

Segundo informações do diretor do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, Geraldo Medeiros, a criança deu entrada na unidade de saúde em estado crítico na última quarta-feira (19). Ela teria ingerido o suco e depois começou a passar mal dentro da escola onde estuda, em Lagoa Seca.

O médico explicou que o menino teve que ser levado para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e respirou por ajuda de aparelhos. Na noite do domingo (23), a criança foi transferida para a observação pediátrica e saiu do estado grave.

paraiba.com.br/

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Agevisa ressalta lei que garante mamografia pelo SUS

mamografiaTodas as mulheres com idade a partir dos 40 anos têm direito à mamografia e ao exame citopatológico do colo uterino pagos pelo Sistema Único de Saúde em todo o território nacional. A informação foi ressaltada pela diretora-geral da Agência Estadual de Vigilância Sanitária da Paraíba (Agevisa/PB), Glaciane Mendes, durante o programa “Momento Agevisa”, que vai ao ar todas as quintas-feiras, entre as 6h e 7h da manhã, dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM 1.110 e FM 105.5). Esse direito, segundo ela, está assegurado pela Lei Federal nº 11.664, de 29 de abril de 2008.

Durante todo este mês de outubro a Agevisa/PB está dedicando o programa à prestação de informações sobre o câncer de mama e outros tipos de problemas afins que comprometem a segurança da saúde feminina e também de uma parcela da população masculina. A ação faz parte da Campanha “Outubro Rosa”, iniciada pelo Governo do Estado no dia 3 de outubro.

Glaciane Mendes observou que a Lei 11.664/2008, em seu artigo 2º, determina que o Sistema Único de Saúde, por meio dos seus serviços, sejam eles próprios, conveniados ou contratados, assegure a assistência integral à saúde da mulher, incluindo amplo trabalho informativo e educativo sobre a prevenção, a detecção, o tratamento e controle (ou seguimento pós-tratamento) dos cânceres do colo uterino e de mama.

O exame mamográfico, conforme ressaltou, é garantido a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Já o exame citopatológico do colo uterino é assegurado a todas as mulheres que já tenham iniciado sua vida sexual, independentemente da idade.

“A Lei nº 11.664/2008 assegura também o encaminhamento a serviços de maior complexidade das mulheres cujos exames citopatológicos ou mamográficos ou cuja observação clínica indicarem a necessidade de complementação diagnóstica, tratamento e acompanhamento pós-tratamento que não puderem ser realizados na unidade que prestou o atendimento inicial”, acrescentou da diretora.

Importância da informação

“Dada à gravidade da questão relacionada ao câncer de mama (que responde por 25% dos novos casos de câncer a cada ano) e ao câncer do colo de útero (que é o terceiro tumor mais frequente na população feminina e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer), é importante que as pessoas sejam devidamente informadas, não somente sobre a importância da prevenção, mas também sobre onde buscar apoio institucional e tratamento, e, ainda, sobre os instrumentos legais que asseguram o direito de acesso ao atendimento especializado, tanto médico quanto laboratorial”, ressaltou Glaciane Mendes.

Na Paraíba, segundo ela, a preocupação do Governo com o problema não se limita à Campanha “Outubro Rosa”, mas tem caráter permanente, dada a consciência de que a prevenção é o melhor remédio, pois evita que um número cada vez maior de mulheres seja atingido por doenças graves que podem levar à morte se descobertas já em estado médio ou avançado, mas que podem ser perfeitamente evitadas.

Para diminuir o risco de desenvolver câncer de mama, Glaciane Mendes disse ser importante controlar o peso corporal e evitar a obesidade (por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos) e evitar o consumo de bebidas alcoólicas. Ela lembrou que a amamentação também é considerada um elemento protetor.

Quanto ao câncer de colo do útero, ela observou que a prevenção primária (uso da camisinha) é importante para diminuir o risco de contágio pelo papilomavírus humano (HPV), cuja transmissão da infecção ocorre por via sexual, e disse que os principais fatores de risco estão ligados ao início precoce da atividade sexual, a múltiplos parceiros e ao uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.

