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Atlético-MG empata, dá adeus à taça, e Palmeiras pode ser campeão domingo

jogoMenos um concorrente. Em uma noite na qual sofreu pressão, viu Jailson trabalhar e achou um gol em contra-ataque, o Palmeiras tirou um rival direto da disputa pelo título. Nesta quinta-feira, o Atlético-MG buscou o empate por 1 a 1 diante do líder do Campeonato Brasileiro, mas se despediu de qualquer chance de brigar pela taça.

O resultado de igualdade nesta 35ª rodada de competição deixou o clube mineiro com 61 pontos, dez a menos do que o Palmeiras; restam apenas três partidas para cada time antes do encerramento da temporada.

Apesar de eliminar mais um concorrente direto, o Palmeiras perdeu certo conforto na primeira colocação. A vantagem para o vice-líder Santos caiu para apenas quatro pontos; mesmo assim, o clube comandado por Cuca pode se consagrar campeão brasileiro depois de 22 anos já na próxima rodada.

O primeiro ‘match point’ do Palmeiras está agendado para domingo, às 17h (de Brasília), contra o Botafogo, no Allianz Parque. O Atlético-MG, sem chances de disputar o título nacional, volta a campo no mesmo dia, mas às 19h30, diante do rebaixado Santa Cruz, no Arruda.

Quem foi bem

Robinho Assim como no primeiro turno, Robinho encontrou mais uma atuação soberba diante do Palmeiras. Com uma liberdade surpreendente, o camisa 7 atleticano concentrou-se como cérebro ofensivo do time e gerou as principais chances de gols dos mandantes. Sai do jogo com uma assistência para Lucas Pratto.

Quem foi mal

Thiago Santos Muito da liberdade encontrada por Robinho ocorreu em virtude da noite infeliz de Thiago Santos. O meio-campista de características defensivas ganhou a vaga no time titular para parar justamente o veterano, mas não ‘achou’ o atleticano durante o duelo. Cuca precisou tirá-lo e recorrer a três zagueiros para segurar o adversário.

Aleluia! É Gabriel Jesus

Menos de 48h depois de decidir para a seleção brasileira o jogo contra o Peru – com um gol e uma assistência -, Gabriel Jesus tratou de quebrar o jejum de sete jogos sem balançar as redes pelo Palmeiras. Aos 25min da primeira etapa, o camisa 33 aproveitou contra-ataque para anotar o 12º gol nesta edição de Brasileirão.

Atlético-MG pressiona, pressiona e pressiona

O Atlético-MG implantou um ritmo intenso e acelerado durante a maior parte da partida no Horto. Diante de um Palmeiras acuado, a equipe de Marcelo Oliveira abusou da movimentação e pressionou o líder do Campeonato Brasileiro como poucos clubes na competição. Na etapa final, o time da casa praticamente atuou com quatro atacantes após a entrada de Lucas Pratto.

Primeiro tempo quente, e gol bem anulado

O público no Independência observou 45min iniciais de superioridade do Atlético-MG. A movimentação de Robinho e a liberdade dada a Maicosuel acuaram o Palmeiras, que por pouco não saiu atrás no marcador: a arbitragem anulou um gol dos donos da casa por impedimento. No primeiro contra-ataque bem armado, Dudu achou Gabriel Jesus, e os visitantes abriram o placar.

Palmeiras é letal

Durante a maior parte do confronto em Belo Horizonte, o Palmeiras sofreu com o ‘Galo Doido’. Entretanto, frio e calculista, o time comandado por Cuca conseguiu conter a intensidade atleticana. Quando resolveu sair, o clube alviverde se mostrou letal: no primeiro contra-ataque, Dudu deu a décima assistência na Série A para Jesus balançar as redes.

Leandro Donizete irrita até o banco palmeirense

A confusão entre Leandro Donizete e Gabriel Jesus repercutiu até no banco de reservas do Palmeiras. O volante atleticano, durante uma passagem ao lado da comissão técnica, foi alvo de um membro da delegação palmeirense, que arremessou um copo d’água na direção do camisa 8 do clube mineiro.

Marcelo Oliveira solta Robinho

Escalado pelo centro, o veterano Robinho encontrou espaço para jogar diante do líder do Campeonato Brasileiro. Assim como no primeiro turno, quando se destacou na vitória por 1 a 0, o camisa 7 centralizou a armação ofensiva atleticana e deu muito trabalho ao volante Thiago Santos, encarregado da marcação sobre o ex-atleta da seleção brasileira.

Com Robinho solto, o Galo é doido

A liberdade encontrada por Robinho, obviamente, beneficiaria o Atlético-MG em algum momento da partida. Depois de suportar toda a primeira etapa, o Palmeiras viu o camisa 7 ser decisivo logo no início do segundo tempo. Dos pés do atacante saiu um cruzamento na medida para Lucas Pratto empatar a partida.

