Arquivo da tag: acréscimos

Grêmio marca nos acréscimos contra o Coritiba, e vira o 2º

No final, o Grêmio venceu o Coritiba por 1 a 0 na noite deste domingo no Couto Pereira, pela vigésima nona rodada da Série A. O Coxa, que ainda não ganhou no returno, segue agonizando no Z4, já o Tricolor gaúcho subiu uma posição na tabela.

Desesperado na luta contra o rebaixamento, o Verdão tentou abrir o placar já no início e criou duas chances em sequência. Com 4, Carleto cobrou falta de longe, Grohe teve dificuldades e espalmou para fora. Na sequência, após escanteio, Werley cabeceou rente à trave.

Ramiro, neste lance dividindo uma bola com o adversário, marcou o gol da vitória do Grêmio.
Ramiro, neste lance dividindo uma bola com o adversário, marcou o gol da vitória do Grêmio.

Foto: Rodrigo Félix Leal/Futura Press

Mesmo controlando o duelo, a equipe paranaense carecia de qualidade na criação e só teve um novo lance de perigo aconteceu aos 27, novamente com Carleto em bola parada para difícil defesa do goleiro. O time gaúcho, que não conseguia desenvolver seu jogo de troca de passes, só chegou uma vez.

Geromel subiu mais que a zaga e, de cabeça, tirou tinta da trave em cruzamento de Fernandinho. No fim, na última oportunidade da primeira etapa, Tiago Real fez boa jogada individual e mandou uma bomba por cima do travessão.

Partida em Curitiba teve nível técnico baixo. Grêmio aproveitou única chance criada com a boa rolando. (Guilherme Artigas Agência Lancepress!)
Partida em Curitiba teve nível técnico baixo. Grêmio aproveitou única chance criada com a boa rolando. (Guilherme Artigas Agência Lancepress!)

Foto: LANCE!

Assim como nos 45min iniciais, o Coxa foi para cima logo no começo e conseguiu ter boas situações. Com 2, após escanteio, a bola foi desviada e Werley chutou na trave. Depois foi Rildo quem cabeceou nas mãos do goleiro, além de um chute de Henrique Almeida e uma cabeçada de Cleber Reis – ambos para fora.

Melhor em campo, a equipe alviverde acuava o adversário em seu campo de defesa e obrigava o rival a usar ligações diretas, sem sucesso. O único chute gremista foi aos 26, em falta batida por Edílson, para longe da meta de Wilson. E só. Por outro lado, a falta de inspiração coxa-branca impedia que chances fossem criadas.

Somente Henrique Almeida, aos 43, aproveitou cruzamento de Dodô e assustou Grohe. Quando o duelo parecia ficar zerado, o Grêmio marcou. Nos acréscimos, após erro de Jonas na hora de afastar, Jael lançou Ramiro, que chutou alto e marcou. 0x1.

Com a derrota, o Coritiba segue na vice-lanterna, com 28 pontos – o Grêmio é o vice-colocado, com 49. Na próxima rodada, o Coxa recebe o Cruzeiro na quarta-feira, às 19h30, no Couto Pereira, enquanto o Tricolor gaúcho encara o líder Corinthians no mesmo dia, às 21h45, na Arena Corinthians.

FICHA TÉCNICA
CORITIBA 0X1 GRÊMIO

Local : Couto Pereira, em Curitiba
Data-Hora : 15/10/2017 – 19h
Árbitro : André Luiz de Freitas Castro (GO)
Auxiliares : Bruno Raphael Pires (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)
Público/renda : 10.814 pagantes/R$ 242.500,00
Cartões amarelos : Dodô, Luizão, Jonas, Henrique Almeida (COR); Ramiro, Kannemann, Beto da Silva (GRE)
Gol : Ramiro, 46’2ºT (0-1)

CORITIBA : Wilson; Dodô, Cleber Reis, Werley e Carleto; Jonas, Alan Santos, Matheus Galdezani (Yan Sásse, intervalo) e Tiago Real (Neto Berola, 27’2ºT); Rildo (Anderson, 30’2ºT) e Henrique Almeida. Técnico: Marcelo Oliveira.

GRÊMIO : Marcelo Grohe; Edílson, Geromel, Kannemann e Cortez; Jaílson, Arthur, Ramiro, Arroyo (Everton, 16’2ºT) e Fernandinho (Jael, 44’2ºT); Barrios (Beto da Silva, 30’2ºT). Técnico: Renato Portaluppi.

Lance

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Com gol nos acréscimos, Bota-PB vence Auto Esporte e reassume liderança

Um gol nos acréscimos do segundo tempo garantiu mais uma vitória do Botafogo-PB em um clássico Botauto.

