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Abstenção no Enem 2019 foi a mais baixa da história, diz ministro

Ontem (03), no primeiro domingo de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), mais de 3,9 milhões de participantes compareceram aos locais de aplicação do exame em todo o Brasil. O número representou 76,9% dos 5,1 milhões de inscritos neste ano. As abstenções representaram 23,1%, ou seja, 1,2 milhão de candidatos faltosos. A taxa é menor que o primeiro dia de prova da edição de 2018, quando 24,9% dos inscritos não compareceram ao exame.

O ministro da Educação Abraham Weintraub, durante coletiva de imprensa para avaliar a realização do primeiro de dia de provas, comemorou a aplicação da avaliação, o que para ele foi um sucesso.

“Deu tudo certo, foi tudo perfeito, funcionou tudo bem. Tivemos a mais baixa abstenção da história”, afirmou. Para Weintraub, o número de eliminados também foi baixo. Neste ano, 376 pessoas foram eliminadas por descumprirem as regras do exame.

Gabaritos do Enem 2019 A previsão é que os gabaritos do Enem sejam divulgados no próximo dia 13 de novembro, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). As respostas poderão ser consultadas por meio do portal do Inep e pelo aplicativo do Enem. No total, são seis gabaritos para cada dia e seis Cadernos de Questões, de acordo com as cores da prova e opções acessíveis.

Mesmo com o gabarito em mãos, não será possível saber a nota final do Enem. Os resultados individuais serão divulgados, também, na Página do Participante e no aplicativo do Enem, a partir de consulta com CPF e senha, em data a ser anunciada com previsão para janeiro.

Fonte: Agência Educa Mais Brasil

 

 

PB tem 27% de abstenção no segundo dia de provas do Enem 2017

O segundo dia de provas do Enem 2017 na Paraíba teve um percentual de 27% de abstenção. De acordo com dados preliminares divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em comparação ao primeiro dia de prova, quando houve o registro de 25,7%, houve um aumento de 1,3% no número de faltosos neste domingo (12), tendo em vista que o inscrito que perdeu o primeiro dia, não poderia realizar as provas do segundo.

Ainda de acordo com o Inep, foi o segundo menor índice de abstenções em relação aos outros estados do Brasil. O índice de abstenção divulgado no domingo (12) é preliminar e pode variar. A abstenção da Paraíba, ainda que tenha correspondido a um quarto do total de número de inscritos no estado, 189.152 candidatos, o número foi menor do que a média nacional, 32% no total.

Levando em consideração os faltosos do primeiro dia de prova, mais de 140 inscritos estavam aptos a fazer a prova. Segundo o Inep, órgão responsável pela aplicação das provas, dos 6.731.344 inscritos, 2.156.449 se ausentaram no segundo dia. Os dados são preliminares, e poderão sofrer alterações após checagem do instituto.

O índice de abstenções nesse segundo dia de provas ficou um pouco acima da média dos últimos anos. De acordo com o Inep, entre 2009 e 2016, a média de abstenções foi de 29,8%.

Candidatos eliminados

De acordo com o Inep, no total, 853 candidatos acabaram eliminados do Enem 2017, sendo 842 por descrumprimento de regras do edital, nove por detector de metal e dois que se recusaram a coletar dados biométricos. No primeiro dia, foram 273 desclassificados. Os demais 580 foram eliminados no segundo dia.

G1

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Enem 2016 termina com 30% de abstenção, MEC considera índice dentro do normal

Valter Campanato/Agência Brasil
Valter Campanato/Agência Brasil

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2016 termina com um índice de 30% de abstenção de candidatos, a porcentagem é a maior desde 2009. Do total de aproximadamente 8,4 milhões que poderiam fazer o exame neste final de semana, 5,8 milhões compareceram às provas. No ano passado, as abstenções foram de 27,6%, de acordo com balanço geral divulgado hoje (6) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Segundo a secretária Executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, a variação em relação a anos anteriores foi mínima e a pasta considera que as abstenções se mantiveram constantes.

Do total de mais de 8,6 milhões de candidatos inscritos no exame, 271.033 tiveram as provas adiadas para os dias 3 e 4 de dezembro, em função das ocupações das escolas por todo o país. Segundo o Inep, dos 8.356.215 candidatos que poderiam fazer a prova neste final de semana, 5.848.619 fizeram o exame. O Amazonas foi o estado com a maior porcentagem de abstenções, 37,4% dos inscritos. Já o Piauí teve a menor taxa de abstenção, com 22,7%.

“Eu acho que diante do quadro que nós acompanhamos nos últimos dias e semanas, diria que foi um sucesso absoluto o Enem 2016”, disse o ministro da Educação, Mendonça Filho. “Conseguimos fazer com que 97% dos candidatos tivessem condições de participar do Enem. Três porcento terão que fazer o exame em dezembro, que foi a solução mais segura adotada pelo MEC”, acrescentou.