Cuca é reverenciado na antiga casa

Antes de a bola rolar, o torcedor do Atlético-MG tratou de homenagear Cuca, campeão da Copa Libertadores de 2013 pelo clube alvinegro. Mesmo do outro lado nesta quinta, o treinador testemunhou torcedores dos dois clubes o reverenciarem. O comandante, geralmente emotivo, segurou a felicidade do momento para se concentrar no jogo. Deu certo.

 

Zé Roberto abdica de luxo e sofre de fora

Victor Martins/UOL Esporte

Zé Roberto assisitu ao jogo longe do conforto dos camarotes

O Independência possui um espaço destinado a receber diretoria e atletas não-relacionados das equipes visitantes. O veterano Zé Roberto, no entanto, abdicou do luxo para ‘sentir’ o jogo. O camisa 11, desfalque por uma lesão no pé esquerdo, colocou uma cadeira na beira do campo para assistir ao jogo.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 1 x 1 PALMEIRAS

Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 17 de novembro de 2016 (quinta-feira)
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC)
Assistentes: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Neuza Ines Back (Fifa-SC)
Cartões Amarelos: Luan e Leandro Donizete (Atlético-MG); Egídio, Dudu, Gabriel Jesus e Vitor Hugo (Palmeiras)

ATLÉTICO-MG: Victor; Carlos César, Gabriel, Erazo e Fábio Santos; Leandro Donizete, Júnior Urso, Luan (Cazares) Robinho (Clayton) e Maicosuel (Lucas Pratto); Fred.
Técnico: Marcelo Oliveira.

PALMEIRAS: Jailson; Jean, Edu Dracena, Vitor Hugo e Egídio; Thiago Santos (Thiago Martins) e Tchê Tchê; Róger Guedes, Moisés e Dudu (Erik); Gabriel Jesus (Alecsandro).
Técnico: Cuca.

 

Uol

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Campinense perde para Itabaiana nos pênaltis e dá adeus ao acesso

CAMPINENSEO Campinense sepultou neste domingo, o sonho do acesso na Série D. Apesar da vantagem construúda em casa, a Raposa foi derrotada pelo Itabaiana por 2 a 0 no tempo normal (devolvendo o placar da ida) e 4 a 3 nas penalidades.

A partida foi disputada nesta noite, no estádio Etelvino Mendonça, no interior sergipano. O Campinense poderia ter ficado com a vaga nos pênaltis, pois na primeira cobrança, Joedson teve tudo para matar o adversário, mas perdeu e nas alternadas, o Tremendão marcou com Frede e eliminou a Raposa, que só volta às atividades em 2017.

O JOGO
Como era de se esperar, o Itabaiana partiu com tudo para cima do Campinense, já que entrou em campo com a obrigação de inverter o placar do jogo da ida, quando perdeu por 2 a 0. Logo aos 10 minutos, Thiago Garça acertou a trave de Glédson, após cobrança de falta.

A Raposa respondeu aos 20 minutos, quando Reginaldo Júnior entrou livre e chutou. Max fez a defesa e no rebote, Jussimar desperdiçou.

Aos 30, o Rubro-negro teve outra boa chance de marcar. Jussimar ficou na frente do goleiro do Itabaiana, que deu rebote. João Carlos, livre de marcação, chutou completamente errado.

No finalzinho do primeiro tempo, o Campinense teve outra boa chance. E outra vez com Jussimar. Desta vez, ele chutou, mas a zaga acabou salvando.

CAMPINENSE1

SEGUNDO TEMPO
O Itabaiana voltou com tudo para o segundo tempo. Tanto, que logo a dois  minutos abriu o placar. Após cruzamento, o árbitro viu mão de Joécio dentro da área. Pênalti, Fabiano Tanque bateu com categoria e marcou.

Pressionado, o jogando com o regulamento debaixo do braço, a Raposa fez duas modificações. Entraram Joadson e Alexsandro nos lugares de Reginaldo Júnior e Júnior Chicão, respectivamente.

Com as alterações, a Raposa melhorou e quase empatou aos 28 minutos. Jussimar ficou livre dentro da área, dominou, mas chutou para fora. Mas aos 40 minutos, o Itabaiana chegou ao segundo gol. Após cruzamento, Léo Paraíba cabeçou para dentro do gol de Glédson. Com isso, a decisão foi para os pênaltis,  já que o resultado agregado terminou 2 a 2.

Nas cobranças das penalidades, o Itabaiana acabou vencendo por 4 a 3 e avançou para a próxima fase.

FONTE: paraibaonline/Evandro Reis

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Brasil para na China e dá adeus ao sonho do tri olímpico no vôlei feminino

imagem: REUTERS/Yves Herman
imagem: REUTERS/Yves Herman

O Brasil podia entrar para a história do vôlei nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Uma primeira fase impecável trilhava o caminho para o tricampeonato olímpico, feito que só Cuba havia conseguido. Mas o sonho parou na China, nas quartas de final. As chinesas ganharam de virada por 3 a 2, parciais de 15/25, 25/23, 25/22, 23/25 e 15/13, em duas horas de jogo.

