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Para sacar pagamento, aposentados e pensionistas lotam agências na PB

Nesta quarta-feira (25) internautas paraibanos relataram a criação de longas filas em algumas agências bancárias paraibanas, mesmo após o decreto do governo estadual de que aglomerações não são permitidas no intuito de evitar a contaminação pelo coronavírus.

As filas se formaram principalmente orque aposentados e pensionistas estão tentando sacar o dinheiro do pagamento.

As informações são de que na cidade de Sapé a situação foi mais preocupante.

PB Agora

 

 

Diretoria do INSS estima que existem mais de 24 mil benefícios parados nas agências da Paraíba

O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) prevê que terá condições de iniciar até o fim de março as análises de benefícios que considerem as novas regras da reforma da Previdência, quando os seus sistemas eletrônicos deverão estar adaptados à legislação em vigor desde 13 de novembro do ano passado. A crise no INSS está retardando a concessão de mais de 1,3 milhão de benefícios em todo o país, somente na Paraíba, segundo a Gerência Regional do órgão revela que existem 24.469 paraibanos aguardam benefícios há mais de 45 dias, sem perspectivas de quando receberão o que têm direito.

De acordo, com o INSS uma das alegações é de que não existe um quadro de servidores suficiente para atender a grande demanda. Por outro lado, o Instituto não fala em concurso para a contratação de mais pessoal especializado.

O maior número de benefícios pendentes é de aposentadoria por idade, com mais de 4 mil e de aposentadoria por tempo de contribuição, com mais de 3 mil. Também é muito alta a quantidade de pedidos de pensão por morte, com mais de 2,3 mil.

A Seção não respondeu sobre a possibilidade de realização de concurso público, porém, encaminhou uma nota que está sendo distribuída à imprensa na tentativa de explicar as razões da crise instalada no instituto.

Na nota, o INSS afirma que “todos os sistemas de concessão de benefícios da Previdência Social precisam ser ajustados às novas regras, o que já vem sendo feito. Nenhum cálculo de atendimento de regras ou definição de valores de benefícios concedidos pelo INSS é feito de forma manual pelos servidores, mas por sistemas que cumprem esse papel com segurança e uniformidade”.

 

pbagora

 

 

Ataques a agências bancárias da Paraíba têm queda brusca em 2019, aponta levantamento

Os ataques a banco estão em declínio na Paraíba. É isso, ao menos, o que atesta o “Mapa da Violência” do Sindicato dos Bancários do Estado da Paraíba, que desde 2011 monitora todos os registros desse tipo de crime em território paraibano. Em 2019, pois, foram apenas 22 assaltos do tipo, o menor índice desde que o levantamento começou a ser realizado.

A diminuição é tão evidente que os números de 2019 são três vezes menores do que os registrados em 2018, que detinha até então a menor marca. A propósito, o gráfico mostra bem esse declínio. Em 2011, quando o mapa foi realizado pela primeira vez, foram 72 ocorrências em um ano. E esses números, com algumas oscilações, foram crescendo até chegar ao ápice em 2015, quando 132 registros do tipo foram feitos na Paraíba.

De lá para cá, no entanto, os números começaram a cair: 105 em 2016, 81 em 2017, 66 em 2018 e 22 em 2019.

Tipos de crimes

Em 2019, dos 22 registros, 11 deles foram explosões de caixas eletrônicos, o tipo de crime contra bancos que historicamente é o mais comum de todos. Foram registrados ainda dois assaltos, cinco arrombamentos, três tentativas de assalto e uma saidinha de banco.

Em todas as modalidades, 2019 foi o ano mais tranquilo, de acordo com o Mapa da Violência do Sindicato dos Bancários.

Em sentido contrário, as explosões e as saidinhas tiveram seus ápices em 2015, com 76 e 14 ocorrências respectivamente. Já os assaltos, os arrombamentos e as tentativas de assaltos tiveram seus ápices em 2013, com 17, 35 e 18 ocorrências respectivamente.

Os dois lados da moeda

O presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Lindonjhonson Almeida, explica que duas perspectivas precisam ser analisadas diante desde Mapa da Violência, sendo uma positiva e outra negativa.

