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Mentir demais faz você se adaptar com a desonestidade

mentirosoSegundo estudos realizados, quando uma pessoa mente, são experimentadas várias sensações emocionais que fazem com ela se sinta mal.

Esses sentimentos podem ser medidas e são a base dos detectores de mentiras. Alguns pesquisadores demonstraram até que é possível derrubar com fármacos as barreiras fisiológicas contra a transgressão.

Um estudo realizado com estudantes de 1964, foi observado que quando tomavam um medicamento simpaticolítico, que bloqueia os sinais associados com o comportamento desonesto, tinham o dobro de probabilidade de enganar durante um exame do que aqueles que tomaram placebo.

Um grupo de pesquisadores da University College London comprovou que isso também ocorre com as sensações associadas a burlar as normas morais, um fenômeno que poderia explicar como se pode chegar a cometer atos desonestos graves a partir de outros que, a princípio, parecem irrelevantes.

Fonte: PavBlog

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Corpo leva uma semana para se adaptar ao fim do horário de verão

 

relogioO horário de verão, que começou no dia 21 de outubro do ano passado, terminou neste domingo (17), quando os relógios devem ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e no Tocantins.

Segundo o neurologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Brasília (UnB) Raimundo Nonato Delgado Rodrigues, os impactos do fim do horário de verão sobre a saúde da população são menores do que quando ele começa. O corpo deve se habituar à mudança gradualmente e, no período de adaptação, que deve durar em torno de uma semana, as pessoas tenderão a acordar mais cedo e vão sentir sono mais cedo à noite. “O ideal seria aos poucos fazer com que o sono fosse atrasado, de forma que a pessoa acordasse um pouquinho mais tarde”.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), neste ano o horário de verão gerou uma economia de 4,5% no período de pico (entre as 18h e as 21h) nos estados em que foi implementado. A mudança é adotada todos os anos no país para aproveitar melhor a luminosidade do dia nesta época do ano, reduzindo o consumo de energia nos horários de pico e evitando o uso de energia gerada por termelétricas, que é mais cara e mais poluente do que a gerada pelas hidrelétricas.

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Para o neurologista, o horário de verão é um atentado à saúde das pessoas. “Perder uma hora de sono pode parecer pouco, mas o cérebro sente muito mais do que podemos imaginar, não só em termos de cansaço, mas também na alteração na produção hormonal e na fragmentação do sono”, aponta. Se o débito de sono for muito acumulado, as pessoas podem correr riscos, principalmente na hora de exercer atividades que necessitem de vigília, como dirigir ou operar máquinas.

O horário de verão começa sempre no terceiro domingo do mês de outubro e encerra no terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

Sabrina Craide, da Agência Brasil