Arquivo da tag: África do Sul

Brasil retoma obsessão por inédito ouro olímpico contra a África do Sul

A partir das 16 horas (de Brasília) desta quinta-feira, no Mané Garrincha, a Seleção Brasileira terá mais uma oportunidade para conquistar a inédita medalha de ouro olímpica. E dentro de casa.

A estreia no grupo A do torneio de futebol masculino será contra a África do Sul.

“Como o período de treinamento que tivemos, acredito que nos cercamos dos princípios necessários para ter um bom desempenho”, confiou o técnico Rogério Micale, embora considere “difícil chegar a 100% como equipe”.

selecao

Foto: Divulgação

No tempo que teve para trabalhar, Micale consolidou o esquema tático ofensivo, com Neymar, Gabriel e Gabriel Jesus no comando do ataque brasileiro.

O trio elétrico será municiado por Felipe Anderson, que terá o apoio do experiente Renato Augusto no meio-campo. No gol, Weverton, substituto do lesionado Fernando Prass, foi confirmado como titular.

Não é apenas com a sua formação, contudo, que Micale se preocupa. Nem mesmo uma recente vitória por 3 a 1 em um amistoso com os sul-africanos fez o treinador desmerecer o rival da primeira rodada.

“Vencemos aquele jogo com dois gols de bola parada no começo. Respeito muito o time deles, que tem bom comportamento tático e se fortaleceu com os acréscimos dos jogadores de mais de 23 anos”, disse.

Além da África do Sul, a Seleção Brasileira terá o Iraque, no domingo, e a Dinamarca, na quarta-feira da próxima semana, como oponentes em sua chave nos Jogos Olímpicos.

FICHA TÉCNICA
BRASIL X ÁFRICA DO SUL

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 4 de agosto de 2016, quinta-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Antonio Mateu Lahoz (ESP)
Assistentes: Pau Cebrian Devis (ESP) e Roberto Díaz Pérez (ESP)

BRASIL: Weverton; Zeca, Rodrigo Caio, Marquinhos e Douglas Santos; Thiago Maia, Renato Augusto e Felipe Anderson; Gabriel, Gabriel Jesus e Neymar
Técnico: Rogério Micale

ÁFRICA DO SUL: February; Myala, Mathoho, Mngonyama e Coetzee; Masuku, Sandows, Ntshangase e Mekoa; Dolly e Morris
Técnico: Owen da Gama

Gazeta Net

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Goleiro da África do Sul é assassinado

(Getty)
(Getty)

O goleiro Senzo Meyiwa, do Orlando Pirates e da seleção da África do Sul, foi morto na noite deste domingo numa casa em Vosloorus, cidade localizada na província de Gauteng, próxima de Joanesburgo. Segundo o site “Soccer Laduma”, o primeiro a veicular a notícia, ele foi alvo de tiros – a informação foi confirmada posteriormente pela polícia local, que se viu obrigada a quebrar o protocolo por ainda buscar mais informações sobre o assassinato.

– Nós podemos confirmar que o goleiro Senzo Meyiwa sofreu ataque a tiros e foi declarado morto na chegada ao hospital. Havia sete pessoas dentro da casa. Dois suspeitos entraram, um permaneceu fora. Os três escaparam a pé após os tiros – disse o comunicado no Twitter. A polícia oferece até 150 mil rands (cerca de R$ 34 mil) de recompensa para quem ajudar na investigação.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Meyiwa, de 27 anos, é um dos ícones do Orlando Pirates, clube no qual defende desde 2005, quando iniciou sua carreira profissional. Ele inclusive atuou na goleada sobre o Ajax Cape Town, por 4 a 1, no último sábado, pelas quartas de final da Copa da Liga do país.

Pelos Bafana Bafana, Meyiwa tornou-se o capitão durante as eliminatórias para a Copa Africana de Nações de 2015. Ele ficou no banco de reservas na goleada sofrida para o Brasil, em março, no Soccer City, por 5 a 0.

– Esta é uma perda trágica seja qual for a maneira que você olhar: para a família de Senzo, especialmente seus filhos, para o Orlando Pirates e para a nossa nação – disse o presidente do Orlando Pirates, Dr. Ivin Khoza.