Por um lado, ele admite a eficiência das forças policiais nos últimos tempos, que conseguiram desbaratar algumas das principais quadrilhas de assaltos a bancos que atuam na Paraíba. “A segurança pública está mais eficiente. As polícias estão mais bem preparadas para lidar com esse tipo de situação. Isso é uma realidade”, explica Lindonjhonson.

Ele explica também que o dispositivo de colocar tintas nas notas, que se soltam quando acontece alguma explosão, colaborou para diminuir os assaltos, visto que esse tipo de crime deixou de ser tão eficiente e tão rentável.

Por outro lado, contudo, ele critica fechamentos sistemáticos de agências bancárias pelo interior da Paraíba, o que seria extremamente prejudicial à população de alguns municípios.

De acordo com o presidente do Sindicato, alguns bancos têm uma política de retirar o dinheiro de agências que são assaltadas mais de uma vez, deixando-as apenas com serviços burocráticos ou com atendimentos que não envolvam dinheiro em papel. Em casos mais extremos, continua ele, as agências chegam a ser fechadas em definitivo.

“As agências do interior são as mais sofridas. E, quando elas são fechadas ou deixam de funcionar com numerários, isso prejudica os aposentados, ou quem recebe auxílios sociais dos governos estadual e federal. Muitas vezes, essas pessoas precisam se deslocar para outra cidade para sacar o seu dinheiro”, reclama.

Segundo o sindicalista, isso é extremamente maléfico. “Ao invés desses bancos aumentarem a segurança, eles fecham a agência, retiram o dinheiro. Sob esse ponto de vista, os motivos que levaram à diminuição tão grande nos assaltos não é necessariamente positivo, porque não resolve o problema”, pontua por fim.

G1

 

Agências bancárias fecham nesta terça-feira e só reabrem na quinta

Esta segunda-feira (30) é o último dia do ano que as agências bancárias abrem para o atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias.

Os bancos só voltam a atender a população no dia 2 de janeiro de 2020, na quinta-feira, no horário normal de expediente, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Os carnês e as contas de consumo, como de água, energia e telefone, com vencimento para o dia 31 de dezembro ou 1º de janeiro, poderão ser pagas no dia 2 de janeiro, sem a incidência de multa por atraso. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.

A Febraban recomenda que a população utilize os canais alternativos de atendimento bancário, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes para fazer transações financeiras.

“Mesmo durante feriados, os canais eletrônicos e caixas eletrônicos funcionam normalmente, facilitando a vida do consumidor”, ressalta o diretor-adjunto de Operações da Febraban, Walter Tadeu de Faria.

Os clientes também podem agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).

G1

 

Grandes bancos fecharão ainda este ano centenas de agências

Bradesco, Itaú e Banco do Brasil vão fechar cerca de 1.200 agências até o final de 2020, em um esforço que atribuem à transformação da demanda dos clientes.

A medida, acompanhada de PDVs (programas de demissão voluntária), serve para reduzir custos em um período em que as receitas dos bancos podem ser afetadas pela queda dos juros às taxas mínimas históricas.

Os grandes bancos começam a manifestar, também, preocupação com a concorrência das fintechs (empresas que usam tecnologia para oferecer serviços financeiros) e começam a ajustar suas gigantescas estruturas e custos a essa nova realidade.

Assim, a diminuição da presença física dos três maiores bancos do país vem acompanhada de volumes mais altos de despesas e investimentos mais fortes em tecnologia da informação e nos canais digitais.

O fechamento de agências é puxado pelos dois maiores bancos privados do país, que deixarão de atender em 800 pontos entre este e o próximo ano. O Banco do Brasil, que não tem uma projeção específica sobre o fechamento de agências, já encerrou 417 instalações apenas neste ano.

Até o terceiro trimestre deste ano, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil já fecharam 749 agências em comparação há um ano atrás.

Essa redução foi mais visível no BB, que diminuiu em 11% suas estruturas tradicionais no período, para 3.684 agências. Já o número de instalações que considera digitais e especializadas ficou praticamente estável.

Bradesco e Itaú, por sua vez, diminuíram em 1,8% e 5,7%, respectivamente, o número de agências físicas disponíveis aos seus clientes no período.

