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Bradesco fecha agência temporariamente na cidade de Guarabira por conta da pandemia

A agência do Banco do Bradesco localizada na Avenida Dom Pedro II, no Centro de Guarabira-PB foi fechada nesta quarta-feira (01), por conta da pandemia de Covid-19. De acordo com um aviso colocado na entrada, a agência foi fechada temporariamente para higienização e cumprimento de medidas de prevenção e combate ao Novo coronavírus.

Circula em algumas redes sociais a informação de que pelo menos três funcionários da agência teriam sido contaminados pelo Coronavírus, motivo que explicaria o fechamento temporário da mesma até que novas medidas de prevenção pudessem ser implantadas, mas esta informação ainda não foi confirmada.

Segundo o aviso fixado no principal acesso da agência, a medida foi tomada para preservar os seus clientes e colaboradores, mas não fala em infecção de colaboradores.

Ainda de acordo com o aviso, os clientes podem buscar os serviços do Bradesco nas agências mais próximas: Na Rua Feliciano Pedrosa – 1601, no Centro de Belém; na Rua João Suassuna – 85, na cidade de Sapé ou mesmo no posto de atendimento de Guarabira, localizado na Rua João Gomes Maranhão – 89, no Cento da cidade.

Por fim, o aviso não informa quando os atendimentos serão retomados na referida agência. Diz apenas que a mesma só será reaberta quando a atual situação estiver normalizada.

Veja o que diz o aviso:

FolhadoBrejo

 

 

Polícia apreende explosivos e veículo utilizados em ataque à agência bancária

Os policiais militares apreenderam espoletas, ferramentos, artefatos explosivos e um dos veículos usados no ataque à agência bancária do Bradesco, em Jericó, no Sertão paraibano, na noite de sexta-feira (29). Todo o material foi encontrado dentro do veículo, um Fiat Pálio de cor prata, abandonado no sítio Riacho Seco, zona rural de Lagoa (PB), que apresentava queixa de roubo.

Durante a ação criminosa, os bandidos se dividiram em dois grupos: um deles montou o explosivo para estourar o caixa eletrônico enquanto que o outro deu apoio, interditando a rua próxima e efetuando vários disparos de fuzil, pistolas e espingarda 12 contra o destacamento de polícia que havia chegado no local. No tiroteio, paredes de residências e viaturas policiais foram atingidas.

Os assaltantes fugiram com destino a zona rural do município e foram perseguidos pela Polícia Militar. Várias diligências foram realizadas na região pelas guarnições do CMT DO CPR2, BOPE, GATE, Força Regional, Forca Tática e guarnições de outros municípios circunvizinhos. No total foram encontrados 13 artefatos explosivos e 5 espoletas.

paraiba.com.br

 

 

Agência bancária é explodida e lotérica é arrombada no Sertão paraibano

Em meio a pandemia do novo coronavírus, os bandidos explodiram Uma agência bancária e uma casa lotérica na cidade de Nazarezinho, no Sertão da Paraíba. As explosões aconteceram na madrugada desta quinta-feira (28).

De acordo com informações da Polícia Militar, pelo menos 10 suspeitos teriam participado da ação.

Segundo a polícia, os bandidos estavam em um carro e quatro motos e realizaram a ação por volta da meia noite. Os explosivos colocados pelos suspeitos destruíram parte da estrutura da agência bancária. As portas de entrada da casa lotérica foram arrombadas e os bandidos também tiveram acesso aos caixas eletrônicos. A polícia fez diligências, mas até o momento ninguém foi preso.

PB Agora

 

 

Banco do Brasil é condenado a pagar R$ 500 mil de indenização por deixar de disponibilizar saques em agência de Alagoa Grande

O juiz José Jackson Guimarães, da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande, determinou o restabelecimento total do funcionamento da agência do Banco do Brasil no Município de Alagoa Grande. O magistrado ainda condenou o Banco em danos morais coletivos no valor de R$ 500 mil, a serem destinados ao combate do novo coronavírus nos municípios de Alagoa Grande e Juarez Távora.

Em sentença proferida nos autos da Ação Civil Pública foi proposta pelo Ministério Público estadual.

Na ação, o MP alega que a instituição financeira deixou de disponibilizar saques de valores em espécie à população local, devido a uma explosão criminosa ocorrida em 23.02.2016. Pleiteou, portanto, a condenação do promovido na obrigação de pagar, consistente em indenização por danos morais coletivos/difusos no valor de R$ 500 mil. Já a parte contrária apresentou contestação, pugnando pela improcedência de todos os pedidos e, alternativamente, em caso de procedência da ação, a fixação de prazo razoável para o restabelecimento total da agência bancária.

