Arquivo da tag: afastada

Afastada da Série A, bandeirinha musa recebeu proposta para apresentar programa de TV

Afastada dos jogos da Série A do Campeonato Brasileiro desde maio por conta de erros no clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, a bandeirinha Fernanda Colombo Uliana tem trabalhado em jogos da Série C e da Série D.

De julho até o atual momento, a bela catarinense trabalhou em cinco partidas. A última entre Guaratinguetá e Juventude, na Arena Barueri, dia 20 de setembro, pela Série C do Campeonato Brasileiro. Antes disso, a musa passou por uma reciclagem na CBF.

Fernanda Colombo
Fernanda Colombo Foto: Washington Alves / Reuters

Confira os jogos em que Fernanda foi bandeira desde que voltou os trabalhos.

Série C 20/09/2014 15:00 16 Guaratinguetá 1 X 1 Juventude Arena Barueri

Série C 14/09/2014 16:00 15 Mogi Mirim 1 X 1 Ser Caxias Romildo Ferreira

Série C 16/08/2014 19:00 11 Cuiabá 1 X 1 Fortaleza Arena Pantanal

Série D 03/08/2014 16:00 03 Maringá 2 X 1 Brasil Willie Davids

Série C 20/07/2014 16:00 07 Juventude 0 X 2 Guaratinguetá Alfredo Jaconi

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

No período em que esteve afastada, Fernanda Colombo chegou a fazer alguns ensaios fotográficos, deu diversas entrevistas, mas não quer seguir neste ramo. O que a beldade gosta mesmo é de arbitrar. E é desta forma que ela espera voltar aos holofotes, com o seu bom trabalho dentro de campo.

Fernanda Colombo fez ensaio fotográfico para o Extra
Fernanda Colombo fez ensaio fotográfico para o Extra Foto: Thiago Lontra / Agência O Globo

Já conhece a nossa página no Facebook? Curta e acompanhe as notícias do EXTRA

Fernanda recebeu uma proposta para apresentar um programa esportivo na televisão, da produtora Paramaker, e espera fechar negócio em breve, mas não largará a sua paixão, que é bandeirar.

Em relação aos erros do primeiro semestre, Fernanda Colombo foi aconselhada pela CBF a não comentar sobre o assunto.

Fernanda Colombo em ensaio fotográfico
Fernanda Colombo em ensaio fotográf

Extra

Procuradoria Geral de Justiça recebe representação contra presidente afastada da FPF

MPPBO procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Bertrand de Araújo Asfora, recebeu no final da manhã desta terça-feira (13) uma representação do vereador Renato Martins Leitão (PSB), da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), contra a presidente afastada da Federação Paraibana de Futebol (FPB), Rosilene de Araújo Gomes.

A representação, com pedido de instauração de procedimento para apurar supostas práticas de crimes, foi encaminhada pelo procurador-geral Bertrand Asfora para a análise da assessoria jurídica da Procuradoria Geral de Justiça (PGJ). A representação foi entregue pelo vereador no gabinete do procurador-geral de Justiça, em João Pessoa. Já Rosilene Gomes está afastada da FPF por força de decisão judicial.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O procedimento solicitado pelo vereador refere-se a supostas irregularidades cometidas pela presidente afastada, como divergência nos valores constantes dos borderôs de jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol (Série D); diferença entre os valores do seguro contratado pela FPF; gastos não indicados no balanço contábil e pagamentos de obrigações “estranhas” à FPF e pagamentos efetuados às empresas ligadas ao grupo da presidente afastada; valores exorbitantes cobrados pela FPF para inscrição de atletas; entre outros.

 

Além da abertura de procedimento para averiguar as supostas irregularidades, a representação do vereador ainda solicita que sejam requisitados dos clubes de futebol da Paraíba e da atual junta provisória que administra a FPF todos os borderôs dos jogos ocorridos pelo Campeonato Paraibano de Futebol e campeonatos nacionais relativos ao ano de 2013 e de anos anteriores; e a quebra de sigilo bancário de uma funcionária da FPF.

 

Assessoria

Afastada professora da UFPB que aparece em vídeo gritando alunas

professoraA professora de língua portuguesa da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) que aparece em um vídeo gritando com alunas na sala de aula foi afastada da instituição por um período de 30 dias, a partir desta segunda-feira (11). A decisão foi publicada em uma portaria pela diretora do Centro de Ciências Humanas Letras e Artes (CCHLA), Mônica Nóbrega.