A zebra dentro de casa faz com que a participação do vôlei feminino seja a pior desde a Olimpíada de Seul-1988. Na ocasião, o Brasil ficou em último lugar de sua chave e disputou apenas o quinto lugar da competição. Desde então, haviam sido duas medalhas de ouro (08 e 12), duas de bronze (96 e 00) e dois quartos lugares (92 e 04).

Brasil passeia no primeiro set

As chinesas não conseguiram fazer frente ao time brasileiro na primeira parcial. Com muita tranquilidade, a equipe de José Roberto Guimarães fechou o set inicial em 25 a 15. A China sofreu com o bloqueio brasileiro e com a efetividade de Fê Garay e Sheilla (seis e cinco pontos, respectivamente). A única que ainda tentava algo era Ting Zhu, que terminou a parcial com quatro pontos anotados.

Brasil perde o primeiro set no campeonato

A tônica do primeiro set não se repetiu no segundo. Em um ritmo mais lento, a seleção brasileira permitiu a reação chinesa. Em uma parcial bastante equilibrada, a China se aproveitou dos erros brasileiros para diminuir uma diferença de cinco pontos na metade da parcial e seguir para fechar o set em 25 a 23. No parcial, o ponto de desequilíbrio foi Changning Zhang. Ausente no primeiro set, suas defesas e eficiência no passe foi fundamental para diminuir os erros chineses.

Esse foi, também, o primeiro set perdido pelo Brasil na competição. Nos cinco jogos anteriores, o time de José Roberto Guimarães havia vencido por 3 sets a 0.

Erros complicam o Brasil no terceiro set

A seleção brasileira pareceu sentir a primeira parcial perdida no campeonato e os erros aumentaram. Para tentar reverter a situação e melhorar o passe, o técnico José Roberto Guimarães decidiu trocar Natália por Jaqueline, a melhor passadora do time. A alteração natural seria com a saída de Fê Garay, mas a ponteira era o destaque da equipe e maior pontuadora.

Apesar de Jaqueline ter entrado bem na partida, os sucessivos erros de recepção continuaram e complicaram a vida do time do Brasil. E uma nova atuação eficiente de Zhu fizeram com que a China conseguisse fechar a parcial em 25 a 22.

Alteração ousada ajuda o Brasil no quarto set

O técnico Zé Roberto sentiu a necessidade de mudar algo no time e fez uma alteração ousada para o quarto set. A bicampeã Thaisa deixou a quadra para entrar Juciely que vinha muito bem no começo da competição. Foi a central que colocou vantagem no placar com um bloqueio.

Natália também entrou melhor na parcial, começou a virar bolas que estava errando. De quebra, fez o ginásio explodir depois de uma jogada em que virou para torcida e pediu barulho. Mas a caminhada para virada veio com Fabiana. Quando o Brasil perdia por 12 a 14, a meio-de-rede foi responsável por dois pontos seguidos, um deles um ace, que reequilibraram o time brasileiro na partida. A virada com mais dois pontos na sequência fez com que o Brasil conseguisse caminhar para fechar o set em 25 a 22.

Erros cobram caro no set decisivo

No set decisivo, o número de erros chinês aumentou e Sheilla apareceu quando a equipe brasileira mais precisava. No meio da parcial, no entanto, os erros de recepção voltaram a aparecer no time do Brasil, e a China teve sua maior vantagem: 9 a 7, quando José Roberto pediu tempo.

Enquanto a China mantinha a vantagem de dois pontos no placar, Jaqueline rezava no lado de fora da quadra. No lado de dentro, no entanto, os erros voltaram a aparecer e dois erros de saque (Juciely e Sheilla) facilitaram a vida chinesa, que fechou o set em 15/13.

Uol

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Chávez faz golaço, mas SP leva virada do Atlético-MG no adeus de Bauza

O golaço de Andrés Chávez logo aos 4 minutos de bola rolando não foi suficiente para o São Paulo sair do Morumbi com uma vitória nesta quinta-feira (4), contra o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro. Maicosuel e Lucas Pratto viraram a partida e definiram o triunfo mineiro por 2 a 1.

A derrota manteve o São Paulo com 23 pontos, na décima colocação. O jogo também foi o último do técnico Edgardo Bauza à frente do clube – ele agora vai assumir a seleção argentina.

Já o Atlético manteve a excelente sequência de resultados recentes, pulou para 32 pontos e colou no G-4, ficando na quinta posição. O time perde do quarto colocado Grêmio no saldo de gols.

