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Chuvas recarregam açudes e Cagepa muda racionamento no Brejo

As chuvas que atingiram a região do Brejo paraibano nos últimos dias foram suficientes para dar recarga em alguns açudes e aliviar o racionamento de água que afetava os municípios de Solânea, Bananeiras, Belém, Caiçara, Logradouro e os distritos de Rua Nova e Cachoeirinha Braga.

Um dos mananciais que voltaram a ter água foi o de Lagoa do Matias, que fica em Bananeiras. Em 28 de junho, a barragem tinha armazenados 664,6 mil metros cúbicos (m³). Até essa quinta (1º), foram registrados 1,2 milhão de m³, quase o dobro do anterior, e com isso o açude sangrou. Os dados são da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

Com essa recarga, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) modificou o racionamento nas cidades de Belém, Caiçara, Logradouro e nos distritos de Rua Nova e Cachoeirinha Braga. Antes, esses locais recebiam água por 15 dias e depois ficavam outros 15 dias sem abastecimento. Agora, o período foi diminuído para 10 dias de água e cinco sem.

Outro manancial que vem ganhando mais água é o de Canafístula II, que fica em Borborema. Além da chuva, o açude vem recebendo mais água desde que uma ação da Aesa e do Ministério Público da Paraíba (MPPB) destruiu barreiros clandestinos que impediam a água de chegar à barragem.

O resultado é que a água vem recarregando o açude cada vez mais rápido. No dia 20 de julho ele contava com 261,7 mil m³, do total de 4,1 milhões de m³ que pode armazenar. Nesta quinta, a Aesa contabiliza 765.339 mil m³, um aumento de 192% em 12 dias.

Com a melhora da situação, a Cagepa diminuiu o racionamento em Solânea e Bananeiras e as cidades estão recebendo água entre as 7h das segundas até as 7h das sextas. Segundo a assessoria de comunicação da Cagepa no Brejo, caso Canafístula continue a receber mais água nos próximos dias, o racionamento poderá ser suspenso.

Outros açudes

Ainda conforme a Aesa, dos 132 açudes monitorados pelo órgão sete estão sangrando, 67 estão com capacidade considerada normal (acima de 20%), 35 estão em observação (entre 19% e 6% capacidade) e 23 estão em situação crítica (abaixo dos 5%). A lista completa da situação dos açudes pode ser conferida aqui.

 

portalcorreio

 

 

Fortes precipitações chuvosas não estão chegando aos principais açudes da PB

Apesar das fortes chuvas que vem caindo na capital e em Campina Grande, os efeitos dessas precipitações hídricas, não está surtindo o efeito desejado aonde mais é essencial que é no abastecimento dos principais mananciais da Paraíba é o que aponta dados da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) e Agência Nacional das Águas (ANA). Esses dados apontam que os açudes da Paraíba pararam de sangrar.

Os dados mostram que os mananciais diminuíram seus volumes e, por enquanto, apenas um está perto de superar sua capacidade. Enquanto isso, o açude Epitácio Pessoa, na cidade de Boqueirão, continua aguardando a retomada do bombeamento da Transposição do Rio São Francisco e vai perdendo carga de água.

De primeiro de junho até essa última sexta-feira (14), Boqueirão já perdeu quase dois milhões de metros cúbicos. A região que abastece o reservatório teve seu período chuvoso encerrado em maio, o que faz com que apenas aconteça retirada de água.

Para o presidente da Aesa Porfírio Loureiro, a situação ainda não é preocupante devido a saber que na hora que precisar a Transposição está a disposição. Temos mesmo preocupação é com outros açudes como Acauã que abastece muita gente e está em situação crítica”, disse.

A Transposição está paralisada desde o dia 21 de fevereiro por vários motivos. O último apresentado é um problema na Barragem de Cacimba Nova, no município de Custódia, em Pernambuco, e não há previsão para retomada do bombeamento.

 

pbagora

 

 

 

Chuvas enchem açudes e provocam alagamentos no Sertão da Paraíba

São as águas de março!, Tem chovido forte no Sertão da Paraíba e açudes transbordam. Em Teixeira choveu mais de 70 milímetros segundo dados da Agência Executiva de Gestão das Águas (AESA). O Açude Velho,, amanheceu transbordando.

