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Irmãs são presas em Guarabira acusadas de fazer compras com cartão de crédito furtado em João Pessoa

Duas irmãs, de 29 e 32 anos de idade, foram presas por policiais militares e civis nesta terça-feira (16), no Bairro do Rosário, em Guarabira, acusadas de realizarem mais de R$ 4 mil em compras com um cartão de crédito furtado de uma vítima que reside em João Pessoa. O furto aconteceu no dia 7 deste mês e no dia 8 elas fizeram compras em vários lojas no centro da cidade de João Pessoa e Guarabira. As duas acusadas foram identificadas pelos policiais através das imagens das câmeras dos estabelecimentos comerciais de Guarabira e, nas residências delas, foram encontrados objetos comprados com o cartão furtado.

As prisões foram feitas por policiais do Núcleo de Inteligência e Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e do GTE (Grupo Tático Especial) da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, que tomaram conhecimento do caso e analisaram as imagens de alguns estabelecimentos comerciais onde, de acordo com a operadora do cartão de crédito, as compras tinham sido realizadas. As duas irmãs então foram identificadas e nas residências delas foram encontrados alguns dos objetos comprados, entre eles, um gelágua, relógios, anéis e aparelhos de telefone celular.

Uma das mulheres informou que teria encontrado, em João Pessoa, a carteira de documentos da vítima com o cartão e a senha anotada, então teria feito as compras em Guarabira junto com a irmã. As duas e os objetos apreendidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil, onde elas foram autuadas em flagrante por furto e estelionato.

Assessoria 4º BPM

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Igrejas evangélicas são acusadas de exploração do trabalho infantil na PB

eduardo-varandasO Ministério Público do Trabalho (MPT), na Paraíba, vai notificar igrejas evangélicas de João Pessoa acusadas de prática de exploração do trabalho infantil. De acordo com o procurador Eduardo Varandas, várias denúncias chegaram ao órgão por meio dos conselhos tutelares.

A irregularidade mais comum é a escalação, pelas instituições religiosas, de crianças e adolescentes para vender água nos sinais de trânsito da capital para reforçar o caixa da igreja.

O procurador disse entender os argumentos apresentados por algumas das igrejas de que o trabalho voluntário é para o desenvolvimento de ações sociais, mantidas por elas. Eduardo Varandas alerta, no entanto, que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) inclui a exposição de crianças e adolescentes sob o sol do meio-dia entre as piores formas de trabalho infantil.

“Eles estão sujeitos aos raios ultravioletas”, enfatizou o procurador, deixando claro que a igrejas serão orientadas a tirar do trabalho todos os voluntários que tenham menos de 18 anos.

 

Blog do Suetoni

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Mulheres são presas na maternidade Frei Damião acusadas de tentar roubar bebê

maternidade-frei-damiaoDuas mulheres foram detidas na manhã desta terça-feira (15) na maternidade Frei Damião acusadas de tentar roubar um bebê. À polícia, uma delas contou que a outra não podia ter filhos e que elas teriam ido procurar uma mãe para doar a criança.

Uma das mulheres, Lidiane Nascimento, afirmou que conheceu a outra, Damiana Vilma de Sousa Andrade, na tarde de ontem quando ela pediu ajuda para adotar uma criança, pois não podia ter filhos e resolveu ajudar.

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Na versão das acusadas, elas teriam ido até a maternidade a Lidiane afirmou ter conversado com a assistente social para consultar as mães e ver se alguma queria doar a criança, porém a polícia contesta esta versão afirmando que a conversa com a assistente social foi na verdade uma distração para que a outra mulher pudesse entrar na área que estavam as crianças e sequestrar uma delas.

A outra mulher teria oferecido R$ 50 para uma funcionária do hospital ceder uma bata para que ela pudesse entrar sem ser percebida.

Funcionários do hospital perceberam a movimentação suspeita e a direção acionou a polícia. A polícia foi até a casa de Lidiane buscar os documentos dela para então ir até uma delegacia especializada.

A direção do hospital e a Secretaria de Saúde não quiseram se pronunciar sobre o fato.