O ministro da Educação estima que o adiamento das provas para parte dos candidatos deverá custar cerca de R$ 15 milhões. O Inep vai reciclar as provas que foram impressas e não foram aplicadas neste final de semana e usará o material para a confecção da nova leva de exames.

Eliminações

Nos dois dias de aplicação, 768 candidatos foram eliminados do exame: 641 por descumprimento das regras do edital, 120 por portar objetos eletrônicos identificados por meio de uso de detectores de metal e sete por recusa de coleta de dado biométrico – esta foi a primeira vez que o Enem recolheu as digitais dos candidatos. O número de eliminações é maior que o de 2015 (740), mas inferior ao de 2014 (1.519) e de 2013 (1.522).

O exame registrou ainda 27 ocorrências, sendo 22 de falta de energia e cinco emergências médicas. De acordo com a presidente do Inep, Maria Inês Fini, a falta de luz não prejudicou a aplicação das provas para os estudantes que estavam nesses locais.

Prisões

Operações da Polícia Federal para combater fraudes no Enem resultaram na prisão preventiva de 11 pessoas neste domingo, segundo o chefe da Divisão de Polícia Fazendária da PF, Franco Perazzoni. Cinco foram presas com mandatos de prisão e outras seis em flagrante. Todas elas estavam com escutas nos locais de prova. “Algumas escutas eram tão pequenas que tiveram que ser retiradas com pinças com ímãs na ponta”, disse.

A PF deflagrou hoje duas operações para combater fraudes no Enem. Segundo o delegado, as investigações já vem sendo feitas junto ao Inep e as ações foram possíveis com cruzamentos de dados dos gabaritos e dos inscritos. Ele explica que há principalmente dois tipos de fraudes: aquelas em que especialistas contratados fazem a prova no lugar de candidatos para garantir uma boa nota e aquelas nas quais os gabaritos são transmitidos por escutas via celular para os candidatos. Os preços pagos pelos inscritos variam de R$ 40 mil até R$ 200 mil, quando a prova é feita por outra pessoa.

O delegado defende que o sistema de verificação biométrica implantado neste ano deverá garantir maior segurança ao Enem. As investigações constataram possibilidade de fraudes terem sido feitas em edições anteriores do exame.”A operação ainda está em curso, estamos ouvindo pessoas, há a investigação dos gabaritos anteriores”, disse o delegado.

Taxa de Abstenção

Confira os índices de abstenção das provas do Enem registrados nas últimas edições, desde 2009:

2009 – 37,7%
2010 – 28,8%
2011 – 26,4%
2012 – 27,9%
2013 – 29,7%
2014 – 28,9%
2015 – 27,6%
2016 – 30%

Agência Brasil

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Abstenção é a maior das últimas eleições municipais no país

urna-eletronicaMais de 25 milhões de eleitores (17,58%) não compareceram às urnas para votar no primeiro turno das eleições municipais em todo o país. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o número de faltosos totalizou 25.330.431. No total, 118.755.019 eleitores foram às urnas no dia 2 de outubro.

O presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes, considerou normal o percentual de abstenção, apesar de o número ter sido superior aos pleitos municipais de 2012 e de 2008.

“Agora, tivemos uma abstenção de 17,5%, um índice relativamente baixo se levarmos em conta as eleições de 2014 [para presidente e governador], quando tivemos quase 20% de abstenção. Um pouco maior esse índice, todavia, em relação a 2012, quando tivemos abstenção de 16,41%”, afirmou.

Em 2012, no primeiro turno das eleições municipais, 22,73 milhões de eleitores não compareceram às urnas para votar. No primeiro turno de 2008, o índice de abstenção foi mais baixo, de 14,5%. Há oito anos, 18,7 milhões de eleitores não compareceram às urnas.

Estados
O Rio de Janeiro foi o estado com maior percentual de abstenção, com 21,54%, seguido por Rondônia (20,99%), São Paulo (20,73%) e Mato Grosso (20,63%). O menor índice de abstenção foi registrado no Piauí, com 11,75%, seguido pela Paraíba (12,28%) e Santa Catarina (13,01%).

Cidades
Nove cidades do país tiveram índice de abstenção (quando o eleitor não comparece para votar) acima de 30% nestas eleições. Seis desses nove municípios ficam em Minas Gerais, inclusive os cinco primeiros colocados.

CIDADES COM MAIOR ABSTENÇÃO

A cidade em que mais pessoas deixaram de votar foi Minas Novas, onde o índice de abstenção foi de 34,76%. Em seguida vem Rio Vermelho, com 33,5%, e em terceiro lugar, Berilo, com 32,16%.

Além das cidades mineiras, um município no Ceará, um no Amazonas e um na Bahia completam a lista.

Menor índice
A cidade catarinense de Presidente Castello Branco teve o menor índice de abstenção, com 1,55%. Apenas 25 dos 1.611 eleitores da cidade não compareceram para votar.

