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Aesa registra mais chuvas no sertão e açudes recebem recarga

Cajazeiras, no alto sertão paraibano, é a cidade onde mais choveu este ano. De acordo com o setor de Monitoramento e Hidrometria da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba, até esta sexta-feira (10), já foram anotados 209,4 milímetros. Nos dez primeiros dias de 2020 também choveu bastante em Santo André (199,5 mm), São João do Cariri (185,9 mm), Juazeirinho (179,6 mm) e Juru (162 mm).

As chuvas registradas no interior do estado estão melhorando a situação dos açudes. Destaque para o reservatório Epitácio Pessoa, localizado na cidade de Boqueirão, que tinha 70 milhões de metros cúbicos e agora está com 85 milhões. Em apenas 48 horas, a barragem de São Gonçalo, em Sousa, recebeu um aporte de 55 mil metros cúbicos; e Coremas, na cidade de mesmo nome, ganhou 181 mil metros cúbicos.

De acordo com o Boletim de Análise e Previsão do Tempo da Aesa, a noite desta sexta-feira (10) pode ser de mais chuvas nas regiões do Cariri, Sertão e Alto Sertão. A previsão é de que os termômetros variem entre a temperatura máxima de 36 graus (durante a tarde) e a mínima de 21 (na madrugada).

Trimestre – De janeiro a março de 2020 a tendência é de que as chuvas ocorram dentro da média histórica no semiárido paraibano. Esta previsão foi anunciada no mês passado, pela Aesa, depois que especialistas em recursos hídricos da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte discutiram as principais características climáticas do setor Norte da região Nordeste.

Secom-PB

 

 

Açude de Boqueirão na PB recebe mais de 6 milhões de m³ de água em menos de 24 horas, diz Aesa

O Açude Epitácio Pessoa localizado no município de Boqueirão, no Cariri paraibano, recebeu 6 milhões de m³ de água em menos de 24 horas. Os dados são da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa) e foram atualizados às 12h desta quinta-feira (9).

O volume passou de 68.669.436,52 milhões de m³ de água para 75.189.947 m³ e representa um aumento de cerca de 60 mm na lâmina de água do reservatório.

Conforme a agência, as águas que entraram no manancial têm origem das chuvas que caíram em municípios do Cariri do estado desde a quarta-feira (8) e foram levadas ao manancial por meio do Rio Taperoá.

Ainda na quarta-feira, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de perigo potencial de chuvas para 81 municípios do Cariri e Seridó paraibano. O aviso foi ampliado para 111 cidades nesta quinta-feira até às 9h da sexta-feira (9).

Entre as cidades onde mais choveu estão Santo André, São João Cariri, Parari e Coxixola.

G1

 

João Pessoa registra maior volume de chuvas da Paraíba em 2019, conforme dados da Aesa

João Pessoa foi a cidade que registrou o maior volume de chuvas durante todo o ano de 2019 na Paraíba. Os dados são da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), que mostram que entre janeiro e dezembro do ano passado as chuvas na capital do estado somaram cerca de 2.117,9 mm, na estação de monitoramento DFAARA.

O município tem outras três estações de monitoramento. Entre elas, estão a Mares que registrou 1735,1 mm; CEDRES, com 1.704,4 mm e Mangabeira, com 942,9 mm.

Em 2017 e em 2018, João Pessoa também foi o município com o maior índice de chuvas na Paraíba. Em 2017, a cidade registrou 2.078,6 mm. Já em 2018, o município totalizou 1.523,7 mm.

A cidade com o segundo maior volume de chuvas no ano de 2019 foi Alhandra com 2041,3 mm; seguida de Rio Tinto, com 1762,0 mm, que apresentou o terceiro maior volume de chuvas no estado. Todas elas estão localizadas no Litoral da Paraíba.

Já o município que registrou o menor volume de chuvas foi São José do Bonfim, localizado no Sertão do estado. A cidade totalizou cerca de 3 mm decorrentes de chuva em 2019.