Na semana passada, foi veiculado na internet um vídeo dela gritando com alunas em discussões dentro da sala de aula. Nas imagens, a professora do curso de Jornalismo aparece falando que é doutora, e que a aluna não tem competência. A briga teria acontecido porque a aluna estava lendo um livro de outro assunto que não estava sendo tratado na aula, deixando a professora com raiva.

A estudante paranaense que aparece nas filmagens, Bruna Ortolan, se mudou para João Pessoa no fim do ano de 2012 para estudar. “Estou tentando esquecer o que aconteceu. Continuei vindo nas outras aulas dela, tentei fazer o que ela pediu, parei de ler livros durante a aula dela e ela me tratou normalmente, como se não tivesse acontecido nada. Mas realmente foi difícil”.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Outro vídeo também de alunos de Jornalismo mostram a mesma professora discutindo com outra aluna. As imagens mostram a professora dizendo que as alunas não têm autoridade para fazer reclamações, já que não prestam atenção na aula e que chegam atrasadas. A aluna aparece discordando, dizendo que chegou no horário certo.

Juliana Baltar, que aparece na segunda filmagem, comenta que “os alunos ficam na apreensão, porque nas aulas seguintes ela trata como se nada tivesse acontecido, assim como aconteceu com a Bruna. Ela tem essa diferença de personalidade de um momento para o outro”.

 

 

G1 PB

Professora é afastada após postar fotos seminua no Twitter nos EUA

professora-twitterUma professora foi afastada administrativamente de uma escola do Estado americano do Colorado após postar fotos seminua e fazer comentários sobre uso de drogas em seu perfil no Twitter. Carly McKinney, 23 anos, foi apoiada por alguns alunos, que fizeram uma campanha na rede social. As informações são da TV 9News, afiliada da NBC.

 

“Nua. Molhada. Chapada”, escreveu a professora em uma das mensagens no Twitter. Em outro momento, ela escreve sobre ter maconha na escola. “Vendo uma prisão por drogas no estacionamento. É engraçado porque eu tenho maconha no meu carro no estacionamento.”

A conta ainda falava sobre o trabalho como professora – “em vez de ser produtiva, eu estou no Twitter” – e tinha fotos de Carly seminua. Após reportagem da TV na segunda-feira, o perfil foi apagado da rede social. Segundo a9News, os oficiais do distrito onde fica a escola investigam o caso.

Conforme reportagem da TV desta quarta-feira, alguns alunos defendem a professora – que está em seu primeiro ano na escola. “É uma professora com cinco ou seis anos a mais que nossos estudantes mais velhos, então nós temos uma relação em nível pessoal com ela”, diz um estudante ouvido pela TV identificado apenas como Shaun. Até uma campanha foi feita no Twitter com a hashtag “#freecrunkbear” (@crunk_bear é o nome da conta da professora) para que ela não sofra punições.

A reportagem afirma ainda que professores ouvidos afirmam que a atitude de Carly “não foi inteligente”, mas defendem seu direito de se expressar e acham que ela não deveria ser demitida por causa disso. A TV diz que a professora respondeu algumas perguntas por telefone, mas negou uma entrevista após dizer que precisaria de permissão dos administradores da escola.

 

 

Terra

Locutora de rádio comunitária de Mari (PB) é afastada da emissora por perseguição política

http://3.bp.blogspot.com/-ZRIoES4OeDs/UJfA6XK627I/AAAAAAABDPM/0TWUUEjrBTw/s1600/Entrevista-com-Eva-Wilma.jpg

Comunicadora Eva Wilma durante entrevista com o repórter Silvano Silva

 

Perseguição política? – Repete-se na história da Rádio “Comunitária” Araçá FM de Mari, a mesma história ocorrida no ano de 2008, onde comunicadores foram EXPULSOS da emissora comunitária simplesmente por não atenderem aos interesses políticos de sua direção.

Dessa vez, a “sorteada” para amargar tal sensação foi a comunicadora Eva Wilma, que até antes das eleições, era considerada pela própria direção da Rádio Araçá como uma comunicadora de destaque por sua opinião firme, participativa e determinada, conforme disse uma vez o próprio diretor-presidente da emissora, Severino Ramo, durante seu programa jornalístico.

A comunicadora que até os primeiros dias do período eleitoral era ligada ao grupo político dos que compõem a diretoria da emissora, foi afastada da emissora comunitária sem direito a defesa e diz acreditar que trata-se de perseguição política, tendo em vista que seu afastamento ocorreu após aderir ao grupo político adversário.