Na sequência, aparecem dois municípios gaúchos: Travesseiro e Mampituba, ambos com 1,67%. A cidade de Capitão, também no Rio Grande do Sul, registrou 1,83% de abstenção.

Por André Luís Nery

G1

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Deputado afirma que classe política estimula a abstenção do eleitorado

Janduhy CarneiroO deputado Janduhy Carneiro (PEN) externou a sua perplexidade com a súbita mudança de postura na militância política, ao ser provocado a comentar o apoio do deputado Gervásio Maia (PMDB) à reeleição do governador.

“É uma questão de foro íntimo”, ressalvou Janduhy, para registrar que “de uma hora para outra mudam o comportamento. Eu não consigo entender. Qual explicação vai se dar ao povo da Paraíba?” – indagou.

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Janduhy observou que “a descrença” na classe política é pautada justamente pela mudança de comportamento, “e faz com que o eleitor deixe de ir às urnas”, provocando uma “abstenção altíssima”.

“Tudo isso é insatisfação com a classe política”, resumiu.

*com informações de jponline

Números desmentem que abstenção tenha crescido em 2014 na Paraíba

urnaO número de abstenções nas eleições gerais na Paraíba deste ano – 17,65%  –  é inferior ao registrado no processo eleitoral de 2010 – 18,48% – , data em que aconteceu a penúltima eleição “casada” para presidente e governador.

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A média no estado sempre oscilou entre 16 e 18% desde 2002.  O menor percentual de  abstenção no estado ocorreu nas eleições de 2006 quando 416.560  ou (16,3%) do eleitorado  paraibano não compareceu às urnas. À época, o número de eleitores em todo estado 2.573,766 votantes era inferior em 262.116 votantes se comparado aos atuais 2.835.882 cidadãos aptos a votar.

Em 2002, 416.560 ou 17, 9% do total de votantes (2.322,068) eleitores da Paraíba deixaram de cumprir sua obrigação eleitoral e não foram às urnas.

Os números desmente, por conseguinte, a ‘grita’ de políticos que puseram em dúvida a lisura do pleito em decorrência de urnas  quebradas na Paraíba.

A taxa de  abstenção na Paraíba está dentro da normalidade que ocorre em época eleitoral.

Os dados estão acessíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

 

clickpb

Abstenção acima de 500 mil eleitores causa prejuízo de mais de R$ 1,8 mi aos cofres públicos

Mulher na urnaA abstenção nas eleições da Paraíba este ano chegou a 17,65%, ou seja, 500.260 dos 2.835.882 eleitores aptos a votar não compareceram às urnas nesse domingo (5). Esse número de faltosos representa um prejuízo de R$ 1.815.943,8 aos cofres públicos, com base no custo médio de cada eleitor de R$ 3,63, calculado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2010. O cálculo de 2014 ainda não foi divulgado pelo TSE e esse valor pode ser ainda maior.

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A quantia não considera os votos daqueles que foram às urnas e não escolheram nenhum candidato. Ao se contabilizar esses votos para o cargo de governador, que brancos foram 107.143 (4,59%) e nulos chegaram a 192.482 votos (8,25%), no cálculo do TSE, há um acréscimo de R$ 1.087.638,75 no custo total do pleito.

Comparado com as eleições passadas, o número de abstenções caiu 0,83%. Em 2010, 506.052 (18,48%) não votaram. Já no cenário nacional a abstenção saltou de 18,1% de 2010 para 19,39%, quando mais de 27,6 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas.

Nas eleições presidenciais de 2010, a Justiça Eleitoral gastou R$ 195,2 milhões a mais por causa dos eleitores que não compareceram às urnas. O levantamento apontou que o prejuízo foi de R$ 89,3 milhões, no primeiro turno, e de R$ 105 milhões, no segundo turno, quando 29 milhões de eleitores deixaram de votar.

 

portalcorreio

Enem 2012 teve abstenção de 27,9%; mais de 1,6 milhão de inscritos faltaram; confira a correção

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2012 registrou abstenção média de 27,9 %. Inep divulgou o dado em seu site na noite desse domingo (4). Ou seja, mais de 1,6 milhão de inscritos não foram fazer a prova. O Enem 2012 teve recorde de inscritos: 5.791.290.

Os Estados com maior índice de faltosos, nos dois dias, foram Roraima, Bahia e Amazonas. Com menor índice registraram-se Piauí, Santa Catarina e Alagoas. No ano passado, o índice de abstenção média havia sido de 26,4% e, em 2010, 28%.

As provas foram encerradas às 18h30 deste domingo. No segundo dia de aplicação de provas, os candidatos responderam a 90 questões sobre Linguagens, Códigos e suas tecnologias e de Matemática e suas tecnologias. Fizeram também a prova de redação, que teve como tema “Movimento imigratório para o Brasil no século XXI”.

Siga em tempo real a correção comentada do último dia de provas do Enem 2012

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