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Vigilância Ambiental de Solânea inicia campanha contra o mosquito Aedes Aegypti, que transmite a dengue

“Carro Fumacê” será utilizado próxima semana e agentes de Endemias irão realizar pulverização em locais de maior foco do mosquito .

Vigilância Ambiental iniciou hoje (17), em Solânea, campanha contra o mosquito Aedes aegypti em ruas da cidade. Durante toda a manhã, os agentes fizeram apelo em carro de som, distribuíram panfletos e conversaram com a população sobre as ações para evitar a proliferação do mosquito, além de realizarem visitas às residências. A ação, faz parte das iniciativas que serão realizadas pela Vigilância Ambiental através da Secretaria de Saúde de Solânea com o objetivo de educar a população quanto aos procedimentos e cuidados para evitar a dengue.

O Secretário de Saúde, João Rocha, explicou que neste primeiro momento a campanha foca na conscientização: “Estamos trabalhando a conscientização da população, vamos partir para o trabalho nas escolas e em loco. Para fazer o trabalho onde for detectado um maior foco do mosquito da dengue os agentes irão utilizar bombas motorizadas e manuais. E conseguimos, junto à Secretaria do Estado, o “carro fumacê”, contou. Entre as ruas visitadas estão a Leôncio Costa, Panorâmica, Pernambuco, Pedro Augusto de Almeida e Dionísio Rodrigues. A iniciativa foi muito elogiada pela população “Isso é muito importante, mas primeiro todos precisam se educar e fazer sua parte: limpar lixo da casa e quintal, emborcar pneus e tanques e deixar tudo coberto”, contou Oziélia que mora na Dionísio Rodrigues.

Como evitar a dengue

   O Coordenador da Vigilância Ambiental, Toinho da Saúde, chamou a atenção para a importância dos cuidados da população para evitar a dengue. “É muito importante todos trabalharmos juntos e estarmos vigilantes. O Aedes aegypti põe seus ovos em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água da chuva”, chamou a atenção.

Assessoria de Comunicação

 

PE alerta para risco de surto de infestação por Aedes aegypti

dengueDos 184 municípios pernambucanos, 60 estão em risco de surto de infestação por mosquitos que transmitem zika, chikungunya e dengue. Os dados do primeiro ciclo do Levantamento Rápido de Índice para Aedes aegypti (LIRAa) de 2017 foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). Eles correspondem ao período entre os dias 1º e 21 de janeiro. O boletim ainda aponta 60 cidades em situação de alerta e 45 consideradas satisfatórias.

Dezenove municípios ainda não informaram o resultado do primeiro LIRAa do ano. São eles: Angelim, Belém de Maria, Buenos Aires, Buíque, Cabrobó, Cumaru, Dormentes, Feira Nova, Ferreiros, Glória de Goitá, Ilha de Itamaracá, Itaíba, Itaquitinga, Jatobá, Lagoa dos Gatos, Machados, Primavera, São Lourenço da Mata e Tacaratu.

Vale ressaltar que Fernando de Noronha não entra no balanço. Isso porque a ilha não tem indicação técnica para realização do levantamento, segundo a SES.

O Recife conseguiu manter o índice de infestação de 1.2, considerado estável. De acordo com a Secretaria de Saúde da capital, apenas o bairro da Várzea, Zona Oeste, apresentou “risco muito alto” de infestação pelo Aedes com 6.6 de índice.

Porém, bairros como Torre, Ipsep, Brejo do Beberibe, Córrego do Jenipapo, Macaxeira, Passarinho, Arruda e Campo Grande não registraram o índice.

Por G1

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Exército Brasileiro vai combater o aedes aegypti em 21 municípios paraibanos

exercitoEm decorrência da chegada do período de chuvas em grande parte do país e das ameaças de retorno da proliferação do mosquito Aedes Aegypti com a proximidade do verão, terá início dia 1º de dezembro, em todo o Brasil, a campanha nacional de combate ao transmissor do vírus que causa doenças como dengue, chikungunya, zika e microcefalia.

Através da “Campanha de Combate ao Aedes Aegypti”, o Governo Federal pretende mitigar os impactos causados pela proliferação do mosquito. Para tanto, mobilizará os Ministérios da Saúde e da Defesa, entre outros, além das Forças Armadas, governos estaduais, empresas estatais e prefeituras, para engajamento nas ações de conscientização da sociedade.

O Exército Brasileiro atuará na campanha da mesma forma como trabalhou no início desse ano, buscando localizar e impedir os focos de proliferação do mosquito, e levando informações nas comunidades e escolas visitadas pelas equipes de militares.

No Estado da Paraíba serão atendidos vinte e um municípios indicados pelo Ministério da Defesa, incluindo a Capital, cidades da Região Metropolitana e do interior, em ações desenvolvidas pelo 15º Batalhão de Infantaria Motorizada, 16º Regimento de Cavalaria Mecanizada, 31º Batalhão de Infantaria Motorizada e Companhia de Comando do 1º Grupamento de Engenharia.

A “Campanha de Combate ao Aedes Aegypti” no âmbito do Exército Brasileiro será constituída por palestras de conscientização do público interno e seus familiares para a adoção de medidas preventivas que impeçam a procriação de mosquitos e destruam pontos de acúmulo de água. Serão realizadas, também, ações de eliminação de focos e possíveis criadouros nas áreas de responsabilidade dos quartéis, além de práticas educativas em escolas situadas em locais de grande incidência do mosquito, todas as sextas-feiras, de 2 de dezembro de 2016 à 28 de abril de 2017.