Em Teixeira a chuva provocou a queda de pedras na pista. Um alerta para os motoristas. O Departamento de Estrada e Rodagem (DER), em Patos, enviou uma equipe para Serra do Teixeira para  realizar o  serviço da retirada das pedras da pista da PB-262.

Atenção dos condutores  de veículos e motocicletas que vão pegar a PB-262 para subir ou descer a Serra do Teixeira. Tenham cautela e prudências redobrada nessa manhã de domingo 24.

Em Pombal a chuva causou alagamentos por toda a cidade, mas animou a população, ansiosa por um inverno que possa levar recarga aos mananciais. O pluviômetro instalado na localidade conhecida como “Casinhas” registrou 100 mm.

Em Matureia, município limítrofe, choveu 45 mm, precisamente no Casarão do Jabre, segundo informações da empresária Dalvanete Rodrigues Dantas.

Choveu também em Malta, Santana dos Garrotes (31,3mm), em Cajazeirinhas (17 mm), em Imaculada (49,9 mm), em Pombal (em alguns bairros chegou a 100 mm), em São José do Bonfim, em São José de Espinharas, em Coremas, em São Bentinho e em outros municípios da região.

PB Agora

 

 

44 açudes estão em situação crítica e três reservatórios ‘sangram’ na Paraíba

O volume de chuvas registrado na Paraíba nos últimos dias serviu para reduzir o número de açudes que estavam em situação crítica. De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), 44 reservatórios ainda apresentam menos de 5% de sua capacidade hídrica.

Estão nessa situação, o açude Mãe d’Água, no município de Piancó, com 4,35% de seu volume total, e o reservatório Jatobá II, em Piancó, que está com 3,66% de sua capacidade hídrica.

A Aesa também informou que 39 reservatórios estão em observação por registrar menos de 20% de seu volume total.

Já 41 açudes registram mais de 20% de sua capacidade de armazenamento e três estão sangrando. São eles: Olho d’Água, em Mari, São José II, em Monteiro, e Araçagi.

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Volumes dos açudes da PB somam apenas 10,37% da capacidade total, aponta Aesa

(Foto: Guga Leite/Divulgação/Arquivo)

Um levantamento feito com base na capacidade total dos açudes da Paraíba e o volume atual deles mostra que o estado está entrado no ano de 2018 com apenas 10,37% de água em seus reservatórios. Os dados foram levantados junto a Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa). Dos 127 mananciais monitorados, 62 estão em estado crítico (com menos de 5%) e apenas um está sangrando.

De acordo com os dados da Aesa, somando a capacidade total de todos os açudes monitorados pela agência, a Paraíba tem condições de armazenar até 3.783.915.864 de metros cúbicos de água. Mas, com base na soma dos últimos levantamentos de volumes feitos, juntos os 127 açudes estão com 392.648.584 metros cúbicos de água, o que corresponde a 10,37% do potencial total.

Ainda segundo os dados da Aesa, dos 127 açudes, 62 deles estão em estado crítico, por estarem com menos de 5% da capacidade total, e 35 estão em situação de observação, pois estão com menos de 20% do volume total de água.

O único açude que está com 100% da capacidade é o São José, em Monteiro, no Cariri, que está sangrando. Mas, isso só está ocorrendo pelo fato dele está recebendo as águas da tranposição do Rio São Francisco. Entre os açudes monitorados, 16 deles estão com 0%.

Coremas

Um dos açudes que está em situação crítica é o de Coremas, no Sertão, que é o maior da Paraíba, e tem capacidade para armazenar 591.646.222 m³. Segundo a Aesa, ele está com apenas 24.545.352 m³, o que equivale a 4,15% do volume total.

Açude de Coremas está com apenas 4,15% da capacidade total, seugndo Aesa  (Foto: Iracema Batista / Arquivo Pessoal)

Açude de Coremas está com apenas 4,15% da capacidade total, seugndo Aesa (Foto: Iracema Batista / Arquivo Pessoal)

Boqueirão

O açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, no Cariri paraibano, mesmo recebendo recarga das águas da transposição do Rio São Francisco desde 18 de abril de 2017, está com apenas 9,66% da capacidade total. Ele abastece Campina Grande e outras 18 cidades do Agreste.

