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Adolescente de 13 anos é abusada por padrasto e mãe denuncia, em João Pessoa

Uma adolescente de 13 anos estava sendo abusada sexualmente pelo padrasto desde o mês de maio, em João Pessoa. A denúncia foi feita pela mãe da menina nesta quinta-feira (12), na Delegacia da Mulher. De acordo com a Polícia Civil, o caso foi denunciado depois que a filha da mulher fugiu de casa por não mais aguentar os abusos.

A mãe e a filha são da cidade de Pedras de Fogo, onde moravam até o mês de abril, quando a mulher conheceu o suspeito pela internet e veio para João Pessoa morar com ele. Os abusos já começaram no mês de maio.

A Polícia Civil investiga se houve negligência da mãe, tendo em vista que ela já sabia dos abusos desde o mês de maio e não denunciou. De acordo com relato da mãe à polícia, há duas semanas ela estava sendo ameaçada pelo suspeito. Além disso, contou que estava sendo mantida em cárcere privado e, por isso, não tinha como sair de casa para fazer a denúncia.

Na quarta-feira (11), a adolescente fugiu de casa e contou aos vizinhos o que estava acontecendo. Eles ligaram para o pai da menina, que mora em Alhandra, e ele teria exigido que a mãe procurasse a polícia.

Alguns exames foram realizados na adolescente após a denúncia e comprovaram que não houve conjunção carnal entre o suspeito e a vítima. “Mas com certeza houve a prática de ato libidinoso”, afirma a delegacia Cristiane Silva.

Após a denúncia do crime, o suspeito fugiu. A polícia fez buscas na região, mas até as 8h30 desta sexta-feira (13), ele não havia sido localizado. Agora, a Polícia Civil investiga se o mesmo homem também está envolvido em um caso de abuso sexual na cidade de Pilões.

G1

 

Pais descobrem em desenhos que filha era abusada por pastor, diz polícia

Vários desenhos feitos por uma menina de 5 anos ajudaram os pais a identificar que a filha havia sofrido violência sexual. As figuras foram encontradas nos pertences da criança, que mora em Montes Claros (MG). Segundo a Polícia Civil, os abusos foram cometidos dentro de uma igreja pelo pastor secundário, que dava aulas de inglês para a garota. João da Silva, de 54 anos, foi preso e apresentado em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (14).

“Assim que os pais tomaram conhecimento dos fatos através da criança, eles procuraram por uma psicóloga particular. Ela orientou que eles procurassem nas coisas dela se havia algum indício ou vestígio. A menina gostava muito de desenhar, e os pais encontraram vários desenhos que ilustravam o abuso sexual”, disse a delegada Karine Maia.

Segundo o advogado, o cliente disse ser inocente, e, baseado nisso, aguardará a conclusão do inquérito para trabalhar a linha de defesa.

A delegada também diz que na maioria das imagens há duas pessoas, uma rindo e a outra chorando. Em um dos desenhos há uma pessoa com o pênis ereto, imagem comumente feita por crianças que sofrem abusos.

Um dos desenhos que os pais encontraram nos pertecences da menina (Foto: Michelly Oda/G1)Um dos desenhos que os pais encontraram nos pertecences da menina (Foto: Michelly Oda/G1)

Investigação
De acordo com as investigações, a criança começou a fazer as aulas em julho de 2015 e parou. Os pais insistiam para que ela voltasse, mas a menina afirmou que não queria retornar porque “o tio João fazia bobagens com ela”.

Ainda segundo a polícia, o casal procurou por uma psicóloga e pelo pastor responsável pela igreja, que conversou com João da Silva e obteve a confissão dele. O homem, que tem formação em Letras, foi expulso e perdeu a função de pastor secundário.

“Ela contou detalhes, dizendo que ele tirava a roupa dela e a colocava dentro de um berço, já que a sala era um berçário, e tirava a roupa dela, tocava nas partes íntimas dela e fazia sexo oral”, afirma a delegada. A criança contou ainda que João da Silva trancava a porta da sala.