Para marcar o “Dia Nacional da Campanha de Combate ao Aedes Aegypti”, em 2 de dezembro de 2016, o 1º Grupamento de Engenharia realizará uma solenidade militar em sua sede, localizada na Avenida Epitácio Pessoa, nº 2.205, Bairro dos Estados, às 7:30 horas, com a presença de alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental General Rodrigo Otávio (EMEF).

Ocorrerão, também, ações de limpeza e conscientização do público interno, com objetivo de garantir que não existam focos e criadouros de mosquito nas instalações do quartel, nem em suas residências particulares. A intenção é que todos os militares passem a ser instrumento de divulgação de informações entre os familiares com o intuito de mostrar a gravidade do problema e o grau de cada um nas ações de combate ao mosquito. Todas as atividades serão possíveis tendo em vista a capacitação dos militares realizada pela Secretaria de Saúde do Município, ocorrida no período de 21 a 28 de novembro de 2016.

MaisPB com 1º Grupamento de Engenharia

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Governo federal autoriza entrada em casas abandonadas para eliminação do mosquito Aedes aegypti

dengueMedida Provisória publicada nesta segunda-feira (01), no Diário Oficial da União (DOU), autoriza a entrada forçada de agentes públicos de combate ao mosquito Aedes aegypti em imóveis públicos ou particulares que estejam abandonados, ou no caso de ausência de pessoa que possa permitir o acesso ao local. O documento é assinado pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro da Saúde, Marcelo Castro, e concede permissão a autoridades de Saúde federais, estaduais e municipais. A medida deve ser tomada  apenas em situações excepcionais e visa permitir a execução das ações de combate ao mosquito Aedes aegypti e seus criadouros.

De acordo com o texto da Medida Provisória, a entrada forçada em imóveis deve ser feita por profissional devidamente identificado, e deve correr apenas quando a ação se mostrar essencial à contenção das doenças provocadas pelo Aedes (Zika, dengue e chikungunya), em áreas identificadas como potenciais possuidoras de focos transmissores. Além disso, para ficar comprovada a ausência de uma pessoa que possa autorizar a vistoria, é necessário que o agente realize duas notificações prévias, em dias e horários alternados e marcados, num intervalo de dez dias. Essas ações anteriores devem ser descritas devidamente registradas em relatório.

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Cabe destacar que a integridade do imóvel deve sempre ser preservada, ou seja, após a ação, deve-se manter as características físicas do imóvel conforme encontradas. O Ministério da Saúde recomenda que a visita sempre seja acompanhada por autoridades policiais. O texto da Medida também será aplicado sempre que se verificar a existência de outras doenças, com potencial de proliferação ou de disseminação ou agravos que representem grave risco ou ameaça à saúde pública, condicionada à Declaração de Emergência em Saúde Pública.

VISITAS – Até a segunda semana de visitas às residências, ocorridas em janeiro, os agentes de saúde e militares das Forças Armadas percorreram mais de 10,9 milhões de domicílios, sendo que destes, 2,7 imóveis estavam fechados e em outros 45 mil houve recusa dos proprietários. Estes e outros dados estão registrados na Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) de Enfrentamento à Microcefalia, instituída pelo Governo Federal para o enfrentamento ao Aedes e à microcefalia.

Os 10,9 milhões de domicílios visitados pelos agentes de saúde e militares das Forças Armadas representam 22,2% dos 49,2 milhões previstos, conforme balanço da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) de Enfrentamento à Microcefalia.

O relatório contabiliza 3.183 municípios visitados, dos 5.570 definidos para serem vistoriados pelas equipes de combate em todo o País. Ao todo, 22 estados e o Distrito Federal registraram cobertura de visitas domiciliares no Sistema Informatizado de Monitoramento da Presidência da República (SIM-PR). Paraíba continua com o maior número percentual de imóveis trabalhados, com 74,6%. Na sequência, aparecem Piauí (56,99%), Sergipe (47,49%) e Rondônia (46,65%) em quantidade de visitas domiciliares.

São Paulo é o estado com mais imóveis visitados, totalizando 2,6 milhões, com 21,6% de cobertura, seguido do Rio de Janeiro, com 1,9 milhão (38,3%) e Minas Gerais, com 1,2 milhão (24%). Os estados do Amazonas, Amapá, Rio Grande do Sul e Roraima não enviaram dados relativos às visitas, até o fechamento do balanço, na última quinta-feira (28).

Durante as visitas, foram identificados 355 mil imóveis com focos do mosquito, ou seja, 3,25% do total. Além disso, houve a recusa de acesso a 45.719 imóveis. Houve, ainda, 2,7 milhões de domicílios fechados. A meta é reduzir o índice de infestação para menos de 1% de domicílios com foco.

RECURSOS – Os recursos federais destinados para o combate ao mosquito Aedes aegypti cresceram 39% nos últimos anos (2010-2015), passando de R$ 924,1 milhões para R$ 1,29 bilhão neste ano. Para 2016, a previsão é de um incremento de R$ 580 milhões, uma vez que o valor chegará a R$ 1,87 bilhão. Também foi aprovado no orçamento um adicional de R$ 500 milhões para o combate ao Aedes. Além das ações de apoio a estados e municípios, a Pasta realiza a aquisição de insumos estratégicos, compra e distribuição de larvicidas, adulticidas (fumacê) e kits de diagnósticos, bem como o pagamento dos agentes de endemias.

Por Camila Bogaz, da Agência Saúde