O Blog Mari Fuxico, através do nosso repórter Silvano Silva, que no ano de 2008 foi um dos que foram expulsos injustamente da Rádio Araçá FM por prestar trabalho PROFISSIONAL durante campanha política, conversou com a Eva e essa entrevista você confere logo abaixo, em áudio e transcrita. Confira:

ENTREVISTA NA ÍNTEGRA

Mari Fuxico: Eva, hoje a pergunta que é feita no município e, lógico, pelas pessoas que fazem comunicação é: qual o motivo real da sua saída, do seu afastamento da Araçá FM, haja vista que você vinha fazendo um bom trabalho em suas participações nos programas jornalísticos daquela casa?

Eva: Silvano, sinceramente, até eu fico com essa pergunta na minha mente; realmente eu não sei! Isso aconteceu há duas semanas atrás, e eu me mantive em silêncio essa semana toda, inclusive pros blogs, pra mídia como um todo e pros ouvintes que eu conquistei. Semana passada, que foi na quarta-feira, eu recebi uma ligação de uma diretora da casa (Araçá FM) e ela dizia que queria falar comigo. Como eu trabalho em Sapé e estava ocupada, acabei não podendo ir e na sexta-feira que antecedia o programa do sábado, ela avisou que eu estava afastada da rádio e eu perguntei a ela por qual motivo e disse que eu teria o direito de saber o motivo do afastamento. A resposta que eu obtive dela foi o seguinte, que nada dura para sempre e que a verdade um dia aparece e que mais cedo ou mais tarde eu iria saber.
Mari Fuxico: Quem foi essa pessoa, no caso, essa diretora?
Eva: No caso, foi a Silvana. E, imediatamente eu liguei para o meu companheiro de programa, que é o presidente Severino Ramo que, ao que parece, ele tá se afastando e colocou uma comissão pra ficar meio que nessa transição no lugar dele que é o Marcelo Joaquim, o Ricardo Alves e a própria Silvana. E ele falou também pra mim que não sabia dessa decisão e que quando ele retornasse de viagem, já que ele mora em João Pessoa, é que ele iria saber dos detalhes. No sábado pela manhã, que sábado esse fez oito dias, eu estive lá na rádio pessoalmente e questionei no caso Silvano e também o Marcelo Joaquim sobre o real motivo. Foram colocadas algumas coisas que pra mim é sem nexo; uma das coisas que foram colocadas foi a questão que os apresentadores não poderiam estar em palanques; no meu caso em específico, eu participei da política de Mari e todo mundo sabe e todo mundo tem o seu lado político e, inclusive a rádio estava dividida, extremamente dividida e participando ativamente da política de Mari, as pessoas que compõem a rádio, na grande maioria. Estive no palanque do prefeito eleito apenas uma única vez, colocando o motivo da minha adesão e em momento nenhum, inclusive está gravado, eu usei o nome da rádio Araçá FM; eu mantive a minha ética e a minha postura. Colocaram também a questão de… no dia da entrevista do atual prefeito Antônio Gomes que eu ainda estava na rádio, antes das eleições, eu me senti ofendida porque o prefeito em nenhum momento sequer me cumprimentou no ar e, eu postei três coisas no meu twitter pessoal que, inclusive está lá ainda e eu disse a eles que se quisessem eu imprimiria e mostraria pra eles, mas isso foi usado como se eu não pudesse ter feito aquilo, haja vista que eu ser uma profissional, mas eu também achei esse motivo muito vago, pois não era motivo pra me tirar! Em momento nenhum eu feri o estatuto da rádio, eu não faltava, eu cumpria meus horários e tentava a todo o momento ser imparcial, então a grande pergunta que fica no ar é o seguinte: Me tiraram porquê? Será que tem alguma relação com a minha adesão pra outro grupo político da cidade? Será que se eu me mantivesse no mesmo grupo em que eu estava antes, eu ainda permaneceria lá? Eu me mantive em silêncio esse tempo todo pra ver se existia alguma satisfação da parte deles para comigo. Como isso não existia, então todo mundo me perguntava o motivo e outras pessoas questionavam que eu teria feito alguma coisa e por isso estava calada… Eu não sou um ser humano e nem uma mulher de me manter em silêncio, pois eu tenho minha consciência tranquila de que não cometi nada de grave dentro da emissora, inclusive, eu não posso negar a importância da emissora em si pra cidade; é um patrimônio de Mari e se tem problemas não é com a questão da emissora e eu acho que o que tem que mudar não é isso. Quando algumas pessoas falam que tem que fechar, eu não concordo; tem que continuar, agora a maneira como a emissora está levando seus programas nos últimos tempos, eu acho que é isso que tem que mudar.

