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Polícia prende acusado de tráfico de drogas em Araruna

No final da tarde dessa quarta-feira (15) a Polícia Civil da Paraíba, representada pela Seccional de Solânea-21ª DSPC, através da Delegacia de Araruna-PB, em ação conjunta com Núcleo de Inteligência da Polícia Militar da cidade de Araruna/PB prenderam em flagrante um homem pelo cometimento do crime de tráfico de drogas.

Com o suspeito foram apreendidos 67 papelotes de maconha e 12 de crack, os quais estavam no interior da residência dele, tendo sido autuado em flagrante e encaminhado para a Cadeia Pública da cidade de Araruna e está à disposição da Justiça.

Polícia Civil e Polícia Militar sempre em ação.

 

FN com 21ª DSPC

 

 

Acusado de furtar gado é preso com armas artesanais em Belém

Um homem acusado de praticar furto de gado foi preso na manhã desta terça-feira (14) pela Polícia Civil, na zona rural da cidade de Belém, no interior da Paraíba, a 131 quilômetros de João Pessoa. O preso, de 41 anos de idade, foi localizado numa localizada conhecida como “Sítio Suspiro”, por equipes do Núcleo de Homicídios e e da Delegacia de Belém.

De acordo com informações do delegado Hugo Lucena, o homem teve a prisão decretada pela Justiça, após a Polícia Civil apresentar provas da participação dele no crime denominado como Abigeato, que é o furto de animais domesticados, principalmente, gado.

Durante o abordagem policial, os investigadores realizaram buscas no imóvel onde o homem se encontrava e localizaram duas armas de fogo. “Contra esse acusado já havia um mandado de prisão expedido pela Justiça. Ele ainda foi flagrado de posse de duas espingardas de fabricação artesanal. Ele foi preso em sua residência e encaminhado à cadeia de Belém”, informou o delegado.

 

parlamentopb

 

 

Polícia prende homem acusado de receptação e roubo de carros

A Polícia Militar localizou e prendeu, no fim da tarde dessa segunda-feira (6), mais um homem que estava sendo procurado pela Justiça e que tinha uma vasta ficha criminal, na cidade de Campina Grande. Dessa vez, a prisão foi realizada no bairro do Jeremias, após perseguição.

Policiais militares da 2ª Companhia Especializada em Policiamento com Motocicletas (2ª CEPMotos), que já vinha recebendo informações sobre a localização do acusado, flagraram o homem na garupa de uma motocicleta. “Ele foi flagrado na garupa de uma moto, junto com um piloto, e foi dada voz de parada, mas eles tentaram fugir. Fizemos o acompanhamento e encontramos o acusado, que já tinha desembarcado da moto e tentava fugir a pé. O piloto conseguiu fugir, mas continua sendo procurado”, explicou o cabo L. Moura, que conduziu as ações.

Segundo os policiais que fizeram a captura, o acusado havia sido preso há 15 dias, é envolvido com roubo de carros, violação de estabelecimentos comerciais, e tinha um mandado de prisão em aberto pelo crime de receptação. O acusado foi apresentado na Central de Polícia, no bairro do Catolé, ficando à disposição da Justiça.

PB Agora

 

 

Advogado de casal acusado de atropelar e matar um pedreiro bate-boca com jornalista e diz que imprensa cria factoide

A polêmica em torno do acidente que resultou na morte do pedreiro Walmir Pedro de Brito, de 43 anos, continua, pois a defesa do casal acusado de causar o atropelamento, feita pelo advogado Genival Veloso, bateu-boca, com o radialista Emerson ‘Môfi’ durante seu programa radiofônico.

Segundo o advogado ele ainda está tomando conhecimento do caso.

“O que eu posso adiantar é que era ela, mesmo que vinha dirigindo e isso não há mais nenhuma dúvida e não adianta ficar especulando isso Mofi, por que isso é maldade”, disse Genival Veloso.

Em rebate o jornalista indaga de quem seria a maldade alegada. Para Genival Veloso, a maldade viria da imprensa. “O seu trabalho é nessa condição de fazer essa pressão toda”.

O repórter destacou, porém, que só estaria noticiando o fato, pois houve a morte de um pai de família. Veja o desenrolar da discussão no link:

pbagora

 

 

Em Alagoinha, homem é preso acusado de estuprar sobrinha de 11 anos

Um homem de 29 anos foi preso suspeito de estuprar a própria sobrinha de 11 anos, em Alagoinha. Os policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) capturaram o homem na tarde deste domingo (22).

A PM recebeu a informação da ocorrência através do Copom e, juntamente com conselheiros tutelares, se dirigiu até o local. A vítima confirmou a denúncia e relatou detalhes do que teria acontecido.

Um outro tio da vítima também confirmou a denúncia para os policiais e o suspeito, que se encontrava no local, foi preso e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil, juntamente com as partes envolvidas, para a realização dos procedimentos legais.

