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Homem morre após sofrer choque elétrico ao trabalhar em bomba de açude, na PB

Um homem de 55 anos morreu após sofrer um choque elétrico no fim da tarde desta terça-feira (29), na Zona Rural do município de Sobrado, na Zona da Mata da Paraíba, a 42 km de João Pessoa. Segundo a Polícia Militar da cidade vizinha de Sapé, o acidente aconteceu quando a vítima fazia manutenção em uma bomba do açude de Antas.

A PM informou que, ao realizar reparos no equipamento, o homem teria entrado em contato com um fio e, nesse momento, sofreu a descarga elétrica, morrendo ainda no local.

Os policiais que registraram a ocorrência não haviam, até o fechamento desta matéria, apurado o que teria provocado o acidente. Uma perícia seria feita no local do fato.

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Açude que virou campo de futebol durante seca começa a sangrar, na PB; veja vídeo

O açude Bambu, localizado na Zona Rural da cidade de Alagoinha, no Brejo da Paraíba, a 89 km de João Pessoa, que, há quase ano, havia secado completamente, tornando-se um campo de futebol improvisado para o lazer de moradores, sofreu mudanças significativas após receber grande volume de chuvas nas últimas 24 horas, enchendo e passando a sangrar.

Segundo o radialista Cristiano Alves, que havia registrado o açude completamente seco, o cenário agora é outro, com o rio que abastece o açude “totalmente cheio e quase transbordando”.

Em janeiro deste ano, Alves registrou que dentro do açude seco haviam sido colocadas traves feitas de bambu e o meio do reservatório havia se transformado em um ponto de encontro de jovens.

O açude, conforme o comunicador, tem mais de 30 anos e está situado no Sítio Curral Picado, em trecho próximo à rodovia PB-075.

Confira vídeo do açude cheio:

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Após chuvas, açude de Taperoá começa a sangrar no Cariri da Paraíba, diz Aesa

O açude Manoel Marcionilo, na cidade de Taperoá, no Cariri paraibano, ultrapassou a capacidade máxima de armazenamento e começou a sangrar no início da manhã deste sábado (29). Segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa) a sangria já era esperada, depois do aumento no volume do açude com as chuvas e o rompimento de uma barragem no estado de Pernambuco.

O reservatório tem capacidade para armazenar 15.148.900 de m³ de água. De acordo com o morador da cidade, Patrício Silva, o açude começou a sangrar por volta das 8h, com um pequeno fio de água ultrapassando a barragem. “Começou fraquinho, mas está aumentando ao longo das horas”, disse ele. Por volta das 11h a lâmina d’água já transbordava por toda a barragem.

Após chuvas e rompimento de barragem, açude de Taperoá volta a sangrar no Cariri (Foto: Patrício Silva / Arquivo Pessoal)

Após chuvas e rompimento de barragem, açude de Taperoá volta a sangrar no Cariri (Foto: Patrício Silva / Arquivo Pessoal)

Com o sangramento do açude, a água vai seguir pelo Rio Taperoá até um pequeno açude na cidade de Santo André. Depois disso, as águas seguem para o sítio Jacaré, na zona rural de Cabaceiras, onde ocorre o encontro do Rio Taperoá com o Rio Paraíba, já na entrada da bacia hidráulica do açude Epitácio Pessoa, conhecido como Açude de Boqueirão, que está com apenas 3,3% da capacidade total.

Segundo presidente da Aesa, João Fernandes, o sangramento do açude ocorreu após as chuvas registradas na região, mas também por causa do rompimento de uma barragem. “Uma barragem de Pernambuco estourou há alguns dias e essa água chegou até o açude através do Rio Taperoá. Mas, a sangria está ocorrendo também por causa das chuvas que estão sendo registradas no Cariri e no Sertão da Paraíba. Historicamente, entre março e abril, as chuvas são boas e este ano estão acima da média”, disse ele.

Açude estava com 3,2%

Há pouco mais de um mês o açude de Taperoá estava quase seco. Segundo os dados da Aesa, em 14 de março deste ano, o açude estava com 487 mil metros cúbicos de água, que equivale a 3,2% do volume total. Após dois dias de chuvas fortes na região, o volume havia aumentado para 5,6 milhões de metros cúbicos de água, que corresponde a 37,5%, no dia 16 de março.

Já no último dia 14 de abril, o açude havia atingido o volume de 12.688.610 m³, o que equivale a 83,8 % da capacidade total, após 24 horas de chuvas nas regiões do Cariri e do Sertão. Ainda segundo a Aesa, com a capacidade máxima atingida, a população volta a ter garantia de abastecimento, sem racionamento.