Chávez brilha com golaço, mas some depois

Julia Chequer/Folhapress

O argentino Andrés Chávez não poderia ter assinado melhor o seu primeiro gol com a camisa do São Paulo. Logo aos 4 minutos de jogo, uma bola sobrou para ele na intermediária; notando Victor adiantado, o atacante acertou uma bomba de longe que encobriu o goleiro do Atlético. Chávez comemorou muito o golaço, mas não teve tantos motivos para celebrar ao longo do jogo: isolado na frente, ele recebeu poucas bolas de qualidade e não levou muito perigo na área, aparecendo apenas com finalizações fracas.

Bauza dá adeus com aproveitamento fraco

Apesar de ter levado o São Paulo até as semifinais da Libertadores, prioridade do clube até a eliminação para o futuro campeão Atlético Nacional, Bauza não deixa números favoráveis em sua passagem pelo Morumbi. Em oito meses de trabalho, foram 17 vitórias, 13 empates e 18 derrotas, com aproveitamento de apenas 44,4% e a décima colocação no Brasileirão.

Ataque do Galo mostra qualidade e dedicação

Fred, Lucas Pratto e Robinho juntos? Mais uma vez, o Atlético mostrou que a mistura dá muito certo. O trio teve a qualidade de sempre para criar jogadas de perigo e também muita dedicação na parte defensiva, com Robinho e Pratto se revezando para cobrir o lado esquerdo sem a bola e ajudar na marcação. Maicosuel, pela direita, completou um ótimo quarteto ofensivo e fez seu gol após passe de Fred, enquanto Pratto marcou um golaço após arrancar pelo meio.

Fred tem gol anulado incorretamente

O Atlético-MG poderia ter acabado o primeiro tempo com 3 a 1 de vantagem, quando Robinho levantou na área e Fred desviou de cabeça para as redes. Mas a arbitragem errou ao anular o gol do camisa 99 por impedimento. Imagens de replay mostraram que o centroavante estava na mesma linha do zagueiro Maicon, que não conseguiu cortar o passe. Se o Atlético tivesse vencido por 3 a 1, superaria o Grêmio nos critérios de desempate e entraria no G-4.

São Paulo pressiona, mas sem criatividade

Julia Chequer/Folhapress

Com o Atlético-MG em vantagem no placar e recuando no segundo tempo, o São Paulo teve a chance de tomar a iniciativa do jogo e pressionou. Mas faltou criatividade no meio-campo para ameaçar mais. Sem o suspenso Cueva, Bauza apostou em um sistema de três volantes, e o time sofreu com a lentidão para circular a bola até a entrada de Luiz Araújo no lugar de Wesley. As melhores chances vieram em cabeçadas de Maicon e do garoto Pedro, mas Victor brilhou com grandes defesas. Com isso, aumentou o jejum: já são quatro jogos sem vencer desde a eliminação na Libertadores.

Estreia de Buffarini tem disposição e cartão amarelo

O lateral direito Buffarini fez seu primeiro jogo pelo São Paulo justamente na despedida de Bauza, técnico com quem foi campeão da Libertadores no San Lorenzo e que pediu insistentemente por sua contratação. A estreia foi discreta, mas o argentino mostrou disposição na marcação e alguns cruzamentos perigosos no ataque. Também sobrou um cartão amarelo por entrada dura em Júnior Urso.

FICHA TÉCNICA

São Paulo 1 x 2 Atlético-MG

Local: Estádio do Morumbi, São Paulo (SP)
Data: 04/08/2016
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Vuaden (RS)

Gols: Chávez, aos 4 minutos, Maicosuel, aos 12 minutos, e Pratto, aos 21 minutos do 1º tempo
Cartões amarelos: Lugano e Buffarini (São Paulo); Maicosuel e Otero (Atlético-MG)

São Paulo: Denis; Buffarini, Lugano, Maicon e Mena; Hudson; Kelvin, Thiago Mendes (Pedro), Wesley (Luiz Araújo) e Michel Bastos (Daniel); Chávez. Técnico:Edgardo Bauza

Atlético-MG: Victor; Carlos César, Leonardo Silva, Erazo e Fábio Santos; Júnior Urso e Rafael Carioca; Maicosuel (Lucas Cândido), Robinho (Otero) e Lucas Pratto; Fred (Luan). Técnico: Marcelo Oliveira

Uol

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Adeus “dor de cabeça”: veja 5 sucos para aumentar a libido

sexoTer uma vida sexual ativa melhora o humor e autoestima de qualquer casal. Fazer sexo, além de proporcionar prazer, traz benefícios à saúde. Mas quando um dos dois não está muito a fim é ligado o sinal de alerta no relacionamento e começam as justificativas de cansaço, dores de cabeça, preocupações com o trabalho e por aí vai.

Uma forma simples de tratar a falta de interesse pode ser feita a partir de adaptações no cardápio, com o consumo regular de alimentos como ervas, cereais, e a eliminação de outros, que descartam açúcar, café e bebida alcoólica, entre outros. Lançado no Brasil pela Editora Alaúde, O Grande Livro dos Sucos , de Pat Crocker, reúne cerca de 350 receitas para combater vários problemas de saúde.