 

 

click

 

 

Acusado de mandar matar padrinhos no dia do casamento é condenado a 68 anos de prisão

Foi condenado a 68 anos de prisão o empresário Nelsivan Marques de Carvalho, acusado de matar seus padrinhos Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, no dia do próprio casamento. O julgamento, que foi adiado em agosto de 2018, aconteceu nesta segunda-feira (09) no Tribunal do Júri de Campina Grande.

Nelsivan foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio contra o casal e ainda o vigilante da casa de festas que foi ferido a tiros no local do crime.

O assassinato aconteceu em março de 2014, em frente a um salão de festar no bairro do Catolé, em Campina Grande. A Justiça definiu que os seis réus envolvidos no duplo homicídio seriam julgados por júri popular.

Maria Gorete Alves Pereira, que foi acusada de envolvimento no duplo assassinato, foi absolvida. Ela também foi julgada nesta segunda-feira (09). A mulher disse que convivia apenas com um dos homens envolvidos no caso, Gilmar Barreto da Silva, que foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão.

Outro acusado de envolvimento no crime, Allef Sampaio dos Santos, também sentaria no banco dos réus, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado.

Foto: reprodução

Acusado nega

Nelsival negou envolvimento na morte dos padrinhos de casamento e que teve o nome colocado no meio do processo, mas não sabe quem o fez nem o motivo. No depoimento, ele alego que não se recorda do que aconteceu no dia do crime e a defesa aponta que não há provas materiais de que o empresário tenha participado do crime.

O juiz questionou Nelsivan sobre relação de provas, como ligações eletrônicas e trocas de mensagens entre os celulares dele e outros réus. “Se eu liguei pra alguém ou respondi mensagem de texto naquela ocasião não me lembro. Se eu fiz não sei”, respondeu Nelsivan. Ele ainda disse que a relação que tinha com Franciclécio — condenado a 54 anos e seis meses de prisão — era de amizade, pois frequentavam a mesma igreja.

De acordo com a promotoria, com base no inquérito da Polícia Civil, o crime foi motivado por ganância. Segundo o Ministério Público, Nelsivan teria encomendado a morte dos padrinhos para assumir o controle total de uma faculdade particular da cidade, que também era administrada pelo casal assassinado.

G1

 

 

Acusado de planejar morte de padrinhos no próprio casamento, na PB, nega envolvimento no caso

Durante júri popular na manhã desta segunda-feira (9), Nelsivan Marques de Carvalho, acusado de mandar matar um casal de padrinhos no dia do próprio casamento, em Campina Grande, disse que não tem nenhum envolvimento no caso e que o nome dele foi colocado no meio do processo, mas não sabe quem o fez e nem o motivo.

Nelsivan Marques de Carvalho é acusado de mandar matar o casal Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, que eram seus padrinhos, justamente no dia do próprio casamento. O crime aconteceu em março de 2014, em frente a um salão de festas no bairro do Catolé em Campina Grande. O acusado está preso há seis anos à espera de julgamento.

Ainda em depoimento, Nelsivan Marques de Carvalho alegou que não se recorda do que aconteceu no dia do crime. Conforme a defesa do réu, não há apanhados, diálogos ou qualquer prova material de que o empresário tenha participado do crime.

De acordo com a promotoria, com base no inquérito da Polícia Civil, o crime se resume a uma única coisa: a ganância. Segundo o Ministério Público, Nelsivan teria encomendado a morte dos padrinhos para assumir o controle total de uma faculdade particular da cidade, que também era administrada pelo casal assassinado.

O julgamento acontece no Tribunal do Júri de Campina Grande, após ter sido adiado em agosto de 2018. A Justiça definiu em 2016 que os seis réus envolvidos no duplo homicídio seriam julgados por júri popular. Além de Nelsivan Marques de Carvalho, Maria Gorete Alves Pereira, que é acusada de envolvimento no duplo assassinato, também vai a julgamento nesta segunda-feira.

Quanto a Maria Gorete, a ré disse em depoimento que convivia apenas com um dos homens envolvidos no caso, Gilmar Barreto da Silva, que foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão pelo crime. A ré afirmou ainda que não tem conhecimento dos atos do companheiro. Para a defesa da acusada, a ré não tem nenhum envolvimento no crime e há convicção da absolvição dela no caso.

Outro acusado de envolvimento no crime, Allef Sampaio dos Santos, também sentaria no banco dos réus, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado.

Alleff Sampaio dos Santos (centro) também seria julgado nesta segunda-feira por morte de casal em casamento, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado — Foto: Artur Lira/G1

Alleff Sampaio dos Santos (centro) também seria julgado nesta segunda-feira por morte de casal em casamento, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado — Foto: Artur Lira/G1

Outros três denunciados já foram julgados

Dos seis denunciados pelo Ministério Público, três já foram julgados: Franciclécio de Fárias Rodrigues foi condenado a 54 anos e seis meses de reclusão em regime inicialmente fechado; Gilmar Barreto da Silva foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão; e Samuel Alves da Silva vai cumprir uma pena de 42 anos de reclusão.