Marília Domingues / Daniel Lustosa

Acusadas de esquartejar motorista são fotografadas nuas pela polícia

(Foto: Reprodução / SPTC)
(Foto: Reprodução / SPTC)

A polícia de São Paulo fez 27 fotos nuas e seminuas das três presas acusadas de matar, esquartejar e espalhar as partes do corpo de um motorista de ônibus em Higienópolis e na Sé, há um ano. As imagens foram feitas após a prisão delas e entre os interrogatórios.

Para entidades de direitos humanos, houve abuso de poder. Como o processo não está sob segredo, qualquer pessoa pode acessá-lo. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) nega que haja ilegalidade.

Em agosto de 2014, a Justiça considerou as fotografias do exame de corpo de delito feitas pelo Instituto Médico-Legal (IML) desnecessárias e determinou a retirada e o arquivamento de 18 dessas imagens do processo para “preservar a dignidade” das mulheres. Nove continuam anexadas aos volumes do caso.

Entre junho e julho do ano passado, as prostitutas Marlene Gomes, de 57 anos, e Francisca Aurilene Correia da Silva, de 35 anos, e a vendedora Marcia Maria de Oliveira, de 33 anos, foram clicadas em nu frontal, de costas, sem sutiã e roupas íntimas.

O trio está detido na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, Grande São Paulo, à espera do julgamento pelo assassinato do motorista Alvaro Pedroso, de 55 anos, em março de 2014. Foi na unidade prisional, após entrevista exclusiva recente que duas delas deram ao G1, que as rés denunciaram terem sido obrigadas a tirar a roupa para serem fotografadas.

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“Me senti ofendida, constrangida. Eu não queria ficar pelada, não havia motivo”, disse Marlene. “Não entendi por que fomos obrigadas a ficar peladas. A gente não estava machucada nas partes íntimas”, completou Marcia.

Nas imagens, duas das mulheres aparecem completamente sem roupas e outra apenas de calcinha sem qualquer justificativa. O material fotográfico foi produzido pelo IML, que é subordinado à Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), que, por sua vez, responde à Secretaria da Segurança Pública. Questionada pela equipe de reportagem, a pasta da Segurança negou qualquer irregularidade nas fotografias (leia mais abaixo).

Intimidade
Como o processo não está sob segredo de Justiça, ele se torna público e qualquer pessoa, além dos envolvidos diretamente no caso (juízes, promotores, policiais e advogados das partes), pode consultar os documentos e ter acesso às nove fotografias restantes, que mostram a intimidade das três rés.

Nessas imagens, que estão no cartório do Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste da capital, uma das presas aparece com os seios e as nádegas à mostra. As fotografias também exibem outra detenta só de calcinha e mais uma com sutiã, encobrindo o púbis e as nádegas com uma folha de papel.

As 18 fotos que mostram as presas nuas e seminuas e foram retiradas do processo estão guardadas em envelope no mesmo cartório por determinação da juíza Fabíola Oliveira Silva. Segundo funcionários do fórum ouvidos pelo G1, esse documento só poderá ser acessado com autorização judicial.

Me senti ofendida, constrangida. Eu não queria ficar pelada, não havia motivo”
Marlene Gomes, presa

“Considerando que (…) constam fotografias das acusadas que, neste momento, não são necessárias ao processamento, determino o desentranhamento e o arquivamento em envelope, que deverá ser arquivado em pasta própria no cartório, certificando-se nestes autos”, escreveu a magistrada. “Isto para preservar a dignidade das acusadas”.

Críticas
Entidades procuradas pela equipe de reportagem para comentar a denúncia das presas avaliaram que, independentemente de a maioria das fotos ter sido retirada do processo, o IML não poderia ter obrigado as presas a se despir e nem ter fotografado elas nuas e seminuas sem razão aparente.

Segundo a Associação dos Médicos Legistas do Estado de São Paulo (Amelesp), as imagens que foram feitas no laudo de lesão corporal cautelar ofendem a honra das acusadas. Além disso, de acordo com o órgão, as fotos são injustificáveis porque não revelam nenhum ferimento nas genitálias e seios das rés, segundo conclusão do documento.

De acordo com a Amelesp, o exame de corpo de delito de presos serve para saber se as pessoas detidas sofreram lesões durante as prisões. A perícia é feita sempre no IML por médicos. Se houver necessidade, fotógrafos registram os ferimentos. Todos esses funcionários são policiais técnico-científicos.

