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PRF alerta motorista sobre o que fazer em caso de acidentes sem vítimas

Em caso de veículos envolvidos em acidentes de trânsito sem vítimas, manter o veículo na faixa de rolamento atrapalhando o trânsito é infração de trânsito com previsão de multa

Acidentes de trânsito são acontecimentos imprevistos e que podem gerar danos materiais e lesões em pessoas. Muitos acidentes de trânsito resultam apenas em avarias nos veículos. Nesses casos, o que o motorista deve fazer quando estiver em uma rodovia federal?

Os acidentes de trânsito ocorrem por uma conjunção de fatores. Deixar de manter distância de segurança, desobedecer à sinalização de trânsito existente, velocidade incompatível e falta de atenção à condução são apenas algumas das possíveis causas prováveis para um acidente automobilista. Os acidentes automobilísticos podem acontecer mesmo quando se dirige respeitando às leis de trânsito. Quando as pessoas envolvidas no acidente, sejam elas condutores ou passageiro, não sofrem ferimentos, os acidentes são considerados sem vítimas. Nesses casos, alguns procedimentos precisam ser adotados pelos envolvidos.

Os motoristas deverão retirar os veículos da via em todos os casos em que existir condições de trafegar. Deixar os veículos na faixa de rolamento, além de poder causar outros acidentes, compromete a fluidez do trânsito e é uma infração de trânsito classificada como média, prevista no artigo 178 do Código de Trânsito Brasileiro, com valor de R$130,16 e quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação.

Para os acidentes sem vítimas ocorridos nas rodovias federais não são confeccionados os Boletins de Acidente de Trânsito -BAT com a presença de equipe PRF no local para o levantamento de informações referentes à ocorrência. Esses acidentes são registrados pelos próprios envolvidos através da Declaração de Acidente de Trânsito -DAT disponíveis para preenchimento no site da PRF, www.prf.gov.br, até 180 dias após a ocorrência do acidente. A Declaração é um documento oficial da PRF, que é validada por um servidor, e tem validade formal para seguradoras e judiciário.

A Polícia Rodoviária Federal orienta que os motoristas envolvidos em acidentes de trânsito sem vítimas deverão, após retirar os veículos da via, coletar as seguintes informações: hora, rodovia, quilômetro da ocorrência (localização do acidente) e município. Em caso de acidentes envolvendo mais de um veículo, a PRF orienta que os envolvidos registrem os dados dos demais veículos e condutores envolvidos, tais como placa do veículo, marca, modelo, nome do condutor e telefone de contato. É importante também que os envolvidos tirem fotos dos automóveis envolvidos, mesmo não sendo incluídas na Declaração de Acidente de Trânsito, poderão ser utilizadas em demandas judiciais que se façam necessárias. Todas as dúvidas e orientações podem ser retiradas através do telefone de emergência 191.

Curiosos – Os acidentes de trânsito, sejam eles com vítimas ou sem vítimas, geram enormes congestionamentos e lentidão. Em sua grande maioria, o engarrafamento ocorre por conta dos curiosos que reduzem a velocidade de forma a ocasionar engarrafamentos apenas para dar aquela “espiada” no acidente. Esse tipo de conduta, além da lentidão no fluxo de veículos, ocasiona também outros acidentes. A PRF orienta que para os usuários evitarem a ocorrência de novos acidentes é importante manter a velocidade compatível com a segurança da via, conservando à distância de segurança dos outros veículos e mantendo a atenção no trânsito, deste modo contribui para o fluxo da via, evitando maiores transtornos e colaborando para um trânsito seguro.

 

PRF

 

 

Mais de 6 mil vítimas de acidentes de trânsito atendidas no Trauma CG em 2019

Nos seis primeiros meses deste ano, o Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, realizou 6.051 atendimentos relacionados a acidentes de trânsito. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, verifica-se um aumento de 615 casos.

Entre os tipos de acidentes mais frequentes, destaque para os de moto, que representaram 4.572 casos (4.226 em 2018). Os outros casos se dividem em atropelamentos (310 em 2019 e 316 em 2018), acidentes de bicicleta (449 em 2019 e 417 em 2018) e acidentes de Carro (720 em 2019 e 477 em 2018).

De acordo com a diretora geral do Trauma-CG, Dra. Ingrid Ramalho, esses números representam um aumento de 10% comparado ao ano de 2018, repercutindo em superlotação e aumento dos gastos do hospital. “É necessária implantação de medidas de fiscalização mais rígidas para tentar combater essa epidemia chamada acidente de trânsito”, destacou ela.

