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Após forjar sequestro, mãe confessa que afogou e esquartejou bebê na BA

A babá Renata Cerqueira, que denunciou no sábado (20) o sequestro do filho, em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, confessou à polícia que afogou e esquartejou o bebê de dois meses. Ela foi presa na segunda-feira (22), horas depois de ele ter sido achado dentro de uma panela de pressão, na casa dela.

Inicialmente, a mãe falou em depoimento que a criança morreu afogada em uma banheira. Depois, ela mudou a versão e confessou à policia ter cometido o crime. Renata diz ter matado o filho na tarde de sábado (20), quando afogou em um vaso sanitário e dividiu o corpo da criança em partes.

Criança foi vista sendo levada por mulher  (Foto: Arquivo pessoal)Criança que foi morta pela mãe na Bahia
(Foto: Arquivo pessoal)

Segundo a titular da 23ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin), Valéria Chaves, a babá disse que matou o próprio filho porque se sentia cansada de ter que criar a criança sozinha, sem a presença do pai.

“Ela alega que estava muito cansada, porque ela já era babá e tinha a criança. Segundo ela, o pai do bebê não ajudava ela em nada e ainda a pressionava para morar com ele. Ela não queria e ele a impedia de ter outra relação. Por esse motivo ela resolveu matar a criança”, afirma Valéria.

Segundo a polícia, Renata conta que, após matar o filho, escondeu partes do corpo em uma panela de pressão e outra em uma sacola plástica, guardada no quarto da mãe que mora com ela. Depois, ela decidiu forjar o sequestro ao contar à polícia sobre o sumiço do bebê.

A polícia chegou a fazer buscas e ouviu testemunhas que disseram ter visto uma mulher saindo da casa no dia do crime. “Pode ter sido uma mulher que passou e ela utilizou isso como um álibi para ela”, diz a coordernadora.

Ainda segundo o depoimento, na tarde de segunda-feira, Renata esperou que a mãe saísse de casa, para participar do protesto contra o suposto sumiço do menor, para colocar a panela de pressão com partes do corpo da criança na cozinha.

A mãe do bebê também foi à manifestação e, quando retornaram, a avó da criança percebeu o mau cheiro que vinha da panela, com o corpo em estado de decomposição. A polícia foi acionada e fez buscas na casa pela outra parte do corpo da criança, que acabou encontrada no quarto da avó.

O corpo do bebê foi enterrado no Cemitério Pousada Eterna, no Centro de Porto Seguro, no final da manhã desta terça-feira (23).

Renata responderá pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e falsa comunicação de crime, porque relatou o falso sequestro. A polícia não informou o local que ela está detida, mas disse que segue à disposição da Justiça.

Sequestro
Segundo a Polícia Civil, quando denunciou o suposto sequestro do filho, ela contou que a criança estava na sala de casa, dormindo em um carrinho, quando foi levada. Testemunhas informaram à polícia que uma mulher saiu da casa com a criança e fugiu do local em um carro.

Segundo o delegado plantonista Wendel Ferreira, ela contou que estaria nos fundos da casa, lavando roupas, e por conta do barulho do som na casa dos vizinhos, só percebeu o crime quando a avó do bebê chegou na casa e procurou a criança. A criança morava com a mãe. O pai do bebê mora em outro local e já foi ouvido pela polícia, que descartou a participação dele no crime.

Bebê de três meses foi sequestrado dentro de casa na Bahia (Foto: Arquivo pessoal)Bebê de dois meses que foi morto pela mãe em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia (Foto: Arquivo pessoal)
G1

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Criança que se afogou em piscina de condomínio morre no Trauma

Hospital-de-TraumaUma criança de sete anos de idade, que se afogou, na tarde deste domingo (7), na piscina de um condomínio, no bairro de Manaíra, em  João Pessoa, morreu no hospital de Trauma.

A morte foi confirmada pelo hospital na manhã desta segunda-feira (08).

Segundo informações, o menino estava em casa com a avó e dois primos e teria ido a piscina, enquanto os parentes dormiam.

O zelador do prédio encontrou o menino desacordado dentro da piscina, que estaria interditada.

Profissionais do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) foram acionados para fazer o socorro da vítima. A criança foi levada para o hospital de Trauma, mas não resistiu e veio a óbito.

MaisPB

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Morre o agente da PRF que se afogou durante treinamento na PB

Agente da PRF se afoga durante treinamento na Paraíba (Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Morreu na tarde desta sexta-feira (27) o agente da Polícia Rodoviária Federal que se afogou na Praia de Intermares, em Cabedelo, na região metropolitana de João Pessoa. Fernando Luis de Sousa Pires, de 31 anos, estava internado desde de 17 de julho no Hospital de Emergência e Trauma da capital. Ele é agente do Paraná e participava de um treinamento da PRF na Paraíba. O estado de saúde era considerado grave e na noite da quarta-feira (25) passou para gravíssimo.

Segundo informações da equipe médica, repassadas a irmã do policial, Karla Sousa Pires, o agente teve a morte cerebral confirmada as 15h30 de sexta. Mas a informação só foi divulgada à noite. “O edema estava muito grande e o sangue já não irrigava mais o cérebro”, disse. A família, que é do Paraná, está na Paraíba há cerca de duas semanas e permitiu a doação do fígado, córneas e rins do policial.

Uma sindicância foi instaurada para apurar as causas do acidente com o agente. A assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal disse que uma comissão de Brasília estava desde o dia do acidente na Paraíba para investigar as causas do afogamento.

No entanto, a superintendente da PRF na Paraíba, Luciana Duarte, explicou que o processo de sindicância aberto para apurar o caso evoluiu para um processo administrativo disciplinar, que abre perspectiva de punição para o possível responsável pela morte do agente, que estava na polícia há 7 anos. Segundo Luciana, a pena varia entre uma advertência e até mesmo a demissão do funcionário.

“A gente não está nem pensando nas causas do acidente. Estamos mais focados na saúde de Fernando. O processo de sindicância é que vai apurar”, explicou Carla Pires, que é irmã do agente e está em João Pessoa acompanhando o Fernando. Estava prevista uma transferência do agente para Curitiba na quarta-feira (25), mas após as mudanças no estado de saúde a transferência foi cancelada.

Afogamento
O afogamento ocorreu no dia 17 de julho, de acordo com a assessoria da PRF, durante as instruções de resgate aquático que um dos módulos do treinamento do Curso de Operador de Equipamentos Especiais, ministrado pelo Departamento de Polícia Rodoviária Federal.

Segundo a PRF, os alunos estavam realizando atividades no mar, juntamente com uma equipe de sete instrutores e um bote de apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Paraíba. Ao perceberem que o policial estava passando mal, os instrutores rapidamente retiraram o policial do mar e iniciaram os primeiros atendimentos, que contou com o apoio de uma equipe médica do Serviço Médico de Atendimento e Urgência (Samu). O policial foi removido de helicóptero para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde foi internado após parada cardíaca.

G1