PB Agora

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Agevisa vai intensificar fiscalização para coibir irregularidades em ambulâncias na PB

ambulanciaA Agência Estadual de Vigilância Sanitária vai intensificar as ações para garantir a normalidade do serviço de transporte e de atendimento pré-hospitalar móvel de urgência por meio de ambulâncias em toda a Paraíba. A informação é da diretora-geral Glaciane Mendes, adiantando que as ambulâncias pertencentes a unidades de saúde civis ou militares, públicas, privadas ou filantrópicas que trafegarem pelas rodovias paraibanas sem as devidas autorizações de funcionamento emitidas pela Agevisa/PB, ou mesmo com a documentação do veículo ou do motorista em atraso, serão autuadas e poderão ser apreendidas.

Os serviços de ambulância foram destaque na edição desta quinta-feira (15) do programa “Momento Agevisa”, que vai ao ar dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM 1.110 e FM 105.5), entre as 6h e 7h da manhã. Durante o informativo, a diretora-técnica de Estabelecimentos e Práticas de Saúde da Agevisa/PB, Maria Eunice dos Guimarães, informou que as ambulâncias destinam-se exclusivamente ao transporte de enfermos, e têm que estar devidamente equipadas de acordo com a classificação determinada para cada tipo de veículo.

A classificação obedece a seguinte ordem: Tipo A, destinada ao transporte (por remoção simples) de enfermos que não apresentam risco de vida; Tipo B, utilizada no transporte terrestre pré-hospitalar e inter-hospitalar de pacientes com risco de morte, contendo equipamentos mínimos para a manutenção da vida; Tipo C, utilizada no resgate terrestre, aéreo ou aquático (Bombeiros) em atendimento de emergência pré-hospitalar de pacientes com risco de morte, contendo equipamentos necessários à manutenção da vida e de salvamento, e Tipo D, ou UTI Móvel, que serve de suporte avançado para salvamento de pacientes graves, contando sempre com a presença de um médico em sua tripulação. Há ainda ambulância Tipo E, que são as aeronaves (tipo helicóptero) de transporte médico e as do Tipo F, que são as naves (pequenos aviões) de transporte médico.

Para facilitar a vida das unidades de saúde, segundo Maria Eunice, a Agevisa/PB disponibiliza os modelos de Roteiro de Ambulância em seu portal agevisa.pb.gov.br.

“É importante informar que todos os condutores de ambulâncias precisam ter cursos específicos para veículos de emergências”, acrescentou a diretora-técnica. Ela disse que a Agevisa/PB tem em sua equipe inspetores sanitários devidamente qualificados para realizarem inspeções nesses veículos, e que são avaliados equipamentos e materiais que devem estar dentro das normas sanitárias exigidas, para que possam dar assistência à população de forma satisfatória.

“Quando falamos de ambulâncias, falamos de assistência à saúde e à vida. Por isso a constante preocupação do Governo do Estado em buscar oferecer segurança e qualidade aos serviços de saúde na assistência à população paraibana, com a devida atenção, não só para a estrutura física e profissional da rede de saúde, mas também para os meios de transporte das pessoas que necessitem de atendimento emergencial durante o transporte para as unidades hospitalares”, ressaltou.

Legislação Sanitária – Conforme a Resolução de Diretoria Colegiada da Agevisa/PB – RDC nº 003/2007, que se refere ao funcionamento das ambulâncias, esses veículos de transporte e atendimento de doentes devem obrigatoriamente possuir Licença Sanitária, concedida pela autoridade sanitária competente após a devida inspeção, devendo o documento ser afixado em lugar visível do veículo.