Duas das presas foram fotografadas completamente nuas (Foto: Reprodução / SPTC)Duas das presas foram fotografadas completamente
nuas (Foto: Reprodução / SPTC)

Para a coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos, os responsáveis pelas imagens nuas e seminuas das presas poderiam responder por abusos de poder e de autoridade e por constrangimento ilegal.

Além disso, a Ouvidoria das Polícias de São Paulo alertou para o risco de que outras pessoas alheias ao caso também possam ter acesso às imagens. Isso porque o processo é público e não é digital. Ele é físico. Está no sexto volume – cada um possui cerca de 200 folhas.

Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ), qualquer cidadão pode consultar processos públicos nos cartórios dos fóruns de São Paulo.

Resposta da Secretaria de Seguraça
De acordo com a SSP, a Superintendência da Polícia Técnico-Científica informou que as fotografias das três presas fetias pelo IML são padrão no instituto. “O procedimento de fotografar os presos em exames cautelares é padrão. É o método legal necessário para a realização do exame, pois seria impossível com as vestimentas”, informa trecho da nota.

“Com a fotografia são garantidas a dignidade e integridade do detento, pois ajuda a comprovar se houve abuso ou não. Esse procedimento segue a Portaria 006/2014 da Diretoria do IML / SPTC”, conclui resposta enviada pela secretaria. A portaria, publicada em dezembro de 2014, diz que “deve-se ilustrar com fotografias e/ou gráfico, as lesões encontradas” durante o exame de lesões corporais.

Presas disseram que foram obrigadas a se despir e acabaram fotografadas sem que houvesse qualquer lesão nos corpos (Foto: Reprodução / SPTC)Presas disseram que foram obrigadas a se despir e
acabaram fotografadas sem que houvesse qualquer
lesão nos corpos (Foto: Reprodução / SPTC)

Para a Amelesp, as fotografias ferem o código de ética médica e ofendem a dignidade das mulheres presas. “Feriu nosso código de ética médica. Feriu a dignidade da pessoa humana. Todo preso requer dignidade independente de qualquer crime”, disse o presidente da Amelesp, o médico legista João Roberto Oba.

“Já vi exames de corpo de delito com fotos de presas nuas, mas com lesões que justificassem essas fotografias sem roupas”, afirmou Oba. “Mas nunca vi exames de corpo de delito com fotos nuas de presas sem lesões.”

Segundo o presidente da Amelesp, só haveria uma possibilidade para fotografar as nuas: se elas apontassem ferimentos nas partes íntimas ou nos seios. “Diante disso, eu repudio as fotos na medida que as acusadas não têm lesões”.

Corpo de delito
Marlene e Márcia contaram ao G1 que foram fotografadas no IML quando saíam das carceragens das delegacias para prestar depoimentos no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

As três presas passaram por 11 exames de corpo de delito. Um médico e duas médicas do IML as periciaram. Um fotógrafo e uma fotógrafa registraram as imagens das acusadas nuas e com roupas íntimas.

A coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos entende que houve crimes de abusos de poder, autoridade e constrangimento ilegal.

Presas alegaram que pediram para não serem fotografadas sem roupas (Foto: Reprodução / SPTC)Presas alegaram que pediram para não serem
fotografadas sem roupas (Foto: Reprodução / SPTC)

“Eu entendo como ilegal porque elas têm direito à privacidade. Elas não podem ser ultrajadas dessa forma”, disse o advogado Ariel de Castro, da coordenação de São Paulo do movimento. “Precisa ser investigado qual o propósito dessas imagens”.

O representante do movimento ainda criticou o fato de algumas das fotos terem sido feitas por um homem. “As fotos de mulheres nuas têm de ser feitas por mulheres, até porque a própria revista íntima é feita por mulheres”, afirmou Castro.

A Ouvidoria das Polícias, que fiscaliza a atividade policial, informou que se as presas se sentiram ofendidas, elas podem procurar o órgão, por intermédio de seu advogado. A Ouvidoria, então, pediria esclarecimentos à Corregedoria da SPTC e ao Ministério Público (MP).

