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Ônibus com idosos é atacado por abelhas próximo a Borborema no brejo da PB

Um ônibus com cerca de 50 idosos foi invadido por um enxame de abelhas em uma estrada vicinal no município de Serraria, no brejo paraibano.

De acordo com as primeiras informações, as vítimas são de um grupo do CRAS da prefeitura de Borborema e estariam em um passeio de lazer. Ambulâncias do SAMU de Araruna, Belém, Solânea, Bananeiras, Guarabira, Caiçara, Lagoa de Dentro e Serraria, além do corpo de bombeiros foram acionadas para o local.

Algumas vítimas foram encaminhadas para o hospital de Serraria e por não suportar a demanda as ambulâncias estão levando as vítimas para os hospitais de Solânea, Belém, Guarabira e até para Campina Grande.

 

blogdofelipesilva

 

 

Homem morre vítima de ataque de abelhas na zona rural de Mari/PB

Um homem morreu na noite desta segunda-feira (15) na zona rural de Mari, mais precisamente no sítio Soares de Oliveira, após um ataque de abelhas.

A vítima foi identificada como Severino Ancelmo de Oliveira, o mesmo se utilizada de um método antigo para colher o mel, queimando estrumo de gado para afastar as abelhas, sem necessariamente utilizar-se de vestimenta adequada para esse tipo de atividade.

Seu Severino foi surpreendido por milhares de abelha e não teve tempo de se defender do ataque.

O corpo de Bombeiros foi acionado, mas ao chegar ao local a vítima já estava morta.

Da Redação 
Do ExpressoPB 

 

 

 

Ciclista é atacado por abelhas ao ir para hospital após ser atropelado na BR-230 em João Pessoa

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Um ciclista de 50 anos ficou ferido após ser atropelado por um carro e ser atacado por um enxame de abelhas, ao sair andando para um hospital. O caso ocorreu na manhã desta quinta-feira (5), na BR-230, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o carro bateu no ciclista depois de ser trancado por um caminhão-caçamba.

O acidente aconteceu no sentido Cabedelo – João Pessoa, no trecho próximo ao viaduto da Avenida Epitácio Pessoa. Segundo a PRF, a condutora do carro disse que seguia na faixa da direita quando foi trancada pelo caminhão. Ao tentar desviar, ela perdeu o controle do carro e atingiu o ciclista.

A filha do homem, que se identificou apenas como Aline, contou que o pai dela teve ferimentos leves e resolveu ir andando até o Hospital de Trauma, mas logo após sair do local do acidente, foi atacado por um enxame de abelhas.

O Corpo de Bombeiros foi chamado para retirar o enxame do local. Segundo a PRF, o motorista do caminhão fugiu do local do acidente, mas se apresentou no posto do órgão em Bayeux, para prestar depoimentos.

G1

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Mulher é atacada por abelhas e sofre mais de 30 ferroadas, em João Pessoa

(Foto: Walter Paparazzo/G1)
(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Uma mulher de 47 anos foi atacada por abelhas na própria casa, no bairro Jaguaribe, em João Pessoa, nesta sexta-feira (24). Ela estava capinando o mato da sua residência quando o enxame de abelhas foi em sua direção.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a mulher sofreu mais de 30 ferroadas, a sua maioria no rosto. Ela foi encaminhada para o Hospital da Polícia Militar General Edson Ramalho pelo Corpo de Bombeiros.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros vai ser encaminhada ainda na noite desta sexta-feira (24) ao local, para controlar os insetos.

G1 PB

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Ônibus cai em ribanceira e passageiros são atacados por abelhas no Agreste

onibusUm ônibus intermunicipal que faz a linha Campina Grande- Esperança, ambas no Agreste paraibano, caiu em uma ribanceira após o motorista perder o controle do veículo. Apesar de ninguém ficar ferido, os passageiros foram atacados por abelhas. O acidente ocorreu na terça-feira (25), na BR-104.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, um dos pneus no veículo estourou e o motorista não conseguiu fazer com que o ônibus permanecesse na pista. Os dez passageiros tiveram apenas escoriações leves.

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O fato inusitado é que ao cair no barranco um enxame atacou o ônibus e as abelhas prejudicaram o socorro das vítimas.