A inobservância das normas previstas na RDC n° 03/2007, segundo a diretora-geral da Agevisa/PB, engenheira de Alimentos Glaciane Mendes, configura infração de natureza sanitária e sujeita os responsáveis às penalidades estabelecidas na Lei Federal nº 6.437, de 20 de agosto de 1977, que configura infrações à legislação sanitária federal, e na Lei Estadual nº 4.427, de 14 de setembro de 1982, que dispõe sobre o Sistema de Saúde da Paraíba e aprova a Legislação Básica sobre Promoção, Proteção e Recuperação da Saúde no Estado.

Regularização – A regularização dos serviços de ambulância pode ser feita no Setor de Cadastro da Agevisa/PB, que tem sede à Avenida João Machado, nº 109, 1º Andar, em João Pessoa/PB, e também nas Gerências Técnicas Regionais da autarquia em Campina Grande, Guarabira, Patos e Sousa.

“Os Serviços Móveis tipo Ambulância são regularizados por meio de Autorizações de Funcionamento (AF), comumente chamadas de ‘Alvarás Sanitários’, e aqueles veículos que estiverem circulando sem a devida regularidade serão notificados, e os responsáveis pela irregularidade serão punidos na forma da Lei”, explicou Glaciane Mendes.

Secom

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Agevisa e Anvisa promovem treinamento em controle e prescrição do medicamento Talidomida

agevisa-pbA Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa/PB), em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), está realizando, nesta terça-feira (27) e quarta-feira (28), um treinamento em controle e prescrição do medicamento Talidomida, no auditório da Empresa Paraibana de Turismo (PBTur), bairro de Tambaú, em João Pessoa.

O medicamento é utilizado no tratamento de doenças como hanseníase e ficou mais conhecido pelos grandes males que pode causar às pessoas, dentre os quais a má formação fetal quando consumido por mulheres grávidas.

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Segundo a diretora geral da Agevisa/PB, engenheira de alimentos Glaciane Mendes, o treinamento “Talidomida: Prescrição, Dispensação e Controle – RDC nº 11, de 22 de março de 2011”, ministrado por técnicos da Anvisa, tem por objetivo capacitar os profissionais envolvidos com o controle e prescrição do medicamento, reforçar o conhecimento sobre o risco inerente a esta substância, bem como discutir e esclarecer as dúvidas sobre o tema, visando a prevenção do desvio do produto e as graves consequências que ele pode causar.

O evento tem a participação de médicos prescritores, farmacêuticos da Assistência Farmacêutica, responsáveis pelo armazenamento, transporte, distribuição e dispensação do medicamento à base de Talidomida, enfermeiros, profissionais da Coordenação Estadual de Hanseníase, inspetores e técnicos em Vigilância Sanitária, além de profissionais que atuam no Sistema Único de Saúde.

Sobre o medicamento – Parte integrante da Relação de Medicamentos Essenciais do Ministério da Saúde (Rename), a Talidomida é uma substância que, apesar de ser bastante eficaz no tratamento de algumas doenças, como a hanseníase, por exemplo, foi a responsável pelo nascimento de mais de dez mil crianças com má formação em todo mundo, entre as décadas de 1950 e 1960.

“A Talidomida é usada no tratamento de algumas doenças e causa efeitos teratógenos, ou seja, formação e desenvolvimento de deformidades físicas ou deficiências funcionais nos fetos em desenvolvimento”, explica ogerente técnico de Inspeção e Controle de Medicamentos e Produtos da Agevisa, Sérgio de Vasconcelos Brindeiro. Segundo ele, é imprescindível realizar o controle sanitário da substância e do medicamento por meio da publicação de normas, notas técnicas e inspeções sanitárias para verificar o cumprimento, bem como promover ações de educação sanitária junto a todos os profissionais envolvidos e aos usuários.

O uso da Talidomida é proibido para mulheres grávidas ou que não estejam utilizando dois métodos contraceptivos, sob um rigoroso acompanhamento médico, pois este medicamento causa os seguintes efeitos colaterais nos fetos: ausência ou hipoplasia (desenvolvimento incompleto ou defeituoso) de membros; defeitos no fêmur e na tíbia; má formação no coração, intestinos, útero e vesícula biliar; polegar com três juntas; efeitos nos músculos dos olhos e da face; ausência de aurículas e surdez.