Juiz José Jackson Guimarães

Na sentença, o juiz José Jackson Guimarães ressaltou que os argumentos apresentados pela parte promovente são pertinentes e revelam haver uma linha tênue entre os postulados constitucionais da livre iniciativa, do dever inerente ao setor privado de garantir a função social em seus empreendimentos e do direito da população de Alagoa Grande em acessar os serviços bancários de natureza essencial. De acordo com o magistrado, a instituição financeira priva os seus clientes de usufruir serviços bancários essenciais.

“Com a explosão e a posterior disponibilização parcial de serviços da agência local, os consumidores e empresários de Alagoa Grande passaram a ter basicamente alternativas de deslocar-se ao município vizinho de Areia ou Guarabira, acessar o serviço de internet banking e utilizar os correspondentes bancários (serviço terceirizado)”, ressaltou.

Sobre os danos extrapatrimoniais coletivos, o juiz José Jackson disse que o fechamento momentâneo de agências bancárias é causa suficiente de enormes transtornos que ultrapassam a esfera meramente negocial, além de promover ofensa à função social da propriedade. Ele condenou o Banco do Brasil a pagar a importância de R$ 500 mil, a ser revertida ao combate do coronavírus, sendo que 20% do valor será destinado ao Município de Alagoa Grande e 5% ao Município de Juarez Távora, e serão administrados pelo Ministério Público e Judiciário local e, caso tenha acabado a pandemia, no momento da execução da sentença, para o Fundo Estadual de Defesa dos Direitos do Consumidor (FEDDC), instituído pela Lei Estadual 6.649/1998.

Da decisão cabe recurso.

 

clickpb

 

 

Agência bancária é explodida, em Remígio, na PB

Uma agência bancária foi explodida na madrugada desta sexta-feira (17) na cidade de Remígio, no Brejo da Paraíba. De acordo com informações da Polícia Militar, duas bombas foram encontradas na fachada no estabelecimento.

Um batalhão de policiais foi para a Zona Rural da cidade para tentar capturar os suspeitos. Um outro grupo está sendo conduzido para o local da explosão para fazer a retiradas das bombas.

Segundo moradores da região, eles começaram a ouvir as explosões por volta das 4h. Também escutaram tiros e viram um dos suspeitos com uma arma apontada para o alto. A agência bancária onde a explosão aconteceu concentrava os serviços para a população neste momento de pandemia, o que pode prejudicar os moradores. Até as 6h50 ninguém havia sido preso.

G1

 

Itaú fecha agência em Campina Grande após suspeita de coronavírus em funcionários

Uma agência do Itaú foi fechada em Campina Grande, nesta quinta-feira (16), por suspeita de coronavírus entre funcionários. O estabelecimento ficará fechado por 14 dias para limpeza geral e os funcionários que apresentaram os sintomas de gripe estão sendo monitorados pela área médica do banco e ficarão de atestado. Os outros trabalhadores da unidade foram dispensados para o isolamento social em casa.

O Sindicato dos Bancários de Campina Grande e Região informou que, desde o início da pandemia causada pelo coronavírus, vem reforçando a necessidade de os bancos adotarem medidas efetivas para impedir o avanço da Covid-19. Com grande circulação de pessoas, as agências bancárias são vetores de propagação do vírus.

A entidade também vem cobrando dos bancos o fornecimento de EPIs (Equipamento de Proteção Individual) aos empregados e a suspensão do atendimento presencial, principal pauta requerida pelo movimento sindical junto às instituições financeiras.

 

clickpb

 

 

Agência de Saúde autoriza venda de álcool em gel sem licença prévio

Em meio à falta de álcool em gel, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou uma resolução nesta sexta-feira (20) em que retira a necessidade de aval prévio da agência para que empresas possam ofertar o produto no mercado.

A medida, que vale por 180 dias, também se aplica a outros produtos para limpeza de ambientes e das mãos. Até então, a venda era condicionada ao registro na agência.

O objetivo é aumentar a oferta desses produtos devido ao avanço do novo coronavírus.

A dispensa, porém, obedece a alguns critérios específicos.

Segundo a Anvisa, terão permissão para fabricar e vender os produtos empresas com alvará e licença para funcionamento e fabricação de substâncias inflamáveis.

Na prática, o texto passa a permitir que fabricantes de medicamentos e cosméticos também produzam a substância.

A resolução permite ainda que empresas recebam doações de álcool de indústrias de outros setores para produzir os produtos.

