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Ricardo admite conversar com Luciano Cartaxo sobre disputa pelo Governo

O governador Ricardo Coutinho (PSB) admitiu iniciar possíveis conversas com o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), sobre a disputa pelo Governo do Estado nas eleições de outubro. A declaração do socialista ocorreu durante abertura do ano letivo, nesta quarta-feira (07), no bairro de Mangabeira.

Horas antes, o gestor municipal havia demonstrado descontentamento diante da indefinição da Oposição em relação a prazos e nomes que estarão nas urnas.

“Em nome da Paraíba eu converso com quem quiser conversar comigo”, afirmou o governador. Ao mesmo tempo Coutinho teceu elogios ao senador José Maranhão, que se apresenta como pré-candidato ao Governo pelo MDB.

Veja a entrevista:

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Superintendente do Detran admite a possibilidade de aplicar resolução que parcela multa no cartão de crédito

Agamenon Vieira é superintendente do Detran-PB (Foto: Walla Santos)

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-PB) já estuda a viabilidade para implantar a resolução do  Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicada nesta quarta-feira (18) que permite o pagamento de multas de trânsito com cartões de débito ou crédito.

“Vamos analisar os pró e os contras desta resolução”, declarou Agamenon Vieira, superintendente do órgão na Paraíba, sem, no entanto, prevê a entrada em vigor da medida anunciada pelo Contran.

Agamenon Vieira admite que “Se é bom para o povo vai adotar o sistema”, mas que o Detran-PB deve levar algum tempo para se adequar a resolução. “O importante é envidar esforços para se adequar a todas as exigências da resolução”.

De acordo com a resolução, que já está em vigor,  o valor da multa poderá até ser parcelado em cartão de crédito, mas com a devida cobrança de juros pela entidade financeira do cartão.

Com a nova regra, cada órgão de trânsito (Detrans, prefeituras, Polícia Rodoviária, Der e Dnit) poderá habilitar empresas financeiras para oferecer a alternativa de pagamento por cartão e quitar dívidas dos proprietários de veículos.

ClickPB

 

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Luiz Couto fala sobre futuro político e admite concorrer ao Senado em 2018

luiz-coutoO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) admitiu concorrer a uma vaga ao Senado Federal em 2018, além de ter reforçado o que havia dito antes, de que consideraria concluída sua missão na Câmara dos Deputados ao fim do mandato que exerce atualmente.
“Sabemos que a campanha majoritária implica em estrutura para poder andar todo o Estado. Eu sempre tenho tido o seguinte: se o partido der as condições efetivas para que nós possamos fazer uma bela campanha, colocando as propostas que temos para a Paraíba, posso colocar meu nome à disposição para o Senado Federal. Acho que já cumpri minha tarefa como deputado federal por quatro mandatos e o PT tem uma posição de que um parlamentar federal não deve ultrapassar esse limite, a não ser que o partido decida assim. Eu já fui deputado estadual duas vezes e federal por quatro”, disse Couto.
Ele também foi questionado a respeito da possibilidade de cassação do mandato do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cujo julgamento tem sido adiado na Câmara e revelou comentários de bastidores na capital do poder segundo os quais o ex-presidente da Casa teria em seu poder recibos de contribuições generosas feitas a campanhas de muitos parlamentares. “Dizem que ele pedia o recebo alegando que era para seu próprio controle. Mas, muita gente acha que ele guardou esses comprovantes e tem medo disso vir à tona”, disse Couto.
Outro questionamento feito pelos apresentadores ao deputado foi se ele não se sente desestimulado com o nível da política dos dias atuais, repletos de escândalos: “Machado de Assis dizia que se a política não for uma vocação, ela passa a ser especulação.

Tenho três fundamentos na minha vida que me fortalecem: meu contato permanente com os segmentos mais excluídos da sociedade, onde as pessoas são mais solidárias. Depois, me alimento da espiritualidade. A eucaristia, a missa, renovam minha energia. E em terceiro, a palavra de Deus me dá muita força”, confessou o deputado paraibano.

 

Assessoria

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Aécio admite aliança do PSDB no governo Temer

aecioPrincipal porta-voz da oposição, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) diz acreditar que um eventual governo do vice-presidente Michel Temer (PMDB) só será bem-sucedido se não forem repetidas práticas que ele critica como “equivocadas” da gestão Dilma Rousseff, como o “loteamento” de cargos em órgãos públicos e empresas estatais.