Somando os volumes registrados em todo o estado, os dados disponíveis no site da Aesa mostram que a Paraíba recebeu mais chuvas no ano de 2019, do que em 2018. Em 2019, foram registrados 181.846,9 mil mm de chuvas. Já no ano de 2018 foram 154 mil mm.

Campina Grande

Em Campina Grande, no Agreste paraibano, os dados da Aesa mostram que na estação da Embrapa os volumes registrados totalizam 657,1 mm de chuvas; a de São José da Mata aponta 602,7 mm; a do INSA mostra 450,7 mm e a do Sítio Açude de Dentro de 337,4 mm em todo o ano de 2019. Em 2018, o volume registrado na estação Embrapa foi de 679,1 mm.

Monteiro

Monteiro, no Cariri do estado, apresentou um volume de 6 mm na estação do INMET e de 566,1mm na da Embrapa. Em 2018, o volume total do de chuvas no município foi de 488,6 mm.

Patos

No Sertão do estado, a cidade de Patos recebeu 639,6 mm de chuvas durante todo o ano de 2019. O volume foi maior do que o registrado em 2018, quando o município recebeu 544,2 mm durante todo o ano.

Sousa

Em Sousa, no Alto Sertão do estado, a estação do distrito de São Gonçalo registrou que em todo o ano de 2018 a cidade recebeu 846,1 mm de chuvas. O volume de 2019 foi menor do que o registrado em 2018, de 907,4 mm.

Previsão para primeiro trimestre de 2020 favorece ocorrência de chuvas

A previsão do tempo para o primeiro trimestre de 2020 favorece a ocorrência de chuvas, na Paraíba. A informação é da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). As chuvas devem acontecer dentro da média histórica no semiárido paraibano, que contempla as regiões do Alto Sertão, Sertão e Cariri/Curimataú, entre os meses de janeiro e março de 2020.

De acordo com a meteorologista Marle Bandeira, o fenômeno El Niño, que provoca alteração significativas na distribuição da temperatura, com grande alterações no clima, não deve ocorrer. O fenômeno La Ninã também não está previsto.

Municípios do Sertão paraibano registram chuvas de mais de 80mm no primeiro dia de 2020

Oito cidades do Sertão paraibano tiveram índice de chuvas superior a 80mm, na quarta-feira (1º). De acordo com a meteorologista da Agência Estadual de Gestão das Águas (Aesa), Marle Bandeira, há possibilidade de mais chuvas na região.

Os municípios de Cajazeiras, Aparecida, Lagoa, Aguiar, São Francisco, Igaracy, Ibiara e Marizópolis foram os que apresentaram maior índice pluviométrico na região. Algumas cidades já ultrapassaram a média de chuvas esperadas no mês de janeiro, entre elas Aparecida e Lagoa.

O maior índice de chuvas registrado na quarta-feira foi de 102,1mm, no município de Cajazeiras.

g1

 

Meteorologista da AESA prevê mais chuvas para a Paraíba neste início de ano

O início do ano começou com chuvas fortes na Paraíba, principalmente no Sertão do Estado. Em alguns municípios, a chuva caída nesses primeiros três dias do ano, ultrapassou toda a média pluviométrica prevista para todo o ano.
E o tempo deve se manter favorável para a chegada de novas chuvas.

De acordo com a meteorologista da Agência Estadual de Gestão das Águas (Aesa), Marle Bandeira, as chuvas deverão seguir, inclusive com possibilidade de aumento. Vale lembrar que, climatologicamente os meses que mais chove na Paraíba, é entre junho e setembro. No entanto, o período invernoso em algumas regiões do Estado, ocorre entre março e junho.

A meteorologista afirmou que o ano já começou com chuvas previstas em várias regiões do estado paraibano.
– Os maiores índices de chuva ocorreram no sertão e alto sertão da Paraíba. Eram chuvas que estavam previstas, essa ocorrência é devido ao vórtice ciclônico – afirmou.
Segundo análise de especialistas, estima-se que as chuvas seguirão ocorrendo.