Para o médico ortopedista do Hospital de Trauma de Campina, Eldiman Soares, esse aumento do número de acidentes de moto é uma associação de álcool e imprudência. Já pode ser tratado como uma epidemia os acidentes com os motociclistas.

Conforme o Dr. Eldiman, geralmente os pacientes vítimas desse tipo de acidente que chegam à unidade de saúde apresentam múltiplas lesões, que demandam procedimentos complexos.

O agricultor João Batista dos Santos, de 21 anos, faz parte dessas estatísticas. Interno na Ala Ortopedia II, especializada em cuidados ortopédicos, ele chegou ao maior hospital do Estado no dia 28 de junho, após colidir em um poste quando foi livrar de atropelar um cachorro.
“Eu estava indo para casa, quando enxerguei um cachorro atravessando na minha frente. Quando eu fui desviar do animal perdi o equilíbrio da moto e me choquei com o poste”, relatou João.

Já o pedreiro Marcos Antônio da Silva Sousa, 43 anos, foi vítima de um atropelamento quando vinha caminhando na BR-104, que liga as cidade de Lagoa Seca a Campina Grande-PB. Ele teve fratura nos braços e penas.

“Pelo que me falaram, as pessoas que passavam pelo local viram e chamaram o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que me resgatou e trouxe para o Trauma de Campina”, relatou Marcos

Secom\PB

 

 

PRF registra 16 acidentes com 117 pessoas feridas e 8 mortes nas rodovias da PB

A Polícia Rodoviária Federal encerrou ontem (30) a Operação Festejos Juninos na Paraíba. A ação teve início no dia 7 de junho em todo Estado com o objetivo de
intensificar a fiscalização nas rodovias federais com maior fluxo de veículos e pessoas em virtude das festividades características do mês.

Durante a Operação foram empregados 1.054 policiais em escala de revezamento nas atividades operacionais. Para tanto, foram empregados policiais de outras unidades da federação, como Brasília, Mato Grosso, Pará e Paraná, bem como policiais que desenvolvem atividades administrativas foram deslocados para a Operação.

Foram fiscalizadas nesse período 13.475 pessoas, sendo que 4.740 motoristas foram flagrados cometendo algum tipo de infração de trânsito. Foram flagrados também 129 motoristas dirigindo sob efeito de álcool. Esse número é 23% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando 103 condutores foram pegos em flagrante dirigindo embriagados.

A PRF registrou durante a Operação 116 acidentes de trânsito, com 117 pessoas feridas e 8 mortes no local do acidente. Em 2018, durante o mesmo período ocorreram 108 acidentes, com 121 feridos e 11 mortes no local do acidente.

As ações de combate ao crime também foram intensificadas neste período, o que resultou na prisão de 59 pessoas, 12 veículos foram recuperados, 5 armas de fogo e 3,7 kg de cocaína foram apreendidas.

Assessoria

 

 

 

Operação já soma 94 acidentes e 3.577 motoristas imprudentes

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) divulgou, nesta terça-feira (25), que 3.577 motoristas foram flagrados cometendo algum tipo de infração de trânsito em rodovias da Paraíba desde o dia 7 de junho, quando foi iniciada a Operação Festejos Juninos.

Entre os atos irregulares está direção sob efeito de álcool, categoria na qual 114 motoristas foram flagrados. O número é 63% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior, quando 70 condutores foram pegos em flagrante dirigindo embriagados.

A Festejos Juninos, que segue até o domingo (30), visa intensificar a fiscalização nas rodovias federais com maior fluxo de veículos e pessoas. Até o momento, já foram fiscalizadas 10.011 pessoas.

A PRF registrou, desde o início da operação, 94 acidentes de trânsito, com 100 pessoas feridas e 7 mortes. Em 2018, durante o mesmo período ocorreram 84 acidentes, com 101 feridos e 9 mortes.

Feriado prolongado

O feriado de Corpus Christi e São João fizeram com que muitos motoristas aproveitassem a folga para viajar. De quinta-feira (20) a segunda-feira (24), momento com maior fluxo de veículos durante o mês de Operação, foram fiscalizadas 3.256 pessoas. Neste período foram flagrados 56 motoristas dirigindo sob o efeito de álcool, 1.383 infrações de trânsito pelas mais diversas irregularidades foram registradas e 370 veículos foram recolhidos aos pátios da PRF. Também ocorreram 21 acidentes, com 22 feridos e quatro mortes.