João da Silva era pastor na igreja onde os abusos ocorreram (Foto: Michelly Oda/G1)João da Silva era pastor na igreja onde os abusos ocorreram (Foto: Michelly Oda/G1)

Antes da prisão ser expedida, o advogado de João da Silva chegou a ir na delegacia. A Policia Civil foi informada de que ele morava com uma irmã, mas os policiais estiveram no local por várias vezes e não o encontraram.

A mulher fez uma declaração de próprio punho de que o homem nunca havia residido no local. Esse também foi um dos motivos que levaram a polícia a pedir a prisão temporária dele. O investigado foi encontrado no imóvel onde outra irmã dele mora.

“Para o pai da criança e para o pastor principal, ele confessou o crime e mostrou arrependimento, mas na delegacia, provavelmente orientado pelo advogado, mudou a versão e disse que não fez nada e que confessou porque estava pressionado. Para a Polícia Civil, ele não confessou e não demonstrou arrependimento”, disse a delegada Karine Maia.

Sinais de algo errado
Ainda segundo as investigações, para tentar intimidar a menina, João afirmava que sabia onde ela morava e estudava. Após acompanhamento psicológico, os pais perceberam que ela apresentava alguns sinais de que algo errado estava acontecendo.

Outro desenho feito pela menina de cinco anos (Foto: Michelly Oda/G1)Outro desenho feito pela menina de cinco anos que sofreu abuso (Foto: Michelly Oda/G1)

“Depois que o caso veio à tona, a criança passou a ficar muito doente. Após os pais tomarem conhecimento, observaram que ela estava arredia, principalmente com a figura masculina, estava tendo dificuldades, inclusive, de ficar sozinha com o próprio pai em casa. É importante que os pais monitorem, prestem atenção nos sinais que as crianças dão”, diz a delegada.

Karine Maia afirma que a Delegacia de Mulheres conta com uma estrutura especializada para atender casos de abuso sexual. No caso de crianças, elas são primeiramente atendidas por uma psicóloga em um espaço lúdico.

“O pai da criança procurou a delegacia denunciando e isso realmente é louvável, porque apenas 10% das vítimas de violência sexual denunciam. A denúncia é uma forma de evitar que o abusador continue cometendo crimes”, destaca.

Delegada Karine Maia e o delegado Regional Juradnr Rodrigues (Foto: Michelly Oda/G1)Delegada Karine Maia e o delegado Regional Jurandir
Rodrigues (Foto: Michelly Oda/G1)

Como a menina ainda está muito fragilizada, não foi possível que ela fosse entrevistada pela psicóloga da Polícia Civil. Por isso também, a delegada diz que não sabe se irá pedir o exame de corpo de delito neste caso.

“O abuso sexual nem sempre deixa vestígios físicos, por isso existe a psicóloga na delegacia, para fazer a análise psicológica dessa criança. Muitas vezes o abusador, sabendo que se houver penetração vai deixar um vestígio evidente, ele pratica outros atos libidinosos. É importante denunciar, porque temos outras formas de provar”, ressalta Karine Maia.

O advogado do suspeito, Pedro Barnabé Carlos, diz que não concorda com a prisão do cliente, pois não existem elementos que comprovem o crime. “Não concordo porque ele esteve sempre na cidade, conforme foi reivindicado pela própria delegada. Ela solicitou que se ele fosse sair da cidade, avisasse, mas não foi impedido de transitar”, explica.

Desdobramentos da investigação
A partir da decretação da prisão temporária de João da Silva, a Polícia Civil irá ouvir outras pessoas e investigar se mais crianças foram vítimas. A polícia quer ainda levantar outras informações sobre o homem, que morava em Aracaju (SE), é separado e tem dois filhos. Ele já atuava como pastor e está em Montes Claros há seis anos.

Quem quiser denunciar pode procurar pela Delegacia de Mulheres na Rua Pires e Albuquerque, 356, no Centro, ou ligar no 181 ou 190.

G1

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Escola da Capital é invadida por bandidos e funcionária teria sido abusada durante assalto

Reprodução/Google Street View Escola Estadual Concita Barros
Reprodução/Google Street View
Escola Estadual Concita Barros

A Escola Estadual Concita Barros foi invadida na tarde desta terça-feira (27), no bairro do Geisel, em João Pessoa, por quatro homens armados. Segundo a direção da unidade, os assaltantes fizeram os funcionários de reféns e há suspeita de que eles teriam abusado de uma das funcionárias. A unidade fica a poucos metros de uma delegacia distrital e essa é a 2ª vez que a unidade é alvo dos bandidos.  