“Se o Temer cometer o equívoco, e espero que não cometa, de repetir esse modus operandi de distribuir ministérios para formar o governo, ele vai fracassar”, afirmou Aécio em conversa com um pequeno grupo de jornalistas nesta quarta-feira, em Lisboa.

“Nós estamos dispostos a nos envolver, pela emergência da crise, e eu estive com o vice-presidente há menos de duas semanas e disse isso a ele. Mas a nossa conversa não é em torno de cargo, é em torno de um projeto”, afirmou o senador, que também é presidente do PSDB.

Segundo o tucano, seu partido se afastará de um eventual governo de transição caso perceba um movimento na direção da distribuição de cargos.

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“O PSDB não vai virar as costas para um governo Temer se ele acontecer. Vamos apoiá-lo na sociedade, nos setores onde temos interlocução, vamos apoiá-lo no Congresso Nacional. Mas a dimensão do nosso apoio vai depender muito da postura do Temer, do que ele disser a que veio. Porque, se ele começar a fazer um novo loteamento de cargos, nós não vamos chegar nem perto”, afirmou.

Aécio viajou à capital portuguesa para participar, nesta quinta-feira, do último dia do 4º Seminário Luso-Brasileiro de Direito, evento que nos últimos dias reuniu personagens da oposição a Dilma — a participação de Temer, que fazia parte da programação, acabou cancelada.

Na avaliação do senador, as críticas ao encontro de oposicionistas em Portugal são indicativos de “fragilidade” do governo petista.

“O governo está tão sensível e fragilizado que quiseram transformar esse seminário numa grande conspiração. Como se isso tivesse qualquer sentido, como se fôssemos conspirar num auditório em Lisboa”, ironizou.

‘Mercantilização do poder’

A respeito do loteamento de cargos em troca de apoio político, Aécio afirmou que “essa mercantilização sempre houve no passado, vamos ser justos, mas atingiu níveis vergonhosos no atual governo. São ministérios, cargos públicos, direção de estatais, coisas que mexem com a vida das pessoas, distribuídas como se fossem bananas na feira livre”.

“Eu diria que o governo da presidente Dilma vai cair, mas corre o risco de perder não apenas no voto, mas também a dignidade. Muitos governos já foram derrubados pelo mundo, mas caíram de pé. E penso que ela deveria estar mais atenta a isso nesse momento”, disse o tucano.

Ele negou que vá negociar cargos em troca de apoio ao atual vice caso a saída da presidente se concretize.
“O Michel [Temer] pode vir a nomear alguém do partido, mas isso não será uma demanda nossa, não vamos indicar ninguém nem exigir cargos, pelo contrário. Vamos sugerir que ele faça um governo acima dos partidos políticos.”

‘Mal menor’

Segundo colocado no último pleito, de 2014, Aécio também considera a “melhor solução” a realização de novas eleições presidenciais, mas “optou por apoiar o impeachment” diante do agravamento da crise.

“Dentro do partido muitos relutaram até pouco tempo atrás em apoiar o impeachment, porque consideravam, e eu me incluo entre eles, que o melhor caminho para o Brasil interromper esse ciclo de governo do PT seria a realização de novas eleições”, disse. “Para que houvesse um governo eleito com uma agenda clara, aprovada pela sociedade, de reformas estruturais e que pudesse ser implementada. Isso seria o ideal para o País e eu não nego isso”.

“O problema é que hoje há uma questão emergencial no País. O Brasil não suporta mais três ou seis meses do atual governo. O desemprego disparou, a inflação está corroendo o salário do trabalhador que recebe menos. O empresário não investe R$ 1 em um cenário desses e, por isso, optamos por apoiar o impeachment.”

Na opinião de Aécio, o impeachment não vai resolver a crise brasileira do dia para a noite – e é preciso entender que haverá um longo período até o País se recuperar.

“Não haverá uma solução fácil. Não esperem dias fáceis, mesmo com a aprovação do impeachment. Esperem dias muito, muito difíceis para o Brasil. Porque a ausência da legitimidade do voto joga contra quem precisa de medidas amargas”, avaliou.