Entre os grandes que têm ações negociadas em Bolsa, apenas o Santander seguiu na contramão e teve uma alta de 1,8% no número de instalações.

Em termos gerais, agências especializadas são voltadas para o atendimento de segmentos específicos, como o corporativo de pequeno ou grande porte. Já as digitais são agências físicas com horário de atendimento ampliado, mais atendimento pessoal, mas também com ferramentas e serviços automatizados. Também têm permitem o contato com o gerente da conta ou com especialistas de investimentos por videoconferência, por exemplo.

Para Vitor França, economista do SCPC Boa Vista (Serviço Central de Proteção ao Crédito), não são todas as regiões do país que conseguem receber bem essas mudanças. Ele diz que, ao cruzar informações de renda e acesso à internet com o fechamento de instalações, é possível notar que esse movimento acontece de forma intensa em áreas mais ricas.

“Muita gente de regiões com menor acesso à internet ou renda mais baixa ainda são extremamente dependentes de agências físicas. O limite para o encerramento de agências é exatamente o fato de que essas instituições são grandes e chegam a lugares que essas novas concorrentes não chegam”, acrescenta.

De acordo com o diretor sênior de instituições financeiras da Fitch Ratings, Claudio Gallina, mesmo que o ambiente das fintechs ainda seja algo relativamente novo no sistema financeiro, já é possível ver impactos em alguns segmentos -como o de maquininhas de cartões e meios de pagamentos–, bem como um esforço significativo dos grandes bancos em não ficar para trás.

“Apesar de vermos reduções de agências e de pessoal, também observamos altos investimentos em TI [tecnologia da informação] e gastos decorrentes de toda essa movimentação. Há aquisições de novas companhias tecnológicas, aportes de dinheiro para modernização de sistemas e os custos recorrentes da decisão de enxugamento das estruturas”, afirma Gallina.

No Itaú, as despesas com pessoal cresceram 4,2%, em parte por causa do PDV avberto no meio do ano. No Bradesco, que iniciou o PDV em agosto, a alta foi de 12,9%.

 

FOLHAPRESS

 

 

Agências da Caixa na PB abrem duas horas mais cedo para saques de até R$ 500 de contas do FGTS

As 42 agências da Caixa Econômica Federal na Paraíba abriram duas horas mais cedo, a partir das 8h, nesta sexta-feira (13), para atendimento exclusivo aos beneficiários do saque de até R$ 500 de contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Nessa etapa, serão contemplados correntistas do banco, nascidos de janeiro a abril.

No sábado (14), também haverá mudanças e as agências funcionarão das 9h às 15h. Já na segunda (16) e terça-feira (17), os estabelecimentos também abrirão duas horas mais cedo. Essa liberação não tem relação com o saque-aniversário, que só começará a ser pago em abril de 2020.

A liberação abrange contas ativas, ou seja, que ainda estão recebendo depósitos do empregador atual, assim como aquelas chamadas inativas, referentes a empregos anteriores. O limite é de R$ 500 por conta detida pelo trabalhador. No caso das pessoas que têm conta poupança individual Caixa, o depósito será feito automaticamente.

Os beneficiários com conta corrente na Caixa tiveram até o dia 25 de agosto para autorizar o depósito automático do dinheiro. Se não o fizeram, deverão seguir o calendário de quem não tem conta no banco.

Inicialmente, o cronograma de saques é voltado para aqueles que têm conta no banco e, depois, para quem não é correntista. O trabalhador que desejar sacar o dinheiro deve seguir o calendário conforme a data de aniversário. O prazo limite para a retirada é 31 de março de 2020.

Quando começam os saques?