Ainda segundo a direção, os homens chegaram à escola e renderam os servidores. “Os assaltantes surpreenderam os operários que trabalhavam na reforma da escola e levaram celulares e uma motocicleta. Logo em seguida, o grupo rendeu também todos os funcionários, pediu para que eles deitassem no chão e roubou dinheiro, celulares e joias”, disse a vice-diretora, que não quis se identificar.

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Conforme a denúncia, os criminosos eram agressivos e estavam encapuzados. Uma das funcionárias teria sido agredida e abusada. “Uma das nossas servidoras foi levada para uma sala e abusaram dela. A nossa escola está em reforma há um ano e até agora as obras continuam”, lamentou a vice-diretora.

O caso foi registrado na 4ª Delegacia Distrital, no bairro do Geisel, em João Pessoa.

 

Por Hyldo Pereira

Pastor é preso no Rio por homicídio e estupro: vítima de 14 anos foi abusada e viu mãe ser morta

Ele é fundador de uma igreja evangélica, da qual é o pastor responsável, e instrutor de um curso para bombeiro civil, que recebe alunos entre 12 e 17 anos. Mas, segundo a polícia, Marcos Antônio da Silva Lima, de 53 anos, é também um criminoso. Na tarde de ontem, agentes da Divisão de Homicídios da Baixada cumpriram um mandado de prisão contra ele por homicídio, tentativa de homicídio e estupro. Ele foi capturado em Belford Roxo, onde mantinha a igreja Assembleia de Deus Palavra do Conserto.

Marcos Antônio foi preso enquanto passava no bairro da Prata de carro, um Gol. Os agentes reconheceram a placa do veículo, o mesmo usado nos crimes. Em seu interior, havia armas, munição e uma touca ninja.O material que estava no carro do pastor quando ele foi preso

O material que estava no carro do pastor quando ele foi preso Foto: Agência O Globo / Bernardo Costa

Segundo policiais, os crimes foram cometidos no dia 30, em uma região deserta de Nova Iguaçu, quando o pastor, inconformado com o término de um relacionamento extraconjugal, atirou na mulher, de 37 anos, que morreu na hora. Sua filha, de 14 anos, levou três tiros no rosto e sobreviveu ao fingir-se de morta. Quando ficou sozinha, procurou ajuda na rua.

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— A vítima foi morta achando que a filha tinha sido assassinada. Foi um crime extremamente cruel — afirmou o delegado William Pena Júnior, da DH.O pastor durante o curso de instrução para bombeiro civil em Tinguá, Nova Iguaçu

O pastor durante o curso de instrução para bombeiro civil em Tinguá, Nova Iguaçu Foto: Agência O Globo / Reprodução

Ainda de acordo com a polícia, foi Marcos Antônio quem levou as vítimas, com a ajuda de um comparsa, para o local dos crimes. A mulher foi tirada de casa, enquanto a adolescente foi pega na porta da escola. Segundo policiais, enquanto Marcos Antônio agredia a ex-amante, seu comparsa estuprava a jovem. Ele está sendo procurado.

— Ela contou que, em um certo momento, o comparsa perguntou ao pastor: “Quem vai morrer primeiro?”. Ele teria apontado para a mais nova, que foi baleada e caiu. Em seguida, os disparos foram na mãe. A menina ainda disse que ouviu a mãe suplicar para não morrer — contou o delegado.Marcos Antônio: crime premeditado

Marcos Antônio: crime premeditado Foto: Agência O Globo / Bernardo Costa

Instantes depois de os homens irem embora, a menina, mesmo ferida, conseguiu caminhar e pedir ajuda. Uma pessoa a encontrou e foi até o local do crime, onde a mãe já estava morta. A jovem foi levada para um hospital, onde ficou internada.