“Por isso eu sempre achei que a saída da presidente Dilma pelo Tribunal Superior Eleitoral (onde as contas da campanha petista de 2014 estão sendo julgadas) seria a mais adequada. Todas as saídas serão traumáticas, o TSE talvez fosse a menos traumática, e certamente a permanência da Dilma será a mais de todas”, opinou o senador.

Fator Cunha

O tucano também comentou as denúncias contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – réu na Lava Jato -, e a sua permanência no cargo. Segundo ele, “esse é um problema que o PMDB e o Michel Temer” terão de resolver.

“Esse é um bom ponto. As pessoas querem o afastamento da presidente e nós concordamos com isso, porque ela não tem mais condições de governar. Mas no dia seguinte será difícil quando as pessoas começarem a perceber que algumas lideranças políticas que foram sócias durante 14 anos disso aí (a gestão petista) estarão governando o Brasil”, afirmou.

“Não vamos nos esquecer de que o PMDB foi nosso adversário nos últimos 14 anos e se fartou no banquete do governo do PT”, disse o tucano.

BBC Brasil

Após aderir a RC, Trócolli admite se afastar de mandato para beneficiar Olenka Maranhão

TROCOLLIO deputado estadual Trócolli Júnior (PMDB), que aderiu recentemente ao governador Ricardo Coutinho (PSB), não descartou abrir espaço para que a primeira suplente de seu partido, Olenka Maranhão, retorne à Assembleia Legislativa.
“Eu estarei à disposição do meu partido para somar e contribuir. Eu sempre fui homem de partido, com divergências que são naturais”, disse.

 

Apesar de admitir assumir um cargo no governo do estado, o peemedebista lembrou que outros colegas poderão se afastar do mandato para beneficiar Olenka.

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“Isso é um problema que o partido tem que resolver. O senador José Maranhão, o deputado Veneziano Vital do Rêgo, Hugo Motta. Eu não sou o único deputado do PMDB na Assembleia Legislativa”, explicou.

 

Por: Blog do Gordinho

Cássio Cunha Lima admite se licenciar do Senado para disputar eleições

cassioO pré-candidato ao governo do estado, senador Cássio Cunha Lima (PSDB), admitiu, pela primeira vez, que deverá se licenciar do cargo para a disputa das eleições de outubro. Ele revelou que já cogita essa possibilidade e que vai conversar com o seu 1º suplente, Deca do Atacadão, para acertar os detalhes.

O senador disse ainda que pretende aproveitar o recesso do Senado para pedir a licença de suas atividades parlamentares. “Essa possibilidade existe, e com a posse de Deca, não só Cajazeiras, mas todo o Sertão da Paraíba terá um senador, o que é muito importante para a região”, concluiu.

Alexandre Freire – MaisPB

Maranhão já admite disputar o Senado: “Não digo que não dessa água beberei”

maranhao joseO ex-governador José Maranhão (PMDB) admitiu nesta quinta-feira (29) que poderá disputar vaga no Senado Federal nas eleições deste ano.

“A gente nunca pode dizer dessa água não beberei. Sobretudo se a água e boa”, disse o presidente estadual do PMDB durante entrevista à TV Arapuan.

Antes, Maranhão considerou que o apelo popular por uma candidatura sua a senador mostra que o povo da Paraíba está politizado e exigente ao demonstrar preferência por representantes que tenham experiência luta comprovada em defesa do Estado. O peemedebista disse que caso surja um “fato novo” ele não pode deixar de atender o chamamento.

 

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“Ser candidato ao Senado da República é um privilegio, sobretudo sob um aceno do povo da Paraíba que tem sem manifestado em todas as pesquisas que foram divulgadas até hoje. Se houver um fato novo, determinante, eu tenho que reconsiderar essa condição”, argumentou.

Maranhão explicou que renunciou o direito de ser candidato a senador para fortalecer a candidatura do seu partido ao governo.

“Alguém tinha que fazer algum sacrifício e eu achei que deveria fazer esse sacrifício em nome da unidade da oposição e do fortalecimento do candidato da oposição”, declarou Maranhão.