Mesmo com recargas da transposição do Rio São Francisco, açude de Boqueirão tem menos de 10% de água.  (Foto: Reprodução/TV Paraíba/Arquivo)

Mesmo com recargas da transposição do Rio São Francisco, açude de Boqueirão tem menos de 10% de água. (Foto: Reprodução/TV Paraíba/Arquivo)

Gramame

O açude de Gramame, que abastece a região metropolitana de João Pessoa está em boa condição, com 87,69% do volume de água. Mesmo tendo uma capacidade menor, em relação aos grandes açude da Paraíba, o reservatório tem recarga constante. Dos 56.937.000 m³ que pode armazenar, o manancial está com 49.927.650 m³, sendo o açude com maior quantidade de água em metros cúbicos da Paraíba.

Rio Gramame integra a bacia que abastece população da  grande João Pessoa (Foto: Sérgio Santos/Arquivo Pessoal)

Rio Gramame integra a bacia que abastece população da grande João Pessoa (Foto: Sérgio Santos/Arquivo Pessoal)

Alto Sertão

O açude de São Gonçalo, em Sousa, no Sertão, está com 14,09% da capacidade total. Dos 44,6 milhões de m³ que pode armazenar, ele está com apenas 6.286.140 m3. Já na cidade Cajazeiras, o açude Engenheiro Ávidos está em situação crítica, com 3,3% do volume total. Ele tem capacidade para 255 milhões de m³, mas está com pouco mais de 8,4 milhões de m³.

Açude Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba (Foto: Beto Silva/TV Paraíba)

Açude Engenheiro Ávidos, em Cajazeiras, no Sertão da Paraíba (Foto: Beto Silva/TV Paraíba)

G1

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58 açudes estão com menos de 5% da capacidade máxima, diz Aesa

Dos 127 reservatórios monitorados pela Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), 58 estão com menos de 5% da capacidade máxima. Outros 33 estão com menos de 20% do volume total, 35 têm mais de 20% e um está sangrando. A relação completa com o nível de cada açude está disponível no site www.aesa.pb.gov.

Na página eletrônica também é possível conferir a previsão do tempo em todo o Estado, além de solicitar licenças para uso da água, fazer o cadastramento de carros-pipa e conhecer o trabalho realizado pelos comitês de bacias hidrográficas.

Chuvas

João Pessoa e Alhandra são as cidades onde mais choveu este ano na Paraíba. De acordo com a Aesa), os pluviômetros do Governo do Estado registraram, respectivamente, 2.050 e 1.977 milímetros nestes municípios. Bayeux (1.888mm), Conde (1.870mm) e Cabedelo (1.869mm) completam o ranking dos cinco primeiros.

De acordo com a meteorologista da Aesa, Carmem Becker, algumas cidades localizadas na região do Litoral tiveram chuvas acima da média histórica. “No caso de João Pessoa e Alhandra, a alta foi de cerca 16%. Quando analisamos os dados por região percebemos que o Litoral teve alta de 8,7%”, comentou. “A região litorânea é mais favorável às chuvas devido à proximidade com o oceano e as brisas marítimas. Por outro lado, todas as outras regiões tiveram registros abaixo da média”, alertou Danilo Cabral, que também faz parte da equipe de meteorologistas da Aesa.

Na região do Brejo, a queda foi de 11,4%. No Sertão e Alto Sertão, a redução foi de 21%, enquanto Agreste e Cariri registraram baixas de 13,1% e 47,7%. “Lembrando que os dados são referentes ao período de primeiro de janeiro até a manhã desta terça-feira (5). É possível que no final de dezembro chova um pouco no Sertão, mas nada muito significativo. O período de chuvas mais significativas no Sertão começa em fevereiro e vai até maio”, explicou Carmem.

wscom

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Seca compromete 70% dos açudes da PB e cidade tem água até esta quarta

Foto: Divulgação/Cagepa

A estiagem continua a castigar os municípios paraibanos, agora com o início da primavera, e com isso 71% dos açudes do estado estão em situação de observação ou crítica. Os dados são da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). A chegada da água do São Francisco ainda não resolveu grande parte dos problemas hídricos do estado.