Neste domingo (22), pela quinta rodada do Campeonato Paraibano de 2017, o zagueiro Gustavo Henrique deus os três pontos que recolocaram o Belo na liderança da competição, e deixaram o Auto Esporte ainda na lanterna.

Como em quase todo dérbi, a partida foi muito brigada e recheada de cartões amarelos. Sem nenhuma cena lamentável, as punições aconteceram apenas pela força excessiva utilizada em algumas jogadas. No total, seis cartões foram aplicados, sendo quatro botafoguenses e dois automobilistas.

Quem chegou com algum perigo pela primeira vez foi o Auto Esporte. Aos 13 minutos, Cesinha lançou a bola para Van Basten, que chutou cruzado, de pé esquerdo, e obrigou Michel Alves a se esticar todo para mandar a bola para escanteio.

Cinco minutos mais tarde foi a vez do Botafogo-PB quase abrir o placar. Gustavo cobrou falta próximo da marca de escanteio, Gustavo Henrique subiu mais que a defesa e cabeceou, mas a bola passou a esquerda da trave esquerda defendida por Danilo.

O jogo ficava muito amarrado e sem muitas oportunidades de gol. Jogando com três zagueiros, o alvirrubro de Mangabeira tinha uma postura mais defensiva e não dava espaços para o Botafogo-PB, que por sua vez, jogando com três volantes no meio campo, tinha pouca criatividade e dependia muito das jogadas em velocidade de Wanderson, que não surtiram efeito.

Percebendo a falta de opções para armar, ainda antes do intervalo, o treinador Itamar Schulle tirou Amarildo e colocou Luiz Paulo, que entrou na lateral esquerda e deslocou Tarcísio, que estava improvisado no lado do campo, na armação, sua posição de origem, junto com Raphael Luz.

Para o segundo tempo Itamar colocou o time ainda mais para cima, sacando Tarcísio e colocando o atacante Biro Biro em seu lugar logo na volta do intervalo.

Foto: Voz da Torcida

Antes do primeiro minuto da segunda etapa quase o Belo abre o placar. Raphael Luz cobrou falta pela esquerda e Rafael Oliveira desviou de cabeça, no canto esquerdo rasteiro de Danilo, que se esticou todo e conseguiu espalmar a bola, afastando o perigo.

Por sua vez, o Auto Esporte fez uma bonita jogada aos 14 minutos do segundo tempo e quase marcou o seu também. Gil Bala dançou na frente de Robston quase na bandeira de escanteio do lado direito do campo, tabelou com Arthur, que de dentro da área, chutou de perna esquerda, mas a bola subiu demais e passou por cima do travessão.

Na melhor oportunidade do jogo até então, o Botafogo-PB chegou bem com Biro Biro pela direita. O xodó da torcida botafoguense invadiu a área e bateu cruzado, de pé direito. Danilo rebateu para o meio, Gustavo pegou a sobra e a defesa bloqueou o chute. Wanderson ainda tentou empurrar para as redes, mas Júlio afastou o perigo da pequena área automobilista.

Mas quem chegou ao gol primeiro foi o Auto Esporte. Aos 23 minutos, Tadeu fez boa jogada pela direita, limpou Gustavo Henrique e bateu cruzado. A bola ia cruzar a pequena área, mas Van Basten apareceu nas costas de Plínio e só empurrou de pé direito para o gol vazio, estufando a rede e abrindo o placar no Almeidão.

Três minutos mais tarde, Júlio tentou cortar o cruzamento e colocou a mão na bola dentro da área. Pablo Alves assinalou pênalti. Rafael Oliveira foi para a bola, tocou no canto esquerdo de Danilo, que foi para o outro lado, e deu a resposta imediata do Botafogo-PB, empatando o jogo.

O Belo teve uma chance espetacular para virar o jogo aos 41 do segundo tempo. A bola sobrou na pequena área para Raphael Luz, que ficou só com o goleiro Danilo a sua frente. O meia encheu o pé esquerdo, mas o arqueiro alvirrubro conseguiu fazer grande defesa e evitou o segundo gol do Botafogo-PB.

Na base da pressão, o Botafogo-PB conseguiu virar o jogo. Aos 48 do segundo tempo, Gustavo cobrou falta na área, Rafael Oliveira desviou de cabeça para Danilo defender, mas no rebote, o zagueiro Gustavo Henrique, quase na linha do gol, só tocou na bola para marcar o gol que garantiu a vitória botafoguense.