 Foto: iStock

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Em um capítulo, a publicação se dedica ao tema baixa libido e indica 5 tipos de sucos à base de alimentos, que oferecem vitaminas e minerais essenciais para estimular a saúde sexual. De acordo com o livro, frutas e legumes ricos em antioxidantes melhoram a circulação prevenindo o acúmulo de colesterol nos vasos sanguíneos, e os ácidos graxos das oleaginosas e sementes ajudam a regularizar a reação sexual. Veja abaixo receitas que vão te ajudar a combater este problema:

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 Foto: iStock

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Antioxidante de alho – rende 1 copo de suco
Ingredientes:
– 3 talos de aipo
– ½ cebola
– 1 dente de alho
– 1 talo de brócolis
– 1 maçã

Modo de preparo:
Em uma máquina de fazer suco, processe o aipo com a cebola, o alho, o brócolis e a maçã. Misture, despeje em um copo e sirva.

Atenção:
Cuidado, esta bebida é muito forte. Só de prepará-la os seus olhos já vão se encher de lágrimas. Mas é imbatível no que diz respeito a poder antioxidante e antibacteriano.

Maçã refrescante – rende 1 copo de suco
Ingredientes:
– 3 maçãs
– 1 xícara de uvas vermelhas
– ½ limão siciliano
– ½ colher (chá) de ginseng em pó

Modo de preparo:
Em uma máquina de fazer suco, processe as maçãs com as uvas e o limão. Misture o ginseng, despeje em um copo e sirva.

Verduras – rende 1 copo de suco
Ingredientes:
– 8 folhas de espinafre fresco
– 2 folhas de couve
– 1 beterraba ou rabanete com os talos
– 2 talos de aipo
– 1 maçã

Modo de preparo:
Em uma máquina de fazer suco, processe o espinafre com a couve, a beterraba, seus talos, o aipo e a maçã. Misture, despeje em copo e sirva.

Dica:
Substitua qualquer uma das verduras desta receita por folhas de alface ou repolho. Use o aipo e a maçã para empurrar as folhas pelo tubo da máquina, se for o caso.

Beterraba – rende 1 ou 2 copos
Ingredientes:
– 2 beterrabas com os talos
– 2 cenouras
– 2 maçãs

Modo de preparo:
Em uma máquina de fazer suco, processe as beterrabas, os seus talos, as cenouras e as maçãs. Misture, despeje em copos e sirva.

Beterrabas ardentes – rende 1 ou 2 copos
Ingredientes:
– 3 beterrabas com os talos
– 1 pedaço de gengibre com 1 cm
– 1 pimenta-malagueta fresca
– 2 maçãs
– 1 dente de alho
– 2 talos de aipo

Modo de preparo:
Em uma máquina de fazer suco, processe as beterrabas, os seus talos, o gengibre, a pimenta, as maçãs, o alho e o aipo. Misture, despeje em copos e sirva.

Dica:
Essa mistura estimula o sistema imunológico, é excelente para limpar o sistema linfático e acredita-se que reduz tumores . Faça diariamente, fresco. Tome uma porção diária por ao menos 5 dias durante uma semana.

Terra

Com lágrimas e aplausos, população de Pilões dá adeus ao ex-prefeito José Sales

ex-prefeito José Sales
ex-prefeito José Sales

A cidade de Pilões, no Brejo paraibano, parou para se despedir do ex-prefeito José Sales da Silva, que faleceu na madrugada deste sábado (26). Ele também foi vereador, era bacharel em direito e exerceu a função de defensor público do estado. Ele governou o município de 1983 a 1989.

José Sales estava internado há uma semana em João Pessoa, e na sexta-feira foi transferido para o Hospital São Francisco, onde fez uma cirurgia, mas não resistiu e faleceu. O ex-prefeito de Pilões, José Sales, era casado com dona Ozires, e teve com ela cinco filhos, Hermes, Soraya, Djoces, Patrícia e Neto.

Em Pilões, a morte de José Sales, aos 74 anos, foi recebida com muita tristeza por seus habitantes que se orgulham por ele ter sido o melhor gestor do município. Considerado o melhor gestor da história do município, José Sales construiu dezenas de escolas na zona rural, criou a tradicional festa de emancipação política que é atualmente um dos maiores eventos da região, construiu o prédio da prefeitura municipal e a Praça João Pessoa, que fica no centro da cidade.

velorioO conjunto habitacional Petrônio Cunha e a escola Braz Baracuhi, na zona urbana, também foram feitos durante a sua gestão. José Sales foi pioneiro em colocar transportes escolares à disposição dos estudantes da zona rural, para estudarem na cidade, e garantiu que após concluir o ensino médio, eles estudassem na FAFIG (Faculdade de Filosofia e Letras de Guarabira) que foi transformada no campus III da UEPB (Universidade Estadual da Paraíba). Através dessas ações, ele proporcionou a oportunidade para que muitos conseguissem terminar o curso superior e conseqüentemente sua independência financeira.