Iracema Almeida

Enxame de abelhas ataca moradores de um sítio em Pirpirituba-PB

abelhasAs informações chegadas através da Polícia Militar, são de que pessoas foram atacadas por um enxame de abelhas. O local do incidente é no Sítio Suspiro, zona rural de Pirpirituba.

Ainda segundo informações, há pessoas passando mal, e entrando em convulsão. Equipes de resgates dos bombeiros e Samu estão indo  ao local fazer os primeiros atendimentos.

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O Sítio Suspiro fica nas proximidades do engenho da Cachaça de Dill.

As vítimas dos ataques das abelhas foram; um mototaxista e uma senhora. Ela estaria tendo convulsões.

Picadas de abelhas podem levar a morte

Com a chegada das altas temperaturas, acidentes com abelhas tendem a ser mais comuns. “O ataque é um mecanismo de defesa do inseto, pois ajuda a proteger o restante da colmeia, afugentando possíveis predadores do raio de localização da colônia”

Dentro das casas e quintais, os locais mais comuns para a instalação de colmeias são os beirais de edificações, postes de iluminação pública, ocos de troncos de árvores, fendas em muros e paredes. Os acidentes também podem ocorrer durante o processo de migração da colônia, quando as abelhas se aglomeram em enxames para procurar outro local para estabelecer a colmeia.

Quando o acidente ocorre com poucas picadas, o quadro clínico pode variar de uma inflamação local até uma forte reação alérgica (choque anafilático). Já no de caso de múltiplas picadas pode ocorrer uma manifestação tóxica mais grave e, às vezes, ser até mesmo fatal.

 

 

portalmidia

Após chuvas, bombeiros recebem 89 chamados para retirar abelhas de residências no Sertão

abelhasO 4º Batalhão de Bombeiro Militar, com sede em Patos, no Sertão do estado, a 320 quilômetros de João Pessoa, registrou somente nos três primeiros meses deste ano, 86 chamados para retirada de enxames de abelhas em áreas urbanas. Para se ter ideia do aumento no número de casos, basta analisar os registros do ano passado que contabilizaram 119 chamados durante os 12 meses de 2013.

De acordo com o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, Major Saulo Laurentino, o número maior de ocorrência aconteceu no mês de março, com 57 registros, mês em que houve registros significativos de chuvas na região de Patos. Os animais foram afugentados pelo desmatamento e, forçados a procurarem abrigo, acabam indo para áreas residenciais.

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Os locais onde os bombeiros receberam mais chamados foram edifícios residenciais, casas e igrejas. Mas elas podem procurar abrigo em qualquer lugar que encontre condições favoráveis para a construção do enxame.

Apesar do número alto de ocorrências, não foram registradas vítimas mais graves que necessitassem ser hospitalizadas. Ele informou que os casos de morte por picadas de abelhas acontecem quando a vítima é alérgica, mas não descartou situações que vitimem pessoas não alérgicas.

O militar explicou que esses insetos mudam de lugar com objetivos de reprodução ou quando encontram situações adversas no lugar onde estão. Ele acredita que as chuvas podem ter motivado um aumento no número de chamados para retiradas de enxames de áreas residenciais.

As abelhas mais comuns no Sertão são as africanas. No caso delas invadirem espaços domésticos ou sociais, major Saulo recomendou que as pessoas não as afugente. “Não se deve tocá-las, nem tão pouco atacá-las. Ao notar presença de enxame, deve-se entrar em contato com o Corpo de Bombeiros através do telefone gratuito 193”, disse.

Major Saulo contou que geralmente elas voam em grupos e houve casos em que uma família não conseguiu entrar em casa e sabiamente chamou os bombeiros para a retirada dos animais. “É importante lembrar que devemos manter uma distância segura de no mínimo 15 metros dos enxames e evitar usar roupas escuras e perfumes, cremes ou loções com cheiro forte, porque isso atrai as abelhas”, informou.

Outra coisa que atrai é quando uma delas é esmagada, portanto o militar orientou a não fazer isso porque a pessoa pode sofrer ataque das demais.