“Desde que as supostas vítimas nos solicitem providências, a Ouvidoria poderá oficiar a Corregedoria da Polícia Civil, bem como ao Ministério Público, para devidas apurações quanto ao suposto crime de abuso de autoridade e ou infrações administrativas”, disse ouvidor Julio Cesar Fernandes Neves.

“Ressalta-se que o processo em questão não corre em segredo de justiça, o que significa que qualquer pessoa poderia ter acesso às fotos”, afirmou o ouvidor. “Contudo, tendo em consideração o possível vazamento dessas imagens, esta medida transforma-se em imoral e ilegal.”

Exame de corpo de delito mostra que não foram encontradas lesões no corpo de uma das presas; demais exames tiveram a mesma conclusão. Superintendência da Polícia Técnico-Científica justificou fotos alegando que são padrão (Foto: Reprodução / SPTC)Exame de corpo de delito mostra que não foram encontradas lesões no corpo de uma das presas; demais exames tiveram a mesma conclusão. Superintendência da Polícia Técnico-Científica justificou fotos alegando que são padrão (Foto: Reprodução / SPTC)

Procurado pela equipe de reportagem para comentar o assunto, o advogado Aryldo de Oliveira de Paula, que defende as três mulheres acusadas pelo assassinato do motorista Alvaro, afirmou que as fotografias são “ilegais e imorais”.

“Para ser considerado normal o procedimento, ele deve se aplicar a todos e não somente às acusadas. Uma vítima de acidente de trânsito quando precisa fazer exame de corpo de delito é fotografada nua?”, disse o advogado Aryldo, que considerou as fotos irregulares. “Tanto é ilegal e imoral que a juíza mandou desentranhar do processo para preservar a dignidade das acusadas”. A defesa das três acusadas ainda avalia se entrará com representação judicial.

Alvaro Pedroso, vítima do crime (Foto: Reprodução)Alvaro Pedroso, vítima do crime (Foto: Reprodução)

O crime
Marlene, Marcia e Francisca são rés no processo que as julgará pelo assassinato e esquartejamento do motorista Alvaro em março de 2014. O corpo dele foi separado em 20 partes, que foram ensacadas e acabaram espalhadas no Cemitério da Consolação, em Higienópolis, e na Praça da Sé, ambas na região central da capital.

O próximo passo do caso será a Justiça marcar a data do julgamento do trio. Se condenadas, poderão pegar a pena máxima, que são 30 anos para cada uma.

Em entrevista ao G1, Marlene disse que o crime não foi planejado e matou Alvaro, seu cliente e amante, porque ele a agredia e ameaçava matá-la. Ela alegou que se defendeu das agressões, torturas sexuais e tentativas de assassinato que vinha sofrendo durante quatro anos de programas e relacionamento com o motorista.

Procuradas pela equipe de reportagem para comentarem o assunto, a viúva e a filha do motorista, falaram que o motorista era nervoso, mas não a ponto de agredir ou ameaçar alguém. Também disseram que desconfiam que a morte de Alvaro foi planejada.

 

G1

Polícia prende quatro pessoas na cidade de Mulungu acusadas de furtos e troca de produtos roubados

POLICIAAs Polícias Civil e Militar desencadearam, na manhã desta quinta-feira (21), a Operação Fachada, na cidade de Mulungu, na região do Brejo Paraibano. A ação foi realizada pela 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil em conjunto com o 4º Batalhão de Polícia Militar (4º BPM), ambos com sede em Guarabira. Na ação, foi empregado um efetivo de 60 policiais entre civis e militares.

O objetivo da operação foi desarticular um esquema criminoso de roubos, furtos e ainda de venda e troca de produtos roubados. Na ação policial foram presos: Severino Sebastião Hortêncio, de 45 anos; João Soares de Lima, de 60 anos; Raimundo Antonio de Medeiros, de 29 anos; e Josivan Barbosa de Lima, de 30 anos. Com o grupo foram apreendidos uma espingarda, diversos botijões de gás, que estavam sendo comercializados clandestinamente e cuja origem será investigada, e também vários objetos eletrônicos, que podem ser produtos roubados.

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De acordo com o titular da seccional, Walber Virgolino, os quatro presos foram ouvidos e, após o depoimento, foram encaminhados para a Cadeia Pública de Alagoinha, onde aguardarão a decisão da Justiça.

