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Solânea inicia primeira etapa da campanha de vacinação contra Febre Aftosa

De 01 a 30 de junho ocorrerá a 1ª Etapa da Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa. Devido à pandemia da Covid-19 foi estabelecido maneiras remotas de realizar a comprovação dessas vacinas, evitando assim que o produtor seja exposto ao se deslocar para realizar a sua comprovação.

A Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV) de Solânea elaborou um banner de divulgação que possui um QR CODE. Através do QR Code, divulgado na imagem abaixo, os produtores tem acesso a um número de WhatsApp o qual pode realizar a comprovação da vacina. A maneira de comprovação via QR CODE é prática, bastando o produtor enviar a Nota Fiscal e o formulário de comprovação da vacina (anexo 13).

Como acessar

Para acessar o QR CODE o produtor basta apontar o celular com a câmera aberta para a imagem de QR CODE, caso não possua aplicativo de leitura no celular pode baixar fazendo a busca no Google “baixar aplicativo de QR CODE”.

 Assessoria de Comunicação

 

Campanha de vacinação contra febre aftosa é iniciada na Paraíba

O objetivo da vacinação é que os animais da Paraíba é combater doenças nos animais (Foto: Reprodução)

Começou ontem (1), a primeira etapa da vacinação contra febre aftosa na Paraíba.

De acordo com a Secretaria de Estado da Agropecuária e Pesca (Sedap), há no estado um rebanho bovino superior a 1 milhão de cabeças de gado.

Os animais devem ser imunizados até o dia 31 de maio, fim do prazo estabelecido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa).

As vacinas podem ser compradas pelos criadores em uma revendedora autorizada ou loja de produtos agropecuários devidamente cadastradas.

Após efetuar a compra da vacina e imunizar o rebanho, os criadores têm o prazo de dez dias para declarar a vacinação junto a Defesa Agropecuária, ou nos escritórios do órgão em todo estado, ainda conforme a Sedap.

Desde 2011, o desempenho da Paraíba, em vacinação contra a febre aftosa, ultrapassa a meta de 90% do rebanho. Por esse motivo, desde 2014, o estado recebe o certificado de “Estado livre da febre aftosa com vacinação”, fornecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

O secretário da Sedap, Rômulo Montenegro, explica que ao manter o cadastro atualizado, o produtor pode ter acesso aos programas do Governo, como distribuição de ração animal, leilões e financiamentos bancários.

“A participação dos criadores deve ser intensa para vacinar cada animal em suas propriedades, isso tem acontecido desde 2011 e o nosso esforço é para que possamos ser livre de aftosa sem vacinação”, disse o secretário.

ClickPB

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Prefeitura de Curral de Cima vacina rebanho do município contra febre aftosa

A Prefeitura de Curral de Cima iniciou uma campanha de vacinação do rebanho do município contra a febre aftosa. Por meio da Secretaria de Agricultura montou uma equipe que vai a campo vacinar o gado. Todo o custo, inclusive o medicamento, ficou por conta do Poder Executivo.

“Nosso município tem como principal fonte de renda a agricultura e a pecuária e nós fizemos um esforço para ajudar os pequenos produtores na vacinação do seu rebanho. Queremos Curral de Cima longe da febre aftosa”, disse o prefeito Totó Ribeiro (PSDB).

A febre aftosa é uma doença infecciosa causada por vírus. A vacina é fundamental para que se tenham animais sadios e os produtos derivados deles em condições adequadas para o consumo. O rebanho bovino de Curral de Cima é de cerca de 4.450 cabeças.

Assessoria

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Governo do Estado recebe em Paris, certificado internacional de área livre de aftosa

governo-da-paraibaO secretário executivo da Agropecuária, Rômulo Montenegro, viaja nesta sexta-feira (23) para França, em Paris, onde representará o Governo do Estado na entrega do Certificado Internacional de Área Livre da Aftosa com Vacinação concedido pela Organização Internacional de Saúde Animal (OIE).

Este será o primeiro título com característica mundial que a Paraíba receberá, o que a colocará no mesmo patamar dos Estados da Região Centro/Sul e permitirá o livre trânsito de animais por todo o Brasil e, principalmente, para outros países. Isso significa que os produtos paraibanos derivados de animais terão livre trânsito garantido. Ou seja, dá idoneidade para os produtos de origem animal, bem como os tornará mais competitivos, principalmente, por meio da globalização.