Os três pontos recolocam o Botafogo-PB na liderança isolada do Paraibano, agora com 12 pontos. No meio da semana, na quinta-feira (26), o Belo tem compromisso pela Copa do Nordeste, quando irá a Natal enfrentar o América-RN. Pelo estadual, o time volta a campo no domingo (29), no Amigão, em Campina Grande, onde enfrentará o Serrano.

Já o Auto Esporte segue sem vencer, somando apenas 2 pontos, ocupando a lanterna do certame. Na próxima rodada o alvirrubro enfrentará o Sousa, no Marizão.

Ficha técnica

Botafogo-PB 2 x 1 Auto Esporte

Campeonato Paraibano 2017 (5ª rodada)
Estádio: Almeidão (João Pessoa)

Arbitragem: Pablo Alves; José Maria Neto, e Michelson Nóbrega

Gols: Rafael Oliveira, Gustavo Henrique (B);Van Basten (A)
Cartões amarelos: Amarildo, Plínio, Gustavo Henrique, Robston (B); Cesinha, Tiago Bob (A)

Botafogo-PB: Michel Alves, Gustavo, Plínio, Gustavo Henrique, Tarcísio (Biro Biro); Djavan, Amarildo (Luiz Paulo), Robston, Raphael Luz; Wanderson (Warley), Rafael Oliveira. Técnico: Itamar Schulle.

Auto Esporte: Danilo, Tiago Bob, Júlio, Fábio Bilica; Naldo (Emersonn Bastos), David (Izaias), Tadeu, Léo Lima, Tadeu, Gil Bala; Cesinha (Arthur), Van Basten. Técnico: Severino Maia.

paraibaonline

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Flu derruba Corinthians nos acréscimos e se aproxima do G-4

ciceroNos acréscimos, o Fluminense venceu o Corinthians por 1 a 0 na fria tarde de domingo (25) na 27ª rodada do Brasileirão. O jogo, que teve o pior público da história de Itaquera, aproximou o Tricolor das Laranjeiras do grupo dos quatro classificados para a próxima Copa Libertadores. Já os anfitriões do confronto se afastaram do G-4.

O jogo voltou a ter polêmica envolvendo a arbitragem, mas com bem menos intensidade ao comparar o encontro entre as equipes no meio de semana. Marcos Júnior foi agarrado por Marquinhos Gabriel dentro da área, mas Anderson Daronco não marcou a infração.

Com o resultado, o Fluminense chegou aos 43 pontos e subiu para a quinta colocação. Já o Corinthians se afastou do G-4, ficou em sétimo, com os mesmos 41 pontos somados.

Pelo Brasileirão, o Corinthians volta a jogar no próximo sábado, às 16h30, contra o Botafogo, fora de casa. Antes disso, volta a jogar em casa diante do Cruzeiro, pela partida de ida das quartas de finais da Copa do Brasil. Eliminado da competição mata-mata, o Fluminense recebe o Sport no mesmo dia, mas às 11h, pelo Brasileirão.

Goleiros trabalham bem

A exemplo do que se passou na quarta-feira, o primeiro tempo não teve rede balançando. A diferença, no entanto, é que o futebol apresentado pelas duas equipes é bem melhor. Walter (que, de última hora, substituiu Cássio que sentiu dores no aquecimento) e Júlio César precisaram trabalhar.

O corintiano, aliás, fez praticamente um milagre ao impedir o gol de Marcos Junior aos 24 minutos. O atacante fez a diagonal após passe de Scarpa e finalizou bem, mas viu Walter evitar a abertura do placar. Um minuto depois, foi a vez do goleiro tricolor trabalhar após boa jogada de Romero, que deu até rolinho no adversário.

Polêmica de arbitragem (de novo)

Os jogadores do Fluminense ficaram reclamando bastante de um pênalti de Marquinhos Gabriel em Marcos Junior. As imagens da televisão mostram o corintiano impedindo o atacante da equipe carioca de disputar a bola. Na quarta-feira, jogadores, membros da comissão técnica e da diretoria deixaram Itaquera revoltados com três gols anulados por impedimento e dois supostos pênaltis que não foram assinalados.

Fluminense põe Walter para trabalhar

Walter voltou a se destacar por boas defesas no início do segundo tempo. Novamente o duelo foi com Marcos Junior, que disparou pela direita e chutou cruzado. De ponta de dedo, o corintiano voltou a evitar que sua meta fosse vazada. A resposta veio com dois bons chutes de Giovanni Augusto em um espaço de dez minutos depois: Júlio César caiu bem para fazer defesas seguras.

Gum deixa taco espanar e quase faz gol contra

Quando a torcida corintiana começava a se conformar com o empate, Gum quase passou vergonha em Itaquera. A bola foi alçada na área do Fluminense, e o zagueiro tentou afastar o perigo de primeira. O problema foi que a bola bateu na canela do atleta e parou no travessão de Júlio César.

