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Menino morre em hospital após ser resgatado durante afogamento na praia de Lucena

O menino que se afogou na praia de Lucena, no Litoral da Paraíba, na tarde deste sábado (2), morreu no Hospital de Trauma de João Pessoa.

Ele chegou a ser resgatado pelo helicóptero Acauã, da Secretaria de Segurança Pública do Estado.

A criança tinha seis anos de idade. A família esteve no hospital para todo o protocolo após a morte do menino.

clickpb

 

Vítima que morreu em afogamento na Baía da Traição é de Alagoinha, no Brejo

A vítima de afogamento ocorrido na tarde deste domingo (13) na área da prainha, na Baía da Traição, Litoral Norte do Estado, foi identificado.

Segundo o Blog do Cristiano Alves, trata-se do irmão do empresário de Alagoinha,  Abraão Andrade, o senhor Jonas. Ele ainda foi socorrido pelos salva-vidas, recebeu massagem cardíaca, mas não resistiu.

Ainda não se sabe de fato como ocorreu o afogamento, mas as primeiras informações dão conta de que a esposa e o filho estavam na água e iam se afogando, quando Jonas teria tentado os salvar.

Da Redação 
Do ExpressoPB

 

 

Adolescente de Caiçara é vítima de afogamento em praia de João Pessoa

(Foto: Reprodução/TV Cabo Branco)

Um adolescente de 15 anos foi vítima de afogamento enquanto tomava banho no mar da praia de Manaíra, em João Pessoa, na tarde de segunda-feira (25). O jovem estava com os pais e uma irmã tomando banho de mar quando acabou se afogando. Ele foi retirado do mar pela própria família e socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

O adolescente foi encaminhado para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, onde passou por uma drenagem nos pulmões. De acordo com boletim médico informado nesta terça-feira (26), o adolescente seguia internado e o seu estado de saúde era considerado estável.

De acordo com informações de parentes da vítima, ele e a família são da cidade de Caiçara, no Agreste da Paraíba, e estavam em João Pessoa para celebrar o Natal.

G1

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Homem morre vítima de afogamento em açude na cidade de Caiçara

vitimaNa tarde desta quarta-feira de cinzas, 01 de março de 2017, informações davam conta que um homem havia se afogado em um açude na zona Rural de Caiçara.
 A Polícia foi até o local e constatou a veracidade do fato, que um homem identificado por “João da Burra” morreu vítima de afogamento.
Segundo informações, por volta das 16:00hrs a vítima estava no açude de Zuzu, quando mergulhou e veio a se afogar, um primo da vítima, teria tirado-o da água já sem vida, antes da chegada do Corpo de Bombeiros. A Polícia Militar esteve na área para isolar o local e acionou o Gemol para recolher o corpo.
Informações extra oficiais, davam conta que “João da Burra” como é popularmente conhecido na cidade de Caiçara,  tinha ingerido bebida alcoólica.
revistanovoperfil

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Casal é achado abraçado após afogamento no Rio São Francisco

Um casal  morreu afogado na quarta-feira (16), no Rio São Francisco, próximo ao porto fluvial de Juazeiro, norte da Bahia, segundo o Corpo de Bombeiros. Os corpos foram achados a 10 metros da margem e a 6 metros de profundidade por mergulhadores dos bombeiros. Eles foram encontrados abraçados.

Bombeiros encontraram corpo de casal a 6m de profundidade. (Foto: Reprodução/ TV São Francisco)Bombeiros encontraram corpo de casal a 6m de
profundidade. (Foto: Reprodução/
TV São Francisco)

Segundo os Bombeiros, dois casais tomavam banho e bebiam no local, quando uma das mulheres, de 34 anos, começou a se afogar. O namorado dela, de 37 anos, tentou salvá-la, mas acabou também se afogando.

Os corpos de Patrícia da Silva e Eduardo Cruz da Silva foram levados ao Departamento de Policia Técnica (DPT), onde aguardam retirada por familiares.