Conforme a Aesa, dos 127 açudes monitorados pela agência, 35 estão com capacidade superior a 20%; 40 estão em situação de observação, com capacidade entre 20% e 6%; e 50 (entre eles 15 totalmente secos) estão em situação crítica, com capacidade menor que 5%. Apenas dois açudes estão sangrando: o Olho d’água, que fica em Mari; e São José II, que fica em Monteiro.

Um dos municípios que sofre com sérios problemas de estiagem é Emas, no Sertão paraibano, a 380 quilômetros de João Pessoa, onde o abastecimento de água só está garantido até esta quarta-feira (18).

Situação dos grandes açudes

Sobre os maiores mananciais do estado, que possuem mais de 100 milhões de metros cúbicos (m³) de capacidade, a situação é de emergência.

No açude de Acauã, em Itatuba, o manancial tem 5,12% ou 12,9 milhões de m³ do total de 253 milhões de m³. Em Cajazeiras, o açude Engenheiro Ávidos registra 4,19% ou 10,6 milhões de m³ do total de 255 milhões de m³.

O açude Epitácio Pessoa, em Boqueirão (que abastece Campina Grande), tem 9,01% ou 37 milhões de m³ do total de 411,6 milhões de m³. Já no açude Mãe d’Água, em Coremas, o saldo é de 4,34% ou 24,6 milhões de m³ do total de 567,9 milhões de m³.

Maior manancial do estado, o açude Coremas, em Coremas, registra 6,17% ou 36,4 milhões de m³ do total de 591 milhões de m³.

Portal Correio

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Mais da metade dos açudes da PB estão em situação crítica, diz Aesa

boqueiraoMais da metade dos açudes públicos da Paraíba estão em situação crítica. Um levantamento da Agência Executiva de Gestão das Águas do estado (Aesa), divulgado nesta quarta-feira (22), mostra que 53,9% dos reservatórios monitorados pelo órgão estão com um volume menor que 5% da capacidade total. São 68 com um nível de água considerado muito baixo. Desses, 18 estão cm volume totalmente zerados.

Ao todo, 126 açudes são monitorados pela agência e apenas 24 apresentam um volume superior a 20% nesta quarta-feira. Ainda de acordo com o relatório, os municípios mais afetados pela escassez de água ficam no Sertão, no Cariri e no norte do estado.

Um dos que se encontram em situação crítica é o reservatório de Boqueirão, que abastece outras 17 cidades, incluindo Campina Grande. Nele, o volume corresponde a 3,8% da capacidade. O presidente da Aesa, João Fernandes, destaca que, por causa do baixo nível dos açudes, os racionamenos se tornaram necessários.

“A população já está sendo abastecida com poços e carros-pipa. A gente está acompanhando, conferindo passo a passo. Quero chegar em abril com 10 milhões de metros cúbicos. Se não tivesse essas restrições, o sistema entraria em colapso”, afirma.

Ainda de acordo com ele, a transposição do Rio São Francisco deve chegar a Monteiro, no Cariri, no mês que vem, o que deve trazer um alívio para a região. “A promessa é que deve chega no dia 6 de março. Se a gente já tiver as águas do São Francisco, a gente melhora o abastecimento”, acredita.

Veja os 18 açudes da Paraíba que estão zerados:
– Algodão (Algodão de Jandaíra)
– Bastiana (Teixeira)
– Sabonete (Teixeira)
– Novo II (Tavares)
– Bichinho (Barra de São Miguel)
– Campos (Caraúbas)
– Cordeiro (Congo)
– Ouro Velho (Ouro Velho)
– Prata II (Prata)
– Jenipapeiro (São José da Lagoa Tapada)
– Milhã (Puxinanã)
– Riacho de Santo Antônio (Riacho de Santo Antônio)
– Riacho dos Cavalos (Riacho dos Cavalos)
– Caraibeiras (Picuí)
– São José IV (São José do Sabugi)
– São Mamede (São Mamede)
– Gurjão (Gurjão)
– Serra Branca I (Serra Branca)

G1 PB

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Seca se agrava e açudes de 24 municípios paraibanos estão praticamente secos

secaAumentou o número de reservatórios em situação crítica na Paraíba. Dos 127 açudes monitorados pela Agência Executiva de Gestão das Aguas do Estado (Aesa), 67 estão com menos de 5% do seu volume.