Mari Fuxico: Eva, você tem procurado conversar com o presidente daquela casa, o senhor Ramos, pois como você anteriormente falava ele não havia se pronunciado com relação a sua saída; ele tem recentemente se pronunciado ou você tem procurado ouvi-lo, como que ficou? Ele tem dito algo com relação a essa questão ou ele continua em silêncio?

Eva: Isso me comunicaram no sábado. A Silvana me fez um comunicado na sexta-feira e imediatamente eu liguei pra Ricardo Alves e ele também na ligação, e eu acredito que ele não vá dizer que é mentira, porque a gente dispõe de um sistema de telefonia bastante eficiente que tudo o que você fala fica gravado. Então, o que Ricardo Alves me disse foi o seguinte (na sexta-feira após a ligação da Silvana), que não tava sabendo dessa decisão. A única vez que eu falei com o Ricardo foi essa e fora essa, não falei mais. No sábado, quando eu fui na emissora, eu só falei com Silvana e com o Marcelo Joaquim. Em seguida, no domingo, eu conversei a noite com o atual presidente Severino Ramos, e ele me colocou o seguinte: como ele já tinha colocado em público que ele estava se afastando da emissora, ele tava deixando essas decisões para serem tomadas por essa equipe que são o Marcelo Joaquim, o Ricardo Alves e a Silvana, e que esses três iriam colocar pra ele o real motivo da minha saída. Conversei com ele no domingo e de lá para cá, não tive nenhum contato ainda com ele, haja vista o mesmo dizer que tá se afastando da presidência da rádio e que todas as decisões tomadas a partir de agora fica com Silvana, Marcelo Joaquim e o Ricardo. Então, fica essa dúvida no ar… Eu não sei se realmente procede isso do Ramos não estar no meio dessa decisão e eu, particularmente Silvano, sou o tipo de pessoa que até que me prove o contrário, como a gente já dividiu aquele estúdio durante quase um ano e ele o tempo todo me diz que não estava no meio dessa decisão, então, até que me prove o contrário, eu prefiro acreditar na palavra dele que ele disse que não tava. Agora, eu tenho como ser humano e como pessoa colaboradora daquela emissora que eu fui durante algum tempo, eu mereço e tenho o direito de saber o real motivo da minha saída.
Mari Fuxico: Você acha que essa questão tem haver realmente com a política, ou eu poderia dizer, com a politicagem feita?
Eva: Eu acredito que sim! No caso, nunca foi mentira pra ninguém que a rádio tinha uma tendência ao nosso atual prefeito Antônio Gomes. Inclusive, quando eu tava lá, aprendi muita coisa na rádio e tentava inclusive, não tomar partido político nenhum. Mesmo quando eu tava no grupo de seu Antônio Gomes, eu tentava não criticar, no caso, o opositor dele na época, o Marcos Martins e eu também não tentava criticar o atual prefeito. E quando eu aderi, em momento nenhum eu fui pra palanque, para blog nenhum; então eu desafio alguém que tenha alguma coisa gravada dizendo que eu ataquei o atual prefeito, pelo contrário, eu é que fui atacada. Me senti extremamente desrespeitada quando dentro do estúdio ele entrou e, eu disse inclusive aos seus assessores, que ele sequer me cumprimentou; sequer me deu um bom dia, porque naquele momento eu ainda estava na casa e estava dividindo o estúdio na época com o Severino Ramos. Mas, eu acredito que tem sim relação política! E isso eles não podem me culpar não! Dizer que tá me tirando por causa da questão da política não, porque eu tava no grupo de Marcos Martins, mas também tinham pessoas da rádio, na época o Marcelo Joaquim inclusive, que tava na coordenação de campanha de seu Antônio Gomes, que isso Silvano, é natural nas pessoas. A gente vive num país democrático, onde ele defende o lado dele e eu defendo o meu, contanto que use a justiça; já que ele pode defender o lado dele, me deixasse também defender o meu, mas que também não usasse isso contra mim. Agora, só esclarecendo, porque eu também ouvi de Silvana o seguinte… eu ouvi e não tenho como provar porque, infelizmente, estava só eu, ela e o Marcelo Joaquim: “Eva, já deu… o que tinha de dar já deu! As coisas, elas acabam e nem tudo é eterno”. Realmente, nem tudo é eterno, e em momento nenhum eu estou aqui querendo retornar a emissora à força, e inclusive é uma decisão minha, e eu já vinha pensando inclusive em sair e não tô fazendo isso pra mim voltar a emissora não; eu estou fazendo isso porque eu quero uma questão de justiça, uma questão de satisfação; e eu acho que como ser humana, eu mereço isso. Uma semana antes de anunciarem minha saída, em um programa, no próprio ‘Araçá em Debate’, o próprio Severino Ramos anunciou a saída dele, e com esta saída, eu não sei bem os trâmites legais, parece-me que tem que haver uma assembleia para colocar outra pessoa, é alguma coisa nesse sentido…