 

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Segundo Rômulo Montenegro, o Estado conseguiu essa certificação por meio de muito trabalho. “Cumprimos todas as etapas de vacinação com sucesso. Além das metas estabelecidas pela OIE, vamos continuar vigilantes para que nosso rebanho permaneça livre de doenças que ocasionem prejuízos para os produtores. A Paraíba está pronta para realizar exposições e demais feiras. O papel do Estado é viabilizar tudo isso e nós conseguimos. Quero asseverar que esta conquista, única e inédita, foi produto do esforço de todos os que fazem a Defesa Agropecuária do Estado da Paraíba, e do compromisso do governo em cumprir ações estruturantes para a economia do estado”, enfatizou o secretário.

Antes deste reconhecimento, a Paraíba era considerada Área de Risco, o que gerava graves problemas para os criadores, pois os animais, para transitarem para outros Estados da federação, precisavam se submeter a uma quarentena a qual demandava tempo e dinheiro, inviabilizando as condições de concorrência para os produtores.

Os produtos de origem animal, como por exemplo: carnes, leites, queijos, manteiga e outros produtos lácteos, não ingressavam nos grandes mercados, supermercados e atacados porque não tinham o reconhecimento de sua sanidade.

Secom/PB

Prefeitura de Remígio realiza reunião sobre vacinação da Febre Aftosa

reuniãoCerca de 30 presidentes de associações e criadores de gado do município de Remígio estiveram reunidos na tarde desta terça-feira, dia 08 de abri, no auditório da Prefeitura Municipal com representantes do Governo do Estado para tratar da vacinação febre aftosa que terá início dos próximos dias.

 

A reunião tinha como objetivo esclarecer a todos os proprietários de gado sobre a febre aftosa, suas técnicas de vacinação, sintomas, e a importância do controle da doença.

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De acordo com a Secretaria de Agricultura, Izabel Cristina, são iniciativas como essas que ajudam o agricultor tão sofrido a se inteirarem da doença que é viral e altamente contagiosa que afeta gado bovino, búfalos, caprinos, ovinos, cervídeos, suínos e outros animais que possuem cascos fendidos.

 

A Febre Aftosa (aphtae epizooticae) é uma doença viral altamente contagiosa que afeta gado bovino, búfalos, caprinos, ovinos, cervídeos, suínos e outros animais que possuem cascos fendidos, porém seu grande impacto não decorre das mortes que ocasiona nos animais, mas principalmente dos prejuízos econômicos, atingindo todos os pecuaristas, desde os pequenos até os grandes produtores.

 

Causa em consequência da febre e da perda de apetite, sob as formas de quebra da produção leiteira, perda de peso, crescimento retardado e menor eficiência reprodutiva dos rebanhos de gado da região afetada.

 

SECOM

Médico veterinário de Solânea (PB) informa sobre a vacinação da febre aftosa

Prorrogação da Vacinação contra Febre Aftosa

COMUNICADO

Senhores Produtores,

A Secretaria de Estado do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca – SEDAP, através da Gerencia Executiva de Defesa Agropecuária, vem comunicar que a primeira etapa da vacinação contra Febre Aftosa/2013 foi prorrogada até o dia 30 de junho do ano em curso. Tal medida se justifica por diversos fatores desencadeados pela continuidade da estiagem que ora assola o Estado da Paraíba causando graves problemas ao setor agropecuário, como também, pelo inesperado desabastecimento ocorrido em várias revendas nas mais diversas regiões do estado, que poderia vir a prejudicar os produtores que necessitam imunizar seus rebanhos na atual etapa.

Pedimos a atenção de todos os produtores, que ainda não realizaram a vacinação de seus rebanhos, para o prazo final de 30 de junho, para que não sejam futuramente prejudicados, perdendo o direito à algum benefício social/rural do governo estadual ou federal, ou mesmo, vir a ser autuado e multado pela não vacinação.

Atenciosamente,

WLAMIR ARAUJO E SILVA

Médico Veterinário
Gerente da ULSAV de Solânea

Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa será encerrada no dia 31

foto antonio david
foto antonio david

A primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa será encerrada no próximo dia 31 de maio. Depois de imunizar o rebanho, o criador tem até o dia 10 de junho para notificar a vacinação nos escritórios da Defesa Agropecuária espalhados pelo Estado. É necessário apresentar as notas fiscais das vacinas e a classificação do rebanho separado por idade e sexo. Atualmente existem no Estado 93 farmácias veterinárias aptas a vender a vacina contra aftosa e outros tipos de doenças que afetam bovinos e babulinos.

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A meta é vacinar 100% do rebanho. Os criadores que não vacinarem ou não apresentarem a notificação no tempo previsto estão sujeitos a punições como multas e impossibilitados de transportar e comercializar os animais, uma vez que não terão direito ao GTA (Guia de Trânsito Animal), além da exclusão dos programas do governo. As farmácias veterinárias que estiverem inaptas para a venda de vacinas devem procurar a Defesa Agropecuária para regularizarem a comercialização do produto.