Carille repete escalação e bola não chega em Romero

Fábio Carille voltou a escalar a equipe com a mesma formação no seu segundo jogo no comando do Corinthians. A exceção foi Cássio, que precisou ser substituído por causa de dores no ombro. O time valorizou a posse de bola, revezava com chegadas de Giovanni Augusto, Rodriguinho e Marquinhos Gabriel à frente, mas tinha dificuldades de colocar Romero para jogar.

Nas vezes que conseguiu, levou perigo a Júlio César. Romero, inclusive, encaixou uma bela bicicleta aos 34 minutos do 2º tempo, mas viu o goleiro voltar a defender bem. Marlone quase não tocou na bola e foi substituído por Lucca.

Nos acréscimos!

No último minuto dos acréscimos, o Fluminense surpreendeu o Corinthians com o gol da vitória. Scrapa levantou na área, a bola sobrou para Magno Alves, que tocou para Cícero mandar para o fundo das redes.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 0 X 1 FLUMINENSE

Data: 25 de setembro, domingo
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco – RS (FIFA)
Assistentes: Rafael da Silva Alves (Asp-Fifa) e Elio Nepomuceno de Andrade Junior  (ambos do RS)
Cartões amarelos: Guilherme Arana, Giovanni Augusto e Gustavo (Corinthians); Gum e Henrique (Fluminense)
Público e renda: 19.183 pessoas e R$ 914.004,50

Gol: Fluminense – Cícero, aos 49 minutos do segundo tempo

CORINTHIANS: Walter; Fagner, Yago, Balbuena e Arana; Camacho; Rodriguinho, Giovanni Augusto (Gustavo), Marquinhos Gabriel e Marlone (Lucca); Romero
Técnico: Fábio Carille

FLUMINENSE: Julio Cesar; Igor Julião, Henrique, Gum e Willian Matheus; Pierre, Douglas (Marquinho), Cícero e Gustavo Scarpa; Wellington (Magno Alves) e Marcos Júnior (Richarlison)
Técnico: Levir Culpi

Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

São Paulo vence nos acréscimos, vai à Libertadores e rebaixa Goiás

jogoO São Paulo conseguiu seu objetivo de terminar na quarta colocação do Campeonato Brasileiro no último jogo da temporada, mas a vitória por 1 a 0 sobre o Goiás, neste domingo, no Serra Dourada, passou longe de ser emocionante. Em uma partida amarrada, lenta e com pouquíssimas chances criadas, a equipe paulista só conseguiu balançar as redes nos acréscimos do segundo tempo, com um golaço de Rogério, e confirmou o rebaixamento dos goianos à segunda divisão.

O resultado deixou os tricolores com 62 pontos, dois a mais que o quinto colocado Internacional. Desta forma, o clube do Morumbi está classificado à fase preliminar da Libertadores. Já o Goiás, com 38 pontos, seria rebaixado mesmo se vencesse o jogo, já que a combinação de resultados de que o time precisava não aconteceu – o Figueirense venceu o Fluminense e escapou.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

O técnico Milton Cruz surpreendeu ao deixar Alexandre Pato, artilheiro do time na temporada e fazendo seu último jogo pelo clube, no banco de reservas, escalando apenas Alan Kardec à frente. Já Luís Fabiano e Rogério Ceni, lesionados, despediram-se do São Paulo assistindo ao jogo das tribunas do estádio, ao lado de outros jogadores não relacionados.

Mesmo precisando da vitória para não cair, o Goiás jogou na defesa e tentou explorar os contra-ataques – assim como na vitória por 3 a 0 no primeiro turno, no Morumbi –, mas não teve sucesso. Já o São Paulo mostrou lentidão na armação de jogadas e criou pouco, até o belo gol de Rogério no final. Um jogo final nada memorável para um ano que certamente não ficará guardado no coração dos tricolores.

GOIÁS 0 x 1 SÃO PAULO

Data: 6 de dezembro de 2015 (domingo)
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Público: 35.875
Renda: R$ 329.310,00
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG)
Auxiliares: Pablo Almeida da Costa (MG) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Cartões amarelos: Liniker, David, Arthur e Patrick (Goiás); Ganso (São Paulo)

Gol: Rogério, aos 48 minutos do segundo tempo

Goiás: Renan; Gimenez (Arthur), Alex Alves, Fred e Rafael Forster; William Kozlowski (Ruan), David e Patrick; Liniker (Carlos Eduardo); Erik e Bruno Henrique.Técnico: Danny Sérgio