Mari Fuxico: Então a sua saída não deveria ser passada por essa assembleia, já que a emissora é comunitária?
Eva: Complementando meu raciocínio, foi eleito, não sei como também, não sei se a palavra é eleita ou indicada, essa comissão que é o Marcelo Joaquim, diretor de programação, o Ricardo Alves e a Silvana, para estarem a frente de algumas decisões até que a assembleia tivesse… é como se fosse uma equipe pra ajeitar a casa. Então, eu também acho que deveria passar por assembleia. Algumas pessoas me disseram isso, mas eu confesso que a única coisa que eu estou querendo é sair de cabeça erguida e eu também adquiri bastante ouvintes, pessoas que gostavam do meu trabalho e eu tenho certeza que eu tenho que dá uma satisfação a essas pessoas. Eu quero um pronunciamento do real motivo pelo qual eu sai daquela casa. É uma emissora comunitária, é uma rádio escola, onde eu aprendi muita coisa ali dentro e eu acho que a sociedade de Mari merece uma satisfação e eu como ser humano, mereço uma satisfação justa também e não coisas que são cogitadas, porque até pra você acusar alguém de alguma coisa, você tem que ter provas. A palavra, ela tem poder, e a gente tem que ter muito cuidado com o que a gente fala. Teve essa história no passado, de você e outros companheiros que saíram também por causa disso, que se referiu muito a questão da perseguição política; então, se isso realmente aconteceu e não tem uma explicação lógica, porque mais uma vez, Silvano, eu sou uma pessoa que vim aqui pra Mari na questão da luta do MST, então, eu tive que passar muito tempo pra construir meu nome aqui e eu desafio qualquer pessoa a rebuscar meu passado profissional e ver se tem alguma coisa que possa manchar sobre isso, dentro do MST, dentro dos locais que eu trabalhei e na rádio Araçá FM eu tentava dar o melhor de mim, porque realmente foi uma coisa que eu aprendi a gostar de fazer. Então, minha consciência é bastante tranquila sobre isso; eu sei que eu não cometi graves erros lá dentro. Claro que cada ser humano tem o seu comportamento, uns são mais estourados, outros gostam de falar mais a verdade, outros não conseguem levar muito desaforo… eu confesso que eu tenho um comportamento as vezes meio explosivo, mas que também isso nunca gerou grandes problemas. E eu tenho uma opinião muito particular. Até a hora que me provem, agora tem que me provar, ‘você saiu por este motivo aqui’, ‘você feriu o estatuto da rádio Araçá FM neste motivo aqui’, eu afirmo que foi perseguição política! Tenho muito cuidado com o que eu falo e com o que eu escrevo, porque a gente vive numa sociedade que ela tem leis e a gente tem que provar o que a gente fala; então, até que me provem o contrário da minha saída, eu afirmo que foi a questão da perseguição política.

Mari Fuxico: Desejamos a você, boa sorte e que esse caso possa ser resolvido, no mínimo como você espera e que a explicação seja dada, não somente a você, mas sobretudo a nossa sociedade, porque a emissora como foi bem citado durante a entrevista, ela é comunitária. Seus ouvintes merecem sem sombra de dúvidas um esclarecimento por parte da direção da emissora, e a gente espera que isso possa no mais rápido possível, ser dado.

