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Alunos acusam UFPB de jogar Trabalhos de Conclusão no lixo

lixoA aluna da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Mika Costa, está denunciando que Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC’s) de alunos da Instituição, principalmente do curso de Comunicação Social (Jornalismo e Rádio e TV) estão sendo jogados no lixo. O Portal MaisPB teve acesso a imagens dos TCC’s no lixo.

“Imagine que você chega ao final do seu curso e tem logo que entrar no processo TCC, considerando que este é uma das fases mais difíceis da etapa final. TCC pronto, finalizado, apesar dos pesares e você sai da Universidade com a sensação de dever cumprido. Mas, o que não imagina é que a Instituição a qual você se formou, pode dá um último presente, na verdade uma demonstração de `carinho’ (como nos disse um certo Diretor de centro) para com sua dedicação enquanto aluno e pesquisador. Pois bem, foi essa demonstração afetuosa que constatamos no dia 30 de abril, milhares de TCC’s jogados no lixo e teses de mestrado jogados no lixo para todo mundo ver. Alguns desses trabalhos são também de outras Universidades, o mais estranho (ou não) é que são trabalhos dos cursos de comunicação, a maioria de Jornalismo e Rádio e TV”, denunciou Mika Costa.

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Mika lamenta o fato dos “trabalhos não ficarem nas bibliotecas da Universidade, disponíveis para outras pessoas o conhecerem”. “Os critérios ou seja lá o que levou os funcionários a tomarem essa decisão, não se justifica, não há argumentos pra uma infâmia dessa. Temos que denunciar esse acontecimento. Não foram nossos trabalhos, mas de colegas que passaram as mesmas dificuldades que alguns já passaram ou vão passar quando finalizar seus cursos. Isso é grave, muito grave”, afirmou.

A estudante enfatiza que os trabalhos não são digitalizados em arquivos da UFPB, como meio de assegurar futuras pesquisas.

MaisPB

Eletricitários acusam Energisa de demitir sindicalista e companhia se recusa a falar

energisaO Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba (Stiupb) acusa a Energisa de estar demitindo sindicalistas que lideraram a última greve da categoria, realizada no início deste mês.

Conforme a nota de repúdio emitada hoje pelo Stiupb, na última sexta-feira, o  dirigente sindical e membro do Conselho Fiscal da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), Dráuzio Macedo foi demitido. Os eletricitários Alderivam Ferreira e Luciano Araujo estão recebendo represália por parte da empresa por terem participado do movimento grevista.

O ClickPB entrou em contato com distribuidora de Energia Elétrica na Paraíba para que esclarecesse as denuncias dos funcionários.  A assessoria de comunicação da Energisa informou que a empresa não vai se posicionar nem esclarecer o assunto, porque é de âmbito interno. “Não afeta o atendimento ao consumidor, não temos o que falar sobre isso”.

 

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Veja a nota de repúdio

Vimos tornar público, através dessa nota, o nosso repúdio ao comportamento antissindical da empresa ENERGISA. Na última sexta-feira, 23 de maio, o STIUPB recebeu a notícia da demissão do companheiro DRÁUZIO MACEDO, dirigente sindical de nossa entidade e membro do Conselho Fiscal da Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), bem como membro da comissão da PLR 2014, eleita em assembleia geral dos trabalhadores no início do mês quando do movimento paredista realizado na empresa. Repudiamos também as punições aplicadas pela Diretoria da ENERGISA contra os companheiros ALDERIVAM FERREIRA e LUCIANO ARAUJO.

No início do mês os trabalhadores da Energisa entraram em greve exigindo da empresa uma PLR digna pelo trabalho realizado. É da ciência de toda a sociedade paraibana que a Energisa é uma das empresas que mais crescem no setor eletricitário do país. Não à toa, fez um aporte financeiro de R$1,2 bilhão para a compra do Grupo Rede, do Centro-Oeste, no final do ano passado. Somente neste ano, a Energisa já obteve um lucro calculado em R$168,9 milhões de reais. Enquanto isso, os seus trabalhadores recebem o menor salário da categoria eletricitária no Brasil, ficando abaixo inclusive do piso recebido pelos trabalhadores do comércio e da construção civil no Estado. Em troca, metas inalcançáveis e um assédio moral que comprometem profundamente a saúde dos seus funcionários é a prática diária da empresa.

Engana-se a empresa em pensar que com esta demissão e as suspensões de diretores do STIUPB ela irá calar a voz dessa categoria. Vemos em todo o país as fortes mobilizações e greves travadas pelos trabalhadores de diversos ramos da economia que enfrentam os patrões e as direções pelegas dos sindicatos.

O companheiro Dráuzio é um dos mais de 2.000 trabalhadores da Energisa que não se curvou aos desmandos da empresa e ousou lutar contra a exploração, tendo a ousadia inclusive de organizar a luta no seu local de trabalho indo contra a omissão de seu sindicato.