FACHADA – O nome da Operação faz referência ao local onde os materiais foram apreendidos pelos policiais, já que a casa funcionava como um salão de beleza, e na verdade servia de ponto de venda dos botijões de gás e dos produtos roubados.

Secom-PB

TJPB investiga comarcas acusadas de envolvimento em ‘calote de consignados’

marcio muriloO corregedor-geral do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos (foto), encaminhou nota a imprensa, na tarde desta quarta-feira (27), para esclarecer denúncias de supostas irregularidades, com excesso de concessão de liminares nas comarcas de Picuí e Barra de Santa Rosa, para estimular supostos calotes em empréstimos consignados no Estado, como foi denunciado ontem pela mídia nacional e local.

De acordo com matéria do Jornal Valor Econômico, as comarcas de Picuí e Barra de Santa Rosa têm mais de 6 mil ações revisionais de consignados. Os números são mencionados em um pedido de providências enviado ao Ministério Público pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Paraíba. De janeiro a setembro de 2012, foram 4.433 ações só em Picuí, segundo o documento.

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

O corregedor-geral do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, no uso de suas atribuições e tendo em vista os fatos narrados pela imprensa nacional, sobre possíveis irregularidades no excesso de concessão de liminares nas comarcas de Picuí e Barra de Santa Rosa, RESOLVE esclarecer;

Desde a primeira semana que assumi esta gestão, em fevereiro último, determinei inspeção nas comarcas de Picuí e de Barra de Santa Rosa para apurar os fatos acima;

O tempo das inspeções nas referidas comarcas durou duas semanas e todos os dados colhidos, inclusive atas respectivas, instruem investigação em curso neste Órgão;

Esta Corregedoria-Geral está promovendo a sindicância dentro do prazo legal, respeitando todos os ritos, a ampla defesa e o contraditório;

Márcio Murilo da Cunha Ramos
Corregedor-geral de Justiça

OAB denuncia fraude em empréstimos consignados na Paraíba

Por trás da indústria de liminares que estimula o calote do crédito consignado estão advogados, supostas associações de funcionários públicos e correspondentes bancários, os chamados “pastinhas”, que oferecem o serviço por indicação e até mesmo pela internet.

Em Porto Alegre, por exemplo, o advogado que entra com a ação costuma ficar com 30% do novo empréstimo, enquanto o pastinha fica com 10%, mais a comissão recebida das instituições financeiras por cada contrato fechado. Há casos em que 50% do valor do novo empréstimo se destina a pagar pela fraude. A operação, porém, só funciona graças à anuência de alguns juízes, que concedem as liminares.

No interior da Paraíba, a 220 quilômetros de João Pessoa, o município de Picuí, com menos de 20 mil habitantes, recebeu mais de 5 mil ações revisionais de empréstimo consignado nos últimos dois anos. É como se um quarto de toda a população tivesse decidido entrar na Justiça para discutir os termos desse contrato financeiro.

Os números são mencionados em um pedido de providências enviado ao Ministério Público pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) na Paraíba, ao qual o Valor teve acesso. De janeiro a setembro de 2012, foram 4.433 ações só em Picuí, segundo o documento.

Situação semelhante ocorreu em Barra de Santa Rosa, no agreste paraibano. A pequena cidade, com 13 mil moradores, recebeu quase 1,3 mil ações revisionais de empréstimo consignado em 2011 – chegando a representar 75% do total de demandas distribuídas na comarca, de acordo com o documento da OAB.

O juiz titular em Picuí, Mário Lúcio Costa Araújo, respondia também como substituto em Barra de Santa Rosa durante a enxurrada de ações. As liminares foram concedidas sem citar as instituições financeiras para que pudessem se defender no caso, de acordo com o documento da OAB. “A expedição da carta citatória se dá, em regra, um mês após o cumprimento da medida, havendo, na maioria dos casos, indicação equivocada dos endereços dos réus”, diz o texto.

Até que o banco tome conhecimento da existência do processo, os autores têm tempo de sobra para tomar novos empréstimos.

Em alguns exemplos citados no pedido de providências, o ofício enviado pelo juiz ao órgão pagador para “limpar” a folha, liberando a margem consignável, foi expedido antes mesmo da liminar. Em outros, isso teria ocorrido em um momento anterior à própria distribuição do processo.