Extra

AM: criança encontra vídeo de irmã sendo abusada pelo pai

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

A Polícia Civil do Amazonas prendeu Francisco Silvério de Paiva, 51 anos, denunciado por sua mulher de ter abusado sexualmente de uma das filhas, uma adolescente de 16 anos. A mãe da jovem soube do caso ao assistir a um vídeo do abuso sexual filmado pelo próprio acusado e descoberto pela filha mais nova.

A menina estava vendo o celular do pai quando percebeu um vídeo no aparelho. Curiosa, ela assistiu ao vídeo e mostrou à mãe, que gravou em um CD e entregou à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca).

De acordo com a Polícia Civil, o material foi gravado em novembro de 2012 e a denúncia foi formalizada na última segunda-feira, após o acusado abusar novamente da filha.

Francisco já cumpria pena em regime semi-aberto por atentado violento ao pudor contra a própria filha, em 2006. Ele foi encaminhado à cadeia pública desembargador Raimundo Vidal Pessoa.

 

 

Terra

Guarabira: Mãe descobre que filha era abusada pelo padrasto desde os 14 anos

Na manhã desta terça feira (03),  nossa equipe de reportagem se deslocou até o conjunto Mutirão, Guarabira para investigar uma denúncia feita por um internauta. Segundo informações do internauta, naquele bairro havia uma menor que teria sido abusada sexualmente pelo padastro desde os 14 anos de idade. Atualmente ela está com 16.

A menor é filha de Geralda Aureliano dos Santos, 42 anos, que morava com John Lennon “Dolene”, de aproximadamente, 27 anos. De acordo com as informações da conselheira tutelar Jussara Freire, a menor era virgem quando começou o relacionamento com o padrasto há quase 3 anos.

A mãe saía de casa as 4h da manhã para catar papelão pois é dessa maneira que ela sustenta toda a família, enquanto o padastro seduzia uma das 3 filhas. Em depoimento a conselheira tutelar, as outras filhas de Geralda, “Dolene” havia tentado seduzi-las, como não obteve sucesso com as mais velhas ele seduziu a mais nova.

O caso e a gravidez só foram descobertos porque dona Geralda levou a filha ao posto de saúde, pois a menstruação dela estava atrasada há 7 meses. Ela disse que escondeu a gravidez da mãe porque gostava do marido dela.

Dona Geralda pressionou a filha a dizer quem era o pai da criança e descobriu que era o seu próprio marido. Revoltada, ela expulsou o marido de casa e acolheu a filha.

A jovem deu à luz a uma criança prematura que foi registrada pelo pai. “Dolene” encontra-se foragido.

Atualmente a adolescente mora com um jovem de 25 anos, que ontem (2) a espancou violentamente. A família mora numa casa de taipa em condições sub humanas.

Por Jaceline Marques

Portalmídia

‘Ele tirou minha virgindade’, revela menor abusada por pastor

“Eu nunca havia mantido relação com outro homem”, revelou a adolescente de 13 anos que garante ter perdido a virgindade após ter sido violentada sexualmente por um pastor do bairro do Valentina Figueiredo em João Pessoa.

Está marcado para as 9h desta terça-feira (22), o depoimento de Gemerson dos Santos, principal suspeito de cometer o abuso.

Ainda segundo relato da adolescente, o suspeito a estuprou quatro vezes sob a ameaça de que caso ela relatasse o abuso, a vítima teria sérias conseqüências. Apesar do depoimento detalhado da menor, a polícia ainda não pode prender Gemerson dos Santos, pois ele não foi pego em flagrante.

O delegado Nélio Carneiro – responsável pelas investigações do caso – informou que Gemerson dos Santos tem 31 anos, é casado, tem uma filha e é co-pastor da Igreja Assembléia Pentecostal no bairro do Valentina Figueiredo.

Ele estava sendo investigado há 20 dias, desde que a menina relatou o abuso sexual a família.

Em entrevista ao repórter Jorge Filho do Programa Correio Verdade, o pai da adolescente informou que o pastor freqüentava a residência com a esposa e a filha: “Minha mulher fazia lasanha para a família almoçar aqui em casa”.

O pai falou ainda que quando o pastor foi procurado para dar satisfação sobre o ocorrido, Gemerson teria dito que a menor forçou as relações sexuais, sob a ameaça de desmoralizá-lo diante da igreja.

Pollyana Sorrentino