Eva: É isso que eu conto. Só repetindo mais uma vez, eu preferi silenciar a semana inteira, nas minhas redes sociais, e só quem tava sabendo disso eram as pessoas próximas a mim que, inclusive sentiram minha falta na emissora, pra que depois não fosse acusada de fazer sensacionalismo em cima disso. Mas, os dias foram passando e ficou no ar, como se… já que quem cala consente, na linguagem popular, era como se eu tivesse alguma coisa a temer, Silvano. E como eu não tenho nada a temer e tenho minha consciência extremamente tranquila que eu até onde eu pude como ser humano, porque ali dentro ninguém é profissional e a gente aprende, e eu aprendi muito ali dentro e não posso negar, a única coisa que estou querendo é uma explicação. Fora isso, eu não quero mais nada. Agora, eu preciso de uma explicação; os meus ouvintes que eu conquistei ali dentro da rádio Araçá FM, também merecem uma explicação da questão da minha saída. É apenas isso que eu quero. Eu também agradeço o espaço do blog, agradeço bastante e tô a disposição no que for necessário.

Mari Fuxico: E por falar em explicações, como sempre fazemos, o espaço aqui do blog está aberto para o senhor Severino Ramos, presidente da rádio Araçá FM.

Ouça em aúdio

Redação do Blog Mari Fuxico

Prefeita de Natal é afastada por envolvimento em esquemas de fraudes em licitações

A prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), foi afastada nessa quarta-feira, 31, do cargo. A decisão foi do desembargador Amaury Moura, do Tribunal de Justiça. Ele acatou o pedido feito pelo procurador geral de Justiça, Manoel Onofre Neto. Em ação com pedido liminar, o Ministério Público denunciou o suposto envolvimento da prefeita em esquemas de fraudes em processos licitatórios da Secretaria Municipal de Saúde. O caso ficou conhecido como Operação Assepsia, onde foram denunciados empresários, procurador do município e secretários por ilegalidades em contratos de empresas para gerenciarem as Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e a Assistência Médico Especializada (AME).

A gestora enfrenta uma crise que culmina com o índice de desaprovação superior a 95%, segundo atestou pesquisa Ibope. Na ação, o procurador geral de Justiça pediu também o afastamento dos secretários municipais de da Copa, Jean Valério, e do Meio Ambiente e Urbanismo, Bosco Afonso. No entanto, o desembargador não analisou o pleito do Ministério Público para os dois se afastarem. Todo processo, envolvendo a prefeita e seus auxiliares, tramita em segredo de justiça.

O cargo de titular do Executivo será ocupado pelo vice-prefeito, Paulinho Freire (PP), que foi eleito vereador no pleito municipal deste ano. Micarla de Sousa, presidente estadual do Partido Verde, fez uma carreira política rápida. Filha do ex-senador Carlos Alberto de Sousa (já falecido), a jornalista se elegeu em 2004 vice-prefeita de Natal, na chapa do então prefeito (e hoje prefeito eleito) Carlos Eduardo (PDT). Menos de seis meses depois de tomar posse no cargo, já rompeu com o gestor. Em 2006 foi eleita deputada estadual e dois anos depois chegou ao cargo mais importante no município, com a eleição para prefeita de Natal, vencendo o pleito no segundo turno.

Durante a manhã de hoje, após saber que havia sido afastada da prefeitura, Micarla de Sousa permaneceu em casa e não concedeu entrevista à imprensa ou emitiu nota oficial. O telefone celular do secretário municipal de Comunicação continua desligado. A administradora afastada recebeu, nessa manhã, a visita de alguns auxiliares de primeiro escalão, mas eles também não concederam qualquer declaração à imprensa.

Estadão

CNJ decide manter juíza paraibana afastada do cargo

Por maioria dos votos, o plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) rejeitou, nesta terça-feira (31/7), durante a 151ª sessão ordinária, liminar que mantinha no cargo a juíza Maria de Fátima Lúcia Ramalho, do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba.

Dessa forma, volta a prevalecer a decisão do TJPB, tomada em maio deste ano, de afastar a magistrada em razão de Processo Administrativo Disciplinar instaurado contra ela no Tribunal.

A decisão do plenário do CNJ ocorreu na análise do Procedimento de Controle Administrativo que tem a juíza como requerente e o conselheiro Fernando da Costa Tourinho Neto como relator.

Por 11 votos a 3, o plenário derrubou a liminar que havia sido concedida pelo relator em julho, em favor da permanência da magistrada no cargo.

O afastamento da juíza Fátima Lúcia Ramalho da 5ª Vara de Fazenda Pública de João Pessoa, da qual era titular, foi decretado em sessão administrativa do TJPB, realizada em 2 de maio.

Naquela ocasião, o TJPB acolheu representação contra a magistrada e decidiu instaurar contra ela Processo Administrativo Disciplinar para apurar fatos denunciados pela Procuradoria Geral do Estado.

Ascom