São Paulo: Denis; Bruno (Wesley), Lucão, Edson Silva e Reinaldo; Hudson; Ganso, Thiago Mendes (Lyanco), Carlinhos e Michel Bastos (Rogério); Alan Kardec.Técnico: Milton Cruz

 

 

Uol

Bahia pressiona o Flamengo e arranca empate nos acréscimos

flamengoOs poucos torcedores do Bahia que foram ao Moacyrzão, em Macaé, usaram um sucesso do carnaval para provocar: “Ah, é lepo, lepo”, cantavam nesta quarta-feira. O placar não diz muito sobre a euforia. Mas a circunstância com que o empate por 1 a 1 contra o Flamengo foi conquistado pode justificá-la. Apesar de ter pressionado boa parte do jogo com mais posse de bola e oito vezes mais finalizações que os rubro-negros (24 a 3), somente aos 46 minutos saiu o gol de falta de Anderson Talisca. Paulinho fez o do Fla, logo no início da partida.

Na saída de campo, o jogadores rubro-negros mostraram insatisfação com a arbitragem. A primeira reclamação foi com um pênalti não marcado em cima de Alecsandro. A segunda foi a falta sobre Henrique que resultou no empate – na cobrança, o zagueiro Titi ainda empurrou a barreira.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

– Não houve falta ali (no lance que rendeu gol ao Bahia). Infelizmente, foi um jogo complicado, o Flamengo lutou, mas não conseguimos. A fase está difícil, mas vamos tentar focar para tentar vencer – disse Everton.

Na segunda partida como técnico do Flamengo, Ney Franco vê o time perto da zona de rebaixamento, com cinco pontos, três a menos que o Bahia, que tem um jogo a mais por fazer. Dependendo dos resultados, o Rubro-Negro pode parar no Z-4 ao fim da sexta rodada do Campeonato Brasileiro. A postura da equipe contribuiu para a vitória não vir. Paulinho fez de cabeça após boa jogada de Everton, aos 10. Mas depois disso o que se viu foi um time recuado, sem muito padrão de jogo, perdido. Por isso as vaias da maioria dos 10.924 presentes (9.614 pagantes).

Com este panorama, a bola acabou, por consequência, mais tempo nos pés do Bahia. Em certo momento do primeiro tempo, a diferença chegou a ser de 68% de posse tricolor contra 42%. Talisca, seja em bolas paradas ou com a função de criar jogadas ofensivas, era o mais acionado. Alecsandro, puxado na área, reclamou de pênalti e não foi atendido, no lance mais importante do seu time após o gol.

Maxi Biancucchi também incomodava na frente. Perdia gols. Ajudou ao lado do companheiro de ataque a elevar ainda mais a superioridade nas finalizações: 24 do Bahia contra três do Fla, que mal aproveitava os contra-ataques. Na chance que teve, Alecsandro perdeu cara a cara, de cabeça. A recompensa baiana veio na falta cobrada por Talisca no fim da partida, aos 46 minutos do segundo tempo: 1 a 1.

No próximo domingo o Flamengo visita o Santos, 16h (de Brasília), no Morumbi. O Bahia pega o Fluminense, sábado, 18h30, na Arena Barueri.

 

 

Globoesporte.com

Fla arranca empate nos acréscimos com Botafogo na volta ao Maracanã

Se não foi brilhante na técnica, como os áureos tempos do Maracanã, pelo menos teve deliciosos ingredientes presentes na imensa história do clássico: foi sofrido, suado, digno do retorno ao palco de Flamengo e Botafogo após três anos de saudade. Elias, personagem da fria noite de domingo, arrancou um empate nos acréscimos. Levantou a cabeça mesmo com dois gols anulados e evitou que o Rubro-Negro entrasse na zona de rebaixamento mais uma vez. O Alvinegro, que saiu na frente com Rafael Marques, perdeu a chance de voltar à liderança e de quebrar o tabu de 13 anos e 20  sem vencer o rival no Campeonato Brasileiro.

Novamente, o estádio esteve bem longe de ficar lotado. Foram 38 853 pagantes (52.361 presentes) para uma renda de R$ 3.082.555,00, menor que o Fluminense x Vasco de semana passada. A parte lateral, mais cara, recebeu pouco público.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Na próxima rodada, o Flamengo, agora em 15º lugar com dez pontos, viaja para Salvador para enfrentar o Bahia, quarta-feira. Já o Glorioso, em terceiro com 17, batalha pela ponta contra o Vitória, no dia seguinte, em nova chance de sair vitorioso no Maracanã.