Em outra medida, a Anvisa decidiu revogar parte de uma resolução que impedia a venda de álcool líquido 70% em embalagens de 1 litro à população, devido ao risco de queimaduras.

A iniciativa representa uma mudança de postura da agência, que até então era contrária a essa liberação.

O temor era que, além de riscos à saúde, a iniciativa gerasse falta do produto na rede de saúde, para quem o uso de álcool líquido 70% é indicado.

Segundo a diretora-adjunta da 3ª diretoria da agência, Meiruze Freitas, a nova decisão ocorre devido a um acordo com o setor para garantia do fornecimento do produto a hospitais e pela dificuldade de fabricação de álcool em gel. “Estamos tendo que tomar medidas rápidas”, disse.

Ela admite, porém, que há riscos. “Esse produto não pode ficar perto de crianças, não pode ser usado perto do fogo ou ser usado para acender churrasqueiras”, diz.

“Também não é recomendado manter esse tipo de produto em casa por muito tempo, mas só nesse período de emergência e em local especial.”

De acordo com Freitas, a agência pretende elaborar uma cartilha de orientações às pessoas que adquirirem esses produtos, como alerta para o risco de ressecamento das mãos e ações de precaução.

Uma das recomendações é que esse tipo de álcool seja separado em embalagens menores, como em sprays, por exemplo.

A agência também publicou uma resolução que simplifica o processo de aval a alguns equipamentos, como aqueles que auxiliam a respiração usados em UTIs.

O texto retira a necessidade de apresentação de certificado de boas práticas para aprovação dos produtos. Neste caso, empresas podem apresentar aval de outras agências internacionais.

Questionada, a Anvisa justifica a ação devido ao contexto de emergência e diz que o risco será minimizado com a apresentação de outros documentos.

“É um custo-benefício melhor ter esses produtos do que ter desabastecimento”, diz Freitas.

Segundo a agência, o prazo máximo de registro nestes casos será menor, de um ano. Após esse período, o aval será reavaliado.

 

FOLHAPRESS

 

 

Bando explode agência dos Correios em município paraibano

Os bandidos explodiram mais uma agência dos Correios na Paraíba.
Desta vez tudo ocorreu em Boqueirão, município do Agreste paraibano,. A ação criminosa aconteceu durante a madrugada desta quarta-feira (5).

Segundo informações da Polícia Militar, o bando chegou até a cidade e distribuiu explosivos nas entradas, além de disparar diversas vezes com armas de fogo de alto calibre.
Um homem, que trafegava em um veículo na localidade no momento da ação, foi rendido e feito refém, liberado apenas momentos depois.

No entanto, ainda de acordo com informações, a agência dos Correios explodida não possuía dinheiro, e, após cerca de 10 minutos de terror, os bandidos fugiram distribuindo grampos pela estrada. A polícia fez diligências mas até o momento ninguém foi preso.

 

Foto: Artur Lira/TV Paraíba

PB Agora

 

 

Agência dos Correios é assaltada e suspeitos roubam arma e dinheiro, na PB

Uma agência dos Correios localizada em Taperoá, no Cariri da Paraíba, foi assaltada na tarde desta sexta-feira (10). Segundo informações da Polícia Militar, dois homens armados chegaram ao local em uma moto por volta das 14h, entraram na agência e anunciaram o assalto.

Os suspeitos teriam rendido o vigilante, tomado a arma dele e roubado uma quantia em dinheiro que não foi divulgada. A PM informou que a dupla estava em uma motocicleta roubada.

Após o assalto, os suspeitos conseguiram fugir. Até às 17h desta sexta-feira, os homens não haviam sido detidos. O caso está sendo investigado pela Polícia Federal.

Foto: Polícia Militar/Divulgação

G1

 

Suspeitos roubam armas e munições dentro de agência bancária

Uma agência bancária foi assaltada na noite deste domingo (5), no bairro de Tambiá, em João Pessoa. De acordo com informações da Polícia Militar, os suspeitos roubaram três armas, munições e um colete à prova de balas.

Para ter acesso ao interior da agência, segundo a PM, os suspeitos fizeram um buraco na parede da parte de trás do estabelecimento e conseguiram entrar da agência. Os objetos roubados estavam em um mesmo armário.

Segundo a Polícia militar, todo o material roubado pertencia a empresa que faz a vigilância do local. Não houve violação do cofre da agência, nem dos caixas eletrônicos. Até 6h45 desta segunda-feira (6) nenhum suspeito havia sido localizado.

G1