Desse total, 24 açudes estão praticamente secos. A situação mais grave é nos reservatórios Algodão, em Algodão de Jandaíra; Poleiro e Tapera, em Barra de Santa Rosa; Campos, em Caraúbas; Bichinho, em Barra de São Miguel; Gurjão, em Gurjão; Cachoeira dos Alves, em Itaporanga; Carneiro, em Itaporanga; Carneiro, Jericó; São Mamede, São Mamede; Olivedo, em Olivedos; Ouro Velho, em Ouro Velho.

Os açudes de Caraibeiras, em Picuí; Riacho de Santo Antônio, em Riacho de Santo Antônio; Jenipapeiro, em São José da lagoa Tapada, Serra Branca I, em Serra Branca; São José IV, em São José de Sabugi; Pilões, em São João do Rio do Peixe, Lagoa do Meio, Manoel Marcionilo e Novo II, em Taperoá, e Sabonete, em Teixeira, também estão praticamente secos.

Ainda de acordo com a Aesa, outros 31 reservatórios em observação têm menos de 20% de seu volume. Apenas 29 reservatórios, estão com suas capacidades de armazenamento superior a 20%.

O açude com maior volume é o de São Salvador, em Sapé. O reservatório tem capacidade de armazenamento de  12.657,20 m3, e está com 88,6% de seu volume total.

clickpb

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Estudioso afirma que grandes açudes devem receber recarga significativa apenas em Março e Abril

acudes-paraibaPara o físico, meteorologista e mestre em Meteorologia Rodrigo Cézar Limeira, os grandes açudes que abastecem as cidades do Cariri, Sertão e Alto-sertão paraibano, devem receber recargas significativas apenas em Março e Abril.

De acordo com o estudioso, as chuvas que devem atingir o semiárido em Dezembro, Janeiro e Fevereiro, devem armazenar água de forma significativa apenas em barreiros. Com o cenário climático próximo da normalidade, afirma Rodrigo, Março e Abril serão os meses com chuvas mais intensas, e que devem oferecer maior recarga para os mananciais, pontua.

Ainda segundo ele a La Niña muito fraca deve influenciar pouco na distribuição das chuvas nos próximos meses, conforme já afirmado, outra base utilizada pelo estudioso para realizar essa analise, baseia-se no fato de que as condições oceânicas deverão estar desfavoráveis no próximo trimestre, ou seja, é bem provável que o Atlântico Norte esteja mais quente que o Atlântico Sul na altura da costa do Nordeste, fato que também desfavorece elevados índices pluviométricos principalmente em Janeiro e Fevereiro.

O estudioso remonta a História: com La Niña intensa, e condições do Atlântico mais favoráveis em Janeiro e Fevereiro, açudes grandes receberiam mais água:

1985, 1986, 2001 e 2011 foram anos de La Niña intensa nos meses de Janeiro e Fevereiro, consequentemente as chuvas naqueles Janeiros e Fevereiros ocorreram em valores muito elevados, fato que produziu recarga significativa em vários açudes grandes que abastecem cidades do semiárido da Paraíba.

Para 2017, o físico e meteorologista Rodrigo Cézar Limeira afirma que temos a perspectiva de uma estação chuvosa próxima do normal, e que não é o ideal, já que dos cerca de 75 grandes açudes que abastecem as cidades do Cariri, Sertão e Alto-sertão do estado, cerca de 68 estão secos ou quase secos, fato que representa a pior crise hídrica da História do semiárido do estado.

Ele disse que o cenário de chuvas para próximo ano ainda pode mudar, mas que a realidade da transposição, que se arrasta desde 2006, é motivo de vergonha para o país, pois já deveria ter sido concluída.

Limeira ainda prevê chuvas em Janeiro e Fevereiro nas quatro maiores cidades do semiárido do estado: Patos, Sousa, Cajazeiras e Pombal.

Mais Patos

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