– A Aesa realizou uma reunião,e nós fizemos uma previsão de chuvas dentro da média, principalmente para o sertão, alto sertão e curimataú- explicou

Marlen ressaltou que mesmo com a índice de chuvas, a Rainha da Borborema ainda terá altas temperaturas.
– A temperatura vai ficar alta, pois estamos em pleno verão. Vamos sentir calor, mas dentro da média, não tão quente como foi na primavera- disse.

SL
PB Agora

 

 

Paraíba começa 2020 com um açude sangrando e 33 em situação crítica, diz Aesa

Um levantamento feito com base nos últimos volumes registrados em açudes localizados na Paraíba mostra que o estado começou o ano de 2020 com um açude sangrando e outros 33 em situação crítica, com menos de 5% da capacidade total. Os dados são da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), responsável pelo monitoramento de 134 reservatórios.

Ainda conforme os volumes extraídos do site da instituição na quinta-feira (2), o único manancial paraibano que está sangrando é o São José II, localizado em Monteiro, no Cariri do estado. O reservatório possui capacidade para 1.311.540 m³ de água e conta com 1.311.540 m³.

Outros 47 mananciais estão em observação, com menos de 20% do volume total. Outros 53 estão com volume maior que 20% da capacidade total.

De acordo com a Aesa, os períodos chuvosos da Paraíba ocorrem geralmente no primeiro semestre do ano, dependendo da região. Segundo a meteorologista Marle Bandeira, a previsão do tempo para o primeiro trimestre de 2020 favorece a ocorrência de chuvas.

“As chuvas devem se comportar dentro da média. Mas a previsão diária é que vai dizer em que bacias elas vão se concentrar”, explicou Marle.

Veja a lista de açudes com menos de 5% do volume

  • Algodão, em Algodão de Jandaíra
  • Arrojado, em Uiraúna
  • Capivara, em Uiraúna
  • Caraibeiras, em Picuí
  • Chupadouro I, em São José do Rio do Peixe
  • Covão, em Areial
  • Curimataú, em Barra de Santa Rosa
  • Emídio, em Montadas
  • Felismina Queiroz, São Vicente do Seridó
  • Gamela, em Triunfo
  • Jandaia, em Bananeiras
  • Jatobá II, em Princesa Isabel
  • Mamuleco, em Ibiara
  • Manguape, em São Sebastião de Lagoa de Roça
  • Milhã (Evaldo Gonçalves), em Puxinanã
  • Nova Camará, em Alagoa Nova
  • Olivedos, em Olivedos
  • Ouro Velho, em Ouro Velho
  • Pocinhos, em Monteiro
  • Poleiros, em Barra de Santa Rosa
  • Prata II, na Prata
  • Riacho de Santo Antônio, em Riacho de Santo Antônio
  • Sabonete, em Teixeira
  • Santa Rosa, em Brejo do Cruz
  • Serra Branca II, em Serra Branca
  • Serrote, em Monteiro
  • Soledade, em Soledade
  • Sumé, em Sumé
  • São Mamede, em São Mamede
  • São Paulo, na Prata
  • Tapera, em Brejo do Cruz
  • Várzea, em Várzea
  • Várzea Grande, em Picuí