Combate a crimes

As ações de combate ao crime também foram intensificadas neste período, o que resultou na prisão de 41 pessoas, 6 veículos foram recuperados, 2 armas de fogos e 3,7 kg de cocaína foram apreendidas. As ações de combate ao crime e de fiscalização de trânsito continuarão intensificadas até o final do mês e contam com a participação de policiais de outras unidades da federação, como Brasília e Pará, bem como de policiais que desenvolvem atividades administrativas e esta época são deslocados para desenvolveram atividades operacionais.

 

portalcorreio

 

 

Assembleia debate soluções para reduzir acidentes de trânsito na Paraíba

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou, nesta quinta-feira (09), sessão especial para debater medidas que possam contribuir com a redução do número de acidentes de trânsito no estado. O evento aconteceu em alusão a Campanha Maio Amarelo, que trata de ações de prevenção de acidentes no trânsito. A sessão foi proposta pelo deputado Eduardo Carneiro e contou com a presença de representantes de departamentos de trânsito estadual e municipais.
O deputado Eduardo Carneiro demonstrou preocupação com alto índice de acidentes registrados no trânsito da Paraíba. De acordo com o parlamentar, um estudo realizado por uma seguradora, que administra o DPVAT, aponta que o estado registrou em 2018 uma média de três pessoas mortas por dia no estado. “A finalidade desta sessão especial é justamente a prevenção a acidentes, a prevenção às mortes por conta do trânsito. Estamos aqui para incentivar campanhas educativas neste sentido”, explicou o deputado.

Para o parlamentar, a união dos órgãos responsáveis pelo trânsito em todo o estado é fundamental para a elaboração de medidas que contribuam com a redução do número de acidentes. “A prevenção é uma necessidade e precisa ser difundida nas câmaras municipais durante todo o mês de maio, que seja difundido também na Assembleia Legislativa e que as prefeituras e o Governo do Estado façam suas campanhas, para alertarmos às pessoas sobre algo que vem causando tantas mortes e tantos acidentes na Paraíba”, declarou Eduardo Carneiro.

Por entender que o trânsito merece atenção durante todo o ano, o deputado Eduardo Carneiro encaminhou, a mesa diretora da ALPB, a solicitação de instalação de uma Frente Parlamentar para proporcionar debates nos municípios, através de sessões especiais e audiências públicas; e a criação da Comenda Fátima Lopes para homenagear, na Assembleia Legislativa, pessoas que dedicam a vida em desenvolver ações que ajudam a salvar vidas no trânsito.

Na avaliação do Superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba, Carlos André, proteger a vida no trânsito não compete apenas aos órgãos públicos. Ele parabenizou a iniciativa da Assembleia em promover o debate e ressaltou que é fundamental a inclusão dos deputados, como representantes do povo, na elaboração de leis, de soluções para a problemática do trânsito e na redução de acidentes. “Discutir o trânsito no parlamento mostra que o tema é de extrema relevância para a sociedade. A importância maior em trazer este debate para a Assembleia é mostrar à população de que esta é uma preocupação que todos nós devemos ter, não apenas no Maio Amarelo, mas durante todo o ano”, alertou.

A coordenadora da Divisão de Educação de Trânsito do Departamento de Trânsito Estadual (Detran), Ana Paula Buzetto, acredita que o comportamento do condutor ainda é a principal causa de acidentes nas estradas. Para Ana Paula, a pressa, o desrespeito aos limites de velocidade e a imprudência ainda falam mais alto na cultura da população. Desta forma, o órgão passou a direcionar campanhas educativas também nas escolas. “O Detran acredita que precisamos focar a educação no trânsito nas escolas, desde os anos iniciais. Já estamos em avanço, trabalhando em conjunto com a Secretaria de Estado da Educação, realizando seminários para educar as crianças”, afirmou.

O superintendente da Semob (Superintendência de Mobilidade Urbana de João Pessoa), Adalberto Araújo, explicou que o órgão tem buscado constantemente trazer melhorias para o trânsito na Capital, através de estudos e levantamentos. A Semob, com base nas metas estipuladas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), vem realizando, segundo o superintendente, ações que possam reduzir o número de vítimas no trânsito.