Segundo o DPT, ele era natural de São Paulo (SP) e ela de Petrolina (PE). O casal trabalhava como catadores de produtos recicláveis, segundo a polícia.

A subtenente Maria Alice Pereira dos Santos, responsável pela ocorrência, alerta que a área em que os casais tomavam banho é perigosa para o banho.

“O rio em si é perigoso, porque ele é cheio de lacunas. Então quando a gente menos espera, se não souber nadar, a correnteza puxa e acontece o que aconteceu com esse casal”, disse.

G1

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Menino encontrado morto em Pombal pode ter sido vítima de afogamento ou choque elétrico, diz PM

erickErick Gabriel Muniz de Sousa, de 11 anos, encontrado morto na sexta-feira (22), em Pombal, pode ter sido vítima de afogamento ou choque elétrico, conforme informações repassadas ao comandante da Polícia Militar na cidade, capitão Davi Batista.

Ao Portal Correio, o oficial disse que as hipóteses foram levantadas de forma preliminar por peritos que estiveram no local onde o corpo da criança foi encontrado. A área é próxima a um rio e também ao parque de vaquejada da cidade.

A chance de morte por descarga elétrica foi levantada devido à presença de cercas energizadas e fios elétricos de uma bomba de água. O comandante da PM falou ainda que o corpo do menino não apresenta marcas de violência. Ele estava vestido, calçado e com uma corda de laçar animal em uma das mãos.

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Erick Gabriel Muniz de Sousa desapareceu na segunda-feira (18). Em mensagens compartilhadas nas redes sociais, a família informou que o menino era autista. O corpo dele foi levado para o Núcleo de Medicina e Odontologia Legal de Campina Grande (Numol), onde passa por perícia para confirmação da causa morte.

 

 

portalcorreio

Polícia registra morte por afogamento na zona rural de Solânea

sireneUma pessoa morreu afogada no Sítio Lagoinha dos Bragas, município de Solânea, nessa segunda-feira (02). De acordo com a Polícia Militar, a vítima tinha 29 anos e caiu em um poço não conseguindo sair do local e vindo a morrer. O nome da pessoa morta não foi divulgado.

Segundo parentes da vítima, ela tinha crises epiléticas, o que pode ter contribuído para o afogamento, já que o poço tinha menos de um metro de profundidade.

O corpo foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado para o Numol, em Guarabira.

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Focando a Notícia

Pai morre depois de salvar dois filhos de afogamento em praia urbana de João Pessoa

Reprodução/Instagram/moficorreio
Reprodução/Instagram/moficorreio

Um homem morreu por afogamento após salvar dois filhos na praia do Bessa, em João Pessoa, neste domingo (23). Uma das crianças está em estado grave.

Segundo testemunhas, o homem já foi retirado do mar sem respirar. Imediatamente, pessoas tentaram realizar procedimentos de salvamento, fazendo respiração boca a boca e massagem cardíaca. Nesse momento, ele teria expelido grande quantidade de água pela boca.

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O Serviço de Atendimento Médico de Urgência realizou a condução do homem, bem como de seus dois filhos para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena.
De acordo com o Samu, o homem já chegou sem vida à unidade hospitalar. O serviço também informou que a criança mais nova, de cinco anos, está em estado grave. A mais velha, de dez, se recupera bem.

A assessoria de imprensa do hospital ainda não havia se pronunciado sobre o caso.

 

portalcorreio

Familiares encontram corpo de jovem desaparecido, vítima de afogamento em Cacimba de Dentro

O corpo de um jovem de 19 anos que estava desaparecido desde o último domingo (19), após ter mergulhado em um açude na zona rural de Cacimba de Dentro foi encontrado.

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(Foto: Reprodução)

Arlefison Luiz da Silva, agricultor, residente no Sítio Salgado de Souza estava tomando banho com amigos e familiares por volta do meio dia, quando segundo testemunhas, o jovem desapareceu.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros realizou buscas com uma rede de arrasto até por volta das 18h, mas não conseguiram localizar o corpo.