Veja a lista de açudes com menos de 20% do volume

  • Acauã (Argemiro de Figueiredo), em Itatuba
  • Bastiana, em Teixeira
  • Bom Jesus, em Carrapateira
  • Bom Jesus II, em Água Branca
  • Boqueirão do Cais, em Cuité
  • Bruscas, em Curral Velho
  • Cacimbinha, em São Vicente do Seridó
  • Camalaú, em Camalaú
  • Campos, em Caraúbas
  • Canafístula II, em Borborema
  • Carneiro, em Jericó
  • Chupadouro II, em Serra Redonda
  • Cochos, em Igaracy
  • Cordeiro, no Congo
  • Coremas, em Coremas
  • Coronel Jueca, em Cacimbas
  • Engenheiro Arcoverde, no Condado
  • Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras
  • Epitácio Pessoa, em Boqueirão
  • Escondido, em Belém do Brejo do Cruz
  • Frutuoso II, em Aguiar
  • Glória, em Juru
  • Gurjão, em Gurjão
  • Jenipapeiro (Buiú), em Olho D`Água
  • José Rodrigues, em Campina Grande
  • Lagoa do Arroz, em Cajazeiras
  • Livramento (Russos), em Livramento
  • Mucutu, em Juazeirinho
  • Mãe D’água, em Coremas
  • Namorado, em São João do Cariri ]
  • Novo II, em Tavares
  • Paraíso (Luiz Oliveira), em São Francisco
  • Pilões, em São João do Rio do Peixe
  • Pirpirituba, em Pirpirituba
  • Poções, em Monteiro
  • Riacho das Moças, em Teixeira
  • Riacho dos Cavalos, em Riacho dos Cavalos
  • Riacho Verde, em Boa Ventura
  • Santa Luzia, em Santa Luzia
  • Serra Branca I, em Serra Branca
  • Serra Vermelha I, em Conceição
  • São Domingos, em São Domingos do Cariri
  • São Francisco II, em Teixeira
  • São José IV, em São José do Sabugi
  • São Sebastião, em São Sebastião de Lagoa de Roça
  • Timbaúba, em Juru
  • Vaca Brava, em Areia

Veja a lista de açudes com mais de 20% do volume

  • Albino, em Imaculada
  • Araçagi, em Araçagi
  • Baião, em São José do Brejo do Cruz
  • Bartolomeu I, em Bonito de Santa Fé
  • Bichinho, em Barra de São Miguel
  • Brejinho, em Juarez Távora
  • Cachoeira da Vaca, em Cachoeira dos Índios
  • Cachoeira dos Alves, em Itaporanga
  • Cachoeira dos Cegos, em Catingueira
  • Cacimba de Várzea, em Cacimba de Dentro
  • Cafundó, em Serra Grande
  • Capoeira, em Santa Terezinha
  • Catolé I, em Manaíra
  • Chã dos Pereiras, em Ingá
  • Condado, em Conceição
  • Duas Estradas, em Duas Estradas
  • Emas, em Emas
  • Farinha, em Patos
  • Gavião, em Fagundes
  • Gramame, no Conde
  • Jangada, em Mamanguape
  • Jatobá I, em Patos
  • Jenipapeiro, em São José de Lagoa Tapada
  • Jeremias, em Desterro
  • Lagoa do Matias, em Bananeiras
  • Lagoa do Meio, em Taperoá
  • Lancha I, em Aguiar
  • Marés, em João Pessoa
  • Massaranduba, em Massaranduba
  • Olho D’água, em Mari
  • Pedra Lisa, em Imaculada
  • Pimenta, em São José de Caiana
  • Piranhas, em Ibiara
  • Pitombeira, em Alagoa Grande
  • Poço Redondo, em Santana de Mangueira
  • Queimadas, em Santana dos Garrotes
  • Riacho Fundo, em Tenório
  • Roçado, em Conceição
  • Saco, em Nova Olinda
  • Santa Inês, em Santa Inês
  • Santo Antônio, em São Sebastião do Umbuzeiro
  • Saulo Maia, em Areia
  • Sindô Ribeiro, em Massaranduba
  • Suspiro, em Serra da Raiz
  • São Gonçalo, em Sousa
  • São José I, em São José de Piranhas
  • São José III, em São José dos Cordeiros
  • São Salvador, em Sapé
  • Taperoá II (Manoel Marcionilo), em Taperoá
  • Tauá, em Cuitegi
  • Tavares II, em Tavares
  • Vazante, em Diamante
  • Video, em Conceição