Acidentes

Os motoristas também têm sido alvo de ataque de abelhas. Pelo menos dois deles estiveram entre as vítimas que foram atacados enquanto dirigiam nas estradas.  Por isso, a recomendação é para que os motoristas se protejam de ataques transitando com os vidros fechados ou pelo menos com abertura mínima. Major Saulo recomendou os motoqueiros usem jaquetas e viseiras e uma proteção no pescoço.

O Corpo de Bombeiros já registrou casos em que elas provocaram acidentes com morte nas estradas. O militar contou que em há cerca de três anos, no município de Cajazeiras, também no Sertão, um motorista foi atacado e no momento em que tentava se desvencilhar das abelhas, perdeu o controle do veículo e bateu em uma motocicleta que vinha em sentido contrário na estrada. No acidente, o motoqueiro acabou morrendo e o motorista e os bombeiros que tentavam socorrê-lo tiveram que ser hospitalizado.

O horário propício para o trabalho dos bombeiros em ocorrências com abelhas é à noite porque é o horário que elas não se dispersam. Major Saulo explicou que durante o dia, elas se espalham e a interferência do Corpo de Bombeiros só acontece quando o caso é de ataque mesmo, como os que acontecem nas estradas.

Ele revelou que houve casos em que as abelhas estariam só de passagem, ou seja, chegam em determinado lugar, se instalam momentaneamente e quando a equipe de bombeiros agenda a retirada do enxame à noite, elas têm ido embora.

 

 

portalcorreio

Brasileiro cria microssensor para estudar sumiço de abelhas no mundo

Exemplar de abelha usa microssensor desenvolvido por cientista brasileiro. Testes feitos na Tasmânia, Austrália, tentam identificar se pesticidas são culpados pelo sumiço desses insetos, responsáveis pela polinização natural (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)
Exemplar de abelha usa microssensor desenvolvido por cientista brasileiro. Testes feitos na Tasmânia, Austrália, tentam identificar se pesticidas são culpados pelo sumiço desses insetos, responsáveis pela polinização natural (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)

Um brasileiro que vive na Austrália pode ajudar, com sua pesquisa, a responder uma das questões mais intrigantes do mundo científico atual: por qual motivo as abelhas estão sumindo em várias partes do mundo?

Paulo de Souza, físico de formação, é o pesquisador líder da área de microssensores da Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Austrália, conhecida pela sigla Csiro. Baseado na Tasmânia, desde setembro passado ele acompanha um experimento com o intuito de determinar o que tem impactado a vida desses insetos.

Souza foi responsável por desenvolver um sensor, com tamanho de 2,5 por 2,5 milímetros e peso de 5 miligramas, que é colocado nas costas dos insetos. Ele funciona como um “crachá de identificação”, pois transmite dados e registra o que acontece com o inseto.

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O objetivo do microaparelho é acompanhar passo a passo os movimentos de 5 mil abelhas, examinando a polinização feita por elas e sua produção de mel. Cada um deles custa cerca de R$ 0,63.

Entre as causas listadas como responsáveis pelo sumiço de abelhas estão o uso excessivo de pesticidas, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.

Importância
A mortalidade de abelhas ao redor do planeta ameaça ambos os processos. Entre as possíveis causas já listadas estão o uso excessivo de pesticidas, como os neonicotinoides, excesso de parasitas que afetam esses insetos, poluição do ar e da água, além do estresse causado pelo gerenciamento inadequado das colmeias.

Investigar essas e outras hipóteses é importante, porque pode evitar um possível caos ambiental. O declínio, de acordo com o pesquisador, põe em risco a capacidade global de produção de alimentos.

Para se ter ideia, segundo a Organização das Nações Unidas, os serviços de polinização prestados por esses insetos no mundo – seja no ecossistema ou nos sistemas agrícolas — são avaliados em US$ 54 bilhões por ano. Além disso, 73% das espécies vegetais cultivadas no mundo são polinizadas por alguma espécie de abelha.

Somente na Austrália, local dos testes, cerca de 17% de todo o alimento plantado no país, como as frutas, nascem graças à polinização feita tanto por abelhas domesticadas, quanto por espécies selvagens.