Vale destacar que, na manhã do dia 22, a comissão da PLR 2014 estava reunida com a empresa e, num ato tresloucado, a Energisa demite um legítimo representante dos trabalhadores. Este ato não ficará impune! A mesma categoria que ousa lutar contra a exploração da empresa saberá responder essa tentativa de intimidação à categoria em luta.

REPUDIAMOS veementemente a ATITUDE ANTISSINDICAL DA ENERGISA que não irá calar a voz, nem tampouco diminuir a altivez dessa categoria que deu uma demonstração autêntica de sua força, realizando uma das maiores GREVES dos últimos 15 anos. A empresa deveria, ao invés de suspender direitos e demitir lideranças, responder as reivindicações dos seus mais de 2.000 funcionários que entraram em GREVE unicamente para exigir um valor justo na Participação nos Lucros e Resultados da empresa.

 

clickpb

‘Mensalão’: Os 6 argumentos dos que acusam o STF de promover um julgamento de exceção

À medida que avança o julgamento do chamado ‘mensalão’ no Supremo Tribunal Federal (STF), também se avolumam manifestações de intelectuais, juristas e outros nomes públicos sobre as decisões dos ministros. Nesta quarta-feira (26), uma “carta aberta ao povo brasileiro”, assinada por dezenas de personalidades, se espalha pela internet. E comentaristas como o cientista político Wanderley Guilherme dos Santos já falam que o STF pode estar conduzindo um “julgamento de exceção”.

As críticas recaem sobre diversas questões que envolvem a análise do processo até aqui. Passam pelo ambiente externo ao julgamento, no qual a grande imprensa assume abertamente posição pró-punição, e chegam às teses empregadas pelos ministros nas condenações, consideradas em alguns casos como reinterpretação de posições anteriores da corte.

A Carta Maior reuniu, a seguir, as seis principais linhas argumentativas utilizadas pelos críticos do STF em artigos de jornais, entrevistas e outras manifestações públicas nas últimas semanas. Em geral, eles não tratam da inocência ou culpa dos réus, mas cobram respeito ao devido processo legal – o abrangente conceito constitucional que é uma das bases do estado democrático de direito. Confira:

1) Pressão da grande imprensa: antes do início do julgamento, o jurista Celso Antonio Bandeira de Mello já alertava para o risco de que o STF tomasse uma decisão “política” e não “técnica”, diante da enorme pressão da grande imprensa pela condenação dos réus. Conforme essa linha crítica, a corte, poderia atropelar direitos dos réus, como o duplo grau de jurisdição (o que foi negado no início do julgamento, quando se recusou o desmembramento) e o princípio do contraditório (uso de declarações à imprensa e à CPI pelos réus). Vale lembrar que em 2007, quando o STF aceitou a denúncia, o ministro Ricardo Lewandowski foi flagrado em uma conversa telefônica em que dizia que a “imprensa acuou o Supremo” e “todo mundo votou com a faca no pescoço”.

2) Protagonismo da teoria do “domínio do fato”: na falta de “atos de ofício” que vinculem réus às supostas ações criminosas, os ministros – como Rosa Weber e Celso de Mello – têm se valido da teoria do “domínio do fato”, que busca fundamentar a punição de mandantes que por ventura não tenham deixado rastros. O problema é que essa teoria é de rara utilização no STF, e não costuma servir de base única para condenações, segundo o professor da USP Renato de Mello Jorge Silveira, pesquisador do assunto. Diante da ausência de provas e da fragilidade dos indícios contra o ex-ministro José Dirceu, chamado de “chefe da quadrilha” na denúncia do Ministério Público Federal, especula-se que os ministros terão de se valer dessa tese para condená-lo.

3) Nova interpretação do crime de lavagem de dinheiro: pelo entendimento pacificado até antes do “mensalão”, a materialidade da lavagem de dinheiro pressupunha ao menos duas etapas – a prática de um crime antecedente e a conduta de ocultar ou dissimular o produto oriundo do ilícito penal anterior. A entrega dos recursos provenientes dos “empréstimos fictícios” do Banco Rural foi considerada lavagem, e não exaurimento do crime antecedente de gestão fraudulenta de instituição financeira. Da mesma forma, e por apenas um voto de diferença, o saque do dinheiro na boca do caixa foi considerado lavagem, e não exaurimento do crime de corrupção. Para os advogados, esse novo entendimento superdimensionará o crime de lavagem, já que sempre que alguém cometer qualquer delito com resultados financeiros e os entregar a outro, incorrerá, automaticamente, nesta prática.