 

G1

 

 

Barragens geridas pelo Estado na Paraíba não correm risco, diz Aesa

Nenhuma barragem de responsabilidade do Governo do Estado corre riscos, é o que assegura Porfírio Catão Cartaxo, presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba. Nesta quarta-feira (11), foi divulgado o Relatório de Segurança de Barragens (RSB) 2018, que revelou problemas ‘críticos’ em quatro barragens da Paraíba: Mucutu (Juazeirinho) e Queimadas (Queimadas) com erosões talude de jusante, Cachoeira dos Cegos (Catingueira) com drenagem danificada, e Saulo Maia (Areia) com hidromecânica inoperante.

Ao programa Hora H, da Rede Mais, Porfírio explicou que o relatório divulgado é referente ao ano de 2018 e que a maioria dos problemas já teriam sido solucionados.

“O relatório citou quatro barragens que nos informamos que tinha algumas anomalias, a Aesa já fez intervenções nelas, a barragem de Queimadas por erosões talude de jusante, a de Cachoeira dos Cegos por drenagem danificada, e Saulo Maia por hidromecânica inoperante”, explicou.

Somente na barragem de Mucutu ainda está sendo feito reparos pela Secretária de Infraestrutura e Recursos Hídricos.

“Nenhuma barragem de responsabilidade do Estado da Paraíba corre risco para a população”, ressaltou o presidente da Aesa.

MaisPB

 

 

Açude de Boqueirão está com menos de 21% de sua capacidade e AESA reduz vazão da saída de água

Sem contar com as águas da tranposição do Rio São Francisco há quase seis meses, o açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão, está com pouco mais de 20% de sua capacidade. Apesar da redução do volume de água, o engenheiro da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa-PB), Isnaldo Cândido, garantiu que a água é suficiente para abastecer Campina Grande e mais 18 municípios do Compartimento da Borborema, até dezembro. Ele afastou o risco de um novo racionamento, No entanto, ele alertou para o uso racional da água.

Como medida para evitar futuros problemas hídricos, a AESA reduziu em 85% a vazão da saída de água das comportas do Epitácio Pessoa, para a barragem de Acauã, no município de Itatuba, no Agreste. A medida começou nesta quinta-feira (29).

Segundo o gerente regional da Aesa, João Adelino, desde o mês julho as comportas do Açude de Boqueirão estavam abertas com a liberação de 2 mil litros de água por segundo no Rio Paraíba, que leva água para Acauã. A partir desta quinta-feira, a vazão vai ser reduzida para 300 litros por segundo. Ou seja, será diminuída em 85%.

O gerente explicou que a redução foi autorizada pela Agência Nacional das Águas (ANA) pois o açude de Acauã já recebeu os 8 milhões metros cúbicos de água que precisava para garantir a segurança do abastecimento de 11 cidades da região.

Ainda sobre a vazão, o gerente regional disse que os 300 litros de água por segundo são para garantir a segurança hídrica do Rio Paraíba. Nesse caso, a vazão reduzida vai servir para garantir água corrente no leito do rio, até a barragem de Acauã.

Em 8 de julho deste ano, o açude de Boqueirão, estava com 115,2 milhões de m³ de água, que correspondia a 24,7% da capacidade total. Segundo os dados da Aesa, nesta quarta-feira, o volume está em 100,1 milhões de m³, que equivale a 21,4% da capacidade total.

SL
PB Agora

 

 

 

Presidente da Aesa comemora chuvas, mas se diz preocupado com outras regiões

Em entrevista à rádio Campina FM, o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa), Porfírio Catão Cartaxo, comentou sobre as últimas chuvas do Estado.

Segundo a Aesa, nos últimos dias as chuvas no causaram uma grande recarga nos reservatórios que ficam na região litorânea da Paraíba, porém no Agreste e Brejo a situação é totalmente contrária, e as regiões seguem sofrendo com a estiagem.