“Existem recomendações da OMS com relação à redução de acidentes. Uma delas é que até 2020 os órgãos de trânsito, as cidades e os países reduzam em 50% os índices de acidente. Realizamos estudos técnicos que mostram qual o rumo a seguir, para que possamos salvar pessoas, já que tem muita gente morrendo. Todos nós temos que nos unir contra esse absurdo”, avaliou o superintendente.

A presidente da Comissão de Trânsito da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), Giordana Coutinho Meira de Brito, disse que a conscientização ainda é o melhor caminho para reduzir o número de vítimas no trânsito. Segundo a presidente, ações de fiscalização e campanhas também contribuem com a mudança de comportamento do condutor. “É muito comum na sociedade dizer que a culpa é do outro. O movimento Maio Amarelo nasceu no Brasil para mostrar que a responsabilidade começa em mim. Então, precisamos chamar a responsabilidade individual. O maior intuito dessa mobilização é a conscientização da sociedade civil organizada”, destacou.

Participaram da sessão especial os deputados Anderson Monteiro, Cabo Gilberto e Douto Paula; a representante do movimento Maio Amarelo, Abimadabe Vieira; a presidente do Instituto Brasileiro de Mobilidade, Raíssa Coelho Marques; o superintendente de Trânsito e Transportes Públicos de Campina Grande, Félix Neto; o presidente do Instituto VIA, João Eduardo Morais de Melo; a presidente da Associação dos Centros de Formação de Condutores da Paraíba, Sara Carvalho; além de representantes de entidades e da sociedade civil organizada.

agenciaalpb

 

Paraíba registra mais de 2 mil acidentes de moto no 1º trimestre de 2019

O número de acidentes graves e mortes envolvendo motociclistas vem aumentando na Paraíba nos últimos anos. Apenas no primeiro trimestre deste ano, mais de 2 mil pessoas foram internadas e 30 morreram vítimas de acidente de trânsito, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. Destas, 77% se envolveram em acidentes com motocicletas.

Dentre os anos de 2015 e 2018, o número de internações por esse tipo de acidente variou entre 10 mil e 11 mil ao ano. Logo após a motocicleta, o maior causador de internação são os acidentes envolvendo os automóveis, depois os atropelamentos, bicicletas e, por último, acidentes com ônibus.

A coordenadora de Educação no Trânsito do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Ana Paula Buzetto, explicou que a imprudência é a maior causadora dos acidentes envolvendo motos. O maior erro é na forma de utilizar o capacete.

Aumento também nas BRs da PB- Nos últimos anos tais acidentes vem aumentando nas rodovias federais da Paraíba no primeiro trimestre de 2019, em comparação com o mesmo período no ano passado. Entre janeiro, fevereiro e março morreram 23 pessoas. O número é 21% maior que o registrado no primeiro trimestre do ano passado.

Os dados foram divulgados pela assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que mostram ainda que o número de acidentes que deixaram vítimas gravemente feridas aumentou 46%, em relação ao ano passado. No primeiro trimestre desse ano foram 135 acidentados gravemente.

Os dados são preocupantes. Em 2018 foram registrados 699 acidentes envolvendo motos, sendo que 585 pessoas tiveram ferimentos leves com apenas escoriações, 282 com ferimentos graves e 65 morreram no local do acidente.

 

 

pbagora

 

 

Acidentes afastaram 17 mil trabalhadores das suas atividades na Paraíba

Na Paraíba, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais afastaram 17,5 mil paraibanos das suas atividades, entre 2012 e 2018, segundo dados do Observatório de Saúde e Segurança no Trabalho. Desses, quase 2 mil trabalhadores foram afastados só no ano passado. Esses afastamentos previdenciários geraram um prejuízo total de R$ 150 milhões aos cofres públicos, ao longo desse período.

Trabalhadores do setor de saúde têm a maior quantidade de ocorrências registradas (10% dos casos), sobretudo em relação a profissionais de enfermagem e limpeza. Já do ponto de vista das ocupações, os registros predominam entre alimentadores de linha de produção (5,5%), técnicos de enfermagem (5%), faxineiros (3,2%), serventes de obras (2,8%) e motoristas de caminhão (2,4%).

Na Paraíba, profissionais da área de saúde participaram, na última terça-feira, de uma capacitação, sobre a NR 32 (Norma Regulamentadora): Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. O evento foi realizado no Hospital de Trauma da cidade de Campina Grande, com a participação de especialistas e do procurador do MPT-PB Raulino Maracajá.