Calendário para quem tem conta poupança na Caixa:

  • Aniversário em janeiro, fevereiro, março e abril: crédito em conta a partir de 13/09/2019
  • Aniversário em maio, junho, julho e agosto: crédito em conta a partir de 27/09/2019
  • Aniversário em setembro, outubro, novembro e dezembro: crédito em conta a partir de 09/10/2019

Calendário para quem não tem conta poupança na Caixa:

  • Aniversário em janeiro: saque a partir de 18/10/2019
  • Aniversário em fevereiro: saque a partir de 25/10/2019
  • Aniversário em março: saque a partir de 08/11/2019
  • Aniversário em abril: saque a partir de 22/11/2019
  • Aniversário em maio: saque a partir de 06/12/2019
  • Aniversário em junho: saque a partir de 18/12/2019
  • Aniversário em julho: saque a partir de 10/01/2020
  • Aniversário em agosto: saque a partir de 17/01/2020
  • Aniversário em setembro: saque a partir de 24/01/2020
  • Aniversário em outubro: saque a partir de 07/02/2020
  • Aniversário em novembro: saque a partir de 14/02/2020
  • Aniversário em dezembro: saque a partir de 06/03/2020

 

G1

 

 

PF cumpre mandados contra suspeito de assaltos a agências dos Correios na Paraíba

A Polícia Federal cumpriu nesta quarta-feira (10) três mandados de prisão contra um mesmo suspeito de integrar uma quadrilha dedicada a assaltar agências da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT). O alvo da operação, identificado com “japa”, é acusado de assaltar seis agências do Correios somente em 2018.

Segundo a PF, a operação deflagrada para cumprimento dos três mandados de prisão preventiva contra o alvo tinham também o objetivo de desarticular a organização criminosa dedicada aos assaltos aos Correios. Durante as investigações, a polícia descobriu que “japa” chegou a praticar dois assaltos no mesmo dia no ano passado.

Lista de assaltos praticados pelo alvo

  • Bayeux no dia 21/09/2018,
  • João Pessoa em 27/09/2018,
  • Esperança em 12/07/2018,
  • Jacaraú em 20/07/2018,
  • Picuí em 27/07/2018,
  • Juripiranga e João Pessoa (sem data informada)

Ainda de acordo com a Polícia Federal, “japa” têm um histórico criminal que envolve outros assaltos e até mesmo homicídios. Ele é suspeito de envolvimento no assassinato do comerciante Antônio José Tavares Neto, conhecido como Tony Tavares na cidade de Sapé, a 42 km de João Pessoa, em 2015.

Como o alvo da operação já estava preso desde novembro de 2018, os mandados de prisão preventiva cumpridos nesta quarta-feira implica a possibilidade de novas penas contra o preso.

O investigado vai responer pelo crime de roubo à mão armada, previsto no Art. 157, §2º-A, I, do Código Penal Brasileiro, cuja pena máxima é de até 10 anos, aumentada em até 2/3 em razão da especificidade dos casos. A operação, batizada de Yakuza II, é uma alusão aos mafiosos japoneses (Yakuza) e faz menção direta ao suspeito que tem feições orientais e é conhecido por “japa”.

G1

 

Agências reguladoras regulam o quê?

TUDO CRIADO PELO HOMEM TEM UMA FUNÇÃO REPRESENTATIVA DE UM OBJETIVO DESEJADO. FUNÇÕES REGULATÓRIAS SÃO INSUFICIENTES PARA DESENVOLVER AÇÕES OTIMIZANTES.

Para disciplinar as relações entre usuários e os fornecedores de serviços, foram criadas as Agências Reguladoras Federais, que deveriam regular a qualidade dos serviços prestados, bem como a satisfação dos usuários pelos atendimentos fornecidos pelos empresários.

Altíssimos índices de reclamações referentes à qualidade e ao atendimento das empresas ligadas aos setores de saúde, telefonia, vigilância sanitária, aeroportos, energia elétrica, entre os muitos outros setores, são sintomas que levam o Povo a acreditar que faltam eficácias e competências nas tais agências chamadas de reguladoras.

A falta de comprometimento das operadoras, deve ser alvo de agências federais que possuam todas as competências necessárias para exigir um processo contínuo que possa gerar melhorias nos atendimentos prestados aos clientes

Nada disso é visto ou sentido, quando se analisam os procedimentos enganosos dessas empresas, que costumam veicular campanhas publicitárias onde as pessoas de boa-fé são prejudicadas por enganosas promoções.

Além das falsas promessas, as operadoras abarrotam os aparelhos móveis e os computadores, com avalanches de promoções que levam os usuários a acionar uma tecla aceitando algo que não desejam.