G1

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Chuva alaga ruas e faz açude sangrar na 1ª cidade que recebe águas da Transposição

açudeUma forte chuva que caiu em Monteiro, na noite deste sábado (1), deixou as ruas alagadas e fez sangrar o  Açude São José, localizado no centro da cidade. De acordo com a Agência Executiva de Gestão da Águas na Paraíba, Aesa, choveu 120 milímetros na cidade.

Por causa do sangramento do açude, a passagem para Monteiro chegou a ficar interditada e também foram registradas inundações de algumas residências,  prédios  públicos  e o mercado municipal.

De acordo com o diretor da Aesa, João Fernandes, as  águas que caíram em Monteiro  desceram para os açudes de Poções e Camalaú e agora  seguem junto com as águas da Transposição pelo Rio Paraíba em direção ao manancial de Boqueirão. Monteiro é o primeiro município da Paraíba a receber as águas da Transposição dos Rio São Francisco.

Ainda na região do Cariri paraibano foi registrada chuva na cidade de Sumé.

Roberto Targino – MaisPB

 

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Volume de açude sobe 337% uma semana após receber transposição

(Foto: Artur Lira/G1)
(Foto: Artur Lira/G1)

Uma semana após a chegada das águas da transposição do Rio São Francisco à cidade de Monteiro, no Cariri paraibano, o açude Poções, principal reservatório da cidade, já aumentou o volume em mais de quatro vezes. Antes da água chegar, o reservatório estava com um volume de 0,8%. Já nesta quinta-feira (16), o volume aumentou 337%, para 3,5%, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

Conforme os dados da Aesa, o volume que era de cerca de 182.000 m³ já passou para 1.037.352 de m³. Depois que a água do Rio São Francisco chega a cidade de Monteiro, através de um túnel da transposição, deságua no Rio Paraíba, passa pelo pequeno açude São José e depois segue para o açude Poções, que abastece a cidade. Atualmente, a população só tem água encanada, uma vez pode semana.

Segundo o presidente da Aesa, João Fernandes, o açude já deveria está com um volume maior, pois, devido uma manutenção em um das bombas na última estação elevatória do eixo leste da transposição, a vazão que chega a Paraíba ainda é reduzida. Ele disse que o problema deve ser revolvido até a próxima semana.

“Atualmente o açude São José está liberando 1.350 litros por segundo para o açude Poções. Já no açude de Poções, nós abrimos uma comporta que está liberando uma vazão de 250 litros por segundo. É pouco, mas a intenção é já ir molhando o leito do rio Paraíba. Quando a vazão da transposição for normalizada e a água começar a passar pelo açude de Poções, ela vai ecoar mais rápido para os açudes de Camalaú e Boqueirão”, disse João Fernandes.

Apesar da chegada das águas do Rio São Francisco já estarem chegando à Paraíba, o presidente da Aesa disse que não sabe precisar se o açude Epitácio Pessoa, conhecido como açude de Boqueirão, vai receber primeiro a água do “Velho Chico”, ou a água das chuvas, pois a região tem registrado bons percentuais nos últimos dias.

“Com a forte seca a esperança já era com a água do Rio São Francisco, mas as chuvas estão começando a chegar ao Cariri do estado e se continuar assim, talvez a água da chuva chegue ao açude de Boqueirão, antes mesmo da transposição. Seja como for, o que queremos e ver esses açudes encherem para que a população saia logo dessa crise”, destacou o presidente da Aesa.

Águas do Rio São Francisco chegam ao leito do Rio Paraíba, em Monteiro (Foto: Artur Lira\G1)Águas do Rio São Francisco no leito do Rio Paraíba, em Monteiro, chegam ao açude de Poções (Foto: Artur Lira\G1)

 

G1 PB

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Açude sangra e deixa mais de 25 famílias isoladas em Patos

 (Foto: Folha Patoense)
(Foto: Folha Patoense)

Cerca de vinte e cinco famílias do assentamento Patativa do Assaré, em Santa Gertrudes, distrito de Patos-PB, estão isoladas depois que o principal açude da região – Jacu, começou a sangrar. Os assentados da reforma agrária estão impossibilidade de se deslocarem para a cidade.

“Estamos isolados aqui desde que o dia amanheceu”, disse o morador José Roberto de Lima, à Folha Patoense.

O Açude Jacu recebe água do rio Panati, e sangra por cima, impossibilantando a locomoção dos moradores do assentamento na parte leste do Patativa do Assaré.

“Estamos esperando a água baixar para que carros possam passar também” disse José Roberto que se arriscava a atravessar a enchente.