Campanha

Segundo Maracajá, este ano pelo menos 21 municípios da Paraíba se engajaram no ‘Abril Verde’, que alerta para a prevenção da saúde e da segurança no trabalho.

“Em relação aos anos anteriores, o movimento subiu de patamar e hoje pode-se dizer que é reconhecido pela sociedade. A divulgação nas mídias, os eventos realizados, os órgãos parceiros contribuíram para engrandecer o Abril Verde”, avaliou, ressaltando que a prevenção deve continuar o ano inteiro.

Já na última quarta-feira, o procurador Raulino Maracajá participou de Sessão Especial e conjunta entre a Câmara Municipal de Campina Grande e a Assembleia Legislativa da Paraíba sobre o Abril Verde e os acidentes de trabalho. Na tarde de ontem, ele ministrou palestra sobre Segurança do Trabalho em Sumé, município do Cariri paraibano.

20 mil acidentes

Cerca de 20 mil acidentes de trabalho foram registrados na Paraíba desde 2012 até hoje, segundo dados do Observatório de saúde e Segurança do Trabalho.

Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

paraiba.com.br

 

 

Mortes com acidentes de moto sobem 21% em rodovias federais da PB em 2019, diz PRF

O número de acidentes graves e mortes envolvendo motociclistas aumentou nas rodovias federais da Paraíba no primeiro trimestre de 2019, em comparação com o mesmo período no ano passado. Entre janeiro, fevereiro e março morreram 23 pessoas. O número é 21% maior que o registrado no primeiro trimestre do ano passado.

Os dados foram divulgados pela assessoria de imprensa da Polícia Rodoviária Federal (PRF), que mostram ainda que o número de acidentes que deixaram vítimas gravemente feridas aumentou 46%, em relação ao ano passado. No primeiro trimestre desse ano foram 135 acidentados gravemente.

Os dados são preocupantes. Em 2018 foram registrados 699 acidentes envolvendo motos, sendo que 585 pessoas tiveram ferimentos leves com apenas escoriações, 282 com ferimentos graves e 65 morreram no local do acidente.

Homens morrem mais

Ainda no levantamento feito pela PRF, foi possível identificar que a maior parte dos acidentes de moto ocorrem com pilotos na faixa etária de 20 a 39 anos. Do total de vítimas graves em decorrência de acidentes de trânsito com motocicletas, 215 eram homens, o que representa 76,24%.

Quando os dados são referentes às vítimas fatais esse percentual é ainda maior. O número de homens mortos em acidentes de trânsito com motocicletas foi de 92%, o que significa 60 óbitos do total de 65 vítimas fatais.

Fiscalização

Depois de divulgar esse levantamento, a PRF informou que está intensificando a fiscalização de motociclistas para verificar as condições do veículo e dos condutores. A PRF destaca que na Paraíba, observa que muitos condutores não são habilitados e que muitos veículos não possuem condições de trafegar com segurança.

Foto: Walter Paparazzo/G1/Arquivo

G1

 

Queda e acidentes com moto lideram ocorrências nos hospitais da PB

Os hospitais de Trauma de Campina Grande e João Pessoa realizaram mais de 1 mil atendimentos, só neste final de semana. Casos envolvendo quedas e acidentes de moto lideraram as ocorrências.

CONFIRA

EM CAMPINA GRANDE

O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes, em Campina Grande, atendeu 492 pacientes, durante o último fim de semana (6 e 7/4). O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora do sábado (6) até as primeiras horas desta segunda-feira (8). Os casos envolvendo motos lideraram as entradas nos plantões durante o período.

De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, dos 492 atendimentos, 89 foram vítimas de acidentes de moto. Ainda foram registradas vítimas de acidente de automóvel (cinco), agressão física (15), e de arma branca (cinco). Os demais atendimentos foram na clinica médica e na pediatria.

Desse total de 89 dos casos envolvendo acidentes com motocicletas e motonetas, 31 foram da cidade de Campina Grande (27,5%).

A unidade de saúde disponibiliza 292 leitos, 340 médicos, sendo 64 em regime de plantão presencial 24 horas.  O hospital dispõe de seis salas no bloco cirúrgico.

O Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes de Campina Grande é referência em trauma para 203 municípios da Paraíba, além de alguns municípios do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará.