Elias gol Flamengo x Botafogo (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Elias é agarrado por Adryan após marcar o gol de empate aos 49 (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

Soberania absoluta do Alvinegro

Não demorou para que o amplo domínio do Botafogo aparecesse. Foram questão de minutos, na verdade. E, com a regularidade marcante do time de Oswaldo de Oliveira, foi assim até o fim da etapa. Encaixado na marcação e envolvente no toque de bola, o líder do Brasileirão não deu brecha ao apático Flamengo. Lodeiro e Rafael Marques criaram as primeiras chances. E foi do atacante o gol que abriu o placar: em jogada ensaiada, aos 21, Seedorf bateu falta da direita, e ele surgiu na altura da marca do pênati para completar de pé direito, surpreendendo a defesa.

Para se ter uma ideia do grau de dificuldade rubro-negra, até os 32 nenhuma finalização havia sido registrada. João Paulo inaugurou essa estatística, cobrando falta de longe, mas Jefferson pegou. O mapa da mina alvinegro era o lado direito. Em tabelas rápidas e contragolpes após roubadas de bola na intermediária rival, praticamente todas as oportunidades surgiram pelos pés de Gilberto, Seedorf, Rafael Marques e Lodeiro – este quando variava a posição.

Seedorf Botafogo x Flamengo (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Seedorf disputa a bola com Gonzalez no 1º tempo
do clássico (Foto: André Durão / Globoesporte.com)

O holandês do Botafogo, aliás, deu azar duas vezes e não foi capaz de levar uma vantagem maior para o intervalo. Em um dos chutes, com Felipe vendido, acertou o travessão, novamente de falta. Do outro lado, Gabriel e Carlos Eduardo não conseguiam manter a posse e municiar Moreno. Os dois foram muito criticados na saída de campo. E sobrou para Gabriel, sacado para a entrada de Adryan. Luiz Antônio também entrou, na vaga de Diego Silva, mal na cobertura.

Inversão de papéis e empate no fim

Como se fosse outra partida, com outros times, o segundo tempo virou. Com fôlego renovado na marcação, a equipe de Mano Menezes se adiantou e assustou o Glorioso já no primeiro lance. Adryan fez boa jogada e deixou Marcelo Moreno livre para bater, mas Jefferson salvou. O ritmo do clássico no Maracanã caiu, mas chamou a atenção a queda do conjunto do Botafogo, que não acertava mais quatro passes em sequência. Assim, a pressão foi inevitável.

A defesa alvinegra sofreu um apagão, e Adryan, que incendiou a partida, carimbou o travessão, aos 16, com uma bomba em lance que sobrou sozinho depois de desvio de Carlos Eduardo. A cena repetiu-se em cinco minutos, só que, desta vez, Elias tocou para o fundo da rede no rebote. Impedido, teve o gol anulado. Não bastasse um, mais uma vez Jefferson foi vencido por Elias, mas a jogada não valeu também por posição irregular. No entanto, um desvio em Bolívar no caminho criou polêmica, e os jogadores reclamaram muito com a arbitragem. O destino do volante rubro-negro, porém, ainda seria mudado.

Elias Flamengo x Botafogo (Foto: Cezar Loureiro / Agência o Globo)Personagem da noite, Elias tenta superar a marcação de Vitinho (Foto: Cezar Loureiro / Agência o Globo)

Já menos organizado, o Flamengo reduziu um pouco o ímpeto na reta final, apesar de sempre rondar a área. O Botafogo, acuado, não tinha o que fazer a não ser se segurar. Irreconhecível, contava com a sorte, como em lance de Hernane rente à trave, e com a grande atuação de seu goleiro em duas cabeçadas à queima-roupa.

Mas os acréscimos foram longos. Cinco minutos por conta do atendimento justamente a Jefferson, que cortou a cabeça no início do segundo tempo. E Elias se tornou definitivamente o personagem da noite ao empatar aos 49, um prêmio a seu esforço e um castigo fatal ao Alvinegro.

 

 

Globoesporte.com

Nos acréscimos, Coritiba vira e bate o time misto do Atlético-MG por 2 a 1

coritibaNa arquibancada do Couto Pereira, a ressaca pela eliminação na Copa do Brasil. Dentro de campo, um Alex discreto no papel de craque do time. Nesse cenário, com a noite fria na capital paranaense, o Coritiba caminhava para um empate com o mistão do Atlético-MG, sem Ronaldinho Gaúcho e Jô. Até os 46 minutos do segundo tempo. Foi aí que Arthur mudou a história da estreia da equipe no Brasileirão 2013. O atacante saiu do banco de reservas para virar herói e, nos acréscimos, fez o gol que decretou a vitória de virada por 2 a 1.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Diego Tardelli tinha aberto o placar aos 4 do segundo tempo para o Galo, que tinha um olho no Couto Pereira e o outro no Independência, palco do jogo de volta contra o Tijuana pela Libertadores no meio da semana. Deivid empatou quatro minutos após o gol de Tardelli, e Arthur decretou o triunfo dos mandantes no apagar das luzes.