4) Tratamento distinto do “mensalão tucano”: o suposto esquema de financiamento ilegal de campanhas políticas do PSDB de Minas Gerais, montado pelo publicitário Marcos Valério, aconteceu em 1998, portanto cinco antes do caso que envolve o PT. Entretanto, não há previsão de quando haverá o julgamento. O chamado “mensalão tucano” tem 15 pessoas como rés e acabou desmembrado entre STF e Justiça mineira pelo ministro Joaquim Barbosa, que, no entanto, recusou esse mesmo pedido dos advogados no caso em julgamento. O tratamento do Ministério Público Federal também foi distinto: na ação penal contra o PT, o MPF entendeu que o repasse de dinheiro para saldar dívidas de campanha configura crimes como corrupção ativa, peculato e quadrilha. Já no processo contra o PSDB, o entendimento foi de que era mero caixa dois eleitoral. Por causa disso, no caso mineiro o MPF pediu o arquivamento do inquérito contra 79 deputados e ex-deputados que receberam recursos.

5) Julgamento em pleno período eleitoral: ao decidir fazer o julgamento no período das eleições municipais, o STF tornou-se um dos protagonistas das campanhas dos adversários do PT. As decisões dos ministros têm sido amplamente divulgadas nos programas de rádio e televisão, que pretendem gerar danos à imagem de candidatos do partido sem qualquer relação com o processo do “mensalão”. Os efeitos eleitorais das decisões da corte podem ser ainda mais intensos porque a maioria dos réus petistas deve ser julgada na semana anterior às eleições municipais.

6) Preconceito contra a política e o campo popular: ainda que os ministros do STF estejam fundamentando juridicamente suas decisões, conforme o princípio da ampla defesa, algumas manifestações durante o julgamento revelam “preconceito” contra os políticos, em especial os do campo popular. O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos tratou do assunto em entrevista à Carta Maior, ao dizer que há um “discurso paralelo contra a atividade política profissional” nas falas de alguns ministros. Não é surpresa que esse discurso é o mesmo daquele da grande mídia, em que o tom acusatório sempre reverberou contra os réus do suposto “mensalão”.

Carta Maior

Membros do PEN acusam Toinho do Sopão e Ricardo Marcelo de querer tomar o partido


Membros do recém criado Partido Ecológico Nacional, o PEN, estão denunciando que um grupo liderado pelos deputados Toinho do Sopão e Ricardo Marcelo (presidente da Assembleia Legislativa), estão querendo tomar de conta do partido no Estado, quando existe um grupo pioneiro que estaria sendo escanteado.
Nove deputados de vários partidos filiaram-se ao PEN (Partido Ecológico Nacional), porém está havendo discussões  no estado por um grupo que se diz responsável pelas assinaturas necessárias para a criação do partido.
Izac Santos, Antônio Marques e Marcelo Guimaraes são os nomes que constam no TRE na PB. eles  alegam que os deputados Toinho do Sopão e Ricardo Marcelo puxaram o tapete deles.
Quem são os verdadeiros responsáveis da vinda do PEN na PB?
A vinda do partido veio por através de Antonio Marques (sindicalista a mais de 10 anos, técnico em materiais; assistente administrativo e técnico em marketing).
Veja depoimento dele sobre a criação do PEN
Como se deu o processo de criação aqui e desde quando esse partido existe mesmo no Brasil?
R: O processo se deu em outubro de 2009,quando Fabio Sousa hoje na formação do PTS,me entregou o PEN para que eu pudesse dá seqüência na formação do partido, na minha presença o Fabio ligou pro presidente nacional o Adilson Barroso, passando definitivamente o partido a minha responsabilidade no estado. Depois o Adilson me convida pra participar de um congresso em São Paulo no mês de novembro de 2010, assinando lista de presença e tudo mais. O Adilson Barroso lançou no site do partido que, os lideres de cada estado que comparecesse no congresso, estaria ficando com o partido definitivamente e continuasse pegando as assinaturas pelo seu estado. O partido existe no desde 2005 segundo Adilson, através do Adilson Barroso, conheci figuras importantes como, o médico que trabalhava no programa do Ratinho, a médica conhecida como Dra Havanir do ex-partido PRONA do eu sou Enéas já falecido. Agora vem os Deputados se achando donos do Partido como diz o Dep. João Gonçalves em um jornal do estado, que desconhece esses fundadores, ora Deputado eu lhe que o Sr. Deveria está preocupado sim,pois sua base eleitoral já não é mais  mesma e lhe aconselho não só ao Deputado mais aos demais que,retornem aos seus partido de origem por que a perda vai ser muito grande nas eleições de 2014,aguardem!!.Agora seguem em seqüência os verdadeiros ativistas do PEN no estado responsáveis, de acordo com as entradas das assinaturas nos municípios desde 2009; Antonio Marques Jr. Isaac Santos, Paulo Maelquiades, Marcelo Guimarães e o empresário Clenildo Costa. Vamos todos em breve à Brasília, onde retornaremos fechados com a Nacional ou direto pra justiça, por danos morais, constrangimento ilegal, descrito no art. 146 do código penal brasileiro, dentro do capítulo que trata dos crimes contra a liberdade individual é um tipo penal que vem assim descrito pelo legislador:

Assessoria do PEN para o Focando a Notícia