“Nos ofícios direcionados ao órgão pagador, os quais são assinados pelo próprio magistrado, há ordem expressa de que não haja comunicação acerca da referida liminar à instituição bancária demandada. Certamente tal orientação serve como meio de impedir que seja interposto recurso em tempo hábil”, diz a OAB.

Procurado pela reportagem, o juiz Mário Araújo confirma que concedeu “diversas liminares” para suspender o pagamento de parcelas do consignado, mas fala que derrubou as decisões ao verificar que os fatos “não correspondiam” ao que era sustentado no processo.

Tarde demais para os bancos: uma liminar derrubada, nesse caso, não recupera a dívida. “O grau de reversibilidade é nulo, ou seja, o prejuízo já foi consumado, pois os servidores já contraíram empréstimos em outros bancos”, explica o advogado Djalma Silva Júnior, consultor jurídico da Associação Brasileira de Bancos (ABBC).

O juiz Mário Araújo disse que “não tem conhecimento de fraude”, mas que “pode até ter sido enganado por advogados”. A reportagem teve acesso a diversas ações apresentadas em Picuí pelos advogados Moisés Duarte Chaves Almeida e José Dutra da Rosa Filho.

Um dos processos tem como autora uma entidade denominada Associação Brasileira dos Funcionários Públicos Civis e Militares Ativos e Inativos (Abrasfup), que questionou, ao mesmo tempo, empréstimos tomados em 18 instituições financeiras: Santander, Matone, Paraná Banco , BGN, BMC, Industrial, Pecunia, BV Financeira, Daycoval, BicBanco, Cruzeiro do Sul, Fibra, Safra, Morada, Itaú, Capemisa, PanAmericano e Bonsucesso. Uma liminar foi concedida para suspender os descontos de contratos de todas essas instituições, e liberar a margem consignável de diversos beneficiários. Curiosamente, uma entidade sediada em Picuí reuniu associados de diversas regiões do país.

“Em algumas oportunidades, o autor realiza esses atos de forma consciente, e em muitas outras é iludido por atravessadores existentes no mercado”, diz o diretor jurídico do Banco Bonsucesso, Álvaro Loureiro.

Documentos obtidos pela reportagem demonstram que a Abrasfup foi criada em janeiro de 2012 e, em junho, começou a inscrever associados. No mês seguinte, passou a entrar com ações de empréstimo consignado. O advogado Moisés Duarte Chaves Almeida, assim como o responsável pela Abrasfup, não foram localizados para comentar o caso. O advogado José Dutra da Rosa Filho disse que não atua mais em nome da Abrasfup.

Segundo o documento da OAB, processos semelhantes foram apresentados pela Associação dos Servidores da Segurança do Poder Legislativo do Estado da Paraíba (Asspol) e pela Associação Nacional de Defesa dos Servidores Públicos (Andespub) na comarca de Caaporã, na região metropolitana de João Pessoa.

Da Redação
WSCOM Online

Polícia Civil deflagra ‘Operação Halloween’ e detém dez pessoas acusadas de crimes em Mari

A Polícia Civil deflagrou uma operação no início da manhã desta quarta-feira (31), na cidade de Mari ( localizada na Zona da Mata paraibana), denominada Halloween, com o intuito de cumprir mandados de prisões no município. Ao todo, sete pessoas foram presas e três menores apreendidos. O chefe do bando é um detento que está preso no complexo PB1, na Capital.

De acordo com Reinaldo Nóbrega, delegado da cidade, a prisão da quadrilha acusada de formação da quadrilha, tráfico de drogas e homicídios, ocorreu após seis meses de investigações.

“A gente começou a investigar após sucessivos crimes na cidade. Esse grupo está envolvido nos últimos homicídios de Mari”, comentou o delegado informando que durante o cerco policial alguns dos envolvidos tentaram fugir, mas foram localizados e presos.

Com o grupo, os policiais apreenderam cerca de meio quilo de crack, maconha e uma pistola 380 e um revólver calibre 38. Segundo o delegado, as armas foram utilizadas nos crimes.

Foram presos, Daniella Franca da Silva, 20, Waldemir Bernardino, 25, Reginaldo Augusto dos Santos, 40, Alessandro Carlos Conceição da Silva, 20, Neusa Francisco da Silva, 30, Romario Da silva santos, 18 anos, um homem ainda não identificado e três menores, todos de 17 anos.