 

A eliminação na Copa do Brasil para o Nacional (AM), no meio da semana, deixou a torcida do Coxa apreensiva. Depois de ter sofrido uma goleada por 4 a 1 em Manaus, na volta o Coritiba venceu por 1 a 0, resultado que deixou os paranaenses apenas com o Brasileiro pela frente. Os três pontos conquistados sobre o Galo levantam o ânimo para a segunda rodada, quarta-feira, às 21h (de Brasília), contra o Bahia, no Pituaçu.

O Atlético-MG, que no próximo domingo encara o São Paulo, às 18h30m (Brasília) no Independência, pelo Brasileiro, entrou em campo com o time modificado por conta da disputa da Libertadores. Na quinta-feira, o alvinegro decide uma vaga nas semifinais da competição continental contra o Tijuana (MEX). As principais ausências foram Jô e Ronaldinho Gaúcho, poupados pela comissão técnica.

Mesmo assim, o Galo tinha Tardelli, Bernard e Réver como principais nomes. Do outro lado, o experiente Alex, ídolo do Coritiba e destaque da equipe desde o retorno ao futebol brasileiro, após longa passagem pelo futebol turco.

Ainda assim, o primeiro tempo foi frio, fazendo jus à temperatura no Alto da Glória. Raros lances de perigo, com os goleiros Vanderlei e Victor sendo espectadores privilegiados em campo. Victor chegou a fazer uma boa defesa em chute de Junior Urso, mas o futebol demonstrado pelos dois times foi bem abaixo do esperado, com diversos passes errados.

Jogo esquenta após o intervalo

No segundo tempo, as coisas esquentaram. E foi logo no início. Sem R10, coube a Tardelli o papel de ser protagonista, e ele não titubeou. Cobrou falta para área, em direção ao gol, a bola passou por toda a defesa e até pelo goleiro Vanderlei, que não bloqueou um lance relativamente fácil e viu o Galo abrir o placar. Passou a ser vaiado no restante da partida.

O jogo pegou fogo mesmo quando Deivid empatou de cabeça quatro minutos depois. A partir daí a partida ganhou emoção a cada ataque do Coritiba, que exerceu uma certa pressão sobre o cansado time atleticano. As 20 horas de vôo do México até Curitiba visivelmente fizeram a equipe de Cuca sentir o desgaste.

Nos minutos finais, Vanderlei calou as vaias e se recuperou com uma brilhante defesa nos pés de Luan. Victor fez uma bela defesa no chute de Bottinelli, mas não conseguiu salvar o Atlético-MG quando, aos 46 minutos, Arthur deu a vitória ao time da casa. O atacante saiu do banco para fazer o gol do Coxa, completando cruzamento de Lincoln da esquerda. Fim de jogo e vitória do Coritiba, para a alegria dos pouco mais de 14 mil torcedores que presenciaram o duelo na fria noite curitibana.

 

 

Globoesporte.com

Nos acréscimos, Love salva o Fla de derrota para a Ponte Preta: 2 a 2

Vencer ainda não é um verbo que Flamengo e Ponte Preta podem conjugar no Campeonato Brasileiro. O Rubro-Negro vive momentos de crise de resultados, de identidade e futuro de incertezas. Sem conquistar uma vitória desde o dia 15 de abril, quando venceu o Americano por 3 a 1 pelo Carioca, a equipe de Joel Santana continua mal, não evolui. Na noite desta quarta-feira, a Macaca foi melhor a maior parte do tempo, vencia por 2 a 1 até os 48 minutos da etapa final, mas não soube segurar o placar. Vagner Love, praticamente no último lance do confronto do estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, decretou o empate por 2 a 2, pela terceira rodada.

Mais do que a discussão em torno de Ronaldinho Gaúcho, que deixou o clube e foi parar no Atlético-MG, o Flamengo e Joel Santana estão no foco dos questionamentos. Com o empate, a equipe carioca ocupa a 11ª colocação, com três pontos. Em três jogos, foram três empates. A Ponte está em 14º, com dois, e também corre atrás do primeiro triunfo.

A pressão sobre Joel só tende a aumentar. Depois das eliminações na Libertadores e Carioca, e de ter ficado um mês sem jogar, além de mais uma pausa de dez dias, o treinador não conseguiu dar um padrão tático ao time.

Na próxima rodada, o Flamengo recebe o Coritiba, no Engenhão, no sábado. A partida será às 18h30m. No domingo, a Ponte Preta visita o Figueirense, no Orlando Scarpelli, às 18h30m.