Quando o usuário percebe que o seu saldo sofreu uma redução, e por isso ligou para a operadora, a atendente lhe informa que foi gerado um protocolo correspondente a um tal serviço solicitado pelo usuário no momento em que, por engano, acionou aquela famigerada tecla-cola-pegadinha.

Mesmo que o reclamante não tenha usado o serviço, o máximo que a empresa operadora faz é cancelar as renovações futuras, pois o valor debitado por ela não será devolvido porque existe um protocolo que impede os estornos de valores debitados dos saldos dos usuários da operadora.

DIANTE DESSE E DE TANTOS OUTROS CASOS E ERROS DAS OPERADORAS, AS POPULAÇÕES INDEFESAS PERGUNTAM:

* Por que a ANATEL (Agência Nacional de Telecomunicações) não proíbe esta prática?

* As operadoras já podem funcionar em desacordo com a Lei do Consumidor-usuário?

* O IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) está em férias coletivas, ou foi extinto?

TUDO CRIADO PELO HOMEM TEM UMA FUNÇÃO REPRESENTATIVA DE UM OBJETIVO DESEJADO. FUNÇÕES REGULATÓRIAS SÃO INSUFICIENTES PARA DESENVOLVER AÇÕES OTIMIZANTES.

 

 

 

Supermercados e agências bancárias devem disponibilizar banheiros e bebedouros aos clientes

A Associação dos Supermercados da Paraíba foi notificada nesta segunda-feira (15) pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor para que certifique seus associados e providenciem a disponibilização de banheiros e bebedouros com água potável aos clientes e usuários.

A lei 1.576/1998, prevê que os supermercados, assim como bancos e lojas de departamento, ofereçam pelo menos um bebedouro e banheiros para uso feminino e masculino, separadamente, ao consumidor.

No último dia 11, um supermercado instalado no Parque da Lagoa foi autuado porque estava com os banheiros destinados ao publico, sem funcionar.

Segundo informou Maristela Viana, secretária-adjunta do Procon-JP, os banheiros devem ser utilizados por quem tiver necessidade e não apenas mediante prova de que consumiu algo no local. “Os consumidores deve ter livre acessos aos banheiros do estabelecimento, independente se vai consumir ou não. Estamos alertando para esta legislação porque já houve casos em que tivemos que intervir em um shopping sobre esse direito de escolha do consumidor. O estabelecimento pediu uma nota fiscal para liberar o uso do equipamento, e isso não pode ocorrer”.

 

clickpb

 

 

Comissão da ALPB vai intermediar reabertura de agências bancárias no interior do estado

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) criou uma comissão para intermediar junto à Superintendência do Banco do Brasil a reabertura de agências bancários em municípios paraibanos. A sugestão foi do deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB), nesta terça-feira (11), após receber solicitação de lideranças.

Tovar se reuniu com o vereador de Ingá Elias Balbino nesta terça-feira. Ele relatou que a agência do Banco do Brasil do município se encontra fechada há um ano e meio e contou que para piorar a situação o Pague Fácil e os Correios suspenderam as atividades. “Nosso comércio pode decretar falência e os aposentados e servidores precisam se deslocar mais 40 km para sacar dinheiro, o que representa um grande risco de assalto”, destacou.

Segundo Elias, os moradores de Juarez Távora, Mogeiro, Serra Redonda e Itatuba também utilizavam os correspondentes bancários em Ingá. São cerca de 60 mil habitantes em todos esses municípios que estão prejudicados e precisam se deslocar até Campina Grande.

 

Além de Tovar, a comissão será composta pelos seguintes deputados: Edmilson Soares (PSB), Frei Anastácio (PT), Hervázio Bezerra (PSB) e João Gonçalves (Podemos). “Muitos municípios estão prejudicados. As agências são explodidas uma, duas e até três vezes e os bancos acabam não reabrindo. Esta Casa precisa atuar para minimizar esse problema”, disse Tovar.

De 2011 a 2017, um total de 698 bancos foi alvo de violência em nosso Estado. Ao todo, foram 367 explosões. Muitas dessas agências acabaram não sendo reaberta, causando sérios problemas para a população local.

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