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Na manhã desta segunda-feira (20), familiares encontraram o corpo da vítima, e uma equipe do Corpo de Bombeiros fez o resgate do corpo.

O IML foi até o local e um laudo posterior deve confirmar a causa da morte. A Polícia Civil também foi acionada para as medidas cabíveis.

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Saiba o que sentem as vítimas de mortes por fogo, afogamento e outros 8 tipos

caixãoA morte é sempre um tema dividido entre o misterioso como assustador. O grande fascínio, talvez, seja alimentado por ninguém conseguir saber com total clareza (por motivos óbvios) o que acontece no final da sua existência e quais são as sensações.

Em sua história, o homem sempre teve um atração por saber qual será a última coisa que experimentará antes de perder a consciência para sempre. Precisamente foi isso o que tentou encontrar Anna Gosline, em um artigo para a revista New Scientist, depois de conversar com especialistas e rever depoimentos tanto de testemunhas como de sobreviventes de 10 tipos diferentes de mortes, desde paragem cardíaca até à decapitação.

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As informações coletadas disponibilizamos agora, tendo 10 tipos de mortes como alvo.

1. Afogamento – O afogamento pode não ser uma das mortes mais dolorosas de uma pessoa, mas é de certeza uma das mais angustiantes devido à enorme sensação de pânico quando não se é capaz de respirar.

Conforme descrito pelo fisiologista e especialista em sobrevivência marinha da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido, Mike Tipton, a maioria das mortes por afogamento no mar são eventos extremamente bruscos, onde dois terços das vítimas são reconhecidos como bons nadadores.

A partir daí começa uma luta desesperada para manter a cabeça acima da água, onde as tentativas de tomar fôlego impedem a pessoa de gritar por socorro. Muitas vezes, os corpos são encontrados em pé, com as mãos ligeiramente fechadas, como se tivessem tentado agarrar uma escada invisível.

Quando a pessoa finalmente submerge, tenta manter o ar o máximo possível, normalmente durante 30 a 90 segundos. Depois respira água, tosse e respiração ainda mais água, à medida que esta lhe enche os pulmões e impede a oxigenação do sangue.”Há uma sensação de rasgar e de queimar à medida que o líquido invade as vias aéreas. Em seguida, segue-se um estado de calma e tranquilidade “, diz Tipton, com base em depoimentos de sobreviventes.

A tranquilidade é o resultado da falta de oxigénio para o cérebro. Finalmente, o coração pára e ocorre a morte cerebral.

2. A paragem cardíaca – Os ataques cardíacos podem parecer uma maneira mais natural de morrer em comparação com as execuções ou acidentes, mas também pode ser uma das mais dolorosas.

Enquanto alguns podem ser fulminantes, na maioria dos casos os sintomas ocorrem até 6 horas de antecedência, que são frequentemente menosprezados pelas vítimas, especialmente mulheres, que atribuíram isso ao cansaço, indigestão ou cólicas.

Estes incluem dor no peito, que pode vir como pressão ou aperto, pois os pacientes geralmente descrevem como “sentir-se sentados num elefante.” A dor pode ser tão aguda que corre ao longo da mandíbula, garganta, costas e braços.

Procurar ajuda médica é essencial. Mais dos 85% dos pacientes que chegam às urgências a tempo, sobrevivem. Aqueles que não sentem o seu coração a parar, perdem a consciência em 10 segundos, morrendo minutos depois.

3. Hemorragia – Sangrar até a morte – dependendo de como se desenvolva – pode não ser tão horrível como parece.

Segundo o Dr. John Kortbeek da Universidade de Calgary em Alberta, no Canadá, se uma pessoa corta a aorta num acidente, vai morrer em segundos. No entanto, se for uma artéria ou veia menor, o processo pode demorar horas, quando a pessoa passará pelas diferentes fases de um choque hemorrágico.

Considerando-se que um adulto tem cerca de 5 litros de sangue, uma perda de 750 mililitros pode causar apenas sintomas leves. Se você aumentar para 1,5 litros, a pessoa vai se sentir fraca, sedenta e ansiosa, começa a respirar rapidamente. Após os 2 litros, a sensação passa para confusão, tonturas e eventualmente inconsciência.