Franciclécio é suspeito de agiotagem e Washington lhe devia R$81 mil, pela compra de uma caminhoneta. Nelsivan e Franciclécio teriam planejado as mortes por desentendimentos com o casal de empresários, que eram sócios de Nelsivan em uma faculdade particular de Campina Grande.

Entretanto, os crimes foram executados por Samuel, que confessou na época ter atirado nas vítimas, em depoimento à Polícia Civil. Os assassinatos aconteceram na saída da festa de casamento de Nelsivan, na frente de uma casa de festas, no bairro Catolé.

Crime aconteceu em março de 2014

O crime aconteceu no dia 29 de março de 2014. Terminada a cerimônia, Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira se despediram dos noivos, por volta das 21h, e foram embora, seguindo em direção ao seu carro, quando foram assassinados. Segundo o MP, os crimes teriam sido encomendados pelo noivo, Nelsivan Marques. Ele teria mandado executar as vítimas para assumir o controle de uma faculdade particular da cidade.

Casal morto depois de festa de casamento em Campina Grande — Foto: Reprodução / TV Paraíba

Casal morto depois de festa de casamento em Campina Grande — Foto: Reprodução / TV Paraíba

 

G1

 

 

Homem é preso acusado de assassinar mulher envolvida com o tráfico de drogas em Araruna, na PB

m homicida foragido da justiça foi preso na manhã desta quinta-feira (5), em uma ação conjunta das Polícias Civil (GTE da 8ª DSPC) e Militar (Guarnição do Comando do 4º BPM) no bairro do Nordeste, na cidade de Guarabira, no Agreste da Paraíba.

Cícero Barbosa de Lima Neto, conhecido como “Pezão”, foi localizado e preso em cumprimento a mandado de prisão preventiva expedido pelo fórum de Araruna (PB), onde o crime aconteceu, em 23 de outubro de 2018.

Segundo informações dos investigadores, o preso será encaminhado a um dos presídios de Guarabira e ficará a disposição da justiça. O preso não quis se pronunciar sobre o caso.

O CRIME

Uma mulher foi assassinada a tiros na noite de terça-feira (23/10/18) na cidade de Araruna, na Paraíba. Segundo informações do delegado de homicídios responsável pelo caso, Diógenes Fernandes, a mulher estava na casa dela quando dois suspeitos armados entraram no local e fizeram vários disparos contra a vítima.

O caso aconteceu por volta das 20h na rua da Palha, no Centro da cidade. O delegado informou que o corpo de Rosineide Bezerra da Silva, de 23 anos, foi encontrado na sala da casa. Segundo relato de uma amiga de Rosineide à polícia, ela estava no local junto com a vítima quando dois homens invadiram a residência e fizeram os disparos. Os suspeitos estavam encapuzados e fugiram do local em uma motocicleta.

Ainda de acordo com o delegado, Rosineide já tinha sido presa em setembro do ano passado, durante uma operação de combate ao tráfico de drogas na região. Ela havia sido liberada em dezembro e respondia ao processo em liberdade.

“As investigações apontam que o caso não se trata de feminicídio, mas de um acerto de contas por tráfico de drogas. A vítima tinha envolvimento com o crime na região”, disse o delegado.

Fonte: blogdopedrojunior

 

 

Homem é preso em flagrante acusado de estuprar a própria filha de 13 anos

Um homem foi preso na tarde desta quinta-feira (28), suspeito de estuprar a própria filha de 13 anos. Ele é um presidiário cumprindo pena em regime semi-aberto.

Davi José Trajano da Silva foi autuado em flagrante delito por prática de estupro de vulnerável.

De acordo com a polícia, o suspeito já cumpriu pena por homicídio e roubo a banco em Pernambuco.

A delegada Joana D’Arc Sampaio Nunes, da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Juventude e Infância, investiga o caso.

 

clickpb

 

 

Policiais estouram “boca de fumo” e prendem acusado de tráfico de drogas em Pirpirituba, PB

Um homem, de 29 anos, foi preso pelas Polícias Militar e Civil na manhã dessa quarta-feira (13) acusado de tráfico de drogas no município de Pirpirituba, na Paraíba. Na ocasião, os policiais fecharam uma “boca de fumo” que funcionava em uma residência da cidade.

José Roberto da Silva, conhecido como Branco, foi preso em flagrante durante ação conjunta dos policiais. Ele já cumpriu pena anteriormente pelo mesmo crime, segundo a polícia.

Na casa os policiais encontraram 02 (duas) espingardas calibre .12, com 08 (oito) munições, 110 (cento e dez) porções de maconha prontas para a comercialização e uma certa quantia em dinheiro. O acusado confessou ser o proprietário de todo material.

Ele foi conduzido à Delegacia de Policia em Guarabira (PB) e apresentado ao delegado plantonista para os procedimentos necessários. A ação foi desencadeada pelos Militares da Guarnição do Comando do 4º BPM e Civis do GTE da 8ª Delegacia Seccional.

Redação: Blog do Pedro Júnior