EM JOÃO PESSOA

O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, realizou, durante o fim de semana, 636 atendimentos. Nesse período, a unidade de saúde fez 36 procedimentos cirúrgicos de alta e média complexidades. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora da sexta-feira (5) até as primeiras horas desta segunda- feira (8).

Neste fim de semana, as ocorrências envolvendo quedas lideraram as entradas da emergência, com 116 casos, superando motocicletas (89). Outros casos de emergência foram de trauma (26), atropelamento (15), queimadura (13), pancada (12), agressão física (11), acidente de bicicleta (10), arma de fogo (oito), automóvel (oito), arma branca (quatro), e choque (quatro). As demais ocorrências foram clínicas com destaques para corpo estranho (59) e acidente vascular cerebral (39).

Perfil – O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena atende casos de urgência e emergência, contudo, muitos procuram a instituição para atendimentos clínicos, não levando em consideração o tipo de assistência prestada pela unidade de saúde, voltado para situações de média e alta complexidades, a exemplo de vítimas de trauma (acidentes e desastres), violência, queimadura, Acidente Vascular Cerebral (AVC) e hemorragias digestivas.

Motivo do atendimento Quantitativo

05/04 à 08/04

QUEDA 116
ACIDENTE DE MOTO 89
CORPO ESTRANHO 59
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL 39
TRAUMA 26
AGRESSÃO FÍSICA 11
ACIDENTE DE AUTOMOVEL 08
QUEIMADURA 13
ARMA DE FOGO 08
ATROPELAMENTO 15
ACIDENTE DE BICICLETA 10
ARMA BRANCA 04
ACIDENTE VASCULAR 06
TRAUMA FACIAL 0
CHOQUE 01
CASOS CLÍNICOS 213
TOTAL GERAL 636
CIRURGIAS 36

 

pbagora

 

 

Quedas e acidentes com motos lideram entradas em hospitais na PB

O Hospital Estadual de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga, em Campina Grande, realizou 495 atendimentos neste final de semana (16 e 17). O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora do sábado (16.03.19) até as primeiras horas desta segunda-feira (18). Os casos envolvendo motos lideraram as entradas nos plantões durante o período.

De acordo com a assessoria de imprensa do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, dos 495 atendimentos, (73) foram vítimas de acidentes de moto, acidente de automóvel (08), agressão física (05), vítimas de projéteis de arma de fogo (03) e arma branca (05). Os demais atendimentos médicos foram na clinica médica e na pediatria.

A unidade de saúde disponibiliza 292 leitos, 340 médicos, sendo 64 em regime de plantão presencial 24 horas. O hospital dispõe de seis salas no bloco cirúrgico.

O Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes de Campina Grande é referência em trauma para 203 municípios da Paraíba, além de alguns municípios do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará.

EM JOÃO PESSOA

Já na Capital da Paraíba, o Hospital Estadual de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, realizou durante o final de semana 630 atendimentos, destes, 118 foram referente a quedas. Neste período, a unidade de saúde realizou 45 procedimentos cirúrgicos de alta e média complexidade. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da zero hora da sexta-feira (15) até as primeiras horas desta segunda- feira (18).

Neste final de semana, as ocorrências envolvendo quedas lideraram as entradas da emergência, com 118 casos, superando motocicletas (78). Outros casos de emergência foram de trauma (25),agressão física (14),acidente de automóvel (13), queimaduras (12), arma de fogo (12), atropelamento (08), bicicleta (07) e arma branca (05). As demais ocorrências foram clínicas com destaques para corpo estranho (62) e acidente vascular cerebral (26).

Motivo do atendimento   Quantitativo

15/03 à 18/03

Quantitativo

08/03 à 11/03

QUEDA   118 113
ACIDENTE DE MOTO   78 84
CORPO ESTRANHO   62 48
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL   26 24
TRAUMA   25 39
AGRESSÃO FÍSICA   14 10
ACIDENTE DE AUTOMOVEL   13 06
QUEIMADURA   12 14
ARMA DE FOGO   12 01
ATROPELAMENTO   08 04
ACIDENTE DE BICICLETA   07 09
ARMA BRANCA   05 04
ACIDENTE VASCULAR   03 07
TRAUMA FACIAL   02 01
CHOQUE   01 01
CASOS CLÍNICOS   244 250
TOTAL GERAL   630 615
CIRURGIAS   45

pbagora