O gerente executivo de Defesa Agropecuária da Secretaria de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Rubens Tadeu, informou que a Paraíba está pleiteando ao Governo federal a classificação de zona livre da aftosa com vacinação. “Para que isto ocorra os criadores de bovinos e bubalinos no Estado devem vacinar seu rebanho e, após dez dias, declarar a vacinação nos escritórios da Emater e regularizarem seu cadastro”, afirmou.

Rubens Tadeu informou que técnicos estão percorrendo o Estado realizando palestras e fazendo vacinação assistida. Ao final da campanha, a Secretaria do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca promoverá um levantamento geral para atualizar os dados sobre os rebanhos na Paraíba, a partir do número de animais vacinados.

A campanha começou no dia 4 de maio e a segunda etapa já está prevista para acontecer no mês de novembro. A vacinação é feita a partir de animais recém-nascidos e até os mais velhos. A dosagem é de 5 ml e custa em média R$ 1,50 nos postos de venda.

 

 

por Michele Marques

Prorrogada suspensão na PB da campanha de vacinação contra aftosa

AftoseA segunda etapa de vacinação contra a febre aftosa está suspensa até o próximo dia 30 de abril em todo o estado, devido aos efeitos da estiagem. A prorrogação do prazo de suspensão foi publicada no Diário Oficial do Estado de hoje, 22.

Dessa forma, os criadores devem comparecer às Unidades de Defesa Agropecuária para atualização dos seus cadastros, no período de 1 de março a 30 de abril de 2013, sob pena de ficarem impedidos de participar de programas governamentais direcionados às atividades agropecuárias.

“Com a situação atual do rebanho, não é viável retomar a vacinação, pois não teríamos o resultado esperado. Essa medida não afetará o processo de reconhecimento da região como zona livre da febre aftosa com vacinação em 2013”, garante Marenilson Batista, secretário de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca.

Em outubro do ano passado, o Governo da Paraíba solicitou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a suspensão da campanha até dezembro, já em decorrência dos efeitos da estiagem, que prejudicavam o rebanho.

A Defesa Agropecuária da Paraíba alerta que a comercialização de vacinas contra a febre aftosa somente será permitida mediante a solicitação do criador e autorização do Serviço Veterinário Estadual. A preocupação dos Serviços Veterinários Oficiais é pelo comprometimento dos índices vacinais e proteção dos rebanhos porque os animais ficam debilitados, com baixíssimo peso e dificuldade de manejo, não respondendo satisfatoriamente à vacina.

Secom PB 

EFEITO DA SECA: 2ª etapa de vacinação contra a febre aftosa é suspensa na Paraíba

A segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa está suspensa na Paraíba até o dia 31 de dezembro deste ano. A campanha estava prevista para ser iniciada nesta quinta-feira (1º). Desta forma, os criadores paraibanos ficam obrigados a comparecer as Unidades da Defesa Agropecuária, no período de 1º de novembro a 31 de dezembro de 2012 para atualizarem seus cadastros. Caso contrário ficarão impedidos de participar dos programas direcionados a atividade agropecuária.

De acordo com o secretário Executivo de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Rômulo Montenegro, o agravamento da situação de estiagem durante este ano foi o principal motivo do pedido de cancelamento da campanha junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

“A norma vigente prevê que poderão ser adotadas estratégias de vacinação diferentes das estabelecidas, após analisados cada caso pelo Ministério. O que ocorreu no nosso caso, mostramos a situação em que o rebanho se encontra por motivo dos efeitos da seca, fizemos o pedido e fomos atendidos” explica o secretário.

A Defesa Agropecuária da Paraíba alerta que a comercialização de vacinas contra a febre aftosa somente será permitida mediante a solicitação do criador e autorização do Serviço Veterinário Estadual. A preocupação dos Serviços Veterinários Oficiais (SVOs) é pelo comprometimento dos índices vacinais e proteção dos rebanhos em função dos efeitos danosos da seca. Isto porque os animais ficam debilitados com baixíssimo peso, e dificuldade de manejo, fazendo com que eles não respondam satisfatoriamente a vacina por causa do estado nutricional comprometido.

O diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, ressalta que a medida adotada nos estados da região Nordeste não afetará o processo de reconhecimento da região como zona livre da febre aftosa com vacinação em 2013.

Secom PB

Vacinação contra febre aftosa no Nordeste pode ser prorrogada ou suspensa

Ministério da Agricultura aprovou calendário específico para municípios em situação de emergência devido ao período de seca

Os estados e municípios da região Nordeste afetados pela seca deste ano poderão decidir se prorrogam ou suspendem a vacinação contra a febre aftosa – dependendo das condições do gado. A flexibilização do calendário de vacinação contra a doença foi anunciada nesta terça-feira (30) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que encaminhou nota técnica para orientar os Serviços Veterinários Oficiais (SVOs) quanto aos procedimentos a serem tomados.