“Os sobreviventes de choques hemorrágicos descrevem sentimentos diferentes que variam do medo até uma relativa calma. Grande parte disso depende de quão grave foram os seus ferimentos. Uma única ferida que penetra a artéria femoral na perna será menos dolorosa do que múltiplas fraturas causadas por um acidente de trânsito “, explica Kortbeek.

4. Fogo – Seja nos fogos tortuosos da Inquisição ou num incêndio, as queimaduras são uma das formas mais dolorosas de morrer.

Imediatamente, o calor e a fumaça queimam as sobrancelhas e os cabelos, passando, de seguida, para a garganta e vias respiratórias. Quando chega à pele, o fogo produz uma intensa resposta em todo o sistema nervoso, que é ainda agravado pela inflamação do tecido.

À medida que a pele se vai danificando, vai perdendo sensibilidade, mas não deixa ser uma experiência excruciante.

“As queimaduras de terceiro grau não doem tanto quanto as de segundo grau, porque os nervos superficiais foram destruídos, mas a diferença é quase semântica: uma queimadura extensa é horrivelmente dolorosa em qualquer instância”, explica o Dr. David Herndon, da Universidade do Texas.

Mas, ironicamente, num incêndio o maior risco não são as chamas, mas os gases tóxicos. De fato, um estudo norueguês, de 1996, constatou que de 286 vítimas mortais de incêndios, 75% morreram de envenenamento por monóxido de carbono.

Dependendo da concentração, isso pode levar à dor de cabeça, tonturas e, logo de seguida, à perda de consciência em poucos minutos. Além disso, segundo a Associação de Proteção Contra Incêndios dos EUA, 40% das vítimas fatais de fogo perdem os seus sentidos antes que consigam acordar do sonho.

5. Decapitação – Ainda que pareça macabro, a decapitação é uma das mortes mais rápidas e indolores. Claro, isto se for executada de maneira correta.

Mas, mesmo utilizando dispositivos especializados, tais como uma guilhotina, sempre restarão alguns segundos de consciência após o corte da coluna vertebral. Num estudo realizado em ratos, em 1991, descobriu-se que o cérebro levou 2,7 segundos para terminar de consumir o seu fornecimento de oxigénio, o que conduzido à proporção de seres humanos, pode levar cerca de 7 segundos de consciência.

Durante as numerosas execuções da Revolução Francesa, houve relatos que falavam de movimentos das sobrancelhas e olhos até cerca de 30 segundos após a decapitação, mas é provável que tenham sido apenas reflexos post mortem.

6. Eletrocussão – Se estivermos a falar de acidentes domésticos, a morte ocorre por paragem do coração produzida pela descarga. Num estudo realizado na cidade canadiana de Montreal, descobriu-se que 92% das vítimas de eletrocussão em suas casas, morreu de arritmia cardíaca, que provoca inconsciência em 10 segundos.

Um circuito de alta tensão, no entanto, provoca inconsciência instantânea. Isso bem sabiam os prisioneiros executados na cadeira elétrica, que sofreram a paragem imediata do coração e do cérebro, no que foi considerado um avanço sobre as mortes por enforcamento.

Mas os investigadores não concordavam se o método seria tão piedoso como diziam. Em muitos casos, os presos tiveram de ser submetidos a choques múltiplos para terminar com as suas vidas, e alguns acabaram envoltos em chamas devido ao aquecimento que a electricidade produzia através dos seus corpos.

7. As quedas de alturas – Método utilizado por muitos suicidas e homicidas, e também por acidente, cair de grandes alturas é uma das mortes mais rápidas e eficazes. Um estudo realizado em Hamburgo, Alemanha, relata que 75% das vítimas morrem em poucos segundos ou minutos após a queda.

Com velocidades que podem atingir até 200 quilómetros por hora, a uma altura de 145 metros ou mais, a causa da morte depende do tipo de terreno onde se aterra e a forma como a pessoa cai.