 

Globoesporte.com

Para Feliciano, Mandela “implantou a cultura da morte dentro da África do Sul”

(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
(Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)

Em entrevista ao portal IG, o pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) criticou o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, falecido no último dia 5 de dezembro. “Quem mata uma criança, para mim, não é meu amigo. Então Mandela implantou a cultura que chamamos de cultura da morte dentro da África do Sul.”

Como presidente, Mandela legalizou o aborto em 1996, na África do Sul, com o intuito de combater os altos índices de violência sexual contra as mulheres.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Ainda na mesma entrevista, Feliciano comentou outros temas, como o pleito eleitoral de 2014. O pastor, que indicava uma aproximação e apoio ao candidato Eduardo Campos (PSB), recuou. “Para que ferir um povo que tem peso de voto?”, perguntou o deputado, que afirma ter lido entrevistas em que Campos declara ser favorável à cobrança de impostos de igrejas.

“Luta do século”

O pastor ainda falou sobre sua atuação parlamentar à frente da Comissão de Direitos Humanos, que provocou diversos protestos pelo país em 2013. Segundo Feliciano, a proposta conhecida como “cura gay” pode ser votado em 2014. “O projeto não morreu, ele foi retirado de pauta. O autor do projeto, deputado João Campos (PSDB-GO), pode voltar (a colocá-lo em discussão) a qualquer momento no próximo pleito.”

Feliciano confirmou o interesse em disputar uma vaga no Senado. O deputado afirmou que um possível embate eleitoral contra o senador Eduardo Suplicy (PT), em São Paulo, “seria a luta do século”.

Com informações do IG

Corpo de Nelson Mandela é enterrado na África do Sul

Corpo de Mandela é enterrado com honras militares em Qunu, na África do Sul (Foto: Reprodução/TV Globo)
Corpo de Mandela é enterrado com honras militares em Qunu, na África do Sul (Foto: Reprodução/TV Globo)

O corpo do ex-presidente da África do Sul e líder antiapartheid Nelson Mandela foi enterrado neste domingo (15) em seu vilarejo ancestral de Qunu, na África do Sul, após dez dias de homenagens e funerais. Mandela morreu no dia 5 de dezembro aos 95 anos, e foi enterrado ao lado dos restos mortais de três de seus filhos.

O ganhador do Nobel da Paz, que ficou preso durante o Apartheid por 27 anos, antes de emergir para pregar o perdão e a reconciliação no país, foi colocado para descansar na casa de seus ancestrais em Qunu, depois de uma despedida que misturou pompa militar e os ritos tradicionais de seu clã Xhosa abaThembu.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O enterro foi acompanhado por cerca de 450 convidados – familiares de Mandela, integrantes da comunidade de Qunu e amigos pessoais e alguns dignitários.

mapa qunu mandela (Foto: 1)

O presidente sul-africano, Jacob Zuma, ficou de pé no momento em que o caixão foi colocado no túmulo. Helicópteros militares e aviões de combate sobrevoaram a região e disparos de canhão foram realizados, antes de uma cerimônia tradicional privada, que não teve a presença da imprensa.

“A sua foi realmente uma longa caminhada até a liberdade, e agora você conseguiu a liberdade definitiva no seio de seu criador”, disse um capelão militar durante a cerimônia no jazigo da família, onde três dos filhos de Mandela já estão enterrados.

Antes do enterro, foi realizada uma cerimônia de três horas na qual amigos, familiares e líderes mundiais fizeram discursos relembrando a vida e o trabalho de Mandela.

A cerimônia de Estado foi acompanhada por cerca de 4,5 mil pessoas.

Estiveram em Qunu o reverendo americano e ativista dos direitos civis Jesse Jackson, o magnata britânico Richard Branson, o ex-primeiro-ministro francês Lionel Jospin, o político norte-irlandês Gerry Adams, a apresentadora de televisão americana Oprah Winfrey e os atores Forrest Whitaker e Idris Elba, que interpreta Mandela no cinema, além do príncipe Charles.