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O sepultamento do ex-prefeito José Sales aconteceu no final da tarde de sábado. Uma multidão acompanhou o cortejo fúnebre, que saiu de sua residência no Conjunto Petrônio Cunha, até o cemitério local, onde foi sepultado sob lágrimas e aplausos por familiares, amigos, autoridades e a população pilonense que lamentaram e choraram a morte de um dos mais queridos cidadãos daquela terra.

 

Balbino Silva

Adeus de Love: em débito com atleta e CSKA, Fla abre mão do artilheiro

Foto: Fábio Castro/Agif/Gazeta Press

Ao recusarem conceder entrevista sobre a saída de Vagner Love do Flamengo, o presidente Eduardo Bandeira de Mello e o atacante deixaram a impressão de que o pronunciamento feito na Gávea na noite deste sábado foi uma manobra ensaiada. Sem responder perguntas, ambos mostraram desconforto ao falar sobre o rompimento. O jogador deu a entender que não gostaria de sair do clube. Disse estar de “coração na mão” por conta da decisão de aceitar a oferta para voltar ao CSKA. Segundo o mandatário e o atleta, ela foi tomada em conjunto.

Principal expoente do time na última temporada, Love deixa o Flamengo insatisfeito e sentindo-se de mãos atadas. O processo até a saída irritou profundamente o Artilheiro do Amor. Na noite de sexta-feira houve uma reunião tensa em um dos quartos do hotel Windsor, que serve de concentração para a delegação rubro-negra durante a pré-temporada no Rio de Janeiro. Trancados, o diretor executivo Paulo Pelaipe, Vagner Love e o empresário Evandro Ferreira discutiram os trâmites da rescisão.[bb]

Em janeiro de 2012, sob condução do ex-vice de finanças Michel Levy, o Flamengo aceitou pagar em quatro parcelas € 10 milhões (R$ 27 milhões na cotação atual) pelos direitos econômicos do atacante. Ao longo do ano passado, os russos receberam € 4 milhões (R$ 10,8 milhões).

Atolada em penhoras e com quase todas as receitas deste ano comprometidas, a nova diretoria não resistiu ao flerte do CSKA, que começou em agosto e se intensificou após o Réveillon. O ex-clube de Love acenou com uma proposta simples: “esquecer” os € 6 milhões (R$ 16,2 milhões) pendentes para a conclusão do negócio e ter o jogador de volta. Além disso, fez uma proposta salarial vantajosa ao artilheiro.

Atolada em penhoras e com quase todas as receitas deste ano comprometidas, a nova diretoria não resistiu ao flerte do CSKA, que começou em agosto e se intensificou após o Réveillon

O Flamengo disse a Love que não teria como arcar com a dívida com o CSKA. No acordo entre os clubes, o saldo deveria ser quitado até 2014. O Rubro-Negro também tinha uma dívida com Vagner. Ele recebia um salário de cerca de R$ 500 mil. Os pagamentos de luvas e de R$ 1,2 milhão de direitos de imagem estavam atrasados. Diante do quadro que via pela frente, a atual diretoria procurou o atacante e também deixou claro que não teria como pagá-lo. Love se viu com apenas uma opção: sair do clube. Ele abriu mão da maior parte do débito referente a direitos de imagem.[bb]

Segundo relatos de funcionários do Windsor, após a reunião, Love desceu ao saguão irritado e contou da iminente saída para outros jogadores. Ele decidiu deixar a concentração na mesma noite, mas foi convencido a dormir no hotel e treinar na manhã de sábado. Após a sessão de treino, um outro encontro sacramentou a rescisão e finalizou a segunda passagem do Artilheiro do Amor no Flamengo. Love foi ao CT na parte da tarde, mas não treinou. Apenas se despediu. Aos companheiros, disse que viajará a Moscou na próxima terça-feira.

A decisão de abrir mão do goleador surpreende porque, na última semana de 2012, Pelaipe se reuniu com ele e reiterou o desejo de mantê-lo. Na ocasião, houve até uma garantia de que os débitos seriam quitados. Vagner também ouviu do dirigente a promessa de que o Flamengo teria um time forte neste ano.

Um ano a mais de contrato

Vagner Love tinha mais três anos de contrato com o Flamengo e não dois como fora divulgado há um ano, na época de sua contratação. Em janeiro de 2012, o Rubro-Negro informou que o vínculo iria até o fim de 2014. Na hora da assinatura, no entanto, houve uma composição financeira, e o jogador fechou por quatro temporadas.