Nivelados por baixo

No primeiro jogo sem Ronaldinho Gaúcho, a torcida rubro-negra presente ao Moisés Lucarelli demonstrou que a ferida ainda está aberta e, antes de a bola rolar, hostilizou o jogador com os gritos de “Ronaldinho, vai se f…, o Flamengo não precisa de você”. Mas, com o início da partida, ficou claro que o problema do time vai muito além do ex-camisa 10. A chuva em Campinas deixou o gramado com poças d´água. E o jogo começou embolado no meio-campo, com o Rubro-Negro tendo dificuldade para trocar passes.

Bem postada, a zaga da Ponte vigiava Deivid e Vagner Love de perto. E na primeira vez que foi ao ataque, o time paulista fez 1 a 0, aos 15 minutos, em lance marcado por erros grosseiros do Rubro-Negro. O goleiro Edson Bastos fez um lançamento com os pés. No meio-campo, Léo Moura tentou um chute, mas acabou jogando para trás. A bola parou nos pés de Roger, que se embolou com Welinton na área. A jogada seguiu, a bola sobrou no meio da área, Magal furou e deu um presente para Renê Junior, que colocou no fundo da rede. O gol animou o time da casa, que quase ampliou em chute de André Luis. Paulo Victor, mantido como titular mesmo com a volta de Felipe, salvou com os pés.

renato abreu flamengo x ponte preta (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)Renato fez o gol rubro-negro no primeiro tempo, mas não jogou bem (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)

O Flamengo não conseguia se encontrar em campo, sentia a falta de um homem de criação e não conseguia articular as jogadas. Kleberson e Ibson pouco acrescentavam. Magal e Léo Moura erravam tudo que tentavam. Sob chuva fina, Joel Santana, postado à beira do campo e de capuz na cabeça, pouco orientava o time.

Quando conseguiu chegar à área adversária, Kleberson bateu fraco, e Edson Bastos não teve problemas para fazer a defesa. Pouco depois, um reflexo do desespero por uma bola que fosse: Love saiu da área, foi ao meio-campo buscar jogo, conseguiu roubá-la e partiu com ela dominada até ser derrubado por Tiago Alves. Sem Ronaldinho, que dominava as cobranças, Renato cobrou, a bola desviou na barreira e entrou: 1 a 1.

O Flamengo teve um gol de Léo Moura acertadamente anulado, a Ponte rondou a área rubro-negra até o intervalo, mas os times erravam muitos passes. Nivelados por baixo, ambos  pecavam pela pouca inspiração.

Macaca domina, retoma vantagem, mas Fla empata no fim

Joel voltou para o segundo tempo com Wellington Silva na vaga de Léo Moura, que reclamou de cansaço muscular. E o Rubro-Negro levou um duro golpe, logo aos cinco minutos. Nikão cobrou falta, Paulo Victor afastou de soco e, no rebote, João Paulo emendou de perna direita: 2 a 1. A bola desviou de leve na cabeça de Marllon.

O Flamengo se resumia aos chutes de longe de Renato. Foram três em sequência, sendo dois deles com perigo para Edson Bastos. Deivid, que mal tocou na bola, foi notado apenas quando recebeu cartão amarelo por reclamação.

A Ponte seguiu com domínio, chegando com perigo ao gol rubro-negro. Aos 20, Joel colocou Bottinelli na vaga de Kleberson, muito apagado, numa tentativa de conseguir um sopro de criatividade. O argentino não conseguiu. De forma desordenada, a equipe tentava se lançar ao ataque, procurou usar as laterais, mas foi infeliz. As poucas chances só apareceram na bola parada, mas sem sucesso. Só Love tentava se salvar.

Aos 28 minutos, Joel queimou a última substituição ao colocar Negueba no lugar de Deivid, substituição que não surtiu efeito. A Ponte seguiu com domínio das ações e teve chances de ampliar. Nikão arriscou de longe, e Paulo Victor pegou.

Os cinco últimos minutos foram de pressão do Flamengo. Deu certo. Aos 48, Negueba cruzou para a área pelo lado esquerdo, e Vagner Love, sempre ele, subiu para empatar: 2 a 2. Terceiro gol do Artilheiro do Amor no campeonato. O atacante Roger, da Ponte, acabou expulso por reclamação. À beira do campo, Joel Santana pedia desesperadamente o fim do jogo. Retrato do momento rubro-negro. Os jogadores da Macaca deixaram o campo furiosos com a arbitragem. Reclamavam da marcação do escanteio que originou o gol de empate.

Globoesporte.com