Diversos discursos foram realizados – todos eles com toques pessoais sobre a personalidade de Mandela e lembranças da vida do líder. “A melhor lição que nos deixou foi: fazer o bem, e também que dentro de cada um de nós está a capacidade de fazer o que queremos na vida”, disse Nandi Mandela, uma das netas Mandela.

“Sentiremos saudades de sua voz severa, de quando estava aborrecido, seu riso, porque tinha um grande senso do humor, e de suas histórias; era um grande contador de histórias”, lembrou.

Zuma expressou seu agradecimento Mandela por ser e representar “o que toda uma nação necessitava em um momento tão crítico”, na luta contra o regime racista do Apartheid.

O atual líder, que antes entoou uma canção política sobre a opressão, assegurou que a África do Sul vai continuar o caminho que Mandela trilhou aplicando as lições que ainda se extraem de “tão extraordinária vida”.

As ruas próximas à tenda onde foi realizada a cerimônia – em uma propriedade da família Mandela – e ao local do enterro foram bloqueadas – mesmo assim, dezenas de pessoas foram até a região para tentar participar, em vão.

Ao fim da cerimônia de Estado, o corpo de Mandela seguiu em um cortejo acompanhado de uma banda militar. A bandeira da África do Sul que envolvia o caixão foi retirada, e caças da Força Aérea sul-africana sobrevoaram o local para homenageá-lo.

Na noite anterior ao enterro, o corpo de Mandela ficou sob a guarda de sua família e dos anciãos de Qunu. Diversos rituais tribais haviam sido anunciados antes do funeral – incluindo o sacrifício de um boi. Não se sabe se eles ocorreram antes das cerimônias deste domingo ou durante o enterro, quando as imagens do local deixaram de ser transmitidas para preservar a intimidade da família.

 

 

G1

Estupro coletivo de jovem de 17 anos choca África do Sul

violencia sexualA morte de uma adolescente de 17 anos após sofrer um estupro coletivo provocou indignação na África do Sul, informou nesta quarta-feira a imprensa local. O crime ocorreu no fim de semana mas só se tornou de conhecimento público hoje. O fato se passou na cidade de Bredasdorp, na província do Cabo Ocidental.

 

A jovem sul-africana Anene Booysen foi levada por um grupo de homens da festa em que estava para um local em obras, onde foi brutalmente estuprada por vários indivíduos. A adolescente conseguiu identificar um dos envolvidos antes de morrer no hospital em função dos ferimentos sofridos durante a agressão. A polícia localizou e prendeu este suposto autor do crime e mais quatro homens que podem estar envolvidos no estupro. Outros três suspeitos estão sendo procurados.

 

Em dezembro, uma jovem indiana, de 23 anos, morreu após sofrer um estupro coletivo dentro de um ônibus em seu país, o que gerou violentas manifestações para pedir pena de morte para os autores do crime.

 

“Capital mundial do estupro”
A Liga de Mulheres do Congresso Nacional Africano (CNA), partido que governa o país, classificou hoje os “crimes sexuais contra mulheres e crianças” de “vergonha nacional” e frisou que os estupros não são exclusivamente um problema das mulheres. “Os estupradores devem saber que ninguém em uma sociedade moral os protegerá uma vez tenham cometido um crime atroz”, afirmou a seção feminina do CNA por meio de um comunicado.

 

O psicólogo Ilse Ahrend, do Centro Saartjie Baartman para a Mulher e a Infância na Cidade do Cabo, disse à emissora de rádio “Eyewitness News” que este tipo de ataque deveria provocar indignação generalizada.

 

Episódios similares ao ocorrido em Bredasdorp provocaram consternação na África do Sul nos últimos meses. Segundo dados de organizações em defesa das mulheres, a cada ano ocorrem na África do Sul milhares de estupros e a maioria não é denunciada para a polícia.

 

A Interpol chegou a qualificar a África do Sul como a “capital mundial do estupro”. Segundo a emissora estatal SABC, uma mulher é estuprada no país a cada 17 segundos.

 

 

Agencia EFE