Na segunda passagem, Love disputou 52 jogos e marcou 24 gols. Somando os seis meses em que esteve no clube em 2010, Love disputou 81 partidas e marcou 47 vezes (média de 0,58 gol/jogo). Ele não conquistou título algum no clube de coração.[bb]

Globoesporte.com

Desportiva empata com o Atlético e dá adeus ao sonho de voltar a 1ª Divisão

 

Em partida válida pela última rodada do Campeonato Paraibano da 2ª Divisão, a Desportiva Guarabira, jogando no Silvio Porto, necessitava apenas de uma vitória simples contra a equipe do Atlético de Cajazeiras que veio para Guarabira já comemorando o título antecipado, com poucos titulares e apenas dois jogadores no banco de reservas.

O jogo começou nervoso e os atletas do time guarabirense tensos dentro de campo. Na primeira etapa foram poucos os lances de perigo de gol para ambos os lados.

No segundo tempo, o time da casa começou a pressionar a equipe do sertão e o nome do jogo, o goleiro Aloísio, um dos poucos titulares, apareceu por diversas vezes evitando o que poderia ser o passaporte da Desportiva para elite do futebol paraibano.

A cada minuto passado o jogo foi ficando mais tenso e os jogadores do Atlético tão somente se defendiam para garantir a todo custo o empate. Erros grotescos da arbitragem de José Renato, juiz da partida, irritaram torcedores e jogadores e o empate persistiu até o final da partida.

Sendo assim, como o Cruzeiro de Itaporanga fez seu dever de casa, vencendo o Miramar de Cabedelo, as duas equipes do sertão garantiram vaga no pelotão de elite do futebol paraibano para a temporada 2013.

Ao final da partida muitos torcedores foram de encontro ao árbitro discordando de sua atuação e houve confusão em um dos portões do estádio.

Em entrevista o técnico Cirino e o Presidente Domingos, da Desportiva, concordaram sobre a atuação de baixo nível do juiz José Renato e a cerca de que com a pouca quantidade de recursos que tinha a Desportiva, o time conseguiu chegar até onde pôde. Os dois parabenizaram o elenco, que saiu de campo cabisbaixo.

Nordeste1

No adeus ao Rasunda, Brasil vence a Suécia e alivia pressão após prata

Não foi exatamente como há 54 anos, quando a seleção brasileira conquistou sua primeira Copa do Mundo e encantou o planeta ao vencer os donos da casa por 5 a 2. Nesta quarta-feira, no entanto, o Brasil voltou a Estocolmo para se despedir do palco onde, em 1958, Pelé & cia. deram o pontapé inicial para a dinastia mais vitoriosa da história do futebol mundial. Cinco dias após perder o ouro olímpico dos Jogos de Londres, o time de Mano voltou a repetir erros, não convenceu, mas bateu a Suécia por 3 a 0, no Rasunda, e conseguiu, enfim, respirar um pouco mais aliviado após uma semana tensa.

Artilheiro dos Jogos Olímpicos, Leandro Damião marcou no primeiro tempo, aproveitando passe de Neymar para balançar as redes pela sétima vez nos últimos sete jogos com a amarelinha. Já nos minutos finais, Alexandre Pato saiu do banco para incendiar a partida e marcar outros dois gols.

A vitória pode significar alívio para a comissão técnica. Uma derrota colocaria ainda mais lenha na fogueira de especulações sobre a permanência ou não de Mano Menezes, apesar das recentes garantias do presidente da CBF, José Maria Marin, e do diretor de Seleções, Andrés Sanches.

Leandro Damião comemora gol do Brasil contra a Suécia (Foto: Mowa Press)Jogadores do Brasil abraçam Damião após o primeiro gol da Seleção no Rasunda (Foto: Mowa Press)

A partida teve um tom de recomeço. A Seleção deu seus primeiros passos de olho no novo projeto: a Copa das Confederações, no ano que vem. Os próximos serão dados em setembro, quando o Brasil enfrenta a África do Sul, no dia 7, em São Paulo, e a China, três dias depois, no Recife.

Festa, homenagens e “peso da camisa”

Apesar de o amistoso ser um jogo festivo, antes mesmo de a bola rolar os brasileiros deixaram claro que o clima não era de celebração. O combinado era que a Seleção enfrentaria a Suécia com uma camisa azul similar à que foi usada no primeiro título mundial conquistado, em 1958. A ideia foi de José Maria Marin, presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). No entanto, os jogadores acharam o material muito pesado e entraram no gramado com o uniforme, posaram para fotos, mas usaram as camisas atuais durante o jogo. De acordo com a CBF, o uniforme de 58 também dificultaria a transmissão da TV, uma vez que não tem o número na frente.

– Um pouco pesada, mas é um orgulho muito grande fazer parte dessa festa e ver os ídolos que deram o primeiro titulo para o Brasil – disse Neymar, no intervalo.

De qualquer forma, muita festa no Rasunda. Dançarinas brasileiras e suecas fantasiadas desfilaram pelo gramado, enquanto os campeões e vice-campeões do mundo, em 58, foram homenageados. Outros nomes que marcaram o futebol da Suécia também foram saudados, como  o ex-goleiro Thomas Ravelli e o ex-atacante Henrik Larsson. Estrela maior, Pelé – emocionado – falou para o público. A rainha Sìlvia, da Suécia, também esteve no estádio e acompanhou a partida ao lado do vice-presidente da República, Michel Temer.