Ao todo, cerca de 40 policias civis, lotados na Superintendência Regional de Itabaiana e da delegacia de Mari participaram da operação. Os homens serão encaminhados para o presídio de Sapé, as mulheres vão ser transferidas para o presídio feminino em João Pessoa e os menores serão levados para o Centro Educacional do Adolescente (CEA) da Capital.

Hyldo Pereira

Portal Correio

PM apreende seis pessoas acusadas de assaltos e homicídios em Campina Grande

Foto: Souza Neto

Cinco pessoas foram detidas acusadas de assalto e homicídios, na periferia de Campina Grande. Entre os detidos, está um menor de 16 anos que assaltou um posto de combustível com arma de brinquedo.

De acordo com o coronel Souza Neto, comandante do 2º BPM, no bairro do Bodocongó, um adolescente foi detido em flagrante minutos depois de assaltar um posto de combustíveis. Ele foi pego com cerca de R$ 280 e o revólver de brinquedo, utilizado no crime.

“A Polícia Militar foi acionada pelo dono do estabelecimento através do 190 e conseguimos apreendê-lo minutos depois com o produto e a arma utilizados no assalto”, comentou o policial.

Já no bairro do Mutirão, cinco homens foram presos acusados de homicídios na comunidade. Com os envolvidos, os policiais apreenderam duas espingardas calibre 12 e drogas.

“Estávamos realizando uma operação de rotina quando conseguimos localizar os homens. Os presos serão investigados, mas eles são apontados como responsáveis por homicídios no bairro”, adiantou Souza Neto.

Os detidos serão encaminhados para a Central de Polícia em Campina Grande. O cerco policial na periferia da cidade contou com a participação de policiais da Força Tática, Rádio Patrulha e Choque.

portalcorreio

Em Esperança, mulheres são presas acusadas de prostituição


Central de Polícia CG


Duas mulheres foram presas na tarde da quarta-feira (26), na cidade de Esperança, Agreste paraibano. As acusadas já foram encaminhadas para o presídio feminino de Campina Grande.

De acordo com o delegado Malon Cassimiro, Maria das Graças Xavier foi presa em flagrante acusada de abandonar seis filhos e ainda agredir fisicamente a própria mãe.  A prisão da acusada ocorreu por força de um mandado de prisão expedido pela Justiça de Esperança.

A Polícia Civil também prendeu em Esperança, Maria da Guia Afonso dos Santos, conhecida como ‘Onça’, em um cumprimento a um mandado expedido pela Vara de Execuções Penais de Campina Grande.

A acusada é acusada de corrupção de menores e prostituição infantil. As duas mulheres já foram encaminhadas para o presídio feminino de Campina Grande.

Fonte: Portal Correio
Focando a Notícia

DRE detém 6 acusadas de tráfico de droga e apreende 3kg de maconha

Seis pessoas foram detidas, entre elas três adolescentes, acusadas de associação ao tráfico de drogas, no Bairro dos Novaes, em João Pessoa. A ação foi comandada por policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE). Três quilos de maconha foram apreendidos.

A Polícia Civil chegou aos acusados após uma denúncia anônima informando sobre um ponto de venda de drogas na Rua da Alegria.

 Agentes de investigação da DRE foram até o local e detiveram três adolescentes na Avenida Cruz das Armas, em duas motocicletas, quando se preparavam para realizar a entrega de 100g de cocaína em pó.

Apreendidos, os adolescentes confessaram que são ?aviões? do tráfico e indicaram a residência dos flagrados Ana Cristina da Silva Monteiro, 19, Alex Henrique Freitas da Silva, 20, e Luan Xavier Alvino da Silva, de 18 anos, como sendo o local de depósito da droga. Na residência, os policiais encontraram três quilos de maconha, cartelas de Artane (comprimidos alucinógenos) e um revólver calibre .38, com várias municiado.

Os adolescentes foram encaminhados à Delegacia da Infância e Juventude da Capital. Os maiores de idade serão autuados por tráfico e associação ao tráfico, além de corrupção de menores.

Da Redação com Portal Correio e Policia Civil