Roberto Targino – MaisPB

Luiz Couto admite não disputar reeleição para deputado federal

luiz-coutoO deputado federal Luiz Couto admitiu, na manhã desta sexta-feira, que pode não ser candidato à reeleição nas eleições deste ano. Em entrevista à Jovem Pan, o parlamentar comentou que não está preocupado se o PT da Paraíba confirmará ou não seu nome para a disputa.

“Minha prioridade é a reeleição da companheira Dilma Rousseff”, disse Luiz Couto. Ele falou que essa é a prioridade do Diretório Nacional do PT. “Não vou morrer se deixar de ser candidato”, afirmou o petista.

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Luiz Couto lembrou que reunião realizada pela cúpula nacional definiu outras prioridades, além da reeleição de Dilma. O partido, ainda conforme Couto, pretende aumentar a representatividade na Câmara e no Senado e também na AL.

Jãmarrí Nogueira – MaisPB

Prefeito de Porto Alegre admite risco da cidade ser excluída da Copa do Mundo

beira-rioO prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), está muito preocupado e admite que a cidade poderá ser excluída da Copa do Mundo no Brasil. De acordo com ele, as estruturas temporárias do Mundial, que ainda não saíram da Câmara, são o maior empecilho.

“É uma situação difícil. Preocupa. Se não for aprovado, não teremos Copa em Porto Alegre, é um grande risco. Não tem plano B, C ou Z”, lamentou Fortunati durante entrevista para a Rádio Gaúcha. No entanto, o prefeito isentou o Internacional de qualquer culpa.

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“Não é da competência do Inter”, jurou Fortunati. As estruturas temporárias, como área para imprensa, por exemplo, são da responsabilidade do administrador do estádio, no caso o clube colorado. Porém, algumas empresas privadas custeariam parte da construção.

Parado há pelo menos um mês, o projeto de lei que dá incentivos fiscais para estas empresas ainda não tem data para ser aprovado ou reprovado. Enquanto isto, a Prefeitura está autorizada a arcar com até 20% do custo das operações, desde que as estruturas possam ser usadas pela população após a Copa.

A cidade gaúcha sediará cinco jogos do Mundial deste ano, sendo quatro da fase de grupos e um das oitavas de final. A estreia da sede está marcada para dia 15 de junho, na partida entre França e Honduras, pela primeira rodada do Grupo E.

iG

Governo admite pela primeira vez risco de apagão

apagao-sul-e-sudestePela primeira vez, o governo federal assumiu que existe um risco, embora de “baixíssima probabilidade”, de haver dificuldades no suprimento de energia elétrica no País. O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico reuniu-se ontem e produziu uma nova resposta aos apontamentos dos agentes do mercado sobre os riscos faltar energia.
A cúpula do governo para o setor elétrico sustenta que “a não ser que ocorra uma série de vazões [de água nos reservatórios das hidrelétricas] pior do que as já registradas, evento de baixíssima probabilidade, não são visualizadas dificuldades no suprimento de energia no País em 2014”.

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A nota ratifica que “o sistema elétrico está atravessando uma situação conjuntural desfavorável em termos climáticos, em um momento em que o período úmido ainda não está caracterizado, mas dispõe das condições de equilíbrio estrutural necessárias para o abastecimento do País”.
O governo destacou que, com a capacidade de geração de energia, incluindo as expansões previstas para 2014, “o sistema apresenta-se estruturalmente equilibrado, com sobras, em termos de balanço energético, considerando-se tanto os critério probabilístico (riscos anuais de déficit), como as análises com as séries históricas de vazões, para o atendimento de uma carga prevista para 2014, da ordem de 67 mil MW médios de energia”.
A nota indica ainda que, considerando-se o risco de déficit de 5%, conforme critério estabelecido pelo Conselho Nacional de Política Energética, há uma sobra de 6,2 mil MW médios, equivalente a 9% da carga prevista.
A nota, lida por Ildo Grüdtner, secretário de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia, informou que a malha de transmissão de energia elétrica “opera dentro de padrões de segurança, tanto nas interligações entre regiões, quanto na malha de atendimento regional, mesmo com os recordes na demanda máxima, por elevação das temperaturas”.
Até o momento, o CMSE ainda não debateu especificamente o apagão que afetou 13 estados na semana passada, conforme previsto.

A crítica