Pelé no amistoso da seleção brasileira contra a Suécia (Foto: Mowa Press)Pelé é homenageado no Rasunda (Foto: Mowa Press)

– É um momento de muita emoção. Nesse estádio, quando eu tinha 17 anos, muitos de vocês ainda não eram nascidos. Foi muito especial não só para mim, mas para todo o Brasil, que conquistou seu primeiro título mundial aqui. Eu quero retornar a vocês todo o amor que me deram em 1958. Eu amo vocês – disse o Rei, que também deu o pontapé inicial da partida.

Receita olímpica: passe de Neymar, gol de Damião

Em campo, quatro mudanças em relação à equipe que iniciou a partida contra o México, na decisão dos Jogos Olímpicos de Londres. Daniel Alves, David Luiz, Paulinho e Ramires entraram nas vagas de Rafael, Juan, Marcelo (suspenso) e Sandro. Com isso, Alex Sandro voltou à sua posição original e atuou na lateral esquerda.

Do outro lado, Erik Hamren manteve a base da Suécia eliminada na primeira fase da Eurocopa. Entretanto, com um grande desfalque. Com dores no pé, o astro Zlatan Ibrahimovic não foi para o jogo e deu lugar a Marcus Berg.

E os suecos também logo mostraram que não estavam em clima de festa. Logo no início, Larsson levantou Oscar em falta duríssima. Caçado por Wilhelmsson, Neymar também sofreu. O árbitro húngaro Robert Kispal – o único em campo em clima de festa – aliviou e não puniu o atleta.

Com a bola rolando, um Brasil com mais posse e domínio territorial, porém lento e com dificuldades para superar a retranca sueca. Diferentemente das Olimpíadas, Neymar jogou mais centralizado ao lado de Damião, com Oscar caindo pela esquerda, e Ramires, pela direita. Mesmo sem encantar, a Seleção teve as melhores chances. Daniel Alves chegou perto em duas cobranças de falta, e Neymar marcou aproveitando rebote de um chute na trave de Oscar. A arbitragem, no entanto, errou e anulou o lance, apontando impedimento inexistente.

Aos 31, enfim, o Brasil marcou, e com a receita dos Jogos Olímpicos. Assistência de Neymar – quinta nos últimos sete jogos – e gol de Leandro Damião – sétima nos últimos sete jogos. Bem no jogo, o craque do Santos cruzou da esquerda para o camisa 9 completar de cabeça: 1 a 0.

Pato sai do banco e brilha

Na segunda etapa, sem mudanças de peças, a Seleção voltou mais solta e envolvente. Neymar, em bonita jogada individual, e em cobrança de falta, quase marcou, assim como Paulinho, de cabeça, e Leandro Damião e Oscar em chutes de fora da área.

Aos 30, Mano começou a mexer no time. De uma só tacada, trocou Oscar, Damião e David Luiz por Hulk, Alexandre Pato e Dedé. O zagueiro do Chelsea saiu machucado.

Com as mudanças, o ritmo do jogo caiu um pouco e a Seleção se mostrou satisfeita com a vitória magra. Após uma pancada, Neymar saiu mancando e deu lugar a Lucas, mas foi Alexandre Pato quem brilhou nos minutos finais. Primeiro, em posição duvidosa, ele recebeu passe de Daniel Alves para ampliar aos 40: 2 a 0. Dois minutos depois, o atacante do Milan recebeu em profundidade de Ramires e foi derrubado na área. Pênalti, que o próprio Pato cobrou e selou a vitória brasileira, já aos 44.

alexandre pato brasil x suecia (Foto: Mowa Press)Pato saiu do banco para marcar duas vezes pelo Brasil no amistoso (Foto: Mowa Press)
SUÉCIA 0 X 3 BRASIL
Isaksson; Larsson, Granqvist, Olsson e Safari; Wernbloom, Holmen, Elm (Svensson) e Wilhelmsson (Kacanikilic); Marcus Berg ( Husén) e Toivonen. Gabriel, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz (Dedé) e Alex Sandro; Rômulo, Paulinho, Ramires e Oscar (Hulk); Neymar (Lucas) e Leandro Damião (Pato).
Técnico: Erik Hamren Técnico: Mano Menezes.
Gols: Leandro Damião, aos 31 do primeiro tempo; Alexandre Pato, aos 40 e aos 44 do segundo tempo.
Cartões amarelos: Thiago Silva (Brasil); Larsson e Wernbloom (Suécia)
Local: Estádio Rasunda, em Estocolmo (Suécia). Árbitro: Viktor Kassai (Hungria) Auxiliares: Robert Kispal (Hungria) e Tibor Vamos (Hungria)

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