Previsivelmente, as quedas mais devastadoras tendem a ser aquelas em que as vítimas caem de cabeça, comuns em precipitações curtas (menos de 10 metros), ou muito altas (mais de 25 metros).

A análise de 100 quedas suicidas da ponte de São Francisco, a uma altura de 75 metros e a uma velocidade de 120 km/h- revelou que a maioria das mortes ocorreu devido a traumas, como colapso pulmonar, explosão cardíaca ou ferimentos múltiplos causados por costelas partidas.

Aqueles que sobreviveram a quedas de alturas relatam que, ao cair, sentiam o tempo ficar mais lento. Uma reação instintiva é a de tentar pousar com os pés, que muitas vezes resulta em pernas partidas na parte inferior da coluna e da pelve, apesar de que há uma maior chance de ser salvo graças à proteção dos órgãos internos.

8. Enforcamento – Método usado por muitos suicidas e carrascos, a morte por enforcamento normalmente ocorre assim que a pressão ao redor do pescoço corta o fornecimento de sangue para o cérebro, causando perda de consciência em 10 segundos.

No entanto, a forca está longe de ser uma maneira pacífica de deixar este mundo. Na melhor das hipóteses, o peso corporal fará com que a corda parta o pescoço entre a primeira e a segunda vértebras. Na pior das hipóteses, um nó feito de forma errada provocará uma morte lenta e dolorosa, sufocando as vítimas até 15 minutos.

9. A injeção letal – Concebida em 1977 como uma alternativa humanitária à cadeira eléctrica, a injeção letal é um método de execução nos Estados Unidos que consiste em três drogas administradas de forma sucessiva: pentotal como um anestésico, seguido por uma dose de pancurónio como um paralisante do sistema respiratório e finalmente, cloreto de potássio, que pára o coração quase instantaneamente.

Tecnicamente, o procedimento deve fornecer uma morte rápida e pacífica, mas vários relatos de testemunhas alegaram que, em muitos casos, os réus sofreram convulsões ou tentaram levantar-se quando receberam as últimas drogas.

Segundo o Dr. Leonidas Koniaris da Escola de Medicina da Universidade de Miami Miller, isto se deve porque, por regra, usando a mesma dose de pentotal como um anestésico, pode ser insuficiente no caso dos prisioneiros mais robustos.

Koniaris afirma que as pessoas nesta situação desagradável experimentarão uma sensação de sufocamento após a paralisia dos pulmões, e dor semelhante a uma queimadura resultante de cloreto de potássio. Por esta razão é que a execução por injeção letal está a ser analisada pelo Supremo Tribunal dos EUA.

10. Descompressão explosiva – Sendo um destino a que poucos de nós estamos expostos, a menos que sejamos mergulhadores, pilotos ou astronautas, a morte por descompressão leva a um fim digno de uma obra de ficção científica.

A morte ocorre quando a pressão do ar que nos rodeia desce repentinamente, fazendo com que os pulmões se expandam e rasgando os tecidos delicados, que permitem o intercâmbio de gases.

Se a vítima não expira ou tenta manter o fôlego antes da descompressão, os danos serão ainda maiores. O oxigênio começa a faltar do sangue e dos pulmões, enquanto o corpo começa a inchar devido à evaporação da água nos tecidos.

Finalmente, as bolhas de vapor de água inundará a corrente sanguínea, impedindo que o sangue circule. Em apenas um minuto, o sistema circulatório pára. Sobreviventes vítimas de descompressão, que incluem pilotos e um técnico da NASA, cujo fato se despressurizou dentro de uma câmara de vácuo, indicam que primeiro sente-se uma dor no peito, como se tivessem sido espancados. Em seguida, percebem que o ar se escapa dos pulmões e que são incapazes de voltar a inspirar. Finalmente, perdem a consciência após cerca de 15 segundos.

Mas, apesar da gravidade do incidente, experiências com animais na década de 60 mostraram que, se a vítima for novamente pressurizado em menos de 90 segundos, tem uma boa chance de sobreviver sem danos permanentes.

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