A segunda etapa de intervenção em bovinos e búfalos começa na próxima quinta-feira (1º), com expectativa de imunizar 150,5 milhões de animais em todo o País. Com a medida anunciada, esse número pode ser reduzido em até 16 milhões de cabeças – gado estimado nos nove estados da região.

De forma excepcional, o ministério prevê, para municípios em situação de emergência decretada, a prorrogação da vacinação por até 30 dias, de acordo com a necessidade, ou a suspensão temporária da aplicação da vacina, ficando os SVOs – responsáveis por regulamentar e divulgar os procedimentos estabelecidos no âmbito estadual – obrigados a enviarem nova análise da situação para apreciação do Departamento de Saúde Animal (DSA) até 15 de janeiro de 2013.

“Onde ocorrer prorrogação ou suspensão da vacinação, os bovinos que precisarem ser transportados para outros estados terão que ser vacinados previamente”, explicou o coordenador de Febre Aftosa do Mapa, Plínio Lopes. Segundo ele, a vacina pode ser aplicada inclusive no local de destino do animal.

Lenito Abreu/ Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) Brasil está há seis anos sem registro de caso de febre aftosa, com grande parte de seu território reconhecido como zona livre da doença

  • Brasil está há seis anos sem registro de caso de febre aftosa, com grande parte de seu território reconhecido como zona livre da doença

Também foi estabelecido pelo ministério que as áreas em situação de emergência devem ser devidamente delimitadas, além de proibida a movimentação de bovinos e búfalos sem a devida vacinação prévia – quando provenientes desses municípios e destinados a quaisquer aglomerações de animais, municípios com vacinação regular e outras unidades da Federação.

A medida tomada pelo Mapa levou em consideração as condições epidemiológicas, informações sobre a seca, seus efeitos sobre os rebanhos, riscos de comprometimento dos índices vacinais e proteção dos rebanhos nesta segunda etapa da vacinação na região.

Os efeitos da seca têm impacto direto na condição financeira dos produtores, bem como na nutrição e manejo dos animais, com fortes possibilidades de impactar também na cobertura vacinal.

Segundo o diretor de Saúde Animal do ministério, Guilherme Marques, o manejo é o único risco nesses casos. Ele garante que os produtores que decidirem vacinar os animais não precisam se preocupar com os efeitos da imunização. “Temos testes feitos pelo ministério e por empresas. A vacina não provoca mortalidade ou aborto. O que provoca é o manejo inadequado do rebanho com fome e sede. O stress provocado nos animais”, disse.

Ainda de acordo com Marques, a flexibilização do calendário de vacinação contra aftosa em casos extremos de chuva ou seca excessiva está prevista na legislação brasileira. “Raríssimas vezes prorrogamos a campanha de vacinação. Temos que procurar sempre vacinar o maior volume de animais no País no menor espaço de tempo para combater a dispersão da doença pela transmissão entre animais”, explicou.

O coordenador Plínio Lopes garante que a medida não vai prejudicar as metas do governo de alcançar áreas livres da aftosa. A expectativa mantida pelos órgãos sanitários é que a região Nordeste atinja esse status no ano que vem. “Os índices vacinais da região estão dentro do satisfatório e desejado – acima de 85% do gado vacinado – e estamos fazendo inquérito epidemiológico a cada 15 dias”, completou.

A flexibilização do calendário de vacinação para os municípios em estado de emergência não gera risco para ocorrência da doença, consideradas às condições epidemiológicas atuais. O País está há seis anos sem registro de caso de febre aftosa e a maior parte de seu território é reconhecida como zona livre de febre aftosa, inclusive com boas perspectivas de avanços nessas zonas livres, envolvendo a região Nordeste e parte do estado do Pará, em 2013.

Estiagem

A falta de chuva é comum nesta época do ano. Entretanto, a seca neste ano tem sido mais grave na região Nordeste e a há previsão de chuva abaixo do normal para os próximos três meses, o que tende a agravar a situação.

Procurando se antecipar à situação e buscar alternativas ao problema, o DSA solicitou aos SVOs do Nordeste informações complementares recentes sobre os efeitos dessa estiagem na pecuária da região, eventuais ações já implementadas ou planejadas para realização da próxima etapa de vacinação e propostas de estratégias para a condução da próxima etapa de vacinação, sendo tudo devidamente considerado em sua decisão.

Fonte:
Ministério da Agricultura
Agência Brasil