Com informações da Folha Patoense.

clickpb

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Homem morre vítima de afogamento em açude na cidade de Caiçara

vitimaNa tarde desta quarta-feira de cinzas, 01 de março de 2017, informações davam conta que um homem havia se afogado em um açude na zona Rural de Caiçara.
 A Polícia foi até o local e constatou a veracidade do fato, que um homem identificado por “João da Burra” morreu vítima de afogamento.
Segundo informações, por volta das 16:00hrs a vítima estava no açude de Zuzu, quando mergulhou e veio a se afogar, um primo da vítima, teria tirado-o da água já sem vida, antes da chegada do Corpo de Bombeiros. A Polícia Militar esteve na área para isolar o local e acionou o Gemol para recolher o corpo.
Informações extra oficiais, davam conta que “João da Burra” como é popularmente conhecido na cidade de Caiçara,  tinha ingerido bebida alcoólica.
revistanovoperfil

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Açude sangra após chuva de 67,8 mm no Sertão da Paraíba

açudeUma barragem sangrou nesta quinta-feira (26) após uma chuva de 67,8 milímetros, desaguando no Açude da Cagepa, localizado no município de São José de Piranhas, no Sertão da Paraíba. Mais 19 cidades do Sertão e do Agreste do estado também receberam chuvas nesta quinta-feira, de acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa).

Segundo os dados divulgados pela agência de meteorologia, além de São José de Piranhas, os maiores índices foram registrados em Bom Jesus, no Sertão da Paraíba, onde choveu 56,5 mm e em Cajazeiras, que recebeu 45,6 mm de chuva.

Choveu também em Monte Horebe (40,8 mm), Santa Helena (33 mm), Itaporanga (32 mm), Cachoeira dos Índios (28 mm), Serra Grande (27 mm), Piancó (26,4 mm), Sousa (12,6 mm), Bonito de Santa Fé (13,6 mm), Poço de José de Moura (11,3 mm), São Domingos de Pombal (9,2 mm), Pombal (8,3 mm), São Bentinho (7 mm), Cajazeirinhas (5,3 mm), Boa Ventura (5 mm), Malta (4,2 mm), Marizópolis (2,3 mm) e Diamante (2 mm).

A previsão para a sexta-feira (27), de acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas, é de nebulosidade variável, podendo ocorrer chuvas isoladas no Sertão do estado.

G1 PB

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Pesquisadores alertam que água do açude Boqueirão pode envenenar população

Reprodução/TV Correio
Reprodução/TV Correio

Segundo declarações de pesquisadores durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa da Paraíba, a água do açude Epitácio Pessoa (Boqueirão) não é propícia para consumo. Dentre os profissionais ouvidos, a médica e pesquisadora Adriana Melo, pioneira nas pesquisas sobre microcefalia, alertou que “a população pode estar sendo envenenada. Não se deve retirar água do Boqueirão”.

A audiência, que ocorreu na tarde desta terça-feira (29), foi de propositura da deputada estadual Daniella Ribeiro (PP), presidente da comissão especial para acompanhar a crise hídrica em Campina Grande e região, área que é abastecida pelo reservatório, que também está próximo de entrar em colapso devido à escassez de água.

A também pesquisadora Mônica Lopes, do Instituto Butantan, mostrou através de gráficos que estudos feitos nas águas do Boqueirão causaram anomalias e mortes em peixes cujos genes se assemelham aos de serem humanos. “A água não deve ser utilizada, pois matou os animais ou deixou anomalias. Não é uma água própria para consumo”, explicou. O estudo contemplou a água de outros açudes e também do Hospital Pedro I, em Campina Grande.

O professor Fabiano Thompson, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, disse que não teria coragem de dar água de Boqueirão para um filho dele, demonstrando preocupação com a qualidade do açude. Segundo ele, foram feitas duas coletas no reservatório e ficou comprovada uma alta carga bacteriana. “Dentre os problemas que podem ser causados por essa água, diarreia seria o menor deles”, alertou Thompson, destacando ainda que Boqueirão possui uma grande concentração de metais pesados, como zinco e cobre.

Já o professor de Geografia da Universidade Estadual da Paraíba, Ozéas Jordão, disse que a situação de Boqueirão é crítica e merece ser discutida com seriedade, buscando minimizar os efeitos da falta de água na região.

A audiência pública contou ainda com a participação de representantes da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), Ministério Público, Secretaria de Saúde de Campina Grande e Defesa Civil das localidades abastecidas pelo açude.

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Jovem morre afogado em açude em Duas Estradas

acudeUm jovem conhecido como Cassiano, residente na Rua Presidente Médici no centro de Duas Estradas, morreu afogado na tarde desta quinta-feira (06) em um açude onde estava com familiares.

Segundo informações da PM o rapaz mergulhou e não havia retornado, O local conhecido como açude de Orrita é localizado no sitio camaratuba.

O Corpo de Bombeiros de Guarabira foi chamado mais o mesmo já estava sem vida.

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