As últimas chuvas na faixa leste foram de fato muito importantes. Vários reservatórios vieram a transbordar. Porém, o que precisássemos era que essas chuvas descessem para o Agreste e Brejo, pois é lá que precisamos abastecer as barragens – explicou.

Segundo Porfírio, as últimas chuvas no Estado somaram quase 1 bilhão de metros cúbicos de água acumulados no armazenamento geral.

De acordo com o presidente, existem algumas barragens específicas que necessitam com mais urgência de abastecimento por meio de chuvas.

Temos uma preocupação com as barragens de Capivara, Acauã, e todas as do Brejo, já que abastecem uma grande quantidade de cidades – afirmou.

Ainda segundo o representante da Aesa, a interrupção no bombeamento de água do Rio São Francisco para o açude Epitácio Pessoa dificilmente será regularizado no prazo de 15 dias.

– Nós temos uma tranquilidade em relação ao abastecimento de Campina Grande e as outras cidades que são abastecidas pelo açude de Boqueirão, porém, o prazo deverá ser um pouco maior – contou.

 

paraibaonline

 

 

Jericó é a cidade paraibana onde mais choveu este ano, indica Aesa

Jericó, localizada no sertão paraibano, é a cidade que mais recebeu chuvas este ano na Paraíba. Os pluviômetros do setor de Monitoramento e Hidrometria da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) já registraram 923,8 milímetros.

Teixeira, com 919,9 milímetros, ocupa a segunda posição do ranking das dez cidades paraibanas onde mais choveu este ano. Na seqeência Cajazeiras (908,8mm), Emas (868,5mm), Diamante (861,7mm), Santa Terezinha (861mm), Mato Grosso (849,7mm), Lagoa (848,9mm), Serra Grande (830,8) e Sousa (821,1mm).

Durante a primeira quinzena de maio, os maiores índices pluviométricos foram registrados em Camalaú (167,8mm), Mato Grosso (146,3mm), Itaporanga (131mm), Pedra Branca (124,8) e João Pessoa (118,1mm). Do total anotado este mês em Camalaú, 114,1 milímetros foram registrados na quarta-feira (15).

“As condições de tempo sobre o estado da Paraíba apresentam poucas alterações com relação aos últimos dias. O tempo deverá permanecer com nebulosidade variável e possibilidade de chuvas localizadas”, informou a meteorologista Marle Bandeira.

Açudes 

Dos 132 reservatórios monitorados pelo Governo do Estado, 69 estão com mais de 20% do volume total, 36 têm menos de 20% e 23 açudes estão em situação crítica com menos de 5%. Quatro açudes estão sangrando: Araçagi, na cidade de mesmo nome; Cachoeira de Vaca, em Cachoeira dos Índios; Cafundó, em Serra Grande; e Pimenta em São José de Caiana.

MaisPB

 

 

Aesa prevê chuvas nesta segunda-feira, véspera de feriado

As chuvas devem continuar caindo nesta segunda-feira (30) em várias regiões da Paraíba. As informações são da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). Segundo o órgão, praticamente todas as cidades vão ter nebulosidade variável com possibilidade de chuvas em áreas isoladas.

Nas cidades litorâneas a previsão é temperatura oscilando entre 30 e 23 graus. As nuvens devem variar ao longo do dia e podem ocorrer chuvas esparsas.

No Brejo, a máxima pode chegar a 26 graus. Já no Agreste, os termômetros podem marcar entre 21 e 28 graus. Nessas regiões também pode chover.

Nas cidades que integram o Cariri e Curimataú, a Aesa prevê o céu entre muitas nuvens durante o dia. Contudo, não há previsão de chuvas.

A maior temperatura prevista é para o Sertão do estado: 34 graus. Assim como em toda a Paraíba, poderão ocorrer novas precipitações. No Alto Sertão, a mínima é de 21 graus.

PB Agora

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