 Secom/PB

Agevisa/PB se reúne no dia 22 com os 29 municípios que tiveram recursos bloqueados pela Anvisa

AgevisaA Agência Estadual de Vigilância Sanitária vai se reunir no próximo dia 22 com representantes dos 29 municípios que tiveram recursos destinados a ações de vigilância sanitária bloqueados pelo Ministério da Saúde/Anvisa em razão da falta de alimentação (com informações) do Sistema de Informações Ambulatoriais do Sistema Único de Saúde (SIA/SUS).

Segundo informou a diretora geral da Agevisa, engenheira de Alimentos Glaciane Mendes, o encontro será realizado a partir das 9h, no auditório do Cefor/PB, em João Pessoa.

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Em todo o País foram bloqueados recursos destinados a 1.027 municípios. Na Paraíba, as cidades atingidas foram Barra de Santa Rosa, Bom Jesus, Brejo dos Santos, Cacimba de Dentro, Condado, Coxixola, Cruz do Espírito Santo, Cuité de Mamanguape, Itapororoca, Mataraca, Matureia, Monte Horebe, Nazarezinho, Nova Floresta, Olho d’Água, Passagem, Poço de José de Moura, Riachão do Bacamarte, Riacho dos Cavalos, Rio Tinto, Santa Cruz, Santo André, São José de Piranhas, São Miguel de Taipu, São Sebastião do Umbuzeiro, Soledade, Várzea, Vieirópolis e Vista Serrana.

Para contornar o problema, a Agevisa/PB convocará, por meio da Gerência Técnica de Integração e Articulação, os representantes desses municípios para orientá-los quanto à importância e à obrigatoriedade do preenchimento dos dados no SIA/SUS, como também sobre as possibilidades de desbloqueio dos recursos.

Capacitações – Segundo o gerente técnico de Integração e Articulação, Laerge Cerqueira, a Agevisa vai promover capacitação sobre o SIA/SUS destinada a todos os 223 municípios paraibanos com a finalidade de reduzir, ou se possível zerar, o número de municípios com recursos bloqueados por falta da devida prestação de informações no SIA/SUS.

As capacitações serão destinadas aos coordenadores das Visas municipais de todas as regiões do Estado, como também ao pessoal encarregado da alimentação do SIA/SUS.

De acordo com a diretora geral Glaciane Mendes, o treinamento na alimentação do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS se faz necessário para que os municípios paraibanos disponham, com a devida regularidade, de mais recursos financeiros para serem investidos na promoção e proteção da saúde da população.

“Desta forma, o Estado da Paraíba pretende ser um exemplo de competência na aplicação de recursos, bem como no cadastramento do serviço de vigilância e na alimentação regular dos procedimentos para a correta execução da Vigilância Sanitária em todos os municípios”, observou.

Os recursos mencionados por Glaciane Mendes fazem parte da programação do Ministério da Saúde e Anvisa e são destinados aos municípios brasileiros em observância ao disposto na Portaria GM/MS 475, de 31 de março de 2014, que “estabelece os critérios para o repasse e monitoramento dos recursos financeiros federais do Componente da Vigilância Sanitária do Bloco de Financiamento de Vigilância em Saúde, para Estados, Distrito Federal e Municípios, de que trata o inciso II do art. 13 da Portaria nº 1.378/GM/MS, de 09 de julho de 2013”.

Fonte: Secom/PB

CCHSA-UFPB/Bananeiras esclarece interdição da AGEVISA e anuncia retomada da atividade acadêmica

A diretora do Centro de Ciências Humanas Sociais e Agrárias (CCHSA), Campus III – Bananeiras, Terezinha Domiciano Dantas Martins, divulgou comunicado relacionado à interdição da AGEVISA.

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Confira na integra:
COMUNICADO

Redação/Focando a Notícia