O pesquisador Paulo de Souza segura abelhas que são utilizadas em testes em laboratório da Tasmânia, na Austrália (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)O pesquisador Paulo de Souza segura abelhas que
são utilizadas em testes em laboratório da Tasmânia,
na Austrália (Foto: Divulgação/Csiro- Austrália)

Experimento com pesticidas
Para implantar o sensor nos insetos, os pesquisadores adormecem as abelhas ao colocá-las na geladeira a uma temperatura de 5ºC. Depois, usam uma supercola para fixar o microssensor. De acordo com Souza, o miniequipamento não atrapalha o voo.

Os testes na Tasmânia são feitos com quatro colmeias. Duas vivem no ambiente natural da região, que é considerada uma das menos impactadas pela poluição do ar e da água.

Elas estão a um quilômetro de distância de outras duas colmeias, que recebem constantemente pequenas doses de agrotóxicos neonicotinoides no alimento (que tem origem na molécula de nicotina).

Esses defensivos agrícolas já foram banidos em alguns países por suspeita de intoxicar as abelhas, em um fenômeno chamado de “distúrbio do colapso das colônias”, quando os insetos não retornam às colmeias e morrem após o corpo sofrer um “curto-circuito” possivelmente devido à excessiva exposição a determinados compostos químicos.

De acordo com Souza, os primeiros resultados do teste mostraram que as abelhas com sensores que tiveram contato com os defensivos demoravam mais para voltar à colmeia – ou nem voltavam. “Os neonicotinoides alteraram o comportamento delas”, disse Souza.

A meta do brasileiro, que lidera uma equipe com outros 13 profissionais, é desenvolver um sensor de 1,5 milímetro até o fim deste ano. Em quatro anos, o tamanho atual deve diminuir em 20 vezes, de forma que será implantado na abelha com a ajuda de um spray.

Testes no Brasil
Ainda no segundo semestre deste ano, a investigação atravessa o oceano e troca de continente. As abelhas do Brasil serão o alvo da pesquisa, principalmente as que vivem na Amazônia.

De acordo com Souza, o estudo será feito em parceria com o Instituto Tecnológico Vale, braço da mineradora Vale que é voltado ao desenvolvimento sustentável.

Serão implantados entre 10 mil e 20 mil sensores nos insetos para saber se há algum tipo de impacto negativo que influencie a polinização das abelhas.

 

Eduardo Carvalho

Abelhas invadem campo e atrapalham jogo amistoso do Campinense em Campina Grande

trinoUm fato inusitado acabou atrapalhando o jogo amistoso entre o Campinense e o Atlético Pentengi neste domingo (22) em Campina Grande.

Um enxame de abelha invadiu Renatão no início do primeiro tempo. Os jogadores tiveram que se deitar no gramado para que não fossem picados pelos insetos. O jogo ficou parado por cerca de seis minutos até as abelhas saírem do campo. O Corpo de Bombeiros não foi acionado para atender a ocorrência.

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Em entrevista ao portal PBEsportes.net, o jogador David comentou o assunto e disse que o fato inusitado não deu para desconcentrar o time do Campinense que acabou vencendo o jogo por um placar de 3 X 1.

MaisPB

com PBEsportes.net 

Idoso morre após ser ferroado por abelhas em matagal no Litoral Norte

Um idoso foi encontrado morto no final da manhã desta sexta-feira (2), após ter sido atacado por abelhas na Comunidade Passagem da Cobra, localizada no Distrito de Salema, em Rio Tinto, município localizado na Região Metropolitana de João Pessoa.

O aposentado Antônio João Tavares, 77 anos, estava desaparecido desde a manhã de ontem (1º). De acordo com o genro da vítima, José Pereira Leite, Antônio estava acostumado a transitar sempre pelo matagal onde seu corpo foi encontrado.

“Hoje de manhã saímos em sua busca e até demos queixa de seu desaparecimento na delegacia. Minutos depois, a polícia informou que o corpo dele tinha sido encontrado no matagal”, informou José Pereira.

Policiais militares que estiveram no local, acreditam que o idoso tenha sido vítima das abelhas, tendo em vista que seu corpo apresenta várias perfurações das ferroadas. “Não há suspeita de morte violenta, ele era conhecido aqui na região e não tinha inimizade. As abelhas o ferroaram até a morte”.

Pollyana Sorrentino